domingo, maio 31, 2020

Quase metade dos portugueses acredita que mudou hábitos alimentares


Futebol: Marítimo não aceitou assinar o plano de retoma do campeonato


Forbes: Porto Santo é uma das dez das praias a ser visitada


45% dos portugueses mudou hábitos alimentares no confinamento


Agências de viagens: Algarve, Madeira e o Norte do país são os mais procurados

m Itália, o acesso às praias é feito com senhas e lugares marcados


Juros da dívida em normalização

fonte: Público

Nove em cada dez casos novos de Covid-19 foram na região de Lisboa e Vale do Tejo

O mapa mostra, concelho a concelho, a evolução dos casos da doença nas últimas 24 horas em Portugal. O país registou mais 257 novas confirmações de infeção por coronavírus. Segundo a ministra da saúde, a região de Lisboa e Vale do Tejo representou, em média, 85% dos novos casos nos últimos oito dias (Jornal Económico, infografia de Mário Malhão)

Covid-19: Grécia põe Portugal fora do mapa de turistas

A Grécia divulgou uma lista 29 países de onde aceitará voos diretos a partir de 15 de junho, devendo a lista ser aumentada em 01 de julho, como forma de retomar o turismo. Segundo avançou o Ministério do Turismo da Grécia, os viajantes desses países poderão entrar na Grécia em voos diretos para Atenas e para a cidade de Thessaloniki, no norte. “O nosso objetivo é poder acolher todos os turistas que já superaram o medo e têm a capacidade de viajar para o nosso país”, disse o ministro do Turismo, Harry Theoharis, na televisão Antena. A lista dos 29 primeiros países a terem luz verde para viajar para a Grécia, e que não inclui Portugal, são Albânia, Austrália, Áustria, Macedónia do Norte, Bulgária, Alemanha, Dinamarca, Suíça, Estónia, Japão, Israel, China, Croácia, Chipre, Letónia, Líbano, Nova Zelândia, Lituânia, Malta, Montenegro, Noruega, Coreia do Sul, Hungria, Roménia, Sérvia, Eslováquia, Eslovénia, República Checa e Finlândia. Os visitantes com origem nesses países poderão, ainda assim, ser sujeitos a testes de coronavírus, segundo o ministério.

“Nem mais um cêntimo para o sul da Europa”, reclama revista holandesa

A capa da mais recente edição do ‘Elsevier Weekblad’, prestigiado semanário holandês, onde se pode ler que os espanhóis e os italianos são “preguiçosos”, representados por um homem com bigode bebendo vinho e uma mulher de biquíni, enquanto dois holandeses fazem rodar máquinas ‘financeiras’ da União Europeia, está a levantar uma onda de reações. Com a manchete “Nem um centavo a mais no sul da Europa”, a revista explica “por que o plano da chanceler alemã Angela Merkel e do Presidente francês, Macron de doar 500 mil milhões de euros “não é uma boa ideia”, acrescentando que cerca de 30 mil milhões de euros sairão do bolso da Holanda, noticia o ‘El Mundo’. No artigo de capa, publicado esta quinta-feira, é feita uma defesa de que se trata de proposta “perversa” porque pretende ser “uma doação incondicional” aos países mais afetados pela epidemia, o que “significa uma transferência de dinheiro do norte para o sul da Europa” e lamenta que Merkel esteja “disposta a transferir dinheiro” para países como Espanha e Itália .

Resgate da TAP em clima de tempestade

A TAP aterrou no centro da agenda política nacional. Uma guerra travada em uníssono pelo poder político contra a gestão privada da companhia, num momento em que o Estado português negoceia com a Comissão Europeia o seu plano de resgate. E em que parece cada vez mais provável, de acordo com informação recolhida pelo Expresso, que o modelo de financiamento a aplicar à companhia aérea será o de um empréstimo obrigacionista convertível em ações. O objetivo é que sejam, na prática, empréstimos (público ou privado garantido) passíveis de serem convertidos em capital, se a transportadora não os conseguir pagar. Ou seja, se a TAP falhar o pagamento do empréstimo — um cenário possível e que o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, já admitiu, no Parlamento, ser provável —, o Estado reforçará a sua participação acionista na companhia e ficará com mais de 50% do capital.
O modelo de auxílio à TAP está no entanto longe de estar fechado e terá de ser negociado, passo a passo, com Bruxelas, que naturalmente irá impor condições, os chamados remédios. Basta olhar para o que está a acontecer com a poderosa Lufthansa, que trava uma dura batalha com a Direção-Geral da Concorrência Europeia para evitar a todo o custo que, a troco de uma ajuda de €9 mil milhões, lhe cortem os slots (tempos de aterragem e descolagem). Nein, dank, disse a administração da Lufthansa, deixando as negociações num impasse.

