domingo, março 08, 2026

Mais de um quinto do comércio mundial de petróleo (crude) e gás natural liquefeito (LNG) passa pelo Estreito de Ormuz

Mais de um quinto do comércio mundial de petróleo (crude) e gás natural liquefeito (LNG) passa pelo Estreito de Ormuz, um dos pontos mais estratégicos e sensíveis do sistema energético global. Esta estreita via marítima, que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã, é fundamental para o escoamento da produção dos principais países exportadores do Médio Oriente. No primeiro trimestre de 2025, cerca de 27% do comércio mundial de petróleo (crude) e 20% do comércio global de LNG atravessaram este corredor marítimo. Estes números evidenciam a forte dependência da economia mundial de um único ponto de passagem, cuja estabilidade é determinante para os preços da energia e para a segurança energética internacional. A Ásia surge como principal destino destes fluxos energéticos. No caso do petróleo, a 🇨🇳 China absorve 38% das exportações que passam pelo estreito, seguida da 🇮🇳 Índia (15%), 🇰🇷 Coreia do Sul (12%) e 🇯🇵 Japão (11%). A Europa representa apenas 4% destas exportações. Já no gás natural liquefeito, a 🇨🇳 China volta a liderar com 23%, seguida da 🇮🇳 Índia (19%), da Europa (13%), 🇹🇼 Taiwan (10%) e 🇰🇷 Coreia do Sul (9%). Estes dados mostram não só o peso estrutural do Estreito de Ormuz no comércio energético mundial, mas também a elevada concentração geográfica da procura, sobretudo nas economias asiáticas. Qualquer perturbação nesta passagem marítima pode ter impactos imediatos nos mercados globais de energia, nos preços internacionais e na estabilidade económica de várias regiões (Mais Liberdade, Mais Factos)

A revolução da IA

A inteligência artificial (IA) é uma revolução que promete mudar profundamente as nossas economias e sociedades nos próximos anos. Com mudanças tão significativas pela frente, as economias que fiquem para trás neste domínio perderão competitividade internacional. Entre 2013 e 2024, os EUA lideraram, por larga margem, o investimento privado em inteligência artificial entre os principais blocos económicos (471 mil milhões $). A China investiu 119 mil milhões $ (menos de um terço) e a União Europeia (UE) ficou-se pelos 50 mil milhões $ (quase 10 vezes menos do que nos EUA e menos de metade do investimento chinês). No que toca à criação de empresas de IA, no mesmo período, naturalmente os EUA também lideram por larga margem (6.966 empresas). Na UE foram criadas 1.804 empresas (pouco mais de um quarto do que se verificou nos EUA) e na China 1.605 empresas. Nota: os números referem-se a empresas com +1,5 milhões $ em investimento (Mais Liberdade, Mais Factos)


Os ministérios e a estabilidade governativa

Nem todos os ministérios têm a mesma estabilidade governativa. Em Portugal, nas últimas três décadas, desde a data de tomada de posse do primeiro governo liderado por António Guterres (28 de outubro de 1995), algumas pastas apresentam uma grande rotatividade de ministros, enquanto outras tendem a ter ministros que permanecem mais tempo em funções. As áreas com maior estabilidade são a Agricultura (1.108 dias, em média), a Presidência (1.080 dias), e a Justiça e os Negócios Estrangeiros (1.007 dias). Já as pastas com maior rotatividade — ou seja, onde os ministros ficam em média menos tempo — são a Administração Interna (583 dias), a Cultura (593 dias) e a Economia (616 dias). Houve ministros que permaneceram longos períodos, de forma contínua. Alguns mais de seis anos, como é o caso de José Pedro Matos Fernandes no Ambiente, Tiago Brandão Rodrigues na Educação, Augusto Santos Silva nos Negócios Estrangeiros, ou Francisca Van Dunem na Justiça. Por outro lado, houve ministros que nem um mês o foram, como é o caso dos ministros que assumiram funções durante o segundo governo de Pedro Passos Coelho que durou apenas 27 dias.

É importante realçar que, embora existam ministérios que tendem a apresentar menor estabilidade, a permanência dos ministros não depende apenas da pasta em si, mas também do contexto político e governativo em que exercem funções, bem como do perfil dos próprios ministros e a sua adaptação a estas funções políticas de topo. Notas: foram tidas em conta as alterações nas designações dos ministérios. Nos casos em que as pastas estavam incluídas noutros ministérios foi contabilizada e existência de um ministro. Exclui situações em que PM assumiu temporariamente. Foram consideradas as pastas mais relevantes e com mais anos de existência (Mais Liberdade, Mais Factos)

A aposta na transição energética

Grande parte dos países, a nível mundial, tem apostado na transição energética para energias mais limpas, deixando para trás os combustíveis fósseis. No entanto, essa transição energética tem aumentado a procura de diversos minerais críticos, como o lítio, os metais de terras raras, o cobalto, o níquel ou o cobre. Um relatório da Agência Internacional de Energia destaca que as exigências de minerais são muito maiores nas tecnologias de energia limpa do que nas soluções movidas a combustíveis fósseis. Um veículo elétrico típico, por exemplo, requer seis vezes mais minerais do que um carro convencional, e um parque eólico necessita de nove vezes mais matérias-primas do que uma central elétrica movida a gás.

Tendo em conta a maior dependência mundial de minerais, importa perceber quem os extrai e quem os processa/refina. Em todos os minerais acima mencionados há uma elevada concentração da produção e processamento, sendo que no top-3 mundial dos principais países extratores ou países onde é feita a refinação do lítio, metais de terras raras, cobalto, níquel e cobre, há pelo menos um país não democrático em todos os casos (de acordo com o Democracy Index 2024). A nível de processamento, a 🇨🇳 China lidera o ranking em quatro dos cinco minerais, sendo que, por exemplo, no caso dos metais de terras raras representa 91% do processamento/refinação mundial. Outros países não democráticos têm também uma grande preponderância no fornecimento destes minerais, essencialmente ao nível da extração, como por exemplo a 🇨🇩 República Democrática do Congo, 🇲🇲 Myanmar ou a 🇷🇺 Rússia. Sendo estes minerais tão importantes para a transição energética, o mundo fica bastante dependente de países não democráticos. No entanto, essa também é já uma realidade no caso dos combustíveis fósseis (Mais Liberdade, Mais Factos)

