sexta-feira, outubro 23, 2020

O mundo é ainda dos homens?

 

Com facilidade alguns dirão que vivemos tempos de igualdade com os mesmos direitos para homens e mulheres. Mas será que é mesmo assim? Os números não mentem e o cenário é ainda pouco animador. Até quando? Jornalismo de dados, para explicar o país em 2:59 (Expresso)

Covid-19 mulher de 68 anos é o primeiro caso de reinfeção em Portugal

 

Campanha eleitoral para as legislativas dos Açores a termina hoje

 

Estado torna-se fiador da dívida da TAP

 

Açores: Partidos de oposição apostam em acabar com maioria absoluta do PS

 

Eleições regionais: Último dia de campanha nos Açores

 

Açores: Rio acusa PS de denegrir candidato do PSD

 
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Sondagem da Universidade Católica: PS mantém maioria absoluta nos Açores


Retrato de Portugal na Europa define ranking do país no continente

 

A crise na restauração

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Crise na hotelaria

 
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quinta-feira, outubro 22, 2020

Açores: PS e PSD disputam os últimos votos antes da eleição

 

Sondagem: Chega, PAN e Iniciativa Liberal podem entrar no parlamento dos Açores

 

Défices europeus


fonte: Público

Moratórias...



 fonte: Jornal de Negócios

Madeira: situação de 18 a 21 de Outubro de 2020





 fonte: IASAUDE

Nota: o peso das encomendas "inocentes"


Não sei se é verdade ou não - não acredito em coincidências e em política os fretes e as "encomendas", ditadas por interesses vários, sobretudo financeiros e políticos, são uma triste realidade que precisa de cumplicidades várias... - nem tão pouco sei se o PSD-Açores vai conseguir sequer atenuar este ano a penosa travessia do deserto iniciada quando Mota Amaral fez as malas e foi para Lisboa e o PSD regional se afundou numa sucessão de lideranças falhadas e perdedoras e ficou refém de vaidades pessoais e das maiores ou menores capacidades de grupos de pressão e de condicionamentos inter-insulares. Mas que isto não ajuda, mesmo nada, quanto a isso não tenho dúvida, mesmo tratando-se de um jornal nacional cujo impacto nos Açores, por si só, é insignificante e diminuto - precisa de outra projecção que obviamente vai surgir. O que sei é que o candidato à liderança do PSD-A não pode ignorar, tem que denunciar o timing e a intencionalidade subjacente a esta situação e tem que procurar esmagar dúvidas que porventura possam influenciar uma determinada faixa de eleitores - com acesso a redes sociais - que podem ser influenciáveis (LFM)

Nota: Congresso do PSD-M sem sala? Mas afinal o que é que ainda não perceberam?


