quinta-feira, julho 09, 2020

Negócio suspeito dentro do Novo Banco.... O costume!


Covid-19 há mais países a fechar corredores aéreos com Portugal....


Mesmo na rua, uso de máscara passa a ser obrigatório na Catalunha


Câmara de tortura descoberta na Holanda


Qual é a taxa de letalidade da covid-19 no mundo? Cada país tem um número e isso torna mais difícil planear estratégias de resposta

Nos países mais pobres há menos acesso a cuidados de saúde, as casas têm menos condições para o distanciamento mas as populações são jovens. Nos países com populações envelhecidas, os cuidados de saúde são ótimos. O tipo de sangue ou a prevalência da diabetes também afeta o número de pessoas que morrem em cada país e por isso as taxas de letalidade variam muito, ao ponto de ser quase impossível dizer qual é a taxa de letalidade da doença em todo o mundo. A OMS chegou a um número (0,6%) mas muitos países, incluíndo Portugal, estão muito acima disso. Quantas pessoas morrem exatamente por causa da covid-19, em relação às que contraem a doença? Não é um número fácil de encontrar mas é um dado que poderia ajudar os governos a saber com o que contar se e quando decidissem abrir de novo as suas economias, investir em ventiladores e camas preparadas com máquinas de sustentação artificial da vida e uma série de outras formas de prevenção.

Covid-19. Portugal sabe a 27 de julho se reentra nos corredores aéreos do Reino Unido

A reavaliação da lista de países isentos de quarentena nas chegadas ao Reino Unido, da qual Portugal foi excluído devido aos surtos de covid-19, vai ser feita a 27 de julho, revelou esta segunda-feira o ministro dos Transportes, Grant Shapps. "O Governo vai manter os requisitos e isenções estabelecidos nos regulamentos em análise. A próxima revisão dos regulamentos será feita até 27 de julho de 2020", referiu, numa declaração escrita enviada ao parlamento. O Governo britânico publicou na sexta-feira passada uma lista de 59 países e territórios, incluindo Alemanha, Austrália, Espanha, França, Grécia ou Macau, cujos viajantes deixam de ter de ficar em isolamento durante 14 dias à chegada ao Reino Unido a partir de 10 de julho. Os 14 territórios britânicos ultramarinos também estão isentos, bem como os parceiros da zona de circulação comum, nomeadamente Irlanda, Ilhas do Canal (Jersey e Guernsey) e Ilha de Man. A quarentena para todas as chegadas do estrangeiro está em vigor desde 8 de junho e foi imposta para reduzir o risco de uma segunda vaga da pandemia de covid-19.

quarta-feira, julho 08, 2020

Cientistas alertam para potencial epidemia de lesões cerebrais ligadas à covid-19

Multiplicam-se os estudos que indicam que o novo coronavírus pode provocar lesões cerebrais graves. Investigadores pedem estudos em grande escala para avaliar a frequência deste tipo de danos. Um estudo levado a cabo por investigadores da University College de Londres (UCL) dá conta de 43 casos de pacientes com covid-19 que sofreram de disfunção cerebral temporária, acidente vascular cerebral (AVC), lesões nos nervos ou outros efeitos cerebrais graves. A investigação é mais uma em linha com estudos recentes que também indicam que o novo coronavírus pode provocar danos no cérebro. “Resta saber se vamos assistir a uma epidemia em grande escala de lesões cerebrais ligadas à pandemia – talvez semelhante ao surto de encefalite letárgica nos anos 20 e 30, depois da pandemia de gripe de 1918 “, disse Michael Zandi, do Instituto de Neurologia da UCL, co-autor do estudo. A covid-19, causada pelo vírus SARS-CoV-2, é em grande parte uma doença respiratória que afecta os pulmões, mas os neurocientistas e médicos especialistas afirmam que as provas que têm surgido do seu impacto sobre o cérebro são preocupantes.

Vírus pode ter estado adormecido algures antes de surgir na China, diz investigador de Oxford. É “necessária” uma investigação

Para justificar a sua teoria, Tom Jefferson, da Universidade de Oxford, recordou as várias descobertas de amostras do vírus em Espanha, Itália e Brasil, antes mesmo de este ter sido detetado no mercado na cidade chinesa de Wuhan. Os vírus “não vêm de lado nenhum, simplesmente há algo que os acorda”. O vírus SARS-CoV-2 pode ter estado adormecido algures no mundo antes de ter surgido na China. Foi isso que defendeu, em entrevista ao “Daily Telegraph”, um investigador da Universidade de Oxford, Tom Jefferson. Para justificar a sua teoria, o investigador recordou as várias descobertas de amostras do vírus em Espanha, Itália e Brasil, antes mesmo de este ter sido detetado no mercado na cidade chinesa de Wuhan.
JÁ EM MARÇO DE 2019 O VÍRUS CIRCULAVA EM ESPANHA, APONTA ESTUDO
Uma equipa de virologistas da Universidade de Barcelona afirmou recentemente ter detetado o vírus numa amostra de águas residuais recolhida em Barcelona, em março de 2019, nove meses antes de ter sido identificado o primeiro caso na China. “Esta descoberta surpreendente indica que o vírus estava a circular na cidade muito antes da confirmação de covid-19 no mundo”, afirmaram os investigadores em comunicado.

UE/Previsões: Comissário europeu atribui cenário pessimista de Portugal à queda no turismo

O comissário europeu da Economia disse hoje que o agravamento da projeção para a contração da economia portuguesa deve-se sobretudo a uma retoma abaixo do esperado no setor do turismo, e mencionou a reabertura tardia das fronteiras com Espanha. Na conferência de imprensa de apresentação das previsões macroeconómicas intercalares de verão, nas quais Portugal foi o Estado-membro que viu mais agravada a projeção de contração do respetivo Produto Interno Bruto (PIB) – Bruxelas estima agora uma recessão de 9,8%, contra 6,8% em maio –, Paolo Gentiloni admitiu que, “sim, há uma diferença nestas previsões de verão relativamente às da primavera”. “A diferença deve-se a um desempenho pior do que o esperado no primeiro trimestre e a uma recuperação mais lenta do que o previsto no turismo estrangeiro, particularmente no número de voos, e também no atraso da reabertura da fronteira com Espanha, que só aconteceu há alguns dias”, apontou o comissário. Segundo Gentiloni, esta acentuada revisão em baixa das projeções para a evolução do PIB português “confirma como a incerteza em torno de voos e do turismo global podem afetar particularmente economias muito dependentes” do setor turístico.

Nota: será que sabem a desgraça de uma 2ª vaga?

