Los cuatro archipiélagos elaboran una propuesta conjunta que remitirán a Bruselas para instar a la mejora de la conectividad marítima y aérea. Las I Jornadas sobre Movilidad en la Macaronesia han concluido este viernes en el Museo Elder de la Ciencia y la Tecnología con el compromiso de los cuatro archipiélagos de elevar a la Unión Europea una propuesta conjunta para mejorar la conectividad marítima y aérea y consolidar la región como un espacio estratégico de cohesión y desarrollo en el Atlántico medio. El documento de conclusiones se presentará en la IV Cumbre de la Macaronesia, prevista en Madeira en 2026 (El Dia, texto do jornalista Julio Gutiérrez)
ULTRAPERIFERIAS
Um espaço pessoal de opinião, comentário e informação
quinta-feira, dezembro 11, 2025
Los guías turísticos alertan sobre el incremento de carteristas en Gran Canaria
La Asociación de Profesionales de Guías Turísticos de Gran Canaria alerta del incremento de la presencia de carteristas en las varias zonas turísticas de la isla. Una situación que, según el colectivo, está «peor que nunca» y amenaza la tradicional imagen de seguridad de la isla (La Provincia, texto do jornalista Javier Nuez)
Reino Unido advierte a los británicos que no viajen a Canarias en 2026: "Reconsideren sus planes"
El brillo de Canarias, asociado durante décadas a sol, descanso y paisajes volcánicos, aparece ahora bajo una luz distinta en uno de los informes turísticos más influyentes del mundo. La conocida No List de Fodor’s Travel, una guía que cada año llama la atención sobre destinos que necesitan frenar, ha situado al archipiélago entre los lugares donde conviene “reconsiderar los planes” en 2026. La advertencia no se formula como un rechazo al turismo ni como un llamamiento al boicot, sino como una invitación a detenerse y mirar lo que ocurre cuando un territorio soporta más presión de la que puede asumir. Según el informe, el éxito turístico de Canarias está mutando en una amenaza silenciosa para su propio futuro.
Presión medioambiental
El documento pone el foco en un problema persistente: el deterioro del entorno. De acuerdo con las cifras recogidas por Fodor’s, cada día llegan al océano aguas residuales sin tratar en cantidades equivalentes a cuarenta piscinas olímpicas. Esta situación ha conducido al cierre de playas y a un desgaste de la biodiversidad, un recurso esencial para la economía turística y para la identidad natural del archipiélago. El informe advierte que las consecuencias no son abstractas ni lejanas: afectan a hábitats frágiles, a especies con valor ecológico y a la imagen que durante décadas ha posicionado a Canarias como un destino privilegiado para el baño, el buceo y el contacto directo con la naturaleza.
Opinião: Quem está a trair a Ucrânia?
A União Europeia espera a bancarrota de Putin, e Putin espera a bancarrota da União Europeia. Resta saber qual virá primeiro. Lê-se e não se acredita: na quarta-feira, os governos da União Europeia concordaram finalmente em desligar-se do gás russo por volta do fim de 2027. Perceberam? Putin começou a ocupar a Ucrânia em 2014. Em 2022, invadiu em força. Desde aí que a UE proclama sanções à Rússia. Acontece que, entre tantas exibições de virtude, tem continuado a financiar Putin, enquanto cliente do principal recurso económico da ditadura russa, as suas exportações de gás e petróleo. A ministra dos Negócios Estrangeiros sueca admitiu a semana passada que a UE gastou mais desde 2022 a fazer compras à Rússia (311 mil milhões de euros) do que a ajudar a Ucrânia (187).
Não é só a Hungria que compra. É também a França, cujo presidente alertou ontem para o perigo de Trump “trair” a Ucrânia. Não sei se Trump vai trair. Sei quem, para usar essa linguagem, já traiu. As importações europeias de gás russo diminuíram. Mas representam ainda hoje 13% do total importado pela UE. Em 2022, oito anos depois de Putin ter iniciado a anexação da Ucrânia, eram 45%. Estava até previsto um segundo gasoduto russo para a Alemanha. Percebe-se que Putin tenha interpretado tudo isso como indiferença pela Ucrânia, e não tivesse hesitado em avançar.