Li hoje, algo estupefacto, que o Congresso do PSD-M, previsto para Novembro deste ano, pode estar em risco pelo simples facto de que o partido não encontra uma sala para meter 1000 pessoas ou coisa que o valha. Ainda bem que assim é. Pensava eu que o PSD-M já tinha percebido que os tempos são outros, que a política deste novo tempo nada tem a ver com o passado, que a realidade política e eleitoral do PSD-M hoje nada tem a ver com o passado recente, que a pandemia existe e não é ficção, etc. Pensava eu que o PSD-M já tinha percebido que os tempos de pandemia são tempos de pandemia, que há regras sanitárias e sociais que não podem ser apenas recomendadas ou impostas às pessoas e que os partidos, em vez, como devem, de ser os primeiros a seguir e a dar o exemplo, ficam fora de tudo isso. De facto, o PSD-M sempre realizou o seu congresso pela medida grande, 450 delegados, 300 inerências, 500 ou mais convidados, era um festão. Os demais partidos da oposição - todos - realizavam os seus congressos regionais em que o maior deles tinha pouco mais de 150 delegados e o mais pequeno... nem congresso havia, porque só dava trabalho, gastava dinheiro e não tinha nem estatutos nem militantes! Lembro-me bem desse tempo. Alguns especialistas em marketing político sublinhavam que por essa via era dada às pessoas, uma imagem de pujança, de força, de liderança partidária e política, etc. O tempo acabou por diluir tudo isso. Nas urnas... A isso junta-se a incapacidade, que existe também, de pessoas e instituições perceberem a realidade, o novo tempo, o hoje diferente do ontem, o presente que nada tem a ver com o passado. De facto, e bem vistas as coisas, neste tempo de pandemia e de crise social e económica, o que é que este Congresso - ou qualquer outro - pode trazer de novo e de útil para as pessoas, que novidades podem afinal resultar de uma reunião partidária de tão ampla magnitude e cuja dialética e conteúdos discursivos até podemos facilmente antecipar? Salvo a eleição dos demais órgãos dirigentes (exceptuando Comissão Política e Secretariado eleitos em directas), e o cumprimento das disposições estatutárias - no passado quantas vezes isso não foi feito, e alguém morreu por causa disso? - o que é que de tão útil, inadiável e necessário para as pessoas podem elas esperar destas reuniões? O PS-M também realizou o seu congresso há cerca de um mês (nunca teve mais de 200 pessoas ao mesmo tempo na sala). Hoje, passado esse tempo sobre esse evento, o que é que a opinião púbica regional reteve ou retém desse momento partidário? Nada, zero. É sempre assim, com todos os partidos em todo o lado. Os congressos são um momento político, um tempo delimitado no tempo e com validade definida. Houve tempos em que eram a oportunidade para uma catarse interna, para mudanças de pessoas, para (re) ajustamentos do caminho, das propostas e dos discursos. Hoje com a mediatização da agenda política, com os espectáculos televisivos, tudo mudou, e aquilo que tinha uma dimensão curta, interna, caseira, passou a ultrapassar as paredes caseiras, mais reservadas, e a ter uma cobertura mediática que não lhe retirando o impacto efémero, passou a impedir que, qual família, as pessoas falassem umas com as outras, olhos nos olhos, dissessem tudo o que deviam dizer, o que sentiam na alma, as queixas, o apontar de erros, etc. Tudo isso foi atirado para debaixo do tapete porque a mediatização dos congressos partidários retirou essa vertente mais interna, mais pura, mais intrínseca. Os próprios dirigentes partidários chegam aos congressos já eleitos, não querendo sujeitar-se por isso a uma maior exposição crítica. E isso não é uma realidade apenas de hoje. No passado mais recente era também mais do que evidente que assim era, os políticos incomodavam-se com as opiniões internas diferentes ou furtavam-se a discussões internas. Os Congressos dos partidos maiores eram vistos, erradamente, como momentos geradores de apoios ou de votos. Não há partido nenhum que perca ou ganhe votos com essas reuniões. Eu sou um cidadão apologista dos partidos, defendo os partidos, acho que eles se descaracterizaram quando ficaram reféns da treta da demagogia populista de fazerem mudanças internas, estruturais, funcionais e até participativas, para agradar a uma sociedade civil que recusou por um lado recusava a militância partidária em nome da apologia do cinzentismo cobarde de quem quer alimentar o rótulo idiota de uma "independência" que nas urnas tem sempre um sentido, um logotipo, uma cor. A mesma sociedade civil que se afasta, denegride ou desvaloriza os partidos mas por outro reclama deles maior cedência ao porreirismo idiota de quem não quer deles fazer parte mas que pretende manipular o processo interno de decisão. Ou seja, e é isso que quero transmitir, o PSD-M tem que perceber que não ganha nada nem influencia ninguém com congressos, e que, neste tempo de pandemia, das duas, uma: ou adia essa sua reunião magna para 2021 ou opta por uma realização mais comedida, que garanta o cumprimento das regras que são impostas às pessoas. Com 1000 pessoas isso é impossível cumprir tudo o que é imposto, e bem, aios cidadãos em defesa da nossa saúde. E não podemos tolerar que no final de Novembro um partido para gaudio próprio queira um congresso massificado e com uma dimensão participativa como se nada de novo tenha acontecido e depois andar a querer alterar tudo em nome do combate da pandemia, incluindo condicionando ou limitando as tradições natalícias mais genuínas dos madeirenses, impondo-lhes obstáculos até na dimensão das pessoas que se sentarão à volta da mesa na ceia natalícia. Onde ela ainda for possível. Isso seria vergonhoso e irresponsável. 
O que eu acho? 
Opção por um Conselho Regional alargado em Novembro -. mes já marcado pela discussão em torno da proposta de orçamentro regional para 2021 - e habilitado a tomar decisões políticas internas excepcionais, nomeadamente a prorrogação do mandato dos membros dos três órgãos estatutários - Mesa, Conselho Regional e Conselho de Jurisdição - por mais alguns meses (que mal vem ao mundo se isso acontecer? - e admitir que a reunião magna social-democrata se realize em Março ou Maio (Abril é mês de Páscoa) de 2021, caso tudo se normalize Porque no fundo é essa a esperança de todos os cidadãos, hoje claramente com a sua própria liberdade muito condicionada pelo combate que tem que ser travado  ontra a pandemia até termos um tratamento ou uma vacina eficaz e segura. É o que eu penso que devia (exemplarmente) ser feito para que ninguém perca a autoridade moral e a legitimidade, ainda por cima quando começamos todos a perceber que se aproximam, oxalá que não, novos tempos para decisões condicionadoras. Não é por isso que o PSD-M perdertá a sua legitimidade (LFM)

Nota: Pedro Calado na corrida à CMF? A pandemia está a corroer as células cinzentas?

Sobre o tema em epígrafe, e sem mais considerações - desde logo uma deambulação sobre a realidade numérica dos actos eleitorais no Funchal e os dados que as eleições de 2017 (que deviam ser lição em muita coisa e pelos vistos não foram....), deixo apenas três itens em cima da mesa (na certeza que sou daqueles que acham que Pedro Calado deve estar onde está e que é mais útil continuando onde está)

I. Quando Passos e Portas andaram a fazer o que fizerem em Lisboa, no poleiro, entre 2011 e 2015, por acaso o PSD ou o CDS lideravam a Câmara de Lisboa? E isso foi importante para eles? Por acaso deixaram os dois agora retrirados da política activa (mas tudo o que ainda hoje se passa ainda é o "legado" deles...) de dormir só porque Costa era o edil de Lisboa e agora está onde está graças ao que aconteceu erm 2015?

II. Cheira-me que Pedro Calado está a ser apressadamente empurrado para dar o passo mais desastroso da sua ainda curta vida política. E o pior é que me cheira também a que alguns andam a querer isso e incentivam-no a fazê-lo exactamente para se verem livres do actual Vice do GRM. Acho que até sondagens vão promover a contar com o eventual deslumbramento de PC. Só que em eleições - e sublinho não sei como vão ser as autárquicas de 2021, não sei mesmo, em termos processuais, no terreno (veja-se a deprimente e desmobilizadora campanha eleitoral para as regionais nos Açores, comparando com o que era normal antes da pandemia) e quais as consequências disso - mnandam os erleitores nas urnas, aqueles que lá forem. Resumindo, e citando os brasileiros, "sacanagem pura"...