Será que as pessoas entendem que se começarmos e ser confrontados com uma nova espiral de novos casos - e essa eventualidade é real, o que nada tem a ver com as pessoas que não sabiam que estavam positivas e que, devido a esse azar, cumprem religiosamente as recomendações sanitárias exigidas -  nós nem a trampa dos corredores aéreos turísticos que os ingleses nos deram por favor (sem dispensa de quarentena...) conseguiremos manter? E depois como vai ser a retoma? E os milhares de empregados no turismo, restauração e outras actividades conexas? E os empregos num tempo em que nem a emigração é soluçáo porque nos países de acolhimento a situação está igual ou pior que a nossa? E os rendimentos das pessoas? E a subsistência das famílias? Já pensaram nisso realmente? Então se pensaram nisso tudo, porque razão não continuam atentos e vigilantes já que temos conhecimento de muitas situações absurdas de falta de respeito pelo outro e que nada têm a ver com o estado pandémico em que nos encontramos? Apenas por intolerável teimosia rafeira e triste analfabetismo. Ao menos respeitem os pais, os mais idosos, que são os mais vulneráveis nestes tempos de pandemia, de cautela e de contenção, muitos deles vivendo na mesma casa de alguns "artistas" que acham que o covid19 é invenção de político... (LFM)

Nota: desculpem mas há que ser directo

Desculpem a forma agreste da imagem - que me enviaram - mas será que estamos a ser tão idiotas ao ponto de chegarmos a uma situação desta natureza? Como se admite que pessoas naturais da RAM, que vieram do estrangeiro (país europeu) em férias, e que foram declarados positivos no aeroporto do Funchal, e portanto, obrigados a ficarem em casa confinados, acham que só por que vieram de férias à Madeira têm de sair e ir para a rambóia, sem que ninguém lhes rebente o focinho à porrada, porque é isso mesmo que devia ser feito? Que raio de sociedade é esta que tem que recorrer à autoridade policial para obrigar pessoas infectadas com o covid19 - os chamados  positivos - a permanecerem confinadas em casa, defendendo todos os outros, a começar pelas suas famílias e amigos? Será que podemos ser tolerantes com energúmenos destes que entendem que férias são férias e que mesmo que deixem um rasto de contaminação, em casa não ficam? É por isso que eu acho que em situações destas, mais extremas, deviamos saber quem são esses bandalhios porque simplesmente eles são uma ameaça para a nossa segurança colectiva. Gostem ou não que se diga isto (LFM)

Nota: dúvidas "covidianas"....

Uma dúvida - mas que certamente resulta da minha ignorância conjugada com a convicção de que em Portugal também se aldrabam os números da pandemia - quem sabe se estimulada por uns "inteligentes" que desvalorizam a pandemia e que só por vergonha até não negam que ela exista (os chamados "balsonaritos" da trampa que por aí andam): uma pessoa faz um teste de despiste, mete-se no avião para o Funchal, desconhecendo que nesse avião viajam 1 ou 2 ou mais passageiros que também não sabem que só depois dos testes à chegada são declarados positivos, e ficam a saber que estão infectados, que riscos correm os que tinham o seu teste negativo realizado dentro das tais 72 horas antes de desembarcar no Funchal? Basta que os positivos - no caso do avião que dei como exemplo anteriormente - fiquem sob vigilância activa, concretamente em quarentena sob acompanhamento das autoridades sanitárias regionais? E os que tinham os testes negativos que certeza têm eles de que continuam negativos depois de terem viajado num avião com passageiros que os testes à chegada confirmarem serem positivos? São os tais cidadãos que ficam, neste caso concreto, em auto-vigilância ou vigilância passiva? (LFM)

Notas soltas

Eu não sei se o Serviço Regional de Saúde tem dado a devida atenção e está hoje, mais do que nunca, dotado de todos os recursos necesarios para dar uma resposta eficaz, rápida e presente no âmbito da saúde mental. Estamos a falar, reconheço, de uma componente sempre "escondida", discreta, desvalorizada da saúde pública, mas que eu acho que precisa de passar a ter uma outra lógica funcional e de ser colocada num plano diferente neste pós-pandemia. Com estes sinais de crise social e económica, com a previsível impacto desta retoma ainda falhada na vidas das pessoas e na estrutura de muitas famílias, com o desemprego, as falências, etc, recomendo vivamente que este assunto seja devidamente analisado, até porque em todo o mundo temos uma sucessão de notícias dando conta de multiplicação de casos de esgotamento dos próprios profissionais de saúde - e não são os únicos, pelo contrário -  muitos deles porque não resistem à pressão crescente que sobre eles se coloca nestes tempos diferentes de pandemia.
***
Obviamente que a evolução, confirmada pelo IASAUDE, tem a ver com o aumento das operações no aeroporto do Funchal. Mas, já agora, gostava de saber se os chamados "doentes recuperados", no caso da RAM, são acompanhados, e por quem, no seu pós-recuperação e se eventuais sintomas ou anomalias são identificadas ou não, dado que essa é uma das grandes dúvidas da saúde pública: que tipo de recuperação os chamados "recuperados" que passaram pelo impacto mais agreste do covid19, apresentam, de facto? Persistem vestígios dessa infecção? (LFM)

Bruxelas ainda mais pessimista prevê quebra de 9,8% para a economia portuguesa

A Comissão Europeia reviu em baixa as projeções para 2020 da economia portuguesa e da zona euro segundo o documento de previsões intercalares de verão publicado esta terça feira. Bruxelas é, agora, mais pessimista do que o Banco de Portugal que apontava para uma quebra de 9,5% em Portugal e distancia-se ainda mais da previsão de uma recessão de 6,9% prevista no orçamento suplementar. A Comissão Europeia prevê que a economia portuguesa se afunde 9,8% em 2020, segundo o documento de previsões intercalares de verão publicado esta terça-feira em Bruxelas. É uma quebra ainda maior do que a projetada pelo Banco de Portugal nas suas mais recentes previsões, onde apontava para uma recessão de 9,5%. E distancia-se ainda mais da previsão de uma quebra de 6,9% inscrita no orçamento suplementar apresentado pelo governo. Em apenas dois meses, Bruxelas cortou a previsão da recessão em Portugal em 3 pontos percentuais. Em maio apontava para uma quebra de 6,8%, próxima da que o governo de António Costa apresentou no orçamento suplementar.

