quarta-feira, outubro 28, 2020

Açores: PCP com a pior votação de sempre e Bloco com a melhor de sempre


Conclusões: CDS com a pior votação nas regionais dos Açores desde 1996. O PCP com o pior resultado de sempre nos Açores desde 1976 até hoje! Bloco c om a melhor votaçlao de sempre, abaixo dos 4 mil votos, mas com cerca de mais 500 votos que os obtidos em 2016 

terça-feira, outubro 27, 2020

Covid-19: Possibilidade de vacina só no final do ano


O Bloco em sondagem


 fonte: Jornal de Notícias

Sondagem e o BES


 fonte: Jornal de Negócios

Eleições

 


fonte:  Público

Falando de empresas e da sua pujança...

 


fonte: Jornal de Negócios

Crise não poupa aeroportos


 fonte: Jornal de Negócios

Mil tripulantes de cabine da TAP vão ser dispensados até março de 2021


Açores: evolução comparativa do PSD e do PS nas regionais


Elaborei este quadro para facilitar a comparação da evolução dos votos, percentagens e deputados do PSD e do PS nos Açores, desde 1976 até hoje. Recomendo que um certo discurso partidário, repetitivo e exagerado, feito durante alguns anos na Madeira, de apologia a certos "paraísos" que as urnas desmistificaram, seja substituído por alguma coisa mais válida e acertada. PS com a pior votação desde 2000 e PSD que até nem conseguiiu a melhor votação

Suspeitas fundadas?


 fonte: Público

Negociatas milionárias...sem culpados!



 fonte: Correio da Manhã

Intrigas (ou ajustes de contas pessoais?) partidárias

 


fonte: Sábado

Sem fim....



 fonte: Correio da Manhã

Sondagem....mais uma!


 fonte: Jornal de Negócios

segunda-feira, outubro 26, 2020

Porto faz contas ao peso da TAP no Norte

Região pede todos os números das taxas de ocupação da companhia aérea e diz ter alternativas. No dia 15 de outubro, o aeroporto de Lisboa registou 209 partidas e chegadas, com a TAP a responder por mais de 50% destes voos. O aeroporto do Porto, no mesmo dia, registou 86 voos, com a TAP a assumir aqui uma fatia de 25%. Para Álvaro Costa, professor da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, estes números “refletem a diferente abordagem da companhia aérea aos dois aeroportos: a quota da TAP em Lisboa vai variando entre os 50% e os 60%, tal como antes da pandemia, enquanto no Porto fica nos 20% a 25%”.

Especialista em transportes, atento aos números do sector, Álvaro Costa admite que uma estratégia assente em questões de rentabilidade e taxas de ocupação “se torna difícil de gerir quando está em causa uma empresa pública” e quando há um histórico de “mudanças sucessivas na abordagem” à região.

Na frente política, a polémica do momento centra-se nas declarações do ministro Pedro Nuno Santos no Parlamento. Se as quatro rotas criadas no Porto depois de o Estado reforçar a posição na TAP (Amesterdão, Milão, Zurique e Ponta Delgada) têm uma ocupação média de 46% e dão prejuízo, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, pede a divulgação de todos os números. Exigir dados sobre taxas de ocupação é uma reivindicação comum a autarcas, associações empresariais e operadores turísticos. “Há companhias aéreas que dão esses números, mas a TAP não”, comenta Nuno Botelho, presidente da Associação Comercial do Porto, sem esquecer que já houve rotas canceladas, como a ligação a Milão, “com taxas de ocupação de 90%”. “Porque não mostram os mapas com as taxas médias de ocupação?”, insiste Condé Pinto, da APHORT — Associação Portuguesa de Hotelaria e Restauração.

Questionada pelo Expresso, a TAP diz apenas que “o planeamento da rede de destinos e de voos e a retoma da operação são efetuados de acordo com as contingências da evolução da pandemia, oportunidades de procura detetadas e rentabilidade das rotas, tendo em vista a sustentabilidade”.

Água afeta a eficácia das máscaras de proteção

 

Há substâncias usadas para a eutanásia à venda na Internet!....

 

Rainha de Inglaterra condecora madeirense com Medalha do Império

 

ADSE acaba com saldo positivo ano marcado pela pandemia

 
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Excedente da ADSE vai crescer em 2020 “pelos piores motivos”

 Houve uma redução de 35% das faturas apresentadas pelos beneficiários à ADSE em 2020. Tal deverá levar a um excedente superior aos 50 milhões de euros registados em 2019.

