terça-feira, agosto 11, 2020

Covid-19: maioria dos trabalhadores sente-se segura quanto à manutenção do emprego

É o resultado de um estudo da Faculdade de Ciências Empresariais e Sociais da Universidade Europeia. A maioria dos trabalhadores sente-se segura quanto às condições laborais, face ao impacto da pandemia de Covid-19, e acredita que o seu empregador irá manter os postos de trabalho, segundo um estudo da Universidade Europeia divulgado esta terça-feira. O estudo “(In)segurança Laboral”, promovido pela Faculdade de Ciências Empresariais e Sociais da Universidade Europeia, foi realizado entre 22 de maio e 22 de junho e analisou as respostas de 1.519 trabalhadores. Segundo as conclusões do estudo, “a maior parte da população inquirida sente-se segura no trabalho face à ameaça da pandemia”, tendo em conta uma média apurada de 3,80 (entre 01 e 05). Além disso, a maioria dos inquiridos “concorda que a empresa na qual trabalha manterá todos os postos de trabalho" apresentando uma média de 3,54, e que o empregador "assegurará as condições de segurança no trabalho necessárias face às ameaças da Covid-19 (média de 4,02)”, revela.

Portugal em ‘contramão’ no teste de contactos

Países europeus estão a impor análises a todas as pessoas com risco de infeção. DGS insiste no teste em casos pontuais. A Direção-Geral da Saúde (DGS) vai manter a norma contestada por peritos e pela Ordem dos Médicos que prevê o teste covid apenas a contactos de alto risco e em situações excecionais, mas vários países estão precisamente a impor o contrário. Isto é, o rastreio a todas as pessoas próximas de um caso positivo. O Centro de Controlo de Doenças (CDC) norte-americano emitiu uma recomendação para testar todos os contactos e EUA, Austrália, Dinamarca, Suécia, Irlanda, Bélgica, França e Espanha já estão a adotar a estratégia. Em França, por exemplo, as autoridades de saúde pedem que o rastreio de contactos seja o mais imediato possível, tendo dispensado a prescrição médica. A população pode fazer o teste de forma célere e com comparticipação pública. Na vizinha Espanha os protocolos foram reforçados para que a análise não estivesse limitada a quem apresentasse sintomas da infeção, como acontece em Portugal.

PANDEMIA: Países europeus reagem ao receio de uma segunda onda

Espanha, Alemanha, França e Bélgica com novas restrições. Casos estão a surgir sobretudo nos jovens. Há já três semanas que a epidemia em Portugal regista uma tendência decrescente, depois de um longo período de aumento de novos casos centrado na região de Lisboa. Mas essa diminuição contrasta agora com o que se vê acontecer na Europa e em vários outros países do mundo. Espanha e Alemanha debatem a possibilidade de estarem a enfrentar o início de uma segunda onda e há novas restrições em vigor na Bélgica, França e Reino Unido. O estado de emergência em Itália foi estendido até 15 de outubro e países como Índia, Brasil e Estados Unidos enfrentam as situações de maior descontrolo. É, no entanto, em Israel que está o maior alerta para a Europa: depois do sucesso em conter a epidemia em maio, o número de casos diários naquele país quadruplicou num mês e gerou um enorme pico de infeções.

CDS: “Chicão” chamou os ‘sábios’, mas nunca os reuniu

Líder do CDS disposto a convocar reuniões para agosto. Mas também só se juntou duas vezes com deputados do partido. Francisco Rodrigues dos Santos anunciou, em meados de junho, um grupo para o CDS preparar um “programa de emergência social” de resposta à crise provocada pela pandemia, mas o líder centrista ainda não sentiu urgência para se reunir presencialmente com os oito ‘sábios’ onde se incluem figuras de referência do CDS como Luís Nobre Guedes, António Pires de Lima ou António Lobo Xavier. Apesar de ser período de férias, o Expresso sabe que o presidente do partido tenciona contactar os elementos do chamado Grupo para a Recuperação Económica e Social de Portugal (GRESP) para pôr o plano em andamento e começar as reuniões ainda em agosto. O calendário é apertado, até porque o PSD apresentará o seu plano estratégico em setembro, mas, como ironiza um membro do GRESP, “o país não está em estado de emergência...”

Pedro Duarte rompe silêncio contra Rio: “A situação é demasiado grave”

Ex-mandatário de Marcelo arrasa líder e a estratégia. Abertura ao Chega “é erro perigoso”. Rui Rio foi reeleito em janeiro e, desde então, nem uma voz se levantou contra o líder. Mas agora, depois de uma aproximação ao Governo de Costa, depois de propor o fim dos debates quinzenais, e após ter aberto uma porta ao Chega — na condição de Ventura “moderar” as suas posições mais extremas —, um ex-dirigente que em tempos assumiu o desejo de se candidatar à liderança, rompe o silêncio sepulcral — e não deixa pedra sobre pedra sobre a situação do partido. Num texto publicado no Expresso (ver pág. 33), Pedro Duarte — ex-líder da JSD, ex-dirigente do partido, ex-mandatário de Marcelo na corrida a Belém — assume o risco: “Conheço a lengalenga da vitimização e os métodos de quem tentará transformar estes alertas num álibi para as suas debilidades.” Mas não poupa nas palavras: “A situação é demasiado grave para que fique calado.” E segue, numa espécie de manifesto anti-Rio, com críticas diretas à forma e conteúdo da liderança.

Covid-19: 75% dos portugueses quer ser vacinado e 70% confia que o antivírus será seguro

Estudo de quatro universidades europeias, entre as quais a NOVA SBE, conclui que os portugueses são quem mais vontade tem de ser vacinado contra a covid-19 e também quem mais confia nas decisões políticas de contenção da pandemia. Sequelas económicas no topo das preocupações. Investigadores da Nova School of Business and Economics (SBE), sedeada em Carcavelos, em conjunto com as equipas da Universidade de Hamburgo, da Rotterdam Erasmus University e da Bocconi University, realizaram um estudo de larga escala para saberem como lida a população europeia com a ameaça do vírus e até que ponto confiam e seguem os europeus as decisões políticas em torno da pandemia. As conclusões da segunda vaga da pesquisa que envolveu sete países – Alemanha, Dinamarca, França, Holanda, Itália, Portugal e Reino Unido – revelam que 75% dos portugueses tencionam ser vacinados contra a covid-19 quando a vacina ficar disponível e 70% estão completamente confiantes de que a vacina será segura. Entre a primeira vaga de inquéritos efetuada em abril e esta segunda vaga, os portugueses mantêm-se como os europeus que maior vontade demonstram de serem vacinados, sendo a faixa etária dos 55 aos 64 anos a que manifesta maior disposição para se submeter à vacina contra a covid-19 (+6 pontos percentuais).