Maior estudo serológico na Europa foi feito em Espanha e só 5% da população está imune à covid-19. Imunidade de grupo “não é alcançável”

“À luz destas descobertas, qualquer proposta para atingirmos imunidade de grupo através da infeção natural não será apenas muito pouco ética como também não viria a surtir efeitos”. A imunidade de grupo “não é alcançável”. É a conclusão do maior estudo feito sobre imunidade de grupo à covid-19 em qualquer nação europeia (Espanha) e mostra que apenas 5% da população do país com 47 milhões de pessoas está imune ao novo coronavírus. Essa tal imunidade “geral” da população - ou seja, aquele estágio da progressão de uma doença contagiosa em que a maioria das pessoas de uma região já não fica infetada porque uma maioria se vacinou ou porque o vírus já atingiu tanta gente que as pessoas que estão imunes criam uma espécie de barreira ao contágio - não é sequer uma possibilidade distante, segundo as conclusões de uma análise a 61.000 habitantes de Espanha, publicado na revista de descobertas médicas “Lancet”. Dito por outras palavras, 95% da população continua suscetível ao vírus.

Covid-19: Como está Portugal e como estão os outros europeus na lista vermelha do Reino Unido

Há quem considere o critério injusto, quando não ridículo, e quem lembre que não foi só o Reino Unido a adotá-lo. Entre os outros países europeus excluídos do corredor aéreo britânico, há quem tenha melhores indicadores do que Portugal, tanto nos números e taxas de infeções como de mortes. E quem esteja pior. Só não há ninguém que supere a Suécia… e o próprio Reino Unido. A notícia da exclusão de Portugal dos corredores aéreos do Reino Unido continua a marcar a atualidade. Depois de inúmeras reações, esta segunda-feira António Costa voltou ao tema no final de um almoço em São Bento com o presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez. Disse o primeiro-ministro português, dirigindo-se aos espanhóis, que “perante o nível de contágio existente, comparado com as diferentes regiões de Portugal, não há nenhuma razão para que não se sintam mais seguros em Portugal do que no Reino Unido”. E a verdade é que, olhando para o critério que exclui Portugal da ‘via verde’ concedida pelo Governo britânico, o primeiro-ministro não se enganou. Mas António Costa disse mais, insistindo na ideia de que, para avaliar um país, deviam ser tidos em conta “um conjunto muito diversificado de critérios e não um único”.

EUA, Peru e Brasil entre países com mais casos (no total e por milhão de habitante)

A lista de países com mais casos de infecção é encabeçada por países com muitos habitantes: Estados Unidos, Brasil, Índia e Rússia. Quando se olha para o número de casos confirmados de covid-19 por cada milhão de habitantes (disponíveis no site de estatísticas Worldometers), a lista passa a ser liderada por Qatar, Bahrein e Chile – mas os Estados Unidos e o Brasil também entram para a lista (em 8.º e 11.º lugar, respectivamente).  
Países com mais casos de infecção por cada milhão de habitantes:
Qatar (35.952);
Bahrein (17.525);
Chile (15.616);
Kuwait (11.997);
Arménia (9882);
Omã (9593);
Peru (9270);
Estados Unidos (9187);
Panamá (9115);
Singapura (7715);
Brasil (7649).
Países com mais casos de infecção (no total):
Estados Unidos (2,94 milhões);
Brasil (1,6 milhões);
Índia (719 mil);
Rússia (693 mil);
Peru (305 mil);
Chile (298 mil);
Reino Unido (287 mil);
México (261 mil);
Espanha (251 mil);
Irão (245 mil);
Itália (241 mil). (Publico, texto da jornalista  Claudia Carvalho Silva)

SATA pede auxílio de 163 milhões de euros ao Estado


OCDE: Algarve tem mais de 40% dos empregos em risco

Principais destinos turísticos na Europa, onde se inclui o Algarve, têm mais de 40% dos seus postos de trabalho sob ameaça por causa da crise económica associada à Covid-19, calcula a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico no Employment Outlook 2020 publicado esta terça-feira. Os efeitos da crise económica associada a pandemia de Covid-19 vão sentir-se de forma diferente de região para região. E o Algarve poderá ser uma das mais penalizadas na Europa ao nível do emprego. O alerta é dado pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE), no Employment Outlook 2020, publicado esta terça-feira. Estão em causa mais de 40% dos postos de trabalho na região. A organização aponta dois tipos de regiões onde o impacto será maior na economia e no emprego: as regiões onde o surto se fez sentir de forma mais violenta (de que a Lombardia, em Italia, é o exemplo paradigmático) e as regiões com uma especialização sectorial marcada por atividades mais afetadas pelas medidas de confinamento ou por disrupções na cadeia de fornecimento, ou que são estruturalmente mais voláteis, já que dependem mais de trabalho temporário ou sazonal.

Países da OCDE com desemprego nos 9,4% este ano acima de nível na crise de 2008

A taxa de desemprego nos países da OCDE atingirá os 9,4% em 2020, um nível superior àquele verificado na crise financeira de 2008, devido à pandemia de covid-19, podendo agravar-se com novos surtos, divulgou a organização. O nível de desemprego no conjunto dos países da OCDE no final deste ano “será pior” que o registado durante crise financeira de 2008, adverte a Organização para o Comércio e Desenvolvimento Económico (OCDE) no último relatório sobre a evolução do mercado de trabalho. A OCDE calcula que o emprego cairá, em média, 4,09% no final deste ano nos países que fazem parte da organização e que essa percentagem poderá aumentar para 4,98% se houver uma segunda vaga da pandemia. A taxa de desemprego da OCDE, que era de 5% em fevereiro deste ano, antes dos primeiros efeitos dos confinamentos nos países serem sentidos, aumentou para 8,4% no mês de maio, uma décima acima do pico registado na crise financeira global de 2008-2009.

Governos da UE devem “repensar regras da dívida e do défice”, defende Centeno

O ainda presidente do Eurogrupo, Mário Centeno, defende um repensar das atuais regras que limitam a dívida e o défice na União Europeia (UE), avisando que podem levar a uma nova recessão após a crise pandémica. Em entrevista ao Financial Times dias antes do final do seu mandato à frente do Eurogrupo, na segunda-feira, Centeno considera que os governos da UE deveriam aproveitar a pausa imposta pela pandemia de covid-19 na aplicação dos limites orçamentais para repensar estas normas e evitar reaplicá-las “cegamente”, incluindo o teto de 60% do Produto Interno Bruto (PIB) até agora imposto às dívidas nacionais.
“O importante para a Europa, a nível fiscal, nos próximos meses e anos é a forma como vai ser gerido o regresso à aplicação das normas fiscais, de forma a evitar o irromper de uma recessão”, afirma o ex-ministro das Finanças de Portugal. Este ano, a dívida pública da zona euro deverá aumentar para 102% do PIB na sequência dos fundos públicos injetados na economia durante os meses de paralisação económica resultante do confinamento. Segundo Centeno, que em junho foi proposto pelo Governo para assumir as funções de governador do Banco de Portugal (BdP), “esta crise vai levar a significativos aumentos da dívida pública e privada” e “exigir elevados níveis de investimento” em todos os países: “Aplicar as regras cegamente poderá ser irrealista nestas circunstâncias e por em causa a credibilidade do sistema”, considera.