Covid19: situação em Portugal (30 de Maio de 2020)

fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Situação na Madeira (30 de Maio de 2020)

fonte: IASAUDE

Covid-19: «Uma segunda onda e, possivelmente, uma terceira e uma quarta são inevitáveis», alertam especialistas

Mais de 5,9 milhões de pessoas em todo o mundo foram infectadas pelo novo coronavírus, e mais de 365.000 mortes foram registadas globalmente até este sábado, de acordo com os dados da Universidade Johns Hopkins. O impacto do vírus na vida das pessoas, na economia e na sociedade como um todo leva muitos a pensar, quanto tempo é que levará para sairmos deste surto atual. Quando voltaremos à dita “normalidade”? Gabe Kelen, diretor do Departamento de Medicina de Emergência da universidades Johns Hopkins, responde: “não tão cedo como esperávamos.” “Não estamos nem perto do pico. E há vários picos. Apenas atingimos o primeiro, e estamos agora a deslizar um pouco”, explica Kelen, especialista em infecções emergentes. “Acabámos de ver um pequeno mini pico agora. Portanto, é inevitável que, a menos que uma vacina chegue, ainda exista uma enorme quantidade de pessoas a serem infectadas. Uma segunda onda é virtualmente inevitável, possivelmente uma terceira e uma quarta ”, sublinha Kelen.

sábado, maio 30, 2020

O tardio regresso da confiança. E sem ela nada feito

fonte: Jornal de Negócios

Só agora?

fonte  jornal i

Distribuições europeias...

fonte: Correio da Manhã

A lenta retoma

fonte: Jornal de Negócios

Comparações...

fonte:  Jornal de Negócios

Situação na Madeira (29 de Maio de 2020)

fonte: IASAUDE

Resolver tudo sem cortes de rendimentos e austeridade da troika?


sexta-feira, maio 29, 2020

Un semanario holandés tacha de "vagos" a los españoles e italianos: "Ni un céntimo más al sur"

Un prestigioso semanario holandés, Elsevier Weekblad, publicó este jueves una portada en la que tilda de "vagos" a españoles e italianos, representados por un hombre con bigote tomando vino y una mujer en bikini, mientras dos trajeados de pelo rubios holandeses trabajan moviendo la maquinaria financiera de la Unión Europea. Con el titular Ni un céntimo más al sur de Europa, la revista explica "por qué el plan de (la canciller alemana) Angela Merkel y (el presidente francés) Emmanuel Macron de regalar 500.000 millones no es una buena idea", y añade que unos 30.000 millones de euros saldrán del bolsillo de Países Bajos. En su artículo publicado este jueves, cree que la propuesta es "perversa" porque pretende ser "una donación incondicional" a los países más afectados por la epidemia, lo que "significa una transferencia de dinero del norte al sur de Europa" y lamenta que Merkel esté "dispuesta a transferir efectivo" a países como España e Italia.
"Los hechos muestran que los países del Sur de Europa no son pobres y tienen suficiente dinero o acceso al dinero. También pueden mejorar de forma bastante fácil el poder adquisitivo de sus economías, con reformas como las que ya se implementaron en el norte", dice en referencia a las reformas aplicadas en Holanda tras la crisis financiera de 2008.

Covid19: situação em Portugal (29 de Maio de 2020)

fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Estes são os países que ganham mais com o Fundo de Recuperação. Portugal é o oitavo


fonte: ECO digital

Mais de 90% dos novos casos de Covid-19 foram confirmados em Lisboa e Vale do Tejo

O mapa mostra, concelho a concelho, a evolução dos casos da doença nas últimas 24 horas em Portugal. O país registou esta sexta-feira mais 350 novas confirmações de infeção por coronavírus e um aumento de 3,3% no número de pessoas internadas. A taxa de letalidade mantém-se nos 4,3% (infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)

Canárias dá uma volta de 180 graus em sua estratégia de turismo promocional

O objetivo do governo agora é mostrar o arquipélago como um destino totalmente seguro para seus mercados de origem. O Ministério do Turismo, Indústria e Comércio do Governo das Ilhas Canárias deu uma "virada de 180 graus" em sua estratégia promocional devido à crise de Covid-19, com o objetivo de mostrar o Arquipélago como um destino turístico seguro que enfrenta seus principais mercados de origem. Em resposta às perguntas do Grupo Parlamentar Socialista e do Grupo Socialista Gomera, o conselheiro da área, Yaiza Castilla, disse que em um cenário de turismo zero, não é possível continuar "em detalhes" com a estratégia de promoção anterior à pandemia. Nesse sentido, ele afirma que parte desse esforço promocional deve ser reservada para um momento mais "poderoso", para que as Ilhas Canárias estejam presentes em todos os mercados emissores, embora isso não signifique que a promoção tenha parado completamente. A esse respeito, o conselheiro observou que foi escolhida dar uma "virada de 180 graus" à estratégia promocional das Ilhas e focalizá-la em uma abordagem de "100%" contextualizada atualmente. Castilla indicou que agora é a hora de passar de uma história para outra, porque "é importante dizer coisas que são relevantes para o destino, a indústria do turismo e o visitante".

As Canárias serão promovidas como um destino seguro e responsável

O Ministro do Turismo, Indústria e Comércio do Governo das Ilhas Canárias declarou que “a imagem e a notoriedade da marca das Ilhas Canárias e de seus destinos insulares devem continuar sendo um ativo da nossa indústria do turismo, tornando-se presente entre nossos futuros visitantes , como Esse foi o caso de uma estratégia on-line na qual nos posicionamos em nossos mercados emissores como uma marca de cuidadora ”. Para a Yaiza Castilla, é importante se adaptar aos tempos e dar continuidade à promoção "pela qual escolhemos dar uma virada estratégica de 180 graus em seu desenvolvimento e focá-la em uma abordagem 100% contextualizada do momento atual", afirmou. O chefe do Turismo explicou que, atualmente, a promoção exige a mudança de contar histórias para fazer histórias . “Não há problema em contar coisas, mas é melhor fazer coisas relevantes para o destino, para o setor de turismo e para nossos futuros visitantes. Portanto, não são simples medidas promocionais, mas uma abordagem mais abrangente ", afirmou.