Europeus estão a ser preparados "para um cenário de aceitação de guerra"
Depois da Alemanha, também França anunciou medidas
no serviço militar. Para os especialistas militares ouvidos pela CNN Portugal,
são "sinais relevantes de que a Europa está a mudar". O serviço
militar na Europa ganhou uma nova dimensão com o recente anúncio da França, que
pretende recrutar 50.000 jovens voluntários até 2035 devido às "crescentes
ameaças", e para o especialista militar da CNN Portugal, o major-general
Agostinho Costa, este desenvolvimento é mais um sinal de passámos de "um
contexto a priori pacífico para um momento onde admitimos guerra com a
Rússia".
Emmanuel Macron anunciou na semana passada que a partir do próximo ano os jovens maiores de 18 anos podem voluntariar-se para o serviço militar, onde terão dez meses de treino pagos nas forças armadas. Para Agostinho Costa, "Macron não é original nesta medida", referindo-se ao facto de a França estar a seguir aquilo que é o plano de outros países como a Alemanha de expandir o seu número de militares ativos para se preparar para um possível confronto direto com a Rússia.
Polémica em Canárias com a proposta criação e engorda de atum-rabilho e atum-albacora nas águas do arquipélago
El Cabildo de Gran Canaria y las cofradías de pescadores de la isla han unido sus voces para rechazar frontalmente la propuesta de autorizar la cría y engorde de atún rojo y rabil en aguas del archipiélago, y en las próximas a Canarias, recomendada por la comisión internacional para la conservación del atún atlántica. «Sería la muerte para la pesca artesanal canaria», aseguró este viernes el presidente de la federación de cofradías de Las Palmas y patrón mayor de la de Agaete, Gabriel Jiménez. «Supondría un cambio sin precedentes en la historia de la pesca en Canarias y cambiar las normas de juego ambientales y económicas«, mantuvo el presidente del Cabildo, Antonio Morales.
La propuesta que abriría la puerta al cerco industrial de ambas especies pelágicas en 2026 para su aplicación desde 2027 con una cuota inical de 250 toneladas permitiría la captura de ejemplares jóvenes a su paso por Canarias, sobre todo en primavera, para su engorde dentro de kilométricas jaulas marinas.
Curiosidades: Um país que floresce a beira do Oceano
Imagine um país tão estreito que, ao caminhar pela estrada principal, você consegue ver o mar dos dois lados ao mesmo tempo. Um lugar onde a pista do aeroporto vira campo de futebol, parque de lazer e ponto de encontro quando nenhum avião está chegando. Esse lugar existe, chama-se Tuvalu, um dos menores países do planeta, perdido no imenso azul do Pacífico. Formado por nove ilhas, sendo seis atóis e três ilhas coralinas, Tuvalu soma apenas 26 km² de terra, menos que muitos bairros do Brasil. Sua capital, Funafuti, é uma faixa fina de areia coralina com trechos que mal chegam a 20 metros de largura. Do alto, parece uma linha flutuando no oceano.
Apesar do tamanho,
há um mar de vida pulsando ali.
O povo tuvaluano tem raízes polinésias, fala o idioma nativo tuvaluano e mantém tradições antigas em dança, canto e navegação. A fé também é central: boa parte da população segue a Igreja Cristã de Tuvalu, que atua como centro social e comunitário. A economia vem principalmente da pesca e do coco, mas também de algo improvável:
- o domínio de
internet .TV, licenciado internacionalmente para empresas de mídia e streaming,
uma das maiores fontes de renda do país.
Tuvalu não tem montanhas, seu ponto mais alto tem cerca de 4 a 5 metros acima do mar. Não existem rios; a água potável depende da chuva e de lençóis freáticos sensíveis à salinização. E, quando as “Ondas gigantes” chegam, partes da ilha simplesmente desaparecem sob as ondas. O país está entre os mais vulneráveis às mudanças climáticas. Alguns estudos apontam que grande parte de Funafuti pode se tornar inabitável nas próximas décadas, não por “afundar”, mas pela salinização do solo, erosão e tempestades. Mesmo assim, Tuvalu está lutando. Planos incluem criar terras artificiais elevadas para que o país continue existindo, não apenas geograficamente, mas como nação soberana. Os voos são poucos. Mas quando não há aeronaves, as pessoas usam a pista para:
- andar de
bicicleta
- jogar rugby
- ter piqueniques
- assistir ao pôr
do sol
É literalmente o
coração social da capital.