Covid-19: Três quartos das pessoas que vivem com um infectado podem desenvolver imunidade

Até três quartos das pessoas que vivem na mesma casa com um paciente infectado com a Covid-19, podem vir a desenvolver uma «imunidade silenciosa», sem precisar de anticorpos para o efeito, de acordo com um novo estudo citado pelo ‘Daily Mail’. O número de pacientes que já sofreram da doença pode ter sido subestimado, isto porque os testes procuram anticorpos específicos no sangue, e não as células T de ‘memória’ do corpo que combatem infecções, segundo os especialistas. O estudo, realizado no Hospital Universitário de Estrasburgo, em França, analisou sete famílias, visto que os seus exames de sangue eram incomuns e descobriu que em oito pessoas, seis que vivem com portadores do vírus, apresentaram resultados negativos para a presença de anticorpos no sangue. Contudo, quando foi realizado o teste para a imunidade das células T, os cientistas descobriram que as pessoas em questão tinham realmente sofrido com a Covid-19, apresentando sintomas leves. Isto significa que as pessoas estiveram infectadas sem saber e desenvolveram a tal «imunidade silenciosa», que apenas é confirmada através da análise das células T e não dos anticorpos.

Turistas ingleses cancelam viagens e estadias no Algarve

Depois de o governo britânico ter excluído Portugal da lista de países considerados seguros em relação à pandemia de Covid-19, os hotéis recebem desmarcações e os voos chegam com poucos turistas. Antes ainda de ter sido anunciada a decisão do governo britânico, já os turistas do Reino Unido cancelavam as viagens para o Algarve. O presidente da Entidade Regional de Turismo do Algarve (ERTA) tem uma explicação: "o facto de na comunicação social britânica estar a ser anunciada duas semanas antes essa possibidade",garante. De acordo com notícia veiculada pela TSF, João Fernandes assume que esta resolução " teve impactos na redução das taxas de ocupação e nas reservas dos hotéis, que registaram cancelamentos", bem como na quantidade de turistas que chegam nos voos provenientes dos 5 aeroportos ingleses que têm ligação com o aeroporto de Faro.

Católica diz que PIB pode cair 17% este ano

A economia portuguesa terá descido 13% em cadeia no segundo trimestre, após uma contração de 3,8% nos primeiros três meses do ano, segundo as estimativas do NECEP – Católica Lisbon Forecasting Lab hoje divulgadas. “No seu cenário base, a economia portuguesa terá contraído 13% em cadeia no 2.º trimestre de 2020 após uma queda de 3,8% no 1.º trimestre”, apontou, em comunicado a Católica. De acordo com o NECEP, esta evolução justifica-se com “quedas menos acentuadas em alguns setores”, como o da construção, assim como pela recuperação do comércio a retalho e pelas operações na rede Multibanco, “se bem que parcial e ainda distante dos níveis observados no final do ano passado”. O Católica Lisbon Forecasting Lab estimou ainda que, num cenário alternativo, a economia poderá ter contraído cerca de 20%, suportando esta percentagem com a “proporção muito elevada da população ativa, cerca de 25%, que esteve ausente do seu posto de trabalho normal durante o 2.º trimestre”.

Easyjet retoma voos com novas medidas de segurança


Abertura de fronteiras: Bélgica e Escócia dão sinal laranja, Finlândia mostra cartão vermelho a Portugal

Em matéria de reabertura de fronteiras a Portugal e critérios de avaliação para quem viaja a partir de Portugal, esta quarta-feira, não tem um saldo positivo. Enquanto a Bélgica e a Escócia optaram por colocar o nosso país sob a vigilância de um semáforo laranja – países para os quais as viagens são autorizadas, mas as pessoas serão sujeitas a teste ou terão de cumprir um período de quarentena – a Finlândia não mostrou qualquer abertura e excluiu Portugal da lista dos países europeus com permissão para entrar no país. Assim, os viajantes que cheguem à Bélgica provenientes de Portugal poderão ter de ser testados à covid-19 ou cumprir um período de quarentena por virem de um “país de risco”. Segundo informação do Ministério dos Negócios Estrangeiros belga, a lista oficial, feita em estilo de semáforo, inclui Portugal – juntamente com Espanha, Grécia, Chipre, Dinamarca, Reino Unido e Islândia – no grupo laranja: países para os quais as viagens são autorizadas, mas as pessoas serão sujeitas a teste, terão de cumprir um período de quarentena ou outra medida a adotar pelas autoridades belgas. As viagens não essenciais estão proibidas para os países do grupo vermelho: Finlândia, Irlanda, Malta e Noruega.
A lista, sujeita a revisões, dá luz verde (viagens sem restrições) à Alemanha, Áustria, França, Hungria, Itália, Luxemburgo, Letónia, Croácia, Holanda, Polónia, Roménia, Eslováquia, Suécia, Liechtenstein, Lituânia, Estónia, Bulgária, República Checa, Eslovénia e Suíça. Já a Escócia anunciou, no dia de hoje, que Portugal e Espanha foram excluídos da lista de 39 países isentos de quarentena na chegada à Escócia.

Quem dá menos? Previsões para Portugal são cada vez mais pessimistas

A Comissão Europeia prevê gora uma quebra de 9,8% para a economia nacional, o cenário base mais pessimista. As projeções do Governo são as mais otimistas. A Comissão Europeia reviu em baixa as previsões para o PIB nacional, nas projeções de verão, que apontam agora para uma contração de 9,8% este ano. Este número junta-se agora à lista de projeções de várias entidades, nacionais e internacionais, para a economia portuguesa, sendo das mais pessimistas. A previsão do Governo é, atualmente, a que prevê uma contração menor da economia nacional. No Orçamento Suplementar apresentado pelo Executivo e que foi aprovado na semana passada na Assembleia da República, as previsões que servem de base para as medidas apontam para uma quebra de 6,9% do PIB este ano, e uma recuperação de 4,3%. Seguem-se as projeções do Conselho de Finanças Públicas, que preveem uma contração de 7,5% no cenário base em 2020, e de 11,8% no severo. O organismo já se mostrou preocupado com otimismo das previsões que constam no documento apresentado pelo Governo, alertando que, se a contração da economia for mais intensa do que o previsto, “terá um efeito ainda mais desfavorável no comportamento dos agregados orçamentais”, na Análise da Revisão ao Orçamento do Estado para 2020.

