domingo, outubro 18, 2020

Covid19: sábado negro Alemanha, Itália e França batem recordes de infecções

 

Merkel avisa os próximos dias vão definir o Natal e o inverno

 

Açores e a crise turística

 

fonte: Correio dos Açores

Açores: hotelaria com problemas


 fonte:  Correio dos Açores

Pensar (e repensar) o futuro da Autoniomia Regional



 fonte: Correio dos Açores

Covid19: situação na Madeira (14 a 17 de Outubro)





 fonte: IASAUDE

Pensões ameaçadas


 fonte: Correio da Manhã

Aeroportos nacionais recuperam em agosto. Mas queda no movimento ainda está acima dos 60%

Em agosto de 2020, nos aeroportos nacionais registou-se o movimento de 2,2 milhões de passageiros, representando um decréscimo de 65,9% (-79,5% em julho), segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta sexta-feira. O movimento de carga e correio totalizou 10,4 mil toneladas, correspondendo a uma diminuição de 38,9% (-47,8% em julho).
O número de passageiros desembarcados nos aeroportos nacionais em voos provenientes do Reino Unido registou um decréscimo de 69,1% (-85,5% em julho), tendo o anúncio da inclusão de Portugal na lista de países seguros para viajar (no dia 20 de agosto) contribuído para uma menor redução do número de passageiros desembarcados entre os dias 21 e 31 de agosto (-47,2%), quando comparada com a registada entre 1 e 20 de agosto (-79,7%).
Segundo detalha o INE, em agosto passado, aterraram nos aeroportos nacionais 12,4 mil aeronaves em voos comerciais, o que representa uma variação homóloga de -46,4% (-62,0% em julho e -86,6% em junho).
Registou-se o movimento de 2,2 milhões passageiros (embarques, desembarques e trânsitos diretos), representando uma variação homóloga de -65,9% (-79,5% em julho e -94,6% em junho). O movimento de carga e correio nos aeroportos nacionais totalizou 10,4 mil toneladas, correspondendo a uma diminuição de 38,9% (-47,8% em julho e -54,1% em junho) (Executive Digest, texo da jornalista Sonia Bexiga)

"TAP está a perder dinheiro em praticamente todas as rotas", afirma Ministério das Infraestruturas e Habitação

Depois de o ministro Pedro Nuno Santos ter afirmado que a retoma das rotas criadas no aeroporto do Porto para Amesterdão, Milão, Zurique e Ponta Delgada são "neste momento um prejuízo para a TAP", Rui Moreira reagiu com uma publicação nas redes sociais sobre o assunto. E o Ministério das Infraestruturas e Habitação quis esclarecer a "polémica".

O Ministério das Infraestruturas e Habitação afirmou, esta sexta-feira, que a TAP  "está neste momento a perder dinheiro em praticamente todas as rotas", em resposta às críticas do presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira.

Depois de o ministro Pedro Nuno Santos ter afirmado que a retoma das rotas criadas no aeroporto do Porto para Amesterdão, Milão, Zurique e Ponta Delgada são "neste momento um prejuízo para a TAP", algo que desagradou a Rui Moreira, que reagiu com uma publicação nas redes sociais sobre o assunto, onde ironizou o assunto e criticou as palavras do mesmo.

"Pelos vistos, são as quatro rotas do Porto que dão prejuízo à TAP. As rotas de Lisboa darão lucro. A nova rota Lisboa/Bilbau deve ser um 'must' em termos de rentabilidade e importantíssima para uma estratégia nacional. Promover visitas ao Guggenheim basco é 'top'. Mas, senhor ministro, são boas notícias", ironizou o presidente da Câmara do Porto. "Se são as quatro rotas do Porto que dão prejuízo, pare com elas. Mas, por favor, incorpore a TAP na Carris ou na muito rentável Soflusa. Nós não nos importamos, havemos de encontrar uma solução. Para Lisboa é ótimo: fica com a TAP que, sem o prejuízo do Porto, deixa de ser um perdócio", continua.

Em comunicado, o Ministério sublinha que Pedro Nuno Santos "nunca disse que as únicas rotas que dão prejuízo à TAP fossem as quatro referidas ontem na audição parlamentar em que esteve presente" e que o mesmo referiu esta quinta-feira que "a TAP está neste momento a perder dinheiro em praticamente todas as rotas, incluindo aquelas que se fazem a partir do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa".