A presidente da ADSE (Instituto de Proteção e Assistência na Doença) admite que o excedente da operação em 2020 será superior ao do ano passado por causa da quebra da despesa devido à pandemia. “Pelos piores motivos“, classifica Maria Manuela Faria, explicando em entrevista ao Jornal de Negócios e à Antena 1 que os custos diminuíram porque houve menos consultas devido ao “medo no recurso aos cuidados de saúde” no início da pandemia.

Em 2019, a ADSE conseguiu um saldo positivo de 50 milhões de euros, o qual deverá ser superado este ano com a quebra do número de consultas e meios de diagnóstico verificada até ao verão. Em concreto, houve uma redução de 35% das faturas apresentadas à ADSE pelos beneficiários. Quanto aos atrasos nos reembolsos, a presidente assegura que a regularização passará a ser de 60 dias, graças ao recurso a serviços externos, existindo neste momento 230 mil reembolsos por fazer.

Maria Manuela Faria também esclareceu que as negociações com os privados relativamente aos valores das tabelas estão a “correr bem”, após o confronto do ano passado. A presidente da ADSE garante que a revisão não se traduzirá num aumento exponencial de transferências financeiras para os privados. Contudo, as novas tabelas não deverão estar prontas para entrarem em vigor em janeiro do próximo ano (ECO)

Pandemia desequilibra sistema de Segurança Social

 
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Pandemia encurtou em 10 anos almofada financeira das pensões

Na notícia avançada pelo “Público”, na análise da sustentabilidade do sistema de Segurança Social, o Governo, 2020, apontava que os primeiros saldos negativos do sistema providencial chegassem “no final da década de 2020”. Agora, na proposta de OE para 2021, os números apresentados mostram que na verdade o primeiro défice é agora esperado alguns anos mais cedo.

Bastaram dez meses para que se tivesse encurtado em uma década o prazo previsto até ao esgotamento do fundo que serve de almofada financeira para o sistema de pensões. Este tombo nas pensões foi provocado por uma contracção recorde da economia e um aumento abrupto das necessidades de apoios sociais por parte dos portugueses motivados pela pandemia.

Segundo a notícia avançada pelo “Público“, este domingo, no Orçamento de Estado (OE) para 2020, na análise da sustentabilidade do sistema de Segurança Social, o Governo apontava que os primeiros saldos negativos do sistema providencial chegassem “no final da década de 2020”. Agora, na proposta de OE para 2021, os números apresentados mostram que na verdade o primeiro défice é agora esperado alguns anos mais cedo.

Nos números publicados, referentes apenas aos últimos anos de cada década (2030, 2040, 2050 e 2060), verifica-se que se está a antecipar um défice bem mais elevado em 2030. No OE 2020, o défice projectado era de 424 milhões de euros e agora é de mais do dobro: 987 milhões. Um resultado mais negativo que faz supor que o primeiro défice se possa verificar alguns anos antes do final da década.

Depois, relativamente ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social, que começa a ser usado a partir do momento em que se registam défices, as diferenças entre as projecções feitas no OE2020 e no OE2021 são muito significativas. Há dez meses, o executivo previa “um esgotamento do fundo na segunda metade da década de 2050”. Agora, estima que “o fundo se esgote na segunda metade da década de 40” (Jornal Económico)

Venezuela: Leopoldo López escapa a Maduro


O líder da oposição venezuelana estava refugiado há um ano e meio na Embaixada de Espanha em Caracas de onde saiu este sábado rumo a Madrid.

Será possível eliminar a Covid-19?

Continua o debate sobre se a imunidade de grupo será o segredo para erradicar a doença

O uso de máscara, o distanciamento físico e a lavagem das mãos são eficazes a controlar o contágio pelo vírus SARS-CoV-2. Assim como a testagem, o isolamento e o rastreamento dos contactos dos casos positivos. No entanto, estes cuidados não garantem a eliminação da doença.

Será que existem medidas capazes de erradicarem a Covid-19? Aparentemente, a imunidade de grupo poderia ser a resposta a esta questão, mas é preciso cautela na análise, aconselha o professor de Epidemiologia Experimental da Universidade Trinity College, na Irlanda, Kingston Mills.

A recuperação de uma infeção viral está habitualmente associada ao desenvolvimento de imunidade, mas a reação do sistema imunitário à Covid-19 não está totalmente esclarecida pela ciência. Ainda não se sabe, por exemplo, se a infeção pelo SARS-CoV-2 garante proteção, a posteriori, contra uma reinfeção.

A Suécia teve dez vezes mais mortes por milhão de habitantes do que as vizinhas Finlândia e Noruega.

Quando é que uma pandemia acaba?