Pensionistas envelhecidos

fonte: Correio da Manhã

Economistas antecipam aumento de impostos

fonte: Público

É isto (e gente desta) que mina a confiança e disponibilidade das pessoas...

fonte: Correio da Manhã

Jovens os mais penalizados

fonte: Correio da Manhã

Contas dos partidos

fonte: Público

Não acredito que avance

fonte: jornal i

Tempo de exames

fonte: Público

Opinião alheia

fonte: Público

Opinião alheia

fonte: Público

Confiança como?

fonte: Jornal de Notícias

Covid19: situação em Portugal (8 de Julho de 2020)

fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Covid19: situação em Portugal (7 de Julho de 2020)

fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Situação na Madeira (7 de Julho de 2020)

fonte: IASAUDE

terça-feira, julho 07, 2020

Falando de educação

fonte: Expresso

Mais uma sondagem com Chega travado...

fonte: Sol

Retrato dos reformados

fonte: Correio da Manhã

PCP terá candidato presidencial próprio

fonte: Expresso

Tesla acelera...

fonte: Visão

Somos um pais de velhos

fonte: Expresso

A salvação europeia?

fonte: Expresso

As doenças infeciosas e os animais associados a elas

fonte: Visão

Educação e desigualdades

fonte: Expresso

O problema dos assintomáticos

fonte:  Público

domingo, julho 05, 2020

Situação na Madeira (5 de Julho de 2020)

fonte: IASAUDE

Covid19: situação em Portugal (5 de Julho de 2020)


fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Mais de 70% das reformas em Portugal são abaixo do salário mínimo

Em Portugal, mais de 1,4 milhões de pensionistas receberam em 2019 um valor abaixo do salário mínimo nacional, o que equivale a uma percentagem superior a 70%, de acordo com dados da ‘Pordata’, citados pelo ‘Correio da Manhã’, que remetem para números dos ministérios das Finanças e da Segurança Social. Os dados da Pordata mostram que o número total de pensionistas inscritos na Segurança Social a receber pensões abaixo do salário mínimo em 2019, fixou-se nos 1.457.205, ou seja, mais 30 mil pessoas do que aquelas registas no ano anterior. Isto significa que os pensionistas que recebiam um valor superior ao salário mínimo correspondiam em 2019 a uma percentagem de apenas 29%. Importa ressalvar que no ano passado o salário mínimo era de cerca de 600 euros. Mas nem tudo são más notícias, apesar destes números, a ‘Pordata’ revela que esta percentagem tem vindo a registar um aumento ao longo dos anos, com cada vez mais pensionistas a receber mais do que o salário mínimo nacional. Em 2002, por exemplo, os pensionistas que recebiam um valor superior ao salário mínimo correspondiam a uma percentagem de apenas 15%. Desde então, o número tem vindo sempre a subir (ED)

Marcelo à (re)conquista da direita

O Presidente da República convidou para almoçar este sábado, na Cidadela, em Cascais, opinion makers de direita, entre eles José Manuel Fernandes e Sebastião Bugalho, do “Observador”, no âmbito de uma série de contactos que decidiu fazer com individualidades desta área para ouvir o que os preocupa na análise ao país. Marcelo Rebelo de Sousa sabe que uma das maiores preocupações deste sector é o seu próprio desempenho na chefia do Estado, que é criticado por ser excessivamente refém do poder socialista. E a seis meses de voltar a ir a votos — a recandidatura não está confirmada e nunca será anunciada antes de novembro, mas a preparação está em marcha —, Marcelo reaproxima-se da sua família política, apostado em estancar uma eventual fuga de votos de tradicionais eleitores do PSD e do CDS, seja para a abstenção, seja para o Chega de André Ventura. Há uma semana, o Presidente promoveu um primeiro jantar, que incluiu militantes do PSD, entre eles Miguel Morgado, ex-deputado, ex-colaborador de Pedro Passos Coelho e fundador do movimento 5.7, que surgiu com o propósito de ajudar a federar a direita. Os dois grupos são pequenos — aquém do número máximo que as regras da covid permitem para ajuntamentos na Grande Lisboa, 10 pessoas. E a ideia é repetir e continuar um processo que Marcelo define como de auscultação dos vários sectores da sociedade portuguesa mas que tem a óbvia particularidade de apostar numa reaproximação à direita, cujos votos o Presidente espera não estarem irremediavelmente perdidos.