No comunicado, lê-se que "atualmente existem 11 rotas operadas pela TAP a partir do Porto e que, apesar de praticamente todas as companhias estarem a reduzir fortemente a operação no inverno, a TAP vai manter 10 rotas no Porto", o que o governante acredita demonstrar "o grande compromisso da companhia aérea pública com a região". "Na audição, quando o ministro referiu as quatro rotas que estavam a dar prejuízo a partir do Porto, estava a responder relativamente aquelas que foram introduzidas após as reuniões do grupo de trabalho que existiu entre a TAP e as associações da região Norte", esclareceu, sublinhando que "nas rotas assinaladas a lotação não atinge os 50%, o que não permite sequer pagar os custos variáveis da operação" (SOL) 

Orçamento do Estado para 2021. A incerteza é a única certeza


Eis o Orçamento do Estado para 2021. Mas o que importa não é os números baterem certo no papel. Se a pandemia não parar e a economia não recuperar, será que os fundos europeus nos podem salvar? Jornalismo de dados, para explicar o país em 2:59 (Expresso)

Como vai evoluir a população global até 2100?

Em 2100, cinco dos dez países com as mais numerosas populações do mundo vão estar no continente africano. Aliás, África é a única região do globo que verá a população crescer de forma substancial nos próximos 80 anos, passando dos atuais 1,3 mil milhões para 4,3 mil milhões no final do século. E Portugal, como chegará ao final do século? Veja tudo isto e mais ainda em dois minutos e 59 segundos. Jornalismo de dados para explicar o mundo. A Nigéria está à cabeça da única região do globo que vai ver a população crescer de forma substancial nos próximos 80 anos. Mais de 120 países vão entrar em decréscimo populacional devido à queda da taxa de fertilidade. A razão é positiva e o padrão acabará por se impôr a África, mas só em 2100: o acesso à educação e à saúde reprodutiva das mulheres e raparigas de todo o mundo vai ter a consequência de terem menos filhos. A contraceção permite às mães escolher ter os filhos que desejam e quando desejam. Leis liberais para a imigração vão ser fundamentais para equilibrar as demografias nacionais e ajudar a controlar o impacto ambiental do aumento da urbanização e da produção de alimentos para cerca de 9 mil milhões de habitantes na Terra. Veja o episódio de jornalismo de dados em 2 minutos e 59 segundos (Expresso)

Já ouviu falar em cidades irmãs? Em Portugal há mais de 200 municípios com 'família' lá fora


Há centenas de localidades portuguesas que têm acordos de geminação com localidades estrangeiras. A relação assenta numa vontade mútua de se conhecerem, em características comuns, afinidades históricas e até na partilha do mesmo nome. Este 2:59 leva-nos num passeio por Portugal e pelo mundo (Expresso)

Como é que o Novo Banco pode continuar a custar-nos dinheiro?


Criado como banco bom do BES, o Novo Banco tem-se revelado um sorvedouro de recursos públicos. Além da capitalização inicial, foi desenhado um sistema que obriga a injeções adicionais e beneficia de empréstimos do Estado. Mas há mais formas de os contribuintes poderem ser afetados. Como? Jornalismo de dados, para explicar o país e o mundo em 2:59 (Expresso)

Sondagem: Marcelo vence sem recorde e Ventura fica à frente de Ana Gomes


Marcelo Rebelo de Sousa será reeleito sem dificuldade, mas ficará aquém da marca de Mário Soares em 1991, segundo a sondagem da Eurosondagem-Associação Montepio para o SOL. A três meses das presidenciais, André Ventura aparece em segundo lugar, com ligeira vantagem sobre Ana Gomes. Se nunca houve dúvidas de que Marcelo Rebelo de Sousa tem uma enorme passadeira estendida para continuar em Belém após as eleições presidenciais do início do próximo ano, agora também poucas restam de que muito dificilmente igualará a percentagem com que Mário Soares foi reeleito em 1991. Numa sondagem especialmente dedicada às próximas presidenciais realizada para o SOL_pela Eurosondagem com o patrocínio da Associação Mutualista Montepio, Marcelo, com 61% das intenções de voto dos portugueses,  está muito longe da barreira dos 70% ultrapassada por Mário Soares nas eleições em que teve como principal adversário Basílio Horta, na altura militante do CDS.

quarta-feira, outubro 14, 2020

Covid19: situação na Madeira (10 a 13 de Outubro de 2020)

 





fonte: IASAUDE

Nomeações...




 fonte: Correio da Manhã

Cenários...contabilísticos

 


fonte: Jornal de Negócios

Quem aceita?