Impacto das tempestades em Portugal

As tempestades que atingiram Portugal no início de 2026, tiveram um impacto significativo em várias regiões do país, provocando danos materiais extensos e perturbações na vida de milhares de pessoas. Em poucas semanas registaram-se vários episódios meteorológicos intensos, marcados por chuva persistente e ventos fortes, que provocaram cheias, destruição de habitações e empresas, cortes de energia, necessidade de evacuação e diversas outras perturbações no quotidiano das populações. Os estragos fizeram-se sentir sobretudo nas habitações e nas infraestruturas, com muitas famílias e empresas a sofrerem enormes prejuízos. Em algumas áreas os danos continuam particularmente visíveis, com habitações e empresas ainda destruídas, vias de comunicação encerradas, além de interrupções prolongadas no fornecimento de serviços essenciais, como eletricidade e telecomunicações. Apesar da dimensão dos prejuízos, apenas uma parte relativamente reduzida destes está coberta por seguros. Uma proporção significativa das habitações afetadas não dispõe de proteção contra fenómenos naturais, o que contribui para que a maior parte dos custos recaia diretamente sobre famílias e empresas, e sobre o Estado. As tempestades ilustram, não só a vulnerabilidade a fenómenos meteorológicos intensos, mas também o desfasamento entre os prejuízos económicos provocados e a proteção financeira disponível através dos seguros (Mais Liberdade, Mais Factos)

Curiosidades: ainda a transparência da vacina contra a covid-19

Uma nova batalha legal está se desenrolando sobre a transparência da vacina contra a covid-19. Relatórios indicam que Texas, Utah, Kansas, Mississippi e Louisiana entraram com processos contra a Pfizer, alegando que a empresa não divulgou completamente certas informações de segurança relacionadas à sua vacina contra a covid-19. Os documentos mencionam preocupações como miocardite, pericardite, complicações da gravidez e mortes. As autoridades de saúde já reconheceram casos raros de miocardite e pericardite após a vacinação com mRNA, especialmente entre homens mais jovens. Órgãos reguladores publicaram atualizações e orientações de segurança como parte dos esforços contínuos de monitoramento. A maioria dos casos relatados de miocardite foi descrita como leve, com pacientes se recuperando após o tratamento.

A Pfizer e órgãos reguladores sustentam que os dados dos ensaios clínicos e os achados de segurança pós-autorização foram submetidos de acordo com os padrões exigidos, e que as aprovações foram concedidas após revisão regulatória. A segurança das vacinas continua sendo monitorada por meio de sistemas estabelecidos de farmacovigilância. Como em todos os processos, as alegações serão avaliadas no tribunal, onde as provas e o testemunho de peritos são revisados. Ser nomeado em um documento legal não determina responsabilidade. Os observadores são incentivados a acompanhar os registros oficiais do tribunal e as atualizações regulatórias à medida que os procedimentos avançam (fonte: Facebook Fatos de Engenharia)

El temor a la competencia internacional irrumpe entre el empresariado turístico de Canarias

Los empresarios del sector turístico de Canarias sitúan el aumento de la competencia como un factor clave de cara al próximo ejercicio. En el último informe de la Asociación para la investigación, estudio y excelencia del sector turístico de Canarias (Excelcan) esta preocupación alcanzó al 50% de los encuestados, el nivel más alto alcanzado desde 2023, cuando Excelcan comenzó a ponderar esta variable que apenas representaba un 28,6%. Es, de hecho, la segunda mayor inquietud por detrás de la escasa mano de obra cualificada del Archipiélago. En este contexto la atención se dirige hacia países competidores como Marruecos, que ya tienen previstos el aumento de su capacidad alojativa y que cerró 2025 con un récord histórico: registró 19,8 millones de turistas internacionales, un crecimiento del 14% que rozó por primera vez la barrera de los 20 millones de visitantes. 

Canarias cerró 2025 con 18,4 millones de turistas y un récord de 23.186 millones de euros de gasto impulsado por la rentabilidad del destino. Eso sí, de cara a 2026, las previsiones apuntan hacia la normalización de los ritmos de crecimiento. La tendencia se confirma por la oferta de asientos aéreos provisionales para el primer trimestre del año 2026 que cuentan con un ligero descenso del 1% con respecto al mismo periodo del año anterior. Esto significa que los datos continuarán adoptando un ritmo positivo para el turismo del Archipiélago pero mucho más contenido con respecto a la registrada en los últimos ejercicios. Ya no se habla de llegadas masivas, sino de menos pernoctaciones (-1,2%) acompañado de un mayor gasto (+3,9%). En este sentido, "aparece la variable calidad, pues el turismo está eligiendo destinos con mayor valor añadido en sus instalaciones", asegura José Miguel González, director de Consultoría y Gestión Comercial de Corporación 5.

Quatro dos principais bancos portugueses com lucros de quase 4,4 milhões de euros em 2025

CGD e BCP registam maiores lucros das suas histórias, impulsionando resultados agregados. Banca mantém ganhos na margem financeira apesar das taxas de juro mais baixas e aumento de comissões. Quatro dos principais bancos a operar em Portugal – CGD, BCP, Santander e BPI – tiveram lucros agregados de 4.398 milhões de euros em 2025, mais 5% do que em 2024, segundo contas da agência Lusa. O aumento dos lucros é impulsionado sobretudo pelos resultados da Caixa Geral de Depósitos e do BCP, que registaram no ano passado os maiores lucros das suas histórias.

O ano de 2025 pode vir a ser mesmo o de maior lucro agregado dos principais bancos, mas só se saberá quando saírem os resultados do Novo Banco. Nos primeiros nove meses de 2025, os resultados do Novo Banco estabilizaram nos 610,5 milhões de euros (em linha com o mesmo período de 2024). Nos últimos anos, a banca portuguesa tem vindo a bater recordes de lucros. Quando saíram os resultados de 2023, analistas consideraram que tinha sido atingido um ‘pico’ excecional e previam que em 2024 o setor continuaria fortemente lucrativo mas a níveis inferiores devido desde logo à descida das taxas de juro. Mas 2024 foi novamente um ano de recordes, tendo os lucros agregados da banca portuguesa suplantado os de 2023.