Sabemos que a Covid-19 está a propagar-se por todo o mundo desde 11 de março de 2020. Já decretar o seu fim pode ser bem mais complicado

“Quando é que a pandemia acaba? Vai ser muito parecido àqueles filmes em que, depois da palavra ‘fim’, ainda demora uma série de tempo até passarem todos os créditos…”. A imagem que nos é revelada por Carlos Matias Dias, médico de saúde pública e coordenador do departamento de epidemiologia do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge –INSA, representa na perfeição a resposta à pergunta que ecoa nas nossas cabeças há algum tempo. Perante uma doença infecciosa que se dissemina por todo o mundo, saber quando é que uma pandemia acaba é a resposta que todos procuram. Os exemplos da história dão uma ajuda, mas…

Sabemos, antes de mais, que nem vale a pena pensar que já dura há uma eternidade, sobretudo quando a realidade insiste em devolver-nos um retrato pior a cada dia. O mais avisado, repetem-nos especialistas e indicadores matemáticos, é prepararmo-nos para pelo menos mais ano e meio de máscaras, álcool-gel e distanciamento social. Já os menos otimistas apostam que, ao ritmo atual de infeções, arriscamo-nos a ter pandemia para os próximos dez anos. 

As contas (fáceis) do OE-2021 já aprovado na generalidade

Votos contra o OE-2021 (106)

PSD, 79 deputados

CDS, 5

Bloco Esquerda, 19

Chega, 1

Iniciativa Liberal, 1

Votos a favor (108)

PS, 108

Abstenção, 16

PCP, 12

PAN, 3

1 ex-deputada do PAN

Desconhecidos, 1

1 ex-deputada do Livre

TAP falida: sium ou não?

 


fonte: Sol

Saúde em números

 



fonte: Jornal de Negócios

Sondagem presidencial


 fonte:  Jornal de Negócios

Natal e Ano Novo em tempos de Covid: «Seguramente não estarão reunidas condições para festividades de qualquer natureza»

Portugal vive tempos excecionais devido à crise de saúde pública da Covid-19, enfrentando atualmente o estado de calamidade, que implica diversas restrições e limites à liberdade individual e coletiva de cada um, necessários para conter a propagação do vírus.

Muito se tem falado sobre as festividades que se aproximam a passos largos, o Natal e a Passagem de Ano, com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a referir a possibilidade, ainda que remota, de podermos ter de «repensar o Natal», dividindo os elementos da família, para evitar ajuntamentos que podem pôr em risco a saúde de todos.

Perante este cenário, a ‘Executive Digest’ contactou dois especialistas em epidemiologia e saúde pública, no sentido de perceber a sua visão sobre o contexto vivido atualmente, bem como sobre as expectativas ou conselhos para as épocas festivas que se avizinham. Será mesmo necessário repensar as celebrações? Serão as medidas impostas suficientes para controlar a pandemia? Conheça as respostas.

Natal ou Passagem de Ano: Qual o mais arriscado? Há condições para decorrerem normalmente?

Açores: Parlamento regional com representantes de sete forças políticas

A Assembleia Legislativa dos Açores passará a ter representantes de sete forças políticas, com o Chega, a Iniciativa Liberal e o PAN a chegar pela primeira vez ao parlamento regional onde o PS já não terá maioria absoluta. Nas eleições regionais de domingo, o PS venceu com 39,13%, elegendo 25 deputados, menos cinco do que há quatro anos, o que levou a que perdesse a maioria absoluta com que governava desde 2000. Para renovar a maioria absoluta, os socialistas necessitavam de conquistar pelo menos 29 dos 57 lugares do parlamento regional.

De acordo com resultados provisórios divulgados pela Direção Regional de Organização e Administração Pública (DROAP), o PSD foi a segunda força política mais votada, com 33,74% dos votos e 21 parlamentares, mais dois do que nas últimas eleições regionais.

O CDS-PP continua a ser o terceiro partido com maior representação no parlamento regional, mas perdeu um dos quatro mandatos conquistados há quatro anos. Com 5,5%, os democratas-cristãos terão agora três parlamentares, embora a coligação que juntou o CDS-PP e o PPM no círculo do Corvo tenha conseguido eleger um deputado que, porém, integrará o grupo parlamentar dos monárquicos.

Na ‘estreia’ em eleições para a Assembleia Legislativa Regional dos Açores, o Chega foi a quarta força política mais votada, com 5.06% dos votos, e elegeu dois deputados.

O BE, que em 2016 foi o quarto partido mais votado, manteve os dois mandatos conquistados há quatro anos, com 3,6% dos votos.

O PPM, com 2,34% dos votos, manteve o lugar conquistado há quatro anos e conseguiu eleger mais um deputado com a coligação que fez com o CDS-PP no círculo do Corvo.