 fonte: Correio da Manhã

O mito sueco


 fonte: Público

Número de divórcios dispara após período de confinamento

 

Covid-19 pode sobreviver no ecrã de telemóvel durante 28 dias


 

FMI agrava previsões para a economia portuguesa

 

Natalidade continua a diminuir em Portugal

 

terça-feira, outubro 13, 2020

Nota: Cafofo, sim e não

 

Paulo Cafofo tem direito à sua indignação - curiosamente anunciada de véspera na comunicação social, sem que o deputado tenha sequer usado da palavra... - e não pode ser condenado na praça pública - tal como os socialistas não podem andar a condenar na praça pública seja quem for, como usualmente fazem - apenas porque devido a denúncias anónimas, algumas autoridades judicias e policiais de investigação efectuaram buscas nalgumas Câmaras Municipais lideradas pelo PS (bem coimo a algumas empresas privadas). Estamos a falar de dm processo com contornos estranhos e desconhecidos, que alegadamente potenciam uma eventual situação de financiamento indirecto do PS numa campanha eleitoral (presume-se que das autárquicas de 2017 dado que as denúncias terão sido feitas em 2018, não se sabe como e junto de quem), mas a verdade é que não há arguidos, não há provas concretas, não há acusações contra ninguém, etc, pelo que a opinião pública, com as redes sociais à cabeça (na sua imensa idiotice e libertinagem muitas vezes fomentadas e organizadas no anonimato e por protagonistas da política que se movem preferencialmente no esgoto da política) não tem o direito de pretender ocupar o lugar da investigação judicial e da justiça e andar a enxovalhar pessoas e a condená-las, pondo em causa a sua dignidade e seriedade.

Quanto a isso nada a dizer.

Mas...

Mas Paulo Cafofo, tal como aquela máxima de que "à mulher de César não basta parecer séria, tem que ser séria" também não pode de forma vergonhosa, rafeira e baixa, ir para o parlamento regional ofender um adversário político da forma ofensiva e indigna (falo nisso porque se tratou de Cafofo, algo que em relação a outros protagonistas provavelmente nem colocaria, por absoluta desnecessidade...) como fez com o Vice-Presidente do Governo - a propósito da relação que o socialista pretendia estabelecer (por conveniência da retórica discursiva num momento) entre o GRM e o sector da construção civil, tendo o empresário Avelino Farinha como alvo não referenciado (não vamos falar de reuniões e de pedidos de financiamentos partidários...). Porque quanto a relações entre partidos e empresas de construção civil ou outras, talvez as coisas comecem a conhecer outros contornos que não interessam a ninguém. Portanto, sim, Cafofo não é acusado de nada, não é culpado de crime nenhum, não é arguido de nada, não existem provas em concreto, apenas alegadas denúncias anónimas com tudo o que isso implica. Mas não, não pode reclamar apenas para si comportamentos sérios e assentes em rigor ético e alimentar insinuações idiotas ou ter atitudes e comportamentos diferentes com adversários políticos. Ficou claro? Se assim não for, esqueça, vai continuar a ser alvo de ataques, de insinuações e de acusações, mesmo que não existam provas. Porque é a política que tem que dar o exemplo, a começar pelos seus protagonistas (LFM)

Nota: aval e outros mistérios e interrogações...

 

Eu não sei - não sei mesmo - os contornos das negociações (?) com Lisboa para que a República aprovasse a garantia à Madeira de um aval para uma operação financeira junto da banca, permitindo assim que a RAM suportasse cerca de menos 6 a 8 milhões de juros anuais. Numa altura, isso eu sei, em que o estado pretende meter mais 460 milhões no ex-BES (cuja rede de gatunos e corruptos nem julgados ainda foram) - e esta geringonça já espatifou mais de 3 mil milhões de euros na banca falida e roubada - o Estado, ou melhor, o governo da geringonça envergonhada recusa (?) o aval pomposamente anunciado na imprensa local, tendo como fonte - outro mistério estranho e algo caricato - por Marcelo Rebelo de Sousa, que atendendo ao desfecho, acaba por sair deste processo chamuscado, desautorizado e ridicularizado.

Acho tudo isto lamentável e absurdo.

Começo por referir, porque me parece importante trazer a este texto opinativo, que desconheço a dimensão do embuste político, a amplitude da manipulação mentirosa que rodeou este processo negocial, mesmo correndo o risco de ter que recuar nas considerações dado que, repito e insisto, desconheço em absoluto os contornos de todo este dossier e já não acredito em nada do que é publicado.