O governo de Espanha estabelece uma data para o retorno do turismo estrangeiro: o mês de julho

Teresa Ribera, que foi a quarta vice-presidente do Poder Executivo e responsável pela redução, disse que em uma entrevista à Efe, é necessário pensar "mais em julho do que em junho". Assim, ele fez referência à "irresponsabilidade" que supunha uma abertura prematura das fronteiras que poderia colocar em risco a população espanhola. "Temos que ter muito cuidado com a forma como a pessoa que chega não corre risco, porque chega a um destino seguro e, ao mesmo tempo, não representa um risco para a população local", diz ele. A idéia na qual o governo trabalha é que ele trabalhe em "origens e destinos seguros" e que a chegada de turistas de outros países seja acompanhada pelo restante do processo de desescalonamento na Espanha. "Os dados extraordinários nas Ilhas Canárias, Ilhas Baleares ou Andaluzia nos oferecem segurança hoje, quando não há mobilidade entre províncias, quando pessoas que potencialmente podem estar infectadas não chegam. Se for aberto massivamente, poderemos estar incorrendo em irresponsabilidade ", alertou, lembrando que os surtos na China, Coréia do Sul e Cingapura" estavam associados à importação de casos "do exterior.

As Canárias insistem em testes de origem para garantir a segurança

O vice-presidente das Ilhas Canárias e o conselheiro de Finanças, Orçamentos e Assuntos Europeus, Román Rodríguez, insistiram com o governo da Espanha nos testes de origem para garantir a segurança da saúde aérea, conforme relatado pelo executivo regional.Europa Press / Las Palmas de Gran Canária Durante a sessão plenária da Conferência para Assuntos Relacionados à União Europeia, na qual a Vice-Presidente para Assuntos Econômicos, Nadia Calviño; a ministra de Política Territorial e Função Pública, Carolina Darias, e a ministra das Relações Exteriores, Arancha González Laya, Rodríguez, explicou que a atividade econômica nas ilhas depende em grande parte do tráfego aéreo e "precisamos que essa mobilidade seja segura". Por esse motivo, ele pediu a realização de testes na origem, uma vez que o uso de máscaras não é suficiente e a eliminação de assentos não é economicamente viável para os operadores. "Precisamos que as pessoas que entrem no avião o façam com o menor risco possível de infectar outras pessoas ou serem infectadas", disse ele.

Canárias excluiem uma rápida recuperação turística

O Ministro do Turismo do Governo das Ilhas Canárias , Yaiza Castilla , não prevê que a abertura anunciada da Espanha a partir de 1º de julho implique um rápido renascimento do setor de turismo nas ilhas e mantenha previsões moderadas, longe das expectativas mais otimistas incentivadas. para a reativação de voos e a remoção da quarentena para viajantes internacionais. Castilla, que hoje participa de videoconferência na conferência do setor de turismo convocada pelo ministro Maroto para coordenar com as comunidades autónomas, lembra que, apesar dos elementos positivos, as perspectivas não são claras e muitos aspectos ainda precisam ser esclarecidos para orientar a recuperação.

Luvas e máscaras no Mar Mediterrâneo: o início de um novo tipo de poluição


Pandemia atinge mais os pobres, os precários e os migrantes


Companhias aéreas estão paradas e alertam para despedimentos


Cerca de 4 milhões de pessoas perderam o emprego na União Europeia


Aviação: 25 milhões de funcionários em risco de perderem o emprego


Ministério das Finanças aprova garantia pessoal do Estado para Madeira refinanciar 300 milhões de dívida

“O refinanciamento da dívida assumida pela Região Autónoma da Madeira contribui para a diminuição da dívida global desta região e, deste modo, para a estabilidade da economia regional e do país como um todo, revestindo-se, assim, de manifesto interesse para a economia nacional”, segundo o despacho assinado pelo secretário de Estado das Finanças.
O Estado português aprovou uma garantia pessoal para o Governo da Região Autónoma da Madeira (RAM) se poder financiar em 300 milhões de euros.
“A Região Autónoma da Madeira pretende emitir um empréstimo obrigacionista com vista a substituir e amortizar diversos empréstimos, anteriormente contraídos por empresas públicas reclassificadas da Região e pela própria RAM, cujo vencimento ocorre no presente ano”, segundo o documento.
“Considerando que o refinanciamento da dívida assumida pela RAM contribui para a diminuição da dívida global desta região e, deste modo, para a estabilidade da economia regional e do país como um todo, revestindo-se, assim, de manifesto interesse para a economia nacional”, de acordo com o documento.