COVID-19: SEGUNDA VAGA PODE LEVAR TAXA DE DESEMPREGO EM PORTUGAL PARA OS 17,6%

A consultora EY estima que, caso haja uma segunda vaga da pandemia de covid-19 em Portugal, a taxa de desemprego no país possa atingir os 17,6% no final do ano, segundo um estudo hoje divulgado. De acordo com a quarta edição do "Caderno de Notas" da EY, dedicado à "Crise Económica da covid-19", e que conta com a supervisão e direção científica do antigo ministro da Economia Augusto Mateus, no caso de uma segunda vaga o desemprego poderá atingir os 17,6% no final do ano, depois da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento estimar 14,6% no primeiro trimestre, "antecipando-se que termine o ano em 11,1%". "Contudo, o surgimento de uma segunda vaga da covid-19 no penúltimo trimestre de 2020 poderá empurrar a taxa de desemprego no país para 17,6%", alerta a EY, referindo que "o impacto será especialmente forte nas economias mais baseadas no emprego temporário e por conta própria".

Recandidaturas

fonte: Jornal de Notícias

Impostos em prestações

fonte: Jornal de Negócios

E a eficácia?

fonte: Público

Extremismo na internet

fonte: Público

Novos empregos?

fonte: Correio da Manhã

Atividade económica recupera nas grandes economias. Portugal estagnou em julho

Os Indicadores Compósitos Avançados da OCDE continuaram a recuperar em julho dos mínimos da crise da covid-19 na maioria das economias, mas mantêm-se abaixo da média de longo prazo e dos níveis verificados antes do início da pandemia. Assim, o Indicador Compósito Avançado do conjunto da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) subiu para 97,98 pontos, mais 0,98 pontos que em junho, enquanto o da zona euro avançou para 97,29, mais 0,64 pontos. Em relação ao indicador para Portugal, a OCDE indica que este subiu para 95,02 pontos em julho, mais 0,04 pontos que no mês anterior. Depois do forte crescimento em junho, a subida dos indicadores, que antecipam inflexões dos ciclos económicos e cuja média de longo prazo é 100 pontos, desacelerou na maioria das economias em julho, refere a OCDE, sublinhando que para a China, os sinais de recuperação registados em junho reverteram-se em julho.

Covid-19: Afinal, tempo médio de incubação do vírus pode ser superior a cinco dias, indica novo estudo

O período médio de incubação da covid-19 (tempo após o qual uma pessoa infectada começa a apresentar sintomas) pode chegar a 8 dias – período mais longo do que as estimativas anteriores de 4 a 5 dias. A conclusão sai de um novo estudo publicado, na sexta-feira, na revista científica Science Advances. O método do novo estudo é fundamentado numa base de dados pública de datas de infecção. Os cientistas identificaram indivíduos pré-sintomáticos e monitorizaram-nos até à manifestação dos primeiros sinais de Covid-19, lê-se no resumo da publicação. Ao utilizarem uma nova abordagem, os investigadores calcularam que o período médio de incubação era de 7,75 dias. Além disso, 10% dos doentes chegaram a apresentar um período de incubação de cerca de 14,28 dias. Segundo os autores do estudo, os resultados devem preocupar as autoridades sanitárias, já que neste momento é esse o tempo recomendado de quarentena. De acordo com a equipa de investigação, as estimativas anteriores de 4 a 5 dias basearam-se em “pequenas amostras”, “dados limitados” e “auto-relatos que poderiam ser enviesados pela memória ou julgamento do paciente ou entrevistador” (Executive Digest, texto da jornalista Mara Tribuna)

Em queda

fonte: Jornal de Negócios

É tempo de fazer balanços. Que setores saem mais mais beneficiados com pandemia da Covid-19?

Nesta fase, á beira dos seis meses de combate ao ‘vírus fantasma’, parece já certo que a pandemia da Covid-19 trouxe alterações sociais e económicas que deverão perdurar no tempo. Estas alterações passam pela redução da necessidade de espaço de escritórios; redução da densidade populacional nas grandes cidades; a procura de alternativas à gestão just-in-time das cadeias de produção; a descentralização das cadeias de produção globais num esforço de redução dos riscos de disrupção; um aumento da intervenção do estado na economia; o reconhecimento do valor acrescentado, criado pelas empresas de biotecnologia e farmacêuticas, para a sociedade. E para beneficiar destas mudanças, “serão necessários avultados investimentos que exigirão empresas com larga escala, o que poderá vir a exigir maior consolidação dentro dos setores e/ou a criação de parcerias público/privadas. As transformações ocorridas não trarão reflexos idênticos para a maioria dos setores, prejudicando severamente alguns, mas trazendo sérios benefícios para outros”, destacam os analistas da Syxty Degrees.

Covid-19: É «quase inevitável» que a segunda vaga chegue a Portugal em Setembro

São vários os países que depois da epidemia ter parecido estagnar e dar tréguas, voltaram a registar um aumento no número de infecções e mortes devido à Covid-19, que sugerem o começo de uma segunda vaga da doença. É o caso de Espanha, Austrália, França Holanda e parece que Portugal não vai escapar à tendência, avança o ‘Observador’. Contudo, a questão da segunda vaga é relativa e depende muito de cada profissional. Se para uns ainda estamos no final da primeira vaga, outros dizem que já chegou a segunda e outros dizem ainda que o conceito nem existe. Para Pasi Penttinen, especialista em imunização do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês, «estamos no meio da primeira onda na Europa e globalmente. Só vimos declínios [no número de casos] na Europa, por causa das medidas de distanciamento físico», disse citado pelo ‘Observador’.

Principais empresas de media perdem €50 milhões em receitas. Media Capital é a mais afetada

Pandemia castiga empresas da comunicação social. Media Capital e Cofina resvalaram para prejuízos, mas ainda nem fecharam oficialmente as contas semestrais. Impresa, dona da SIC e do Expresso, ficou no verde, mas com lucros magros de 178 mil euros. A Media Capital e a Cofina obtiveram prejuízos no primeiro semestre deste ano, o que se deveu sobretudo pelo abalo económico provocado pela covid-19. Os números ainda não são finais, até porque as duas empresas não concluíram o processo de fecho de contas. Ainda assim, divulgaram ao mercado o impacto da covid. E, aí, percebe-se que as receitas verificaram uma forte descida. Juntando os seus desempenhos com os da Impresa (as três empresas do sector cotadas na Bolsa de Lisboa), que conseguiu lucros, verificou-se uma perda de 50 milhões de euros em receitas nos primeiros seis meses do ano.
PERDA DE LIDERANÇA PESA NA PUBLICIDADE DA TVI
Sozinha, a Media Capital perdeu mais de 30 milhões de receitas entre janeiro e junho. Foram menos 36%, fechando o semestre com rendimentos de 55 milhões. A maior pressão foi no campo da publicidade, já que a TVI deixou de ser líder das audiências televisivas do horário nobre no final do primeiro semestre do ano passado. “Em resultado do efeito conjugado da pandemia e da redução de quota de audiência do principal canal televisivo (TVI – canal generalista) face ao período homólogo, os rendimentos operacionais do grupo foram negativamente afetados, nomeadamente ao nível da publicidade”, explica o comunicado enviado este domingo à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Agência de saúde da UE alerta para “risco de uma nova escalada da covid-19” em todo o continente