Opinião alheia: Os problemas da TAP ainda mal começaram

Para quem não consegue conter a alegria por o Estado ter conseguido voltar a controlar a TAP aconselho prudência porque é muito provável que esse sorriso se transforme em todos os possíveis tons de amarelo. Ao ministro que bate com orgulho no peito por ter conseguido correr com o perigoso capitalista americano aconselho calma para que o choque ao perceber que o alegado vilão sai afinal feliz e aliviado não o deixe atrapalhado.
A vontade de David Neeleman em sair da TAP não era de agora. A possibilidade de venda à Lufthansa há cerca de seis meses foi real e muitos se devem hoje arrepender por esse negócio não ter sido concretizado. Para aquele empresário americano a TAP já só era um saco de problemas. Além da relação difícil com o acionista Estado e de um conselho de administração fraco mas bélico, a crise pandémica atirou o sector para um buraco que parece não ter fundo. E quem carrega mais peso cai mais rápido. Nessa vertigem, a TAP pesava toneladas. Aumentar rotas, comprar novos aviões e contratar mais pessoal custa dinheiro. Para crescer nos últimos cinco anos a empresa teve de se endividar. Era bastante transparente que Neeleman queria engordar o porco para depois o vender. E o porco está de facto gordinho e reluzente mas na altura errada, pois nos próximos tempos ninguém pensa em comprar um avião que seja, quanto mais uma companhia inteira.
A ideia de que o homem foi corrido de Portugal não podia ser mais enganadora. Na realidade leva consigo €55 milhões, a garantia de que a dívida da TAP à sua outra empresa, a Azul, vai ser paga e, mais importante, livra-se de todos os problemas que só agora iam começar.
A estratégia da TAP de renovação da frota e a aposta em novos mercados, como o norte-americano, dependia do acionista estratégico. A sua saída deixa a TAP sozinha, sem gestão capaz, a lutar contra as maiores companhias mundiais. Um peixinho vermelho a nadar com tubarões. Com a agravante de a empresa continuar parada, com trabalhadores em lay-off e aviões no chão à espera dos milhões do Estado. Por todo o mundo, em especial na Europa, as outras companhias já receberam injeções de dinheiros públicos e estão preparadas para o regresso no qual vão ‘comer’ quem se atrasou. As perspetivas são más.
Os €1200 milhões não vão ser suficientes. A nacionalização da empresa significa que o Estado comprou também a dívida, que não é pequena e que precisa de ser paga. O sector está a preparar-se para cinco anos de crise. São mais cinco anos a perder dinheiro, só que desta vez quem tem de o pôr não são os privados, somos nós, os contribuintes. E de cada vez que precisar de o fazer terá a Comissão Europeia a dizer que é preciso reestruturar a companhia. Ou seja, torná-la mais pequena.
A entrada de dinheiro virá com condições que nunca serão tão graves como as que poderíamos esperar perante uma nacionalização formal, mas mesmo assim será necessário reestruturar. Isso significa despedir e ter de deixar de pagar dívidas, nomeadamente, a obrigacionistas. Algo que me parece difícil justificar nas atuas condições políticas. A TAP vendeu recentemente dívida a pequenos investidores que para já não têm garantia de que esse dinheiro vá ser pago. O Governo dificilmente deixará que existam ‘lesados’ da TAP, como não deixou que existissem lesados do GES. Muito menos permitirá uma onda de despedimentos, a não ser na gestão.
Isso leva-nos a um outro ponto crucial. Quem vai gerir a TAP com salário de gestor público? O objetivo do Governo é contratar alguém no mercado internacional para que possa no futuro gerir a empresa, um gestor com experiência no sector. Talvez tenham de encontrar um que já seja milionário e que esteja disponível a trabalhar quase de ‘borla’, porque parece-me politicamente impossível pagar-lhe um salário que neste sector ultrapassa facilmente um milhão de euros por ano. Isto quando o mesmo Governo achou inaceitável que fossem pagos prémios de €1,17 milhões a distribuir por 180 trabalhadores.
A TAP, tal como outras empresas que foram privatizadas, assim devia permanecer para proteger o erário público. Os interesses do Estado devem ser acautelados, mas neste caso não me parece que tenham sido, muito pelo contrário. A ânsia de ter de fazer alguma coisa vai-nos deixar com uma conta muito elevada para pagar. A quem a mandamos? (Expresso, texto de opinião de João Vieira Pereira)

La patronal hotelera tinerfeña impulsa una aerolínea para conectar Canarias con la Península

La Asociación Hotelera y Extrahotelera de Tenerife, La Palma, La Gomera y El Hierro, Ashotel, continúa dando pasos para la creación de una aerolínea canaria con vertiente de turoperador "que contribuya a impulsar la conectividad" de las Islas con la Península, con opción a alguna ruta europea. El Consejo Directivo y la Asamblea de Ashotel ratificaron el pasado miércoles la creación de una sociedad limitada promovida por la patronal hotelera, que dará entrada a la participación de varios empresarios del sector hotelero, inicialmente de Tenerife, pero con vistas a la participación de otras islas, informa la asociación en un comunicado. “Esta es una iniciativa que venimos defendiendo como crucial para nuestro destino desde hace años y a la que hemos dedicado muchas horas de trabajo; por fin ahora se fragua con este acuerdo de nuestros órganos de representación y confiamos en que sea una realidad en los próximos meses”, apunta el presidente de Ashotel, Jorge Marichal, quien informa de que las conversaciones están muy avanzadas y el proyecto cuenta con el apoyo de varias administraciones públicas.

Espanha: Así es el reparto del fondo de 16.000 millones para las autonomías

El BOE ha publicado este miércoles el real decreto ley por el que se regula la creación de la nueva norma. El Boletín Oficial del Estado publica este miércoles el real decreto ley por el que se regula la creación del Fondo COVID-19 para las comunidades autónomas y se establecen las reglas relativas a su distribución y libramiento, que comenzará en julio con el reparto de los primeros 6.000 millones para sanidad. Un día después de su aprobación por el Consejo de Ministros, entra en vigor la nueva norma que supondrá el reparto de un crédito extraordinario por un valor total de 16.000 millones de euros a las comunidades. De este fondo autonómico no reembolsable, que las autonomías no tendrán que devolver al Estado, se beneficiarán especialmente las comunidades autónomas más afectadas por la pandemia y permitirá a las que tienen superávit en ejercicios anteriores gastar esos remanentes presupuestarios (Canarias, Navarra y País Vasco). Los principales criterios para la distribución del fondo son el número de hospitalizaciones, el número de ucis, el número de pruebas PCR y la población protegida equivalente a efectos del gasto sanitario. De esos 16.000 millones de euros, 9.000 millones se destinarán a sufragar gastos en sanidad, 2.000 serán para educación y los 5.000 restantes para paliar la pérdida de ingresos tributarios y en el transporte. Los primeros 6.000 millones para sanidad comenzarán a repartirse este próximo mes de julio, y los otros 3.000 millones en noviembre. El 35 por ciento de esos primeros 6.000 millones se distribuirán según la población protegida equivalente; el 30 por ciento en función de los ingresos en UCI, el 25 por ciento por el número de hospitalizaciones y el 10 por ciento restante según el número de pruebas PCR realizadas por cada una de las comunidades.
Para el reparto de los 3.000 millones de noviembre, los criterios serán: el 45 por ciento según la población protegida equivalente; los ingresos en UCI el 25 por ciento; el 20 por ciento según hospitalizaciones; y el 10 por ciento según pruebas PCR. De la segunda partida de 5.000 millones de euros, 800 irán para paliar la pérdida de ingresos en el transporte y 4.200 millones para mitigar la caída de ingresos tributarios. En concreto, el 60 por ciento de la partida de 4.200 millones será para paliar la pérdida de ingresos por los impuestos de transmisiones y actos jurídicos documentados y por los tributos de matriculación, así como los impuestos sobre el juego, salvo las apuestas "online".
El 40 por ciento restante se repartirá según criterios de población (El Diário)

Situação na Madeira (4 de Julho de 2020)

fonte: IASAUDE

sábado, julho 04, 2020

Lisboa, Sintra e Odivelas lideraram infeções por Covid-19 nas últimas 24 horas

A Região da ARS de Lisboa e Vale do Tejo foi responsável por 274 casos de infeção nas últimas 24 horas. Estes dados são o resultado da comparação direta dos dois últimos relatórios diários da DGS (Jornal Económico, infografia de Mário Malhão)

Covid19: situação em Portugal (4 de Julho de 2020)


fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Ferrari quer travar Mercedes e Lewis Hamilton