A Iniciativa Liberal, que também concorreu pela primeira vez às eleições regionais dos Açores, teve 1,93% dos votos e elegeu um deputado.

Com uma percentagem idêntica e apenas menos oito votos, o PAN chegou também pela primeira vez ao parlamento regional, com um parlamentar.

A coligação PCP/PEV, que em 2016 tinha garantido um mandato e obtido o quinto lugar nas eleições, perdeu quase 700 votos e deixou de ter representação no parlamento regional. Nas eleições de domingo ficou em nono lugar, com 1,68% dos votos.

A Aliança, que concorreu pela primeira vez ao parlamento açoriano, obteve 0,41%, o Livre 0,35%, o MPT 0,15% e o PCTP/MRPP 0,14%.

Nas eleições de domingo, registaram-se 2,52% de votos brancos (2.618) e 1,20% de votos nulos (1.251).

A abstenção foi de 54,58%, a segunda maior de sempre, mas inferior à verificada há quatro anos (59,16%).

Lista dos 57 deputados eleitos por partido e círculo eleitoral

PS – 25 MANDATOS:

SÃO MIGUEL: Vasco Cordeiro, Sandra Faria, Patrícia Miranda, Rui Anjos, Francisco César, Maria Carvalho, Vilson Gomes, José Contente, Célia Pereira

TERCEIRA: Sérgio Ávila, Tiago Lopes, Andreia Costa, Rodolfo Franca, Berto Messias

FAIAL: Ana Luís, Tiago Branco

SANTA MARIA: Bárbara Chaves, João Costa

PICO: Miguel Costa, Mário Tomé

GRACIOSA: José Ávila, Manuel Ramos

SÃO JORGE: Maria Isabel Teixeira

FLORES: José Eduardo

CORVO: Iasalde Nunes

PSD – 21 MANDATOS

SÃO MIGUEL: José Manuel Bolieiro, Pedro Cabral, Sofia Ribeiro, Jaime Vieira, Sabrina Furtado, Flávio Soares, António Viveiros, Délia Melo, José Machado

TERCEIRA: António Ventura, Rui Espínola, Vânia Ferreira, Paulo Gomes

FAIAL: Carlos Ferreira, Luís Garcia

SANTA MARIA: Elisa Sousa

PICO: Marco Costa, Carlos Freitas

GRACIOSA: João Costa

SÃO JORGE: Paulo Silveira

FLORES: Bruno Belo

CDS – TRÊS MANDATOS:

COMPENSAÇÃO: Nuno Gomes

TERCEIRA: Artur Lima

SÃO JORGE: Catarina Cabeceiras

CHEGA – DOIS MANDATOS

COMPENSAÇÃO: José Pacheco

SÃO MIGUEL: Carlos Furtado

BE – DOIS MANDATOS:

COMPENSAÇÃO: Alexandra Manes

SÃO MIGUEL: António Lima

PPM – UM MANDATO:

FLORES: Gustavo Alves

PPM/CDS – UM MANDATO:

CORVO: Paulo Estêvão

IL – UM MANDATO:

COMPENSAÇÃO: Nuno Sousa

PAN – UM MANDATO:

COMPENSAÇÃO: Pedro Neves (Açoriano Oriental)

Açores: BE, CDS, CHEGA, IL e PAN elegem pelo círculo regional de compensação

Bloco de Esquerda, CDS-PP, CHEGA, Iniciativa Liberal e PAN ocuparam no domingo os cinco mandatos pelo círculo de compensação para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, numas eleições regionais que o PS venceu sem maioria absoluta.

Nas eleições regionais açorianas existe um círculo por cada uma das nove ilhas e um círculo regional de compensação, reunindo este os votos que não forem aproveitados para a eleição de parlamentares nos círculos de ilha.

Neste círculo, o BE, o CDS-PP, o CHEGA, a Iniciativa Liberal e o PAN elegeram um deputado cada.

Pelos bloquistas foi eleita Alexandra Patrícia Manes, pelo CDS-PP Nuno António Bettencourt Gomes e pelo CHEGA José Eduardo da Cunha Pacheco.

A Iniciativa Liberal elegeu Nuno Alberto Almeida de Sousa e o PAN Pedro Miguel Vicente Neves.

Nos outros círculos, São Miguel, a maior ilha do arquipélago, elege 20 deputados, seguindo-se a Terceira, com 10 deputados, o Pico e Faial, com quatro parlamentares, e São Jorge, Santa Maria, Graciosa e Flores, com três.

A ilha mais pequena dos Açores, o Corvo, elege dois deputados.