El 35,17% de las viviendas vendidas en Canarias en 2025 fueron compradas por extranjeros

El mercado inmobiliario canario confirma un cambio de fondo: la demanda internacional se ha convertido en uno de los grandes motores de la vivienda en el Archipiélago. En 2025, el 35,17% de las viviendas vendidas en Canarias fueron adquiridas por compradores extranjeros, un porcentaje que sitúa a las islas entre las comunidades con mayor presencia internacional del país y que refuerza el debate político sobre la limitación de compras por parte de no residentes. Los datos, recogidos por el Portal Estadístico del Notariado para el periodo comprendido entre enero y diciembre de 2025, reflejan que más de una de cada tres operaciones inmobiliarias en Canarias ya depende de la demanda exterior. 

Baleares, por encima

El peso del comprador internacional en Canarias solo es superado por Baleares, donde los extranjeros representan el 39,1% de las compraventas, y se sitúa muy por encima de otras comunidades con fuerte mercado inmobiliario. En Cataluña, los compradores extranjeros alcanzan el 20,82%; en Andalucía, el 19,8%; y en la Comunidad de Madrid, apenas el 12,68%, lo que evidencia hasta qué punto el mercado canario depende de la inversión residencial internacional. Este contexto adquiere especial relevancia después de que Canarias haya solicitado a la Unión Europea autorización para poder establecer medidas que limiten la compra de vivienda por extranjeros no residentes, ante el impacto que esta presión puede tener sobre los precios y el acceso residencial de la población local.

Italianos y alemanes lideran la demanda

Por nacionalidades, los datos notariales muestran una demanda diversificada pero con claros protagonistas. Los compradores italianos encabezan las adquisiciones, representando el 18,31% del total extranjero, seguidos por los alemanes (16,6%) y los británicos (8,57%). También destacan ciudadanos de Polonia (5,65%) y Bélgica (4,81%), mientras que el grupo de otras nacionalidades suma el 46,06%, confirmando la creciente internacionalización del mercado inmobiliario canario.  El informe diferencia además entre residentes y no residentes, evidenciando que una parte significativa de estas operaciones corresponde a compradores que no viven de forma habitual en las islas, uno de los elementos clave en el actual debate político y económico.

Jornalismo: Washington Post perdeu quase 85 milhões de euros em 2025, segundo Wall Street Journal

O The Washington Post tem enfrentado dificuldades para encontrar um modelo de negócio sustentável diante da queda no tráfego da web e das mudanças na forma como os consumidores têm acesso às notícias. O jornal norte-americano The Washington Post, que anunciou recentemente um corte de 30% do quadro de funcionários, perdeu mais de 100 milhões de dólares (84,6 milhões de euros) em 2025, indicaram fontes ao Wall Street Journal. O jornal, propriedade de Jeff Bezos, fundador da Amazon, acentua os resultados negativos obtidos nos anos anteriores, uma vez que também perdeu cerca de 100 milhões de dólares em 2024 e cerca de 77 milhões de dólares (65 milhões de euros) em 2023. De acordo com o Wall Street Journal (WSJ), o The Washington Post tem enfrentado dificuldades para encontrar um modelo de negócio sustentável diante da queda no tráfego da web e das mudanças na forma como os consumidores têm acesso às notícias e informações na Internet.

O diretor executivo e editor interino do jornal, Jeff D’Onofio, e o editor executivo, Matt Murray, reuniram-se na quarta-feira com a equipa, descrevendo anos de gastos excessivos e uma queda na produtividade, embora não tenham detalhado o montante das perdas registadas. De acordo com presentes na reunião, D’Onofrio indicou à redação que as despesas superaram as receitas entre 2022 e 2025, devido à contratação de centenas de funcionários nos anos anteriores. Apontou, além disso, que o número de notícias publicadas caiu 42% em 2025 em comparação com 2020, enquanto os custos de redação aumentaram 16% (Observador)

A pouca vergonha dos AL ilegais ou sem controlo


A "qualidade" do alojamento local que temos em prédios residenciais da nossa cidade - e não só - reflete-se em várias situações. Para além de termos perdido paulatinamente a nossa ilha, graças à massificação turística que nos impede, ao contrário do passado, de acedermos a locais  transformados hoje em quadros turísticos instagráveis, mergulhados no caos do que imagens nas redes sociais mostram todos os dias - desde estacionamento desregulado à concentração excessiva de pessoas passando pelo lixo deixado nesses pontos ditos turísticos, juntam-se imagens que para os funchalenses e madeirenses em geral, não constituem hoje novidade, infelizmente. Mas sabemos todos que tudo é tolerado até que um dia haja a coragem de obrigar governantes, de primeiras, segundas e terceiras linhas, a revelarem, obrigatoriamente, que interesses possuem, directamente ou por via de terceiros a eles ligados, no domínio do negócio dos AL, sob pena de serem imediatamente demitidos e penalizados caso se detectem omissões ou falsidades. Só assim se perceberá a omissão de medidas urgentes de regulação do sector, quer no funcionamento dos AL em prédios residenciais (que nada têm com situações em que o negócio se desenvolve em edifícios próprios, muitos deles construídos de raiz ou recuperados para esse efeito). Para além dol escândalo de negócios de AL desenvolvidos numa construção habitacional de uma cooperativa, que para esse efeito beneficiou de apoios públicos e de financiamento bancário com outras facilidades que não as normalmente aplicadas pelos bancos. Sobre esse caso o que aconteceu mesmo, de concreto, o que é que mudou, o que fez a CMF? Ou estão à espera que o assunto "morra" na espuma dos dias? 
O caso recente de uma dondoca do Chega - que tanto ataca a imigração e os imigrantes... - que acabou demitida da CM Lisboa onde tinha sido colocada a trabalhar sem ter currículo para o lugar atribuído, é paradigmático e demonstra a amplitude da hipocrisia que rodeia estes negócios. A referida, depois de uma contundente reportagem na RTP que denunciou o negócio ilegal de AL da referida dondoca, tendo imigrantes como principais clientes de apartamentos sem condições mínimas de vivência e a suportarem rendas dos 600 euros para cima, foi o caso mais recente.