Madeira: GR vai tomar essa iniciativa?


fonte: DN-Madeira

Covid19: situação em Portugal (28 de Maio de 2020)

fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Situação na Madeira (28 de Maio de 2020)

fonte: IASAUDE

quinta-feira, maio 28, 2020

O que diz a proposta da Comissão Europeia para o Fundo da Recuperação em 7 pontos

São vários números com muitos zeros à direita que constam na proposta da Comissão Europeia para o próximo QFP 21-27 e para o Fundo de Recuperação europeu pós-pandemia. Como será a “Próxima Geração UE”, como apelidou Ursula von der Leyen? Vários documentos e muitas páginas descrevem a proposta que a Comissão Europeia apresentou esta quarta-feira para o Fundo de Recuperação europeu em virtude da pandemia, que estará inserido no Quadro Financeiro Plurianual (QFP 2021-2027). Esta é apenas uma proposta, que será discutida pelo Conselho Europeu, o qual tem a palavra final, mas já é possível saber alguns pormenores daquilo que poderá vir a ser a resposta europeia à crise pandémica. A presidente da Comissão Europeia falou no Parlamento Europeu de um “poder de fogo” na resposta da União Europeia de 2,4 biliões de euros. Como se divide este valor? Desde logo, Ursula von der Leyen está a incluir o habitual orçamento comunitário, no valor de 1,1 biliões de euros, que está em linha com as propostas anteriores para o Quadro Financeiro Plurianual (QFP) — que deverá entrar em vigor em janeiro de 2021 — dos próximos sete anos e que já é gasto normalmente, nomeadamente nos fundos da coesão e na política agrícola comum.

A TAP conseguiu um raro consenso político: todos contra os gestores

A companhia aérea agoniza com as paralisações impostas pela pandemia. O sector vive a maior crise de sempre, mas a TAP tinha problemas antigos e o poder político está agora a jogar com isso. A guerra entre Estado e privados saiu da mesa das negociações e anda agora na praça pública.  A música que ainda se ouve na TAP foi um hit lançado com estrondo em 2016. António Costa empunhou a bandeira do novo acordo - em que o Estado ficou com 50% da empresa, mas não entraria na gestão do dia-a-dia - e que foi visto como um dos seus primeiros sucessos no arranque da governação. A música ainda continua a tocar. Mas agora, a pandemia desafinou (mais) os resultados da empresa, provocou uma queda inimaginável nas receitas, mandou quase nove mil trabalhadores para o layoff e o Governo quer mudar o disco.
Primeiro, houve desentendimentos entre o ministro que tutela a pasta, Pedro Nuno Santos, e o primeiro-ministro sobre qual seria o tempo de entrada, o ritmo e o género da nova melodia. Já no ano passado, Pedro Nuno Santos, tinha criticado a gestão da TAP em público, considerando inaceitável o pagamento de prémios, em ano de prejuízos, dando apenas a uma pequena parte dos trabalhadores: 180.

TAP revê posição e vai alterar polémico plano de rotas

O Conselho de Administração da TAP anunciou esta quarta-feira que vai “ajustar” o plano de retoma de rotas anunciado, garantindo que este ficará “subordinado aos constrangimentos legais” à mobilidade, por causa da pandemia de covid-19. Num comunicado, o órgão, que integra o Estado, detentor de 50% do capital da companhia aérea, indicou que “a companhia está empenhada e vai de imediato colaborar com todos os agentes económicos, nomeadamente associações empresariais e entidades regionais de turismo”. O Conselho de Administração da transportadora indica ainda que pretende assim “viabilizar o maior número de oportunidades, adicionar e ajustar os planos de rota anunciados para este momento de retoma por forma a procurar ter um serviço ainda melhor e mais próximo a partir de todos os aeroportos nacionais onde a TAP opera”.

Covid-19. É um vírus? Um ser vivo? SARS CoV-2, o senhor Mistério

É um entre centenas, não tem cérebro mas parece ser inteligente. Não tem corpo próprio, mas vive do corpo dos outros. Oportunista, é microscópico e, apesar da ínfima dimensão, é capaz de parar o mundo, de tirar o sono e, pior, muito pior, de matar. Mais poderoso do que o homem, mais poderoso do planeta, há vários meses que não se fala de outra coisa. O SARS CoV-2 é um desafio. Há muito que se sabe que tamanho não é documento e, mesmo quando tudo à volta parece difícil de encarar, há que guardar um resto de humor, até porque esta não é uma corrida de 200 metros, mas uma maratona sem fim à vista. Tudo porque um vírus deu um salto: passou de uma espécie de animal selvagem para o homem e, desde então, não parou de fazer estragos. Os piores são as mortes e não adianta contar, porque todos os dias, todas as horas, todos os minutos, alguém morre, vítima do SARS CoV-2, o novo coronavírus, com expressão pandémica, relevância global. O minúsculo elemento que, para alguns investigadores, nem chega a merecer o estatuto de ser vivo. Então, se não é um ser vivo e se mata tanto, é o quê?

Barroso: Lamento dizer que esta crise vai ser pior do que a de 2008


Roubini, economista profeta da crise de 2008, prevê uma grande depressão em meados da década

O medo de gastar e um conjunto de ameaças que se acumulam vão gerar uma situação em que a economia vai demorar muito mais a recuperar do que agora se julga. Vem aí uma grande depressão, mas não já. É a previsão do economista Nouriel Roubini, que se tornou famoso por ter previsto em 2006 a crise financeira que rebentou dois anos depois. Em 2008, Roubini adquiriu retrospetivamente o estatuto de um profeta, o que faz com que as suas palavras até hoje sejam ouvidas com especial atenção quando se trata de estimar os efeitos de choques económicos.
Ultimamente, tem aparecido a falar sobre os efeitos da crise económica provocada pelo coronavírus. Na sua opinião, não vai haver a recuperação em 'V', que muitos investidores preveem para a segunda metade do ano; quando muito, uma recuperação em U, ou seja, muito mais lenta. Mas os verdadeiros problemas virão depois, lá para o meio da década.