CURIOSIDADES
✔ População aproximada: 11.000 pessoas
✔ Área marinha do país é milhares de vezes maior que a terra firme
✔ O domínio .tv rende milhões e financia serviços públicos
✔ A largura da ilha principal cabe numa única estrada
✔ A vida se equilibra entre o oceano profundo de um lado e uma lagoa
turquesa do outro
Tuvalu é mais que um lugar… é um símbolo. Um lembrete de que mesmo as menores nações têm cultura, história e voz e que o oceano pode ser tanto lar quanto ameaça (fonte: Facebook, Tchê)
Curiosidades: O lugar mais solitário do planeta
Lá, no coração do
Pacífico Sul, existe um ponto onde a solidão é tão absoluta que nem a vida quer
chegar perto. Seu nome? Ponto Nemo.
Para ter ideia do
quão isolado ele é:
- O ser humano
mais próximo desse lugar… costuma ser um astronauta na Estação Espacial
Internacional, passando a centenas de quilômetros acima da Terra. Sim, o espaço
costuma estar mais perto do Ponto Nemo do que qualquer continente.
- Distância até o pedaço de terra
mais próximo:
Mais de 2.688 km
de qualquer direção. Não existe ilha, não existe porto, não existe nada. Só
água, profundidade infinita e silêncio.
Curiosidade que
arrepia:
- O Ponto Nemo é
chamado de “Cemitério de Naves Espaciais”. É para lá que agências como NASA,
ESA e Roscosmos enviam satélites, cargueiros e estações espaciais para
“morrerem” com segurança, longe de qualquer civilização. Ali, no fundo do mar,
descansam dezenas de máquinas que já orbitaram o planeta… incluindo pedaços da
velha estação MIR.
E tem mais:
- Muita gente não
sabe, mas foi nessa região que em 1997 os cientistas registaram um som
misterioso, o "Bloop", tão poderoso que foi detectado por sensores
separados por milhares de quilómetros. Durante anos acreditou-se que poderia
ser um animal colossal… maior que qualquer criatura já vista. Hoje sabemos que
foi o som de gelo se rompendo na Antártida, mas a imaginação humana adorou
viajar. Essa imagem que circula mostrando uma “ilha” no Ponto Nemo não passa de
ficção.
Na realidade, não há nada lá. Nenhum pedaço de terra. Só o oceano mais profundo e vazio do planeta. O Ponto Nemo é o lembrete de que a Terra ainda guarda mistérios e que, mesmo na era dos satélites, ainda existem lugares onde o mundo parece intocado, primitivo e silencioso (fonte: Facebook, Tchê)
Escravatura moderna afeta mais de 50 milhões de pessoas no mundo
As principais vítimas são mulheres, crianças, imigrantes e pessoas em situação de pobreza extrema, exploradas por grupos de criminalidade organizada. A Ásia lidera em número de escravos, seguida pela Europa, África e América, enquanto a economia informal emprega milhões sem proteção laboral. A escravatura continua a ser uma realidade em todo o mundo e está a agravar-se de forma significativa. As Nações Unidas dizem que há mais de 50 milhões de pessoas escravizadas. São sobretudo mulheres, crianças, imigrantes e pessoas em situação de pobreza extrema.
Milhões de pessoas são exploradas todos os dias no mundo. As Nações Unidas afirmam que as várias formas de exploração humana rendem lucros de mais de 200 mil milhões de euros às redes de tráfico humano e a todos os que promovem o trabalho forçado. Segundo a ONU, há mais de 50 milhões de escravos neste momento. A maior parte são mulheres e crianças, forçadas a trabalhar sem receber, a prostituírem-se ou a serem recrutadas para combater do lado de guerrilhas e grupos radicalizados.