Os campeões Mercedes-AMG e Lewis Hamilton são os alvos a abater na época que está prestes a começar e que vai percorrer o “Velho Continente”, devido às limitações que a pandemia impõe. Esta temporada, Hamilton quer igual o feito de Schumacher com sete triunfos de campeão do mundo. A Ferrari quer contrariar o favoritismo mas terá gerir a relação entre Vettel e Leclerc (Jornal Económico, infografia de Mário Malhão)

Covid. E quando chegar a vacina? Uma história sobre a lei de mercado, as expectativas e o otimismo

Os EUA compraram em massa um medicamento dito promissor contra a covid-19 mas isso não significa que possam fazer o mesmo com uma vacina: basta os outros países estarem preparados. A solidariedade internacional em tempos de pandemia morreu (mais) um bocadinho na quarta-feira. Os Estados Unidos da América reservaram quase todo o stock para os próximos três meses do medicamento remdesivir e isso não será um bom pronúncio para os próximos tempos. Mas também não significa que esteja tudo perdido.
“A compra de stock [do medicamento] só é relevante caso não haja capacidade de produção atempada noutros locais. No caso de haver capacidade produtiva e estar em causa apenas a proteção de patente e não a capacidade de produção, existem mecanismos internacionais para permitir essa produção por motivos de saúde pública”, explica Pedro Pita Barros, professor de Economia da Saúde na Nova School of Business and Economics. Miguel Araújo Abreu, infeciologista no Hospital de Santo António, no Porto, concorda: o que aconteceu com o remdesivir não é “assim tão grave”. Mais grave seria que, em vez de um fármaco que diminui o tempo de recuperação das pessoas infetadas gravemente com covid-19, estivesse em causa uma vacina para a doença. “Se tivesse havido um açambarcamento de uma vacina por parte dos EUA, aí a conversa já seria outra”, diz ao Expresso.

Turismo e restrições inglesas: Impacto perigoso

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Nota: A falsa "ajuda" de Londres ao turismo madeirens


Foi o ministro dos negócios estrangeiros, Santos Silva, a revelar que afinal a pretensa "ajuda" dos ingleses à Madeira e aos Açores, e ao turismo insular, era um embuste, uma palhaçada.
Eu explico: no caso de Portugal - que ficou fora da lista das chamadas viagens admitidas por Londres, mas evitáveis, segundo o próprio site do governo britânico - era aberta uma excepção para a Madeira e os Açores, como existem excepções em relação a outros países europeus.
O problema é que ao contrário do que uma primeira leitura - e primeiras notícias - indiciava, essa "ajuda" inglesa, para o turismo que no caso da Madeira (mais do que uma tradição centenária continua em valores importantes, apesar da quebra que o Brexit originou) era uma farsa mentirosa.
Vamos a factos.
O problema principal que se coloca aos potenciais turistas ingleses - para além, da confiança a ter ou não nos países de destino - tem a ver com a obrigatoriedade de uma quarentena de 14 dias, imposta a todos os que visitam o país ou regressam ao Reino Unido. O mesmo se aplica, por exemplo, a emigrantes que pretendam visitar a RAM e regressar ao Reino Unido.
Ora se no caso de Portugal - excluído da lista divulgada por Londres - a interpretação imediata e plausível é a de que Londres nem recomenda aos seus turistas que escolham o nosso país para férias (falo do Continente), o que cria problemas gravíssimos ao Algarve, já no caso da Madeira e dos Açores, a Inglaterra admite que os turistas visitem as ilhas portuguesas, mas não os exclui a obrigação de uma quarentena no regresso.
Perante tudo isto, pergunta-se: alguém acha que os turistas ingleses que estejam dispostos a escolher a Madeira como destino de férias, estarão igualmente disponíveis para se sujeitarem no regresso a uma quarentena de 14 dias, ainda por cima sujeita a penalizações financeiras duras?
O peso do turismo inglês na RAM
No caso do turismo inglês para a Madeira, e considerando os valores de final de 2019 - já que 2020 é um ano atípico - visitaram a Madeira 294.009 turistas (18,4% do mercado), mas mesmo assim com uma   queda de 7,4% relativamente a 2018, ano em que a Madeira foi visitada por 317.553 turistas ingleses, 19,7% do mercado. No caso das estadias em alojamentos hoteleiros, elas totalizaram em 2019 as 1.833.639 dormidas, 22,5% do total, mesmo assim menos que as 1.970.750 dormidas registadas em 2018, 23,6% do total, registando-se uma queda de 7% entre os dois anos.
O que diz o governo britânico
O que diz o governo inglês afinal no seu site institucional e que não deixa dúvidas a ninguém, embora muitos não se tenham a percebido disso?
É referido isto:
"Summary: From 4 July, Madeira and the Azores are exempt from the FCO advice against all non-essential international travel. This is based on the current assessment of COVID-19 risks.
From 4 July, Madeira and the Azores are exempt from the FCO advice against all non-essential international travel. This is based on the current assessment of COVID-19 risks.
However, the requirement to self-isolate on return to the UK from Portugal, including Madeira and the Azores, remains in place. See guidance on entering or returning to the UK".
Londres não deixa dúvidas, confirmando as declarações do MNE português que obviamente não ia inventar: “o requisito de auto-isolamento no regresso de Portugal ao Reino Unido, incluindo a Madeira e os Açores, continua em vigor. Consulte as orientações sobre como entrar ou retornar ao Reino Unido”.
O caricato – ou não - é que o mesmo site que aplica estas restrições, mais abaixo, nas diversas sugestões deixadas a potenciais turistas ingleses, não esquece a Madeira e as suas levadas: “Walking the levadas (ancient irrigation channels) is a popular activity in Madeira, but the walks can be challenging if you are inexperienced.  See Madeira”
E agora?
Julgo que o GRM deve insistir junto do governo de Lisboa, e acompanhar as exigências que estão a ser feitas junto de Londres, para que estas restrições se alterem. Não sei mesmo se não seria devida uma palavra ao representante diplomático inglês na capital portuguesa, alertando para o potenciar. Impacto negativo que a imposição da obrigação da quarentena terá no fluxo turístico para a Madeira. Mas isso é matéria que cabe, não a uma qualquer Agência de Promoção que não tem competências para se envolver nestas matérias políticas, mas ao próprio GRM e ao titular da Secretaria do Turismo, porque a continuar esta situação francamente duvido que a Madeira possa ter uma mão cheia de turistas ingleses de visita. E nem falo no impacto social e económico daí resultante. Toca a trabalhar rapidamente. Muito sinceramente acho que este dossier assume grande prioridade para quem tem a responsabilidade de, nestes tempos dificeis de contradições e sacanagens - muitas delas ligadas a patifarias entre destinos turísticos numa concorrência descontrolada e com muito lobbing à mistura - gerir uma aéra tão sensivel e perigosa, pelo impacto social e económico, como o turismo -  (LFM)