Vem isto a propósito desta cena, em pleno domingo, na porta principal de um dos blocos residenciais do Funchal, onde a cena se repete com frequência. Apesar de existirem locais com contentores de colocação de lixos, a "estrangeirada" não se dá a esse trabalho (o cúmulo dos cúmulos é que funcionários de limpezas desses apartamentos, fazem o mesmo, ou porque é sempre a "aviar" ou porque os proprietários - já ouvi essa versão - não lhes cedem a chave de acesso aos referidos depósitos de lixo)o. Fico sem saber, reconheço, se este quadro absolutamente nojento se fica a dever à incúria de proprietários que apenas querem encher a pança apostados no lucro fácil e não em disponibilizar, por exemplo, regras de utilização dos apartamentos alugados em regime AL, incluindo a chaves de acesso aos referidos contentores de lixo. Ou se os ocupantes dos espaços arrendados - muitos deles nem exibem os sinais exteriores de AL, o que indicia tratar-se de apartamentos ilegais perante as autoridades competentes - pura e simplesmente têm comportamentos na Madeira que nas terras deles, na maioria dos casos, não todos, não se atrevem a ter nos países onde vivem. Ressalvo que não todos, porque nalguns países, a permissividade ainda é pior do que a que exibimos na nossa terra com múltiplas cumplicidades... Reconheço, por experiência própria, que há turfistas preocupados. Eu próprio no meu prédio já fui abordado, no exterior ou mesmo na garagem por pessoas não sabiam como acediam nem onde se localizavam os tais espaços para recolha de lixo, porque simplesmente me garantiram que essa informação não foi colocada no apartamento que alugaram!
Acresce que temos proprietários de espaços arrendados em AL que não comparecem às reuniões do condomínio e que a maioria esmagadora dos residentes nem conhecem porque a titularidade dos espaços mudou de mãos recorrentemente sem que os residentes tenham as noção do que ali se passa, no seu próprio prédio. Aliás, aproveito para desafiar as Câmaras Municipais e autoridades tributárias regionais - e o desafio aqui fica - a passarem a pente-fino as plataformas de arrendamento de espaços AL na Madeira e cruzarem dados delas constantes com os licenciamentos emitidos pelas Câmaras Municipais e o teor do registo obrigatório nas Finanças dos espaços comercializados, para verificarem quantas situações anómalas e demais incongruências, existirão ou não. Duvido que alguma vez isso tenha sido feito. A começar pela propriedade dos espaços em causa.... Tinha curiosidade em conhecer depois as conclusões desse trabalho.
É sabido que os AL são estabelecimentos que prestam serviços de "alojamento temporário a turistas, mediante remuneração, sem reunir os requisitos exigidos para empreendimentos turísticos de natureza". Neste caso, as exigências para os espaços existentes em prédios residenciais, muitos deles ilegais, ou em construções de raiz ou reconstruídas - investimento que se aplaude - não diferem, embora sejam realidades diferentes que não podem ter da parte das autoridades camarárias procedimentos iguais e muito menos excessiva tolerância que caracteriza estas relações estranhas entre entidades e proprietários de AL em espaços residenciais.
O registo, é também sabido, é obrigatório, acho que no Balcão do Empreendedor (online) ou na câmara municipal da localização. O seguro também é obrigatório e a apólice ou comprovativo do seguro, deve ser disponibilizado às entidades oficiais que licenciam os negócios em causa. Falo do seguro de responsabilidade civil.
Resta saber se os espaços inscritos nas plataformas ligadas ao negócio do AL estão todos devidamente legais e quantos são os espaços que funcionam ilegalmente muitos deles sem registo nas plataformas porque funcionam de uma forma diferente, marginal, usando canais diferenciados pouco claros. No fundo, tal como outras actividades ligadas ao turismo e não só.
Finalmente, não me digam que os utilizadores do AL são turismo pata-rapada, porque esses não pagam os preços exigidos no mercado. Podemos quanto muito questionar - caso não existam o adequado controlo dos proprietários - do número de pessoas que efectivamente utilizam os espaços alugados se coincide com o número de pessoas que constam da reserva inicial. Mas isso é outra matéria.
Repito, como nota final: não confundir, nem podemos colocar todos no mesmo cesto, todos os proprietários de AL porque sei que muitos deles têm exigências adequadas e procedimentos cautelares próprios e pugnam pela eficácia exemplar na utilização por forasteiros dos espaços que gerem ou são proprietários. Também, não se podem confundir AL existentes em espaços  residenciais privados - e dizem-me que há bairros ditos sociais (não confundir com construções a cargo de cooperativas de habitação económica) que já estão metidos nesse negócio turístico, porque hoje adquiriram os apartamentos, fizeram obras, conseguirem nova residência e, portanto, estão disponíveis para alugar o espaço que antes ocuparam para actividades turísticas (LFM)

quinta-feira, fevereiro 26, 2026

Estas son las nuevas rutas aéreas que llegarán a Canarias en 2026 con ayudas de casi 700.000 euros

El Gobierno de Canarias ha aprobado la concesión de 682.888 euros en subvenciones destinadas a impulsar nuevas rutas aéreas internacionales directas hacia las islas, dentro de una estrategia para reforzar la conectividad aérea del Archipiélago. Estas ayudas buscan incentivar a distintas aerolíneas a operar conexiones que, en muchos casos, no existían o necesitaban impulso para consolidarse. Entre las compañías beneficiarias se encuentran Jet2, TUI, Volotea, EasyJet y SAS, que han presentado propuestas consideradas viables desde el punto de vista técnico, económico y operativo

Rutas confirmadas 2026

El documento recoge varias rutas concretas que comenzarán a operar o reforzarse gracias a estas ayudas públicas. Entre ellas destacan conexiones estratégicas entre Canarias y diferentes puntos de Europa:

  • Londres (Stansted) – La Palma (SPC)
  • Marsella – Gran Canaria (LPA)
  • Estocolmo – Fuerteventura (FUE)
  • Copenhague – Fuerteventura (FUE)
  • Nantes – La Palma (SPC)
  • Basilea – La Palma (SPC)

Canarias acelera como Europa, pero su renta sigue un 25% por debajo de la media

El Archipiélago crece un 4,4% en 2024, cuadruplica el ritmo de la UE y se sitúa entre las economías más dinámicas, aunque su PIB por habitante en paridad de poder adquisitivo ronda el 75-80% del promedio comunitario. Canarias vuelve a situarse en el centro del mapa económico europeo por una razón clara: crece muy por encima de la media del continente. En 2024, el Producto Interior Bruto del Archipiélago aumentó un 4,4% en términos reales, según la Contabilidad Regional del Instituto Nacional de Estadística. Ese avance contrasta con el crecimiento estimado del conjunto de la Unión Europea, que rondó el 1,0%, de acuerdo con las últimas cifras de Eurostat.