A agência de saúde da União Europeia (UE) apelou aos Estados-membros que registam um aumento de casos para que restabeleçam as medidas de controlo, alertando para um “verdadeiro ressurgimento” de infecções em vários países. Numa “avaliação rápida dos riscos” publicada esta segunda-feira, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC na sigla em inglês) alertou para um “risco de uma nova escalada da covid-19” em todo o continente e apelou a novos confinamentos. “Enquanto muitos países estão agora a testar casos ligeiros e assintomáticos – o que resultou num aumento de relatos de casos -, há um verdadeiro ressurgimento de casos em vários países, como resultado de um alívio das medidas de distanciamento físico”, afirmou o ECDC. A agência sediada em Estocolmo referiu também que a pandemia continua a “representar uma grande ameaça à saúde pública” e que desde o abrandamento das restrições, à circulação e outras medidas, a propagação do vírus recomeçou.

Covid-19: Cinco queixas na Provedoria de Justiça sobre uso obrigatório de máscara na Madeira

A Provedoria de Justiça recebeu até hoje cinco queixas sobre a obrigatoriedade do uso de máscara em espaços públicos na Madeira, não tendo até agora sido emitida qualquer recomendação sobre a matéria, disse à Lusa fonte daquela entidade. Questionada pela Lusa sobre se já deram entrada queixas na Provedoria de Justiça sobre a obrigatoriedade do uso de máscaras em espaços público na Região Autónoma da Madeira, em vigor desde 01 de agosto, fonte do gabinete da provedora disse que até hoje já foram apresentadas cinco queixas, “que estão ainda a ser objeto de análise”. Segundo a mesma fonte, até agora, a Provedoria de Justiça ainda não emitiu qualquer recomendação sobre a decisão do Governo Regional da Madeira O uso obrigatório de máscara em todos os espaços públicos na Madeira entrou em vigor às 00:00 horas do dia 01 de agosto, coincidindo com o início da prorrogação da situação de calamidade no arquipélago, até 31 de agosto.

Saiba como os Açores e a Madeira têm controlado a pandemia do novo coronavíruscovi

As regiões autónomas têm fechado protocolos com laboratórios em território nacional para a realização de testes gratuitos ao covid-19, e processados mais testes ao coronavírus, nos seus laboratórios, desde a reabertura dos aeroportos. Açores leva vantagem face à Madeira tanto nos protocolos, com entidades nacionais, como na capacidade de testagem, até final de julho.  A reabertura das infraestruturas aeroportuárias desde 1 de julho e a consequente entrada de mais pessoas através do Aeroportos da Madeira e dos Açores colocou novos desafios no que diz respeito ao controlo da pandemia do coronavírus covid-19. A testagem ao vírus passou a ser um dos temas de maior relevo para a deteção da doença. As regiões autónomas recorreram a medidas idênticas, embora com aplicações distintas, no que diz respeito aos passageiros vindos do território continental. Os Açores têm uma estratégia mais alargada de testagem a passageiros que decidam viajar para a região relativamente à Madeira. O executivo açoriano tinha, até final de julho, convenções com 34 entidades, 204 postos de colheita, situados em 123 concelhos, para realização de testes gratuitos ao covid-19 em território nacional.

Covid-19: OMS diz que faltam pelo menos 90 mil milhões de dólares para mecanismo de vacinas

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que os próximos três meses serão cruciais para acelerar a investigação de vacinas para a covid-19, alertando que faltam pelo menos 90 mil milhões de dólares do investimento total necessário. Numa conferência de imprensa na sede daquela agência da ONU, Tedros Ghebreyesus afirmou que há “uma grande distância” entre o que a OMS estabeleceu como meta para o programa de aceleração de produção de vacinas e a quantidade de dinheiro que está alocada. “Embora estejamos gratos àqueles [países] que contribuíram, só temos 10 por cento dos [mais de 100] mil milhões de dólares que serão necessários” apenas para desenvolver e garantir a distribuição equitativa pelo mundo de vacinas que venham a ser criadas, afirmou o diretor geral da OMS. “Parece e é muito dinheiro” mas mesmo assim “é pouco em comparação com os 10 biliões de dólares que os países do G20 já investiram em estímulos fiscais para lidar com as consequências da pandemia”.

Situação na Madeira (10 de Agosto de 2020)


domingo, agosto 09, 2020

Desemprego: a caminho dos dois dígitos onde Espanha e Letónia já chegaram

Ainda que a maior parte dos países não contabilize situações de layoff como desemprego e de muitos trabalhadores em situação disponível não contarem para esta estatística, por serem considerados inativos, quase todos os membros da UE registaram, em junho, uma taxa de desemprego superior ao verificado no período homólogo de 2019, As excepções foram França, Itália e Polónia (Jornal Económico, infografia de Mário Malhão)

Afinal, quanto ganha o vencedor da Liga dos Campeões?

Em plena contagem decrescente para o regresso da Liga dos Campeões, o vencedor ainda está longe de ser conhecido, mas o mesmo não se poderá dizer dos milhões que cada equipa poderá arrecadar nesta fase final. De acordo com a atualização dos prémios levada a cabo pela UEFA, para o triénio 2018-2021, o vencedor da Champions terá direito a um prémio chorudo de 19 milhões de euros. Já o finalista derrotado arrecada 15 milhões. Os clubes que se apuraram para a fase a eliminar podem contar receber as seguintes quantias:
• Qualificação para os oitavos-de-final: 9,5 milhões de euros por clube
• Qualificação para os quartos-de-final: 10,5 milhões de euros por clube
• Qualificação para as meias-finais: 12 milhões de euros por clube
• Qualificação para a final: 15 milhões de euros por clube
• O vencedor da Champions receberá uma quantia adicional de 4 milhões de euros, o que perfaz os tais 19 milhões.
Pelo acesso à fase de grupos, cada clube recebeu 15,25 milhões, ao passo que cada vitória valia 2,7 milhões e cada empate 900 mil euros (apenas na fase de grupos). Vencer os seis jogos dá direito a 16,2 milhões de euros, o que é mais um 'jackpot' e que significará, obviamente, somar mais 9,5 milhões pelo apuramento para os oitavos de final. Não esquecer, ainda, a inclusão do prémio por ranking UEFA dos últimos 10 anos, com base nos títulos de campeão europeu conquistados no passado e no histórico de resultados dos clubes na competição. São distribuídas parcelas de 1,108 milhões de euros de forma crescente aos 32 participantes na fase de grupos: esse é o valor que ganha o pior classificado do ranking, ao passo que o clube acima ganha o dobro, o seguinte o triplo e assim sucessivamente até ao mais bem classificado (Real Madrid), que recebe 35,4 milhões de euros só em prémio ranking - para além do prémio de entrada.