III. Alguém me explica a sério uma coisa: será que a CMF anda a tirar a inteligência e a racionalidade às pessoas na política, ao ponto de elas já nem saberem o que são as prioridades neste momento de treemenda incerteza em que nada pode falhar sob pena da Madeira mergulhar num casos económico, social e financeiro? E, já agora, um dia, se quiserem, podemos escrever as memórias verdadeiras, repito, verdadeiras, de tudo o que se passou entre a CMF e o GRM noutros tempos - não tão longínquos... - e de como certos desfechos acontecerem, porque acontecerem, à custa do quê e graças a quem e a quê.
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Notas finais: o PS-Madeira sozinho nunca ganhou eleições autárquicas no Funchal, a não ser em coligação (2013 e 2017). O PSD-M parece ter-se esquecido que depois das derrotas autárquicas, repito, em 2013 e 2017, voltou a perder no Funchal para as regionais de 2019, mesmo que neste caso possamos encontrar explicações (?) para o que se passou. Mas que o aviso ficou - ficou mesmo? - quanto a isso não tenho dúvidas. Nas autárquicas - último recado a quem de direito - a atitude dos eleitores (e não duvidem que apenas 35 a 40% dos eleitores votantes fazem as opções em função da em fidelidade partidária) tem muito a ver com a confiança que os candidatos transmitem, com a seriedade, com a afectividade que o candidato constrói com os seus eleitores, na freguesia e no concelho, com a forma como no terreno consolidam essa confiança que sendo política é também pessoal. O PSD-M teve pelo menos dois exemplos em 2017 que deviam servir de barómetro para decisões futuras. Duvido que alguma vez venham a ser. Porque há quem prefira perder tempo à "posteriori" a tentar justificar as derrotas do que em antecipadamente precaver-se para que elas não ocorram. E neste contexto - falando agora de outros que não em PC, porque esta procissão pré-autárquica tem muito protagonista ambicioso à espreita e que se julga um "deus" das urnas e dos eleitores... - as vaidades pessoais e a incapacidade de certas pessoas em perceberem qual é realmente o seu lugar. Ficou claro?
Em 2013 o PSD-M ainda com Alberto João Jardim não perdeu 7 das 11 Câmaras Municipais da RAM? E qual foi o problema? Se quiserem podemos falar também disso, das eventuais causas para o que se passou então. Mas não foi essa a vontade do povo eleitor? Em 2017 voltou a acontecer igual desfecho, mesmo contabilizando aquelas cenas das candidaturas de independentes, mas todos com passado político activo ligado ao PSD. Não foi de novo essa a vontade dos eleitores? E quais os problemas, em termos de governação regional, daí resultantes? (LFM)

terça-feira, outubro 20, 2020

A derrota dos colégios privados...


 fonte: Público

A pandemia deu febre aos ‘stocks’ de dívida pública


A crise económica provocada pela pandemia de Covid-19 não é uma crise das dívidas soberanas, mas obrigou os governos das economias desenvolvidas a aumentar a alavancagem em 2020. Os gastos com as medidas de proteção ou estímulo vão impedir, na maioria dos casos, um regresso aos níveis pré-pandemia já em 2021 (Infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)

Resposta à pandemia de covid-19 garante subida de despesa na “linha da frente”


Despesa pública sai reforçada nos ministérios da Saúde e da Solidariedade, mais afetados pela crise sanitária, tal como na Educação, no Ensino Superior e também as Infraestruturas e Habitação. Num Orçamento do Estado sem grandes novidades para as pastas económicas, a maior necessidade de contenção também passa pelas que têm funções de soberania, como a Defesa, Justiça, Administração Interna e Negócios Estrangeiros (Infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)

Covid-19: Índice de transmissibilidade do vírus está a aumentar em Portugal

Ao longo da última semana, o valor do R(t) foi de 1.27. De forma a diminuir o número de casos infetados, este valor tem de permanecer abaixo de 1. Durante os últimos sete meses, Portugal contabilizou mais de 100 mil casos confirmados de Covid-19. Neste período de tempo, o grau de transmissibilidade do vírus, apelidado de “R(t)”, variou entre os 0.81 e o 2.42 no território nacional, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge.

O Instituto Nacional de Saúde estimou que o grau de transmissibilidade médio da semana passada foi de 1.27 em todo o território nacional. No entanto, este índice variou entre as diferentes regiões do país – as regiões Centro e Norte foram as zonas com maiores índices de transmissibilidade, sendo que o Algarve foi a única região com um R(t) inferior a 1.

Os índices de transmissibilidade das regiões Centro e Norte foram superiores à média nacional, com valores de 1.33 e 1.36, respetivamente. Por sua vez, a zona de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) e do Alentejo revelaram índices de transmissibilidade mais baixos, mas ainda superiores a 1, com um R(t) de 1.16 e 1.18. A zona com o R(t) mais baixo foi o Algarve, com 0.99.