Washington considera Europa "inconsequente", diz à Euronews antigo comandante-geral dos EUA
Numa entrevista ao programa matinal "Europe Today", da Euronews, o antigo comandante-geral do exército americano na Europa, general Ben Hodges, avisou que o continente está a "acordar lentamente para a realidade" de que não pode contar com os EUA como um parceiro justo. Em entrevista ao programa matinal "Europe Today", da Euronews, o general Ben Hodges, antigo comandante-geral do exército norte-americano na Europa, avisou que o continente está a "acordar lentamente para a realidade" de que não pode contar com Washington como um parceiro justo.
"Os Estados Unidos vêem realmente a Europa como inconsequente, exceto talvez para alguns fins comerciais", disse Hodges à Euronews. Na sua opinião, a abordagem da administração norte-americana ao conflito foi "condenada desde o início" porque trataram a guerra como "um enorme negócio imobiliário."
Como o líder venezuelano Nicolás Maduro desafiou todas as previsões
O líder que muitos ridicularizavam é agora o presidente que está há mais tempo no poder na América Latina. Será que vai continuar a desafiar as probabilidades? Nicolás Maduro acredita que o seu antecessor e pai político, o falecido Hugo Chávez, lhe apareceu sob a forma de um pequeno pássaro e de uma borboleta. Ele também acha que celebrar o Natal dois meses mais cedo - por decreto presidencial - ajuda a “levantar o ânimo dos venezuelanos”.
Confunde “gremlin” com “grinch”, inventa palavras em espanhol e comete frequentemente deslizes linguísticos. As decisões e declarações do presidente da Venezuela podem ser tão excêntricas que muitos venezuelanos e latino-americanos têm um nome para elas: “maduradas”. No entanto, há anos que Maduro tem provado que subestimá-lo pode ser um erro para os seus críticos.
O escárnio em relação a Maduro já existia mesmo antes de
ele tomar posse como presidente da Venezuela em 2013, quando era apenas um
entre vários potenciais sucessores do líder doente de cancro, apesar de ter
servido como ministro dos Negócios Estrangeiros e vice-presidente. Maduro tinha
um apoio minoritário dos seguidores do Partido Socialista Unido da Venezuela
(PSUV), e o seu círculo, segundo relatos, estava em forte tensão com os
apoiantes do influente Diosdado Cabello, então presidente da Assembleia Nacional,
por ser o escolhido num país dominado pela incerteza.
Mas, abatido pela doença, no início de dezembro de 2012, Chávez pôs fim às disputas internas e abençoou inequivocamente Maduro para liderar o chavismo e a Venezuela. O “filho de Chávez” inaugurou então um governo no qual, ano após ano, desafiou as críticas ao sistema eleitoral, os protestos, as sanções, os mandados de prisão, as possíveis rebeliões, o isolamento internacional e as especulações sobre o seu futuro.
domingo, dezembro 07, 2025
Espanha apresenta plano de combate à gripe: as máscaras estão de regresso e o teletrabalho é recomendado a quem tem sintomas leves
O Ministério da Saúde de Espanha e as comunidades autónomas chegaram esta quarta-feira a acordo para um plano de combate e vigilância às infeções respiratórias típicas do inverno, como a gripe, vírus sincicial respiratório (VSR) e coronavírus. O documento, a que o "El País" teve acesso, recomenda que as pessoas que apresentem sintomas usem máscara sempre que saírem de casa e uso obrigatório em todas as unidades de saúde em épocas epidémicas. O teletrabalho é incentivado para todos os que tenham sintomas leves, para impedir o contágio.
O documento apresenta quatro cenários de “risco epidemiológico e recomenda técnicas em cada categoria”. O primeiro nível corresponde a uma “situação intraepidérmica ou de referência”, sem grande transmissão do vírus; o segundo é designado “epidemia de nível baixo ou médio”, o terceiro e quarto níveis representam uma “epidemia de nível alto” e “de nível muito alto”, respetivamente. Segundo o jornal espanhol, o sistema baseia-se na monitorização, em “quase tempo real”, dos casos existentes, seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC).