Situação nos Açores (26 de Maio de 2020)

fonte: GRA

Onda de incumprimentos à vista: Apenas 41% das empresas espera cumprir pagamentos em 2020

Cerca de 41% das empresas espera manter taxas de incumprimento baixas em 2020 (inferior a 1% da faturação), face aos 68% que operavam com esses níveis em 2019, num cenário em que 74% das empresas tiveram que reduzir a sua atividade devido às medidas adotadas durante o estado de emergência, de acordo com o mais recente estudo da Crédito y Caución, Iberinform e Gestifatura. A análise mostra ainda que 65% das empresas espera uma quebra na faturação e 56% na rentabilidade. Nos restantes escalões, duplica o número de empresas com taxas mais elevadas: 33% do tecido empresarial irá sofrer incumprimentos moderados (1% – 3% da faturação), 20% encontra-se no escalão elevado (3% – 10% da faturação) e 6% na faixa extrema. O crescimento das taxas de incumprimento é um elemento desestabilizador das operações de negócio na medida em que anula a margem da operação e gera uma perda de todos os custos associados à produção do bem ou serviço.

Liquidação do Banif vai demorar ainda mais (e continua sem haver relatório obrigatório por lei)

O Banif deixou de ser um banco em 2015. Deixou um buraco de de 748 milhões. Mas os credores ainda não sabem se vão recuperar algo. Associação de lesados reitera pedido de auditoria ao Banco de Portugal, que está há anos por concluir. Entretanto, comissão liquidatária dá mais tempo para que credores possam provar erros do banco na comercialização de produtos financeiros. O fim do Banif foi decretado há quatro anos e meio e, desde aí, os credores - entre os quais o Fisco - aguardam que seja divulgado o relatório que diga qual a percentagem de recuperação a que têm direito por lei. Mesmo que seja zero, essa resposta ainda não foi dada. A associação de lesados do banco voltou, agora, a apelar ao Banco de Portugal para que a publicação do documento seja apressada, numa altura em que a pandemia atrasou ainda mais a liquidação. 
“A Alboa apela publicamente ao Banco de Portugal para que apresse, termine e publique o relatório encomendado à Baker Tilly sobre a resolução do Banif, a bem do normal funcionamento das instituições e do reconhecimento dos que comprovadamente foram enganados e espoliados por um banco que - recorde-se mais uma vez - estava à data intervencionado pelo Estado”, indica o comunicado enviado às redações esta terça-feira, 26 de maio, pela associação que representa os lesados do banco.

Dívidas das companhias de aviação vão descolar até aos €501 mil milhões e passageiros vão pagar a fatura. Acham mesmo?

O aumento da dívida é de 28% face ao que existia no início do ano. A indústria saúda as ajudas estatais mas está aflita com os custos do seu financiamento, especialmente numa altura em que os aviões vão andar mais vazios. A dívida global do setor aéreo pode subir para 550 mil milhões de dólares (501 mil milhões e euros) até o final do ano. Isso representa um aumento de 120 mil milhões de dólares (110 mil milhões de euros) em relação aos níveis de dívida no início de 2020, ou seja um aumento de 28%. A estimativa foi divulgada esta terça-feira pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), que considera que a ajuda financeira às companhias aéreas “é uma tábua de salvação para superar o pior da crise” que obrigou mais de 60% da frota mundial de aviões a ficar no chão. Os apoios governamentais estão, segundo a IATA, a ajudar a manter a indústria em funcionamento. No entanto, “o próximo desafio será impedir que as companhias aéreas afundem sob o peso da dívida que a ajuda está a criar”, disse hoje Alexandre de Juniac, diretor geral e presidente executivo daquela associação.

Porque é que nos aviões não é preciso deixar um lugar vazio? O risco de contágio é mais baixo, dizem epidemiologistas

O risco de contágio nos aviões existe, como há sempre nos espaços fechados, mas é mais fácil de controlar a qualidade do ar nas aeronaves do que no metro e nos autocarros. Portugal tinha a lotação dos voos limitada a dois terços, uma regra que deixou cair, adotando as orientações europeias. A 2 de maio, o Governo publicou uma portaria para limitar o transporte aéreo de passageiros a dois terços da lotação, por causa da pandemia de covid-19. Um mês depois, a 1 de junho esta regra cairá, e vai deixar de haver lotação de voos. Portugal seguiu as recomendações internacionais que fizeram eco da contestação das companhias aéreas, mas a dúvida subsiste: porque é que no metro e no autocarro é preciso deixar um lugar vago e nos aviões não? O risco de contágio não é o mesmo?
Nos aviões, cai a regra da lotação, mas é obrigatório o uso de máscara, há limpeza e desinfeção mais rigorosa e mais alargada do que antes da pandemia, e filtros de ar específicos, idênticos aos que há nos blocos operatórios. A TAP assegura que "implementou procedimentos adicionais de limpeza e desinfeção específicos para o combate ao coronavírus" e afirma que os filtros de limpeza do ar são uma garantia de mitigação dos riscos, renovando o ar 20 vezes por hora. O facto de se tratar de um espaço fechado e pressurizado obriga a regras e mecanismos de controlo da qualidade do ar mais apertados, e nesse sentido mais monitorizados.