Covid-19: Portugal pode contar com um novo pico em meados de novembro


Os números em Portugal estão a seguir o previsto pelos modelos, que, como aponta um especialista à VISÃO, indicam um segundo pico em meados de novembro. Apesar de nos últimos dias temos vindo a contabilizar cerca de dois mil novos casos de infeção diários – valores superiores ao máximo de 1 516 do dia 4 de abril – a taxa de mortalidade está em níveis inferiores aos do início da pandemia. São notícias menos más, mas que não podem ser vistas em termos absolutos – uma falha que Henrique Lopes, especialista em Saúde Pública, aponta à análise feita muitas vezes pelos políticos. Uma percentagem mais baixa de óbitos, sobre uma taxa maior do números de novos casos, irá aumentar o número de mortos. Se na primeira vaga tivemos um dia com 37 mortos (3 abril) e “apenas” 852 novos casos, por estes dias temos metade da mortalidade (17), mas perto de dois mil casos diários.

Professores fartam-se...


 fonte: Correio da Manhã

Barómetro político



 fonte: Correio da Manhã

Sondagem legislativa

 fonte: Jornal de Negócios

Novas medidas têm impacto de 1.947 milhões de euros


(Infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)

Pandemia trouxe fantasma do défice


O caminho estava a ser de benesse, mas a pandemia trouxe um tsnunami às contas públicas. Depois de um excedente orçamental no ano passado – mais cedo do que o previsto pelo Governo -, o rácio do défice face ao PIB deverá atingir a percentagem mais elevada desde 2014, ano da resolução do BES. Para 2021, o Governo já estima que o défice orçamental se situe em 4,3% do PIB, uma melhoria de 3 p.p. do PIB face a 2020 (Infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)

O que muda para os pensionistas no próximo ano


Aumento extraordinário das pensões mais baixas variam em termos líquidos entre 60 e 120 euros, dependendo dos casos. Um pensionista com uma pensão de 650 euros, solteiro/viúvo/sem filhos pode ter um acréscimo no rendimento líquido anual de 60 euros. Já um outro pensionista casado ou com uma tributação conjunta pode mesmo ver um acréscimo total ao final do ano de 120 euros (Infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)

Veja o efeito da redução da retenção de IRS no seu salário líquido mensal


De acordo com as simulações da consultora EY, aplicando um corte de 2% nas taxas de retenção nos salários para os cenários simulados, os acréscimos no rendimento disponível anual das famílias, no próximo ano, poderão variar entre os 14 euros para os contribuintes com salários mais baixos (925 euros brutos) e mais de 200 euros para contribuintes com salários superiores a 3.000 euros (Infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)

Como vivem os portugueses

 


 fonte: PORDATA

Como gastam os portugueses


 fonte: PORDATA

Como adoecem os portugueses


 fonte: PORDATA

Portugueses admitem cortar gastos no Natal devido à pandemia


Covid-19: Açores oferece incentivo financeiro a quem chegar com testes realizados

 

domingo, outubro 18, 2020

Covid19: sábado negro Alemanha, Itália e França batem recordes de infecções

 

Merkel avisa os próximos dias vão definir o Natal e o inverno

 

Açores e a crise turística

 

fonte: Correio dos Açores

Açores: hotelaria com problemas


 fonte:  Correio dos Açores

Pensar (e repensar) o futuro da Autoniomia Regional



 fonte: Correio dos Açores

Covid19: situação na Madeira (14 a 17 de Outubro)





 fonte: IASAUDE

Pensões ameaçadas


 fonte: Correio da Manhã

Aeroportos nacionais recuperam em agosto. Mas queda no movimento ainda está acima dos 60%

Em agosto de 2020, nos aeroportos nacionais registou-se o movimento de 2,2 milhões de passageiros, representando um decréscimo de 65,9% (-79,5% em julho), segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta sexta-feira. O movimento de carga e correio totalizou 10,4 mil toneladas, correspondendo a uma diminuição de 38,9% (-47,8% em julho).
O número de passageiros desembarcados nos aeroportos nacionais em voos provenientes do Reino Unido registou um decréscimo de 69,1% (-85,5% em julho), tendo o anúncio da inclusão de Portugal na lista de países seguros para viajar (no dia 20 de agosto) contribuído para uma menor redução do número de passageiros desembarcados entre os dias 21 e 31 de agosto (-47,2%), quando comparada com a registada entre 1 e 20 de agosto (-79,7%).
Segundo detalha o INE, em agosto passado, aterraram nos aeroportos nacionais 12,4 mil aeronaves em voos comerciais, o que representa uma variação homóloga de -46,4% (-62,0% em julho e -86,6% em junho).
Registou-se o movimento de 2,2 milhões passageiros (embarques, desembarques e trânsitos diretos), representando uma variação homóloga de -65,9% (-79,5% em julho e -94,6% em junho). O movimento de carga e correio nos aeroportos nacionais totalizou 10,4 mil toneladas, correspondendo a uma diminuição de 38,9% (-47,8% em julho e -54,1% em junho) (Executive Digest, texo da jornalista Sonia Bexiga)

"TAP está a perder dinheiro em praticamente todas as rotas", afirma Ministério das Infraestruturas e Habitação

Depois de o ministro Pedro Nuno Santos ter afirmado que a retoma das rotas criadas no aeroporto do Porto para Amesterdão, Milão, Zurique e Ponta Delgada são "neste momento um prejuízo para a TAP", Rui Moreira reagiu com uma publicação nas redes sociais sobre o assunto. E o Ministério das Infraestruturas e Habitação quis esclarecer a "polémica".

O Ministério das Infraestruturas e Habitação afirmou, esta sexta-feira, que a TAP  "está neste momento a perder dinheiro em praticamente todas as rotas", em resposta às críticas do presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira.