El diferencial es contundente: Canarias cuadruplica el ritmo europeo en un año de expansión moderada en el continente. En España, donde la media nacional se situó en el 3,5%, el Archipiélago también sobresale. Creció más que la Comunidad de Madrid, que avanzó en torno al 3,2%, más que Cataluña, que se movió en el entorno del 3,3%, y por encima de Andalucía, que registró un crecimiento cercano al 3,6%. Solo la Región de Murcia igualó prácticamente el dato canario, mientras Illes Balears quedó ligeramente por debajo.

Canárias: La ZEC bate récords y supera los 12.560 empleos en 2025 tras crear casi 1.500 nuevos puestos

La Zona Especial Canaria (ZEC) cerró 2025 con cifras históricas, según ha detallado la entidad en un comunicado. El consorcio, formado por el Gobierno de Canarias y el Ministerio de Hacienda, alcanzó las 933 entidades inscritas y superó los 12.560 empleos, tras crear cerca de 1.500 nuevos puestos en el último año. Se trata del mayor aumento anual de empleo desde la creación de este régimen fiscal especial, que ofrece baja tributación para atraer empresas al Archipiélago.

Las nuevas empresas

El consorcio ha comunicado que en 2025 cerca del 3 % de las empresas creadas en Canarias decidió instalarse en la ZEC, consolidándola como uno de los polos de atracción empresarial más dinámicos de las islas. Si esta tendencia se mantiene, la previsión es que en la próxima década la ZEC pueda representar entre un 2 % y un 3 % del empleo regional, y entre un 7 % y un 9 % del beneficio empresarial total del Archipiélago.

“Un impulso significativo”

El presidente de la ZEC, Pablo Hernández, destacó que la zona “ha cogido un impulso significativo, tirando de la economía canaria, creciendo por encima de ella y creando más empleo en 2025 que en cualquier otro año de su historia”. Hernández subrayó además que la estrategia de atraer empresas de mayor calidad en sectores específicos ya está dando resultados visibles y que el objetivo es retener más valor añadido y generar empleo estable en las islas.

Cifras de 2024

Los datos definitivos de 2024 ya anticipaban esta evolución positiva. Ese año la ZEC cerró con casi 900 empresas inscritas, más de 700 activas y más de 11.000 empleos, también los mejores registros desde su puesta en marcha. La facturación conjunta superó por primera vez los 3.378 millones de euros y los beneficios alcanzaron los 264,6 millones, un 16 % más que el ejercicio anterior.

Más empleo y mayor facturación media

Las empresas acogidas a la ZEC presentan, según la entidad, un mayor valor añadido. La plantilla media supera los 15 trabajadores —el doble que la media canaria— y la facturación media ronda los cinco millones de euros. Como consecuencia, la ZEC ya aporta más del 5 % del resultado empresarial total del Archipiélago, consolidando su peso dentro de la economía canaria y reforzando su papel como herramienta de diversificación y generación de empleo estable (Atlantico Hoy, texto do jornalista Ariadna Martínez)

Os destinos que deve evitar este ano: a lista negra do turismo mundial


Enquanto muitos portugueses já planeiam viagens para este ano, há locais no mundo que é preferível não visitar em 2026, alertam especialistas em turismo. Enquanto muitos portugueses já planeiam viagens para este ano, há locais no mundo que é preferível não visitar em 2026, alertam especialistas em turismo. A lista foi divulgada pela empresa de guias de viagem Fodor’s Travel, através da sua publicação anual ‘No Travel’, que identifica destinos a evitar até 2027 devido a problemas de masificação turística e impactos ambientais.

Segundo a produtora, a intenção é alertar os viajantes sobre áreas onde o turismo intenso tem provocado efeitos negativos significativos, tanto para o ambiente como para a vida local. “Embora existam lugares que oferecem experiências únicas, outros sofrem com a pressão turística, tornando a visita menos sustentável e por vezes prejudicial para as comunidades locais”, explica Fodor’s Travel. A edição de 2026 inclui grandes cidades, regiões e enclaves pouco conhecidos, mas todos considerados não ideais para turismo nos próximos 12 meses.

Nova tendência turística ganha força em todo o mundo: visitar supermercados em vez de monumentos

A nova tendência entre viajantes, especialmente da geração Z, é explorar supermercados em vez dos clássicos pontos turísticos. Produtos locais, sabores exclusivos e experiências quotidianas motivam este fenómeno que cresce com as redes sociais.

A nova tendência entre viajantes, especialmente da geração Z, é explorar supermercados em vez dos clássicos pontos turísticos. Produtos locais, sabores exclusivos e experiências quotidianas motivam este fenómeno que cresce com as redes sociais. Países como Japão e Estados Unidos são alguns dos destinos preferidos, onde os viajantes encontram artigos difíceis ou impossíveis de adquirir em Espanha, como Kit-Kat de matcha ou sake, konjac, furikake ou guisantes rebozados em wasabi.

O discurso de Trump quebrou o recorde do discurso sobre o Estado da União mais longo já registado

fonte: Visual Capitalist

Metade da população mundial agora vive em zonas de liberdade de imprensa 'muito sérias'

fonte: Visual Capitalist

As Linhas Marítimas do Comércio Global de Petróleo

fonte: Visual Capitalist

A China agora opera a segunda maior frota de submarinos nucleares

fonte: Visual Capitalist

Por que razão o Estreito de Ormuz é importante para a economia global

fonte: Visual Capitalist

Excesso de turismo leva países a medidas extremas: Das taxas milionárias a cancelamentos históricos



À medida que o turismo internacional acelera para níveis históricos, vários países estão a adotar medidas cada vez mais duras (e em alguns casos polémicas) para conter o impacto do sobreturismo nas comunidades locais, nos serviços públicos e no património natural e cultural. Segundo estimativas globais, as viagens internacionais poderão atingir 1,8 mil milhões de chegadas até 2030, depois de a Europa ter concentrado mais de metade dos 1,5 mil milhões de turistas internacionais registados recentemente. Perante este cenário, governos e entidades de turismo estão a recorrer a soluções que, há poucos anos, seriam impensáveis: cancelamento de festivais históricos, barreiras físicas, taxas diferenciadas para estrangeiros, gestão algorítmica de multidões e incentivos comportamentais. Apesar do endurecimento das políticas, a maioria dos destinos sublinha que não pretende afastar visitantes, mas sim redistribuir fluxos, melhorar comportamentos e reduzir a pressão nas épocas e locais mais saturados.