A sensação que eu tenho é que há um défice tremendo de diálogo entre os dois governos, um diálogo que se desenvolva nos bastidores da política e das relações institucionais, sem as doentia dependência de notícias nos jornais e destaques nas televisões (não há maneira de perceberem que essa trampa de atitude não dá votos) - e isso está a contaminar a política madeirense há uns 3 a 4 anos para cá (a chamada governação ou oposição da treta, feita para notícias e não a pensar nas pessoas). Neste caso do aval solicitado pela RAM acresce que tenho a sensação que a opinião pública não tem sido devidamente informada, que há uma desconfiança enorme em relação aos factos e à verdade.

Afinal:

- que contactos manteve o GRM com Lisboa sobre esta matéria? Datas? Missivas? Contactos telefónicos? Entre quem? Quem com quem?

- quem coordena os contactos políticos entre o GRM e Lisboa? E como isso é feito?

- que documentação existe disponível que confirme a razão do GRM perante a recusa (?) de Lisboa na concessão desse aval?

- com o aval do Estado quanto pagaria a RAM, mensalmente? Sem o aval quais os encargos mensais da RAM com essa operação financeira?

- quais as características da operação financeira negociada pelo GRM junto da banca e cuja necessidade ninguém ousará contestar, muito menos nestes tempos de pandemia e atendendo ao rombo causado e que vai continuar a causar?

- que respostas deu Lisboa aos pedidos do GRM? E em que sentido?

- como se envolveu neste processo o Presidente da República - que acaba por fazer uma triste figura e protagonizar um papel ridículo neste processo, desautorizado, colado ao rótulo de potencial "mentiroso" neste processo?

- como é possível, e com que fundamentos institucionais, um jornal regional tenha destacado em primeira página, e com relevo, o alegado "sim" de Lisboa ao aval (curiosamente não deu igual destaque e relevo quando afinal esse "sim" virou "não" de um dia para outro... - quando pelos vistos foi enganado e manipulado nessa notícia?

O que eu sei é que entre a RAM e a República - e confesso que não vejo sinais de qualquer mudança política potencial com este PSD de Rio que acaba por ser apenas um prolongamento, um apêndice se preferirem, de Costa e da sua lógica governativa - e ao contrário do que devia existir, não há canais de diálogo, e as portas que se abrem em Lisboa ou parecem ser reduzidas para as necessidades ou quase não existem.

Noutros tempos - sem com isso pretender fazer comparações, até porque os tempos são outros, os protagonistas e os interlocutores são outros, os momentos e os tempos na política são  diferentes - mesmo parecendo haver "guerra", Funchal e Lisboa tinham canais discretos de diálogo que asseguravam, com mais ou menos tempo de demora, soluções que em determinados momentos eram essenciais. Obviamente que nada funcionou sempre bem e eficazmente, muito menos na perspectiva do que a RAM pretendia ou reclamava. Obviamente que Lisboa não cedeu em tudo ao que o Funchal pedia, mas cenas como estas, desculpem, palhaçadas como estas - que começaram com Cafofo a dizer que ia a Lisboa dar um murro não se percebe onde e como… - nunca vimos. Pelo menos não me lembro, correndo o risco de não estar a ser exacto. Mas não me recordo de nada com estes contornos, contradições, pessoas enganadas, manipulação descarada para consumo mediático, pessoas ridizularizadas, incluindo o Presidente da República etc. Lembro-me sim, e por exemplo, da célebre resposta de Cavaco a João Jardim - dada no Porto Santo – do  “queres dinheiro vai ao Totta” (frase publicitária muito em voga nesse tempo), o complicado relacionamento financeiro com Passos, agravado com a história do tal “buraco” surgido em 2011, a que se seguiu um humilhante PAEF, o relacionamento exemplar e surpreendente (devido às “guerras” políticas então existentes) entre Jardim e Guterres, enquanto primeiro-ministro, e os gravíssimos conflitos no tempo de Sócrates e do seu ministro Teixeira dos Santos, em torno das mudanças na Lei de Finanças Regionais, mas que não impediram, já no final do mandato, a Lei de Meios, depois da Madeira ter sido devastada por um temporal mortal e altamente demolidor. São episódios que recordo bem. Nada comparável a esta estranha e idiota novela em torno do aval, algo que já antes teve um primeiro episódio com a histórias absurdas e mal contadas, em torno do financiamento do Estado à construção do novo Hospital da Madeira (espero que seja essa a sua designação oficial)