Extinção da Fundação José Berardo é definitiva: tribunal dá razão a recurso do Governo de Costa
A extinção da Fundação José Berardo foi confirmada pelo Tribunal Central Administrativo Sul, que validou o despacho de 11 de julho de 2022 após recurso apresentado pelo governo de António Costa, revertendo a decisão da primeira instância. A sentença, proferida este mês, conclui que a medida é “necessária, adequada e racional”, atendendo ao desvio prolongado dos fins sociais para os quais a instituição foi criada. O acórdão, citado pelo Observador, esclarece que a delegação de competências foi corretamente executada: António Costa delegou na ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, que por sua vez subdelegou no secretário de Estado André Moz Caldas o poder para extinguir a Fundação. As juízas desembargadoras rejeitam assim a tese do tribunal do Funchal, que em abril de 2023 considerara existir “vício de incompetência” e violação do direito de audiência prévia.
O Tribunal Central refuta igualmente este último ponto, invocando o relatório da Inspeção-Geral de Finanças (IGF), que identificou riscos concretos de dissipação de património ou de ocultação de documentação relevante. Essa auditoria, concluída em 2020, indicava que “as atividades desenvolvidas não coincidiam com o fim previsto no ato de instituição”, o que motivou o despacho inicial para a extinção da Fundação. Joe Berardo, contactado, optou por não comentar.
Quase metade dos europeus vê Trump como inimigo da Europa e teme guerra com a Rússia, revela estudo
Conclusões surgem de um inquérito conduzido pela plataforma ‘Le Grand Continent’, que revela ainda uma perceção generalizada de vulnerabilidade entre os europeus. Quase metade dos cidadãos europeus identifica Donald Trump como um inimigo declarado da Europa e mais de metade avalia como elevado o risco de um conflito aberto com a Rússia. As conclusões surgem de um inquérito conduzido pela plataforma ‘Le Grand Continent’, que revela ainda uma perceção generalizada de vulnerabilidade entre os europeus. Segundo o ‘The Guardian’, 48% dos inquiridos nos nove países abrangidos – entre os quais Portugal, França, Alemanha, Espanha e Itália – consideram Trump um inimigo europeu. Os números variam entre 62% na Bélgica e 19% na Polónia, mas o sentimento dominante aponta para um “trumpismo” entendido como uma ameaça. Ainda assim, a maioria reconhece a relevância estratégica da relação transatlântica, com 48% a defender uma posição de compromisso da União Europeia perante Washington.
Ex-chefe dos serviços secretos de Maduro acusa Caracas de criar cartel para inundar os EUA com droga
Hugo Armando “El Pollo” Carvajal, antigo diretor da inteligência militar venezuelana e figura-chave dos governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro, descreveu numa carta dirigida ao presidente norte-americano Donald Trump aquilo que considera ser uma “conspiração” do regime chavista para inundar os Estados Unidos com cocaína. Hugo Armando “El Pollo” Carvajal, antigo diretor da inteligência militar venezuelana e figura-chave dos governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro, descreveu numa carta dirigida ao presidente norte-americano Donald Trump aquilo que considera ser uma “conspiração” do regime chavista para inundar os Estados Unidos com cocaína. A carta, divulgada pelo jornal The Dallas Express, foi escrita a partir da prisão norte-americana onde o ex-responsável se encontra detido desde que foi extraditado de Espanha, em 2023, após se declarar culpado por crimes de narcotráfico.
Na carta, Carvajal sustenta que a Venezuela funciona hoje como uma “organização narcoterrorista” e afirma que o regime utiliza o tráfico de cocaína como arma contra Washington. Segundo o militar, que fugiu do país em 2017 depois de anos no topo da estrutura de segurança, Nicolás Maduro colaborou nesse esforço com as FARC e o ELN colombianos, com agentes dos serviços secretos de Cuba e com elementos do Hezbollah, além de ter tolerado e incentivado a atividade de grupos como o Tren de Aragua.