Depois de o ministro Pedro Nuno Santos ter afirmado que a retoma das rotas criadas no aeroporto do Porto para Amesterdão, Milão, Zurique e Ponta Delgada são "neste momento um prejuízo para a TAP", algo que desagradou a Rui Moreira, que reagiu com uma publicação nas redes sociais sobre o assunto, onde ironizou o assunto e criticou as palavras do mesmo.

"Pelos vistos, são as quatro rotas do Porto que dão prejuízo à TAP. As rotas de Lisboa darão lucro. A nova rota Lisboa/Bilbau deve ser um 'must' em termos de rentabilidade e importantíssima para uma estratégia nacional. Promover visitas ao Guggenheim basco é 'top'. Mas, senhor ministro, são boas notícias", ironizou o presidente da Câmara do Porto. "Se são as quatro rotas do Porto que dão prejuízo, pare com elas. Mas, por favor, incorpore a TAP na Carris ou na muito rentável Soflusa. Nós não nos importamos, havemos de encontrar uma solução. Para Lisboa é ótimo: fica com a TAP que, sem o prejuízo do Porto, deixa de ser um perdócio", continua.

Em comunicado, o Ministério sublinha que Pedro Nuno Santos "nunca disse que as únicas rotas que dão prejuízo à TAP fossem as quatro referidas ontem na audição parlamentar em que esteve presente" e que o mesmo referiu esta quinta-feira que "a TAP está neste momento a perder dinheiro em praticamente todas as rotas, incluindo aquelas que se fazem a partir do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa".

No comunicado, lê-se que "atualmente existem 11 rotas operadas pela TAP a partir do Porto e que, apesar de praticamente todas as companhias estarem a reduzir fortemente a operação no inverno, a TAP vai manter 10 rotas no Porto", o que o governante acredita demonstrar "o grande compromisso da companhia aérea pública com a região". "Na audição, quando o ministro referiu as quatro rotas que estavam a dar prejuízo a partir do Porto, estava a responder relativamente aquelas que foram introduzidas após as reuniões do grupo de trabalho que existiu entre a TAP e as associações da região Norte", esclareceu, sublinhando que "nas rotas assinaladas a lotação não atinge os 50%, o que não permite sequer pagar os custos variáveis da operação" (SOL) 

Orçamento do Estado para 2021. A incerteza é a única certeza


Eis o Orçamento do Estado para 2021. Mas o que importa não é os números baterem certo no papel. Se a pandemia não parar e a economia não recuperar, será que os fundos europeus nos podem salvar? Jornalismo de dados, para explicar o país em 2:59 (Expresso)

Como vai evoluir a população global até 2100?

Em 2100, cinco dos dez países com as mais numerosas populações do mundo vão estar no continente africano. Aliás, África é a única região do globo que verá a população crescer de forma substancial nos próximos 80 anos, passando dos atuais 1,3 mil milhões para 4,3 mil milhões no final do século. E Portugal, como chegará ao final do século? Veja tudo isto e mais ainda em dois minutos e 59 segundos. Jornalismo de dados para explicar o mundo. A Nigéria está à cabeça da única região do globo que vai ver a população crescer de forma substancial nos próximos 80 anos. Mais de 120 países vão entrar em decréscimo populacional devido à queda da taxa de fertilidade. A razão é positiva e o padrão acabará por se impôr a África, mas só em 2100: o acesso à educação e à saúde reprodutiva das mulheres e raparigas de todo o mundo vai ter a consequência de terem menos filhos. A contraceção permite às mães escolher ter os filhos que desejam e quando desejam. Leis liberais para a imigração vão ser fundamentais para equilibrar as demografias nacionais e ajudar a controlar o impacto ambiental do aumento da urbanização e da produção de alimentos para cerca de 9 mil milhões de habitantes na Terra. Veja o episódio de jornalismo de dados em 2 minutos e 59 segundos (Expresso)

Já ouviu falar em cidades irmãs? Em Portugal há mais de 200 municípios com 'família' lá fora


Há centenas de localidades portuguesas que têm acordos de geminação com localidades estrangeiras. A relação assenta numa vontade mútua de se conhecerem, em características comuns, afinidades históricas e até na partilha do mesmo nome. Este 2:59 leva-nos num passeio por Portugal e pelo mundo (Expresso)

Como é que o Novo Banco pode continuar a custar-nos dinheiro?


Criado como banco bom do BES, o Novo Banco tem-se revelado um sorvedouro de recursos públicos. Além da capitalização inicial, foi desenhado um sistema que obriga a injeções adicionais e beneficia de empréstimos do Estado. Mas há mais formas de os contribuintes poderem ser afetados. Como? Jornalismo de dados, para explicar o país e o mundo em 2:59 (Expresso)

Sondagem: Marcelo vence sem recorde e Ventura fica à frente de Ana Gomes


Marcelo Rebelo de Sousa será reeleito sem dificuldade, mas ficará aquém da marca de Mário Soares em 1991, segundo a sondagem da Eurosondagem-Associação Montepio para o SOL. A três meses das presidenciais, André Ventura aparece em segundo lugar, com ligeira vantagem sobre Ana Gomes. Se nunca houve dúvidas de que Marcelo Rebelo de Sousa tem uma enorme passadeira estendida para continuar em Belém após as eleições presidenciais do início do próximo ano, agora também poucas restam de que muito dificilmente igualará a percentagem com que Mário Soares foi reeleito em 1991. Numa sondagem especialmente dedicada às próximas presidenciais realizada para o SOL_pela Eurosondagem com o patrocínio da Associação Mutualista Montepio, Marcelo, com 61% das intenções de voto dos portugueses,  está muito longe da barreira dos 70% ultrapassada por Mário Soares nas eleições em que teve como principal adversário Basílio Horta, na altura militante do CDS.