Dúvida

Uma dúvida final: afinal que tipo de relação tem o PS-M com o governo da República? Com quem em concreto? Ou o grupo parlamentar em São Bento é o único interlocutor? Qual a dimensão da receptividade que o PS nacional atribui ao PS-M, sobretudo depois de nova derrota nas regionais de 2019, comparando com o que se passa com o PS-Açores onde os socialistas são poder há décadas. O que eu sei sobre isto, de fonte da minha confiança e conhecedora da realidade, é que o deputado Carlos Pereira, sozinho, tem mais canais de contacto e de diálogo em Lisboa - não confundir com qualquer capacidade de pressão - do que os actuais dirigentes socialistas locais. Quanto a isso não tenho dúvidas. Aliás gostava de conhecer a posição do deputado socialista CP perante a alegada recusa do aval (se é que alguma vez foi acordada...), depois da relação que teve quando foi noticiada a falsa concessão desse aval.

Nota final

Será que Lisboa guarda na gaveta uma surpresa no OE-2021, na discussão na especialidade, na lógica da contabilidade de votos para a aprovação na generalidade do OE-2021? Seria surpreendente. E já agora outro desafio: será que a RAM, mantendo-se a recusa da República a este aval pedido pela RAM, ponderou recorrer aos Tribunais para emissão de decisão ou de jurisprudência sobre esse relacionamento financeiro e sobre a lógica do Estado, por um lado se vangloriar com o facto de pagamentos juros com a dívida portuguesa, e por outro penalizar os madeirenses a pagarem mais 6 ou 8 milhões de euros em juros, caso esse aval não seja concedido? O Tribunal Constitucional não tem uma posição sobre esta temática ao abrigo das disposições constitucionais e das obrigações do Estado mais em concreto? O TC não tem opinião sobre uma dualidade de critérios, por exemplo comparando a recusa de concessão de um aval, que não implica o pagamento de um cêntimo que seja - se a RASM cumprir as suas obrigações como lhe compete - e o espatifar de mais de 3 mil milhões de euros para tapar a dívida ao sector financeiro por parte das empresas públicas (com a CP à cabeça com quase 500 milhões de euros), mais os milhares de milhões para uma TAP a definhar e mais quase 500 milhões de euros para o ex-BES. Estou a perorar sobre o envolvimento dos tribunais e do TC na questão das relações financeiras entre Estado e RAs? Sei lá, mas tenho essa liberdade acho eu, mas por acaso alguém pensou a sério nisso? (LFM)

segunda-feira, outubro 12, 2020

Portugal cobra mais de 4.300 taxas às empresas. Só a Agência Portuguesa do Ambiente é responsável por 600

O trabalho, realizado pelas consultoras EY e Sérvulo para a Confederação Empresarial de Portugal (CIP), a partir de um cálculo do peso da carga fiscal das empresas considerando os impostos pagos sobre o volume de negócios, mostra que “em 2017, Portugal ocupava a 11.ª posição entre os Estados-Membros da EU 27, representando os impostos 20% do volume de negócios das empresas.

Em 2008, Portugal ocupava a 16.ª posição tendo entretanto subido no ranking, apresentando a 5.ª maior subida, adiantou a CIP, num comunicado.

De acordo com a CIP, “entre 2008 e 2017, apenas oito países registaram subidas neste indicador, tendo-se, na verdade, registado uma redução da carga fiscal nos restantes 19 países”, lê-se na mesma nota.

“A estas conclusões, cabe acrescentar que, embora a tributação clássica (IRC, IRS, IVA, IMI e IMT) continue a constituir a principal origem de receita fiscal, verifica-se uma progressiva deslocação da tributação tradicional para um modelo tributário assente numa multiplicidade de figuras tributárias, nomeadamente, taxas e contribuições”, indicou a CIP.

Mais de metade dos portugueses não têm capacidade financeira de poupar para a reforma

De acordo com o estudo europeu de pensões da Insurance Europe, os portugueses são os que têm mais interesse em poupar para a reforma, mas a incapacidade financeira atual está acima da média europeia.

Mais de metade dos portugueses (53%) não têm capacidade de poupar para a reforma, de acordo com o estudo da Insurance Europe, que sinaliza que Portugal está acima da média europeia entre os que não poupam para a reforma.

Segundo os resultados do estudo europeu de pensões da Insurance Europe, divulgado esta terça-feira, os portugueses são os que têm mais interesse em poupar para a reforma, mas não dispõem de capacidade financeira.

