O índice referente aos produtos energéticos aumentou para 5,8%, depois de uma redução de 2,2% em fevereiro. A taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) estimada para março é superior em 0,6 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior, indica o INE. O gabinete estatístico aponta que esta subida é “quase na totalidade explicada pelo aumento do preço dos combustíveis” no mês de março, refletindo a subida do preço do petróleo. Esta subida nos preços dos combustíveis coincide com o impacto da guerra no Irão, no final de fevereiro, e consequente fecho do estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% da produção global de petróleo e quase 20% do gás natural liquefeito (GNL). O indicador da inflação subjacente, que se refere ao índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, registou em março uma variação de 2,0%, taxa superior em 0,1 pontos percentuais à do segundo mês deste ano. Quanto aos produtos alimentares não transformados, abrandou de uma subida de 6,7% em fevereiro para 6,4% em março. À semelhança da variação do IPC, também o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português, que permite comparações com outros países europeus, terá registado uma variação homóloga de 2,7% no mês em análise (2,1% em fevereiro) (Jornal Economico)

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