5 sinais de alarme no mercado de trabalho (apesar do desemprego de 5,6%)

Milhares de trabalhadores em lay-off, redução das horas trabalhadas e do emprego e aumento da inatividade e da subutilização do trabalho fazem soar as campainhas de alarme, Se olharmos apenas para a taxa de desemprego, o mercado de trabalho nacional parece estar a passar imune à crise provocada pela pandemia de covid-19. No segundo trimestre, recuou para 5,6%, o valor mais baixo dos últimos 18 anos. São boas notícias, certo? Não é bem assim. Com o confinamento a parar grande parte do país, a taxa de desemprego não tem traduzido a evolução do mercado de trabalho. Tudo porque muitas pessoas sem emprego não procuraram ativamente um novo posto de trabalho, sendo classificadas como inativas e não como desempregadas. É preciso, por isso, olhar para outros indicadores. E os números divulgados esta semana pelo Instituto Nacional de Estatística fazem soar os alarmes. O Expresso mostra-lhe cinco razões para estar preocupado.
1. HORAS TRABALHADAS SOFREM A MAIOR QUEDA DESDE 2011
O volume de horas semanais efetivamente trabalhadas em Portugal caiu em força no segundo trimestre, encolhendo 26,1% em termos homólogos, isto é, em relação ao segundo trimestre de 2019, e 22,7% em relação aos primeiros três meses do ano. O INE destaca que são as maiores quebras observadas no país desde 2011, ano em que se inicia a atual série de dados do inquérito ao emprego. Para dar ideia da dimensão destas quebras, basta notar que a anterior queda homóloga mais expressiva tinha acontecido no primeiro trimestre de 2013, com a troika em Portugal, com 9,9%. Agora foi quase três vezes mais elevada.

Precários, os primeiros sacrificados da crise

Redução do emprego no segundo trimestre foi ditada pelos trabalhadores com contratos a termo e de prestação de serviços. A pandemia trocou as voltas à sazonalidade e, ao contrário do que é habitual, o emprego em Portugal não só não aumentou como até diminuiu no segundo trimestre deste ano. E os trabalhadores com contratos precários foram os primeiros sacrificados no embate da crise. Os números do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que a população empregada total diminuiu em 134,7 mil pessoas do primeiro para o segundo trimestre do ano. Nos trabalhadores por conta de outrem, em concreto, a redução foi de 116 mil pes­soas. Uma queda determinada pelos contratos precários. O número de trabalhadores com contratos a termo (sobretudo contratos a prazo) encolheu em 64,1 mil pessoas (menos 10%). Já a redução nos trabalhadores com outro tipo de contrato (como contratos de prestação de serviços) foi de 38,8 mil pessoas (menos 29,7%).

Política: Direita obrigada a repensar alianças

Rui Rio abriu a discussão no PSD sobre a política de alianças e já há quem defenda abertamente entendimentos com o Chega. CDS aproveita para se distanciar de André Ventura. O aparecimento e o crescimento de fenómenos como o Chega ou a Iniciativa Liberal estão a baralhar as contas à direita. Até agora, o PSD, quando vencia eleições mas não tinha maioria absoluta, governava em coligação com o CDS (foi assim na AD de Sá Carneiro, Freitas do Amaral, Amaro da Costa e Ribeiro Telles; também na de Durão Barroso e Paulo Portas, que se prolongou por mais uns meses com Santana Lopes na liderança do partido e do Governo; e finalmente com a coligação fechada entre Passos Coelho e Portas). Mas a fragilidade dos centristas e o crescimento de novas forças políticas obriga a direita a repensar a política de alianças. Foi com estes dados em cima da mesa que Rui Rio, nas últimas semanas, resolveu não fechar a porta a um entendimento com o Chega "mais moderado". Que foi o suficiente para abrir uma discussão interna, e não só, sobre se a direita deve integrar um partido como o Chega numa coligação de Governo.

Banca: 400 mil moratórias somam 40 mil milhões

Nos primeiros seis meses do ano, os principais bancos a operar em Portugal concederam mais de 400 mil moratórias, apesar de terem visto os seus resultados caírem nesse período. A queda dos lucros dos maiores bancos nacionais a operar no mercado nacional - juntos, a Caixa Geral de Depósitos, o Santander Totta, o BCP e o BPI lucraram 540,5 milhões nos primeiros seis meses do ano, ainda assim, uma queda face a igual período do ano passado e só com o Novo Banco a contrariar a tendência ao apresentar prejuízos de 555,3 milhões - foi acompanhada por um aumento dos pedidos de moratórias.  Só o BCP que apresentou uma queda de lucros de 55,3% nos primeiros seis meses do ano para os 76 milhões de euros aprovou até junho mais de 120 mil moratórias, atingindo créditos no valor de quase nove mil milhões de euros. Na apresentação de resultados, a instituição financeira liderada por Miguel Maya revelou que foram constituídas imparidades para riscos de crédito associados à pandemia covid-19 no valor de 87,9 milhões de euros.  Logo a seguir no ranking surge o Santander Totta. Depois de ter apresentado lucros de 172,9 milhões de euros nos primeiros seis meses do ano, um decréscimo homólogo de 37,3% face a igual período do ano passado, contava 88 mil clientes (famílias e empresas) com moratórias no pagamento dos empréstimos, abrangendo créditos correspondentes a 22% da carteira de crédito total. Estas moratórias correspondem a um montante superior a 8,9 mil milhões de euros de crédito, segundo a instituição liderada por Castro e Almeida.

Covid-19: Paris impõe uso de máscaras no exterior em mais de uma centena de ruas a partir de segunda-feira

Uso de máscaras passa a ser obrigatório para maiores de 11 anos em áreas de maior movimento turístico da região de Paris. Medida de contenção sanitária foi determinada devido a nova circulação ativa da covid-19. Após 15 dias de tolerância, prevaricadores serão punidos com multas de € 135. Ouso de máscara no exterior vai passar a ser obrigatório em algumas áreas movimentadas da cidade de Paris a partir de segunda-feira, anunciaram este sábado, as autoridades locais. “Todos os indicadores mostram que o vírus voltou a circular de forma ativa na região” parisiense, escreveram em comunicado. O uso de máscara vai ser obrigatório para maiores de 11 anos a partir de segunda-feira, às 8h locais (7h em Lisboa). Na capital, as áreas em causa são, particularmente, o cais do rio Sena e mais de uma centena de ruas em quase todos os bairros.“Trata-se de zonas turísticas, feiras ao ar livre ou ruas muito comerciais, como o cais do Sena, o canal Saint-Martin” e também “Butte Montmartre, [zona] muito turística]”, explicou à agência France-Presse Nicolas Nordman, o vereador de segurança da Câmara Municipal de Paris.