Adicionalmente, a amostra revela que os portugueses que não estão a poupar para a reforma, está acima da média europeia.

Os resultados do inquérito, realizado a mais 10.000 indivíduos (1.013 participantes de Portugal), em 10 países europeus, revelam que Portugal supera a média europeia em vários indicadores.

Mais precisamente, 53% dos portugueses afirmaram que têm interesse em começar a poupar para a reforma, embora não tenham condições financeiras no momento.

“Com este percentual Portugal assume a liderança neste ranking, que conta com uma média europeia de 42%. Adicionalmente cerca de 45% dos inquiridos indicaram que não estavam a realizar poupanças privadas para a reforma, um valor também à cima da média da Europa de 43%”, refere.

De sublinhar que 35% dos inquiridos a nível nacional revelaram que planeiam poupar para a reforma num futuro próximo, sendo “um percentual de relevo, tendo em conta que a média europeia para este indicador é de 20%”, refere.

Destaque ainda para os parâmetros relacionados com a segurança do investimento realizado, com resultados para Portugal também acima das médias europeias.

Segundo o estudo, 76% dos portugueses afirmaram que preferem receber pelo menos o total do valor investido e possivelmente um pouco mais, já a nível europeu, este percentual é de 73%.

Em sentido contrário, apenas 36% da amostra nacional revela estar disposta a pagar por uma proteção, caso viva mais anos do que inicialmente esperado.

Portugal é o país com menor frequência para este indicador e posiciona-se no final da tabela dos 10 países analisados, na qual a média europeia é de 43% (ECO digital)

Açores: uma (nova) campanha diferente de todas as outras


 fonte: Público

domingo, outubro 11, 2020

Covid-19: Hospitais acusam pressão

 

Reino Unido prepara mais restrições para evitar novo confinamento

 

Credores do GES pedem 73 milhões de euros a acusados em processo judicial


Marcelo vai dividir família no Natal para evitar ajuntamento

 

Campanha eleitoral para eleições nos Açores já arrancou


Crises são com os portugueses


 fonte: Expresso

Banca obrigada a devolver

 


fonte: Expresso

Há eleições nos Açores, sabiam?


 fonte: Expresso

Sondagem (Expresso)


 fonte: Expresso

Sondagem (Sol)

 


fonte: Sol

sábado, outubro 10, 2020

Trump: encontro na Casa Branca provoca surto de covid-19


Covid19: Podem ser agravadas as medidas para combater a Covid-19 em Portugal


Covid19: Conheça a quarentena mais longa do mundo

 

Governo quer baixar taxa de IRS para subir salários


Retrato dos Açores em vésperas de eleições regionais: poucos jovens, casas mais baratas e emprego nos 55%

São Miguel é a única ilha dos Açores com mais jovens do que idosos e onde o saldo natural ainda é positivo. A conclusão é da Pordata, que reuniu alguns dos principais indicadores sobre a Região Autónoma dos Açores (RAA) para traçar um retrato do arquipélago das nove ilhas – que, no total, conta com cerca de 242 mil habitantes (2,4% do total de Portugal).

Dados de 2019 mostram que São Miguel é a ilha com mais população (cerca de 137 mil), ficando significativamente à frente dos restantes. Terceira, no segundo lugar, fica-se pelos quase 55 mil habitantes. No sentido inverso, Corvo é a que tem menos pessoas: apenas 485 residem nesta ilha.

O relatório “Retrato dos Açores” mostra ainda que há apenas 3.857 estrangeiros a residir nos Açores, o que compara com os 588.976 do total de Portugal (dados do ano passado).

Como vivem os açorianos?

Entenda uma estranha guerra


 fonte: Visão

COVID-19: uma leitura do contexto demográfico e da expressão territorial da pandemia (dados até 7 de outubro)

A expressão da pandemia continua a ser caracterizada por uma elevada heterogeneidade territorial. Alguns dos resultados apurados foram os seguintes:

• Desde o início de março que o número preliminar de óbitos em 2020 para o total do país, aferidos às últimas quatro semanas, se mantém superior ao registado no período homólogo de referência (média para o mesmo período em 2018 e 2019). Em 186 dos 308 municípios portugueses em que reside 76% da população, o número de óbitos entre 31 de agosto e 27 de setembro de 2020 foi superior ao valor homólogo de referência.