Nas eleições realizadas no domingo, o PS venceu as eleições, com 39,13% dos votos, mas os 25 mandatos são insuficientes para manter a maioria absoluta.

O PPD/PSD manteve-se como a segunda força no arquipélago, com 21 mandatos (33,74%), seguido pelo CDS-PP, com três mandatos (5,51%).

CHEGA (5,06%) e Bloco de Esquerda (3,81%) elegeram dois deputados regionais cada, enquanto PPM, Iniciativa Liberal e PAN elegeram um cada, completando os 57 eleitos.

De acordo com os resultados das eleições legislativas regionais, o representante da República nomeia depois o presidente do Governo Regional, que, por sua vez, propõe os membros do executivo (Açoriano Oriental)

Transferências do OE para as Regiões Autónomas

 



Transferências do OE para os municípios e freguesias das Regiões Autónomas

 




Covid19: Europa mergulhada em recordes

 


fonte: Público

Desafios imensos

 

fonte: Expresso

Bancos e os milhões (roubados) em comissões


 fonte: Jornal de Notícias

Everjets...falhada!


 fonte:  Expresso

Economia vulnerável


 fonte: Expresso

Madeira: situação em 21 a 25 de Outubro de 2020






 fonte: IASAUDE

Défices europeus


 fonte:  Jornal de Negócios

sexta-feira, outubro 23, 2020

O mundo é ainda dos homens?

 

Com facilidade alguns dirão que vivemos tempos de igualdade com os mesmos direitos para homens e mulheres. Mas será que é mesmo assim? Os números não mentem e o cenário é ainda pouco animador. Até quando? Jornalismo de dados, para explicar o país em 2:59 (Expresso)

Covid-19 mulher de 68 anos é o primeiro caso de reinfeção em Portugal

 

Campanha eleitoral para as legislativas dos Açores a termina hoje

 

Estado torna-se fiador da dívida da TAP

 

Açores: Partidos de oposição apostam em acabar com maioria absoluta do PS

 

Eleições regionais: Último dia de campanha nos Açores

 

Açores: Rio acusa PS de denegrir candidato do PSD

 
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Sondagem da Universidade Católica: PS mantém maioria absoluta nos Açores


Retrato de Portugal na Europa define ranking do país no continente

 

A crise na restauração

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Crise na hotelaria

 
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quinta-feira, outubro 22, 2020

Açores: PS e PSD disputam os últimos votos antes da eleição

 

Sondagem: Chega, PAN e Iniciativa Liberal podem entrar no parlamento dos Açores

 

Défices europeus


fonte: Público

Moratórias...



 fonte: Jornal de Negócios

Madeira: situação de 18 a 21 de Outubro de 2020





 fonte: IASAUDE

Nota: o peso das encomendas "inocentes"


Não sei se é verdade ou não - não acredito em coincidências e em política os fretes e as "encomendas", ditadas por interesses vários, sobretudo financeiros e políticos, são uma triste realidade que precisa de cumplicidades várias... - nem tão pouco sei se o PSD-Açores vai conseguir sequer atenuar este ano a penosa travessia do deserto iniciada quando Mota Amaral fez as malas e foi para Lisboa e o PSD regional se afundou numa sucessão de lideranças falhadas e perdedoras e ficou refém de vaidades pessoais e das maiores ou menores capacidades de grupos de pressão e de condicionamentos inter-insulares. Mas que isto não ajuda, mesmo nada, quanto a isso não tenho dúvida, mesmo tratando-se de um jornal nacional cujo impacto nos Açores, por si só, é insignificante e diminuto - precisa de outra projecção que obviamente vai surgir. O que sei é que o candidato à liderança do PSD-A não pode ignorar, tem que denunciar o timing e a intencionalidade subjacente a esta situação e tem que procurar esmagar dúvidas que porventura possam influenciar uma determinada faixa de eleitores - com acesso a redes sociais - que podem ser influenciáveis (LFM)

Nota: Congresso do PSD-M sem sala? Mas afinal o que é que ainda não perceberam?