Cofinanciamento chega a 100% no instrumento de recuperação

Primeiro esboço do Plano de Recuperação e Resiliência, coordenado por Nelson de Souza, será apresentado numa das próximas reuniões do Conselho de Ministros. O ministro do Planeamento, Nelson de Souza, já está a trabalhar com os outros membros do Governo para abrir, o mais depressa possível, o cofre dos €13 mil milhões de subsídios europeus do novo instrumento de recuperação e resiliência. A chave para abrir o cofre chama-se Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), um documento a submeter à Comissão Europeia com as medidas e projetos de investimento em que o Governo pretende aplicar as verbas entre 2021 e 2026. Nelson de Souza é quem vai coordenar a elaboração do PRR. O Expresso sabe que ao longo dos últimos dias têm decorrido reuniões com os diversos ministérios. O objetivo é recolher propostas setoriais que irão integrar um primeiro esboço do PRR a apresentar numa das próximas reuniões do Conselho de Ministros. A este primeiro esboço o ministro deverá juntar os contributos do plano do consultor António Costa Silva, após a conclusão do processo de consulta pública, que decorre até final do mês de agosto. O objetivo é iniciar já em setembro o processo de auscultação dos diversos parceiros e apresentar a base do PRR em meados de outubro.

Jamaica, Tailândia, Croácia e Portugal são os mais penalizados pela queda do turismo

Foi na Jamaica que a quebra do turismo teve maior impacto na economia. Em Portugal, o impacto da pandemia no turismo vai custar 6% ao PIB este ano. A pandemia de coronavírus provocou quebras históricas no turismo em todo o mundo, mas houve países mais afetados do que outros. A Jamaica lidera a lista, com as previsões a apontarem para que a quebra do turismo roube 11 pontos percentuais à economia este ano. Portugal surge um pouco abaixo, com uma perda de 11,7 mil milhões de euros no Produto Interno Bruto (PIB) nacional, ou seja, se as previsões se confirmarem só a quebra do turismo vai custar 6% do PIB este ano, conclui um estudo da consultora EY. As fronteiras da Jamaica fecharam-se aos turistas logo em março e reabriram a meio de junho. Com a vinda de mais de 35.000 pessoas, a maioria dos Estados Unidos, o número de casos de infeção disparou, mas as fronteiras continuaram abertas porque, sem turistas, o país perderia o equivalente a cerca de três milhões de dólares (2,5 milhões de euros) por dia em receitas, que contribuem em mais de 20% para o PIB da Jamaica, lê-se no New Yorker (conteúdo em inglês).

Países onde a quebra do turismo mais teve impacto na contração do PIB. | Fonte: A crise económica da COVID-19, EY.

Nota: um (PSD) estranho enigma

Que raio que enigma é este? O PSD do Rio insiste em portar-se mal, no tem discurso motivador e diferenciador, não tem um rumo político inequívoco, é uma bengalinha do PS e de Costa, não tem liderança forte e passível de fazer a diferença, Rio derrete-se todo embevecido com os "elogios" de quem nunca vota nele ou no PSD, e que só o fazem porque ele faz fretes ao PS e a Costa e adopta um discurso manso e vazio. Rio, em consequência desta mediocridade generalizada, provoca a fuga dos seus simpatizantes e eleitores para o Chega (e não só) e depois insinua-se porque acha que quer fazer "marmelada" num qualquer banco de jardim escuso de Lisboa em busca de entendimento com o partido do benfiquista Ventura? Que raio de gentinha consente e concorda com esta tristeza? A politica, decididamente, está pôdre e perdeu valores. A ideologia, que faz a diferença, foi atirada ao caixote do lixo e neste circo até não faltam os contorcionistas que facilmente mudam de discurso, comparativamente ao passado, julgando que também já não existe memória colectiva (LFM)

Nota: (PSD) intolerável

Acho intolerável, inconcebível, vergonhoso que um PSD que em 2019 vcalia 1,5 milhões de votos e 27,8% - dos piores resultados de sempre -ande a levar ao colo um potencial, "adoptado" que valia em 2019 cerca de 68 mil votos e 1,3%. A única relação do líder do Chgea com o PSD decorre do facto de ter sido Passos Coelho, ainda líder do PSD, a descobrir Ventura para candidato autárquico em Loures numa coligação que começou por ser PSD-CDS-PPM mas que acabou apenas PSD-PPM porque o CDS se afastou devido a declarações de Ventura sobre a comunidade cigana de Loures. Salvo se o PSD de Rio, que critica muito a comunicação social, vive afinal em função de sondagens. Isto independentemente de eu reconhecer que devido ao agravamento da situação social e econónmica em Portugal - longe do "paraíso" da geringonça e de Costa - e de patetices da esquerda que insiste num discurso político de mer*** o Chega e Ventura estarem paulatibnmente a crecer. Veremos o que vai suceder nos Açores em Outubro e com as presidenciais em Janeiro para percebermos qual a dimensão do "monstro" que os partidos mais tradicionais estão a criar graças a uma ridícula perseguição parlamentar que lhe movem. De resto, já nada me espanta, sobretudo quando vejo os amigalhaços e parceiros espanhóis do PSD - o PP - também numa onda de dependência, levcando ao colo o extremista VOX que eles próprios ajudaram a criar com a sua incompetência e vazio político deprimente. Recordo qiue nas regionais de 2019 o Chega obteve na Madeira 619 votos, 0,4%. Que passaram para 911 votos e 0,7% nas legislativas nacionais, um mês depois (LFM)

Situação na Madeira (09 de Agosto de 2020)

fonte: IASAUDE

O que será que ele sabe?

fonte: Público

A bomba

fonte: Público

Ainda bem

fonte: Correio da Manhã

Deputados faltosos

fonte: Jornal de Notícias

sexta-feira, agosto 07, 2020

A Madeira e a máscara

fonte: Público
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Situação na Madeira (5 e 6 de Agosto de 2020)


fonte: IASAUDE

Pandemia volta a crescer na Europa


Os pequenos partidos portugueses

fonte: Público

Sócrates, o ausente sempre presente...

fonte: Sábado

As ilhas e as quarentenas

fonte: Jornal de Notícias

Os jovens e a pandemia

fonte: Jornal de Notícias

75 anos hiroshima


Os Açores e a quarentena

fonte: Público

Covid-19: Vários países europeus voltam a atingir números preocupantes


Europa começa a preparar regresso à normalidade...


quinta-feira, agosto 06, 2020

Governo dos Açores violou Constituição ao impor quarentena obrigatória, diz Tribunal Constitucional

As autoridades açorianas violaram a constituição ao impor a quem chegasse à região uma quarentena obrigatória de 14 dias por causa da pandemia de covid-19, decidiu o Tribunal Constitucional (TC). Governo dos Açores violou Constituição ao impor quarentena obrigatória, diz Tribunal Constitucional A decisão, que foi noticiada pelo jornal Público e pode ser consultada na página do TC, surge na sequência de um recurso interposto pelo Ministério Público (MP) a uma decisão tomada pelo Tribunal Judicial de Ponta Delgada de libertar um homem que se queixou da quarentena de 14 dias imposta pelo governo açoriano. Depois da decisão do tribunal de primeira instância, o MP recorreu para o TC, mas os juízes do Palácio Raton consideram, na decisão datada de 31 de julho, que “todas as normas disciplinadoras de um direito liberdade ou garantia carecem de uma autorização prévia da Assembleia da República”, exigência que “ganha particular relevância quando estão em causa compressões ou condicionamentos a um direito”.