TAP: o império do sócio do governo

fonte: Correio da Manhã

Expresso: depois do lay-off, chega o despedimento coletivo

Desde que deu a conhecer o seu plano de intervenção para apoiar as empresas afetadas pela crise da covid-19, o Governo jogou todas as fichas no lay-off simplificado. A medida foi apresentada como uma espécie de antídoto para a escalada certa do desemprego perante uma crise global, mas poderá não ter passado de placebo. Adiou a doença sem a tratar. À medida que se aproxima o fim do lay-off simplificado, os escritórios de advogados estão a ser “inundados” com dezenas de pedidos de apoio por parte de empresas que querem agora avançar para despedimento coletivo. Há também quem já prepare a insolvência. Decisão das empresas aumentou depois de conhecidas as medidas do Programa de Estabilização Económica e Social (PEES) para a retoma da economia, que é visto pelos empresários como insuficiente e desadequado. O Expresso falou com cinco advogados, representantes de algumas das maiores sociedades nacionais, que confirmam o aumento destes processos e antecipam um final de ano “negro” em reestruturações, com um aumento exponencial do desemprego no país.
As contas deixam pouca margem para dúvidas. O aumento do desemprego registado, que já abrange 408.934 indivíduos (ver infografia), deverá agravar-se significativamente no último trimestre, e uma importante parcela do desemprego real ainda permanece oculta nas estatísticas.

Dinheiros públicos são cruciais para os principais jornais da Madeira

Os apoios e os contratos públicos são cruciais para a imprensa regional. O “Diário”, juntamente com as empresas do seu universo (Imprinews, SDMI e RAMeventos), tem sido o jornal madeirense que mais factura com contratos públicos, com mais de um milhão de euros desde o início de 2019. Já o JM facturou 320 mil euros. Os dois jornais receberam também um apoio de 300 mil euros cada, no âmbito do Mediaram. Estes valores não têm em conta os contratos programa com o Governo Regional e as autarquias, bem como outros apoios à exploração, que não são incluídos no portal Base. Por sua vez, o Económico Madeira faturou 72 mil euros com contratos públicos e não teve qualquer apoio do Mediaram (Jornal Económico, infografia de Mário Malhão)


fonte: Jornal Económico

Covid-19: Vírus pode ter sofrido uma mutação que o tornou ainda mais infeccioso, alerta especialista

O novo coronavírus sofreu uma mutação que torna o patógeno ainda mais infeccioso, transmitindo-se de forma mais fácil, de acordo com o consultor de saúde da Casa Branca, Anthony Fauci, que teve por base um novo estudo publicado na revista ‘Cell’ e citado pela ‘CNBC’. Existem estudos em desenvolvimento que confirmam uma possível mutação e as suas consequências, segundo Fauci, que acrescenta: «Há uma pequena disputa sobre isto». A possível mutação referida por Fauci faz parte de um estudo realizado por investigadores do Laboratório Nacional Los Alamos, publicado pela revista Cell na quinta-feira. Também os virologistas da Scripps Research, na Flórida, escreveram sobre a mesma mutação no mês passado, dizendo que «aumenta a transmissão viral».
«Os dados mostram que existe uma única mutação que torna o vírus capaz de se multiplicar mais facilmente e talvez tenha elevadas cargas virais», afirmou Fauci. «Não temos ainda informação sobre se a mutação piora ou não o estado de um paciente infectado; sabemos só que o vírus se transmite melhor». Os resultados do estudo em questão já tinham sido publicados online, num site cientifico. Contudo, as suas conclusões geraram muitas criticas, uma vez que a equipa de investigação não conseguiu provar qual foi a causa para que a mutação se tornasse mais dominante e por isso mais infecciosa. As criticas fizeram com que os investigadores realizassem estudos adicionais para desvendar estes mistérios, que por enquanto, continuam desconhecidos (Executive Digest, texto da jornalista Simone Silva)

Covid-19: Por cada 10 mil portugueses existiam 41,6 casos confirmados até 1 de julho

Por cada 10 mil portugueses existiram 41,6 casos confirmados da Covid-19 em Portugal, mais 12% em relação ao dia 17 de junho (13% entre 17 e 3 de junho), segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, divulgados esta sexta-feira. Segundo o INE, o número de casos confirmados com a doença por 10 mil habitantes foi superior ao valor nacional em 44 municípios. A 1 de julho, a leitura da relação entre o número de casos confirmados e o número de novos casos confirmados (últimos 7 dias) por 10 mil habitantes evidenciava 10 municípios da Área Metropolitana de Lisboa com valores acima da média nacional em ambos os indicadores: Amadora, Moita, Sintra, Oeiras, Loures, Cascais, Lisboa, Odivelas, Vila Franca de Xira e Barreiro. Estes municípios concentraram 64% do total de novos casos do país e 89% do total da AML.

Portugal Continental excluído dos "corredores aéreos" do Reino Unido. Madeira e Açores são exceção, mas...

Portugal foi excluído dos “corredores de viagem internacionais” com destinos turísticos que o Reino Unido vai abrir a 10 de julho para permitir aos britânicos passarem férias sem cumprir quarentena no regresso. Já era uma notícia que se esperava, mas agora é oficial: Portugal, onde foram identificados vários surtos localizados de covid-19 nas últimas semanas, não está na lista de 59 países e territórios hoje publicada, que inclui Espanha, Alemanha, Grécia, Itália, Macau ou Jamaica. Poderá consultar a lista aqui. "Esta lista poderá ser aumentada nos próximos dias, após discussões adicionais entre o Reino Unido e parceiros internacionais", refere-se o ministério dos Transportes britânico. Quer isto dizer que os turistas britânicos que queiram visitar ou fazer férias no Continente, tem obrigatoriamente de estar 14 dias em quarentena no regresso ao Reino Unido. Todavia, tal não se aplica à Madeira ou aos Açores, pois estão na lista dos destinos turísticos seguros.

O impacto da crise e da perda de rendimentos?

fonte: Jornal de Notícias

Ameças comerciais ao Facebook?

fonte: Jornal de Notícias

Mobilidade aérea: os processos corruptos são iguais

fonte: Açoriano Oriental

Covid19: situação na Madeira (03 de Junho de 2020)

fonte: IASAUDE

Covid19: situação em Portugal (3 de Julho de 2020)


fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

TAP: alguns mitos

fonte: Jornal de Notícias