Li hoje, algo estupefacto, que o Congresso do PSD-M, previsto para Novembro deste ano, pode estar em risco pelo simples facto de que o partido não encontra uma sala para meter 1000 pessoas ou coisa que o valha. Ainda bem que assim é. Pensava eu que o PSD-M já tinha percebido que os tempos são outros, que a política deste novo tempo nada tem a ver com o passado, que a realidade política e eleitoral do PSD-M hoje nada tem a ver com o passado recente, que a pandemia existe e não é ficção, etc. Pensava eu que o PSD-M já tinha percebido que os tempos de pandemia são tempos de pandemia, que há regras sanitárias e sociais que não podem ser apenas recomendadas ou impostas às pessoas e que os partidos, em vez, como devem, de ser os primeiros a seguir e a dar o exemplo, ficam fora de tudo isso. De facto, o PSD-M sempre realizou o seu congresso pela medida grande, 450 delegados, 300 inerências, 500 ou mais convidados, era um festão. Os demais partidos da oposição - todos - realizavam os seus congressos regionais em que o maior deles tinha pouco mais de 150 delegados e o mais pequeno... nem congresso havia, porque só dava trabalho, gastava dinheiro e não tinha nem estatutos nem militantes! Lembro-me bem desse tempo. Alguns especialistas em marketing político sublinhavam que por essa via era dada às pessoas, uma imagem de pujança, de força, de liderança partidária e política, etc. O tempo acabou por diluir tudo isso. Nas urnas... A isso junta-se a incapacidade, que existe também, de pessoas e instituições perceberem a realidade, o novo tempo, o hoje diferente do ontem, o presente que nada tem a ver com o passado. De facto, e bem vistas as coisas, neste tempo de pandemia e de crise social e económica, o que é que este Congresso - ou qualquer outro - pode trazer de novo e de útil para as pessoas, que novidades podem afinal resultar de uma reunião partidária de tão ampla magnitude e cuja dialética e conteúdos discursivos até podemos facilmente antecipar? Salvo a eleição dos demais órgãos dirigentes (exceptuando Comissão Política e Secretariado eleitos em directas), e o cumprimento das disposições estatutárias - no passado quantas vezes isso não foi feito, e alguém morreu por causa disso? - o que é que de tão útil, inadiável e necessário para as pessoas podem elas esperar destas reuniões? O PS-M também realizou o seu congresso há cerca de um mês (nunca teve mais de 200 pessoas ao mesmo tempo na sala). Hoje, passado esse tempo sobre esse evento, o que é que a opinião púbica regional reteve ou retém desse momento partidário? Nada, zero. É sempre assim, com todos os partidos em todo o lado. Os congressos são um momento político, um tempo delimitado no tempo e com validade definida. Houve tempos em que eram a oportunidade para uma catarse interna, para mudanças de pessoas, para (re) ajustamentos do caminho, das propostas e dos discursos. Hoje com a mediatização da agenda política, com os espectáculos televisivos, tudo mudou, e aquilo que tinha uma dimensão curta, interna, caseira, passou a ultrapassar as paredes caseiras, mais reservadas, e a ter uma cobertura mediática que não lhe retirando o impacto efémero, passou a impedir que, qual família, as pessoas falassem umas com as outras, olhos nos olhos, dissessem tudo o que deviam dizer, o que sentiam na alma, as queixas, o apontar de erros, etc. Tudo isso foi atirado para debaixo do tapete porque a mediatização dos congressos partidários retirou essa vertente mais interna, mais pura, mais intrínseca. Os próprios dirigentes partidários chegam aos congressos já eleitos, não querendo sujeitar-se por isso a uma maior exposição crítica. E isso não é uma realidade apenas de hoje. No passado mais recente era também mais do que evidente que assim era, os políticos incomodavam-se com as opiniões internas diferentes ou furtavam-se a discussões internas. Os Congressos dos partidos maiores eram vistos, erradamente, como momentos geradores de apoios ou de votos. Não há partido nenhum que perca ou ganhe votos com essas reuniões. Eu sou um cidadão apologista dos partidos, defendo os partidos, acho que eles se descaracterizaram quando ficaram reféns da treta da demagogia populista de fazerem mudanças internas, estruturais, funcionais e até participativas, para agradar a uma sociedade civil que recusou por um lado recusava a militância partidária em nome da apologia do cinzentismo cobarde de quem quer alimentar o rótulo idiota de uma "independência" que nas urnas tem sempre um sentido, um logotipo, uma cor. A mesma sociedade civil que se afasta, denegride ou desvaloriza os partidos mas por outro reclama deles maior cedência ao porreirismo idiota de quem não quer deles fazer parte mas que pretende manipular o processo interno de decisão. Ou seja, e é isso que quero transmitir, o PSD-M tem que perceber que não ganha nada nem influencia ninguém com congressos, e que, neste tempo de pandemia, das duas, uma: ou adia essa sua reunião magna para 2021 ou opta por uma realização mais comedida, que garanta o cumprimento das regras que são impostas às pessoas. Com 1000 pessoas isso é impossível cumprir tudo o que é imposto, e bem, aios cidadãos em defesa da nossa saúde. E não podemos tolerar que no final de Novembro um partido para gaudio próprio queira um congresso massificado e com uma dimensão participativa como se nada de novo tenha acontecido e depois andar a querer alterar tudo em nome do combate da pandemia, incluindo condicionando ou limitando as tradições natalícias mais genuínas dos madeirenses, impondo-lhes obstáculos até na dimensão das pessoas que se sentarão à volta da mesa na ceia natalícia. Onde ela ainda for possível. Isso seria vergonhoso e irresponsável. 
O que eu acho? 
Opção por um Conselho Regional alargado em Novembro -. mes já marcado pela discussão em torno da proposta de orçamentro regional para 2021 - e habilitado a tomar decisões políticas internas excepcionais, nomeadamente a prorrogação do mandato dos membros dos três órgãos estatutários - Mesa, Conselho Regional e Conselho de Jurisdição - por mais alguns meses (que mal vem ao mundo se isso acontecer? - e admitir que a reunião magna social-democrata se realize em Março ou Maio (Abril é mês de Páscoa) de 2021, caso tudo se normalize Porque no fundo é essa a esperança de todos os cidadãos, hoje claramente com a sua própria liberdade muito condicionada pelo combate que tem que ser travado  ontra a pandemia até termos um tratamento ou uma vacina eficaz e segura. É o que eu penso que devia (exemplarmente) ser feito para que ninguém perca a autoridade moral e a legitimidade, ainda por cima quando começamos todos a perceber que se aproximam, oxalá que não, novos tempos para decisões condicionadoras. Não é por isso que o PSD-M perdertá a sua legitimidade (LFM)