Professores da Madeira pedem subsídio de compensação

Boeing e Airbus investigam formas de evitar contágio do vírus em cabinas

As pesquisas envolvem académicos, especialistas em medicina e engenheiros, disseram as empresas na terça-feira ao The Wall Street Journal (WSJ) . Os fabricantes aéreos Boeing e Airbus estão a investigar formas de limitar o contágio da covid-19 dentro dos aviões, uma iniciativa para tranquilizar passageiros e relançar o tráfego aéreo, fortemente afetado pela pandemia. As pesquisas envolvem académicos, especialistas em medicina e engenheiros, disseram as empresas na terça-feira ao The Wall Street Journal (WSJ). A Boeing está a desenvolver modelos informáticos que simulam o ambiente em cabina, estando a avaliar igualmente a possibilidade de usar luzes ultravioletas para desinfetar os aviões, disse o construtor de aviões norte-americano ao WSJ.

OIT: Um em cada cinco jovens perdeu o emprego com a pandemia


Um em cada cinco jovens deixou de trabalhar desde o início da pandemia e os que mantiveram o emprego viram o seu horário de trabalho reduzido em 23%, afirmou esta quarta-feira a Organização Internacional do Trabalho (OIT). De acordo com a 4.ª edição do Observatório OIT/Covid, que monitoriza os efeitos da pandemia no mundo laboral, os jovens são os que estão a ser mais afectados pela pandemia e «o aumento considerável e rápido do desemprego jovem», verificado desde Fevereiro, está a atingir mais as mulheres do que os homens. «A pandemia está a causar um triplo choque na população jovem. Não só está a destruir o seu emprego, como a perturbar os estudos e a formação, e a colocar grandes obstáculos a quem procura entrar no mercado de trabalho ou mudar de emprego», referiu o relatório. Segundo o documento, a nível global, cerca de 267 milhões de jovens não estão nem a trabalhar, nem a estudar ou a frequentar qualquer tipo de formação. O relatório salientou que o desemprego jovem era já mais elevado do que a de qualquer outro grupo, com uma taxa de desemprego de 13,6% em 2019.

Semana de 4 dias começa a ganhar força também na vizinha Espanha

Não é só o teletrabalho que ameaça mudar por completo o dia-a-dia das empresas. Há outra tendência à espreita e a ganhar força bem perto: em Espanha, discute-se a redução da semana de trabalho para apenas quatro dias. De acordo com o jornal El Confidencial, há um número crescente de vozes no país vizinho a discutir a possibilidade de tirar um dia à jornada semanal. Na Nova Zelândia, a posibilidade já está em marcha. A primeira-ministra pediu aos empresários para que considerassem uma semana de quatro dias: «É algo que está nas mãos dos trabalhadores e das empresas, mas aprendemos muitas coisas sobre o COVID e a flexibilidade das pessoas que trabalham a partir de casa», afirmou Jacnida Ardern.

Poder financeiro do orçamento da União Europeia sobe para 1,85 biliões de euros

A Comissão Europeia apresentou  a sua proposta para um plano de recuperação, pretendendo que esta seja “sustentável, equitativa, inclusiva e justa” para todos os Estados-membros, tal como frisou a sua presidente na apresentação que realizou no Parlamento Europeu. A proposta aponta para a criação de um novo instrumento de recuperação, o ‘Next Generation EU’, integrado num orçamento de longo prazo da UE. A Comissão apresentou igualmente o seu programa de trabalho adaptado para 2020, que dá prioridade às ações necessárias para impulsionar a recuperação da Europa. O ‘Next Generation EU’, de 750 mil milhões de euros, bem como reforços orientados para o orçamento de longo prazo da UE para 2021-2027, elevarão o total do poder financeiro do orçamento da UE para 1,85 biliões de euros.
Este instrumento angariará fundos através de um novo limite máximo dos recursos próprios, a título temporário, de 2,00% do rendimento nacional bruto da UE. Tal permitirá à Comissão fazer uso da sua sólida notação de risco para contrair empréstimos no montante de 750 mil milhões de euros nos mercados financeiros. Este financiamento adicional será canalizado através de programas da UE e reembolsado durante um longo período de tempo, abarcando vários orçamentos da UE, entre 2028 e 2058. A fim de alcançar este objetivo de forma justa e equitativa, a Comissão propõe alguns novos recursos próprios.

Aviação: como vão ser as viagens?

fonte: Jornal de Negócios

TAP e a polémica das (der)rotas

fonte: Jornal de Notícias

Madeira à espera de autorização para empréstimo de 300 milhões de euros...