Japão recorre a cancelamentos, barreiras físicas e tecnologia

No Japão, o combate ao sobreturismo entrou numa nova fase. Na cidade de Fujiyoshida, as autoridades decidiram cancelar o festival anual das cerejeiras em flor, que costumava atrair cerca de 200 mil visitantes, depois de sucessivas queixas dos residentes relacionadas com lixo, invasão de propriedades privadas e turistas a entrarem em casas alheias. A decisão surge num contexto de pressão crescente: em 2025, o Japão recebeu quase 43 milhões de turistas, o número mais elevado de sempre. Já em 2024, na localidade de Fujikawaguchiko, foi instalada uma barreira física para bloquear um famoso ponto de fotografias do Monte Fuji, depois de visitantes subirem a telhados, ignorarem regras de segurança e desobedecerem a funcionários municipais.

Os Países do Mundo por Sistema Político

fonte: Visual Capitalist

Os riscos mais urgentes percebidos pelas populações ao redor do mundo

O Índice de Valores Mobiliários de Munique 2026 revelou divergências nos riscos mais urgentes percebidos pelas populações ao redor do mundo. Com base em uma pesquisa realizada com cerca de 1.000 adultos por país em novembro de 2025, o relatório destaca como diferentes nações priorizam ameaças, desde mudanças climáticas até tensões geopolíticas. As pontuações do índice obtidas (0 a 100) abrangem cinco dimensões de risco: impacto geral, trajetória, gravidade, iminência e preparação. No Brasil, preocupações com mudanças climáticas (índice de pontuação=78), clima extremo e incêndios florestais (77) lideram a lista, refletindo a vulnerabilidade do país a crises ambientais. Da mesma forma, a Índia classifica as mudanças climáticas (53) e a destruição de habitats naturais (51) como suas principais preocupações, ressaltando a crescente urgência das ameaças ecológicas no "Sul Global". Para a Alemanha e o Reino Unido, ataques cibernéticos (75 e 74, respectivamente) surgem como a principal preocupação, sinalizando ansiedades crescentes sobre IA e segurança digital. Enquanto isso, crises econômicas e financeiras são prioridade compartilhada no Japão (70), Reino Unido (70) e Estados Unidos (67), enquanto a polarização política (67) também é vista como um grande risco nos Estados Unidos.

No Canadá, os temores de guerras comerciais (68), condições climáticas extremas e incêndios florestais (65) predominam, refletindo tanto vulnerabilidades econômicas quanto ambientais. A China, no entanto, vê os Estados Unidos (38) e as guerras comerciais (31) como suas principais preocupações, ilustrando o atrito geopolítico que molda suas perspectivas de segurança. Os autores do relatório, no entanto, apontam que "pesquisar em autocracias é sempre desafiador, pois os entrevistados podem não sentir que podem expressar livremente suas opiniões – os resultados da China devem, portanto, ser interpretados com cautela" (fonte: Visual Capitalist)

Curiosidades: 90.000 dólares para uma vida mais tranquila e afastada de tudo

O governo irlandês tem o programa “Our Living Islands”, no qual oferece 90.000 dólares para quem quiser uma vida mais tranquila e afastada de tudo. A ideia é repovoar as remotas ilhas costeiras do país e renovar casas que hoje estão abandonadas. Os requisitos? Comprar a propriedade, morar nela e usar o dinheiro para reformar o lar (Fonte: Facebook, Magnatas)


Curiosidades: mito ou facto?

Após o impacto do Voo 11 na Torre Norte do World Trade Center em 11 de setembro de 2001, câmeras de televisão captaram uma figura humana visível em uma abertura formada pela colisão do avião. Em meio à fumaça e às chamas, a imagem mostra uma mulher que aparenta acenar. Muitos investigadores e testemunhas acreditam que essa pessoa possa ter sido Edna Cintron, funcionária que trabalhava nos andares atingidos, embora essa identificação nunca tenha sido confirmada oficialmente. Especialistas explicaram depois que, por alguns instantes, certas áreas do local do impacto puderam formar bolsões temporários com condições mínimas de sobrevivência, antes que os incêndios se espalhassem com mais intensidade (Fonte: Facebook, Sensacional)

Curiosidades: o papel do café

Consolidado como a segunda bebida mais consumida no mundo, perdendo apenas para a água, o café desempenha um papel fundamental na produtividade e na interação social contemporânea. Especialistas destacam que a bebida transcende o simples estímulo químico, atuando como um motor de foco que transforma o estado de prontidão por meio de suas complexas propriedades sensoriais. Seja na intensidade de um espresso ou na textura de um latte, o café dita o ritmo das manhãs e estabelece a cadência de diálogos em reuniões e encontros casuais. Presente em diversas geografias, a infusão é valorizada por sua capacidade de elevar o alerta cognitivo e proporcionar bem-estar, integrando-se organicamente às rotinas urbanas. Globalmente, o consumo do grão é visto como uma linguagem universal de hospitalidade, equilibrando necessidades biológicas com rituais culturais de pausa. Assim, a indústria cafeeira reafirma sua relevância econômica e cultural, servindo de base para o cotidiano de milhões de pessoas que buscam aliar funcionalidade, sabor e sociabilidade em uma única xícara (Fonte: Facebook, Realmente curioso)

Europa: ranking das regiões mais ricas da UE

O ranking das regiões mais ricas da UE mostra o quanto os lucros corporativos e as atividades financeiras afetam o PIB per capita. East and Midland, na Irlanda e Luxemburgo, lideram a lista muito à frente de outras regiões. O fator decisivo aqui não é o dinheiro nas contas dos moradores, mas o desempenho econômico, desde gigantes da internet como Google e Meta até a Amazon em Luxemburgo. Outras regiões também têm alta pontuação, com pontos de venda únicos e claros. Em Hamburgo, o terceiro maior porto da Europa gera alto valor agregado, enquanto a Alta Baviera depende de uma mistura de turismo, indústria e o Oktoberfest.