• A 7 de outubro registou-se o maior número de novos casos (valores acumulados dos últimos 7 dias) em Portugal: 6 138 novos casos (correspondentes a 6,0 novos casos por 10 mil habitantes). A 4 de outubro foram, pela primeira vez, ultrapassados os 5 618 novos casos registados a 2 de abril (correspondentes a 5,5 novos casos por 10 mil habitantes).

• A 4 de outubro, data da última atualização de dados ao nível do município, existiram no país 5,7 novos casos confirmados de COVID-19 por 10 mil habitantes (últimos 7 dias). Em 44 municípios, este rácio foi superior à média nacional, destacando-se 10 dos 18 municípios da AML: Loures (12,4 novos casos por 10 mil habitantes), Odivelas (9,7), Sintra (9,3), Lisboa (8,8), Almada (8,5), Seixal (6,7), Cascais (6,6), Amadora (6,0), Vila Franca de Xira (5,8) e Oeiras (5,8). Na Área Metropolitana do Porto, apenas o município do Porto (7,2) superava a média de novos casos registada para o total do país.

Sondagem: maioria dos portugueses acredita que o pior da pandemia ainda está para vir

Os portugueses estão mais pessimistas do que há cinco meses e acreditam que o pior da pandemia ainda está para chegar.

De acordo com uma sondagem do ICS/ISCTE para o Expresso e SIC, em comparação com os resultados obtidos em maio, o número de inquiridos que ainda temem um agravamento da situação,  passou de cerca de metade para 77%. São agora menos, apenas 12%, os que confiam que o pior já passou.

A situação económica e financeira continua a ser a maior preocupação, sobretudo para quem perdeu rendimentos desde o inicio da pandemia. Apenas 5% dos inquiridos não se mostram inquietos com o impacto nas contas.

O estudo mostra ainda níveis de preocupação semelhantes em relação à situação da saúde pública e um número maior de inquiridos preocupados com o impacto das restrições nas liberdades e direitos cívicos. Revela também que quanto mais velhos são os inquiridos maior é o grau de preocupação.

Sobre o regresso à escola, a maioria dos inquiridos considera que independentemente do grau de ensino, as aulas presenciais devem ser a regra. No caso do ensino até ao sexto ano, apenas 20% entendem que devia existir um misto de aulas presenciais e de ensino à distância. E são menos os que defendem que as aulas em casa devem ser a solução preferencial. Resultados semelhantes para o ensino do sétimo ao 12º ano, mas com mais inquiridos a defenderem uma solução hibrida.

Insolvências crescem 12,3% nos primeiros 9 meses do ano. Setembro é o mês com mais registos

O número de insolvências registadas aumentou 12,3% nos primeiros nove meses de 2020 face ao mesmo período do ano passado, contabilizando-se mais 3.877 registos e mais 424  empresas insolventes, de acordo com um comunicado da ‘Iberinform’.

Em Setembro as insolvências registaram o maior aumento do ano, sendo este, até agora, o mês com mais registos, para um total de 660, uma subida de 53,5% relativamente ao ano passado, que corresponde à percentagem mais elevada desde Setembro de 2017, segundo a mesma nota.

O comunicado revela ainda que «por tipologia, até final de setembro, as insolvências requeridas tiveram um aumento de 5%», para mais 38 empresas do que no ano passado, já «as declarações de insolvência apresentadas pelas próprias empresas registam uma subida de 22,1%, evoluindo de 778 casos em 2019 para 950.

Adicionalmente é também referido que «nestes primeiros nove meses foi declarada a insolvência de 2.100 empresas, mais 220 que no mesmo período do ano passado. Os encerramentos com planos de insolvência tiveram uma redução de 15%».

Empresas europeias preparam-se para uma recessão histórica, indica estudo

Segundo as conclusões do EPR – European Payment Report 2020, apresentadas pela empresa de serviços de gestão de crédito Intrum, “83% dos gestores portugueses prevê que uma recessão pan-europeia seja um dos maiores desafios a enfrentar nos próximos 12 meses”, uma percentagem superior à média europeia de 57%.

Mais de 80% dos gestores portugueses aponta uma recessão pan-europeia como um dos maiores desafios no próximo ano e 68%, a percentagem mais alta em 29 países europeus, planeia reduzir custos antes desta crise, revela hoje um estudo.

Segundo as conclusões do EPR – European Payment Report 2020, apresentadas pela empresa de serviços de gestão de crédito Intrum, “83% dos gestores portugueses prevê que uma recessão pan-europeia seja um dos maiores desafios a enfrentar nos próximos 12 meses”, uma percentagem superior à média europeia de 57%.