Procurem bem e encontrarão...

fonte: Correio da Manhã

Companhias aéreas estudam formas de tornar as viagens mais seguras


Açores com dinheiro europeu...

fonte: Diário dos Açores

Estudos

fonte: Diário dos Açores

Desafios para o turismo açoriano

fonte: Diário dos Açores

Situação na Madeira (27 de Maio de 2020)

fonte: IASAUDE

Covid19: situação em Portugal (77 de Maio de 2020)

fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Situação na Madeira (26 de Maio de 2020)

fonte: IASAUDE

Cov id19: A fatura que a Suécia está a pagar pela falta de medidas


terça-feira, maio 26, 2020

Madeira: Intervenção de Pedro Calado no debate parlamentar de 26 de Maio de 2020


De repente, tudo mudou.
Em apenas dois meses, passámos do entusiasmo de uma trajetória positiva e de recuperação económica, para o pânico da invasão silenciosa do novo vírus, COVID 19.
Em apenas dois meses, os seis anos consecutivos de crescimento e desenvolvimento social e económico, de aumento de postos de trabalho e de saneamento das contas públicas regionais, ficaram sob forte risco de ruir e dar lugar a uma crise económica sem precedentes.
Tempos excecionais exigiram medidas excecionais. E em apenas dois meses, o mundo parou e o nosso modo de vida desassossegou, ameaçando hábitos diários e alterando todo o tipo de relações sociais e pessoais.
Definindo como primeira prioridade a defesa da saúde de todos os Madeirenses e Portosantenses, o Governo Regional focou-se, desde logo, no combate para travar a disseminação do vírus e, ao mesmo tempo, reduzir os efeitos socioeconómicos da pandemia.
As primeiras medidas foram tomadas em fevereiro, muito antes da Região registar qualquer caso.
A determinação do confinamento chegou a 16 de março, com o encerramento de todos os estabelecimentos de ensino, centros de dia, de convívio, discotecas, complexos balneares, restrições nas visitas aos lares e suspensão de todas as atividades desportivas.
Não obstante todas as medidas adotadas se terem revelado indispensáveis, a declaração do estado de emergência - decretado pela primeira vez na história da democracia portuguesa – e a consequente paragem de quase todos os setores de atividade, trouxeram à economia regional, perdas no PIB regional no valor de 430 milhões de euros por mês.
Estima-se que até ao final de maio, esse prejuízo possa chegar aos 970 milhões de euros.
Pese embora ainda imprevisíveis quanto à sua extensão e magnitude, estes impactos a longo prazo vão depender de quão rapidamente os governos souberem dar uma resposta coordenada para tentar conter os efeitos gravosos que se adivinham.

Cronologia dos pedidos da RAM à República: com o é que não ligam nenhuma a estas diligências? Criminoso

16 março de 2020
De: Vice-Presidente do Governo Regional 
Para: Ministro das Finanças Mário Centeno 
Assunto: Pedido de garantia do Estado para a Operação de Refinanciamento a contrair pela Região Autónoma da Madeira no montante de 299 milhões de euros 

Objetivo: Substituir e amortizar empréstimos anteriormente contraídos, quer por entidades públicas reclassificadas, quer pela própria Região como mutuária.
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18 de março de 2020
De: Vice-Presidente do Governo Regional 
Para: Ministro das Finanças Mário Centeno 
Assunto: Protelamento da data limite de entrega ao Estado dos impostos sobre o rendimento retido na fonte, IRS e IRC, por 60 dias, isentos de juros de mora e coimas e do imposto sobre o valor acrescentado (IVA). 

Objetivo: Governo pediu medidas de âmbito fiscal para apoio imediato ao tecido empresarial da RAM.
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19 de março de 2020
De: Presidente do Governo Regional 
Para: Primeiro-Ministro, com o conhecimento do Presidente da República 
Assunto: 
- Apoio extraordinário do Estado no valor de 300 milhões de euros, para fazer face à redução da receita fiscal da RAM; 
- 75 milhões para pagamento de despesas do Serviço Regional de Saúde, em vez da consolidação da dívida; 
- autorização para endividamento adicional de 100 milhões, destinados a investimentos de revitalização da economia; 
- alteração da Lei de OE 2020, para aumentar o valor das verbas do Fundo de Coesão em 22,8 milhões de euros, para pagamentos de salários na Administração Pública; 
- suspensão da Lei de Finanças das Regiões Autónomas, para permitir à Região contrair endividamento para auxílio a toda a população; 
- Assegurar para a RAM, o montante de 6,4 milhões de euros, das duas linhas de crédito disponibilizadas a nível nacional, para cobertura de prejuízos das empresas mais afetadas; 
- Aumento em 50% das verbas destinadas às políticas de Emprego e Formação Profissional, no valor de 5,9 milhões de euros; 
- moratória no pagamento da 2ª prestação do PAEF, no valor de 48,5 milhões de euros 
- Adiamento, por 60 dias, do pagamento das contribuições à Segurança Social e de outras obrigações fiscais por parte dos contribuintes. 

Objetivo: Aplicação de um conjunto de medidas, no valor de 550 milhões de euros, para apoio imediato à tesouraria das empresas e revitalização da economia regional 
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23 de março de 2020
De: Presidente do Governo Regional 
Para: Representante da República 
Assunto: Estado de Emergência – Medidas de Apoio à Região; suspensão dos artigos 16º e 40º da Lei de Finanças Regionais; aprovação de normas que permitam a utilização de verbas afetas ao Fundo de Coesão, ao saldo de gerência de 2019 e ao saldo por utilizar da intempérie de 2010. 