Nota: Pedro Calado na corrida à CMF? A pandemia está a corroer as células cinzentas?

Sobre o tema em epígrafe, e sem mais considerações - desde logo uma deambulação sobre a realidade numérica dos actos eleitorais no Funchal e os dados que as eleições de 2017 (que deviam ser lição em muita coisa e pelos vistos não foram....), deixo apenas três itens em cima da mesa (na certeza que sou daqueles que acham que Pedro Calado deve estar onde está e que é mais útil continuando onde está)

I. Quando Passos e Portas andaram a fazer o que fizerem em Lisboa, no poleiro, entre 2011 e 2015, por acaso o PSD ou o CDS lideravam a Câmara de Lisboa? E isso foi importante para eles? Por acaso deixaram os dois agora retrirados da política activa (mas tudo o que ainda hoje se passa ainda é o "legado" deles...) de dormir só porque Costa era o edil de Lisboa e agora está onde está graças ao que aconteceu erm 2015?

II. Cheira-me que Pedro Calado está a ser apressadamente empurrado para dar o passo mais desastroso da sua ainda curta vida política. E o pior é que me cheira também a que alguns andam a querer isso e incentivam-no a fazê-lo exactamente para se verem livres do actual Vice do GRM. Acho que até sondagens vão promover a contar com o eventual deslumbramento de PC. Só que em eleições - e sublinho não sei como vão ser as autárquicas de 2021, não sei mesmo, em termos processuais, no terreno (veja-se a deprimente e desmobilizadora campanha eleitoral para as regionais nos Açores, comparando com o que era normal antes da pandemia) e quais as consequências disso - mnandam os erleitores nas urnas, aqueles que lá forem. Resumindo, e citando os brasileiros, "sacanagem pura"...

III. Alguém me explica a sério uma coisa: será que a CMF anda a tirar a inteligência e a racionalidade às pessoas na política, ao ponto de elas já nem saberem o que são as prioridades neste momento de treemenda incerteza em que nada pode falhar sob pena da Madeira mergulhar num casos económico, social e financeiro? E, já agora, um dia, se quiserem, podemos escrever as memórias verdadeiras, repito, verdadeiras, de tudo o que se passou entre a CMF e o GRM noutros tempos - não tão longínquos... - e de como certos desfechos acontecerem, porque acontecerem, à custa do quê e graças a quem e a quê.
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Notas finais: o PS-Madeira sozinho nunca ganhou eleições autárquicas no Funchal, a não ser em coligação (2013 e 2017). O PSD-M parece ter-se esquecido que depois das derrotas autárquicas, repito, em 2013 e 2017, voltou a perder no Funchal para as regionais de 2019, mesmo que neste caso possamos encontrar explicações (?) para o que se passou. Mas que o aviso ficou - ficou mesmo? - quanto a isso não tenho dúvidas. Nas autárquicas - último recado a quem de direito - a atitude dos eleitores (e não duvidem que apenas 35 a 40% dos eleitores votantes fazem as opções em função da em fidelidade partidária) tem muito a ver com a confiança que os candidatos transmitem, com a seriedade, com a afectividade que o candidato constrói com os seus eleitores, na freguesia e no concelho, com a forma como no terreno consolidam essa confiança que sendo política é também pessoal. O PSD-M teve pelo menos dois exemplos em 2017 que deviam servir de barómetro para decisões futuras. Duvido que alguma vez venham a ser. Porque há quem prefira perder tempo à "posteriori" a tentar justificar as derrotas do que em antecipadamente precaver-se para que elas não ocorram. E neste contexto - falando agora de outros que não em PC, porque esta procissão pré-autárquica tem muito protagonista ambicioso à espreita e que se julga um "deus" das urnas e dos eleitores... - as vaidades pessoais e a incapacidade de certas pessoas em perceberem qual é realmente o seu lugar. Ficou claro?
Em 2013 o PSD-M ainda com Alberto João Jardim não perdeu 7 das 11 Câmaras Municipais da RAM? E qual foi o problema? Se quiserem podemos falar também disso, das eventuais causas para o que se passou então. Mas não foi essa a vontade do povo eleitor? Em 2017 voltou a acontecer igual desfecho, mesmo contabilizando aquelas cenas das candidaturas de independentes, mas todos com passado político activo ligado ao PSD. Não foi de novo essa a vontade dos eleitores? E quais os problemas, em termos de governação regional, daí resultantes? (LFM)