quarta-feira, outubro 14, 2020

Covid19: situação na Madeira (10 a 13 de Outubro de 2020)

 





fonte: IASAUDE

Nomeações...




 fonte: Correio da Manhã

Cenários...contabilísticos

 


fonte: Jornal de Negócios

Quem aceita?


 fonte: Correio da Manhã

O mito sueco


 fonte: Público

Número de divórcios dispara após período de confinamento

 

Covid-19 pode sobreviver no ecrã de telemóvel durante 28 dias


 

FMI agrava previsões para a economia portuguesa

 

Natalidade continua a diminuir em Portugal

 

terça-feira, outubro 13, 2020

Nota: Cafofo, sim e não

 

Paulo Cafofo tem direito à sua indignação - curiosamente anunciada de véspera na comunicação social, sem que o deputado tenha sequer usado da palavra... - e não pode ser condenado na praça pública - tal como os socialistas não podem andar a condenar na praça pública seja quem for, como usualmente fazem - apenas porque devido a denúncias anónimas, algumas autoridades judicias e policiais de investigação efectuaram buscas nalgumas Câmaras Municipais lideradas pelo PS (bem coimo a algumas empresas privadas). Estamos a falar de dm processo com contornos estranhos e desconhecidos, que alegadamente potenciam uma eventual situação de financiamento indirecto do PS numa campanha eleitoral (presume-se que das autárquicas de 2017 dado que as denúncias terão sido feitas em 2018, não se sabe como e junto de quem), mas a verdade é que não há arguidos, não há provas concretas, não há acusações contra ninguém, etc, pelo que a opinião pública, com as redes sociais à cabeça (na sua imensa idiotice e libertinagem muitas vezes fomentadas e organizadas no anonimato e por protagonistas da política que se movem preferencialmente no esgoto da política) não tem o direito de pretender ocupar o lugar da investigação judicial e da justiça e andar a enxovalhar pessoas e a condená-las, pondo em causa a sua dignidade e seriedade.

Quanto a isso nada a dizer.

Mas...

Mas Paulo Cafofo, tal como aquela máxima de que "à mulher de César não basta parecer séria, tem que ser séria" também não pode de forma vergonhosa, rafeira e baixa, ir para o parlamento regional ofender um adversário político da forma ofensiva e indigna (falo nisso porque se tratou de Cafofo, algo que em relação a outros protagonistas provavelmente nem colocaria, por absoluta desnecessidade...) como fez com o Vice-Presidente do Governo - a propósito da relação que o socialista pretendia estabelecer (por conveniência da retórica discursiva num momento) entre o GRM e o sector da construção civil, tendo o empresário Avelino Farinha como alvo não referenciado (não vamos falar de reuniões e de pedidos de financiamentos partidários...). Porque quanto a relações entre partidos e empresas de construção civil ou outras, talvez as coisas comecem a conhecer outros contornos que não interessam a ninguém. Portanto, sim, Cafofo não é acusado de nada, não é culpado de crime nenhum, não é arguido de nada, não existem provas em concreto, apenas alegadas denúncias anónimas com tudo o que isso implica. Mas não, não pode reclamar apenas para si comportamentos sérios e assentes em rigor ético e alimentar insinuações idiotas ou ter atitudes e comportamentos diferentes com adversários políticos. Ficou claro? Se assim não for, esqueça, vai continuar a ser alvo de ataques, de insinuações e de acusações, mesmo que não existam provas. Porque é a política que tem que dar o exemplo, a começar pelos seus protagonistas (LFM)

Nota: aval e outros mistérios e interrogações...

 

Eu não sei - não sei mesmo - os contornos das negociações (?) com Lisboa para que a República aprovasse a garantia à Madeira de um aval para uma operação financeira junto da banca, permitindo assim que a RAM suportasse cerca de menos 6 a 8 milhões de juros anuais. Numa altura, isso eu sei, em que o estado pretende meter mais 460 milhões no ex-BES (cuja rede de gatunos e corruptos nem julgados ainda foram) - e esta geringonça já espatifou mais de 3 mil milhões de euros na banca falida e roubada - o Estado, ou melhor, o governo da geringonça envergonhada recusa (?) o aval pomposamente anunciado na imprensa local, tendo como fonte - outro mistério estranho e algo caricato - por Marcelo Rebelo de Sousa, que atendendo ao desfecho, acaba por sair deste processo chamuscado, desautorizado e ridicularizado.

Acho tudo isto lamentável e absurdo.

Começo por referir, porque me parece importante trazer a este texto opinativo, que desconheço a dimensão do embuste político, a amplitude da manipulação mentirosa que rodeou este processo negocial, mesmo correndo o risco de ter que recuar nas considerações dado que, repito e insisto, desconheço em absoluto os contornos de todo este dossier e já não acredito em nada do que é publicado.