Objetivo: Para intermediação e sensibilização do Presidente da República e do Primeiro-Ministro, aprovar uma Lei de Apoio Extraordinário às Regiões Autónomas, para fazer face às situações de emergência económica e social, bem como libertar meios financeiros para fazer face a despesas na área da saúde.
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8 de abril de 2020
De: Presidente do Governo Regional 
Para: Primeiro-Ministro, com o conhecimento do Presidente da República 
Assunto: Presidente do Governo Regional volta a reiterar a importância e necessidade urgente do apoio extraordinário do Estado, no valor de 500 milhões. 
- 75 milhões para pagamento de despesas do Serviço Regional de Saúde, em vez da consolidação da dívida; 
- autorização para endividamento adicional de 300 milhões, destinados a investimentos de revitalização da economia; 
- alteração da Lei de OE 2020, para aumentar o valor das verbas do Fundo de Coesão Nacional em 22,5 milhões de euros, para pagamentos de salários na Administração Pública; 
- suspensão da Lei de Finanças, para permitir à região contrair endividamento para auxílio a toda a população; 
- moratória no pagamento da 2ª prestação do PAEF, no valor de 48,5 milhões de euros
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22 de maio de 2020
De: Presidente do Governo Regional 
Para: Presidente da República 
Assunto: Solicitar a intervenção do Presidente da República, no quadro das suas atribuições, para a autorização de uma operação de endividamento líquido adicional de 300 milhões de euros, bem como o adiamento do pagamento das duas prestações no valor de 48 milhões de euros cada uma, correspondentes ao empréstimo no quadro do PAEF. 

Objetivo: Denunciar o silêncio do Estado em relação aos pedidos da Madeira e lembrar que a Região precisa, com urgência, de duas decisões simples e claras, que não implicam qualquer custo adicional aos cofres da República nem beliscam as contas públicas nacionais. (fonte: VP do GRM)

É definitivo Ricardo Salgado obrigado e pagar multa de 3,7 milhões de euros


Norte de Portugal em guerra (justa) com a TAP

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TAP já definiu plano para os próximos dois meses

Há 14 crianças internadas com Covid-19 no Hospital da Estefânia


20% dos internados com Covid-19 continua nos hospitais mesmo depois de terem alta


Afinal pode haver um segundo pico ainda durante esta vaga de covid19...


segunda-feira, maio 25, 2020

Habilidades...

fonte: Jornal de Notícias

Situação na Madeira (25 de Maio de 2020)

fonte: IASAUDE

Covid19: situação em Portugal (25 de Maio de 2020)


fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Desrespeito pelas normas de segurança aumenta risco de contágio


Covid-19: jogo entre Liverpool e Atlético pode ter provocado muitos contaminados


Poeira para os olhos ou realidade? Centeno acredita numa retoma económica em dois anos


Sismo surpreende (mas não amedronta) primeira-ministra da Nova Zelândia em directo


domingo, maio 24, 2020

Situação na Madeira (24 de Maio de 2020)

fonte: IASAUDE

Restauração precisa de apoios até ao final do mês


Apoio a fundo perdido é essencial para manter empregos na restauração


Bancos colocam entraves no acesso ao crédito pelas microempresas


Covid19: situação em Portugal (24 de Maio de 2020)

fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Covid19: situação em Portugal (23 de Maio de 2020)


fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Opinião alheia - "Covid-19: medo não é solução"

Pelas ruas vejo muitas máscaras, algumas no chão, e vejo respeito pelo distanciamento social. Continua o comportamento exemplar e proactivo da sociedade portuguesa. Desde o cidadão comum aos vários sectores da economia, às instituições e até às altas figuras da governação, como o nosso Presidente da República. Vejo todos empenhados em dar o seu melhor, com diversidade nas ideias e interpretação dos factos.
Mas também vejo medo na sociedade. Medo de olhar para os factos. Medo de usar o conhecimento. Medo de agir com base no conhecimento. Eu próprio também tenho receios. Temo que, com o aumento da mobilidade que vai resultar numa subida dos casos de infecção, pois estamos no princípio dos princípios da pandemia, se regresse ao confinamento. Que não se consigam proteger os grupos de risco. Que o Serviço Nacional de Saúde fique sobrecarregado. Que as ruas fiquem outra vez desertas. Que seja dado um passo atrás e não à frente. Que se fique à espera de uma vacina que provavelmente virá, mas demorará tempo. E não podemos ficar confinados à espera.

China colabora na investigação. Será esta credível?

Acabou por ser aprovada por unanimidade, na terça-feira passada, a avaliação que já na véspera era pedida por 120 Estados-membros da Organização Mundial da Saúde (OMS). Alinhar vontades para avaliar o papel da organização de forma “imparcial, independente e completa” durante a pandemia de coronavírus tornou-se uma prioridade da Assembleia Mundial da Saúde (AMS), a grande reunião anual da organização das Nações Unidas responsável pela saúde pública. “Para ser verdadeiramente completa, essa avaliação deve incluir a resposta de todos os atores, de boa-fé. Iniciarei uma avaliação independente, o mais brevemente possível, para analisar a experiência que se ganhou, as lições aprendidas, e para fazer recomendações para melhorar a preparação e a resposta nacional e global à pandemia”, disse o diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus, na abertura do primeiro de dois dias da 73ª Assembleia Mundial da OMS.

Vírus fora de casa

fonte: Visão

Viver com o vírus

fonte: Visão