segunda-feira, abril 12, 2021
Um milhão e 600 mil pessoas residentes em Portugal estão em pobreza
sábado, janeiro 23, 2021
Preço de uma pandemia: a pobreza espalha-se por todo o planeta
Em finais de 2020, prevê-se
que mais de cem m
Três limiares de pobreza
(*) Baseado numa análise,
realizada a meio do ano, de países com baixo a médio rendimento. Dados não
disponíveis para a Índia, Paquistão e Senegal. Alberto Lucas López. Shelley
Sperry. Fonte dos dados: Lakner, c., et al., “how much does reducing inequality
matter for global poverty?” Junho de 2020. As conclusões são dos autores e não
do banco mundial (NGM – Portugal)
domingo, novembro 22, 2020
Portugal é o quinto país da União Europeia com mais pobreza entre quem trabalha
Voltou a subir, no ano passado, a percentagem de trabalhadores em Portugal cujo rendimento disponível fica abaixo do limiar de pobreza. O país passou de oitavo lugar, em 2018, para quinto lugar, em 2019, no grau de pobreza no trabalho na União Europeia (UE). Assim, está apenas atrás de Roménia, Espanha, Luxemburgo e Itália. A conclusão é do Relatório Conjunto sobre o Emprego da Comissão Europeia, publicado esta quarta-feira.
“Em Portugal, as taxas de
desemprego global e dos jovens continuam elevadas, apesar de se registarem
reduções moderadas. Os indicadores de risco de pobreza e desigualdades de
rendimento também apresentam níveis elevados em comparação com a média da UE,
pese embora uma ligeira diminuição”, lê-se no documento.
O relatório de Bruxelas sobre
evolução do emprego dá conta de uma taxa de pobreza entre trabalhadores em
Portugal nos 10,8% – um aumento em 1,1 pontos percentuais face a 2018, o pior
agravamento a nível europeu. Assim, mais de um décimo dos trabalhadores
portugueses está em risco de pobreza.
O aumento da taxa de pobreza
entre quem trabalha acontece apesar da subida do salário mínimo nacional nos
últimos cinco anos, e apesar de o país cumprir os critérios de referência
internacionais para a adequação do salário mínimo. Neste ponto, Portugal é o
país que está melhor posicionado – foi o único Estado-membro, no ano passado,
em que a retribuição mínima foi além dos 60% da mediana de salários (ficou em
70%).
De acordo com o Relatório
Conjunto sobre o Emprego, Portugal é o país com as mais baixas qualificações
entre a população adulta: na faixa etária dos 25 aos 64 anos apenas 52%
completou, no mínimo, o ensino secundário. O país é também dos mais afetados
pela precariedade das relações de trabalho.
O documento de Bruxelas aponta
ainda que Portugal foi um dos países mais afetados pela não renovação dos
contratos no contexto da crise pandémica, juntamente com Espanha, Croácia,
Polónia e Eslovénia (Executive Digest, texto da jornalista Mara Tribuna)
quinta-feira, outubro 29, 2020
Risco de pobreza ou exclusão social em Portugal superior à média da UE
No final do ano passado, 21,1% da população da União Europeia (UE), o equivalente a 92,4 milhões de pessoas, encontrava-se em risco de pobreza ou exclusão social. Portugal está ligeiramente acima dessa média (21,6%), e as mulheres são as mais afetadas, segundo os dados divulgados pelo Eurostat. O gabinete de estatísticas europeu revela que, em 2019, mais de um quarto da população estava em risco de pobreza ou exclusão social em sete Estados-Membros: Bulgária (32,5%), Roménia (31,2%), Grécia (30,0%), Itália e Letónia (ambos 27,3%, dados de 2018 para a Itália), Lituânia (26,3%) e Espanha (25,3%). As percentagens mais baixas de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social registaram-se, por outro lado, na República Checa (12,5%), Eslovénia (14,4%), Finlândia (15,6%), Dinamarca (16,3%). %), Eslováquia (16,4%), Holanda (16,5%) e Áustria (16,9%) (MSN)