Reportagem Visão: de milhões a “tostões” ou como o património do BES foi vendido ao desbarato

Os ativos do Grupo Espírito Santo foram vendidos pelo Novo Banco e pela Rioforte como se nada valessem. Fundos abutres pagaram ninharias por hotéis, seguradoras e imóveis. Lucraram milhões, em negócios da China que prejudicaram acionistas e lesados do BES, enquanto o Novo Banco continua a sorver dinheiro público. Tinham passado cinco meses da queda do Banco Espírito Santo (BES), quando a seguradora Tranquilidade foi vendida ao grupo norte-americano Apollo por 44 milhões de euros, em janeiro de 2015. Um ano depois, em 2016, dois hotéis Tivoli no Brasil e 12 hotéis do mesmo grupo em Portugal, incluindo o Tivoli Avenida, foram vendidos ao grupo Minor por 194 milhões de euros. Se a história terminasse aqui, o mais provável é que se fizesse as contas e se pensasse que nem os hotéis nem a seguradora, que faziam parte do império Espírito Santo, valiam grande coisa.
Mas façamos outro exercício e andemos com o calendário para trás e para a frente. A mesma Tranquilidade que foi vendida pelo Novo Banco por 44 milhões de euros, em 2015, fora avaliada em 2014 pelo valor de 700 milhões de euros, no âmbito de uma análise encomendada pelo Banco de Portugal aos principais grupos económicos devedores à banca.
Segundo palavras do próprio supervisor bancário, essa avaliação – conhecida como ETRICC 2, e que começou por ser pedida em setembro de 2013 – foi desenvolvida “com base numa metodologia particularmente exigente” que questionou “em profundidade os planos de negócio” desses grupos económicos, “de modo a confirmar que os mesmos assentavam em pressupostos robustos”. Entre um momento e outro, esfumaram-se 656 milhões de euros da Tranquilidade, numa série de operações desastrosas que já iremos detalhar.
Andemos, para já, um pouco para a frente. Ainda se lembra que a Tranquilidade foi vendida à Apollo por €44 milhões? Pois bem: se valia tão pouco, como se explica que o grupo norte-americano tenha encaixado, logo de seguida, cerca de três vezes mais só com a venda de 86 imóveis desta companhia de seguros?

Las claves de la obligatoriedad del uso de la mascarilla en Canarias

El Consejo de Gobierno aprobó, en su sesión extraordinaria, la actualización de determinadas medidas de prevención establecidas mediante Acuerdo del Gobierno de 19 de junio de 2020, para hacer frente a la crisis sanitaria ocasionada por el COVID-19, una vez superada la Fase III del Plan para la transición hacia una nueva normalidad. Con respecto al uso de la mascarilla se ha acordado que todas las personas de seis años en adelante quedan obligadas al uso de mascarilla en los siguientes supuestos:
- En la vía pública y en espacios al aire libre, siempre que no resulte posible garantizar el mantenimiento de una distancia de seguridad interpersonal de, al menos, 1,5 metros.
- En cualquier espacio cerrado de uso público o que se encuentre abierto al público con independencia del mantenimiento de la distancia de seguridad interpersonal de, al menos, 1,5 metros.
- Los titulares de establecimientos, espacios y locales deberán garantizar el cumplimiento de estas obligaciones en ellos y establecer mediante señalética la distancia de seguridad recomendada en sus establecimientos.

Canarias perderá este año el 66% de los turistas y 10.000 millones de euros

Las previsiones no pueden ser más negras. El cerrojazo al turismo obligado por la pandemia supondrá para el Archipiélago una caída a final de año del 66% de turistas y de facturación. El sector perderá casi 10.000 millones de euros -van 4.800 millones en el primer semestre-; y el descenso del PIB de las Islas será del 23%. Para minimizar el impacto en una economía turismodependiente como Canarias, el Gobierno regional trata de incentivar a las aerolíneas a fin de que "recuperen el programa de vuelos que tenían con Canarias" antes del estado de alerta, "y que incluía conexión con 153 destinos de 27 países", subrayó ayer la consejera Yaiza Castilla tras una reunión con la Comisión de Turismo de la Cámara de Comercio de Gran Canaria en la que confirmó que su consejería ha confirmado ya con las compañías aéreas la recuperación del 54% de la conectividad aérea en agosto. Si bien las perspectivas de agosto en conectividad son de un 52% en relación al pasado año - en 2019 las plazas aéreas fueron 1,5 millones, de las que se han recuperado 746.000- , la consejera prevé un leve aumento al final de mes con la incorporación para entonces de los turoperadores Jet2 y TUI, en la actualidad pendiente de negociaciones bilaletales Madrid-Londres después de que el Reino Unido impusiera la pasada semana una cuarentena para los viajeros llegados desde España.

Vaticinan una crisis económica sin precedentes en Canarias

El presidente de la Cámara de Comercio de Santa Cruz de Tenerife, Santiago Sesé, ha considerado vital que se prolonguen y se flexibilicen los ERTE en tanto en cuanto se mantenga la actual crisis sanitaria, ya que sin esta medida «Canarias puede entrar en una crisis social sin precedentes». A raíz de los últimos datos del paro, Santiago Sesé considera que en estos momentos es obligado ejecutar el 100% de la inversión pública y privada prevista, buscando mecanismos extraordinarios que conlleven agilización administrativa, además de los refuerzos humanos y económicos que sean necesarios para activar y ejecutar todos los proyectos que están pendientes. Sesé también quiso destacar la importancia de que se firme y se active el Plan Canario de Empleo Canario, dado que «se trata de un instrumento con el que promover políticas activas de empleo, además de favorecer la recualificación de muchos de las personas que en estos momentos están desempleadas y que con formación pueden mejorar sus capacidades y con ello su empleabilidad cuando surjan nuevas oportunidades de empleo« (Canárias7)

quarta-feira, agosto 05, 2020

Canarias contrata un seguro para cubrir los gastos de los turistas en caso de COVID-19

Para la consejera de Turismo, se trata de "un atractivo más del destino, que ya destaca por su seguridad sanitaria, ante aquellas personas que en estos momentos están decidiendo dónde pasar sus vacaciones". El Gobierno de Canarias ha suscrito una póliza de seguros por la que se convierte en la primera comunidad española que garantiza a los turistas que tendrán cubiertos todos los gastos derivados de una incidencia por coronavirus: repatriación, gastos médicos y estancia en cuarentena. La póliza cubre tanto a turistas españoles (incluidos los insulares) como extranjeros, con la condición de que el viajero no supiera con anterioridad a desplazarse que había contraído la COVID-19, precisa la Consejería de Turismo en un comunicado. El acuerdo ha sido suscrito por la consejera del área, Yaiza Castilla, en nombre de la empresa pública Promotur Turismo de Islas Canarias, y AXA Seguros, representada en el acto por la directora de Zona Canarias, Auxiliadora Expósito.