Dados

  • Leste e Midland - Irlanda, 245
  • Luxemburgo - Luxemburgo, 237
  • Sul - Irlanda, 225
  • Praga - República Tcheca, 193
  • Região de Bruxelas - Bélgica   , 191
  • Ilfov de Bucareste - Romênia, 190
  • Hamburgo - Alemanha, 198
  • Holanda do Norte - Holanda, 174
  • Alta Baviera - Alemanha, 170
  • Capital (Região) - Dinamarca, 168
  • Budapeste - Hungria, 168
  • Île de France - Frankreich, 166
  • Região Autônoma de Bolzano - Itália, 163
  • Utrecht - Holanda, 159
  • Capital de Varsóvia - Polônia, 155 (fonte: Voronoi)

Subsidio Social de Mobilidade: leia tudo o que se passou na reunião de 18 de fevereiro de 2026 na Assembleia da República


SUMÁRIO

O Presidente declarou aberta a sessão às 15 horas e 30 minutos.

No âmbito da ordem do dia, fixada a requerimento do PS, foram discutidas as Apreciações Parlamentares n.os 6/XVII/1.ª (PS) — Decreto-Lei n.º 1-A/2026, de 6 de janeiro, que altera o Decreto-Lei n.º 37-A/2025, de 24 de março, que define um novo modelo para a atribuição de um subsídio social de mobilidade no âmbito dos serviços aéreos entre o continente e as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e entre estas Regiões, e 7/XVII/1.ª (CH) — Decreto-Lei n.º 1-A/2026, de 6 de janeiro — Altera o Decreto-Lei n.º 37-A/2025, de 24 de março, que define um novo modelo para a atribuição de um subsídio social de mobilidade no âmbito dos serviços aéreos entre o continente e as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e entre estas Regiões, juntamente com as Propostas de Lei n.os 51/XVII/1.ª (ALRAA) — Altera o Decreto-Lei n.º 37-A/2025, de 24 de março, que define um novo modelo para a atribuição de um subsídio social de mobilidade no âmbito dos serviços aéreos entre o continente e as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e entre estas regiões, e 55/XVII/1.ª (ALRAM) — Altera o Decreto-Lei n.º 37-A/2025, de 24 de março, que define um novo modelo para a atribuição de um subsídio social de mobilidade no âmbito dos serviços aéreos entre o continente e as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e entre estas regiões, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 1-A/2026, de 6 de janeiro, e revoga as respetivas normas regulamentares, e com o Projeto de Lei n.º 409/XVII/1.ª (CH) — Procede à alteração ao Decreto-Lei n.º 37-A/2025, de 24 de março, afirmando a mobilidade aérea como direito dos cidadãos portugueses das regiões autónomas, reforçando a coesão e a continuidade territorial e alterando a designação do Subsídio Social de Mobilidade, que foram aprovados. Usaram da palavra, a diverso título, os Deputados Francisco César (PS), Pedro Pinto (CH), Francisco Gomes (CH), Hugo Soares (PSD), Filipe Sousa (JPP), Idalina Durães (CH), Jorge Pinto (L), Carlos Pereira (PS), Ana Martins (CH), Marta Patrícia Silva (IL), Inês de Sousa Real (PAN), Fabian Figueiredo (BE), Paula Santos (PCP), Lina Pinheiro (CH), Hugo Soares (PSD), Carlos Pereira (PS), Patrícia Almeida (CH), João Pinho de Almeida (CDS-PP), João Tilly (CH) e Emanuel Câmara (PS).

O Sr. Presidente: — Boa tarde. Peço aos Srs. Agentes da autoridade o favor de abrirem as portas, para o público que quer assistir aos nossos trabalhos.

Eram 15 horas e 30 minutos.

A nossa agenda de hoje tem no seu primeiro ponto uma fixação da ordem do dia, requerida pelo PS, relativa às Apreciações Parlamentares n.os 6/XVII/1.ª (PS) — Decreto-Lei n.º 1-A/2026, de 6 de janeiro, que altera o Decreto-Lei n.º 37-A/2025, de 24 de março, que define um novo modelo para a atribuição de um subsídio social de mobilidade no âmbito dos serviços aéreos entre o continente e as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e entre estas regiões, e 7/XVII/1.ª (CH) — Decreto-Lei n.º 1-A/2026, de 6 de janeiro — Altera o Decreto-Lei n.º 37-A/2025, de 24 de março, que define um novo modelo para a atribuição de um subsídio social de mobilidade no âmbito dos serviços aéreos entre o continente e as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e entre estas regiões, que serão debatidas conjuntamente com as Propostas de Lei n.os 51/XVII/1.ª (ALRAA) — Altera o Decreto-Lei n.º 37-A/2025, de 24 de março, que define um novo modelo para a atribuição de um subsídio social de mobilidade no âmbito dos serviços aéreos entre o continente e as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e entre estas regiões, e 55/XVII/1.ª (ALRAM) — Altera o Decreto-Lei n.º 37-A/2025, de 24 de março, que define um novo modelo para a atribuição de um subsídio social de mobilidade no âmbito dos serviços aéreos entre o continente e as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e entre estas regiões, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 1-A/2026, de 6 de janeiro, e revoga as respetivas normas regulamentares, e com o Projeto de Lei n.º 409/XVII/1.ª (CH) — Procede à alteração ao Decreto-Lei n.º 37-A/2025, de 24 de março, afirmando a mobilidade aérea como direito dos cidadãos portugueses das regiões autónomas, reforçando a coesão e a continuidade territorial e alterando a designação do Subsídio Social de Mobilidade.

O segundo ponto consiste na discussão da conta de gerência da AR (Assembleia da República) de 2024 e  o terceiro ponto consiste em votações.

quinta-feira, fevereiro 19, 2026

Portugal é hoje um dos países europeus com menor cobertura de seguros contra eventos climáticos extremos

Portugal é hoje um dos países europeus com menor cobertura de seguros contra eventos climáticos extremos, apesar de se situar a meio da tabela quando se analisam os prejuízos económicos causados por estes fenómenos. Entre 1980 e 2024, apenas cerca de 3% das perdas associadas a eventos climáticos extremos em Portugal estavam seguradas, um valor muito inferior ao observado na maioria dos países da OCDE. Este dado é particularmente relevante num país altamente exposto a riscos climáticos. A posição geográfica de Portugal — entre o Atlântico e o Mediterrâneo, com um clima quente e vastas áreas florestais — aumenta a vulnerabilidade a incêndios rurais, ondas de calor, secas, cheias e à subida do nível do mar. Não por acaso, entre 1980 e 2023, estes eventos causaram mais de 20 mil mortes e cerca de 17,6 mil milhões de euros em perdas económicas, de acordo com a OCDE. O contraste torna-se evidente quando se comparam seguros e danos. Países como a Suíça ou o Luxemburgo combinam elevados prejuízos per capita com níveis muito superiores de cobertura seguradora, enquanto Portugal acumula perdas significativas — cerca de 1,7 mil euros per capita — com uma das taxas de cobertura mais baixas da Europa. Esta fraca mutualização do risco reduz a eficácia dos seguros privados e transfere grande parte do custo das catástrofes para o Estado e para os cidadãos não segurados.