A sensação que eu tenho é que há um défice tremendo de diálogo entre os dois governos, um diálogo que se desenvolva nos bastidores da política e das relações institucionais, sem as doentia dependência de notícias nos jornais e destaques nas televisões (não há maneira de perceberem que essa trampa de atitude não dá votos) - e isso está a contaminar a política madeirense há uns 3 a 4 anos para cá (a chamada governação ou oposição da treta, feita para notícias e não a pensar nas pessoas). Neste caso do aval solicitado pela RAM acresce que tenho a sensação que a opinião pública não tem sido devidamente informada, que há uma desconfiança enorme em relação aos factos e à verdade.

Afinal:

- que contactos manteve o GRM com Lisboa sobre esta matéria? Datas? Missivas? Contactos telefónicos? Entre quem? Quem com quem?

- quem coordena os contactos políticos entre o GRM e Lisboa? E como isso é feito?

- que documentação existe disponível que confirme a razão do GRM perante a recusa (?) de Lisboa na concessão desse aval?

- com o aval do Estado quanto pagaria a RAM, mensalmente? Sem o aval quais os encargos mensais da RAM com essa operação financeira?

- quais as características da operação financeira negociada pelo GRM junto da banca e cuja necessidade ninguém ousará contestar, muito menos nestes tempos de pandemia e atendendo ao rombo causado e que vai continuar a causar?

- que respostas deu Lisboa aos pedidos do GRM? E em que sentido?

- como se envolveu neste processo o Presidente da República - que acaba por fazer uma triste figura e protagonizar um papel ridículo neste processo, desautorizado, colado ao rótulo de potencial "mentiroso" neste processo?

- como é possível, e com que fundamentos institucionais, um jornal regional tenha destacado em primeira página, e com relevo, o alegado "sim" de Lisboa ao aval (curiosamente não deu igual destaque e relevo quando afinal esse "sim" virou "não" de um dia para outro... - quando pelos vistos foi enganado e manipulado nessa notícia?

O que eu sei é que entre a RAM e a República - e confesso que não vejo sinais de qualquer mudança política potencial com este PSD de Rio que acaba por ser apenas um prolongamento, um apêndice se preferirem, de Costa e da sua lógica governativa - e ao contrário do que devia existir, não há canais de diálogo, e as portas que se abrem em Lisboa ou parecem ser reduzidas para as necessidades ou quase não existem.

Noutros tempos - sem com isso pretender fazer comparações, até porque os tempos são outros, os protagonistas e os interlocutores são outros, os momentos e os tempos na política são  diferentes - mesmo parecendo haver "guerra", Funchal e Lisboa tinham canais discretos de diálogo que asseguravam, com mais ou menos tempo de demora, soluções que em determinados momentos eram essenciais. Obviamente que nada funcionou sempre bem e eficazmente, muito menos na perspectiva do que a RAM pretendia ou reclamava. Obviamente que Lisboa não cedeu em tudo ao que o Funchal pedia, mas cenas como estas, desculpem, palhaçadas como estas - que começaram com Cafofo a dizer que ia a Lisboa dar um murro não se percebe onde e como… - nunca vimos. Pelo menos não me lembro, correndo o risco de não estar a ser exacto. Mas não me recordo de nada com estes contornos, contradições, pessoas enganadas, manipulação descarada para consumo mediático, pessoas ridizularizadas, incluindo o Presidente da República etc. Lembro-me sim, e por exemplo, da célebre resposta de Cavaco a João Jardim - dada no Porto Santo – do  “queres dinheiro vai ao Totta” (frase publicitária muito em voga nesse tempo), o complicado relacionamento financeiro com Passos, agravado com a história do tal “buraco” surgido em 2011, a que se seguiu um humilhante PAEF, o relacionamento exemplar e surpreendente (devido às “guerras” políticas então existentes) entre Jardim e Guterres, enquanto primeiro-ministro, e os gravíssimos conflitos no tempo de Sócrates e do seu ministro Teixeira dos Santos, em torno das mudanças na Lei de Finanças Regionais, mas que não impediram, já no final do mandato, a Lei de Meios, depois da Madeira ter sido devastada por um temporal mortal e altamente demolidor. São episódios que recordo bem. Nada comparável a esta estranha e idiota novela em torno do aval, algo que já antes teve um primeiro episódio com a histórias absurdas e mal contadas, em torno do financiamento do Estado à construção do novo Hospital da Madeira (espero que seja essa a sua designação oficial)

Dúvida

Uma dúvida final: afinal que tipo de relação tem o PS-M com o governo da República? Com quem em concreto? Ou o grupo parlamentar em São Bento é o único interlocutor? Qual a dimensão da receptividade que o PS nacional atribui ao PS-M, sobretudo depois de nova derrota nas regionais de 2019, comparando com o que se passa com o PS-Açores onde os socialistas são poder há décadas. O que eu sei sobre isto, de fonte da minha confiança e conhecedora da realidade, é que o deputado Carlos Pereira, sozinho, tem mais canais de contacto e de diálogo em Lisboa - não confundir com qualquer capacidade de pressão - do que os actuais dirigentes socialistas locais. Quanto a isso não tenho dúvidas. Aliás gostava de conhecer a posição do deputado socialista CP perante a alegada recusa do aval (se é que alguma vez foi acordada...), depois da relação que teve quando foi noticiada a falsa concessão desse aval.