“Europa tem de acordar”: economistas alertam para colapso das pensões e Estado social
Especialistas como Mario Draghi, o Prémio Nobel da Economia Bengt Holmström e Christine Lagarde sublinham que a inação pode ser fatal. O exemplo da Argentina, outrora próspera e hoje devastada economicamente a ponto de eleger um governo libertário em busca de mudanças radicais, é citado como aviso. Embora a União Europeia ainda esteja longe deste cenário, há paralelos preocupantes e, ao contrário da Argentina, o continente enfrenta inimigos que poderiam explorar a sua fragilidade. O relatório de Draghi, o estudo de Holmström e os recentes discursos de Lagarde tiveram ampla repercussão nos meios de comunicação e nos círculos académicos. Todos fazem um apelo explícito à ação, destacando a urgência de decisões estratégicas em empresas, Governos e instituições. Historicamente, a Europa representava 28% do PIB global em 1980, enquanto os EUA estavam em 21% e a China em 2%. Em 2025, a China aproxima-se dos 20%, os EUA caíram para 15% e a União Europeia para 13%, sinalizando um declínio preocupante. Jamie Dimon, CEO do JP Morgan, resume: “A Europa está a perder.”
Impresa “atravessa uma fase delicada”. Grupo justifica a entrada dos italianos como acionistas
Impõe-se "a adoção imediata de medidas que assegurem uma recapitalização robusta, certa e integral, apta a restaurar o equilíbrio financeiro, a estabilizar a atividade empresarial", aponta o grupo. “A situação em que a Sociedade atualmente se encontra reclama uma resposta firme, célere e adequadamente estruturada. A Sociedade atravessa uma fase delicada, caracterizada pela dificuldade em obter novas linhas de crédito e renovar as atuais, o que limita a sua capacidade de assegurar com normalidade e segurança o crescimento sustentado da sua atividade”. É assim que a Impresa começa por justificar a necessidade de aumento de capital para a entrada dos italianos da MFE na empresa, que detém o jornal Expresso e a SIC.
No documento enviado esta quinta-feira à CMVM, na sequência da marcação da assembleia geral extraordinária que permitirá a entrada da MFE no capital do grupo, a Impresa explica que a manutenção da situação atual, sem uma intervenção externa, “teria consequências inevitavelmente graves, traduzindo-se no progressivo enfraquecimento da capacidade operacional da Sociedade, na erosão da confiança dos seus credores e parceiros comerciais e, em última análise, na deterioração do seu valor económico”.
Sindicato dos Jornalistas cria canal para denunciar ameaças
Ataques virtuais e presenciais aos profissionais de imprensa e seus equipamentos de trabalho, difamação, insultos e processos judiciais podem ser registados em um formulário virtual. O Sindicato dos Jornalistas (SJ) criou um canal para denunciar ameaças e agressões aos profissionais e irá apresentar a iniciativa na próxima terça-feira, adiantou. Numa nota, o SJ disse que “criou um canal para denunciar ameaças e agressões a jornalistas que será apresentado num webinar sobre estratégias de combate à violência online contra jornalistas, agendado para terça-feira“.
O SJ apontou que as “ameaças, insultos e acusações falsas aos jornalistas não atingem apenas os outros“, adiantando que “a jornalista do Diário de Notícias Amanda Lima e o jornalista László M. Lengyel, presidente do Sindicato Húngaro de Jornalistas (HPU), vão relatar os seus casos particulares, e como combateram o ódio de que foram alvo, no caso português, até à barra dos tribunais”. Segundo o SJ, “o evento serve para conhecer estratégias de resistência e denúncia de situações que chegam a ser crime, que passam a poder ser registadas num formulário dedicado, disponibilizado pelo SJ online”, realçando que os abusos online contra jornalistas são “um fenómeno global“ (Lusa)
Presidenciais 2026: liderança curta de Marques Mendes e quatro candidatos empatados agitam corrida à segunda volta
Um estudo da Consulmark2 para a Euronews, divulgado esta quinta-feira, aponta Luís Marques Mendes como o candidato melhor posicionado para vencer as presidenciais de 18 de janeiro, mas expõe um cenário de elevada incerteza quanto ao adversário que o poderá enfrentar na segunda volta. Um estudo da Consulmark2 para a Euronews, divulgado esta quinta-feira, aponta Luís Marques Mendes como o candidato melhor posicionado para vencer as presidenciais de 18 de janeiro, mas expõe um cenário de elevada incerteza quanto ao adversário que o poderá enfrentar na segunda volta. A sondagem indica uma disputa aberta entre António José Seguro, Henrique Gouveia e Melo, André Ventura e João Cotrim de Figueiredo, todos praticamente empatados.