Perante este cenário, a OCDE recomenda que Portugal avance para um mecanismo formal de partilha de risco público-privado, incluindo a possibilidade de tornar obrigatório o seguro de propriedade contra catástrofes naturais, à semelhança do que já acontece noutros países. Alargar a cobertura seguradora é visto como uma peça-chave para reforçar a resiliência económica, reduzir o impacto macroeconómico das catástrofes e preparar o país para eventos extremos que se prevêem mais frequentes e intensos nas próximas décadas (Mais Liberdade, Mais Factos)

quarta-feira, fevereiro 18, 2026

Curiosidades: a Suíça é mundialmente famosa por sua tranquilidade, mas...

A Suíça é mundialmente famosa por sua tranquilidade, mas o compromisso com o silêncio chega a níveis que parecem exagero para o resto do mundo. Em muitos condomínios e prédios de apartamentos, existem regras internas rigorosas chamadas de Ruhezeit (tempo de descanso). Geralmente, entre as 22h e as 7h, qualquer barulho que possa incomodar o vizinho deve ser evitado. Isso inclui o uso de furadeiras, máquinas de lavar e, em prédios mais antigos com isolamento acústico precário, até a descarga do vaso sanitário.

Fato ou Mito?

É importante esclarecer: não existe uma lei nacional proibindo o uso do banheiro à noite. No entanto, o respeito aos acordos de vizinhança é um pilar cultural fortíssimo. Em prédios modernos, a tubulação é silenciosa e isso não é um problema, mas em construções tradicionais, o barulho da água pode, sim, gerar reclamações formais. Para os suíços, o silêncio não é apenas ausência de barulho, é uma forma fundamental de respeito mútuo (Fonte: Facebook, Historia ilimitada)

Curiosidades: esqueça a má fama do Rio de Janeiro, Paris é pior

Esqueça a má fama do Rio de Janeiro. Nenhuma cidade brasileira entrou no top 10. Um levantamento recente, baseado em milhares de avaliações de viajantes, revelou que a capital francesa é a campeã absoluta de reclamações, concentrando 16,5% dos relatos de crimes. Os pontos turísticos mais famosos, como a Torre Eiffel e Montmartre, são os locais mais perigosos. Os golpes são clássicos e variados: desde batedores de carteira até a "pulseira da amizade" amarrada à força e o truque do anel de ouro caído no chão. No ranking global, Paris é seguida por Roma, Barcelona e Bangkok. O Brasil, contra todas as expectativas, ficou fora da lista dos destinos com mais relatos de furtos a visitantes (Fonte: Facebook, Historia ilimitada)

Curiosidades: no Japão, as próprias crianças participam da limpeza das salas de aula

Em muitas escolas do Japão, as próprias crianças participam da limpeza das salas de aula e dos espaços coletivos. Essa prática faz parte da rotina escolar e é entendida como uma extensão do processo educativo, não como punição. Desde cedo, os alunos aprendem que os ambientes que utilizam diariamente são uma responsabilidade compartilhada. Ao cuidar da sala onde estudam, desenvolvem noções de respeito pelo espaço comum, cooperação e convivência em grupo. A limpeza é feita de forma organizada e supervisionada, integrando o dia escolar como qualquer outra atividade. Essa abordagem reflete valores culturais amplos da sociedade japonesa, nos quais o cuidado com o coletivo é visto como parte natural da vida em comunidade. Embora nem todas as tarefas de manutenção sejam realizadas pelas crianças, a participação ativa nesse processo tem um papel simbólico importante na formação social dos estudantes. Mais do que ensinar limpeza, essa prática busca reforçar a ideia de que responsabilidade e cuidado com o que é compartilhado são aprendidos no cotidiano, por meio da repetição e do exemplo (Fonte: Facebook, Realmente curioso)

Curiosidades: Suíça e a valorização da convivência tranquila

A Suíça é conhecida por sua ordem e pela valorização da convivência tranquila. Em muitas cidades e condomínios, existem regras claras sobre horários de silêncio, especialmente à noite e durante períodos de descanso, geralmente entre 22h e 6h. Essas normas fazem parte de regulamentos de condomínio (Hausordnung) e têm como objetivo garantir que todos os moradores possam descansar sem perturbações. Barulhos excessivos, como festas, música alta ou atividades domésticas repetitivas em horários noturnos, podem gerar reclamações por parte dos vizinhos e até advertências formais. Mais do que apenas uma questão legal, essa prática reflete uma cultura de respeito mútuo. Os suíços valorizam o silêncio e a tranquilidade, tornando-o um dos aspectos mais notáveis da vida cotidiana no país (Fonte: Facebook, Realmente curioso)

Curiosidades: processa a empresa por receber salário por cerca de 20 anos sem realizar trabalho efetivo

Uma mulher francesa está processando sua antiga empregadora, a gigante de telecomunicações, após receber salário por cerca de 20 anos sem realizar trabalho efetivo. Segundo relatos, ela foi contratada em 1993 e, após mudanças internas na empresa, passou a não ter tarefas definidas, permanecendo em atividade contratual, mas sem atribuições práticas. No processo, a mulher alega que essa situação configurou inatividade forçada e assédio moral, afetando sua saúde mental ao longo dos anos. A empresa afirma que buscou proporcionar condições adequadas, considerando licenças médicas e sua condição de saúde, mas o caso segue em andamento, sem decisão final judicial até o momento. O caso chamou atenção internacional justamente por sua singularidade, mostrando circunstâncias incomuns de relações de trabalho e levantando debates sobre direitos do trabalhador, responsabilidades da empresa e impactos de longo prazo na saúde e bem-estar (Fonte: Facebook, Realmente curioso)