Nota final

Será que Lisboa guarda na gaveta uma surpresa no OE-2021, na discussão na especialidade, na lógica da contabilidade de votos para a aprovação na generalidade do OE-2021? Seria surpreendente. E já agora outro desafio: será que a RAM, mantendo-se a recusa da República a este aval pedido pela RAM, ponderou recorrer aos Tribunais para emissão de decisão ou de jurisprudência sobre esse relacionamento financeiro e sobre a lógica do Estado, por um lado se vangloriar com o facto de pagamentos juros com a dívida portuguesa, e por outro penalizar os madeirenses a pagarem mais 6 ou 8 milhões de euros em juros, caso esse aval não seja concedido? O Tribunal Constitucional não tem uma posição sobre esta temática ao abrigo das disposições constitucionais e das obrigações do Estado mais em concreto? O TC não tem opinião sobre uma dualidade de critérios, por exemplo comparando a recusa de concessão de um aval, que não implica o pagamento de um cêntimo que seja - se a RASM cumprir as suas obrigações como lhe compete - e o espatifar de mais de 3 mil milhões de euros para tapar a dívida ao sector financeiro por parte das empresas públicas (com a CP à cabeça com quase 500 milhões de euros), mais os milhares de milhões para uma TAP a definhar e mais quase 500 milhões de euros para o ex-BES. Estou a perorar sobre o envolvimento dos tribunais e do TC na questão das relações financeiras entre Estado e RAs? Sei lá, mas tenho essa liberdade acho eu, mas por acaso alguém pensou a sério nisso? (LFM)

segunda-feira, outubro 12, 2020

Portugal cobra mais de 4.300 taxas às empresas. Só a Agência Portuguesa do Ambiente é responsável por 600

O trabalho, realizado pelas consultoras EY e Sérvulo para a Confederação Empresarial de Portugal (CIP), a partir de um cálculo do peso da carga fiscal das empresas considerando os impostos pagos sobre o volume de negócios, mostra que “em 2017, Portugal ocupava a 11.ª posição entre os Estados-Membros da EU 27, representando os impostos 20% do volume de negócios das empresas.

Em 2008, Portugal ocupava a 16.ª posição tendo entretanto subido no ranking, apresentando a 5.ª maior subida, adiantou a CIP, num comunicado.

De acordo com a CIP, “entre 2008 e 2017, apenas oito países registaram subidas neste indicador, tendo-se, na verdade, registado uma redução da carga fiscal nos restantes 19 países”, lê-se na mesma nota.

“A estas conclusões, cabe acrescentar que, embora a tributação clássica (IRC, IRS, IVA, IMI e IMT) continue a constituir a principal origem de receita fiscal, verifica-se uma progressiva deslocação da tributação tradicional para um modelo tributário assente numa multiplicidade de figuras tributárias, nomeadamente, taxas e contribuições”, indicou a CIP.

Mais de metade dos portugueses não têm capacidade financeira de poupar para a reforma

De acordo com o estudo europeu de pensões da Insurance Europe, os portugueses são os que têm mais interesse em poupar para a reforma, mas a incapacidade financeira atual está acima da média europeia.

Mais de metade dos portugueses (53%) não têm capacidade de poupar para a reforma, de acordo com o estudo da Insurance Europe, que sinaliza que Portugal está acima da média europeia entre os que não poupam para a reforma.

Segundo os resultados do estudo europeu de pensões da Insurance Europe, divulgado esta terça-feira, os portugueses são os que têm mais interesse em poupar para a reforma, mas não dispõem de capacidade financeira.

Adicionalmente, a amostra revela que os portugueses que não estão a poupar para a reforma, está acima da média europeia.

Os resultados do inquérito, realizado a mais 10.000 indivíduos (1.013 participantes de Portugal), em 10 países europeus, revelam que Portugal supera a média europeia em vários indicadores.

Mais precisamente, 53% dos portugueses afirmaram que têm interesse em começar a poupar para a reforma, embora não tenham condições financeiras no momento.

“Com este percentual Portugal assume a liderança neste ranking, que conta com uma média europeia de 42%. Adicionalmente cerca de 45% dos inquiridos indicaram que não estavam a realizar poupanças privadas para a reforma, um valor também à cima da média da Europa de 43%”, refere.

De sublinhar que 35% dos inquiridos a nível nacional revelaram que planeiam poupar para a reforma num futuro próximo, sendo “um percentual de relevo, tendo em conta que a média europeia para este indicador é de 20%”, refere.

Destaque ainda para os parâmetros relacionados com a segurança do investimento realizado, com resultados para Portugal também acima das médias europeias.

Segundo o estudo, 76% dos portugueses afirmaram que preferem receber pelo menos o total do valor investido e possivelmente um pouco mais, já a nível europeu, este percentual é de 73%.

Em sentido contrário, apenas 36% da amostra nacional revela estar disposta a pagar por uma proteção, caso viva mais anos do que inicialmente esperado.

Portugal é o país com menor frequência para este indicador e posiciona-se no final da tabela dos 10 países analisados, na qual a média europeia é de 43% (ECO digital)

Açores: uma (nova) campanha diferente de todas as outras


 fonte: Público

domingo, outubro 11, 2020

Covid-19: Hospitais acusam pressão

 

Reino Unido prepara mais restrições para evitar novo confinamento

 

Credores do GES pedem 73 milhões de euros a acusados em processo judicial


Marcelo vai dividir família no Natal para evitar ajuntamento

 

Campanha eleitoral para eleições nos Açores já arrancou


Crises são com os portugueses


 fonte: Expresso

Banca obrigada a devolver

 


fonte: Expresso

Há eleições nos Açores, sabiam?


 fonte: Expresso

Sondagem (Expresso)


 fonte: Expresso