De acordo com os dados recolhidos entre 19 e 28 de novembro, já com os debates televisivos em curso, o candidato apoiado pelo PSD surge em primeiro lugar com 16,9% das intenções de voto, seguido de António José Seguro (13,0%), Henrique Gouveia e Melo (12,7%), André Ventura (12,6%) e João Cotrim de Figueiredo (12,2%). O estudo caracteriza este resultado como um “empate técnico a quatro” na corrida pelo acesso à segunda volta. Mais distantes surgem Catarina Martins, com 2,0%, António Filipe, com 1,9%, e Jorge Pinto, que não atinge 1%.
Sondagem: Dois terços dos europeus não confiam na capacidade militar do seu país contra a Rússia
Bélgica, Itália e Portugal registam os níveis mais baixos de confiança, com mais de 85% da população a duvidar da capacidade militar dos seus exércitos. Uma nova sondagem revela que mais de dois terços dos cidadãos europeus não acreditam que os seus países seriam capazes de se defender militarmente contra a Rússia, mesmo enquanto a União Europeia continua a investir em pacotes de defesa para reforçar a capacidade militar do continente até 2030. O estudo, realizado pelo instituto de sondagens Cluster 17 para o Le Grand Continent, inquiriu 9.500 cidadãos em nove Estados-membros da UE — França, Croácia, Alemanha, Polónia, Países Baixos, Espanha, Portugal, Itália e Bélgica. Dos inquiridos, 69% expressaram falta de confiança na capacidade do seu país para enfrentar, com sucesso, uma agressão russa.
França é o país com maior confiança, Portugal entre os menos confiantes
Entre os países analisados, França apresenta a maior confiança militar, com 44% dos inquiridos a acreditar na capacidade nacional de defesa. Ainda assim, a maioria dos franceses (51%) continua a ter uma visão negativa. Por outro lado, Bélgica, Itália e Portugal registam os níveis mais baixos de confiança, com mais de 85% da população a duvidar da capacidade militar dos seus exércitos. Os autores da sondagem destacam que a geografia influencia a perceção de segurança. Países mais distantes da Rússia sentem-se menos ameaçados e, por consequência, têm menor confiança na preparação militar nacional.
Sondagem: Mais de 80% acreditam que Portugal é incapaz de se defender em caso de guerra com a Rússia
A maioria dos portugueses acredita que o país não seria capaz de se defender de um ataque russo. De acordo com a sondagem de um centro de investigação europeu, mais de 80% dos inquiridos em Portugal, Bélgica e Itália consideram que os respetivos países não teriam condições para responder a uma eventual ofensiva militar do Kremlin. Os europeus acreditam que há um risco elevado de guerra com a Rússia, segundo uma sondagem realizada em nove países da União Europeia e publicada esta quinta-feira pela revista francesa Le Grand Continent.
No inquérito, realizado na França, Alemanha, Itália, Espanha, Polónia, Portugal, Croácia, Bélgica e Países Baixos, era colocada a seguinte pergunta: "Na sua opinião, a Rússia poderá entrar em guerra com o seu país nos próximos anos?" A perceção do risco de um conflito aberto com a Rússia varia de país para país. Na Polónia, país que faz fronteira com a Rússia e com a Bielorrússia, 77% dos inquiridos consideram o risco de guerra elevado ou muito elevado, enquanto em França a percentagem desce para 54% e na Alemanha para 51%. Em contraste com os polacos, 65% dos inquiridos italianos consideram o risco baixo ou inexistente.