População disponível que não procurou trabalho regista aumento superior a 85%

Dados do INE revelam uma descida no desemprego para os 5,6%, mas também na população ativa e na empregada. O desemprego em Portugal desceu para os 5,6% no segundo trimestre do ano, revelam os dados divulgados esta quarta-feira. Esta descida corresponde a menos 69,7 mil desempregados em relação ao trimestre anterior e menos 50,1 mil do que no mesmo período de 2019. O número total de desempregados no país é agora de 278,4 mil pessoas. Já a população inativa aumentou 5,7% e 7,5%, comparando com o trimestre anterior e com o mesmo período de 2019, respetivamente, subidas estas mais elevadas do que alguma vez registadas desde o início da série, em 2011. Estes aumentos são explicados, em grande parte, pelo aumento da população inativa que, apesar de estar disponível, não procurou trabalho, que contabilizam 312,1 mil pessoas. Isto significa aumentos de 87,6% e 85,6% quando comparando, respetivamente, com o trimestre anterior e o período homólogo.

Resposta à Covid-19 nos Açores: Quadro legal precisa de ser revisto


Mais de 40 por cento das empresas de restauração admitem encerrar

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43% dos restaurantes pondera avançar para insolvência, diz AHRESP

Cerca de 75% das empresas de bebidas e restauração inquiridas registaram "perdas acima dos 40%" na faturação, durante o mês de julho, salienta a AHRESP. Cerca de 43% das empresas de restauração e bebidas e de 17% do alojamento turístico ponderam avançar para insolvência, informa o mais recente inquérito mensal da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), divulgado na terça-feira. “No setor da restauração e bebidas, 43% das empresas ponderam avançar para insolvência dado que a esmagadora maioria refere que não irá conseguir suportar os encargos habituais, como pessoal, rendas, energia, fornecedores e outros, a partir do mês de agosto”, lê-se no comunicado emitido pela entidade. No inquérito mensal anterior, publicado pela AHRESP no início de julho, o número de empresas do ramo que tencionava avançar para insolvência era de 38%. A AHRESP realçou que ainda 75% das empresas de bebidas e restauração inquiridas registaram “perdas acima dos 40%” na faturação, durante o mês de julho. Mais de 16% das empresas do ramo não pagou os salários de julho e 14% delas “só pagou parcialmente”, refere ainda o comunicado.

Baleares: Frente común contra la nueva amenaza de un recorte en el descuento aéreo

La patronal CAEB advirtió ayer de que "aplicar el recorte" al descuento de residente para transporte aéreo "dejará en la cuneta a los ciudadanos y empresas de Balears", a pesar de que "también financian con sus impuestos infraestructuras que facilitan la movilidad peninsular". La presidenta de CAEB, Carmen Planas, expresó su "más enérgica oposición" a la propuesta de la Autoridad Independiente de Responsabilidad Fiscal (AIReF) sobre una posible alteración del sistema de subvenciones. Planas afirmó que el descuento del 75% es "irrenunciable". "El Gobierno de España cometerá un imperdonable agravio comparativo que perjudicará a los ciudadanos y empresas de Balears frente a los del resto de comunidades peninsulares", avisó. CAEB también consideró "absurdo" condicionar el descuento del 75% a la renta de los ciudadanos "porque esta media no se observa ni en las carreteras, ni en las autopistas, ni en las conexiones ferroviarias y aeroportuarias en la península".

Miguel Albuquerque acusa Tribunal Constitucional de centralista


Educação: Estudo releva que nível de escolaridade e rendimento dos pais


Las Baleares se han quedado sin nueve de cada diez turistas

El archipiélago recibe entre enero y junio a 433.852 visitantes extranjeros frente a los 5,5 millones de 2019. De cada diez turistas que durante los seis primeros meses de 2019 visitaron Baleares, este año solo ha llegado uno, un dato que refleja el desplome que está actividad está registrando en las islas a causa del coronavirus. Los datos publicados ayer por los institutos de estadística nacional y balear (INE e Ibestat) señalan que entre enero y junio del presente ejercicio el archipiélago ha recibido a 787.699 turistas, de los que 433.852 han sido extranjeros y 353.847 de nacionalidad española. Eso supone un descenso del 88,2% respecto al mismo periodo de 2019. El golpe más duro ha correspondido a la entrada de visitantes desde otros países. La llegada a Balears entre enero y junio de este año de 433.852 extranjeros supone la pérdida de más de cinco millones de turistas, ya que en ese periodo de 2019 se habían alcanzado los 5.540.162 clientes. Es decir, se ha dado una caída del 92,1%.

Aviões C-295: Contrapartidas custam 9 milhões de euros aos portugueses


Situação na Madeira (4 de Agosto de 2020)

fonte: IASAUDE

O poerigo de contágio em todo o lado

fonte: jornal i

Austrália: Segunda vaga de Covid-19 impõe medidas drásticas


Nada fácil na Austrália...

fonte: Público

PJ fez a maior apreensão de sempre de heroína na Madeira


Os lucros universitários

fonte: Correio da Manhã

Há menos devedores a pedirem moratórias dos créditos


Falando de salários

fonte: Correio da Manhã

Política (polémica) de testes

fonte: Expresso

França poderá ser o próximo destino de Cristiano Ronaldo


Retrato do PS

fonte: Público

Covid-19: em Espanha autoridades associam novos surtos aos jovens


Banca, o costume...

fonte: Sol

Opinião alheia

fonte: Público

Itália e Espanha tomam medidas para evitar aumento dos casos


terça-feira, agosto 04, 2020

Especialistas alemães consideram que já há uma segunda vaga


Covid-19 multa de três mil dólares para quem violar confinamento em Melbourne


Covid-19: OMS avisa que poderá nunca haver uma “solução milagrodsa"