Neste contexto, as empresas estão já “a tomar as medidas necessárias para se prepararem para uma recessão resultante da crise pandémica”, com mais de dois terços (68%) das empresas portuguesas inquiridas – a percentagem mais alta dos 29 países da Europa onde foi feito o inquérito – a planearem reduzir custos.

Economia ganha mais com novos confinamentos do que com medidas mais “ligeiras”, defende FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) defende que o confinamento da população para impedir a propagação da Covid-19 será menos prejudicial à economia do que tentar superar a curva de contágio através de medidas mais “ligeiras”, de acordo com o seu relatório ‘World Economic Outlook‘, publicado esta quinta-feira.

“Apesar de ter custos económicos a curto prazo, os bloqueios podem abrir caminho para uma recuperação mais rápida ao conter a disseminação do vírus e reduzir a necessidade de distanciamento social ao longo do tempo, potencialmente com efeitos positivos na economia em geral”, afirma a organização liderada por Kristalina Georgieva.

De acordo com esta análise, o declínio da atividade económica na maioria dos países pode ser atribuído, em partes iguais, aos bloqueios e às decisões individuais dos cidadãos para limitar a sua exposição ao novo coronavírus.

O FMI considera que, especificamente, nas economias mais desenvolvidas, o distanciamento voluntário tem sido responsável por um novo recuo na economia, o que explica com o facto de os cidadãos de países ricos terem mais facilidades para trabalhar em casa e poderem “pagar” para parar de trabalhar temporariamente, em muitos casos graças aos benefícios sociais.

Empresas: Líderes mundiais assumem desemprego como principal preocupação. Portugueses apontam para o risco das doenças infeciosas

O desemprego é a maior preocupação dos líderes empresariais mundiais, de acordo com o mapa interativo “Riscos Regionais dos Negócios 2020”, do Fórum Económico Mundial, desenvolvido em parceria com a Marsh & McLennan Companies, o Zurich Insurance Group e o SK Group.

Da edição deste ano destaque para as crises fiscais que ocupavam o primeiro lugar em 2019 e descem este ano para o terceiro lugar.

As “doenças infeciosas” subiram 28 lugares no ranking e ocupam o segundo lugar, sendo o risco mais recorrente a ocupar o Top 10 em todas as regiões, exceto na Ásia do Sul. As regiões alvo desta pesquisa incluem Ásia-Pacífico, Eurásia, Europa, América Latina e Caribe, Médio Oriente e Norte de África, América do Norte, Ásia do Sul e África Subsaariana.

O questionário analisa 30 riscos, incluindo ataques terroristas, fenómenos meteorológicos extremos e colapsos ou crises de Estado.

Embora no top dos riscos estejam principalmente os económicos, os riscos relacionados com o clima estão, também, a ter especial atenção este ano, com as “catástrofes naturais” (que sobem sete lugares), os “fenómenos meteorológicos extremos” (sobem cinco), a “perda da biodiversidade” e “colapso dos ecossistemas” (sobem oito) e a “falha de adaptação às alterações climáticas” (sobem dois) a merecerem lugares de destaque.

Quase 400.000 famílias deixaram de pagar dívidas


Covid-19: As pessoas pensam que por estar no exterior não há necessidade de usar máscara


É preciso repensar programas com amigos, avisa Presidente da República


Covid-19: convívios são responsáveis por 67% dos novos contágios


Acho bem

 


fonte: Jornal de Negócios

Grandezas

 


fonte: Correio da Manhã

Madeira (situação de 6 a 9 de Outubro)





 fonte: IASAUDE

sexta-feira, outubro 09, 2020

A importância do lay-off

 
fonte: Jornal de Notícias

IVA e outras receitas do OE


 

fonte: Correio da Manhã

Pobreza


 fonte: Jornal de Notícias

Falando de petróleo...

 

fonte: Correio da Manhã

Sondagem legislativa

 

fonte: Expresso

Sempre presente....mesmo "ausente"

 

fonte: Sábado

Sondagem presidencial


 fonte: Expresso

Sondagem americana


 fonte: Jornal de Negócios

Mudanças...



 fonte: Jornal de Notícias

O caso das mudanças no Tribunal de Contas

 

fonte: Público

Riquezas...


 fonte: Jornal de Negócios

Dificuldades do costume

 


fonte:Jornal de Notícias

Nunca dorme...


 fonte: Visão