terça-feira, outubro 20, 2020

A derrota dos colégios privados...


 fonte: Público

A pandemia deu febre aos ‘stocks’ de dívida pública


A crise económica provocada pela pandemia de Covid-19 não é uma crise das dívidas soberanas, mas obrigou os governos das economias desenvolvidas a aumentar a alavancagem em 2020. Os gastos com as medidas de proteção ou estímulo vão impedir, na maioria dos casos, um regresso aos níveis pré-pandemia já em 2021 (Infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)

Resposta à pandemia de covid-19 garante subida de despesa na “linha da frente”


Despesa pública sai reforçada nos ministérios da Saúde e da Solidariedade, mais afetados pela crise sanitária, tal como na Educação, no Ensino Superior e também as Infraestruturas e Habitação. Num Orçamento do Estado sem grandes novidades para as pastas económicas, a maior necessidade de contenção também passa pelas que têm funções de soberania, como a Defesa, Justiça, Administração Interna e Negócios Estrangeiros (Infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)

Covid-19: Índice de transmissibilidade do vírus está a aumentar em Portugal

Ao longo da última semana, o valor do R(t) foi de 1.27. De forma a diminuir o número de casos infetados, este valor tem de permanecer abaixo de 1. Durante os últimos sete meses, Portugal contabilizou mais de 100 mil casos confirmados de Covid-19. Neste período de tempo, o grau de transmissibilidade do vírus, apelidado de “R(t)”, variou entre os 0.81 e o 2.42 no território nacional, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge.

O Instituto Nacional de Saúde estimou que o grau de transmissibilidade médio da semana passada foi de 1.27 em todo o território nacional. No entanto, este índice variou entre as diferentes regiões do país – as regiões Centro e Norte foram as zonas com maiores índices de transmissibilidade, sendo que o Algarve foi a única região com um R(t) inferior a 1.

Os índices de transmissibilidade das regiões Centro e Norte foram superiores à média nacional, com valores de 1.33 e 1.36, respetivamente. Por sua vez, a zona de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) e do Alentejo revelaram índices de transmissibilidade mais baixos, mas ainda superiores a 1, com um R(t) de 1.16 e 1.18. A zona com o R(t) mais baixo foi o Algarve, com 0.99.

Covid-19: Portugal pode contar com um novo pico em meados de novembro


Os números em Portugal estão a seguir o previsto pelos modelos, que, como aponta um especialista à VISÃO, indicam um segundo pico em meados de novembro. Apesar de nos últimos dias temos vindo a contabilizar cerca de dois mil novos casos de infeção diários – valores superiores ao máximo de 1 516 do dia 4 de abril – a taxa de mortalidade está em níveis inferiores aos do início da pandemia. São notícias menos más, mas que não podem ser vistas em termos absolutos – uma falha que Henrique Lopes, especialista em Saúde Pública, aponta à análise feita muitas vezes pelos políticos. Uma percentagem mais baixa de óbitos, sobre uma taxa maior do números de novos casos, irá aumentar o número de mortos. Se na primeira vaga tivemos um dia com 37 mortos (3 abril) e “apenas” 852 novos casos, por estes dias temos metade da mortalidade (17), mas perto de dois mil casos diários.

Professores fartam-se...


 fonte: Correio da Manhã

Barómetro político



 fonte: Correio da Manhã