Há quatro anos que não havia tantos desempregados com o ensino secundário

O número de desempregados registados no centros de emprego subiu em força desde o início da pandemia e são os trabalhadores com habilitações ao nível do ensino secundário que mais estão a alimentar este aumento. São já mais de 129 mil, o valor mais elevado desde maio de 2016. São mais de 129 mil. É esse o número de desempregados inscritos nos centros de emprego com qualificações ao nível do ensino secundário. É o valor mais elevado dos últimos quatro anos. O Expresso analisou os números do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e concluiu que são estes trabalhadores com qualificações intermédias que mais estão a alimentar a subida do desemprego registado desde o início da crise provocada pela pandemia de Covid-19. Comparando o mês de junho (últimos dados disponíveis) com o mês fevereiro (pré-pandemia), o número de desempregados inscritos nos centros de emprego subiu em força. São mais 91.103 pessoas (29%), atingindo um total de 406.665 desempregados.
Ora, 42% deste aumento (mais 37.838 pessoas) é explicado por desempregados com qualificações ao nível do ensino secundário. São agora 129.059, mais 41% do que em fevereiro. E economistas ouvidos pelo Expresso alertam que o seu regresso ao emprego pode tardar. Mais ainda, este é o valor mais elevado desde maio de 2016. Ou seja, há mais de quatro anos que não havia tantos desempregados registados em Portugal com habilitações ao nível do ensino secundário. O peso destes profissionais no aumento do desemprego registado é, até agora, muito superior ao dos trabalhadores com o terceiro ciclo do ensino básico (9º ano de escolaridade), que, com mais 22.221 pessoas, ocupam o segundo lugar neste ranking. Já os desempregados com qualificações mais elevadas (ensino superior) ou mais modestas (até ao segundo ciclo do ensino básico) sofreram, até agora, aumentos menos marcados no desemprego registado (Expresso, texto da jornalista Sónia M. Lourenço)

PIB cai quase quatro vezes mais do que com a troika

A paragem forçada do país durante o confinamento, em abril, levou a economia a bater no fundo. Está confirmada a maior contração da economia portuguesa, de 16,5% no segundo trimestre. E os sinais sobre a evolução da atividade no verão não são animadores, alertam os economistas. Era esperada uma queda histórica, e foi mesmo. Os dados publicados na ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que o produto interno bruto (PIB) português deu um trambolhão de 16,5% no segundo trimestre deste ano face ao mesmo período de 2019. É um número inédito e compara com a contração de 4,5% sofrida nos últimos três meses de 2012, em pleno consulado da troika, e que era a quebra mais acentuada já registada. Agora, foi quase quatro vezes maior. O confinamento que paralisou o país em abril e a evolução muito modesta da atividade a partir de maio traduziram-se numa queda muito pronunciada do PIB. Foi mesmo a quarta mais grave entre os países da União Europeia para os quais já há dados.

Grandes devedores da CGD e do Novo Banco declarados insolventes

Tribunal de Lisboa declara que Totalpart, do empresário Moniz da Maia, e Bridgedown, de grupo imobiliário QDL, estão insolventes. Um grande devedor da Caixa Geral de Depósitos e um grande devedor do Novo Banco foram declarados insolventes pela justiça portuguesa no último mês. Tinham sido os dois bancos a pedir as respetivas falências. No caso do Novo Banco está em causa a sociedade Totalpart, do Grupo de Bernardo Moniz da Maia. “No Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, Juízo de Comércio de Lisboa - Juiz 1 de Lisboa, no dia 09-07-2020, ao meio dia, foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es): Totalpart - Gestão e Serviços”, indica o registo do portal Citius. Naquele dia iniciou-se o prazo de 30 dias para a reclamação de créditos, que não se suspendem com as férias judiciais, pelo que estarão agora prestes a terminar. A declaração de insolvência ocorreu no processo iniciado pelo Novo Banco, que o Jornal de Notícias noticiou em janeiro. O banco requereu a insolvência por conta de uma dívida de 375 milhões de euros, da Totalpart, num crédito de 16,5 milhões, mas também por ser o garante de um empréstimo à Sogema Investments Limited, de 358 milhões de euros.

O que nos dizem os prejuízos do Novo Banco? A parte 'boa' já está a sofrer com a pandemia

Seis anos depois sua criação, Novo Banco ainda tem 10% do crédito malparado. Ainda assim, este número é das poucas boas notícias dos resultados semestrais. O Novo Banco continua mergulhado em prejuízos e, nos primeiros seis meses do ano, até ficaram mais profundos do que entre janeiro e junho de 2019. A parte 'boa' do banco, aquela que ficará quando o banco se desfizer de todos os ativos tóxicos, obteve resultados positivos, mas bem abaixo do que alcançado um ano antes.bHá anos que António Ramalho decidiu dividir o Novo Banco em dois na hora de apresentar contas. A um chama de “banco recorrente”; ao outro chama de “legado”. O último é aquele onde está a herança do BES, que continua a causar perdas. O outro é o da atividade recorrente, aquela que se irá manter depois de se desfazer da toxicidade. Ora, no primeiro semestre deste ano, o banco recorrente obteve um resultado positivo, de 34 milhões de euros, mas o número representa uma quebra de 70% face aos 113 milhões que tinham sido atingidos nos primeiros seis meses de 2019. O Novo Banco recorrente acompanhou, assim, aquilo que aconteceu em todos os restantes grandes bancos nacionais: um deslize dos resultados devido ao impacto da pandemia.

Novos testes à Covid-19 vão revelar os resultados em 90 minutos

O governo britânico vai avançar os novos testes de 90 minutos que podem detetar o coronavírus e distingui-lo de doenças sazonais como a gripe. Estes testes serão lançados em casas de repouso e hospitais, a partir da próxima semana, noticia a ‘BBC’. Atualmente, três quartos dos resultados dos testes precisam de pelo menos 24 horas para concluir os resultados e um quarto pode levar até dois dias. Quase meio milhão dos novos testes rápidos de zaragatoa, chamados LamPORE, estarão disponíveis a partir da próxima semana em clínicas e laboratórios, e visam testar adultos. O governo adquiriu milhares de máquinas de teste de DNA, num modelo que já está a ser usado em oito hospitais de Londres e podem analisar cotonetes, que vai colocar nos hospitais do NHS a partir de setembro. Serão cerca de 5 mil máquinas, as quais fornecerão 5,8 milhões de testes nos próximos meses, informou o Departamento de Saúde.

Setor do turismo sofreu quebra superior a 80% em junho


Peritos com duvidas sobre ventilador Atena


Médicos dos Cuidados Intensivos entusiasmados com nova máquina


Pancadaria durante voo por passageiros se recusarem a usar máscara


Evolução da pandemia em Portugal


segunda-feira, agosto 03, 2020

Opinião alheia

fonte: Público

Oeiras lidera

fonte: Correio da Manhã

Vírus e a idade

fonte: Público

O principal desafio do pós-covid19

fonte: Expresso

Venezuela, igual a si mesma

fonte:

Covid19 destruidor

fonte: Jornal de Notícias

Testes nos Açores: GR recua...

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Açores e o abandono escolar

fonte: Diário dos Açores