Inmigración y vivienda son los problemas de los canarios
El Sociobarómetro de la Uned indica que «los problemas de solución más urgente de Canarias» para la ciudadanía pasan por las políticas migratorias (16,1%). El Sociobarómetro de Canarias (SBC) elaborado por la Fundación de Enseñanza Superior a Distancia de Las Palmas de Gran Canaria, entidad titular del Centro Asociado a la Universidad Nacional de Educación a Distancia (Uned) de Gran Canaria, apunta que la inmigración y la vivienda son los grandes problemas de Canarias, por encima de la economía, la asistencia sanitaria o la educación. Los residentes en las islas mencionan como problemas más apremiantes de la comunidad autónoma la situación migratoria (16,1%), la vivienda y el alquiler (11,8%), por delante del estado de la sanidad y los servicios sociosanitarios (10,2%) y el desempleo (10,2%). Por contra, la educación está a la cola en la lista de preocupaciones de los canarios (0,9%).
En cuanto al contexto económico, «para el 42,1% de los canarios la situación económica de las islas es buena o muy buena, frente al 27,7% de hace un año». Y concretamente por hogares, «un 52% de los encuestados considera buena o muy buena la situación de su hogar. Siendo mala o muy mala para el 12%».
Y aunque la actividad turística tiene efectos adversos –la disponibilidad de viviendas asequibles, la seguridad ciudadana, el aumento del coste de la vida, el acceso de servicios público como el transporte y la sanidad, así como la conservación del medio natural–, «el 87,2% de los encuestados opina que el turismo es importante para la actividad económica de su isla» y está dispuesto a asumir lo que conlleva, que en positivo es calidad de vida en el municipio, mejora de las infraestructuras, generación de más riqueza y crecimiento económico, actividades culturales y de ocio, creación de nuevos puestos de trabajo y calidad de vida en el municipio.
Turismo na Madeira. Crescimento não gera consenso
Entre números que batem recordes e vozes que pedem contenção, a Madeira enfrenta um dilema: crescer quanto e até quando? Os dois lados da moeda deste crescimento do turismo. Os números são claros e positivos para a economia madeirense: o turismo tem crescido muito e a Madeira está cada vez mais na moda. A comprovar isso mesmo, está o Aeroporto Cristiano Ronaldo: alcançou, pela primeira vez, os 5 milhões de passageiros num único ano, um novo marco na história da aviação regional: um crescimento de 13,1% face a 2024.
«A Madeira é hoje mais do que um destino turístico. É um destino de investimento, de crescimento económico e de conhecimento», defendeu, nesta ocasião, o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz. Ao Nascer do SOL, a Associação de Promoção da Madeira (APM) diz que «essa marca é simbólica e demonstra a vitalidade do destino».
Los canarios están encantados con el turismo, pero lo ven una amenaza en el acceso a la vivienda
El 62,5% de los canarios considera que gracias al turismo se mejoran las infraestructuras, pero el 58% lo percibe como un problema para encontrar casas asequibles. El Sociobarómetro de Canarias 2025 deja una conclusión clara: los residentes en el Archipiélago están encantados con la cifra de turistas y con el tipo de visitantes que llegan, pero al mismo tiempo los ven como una amenaza en el acceso a la vivienda o el coste de la vida. Ahora bien, al 42,5% de los encuestados le preocupa bastante el devenir del sector. El informe, elaborado por la Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED), revela que el 58% de los canarios considera apropiado el número de personas que viajan al Archipiélago para pasar sus vacaciones. Incluso, el 12,3% cree que la cantidad debería ser mayor. El 20,7% de los participantes, en cambio, considera que las llegadas son excesivas.
Vivienda en Canarias
Quienes opinan que llegan más turistas de los que deberían, ponen el foco en los visitantes que contratan un paquete con todo incluido o en los que deciden gastar lo menos posible en el destino. Pero la cosa no queda ahí porque el 14,4% es tajante y apunta que el problema son todos los turistas en general. Luego, el 13,3% muestra su inquietud por la saturación. Uno de los retos que enfrentan las Islas a día de hoy es limitar la compra de vivienda en Canarias por parte de extranjeros y tras la publicación del sociobarómetro queda claro que el tema preocupa a la ciudadanía: el 58% percibe al turismo como un inconveniente a la hora de encontrar casas asequibles y además el 53,2% piensa que afecta al coste de la vida.
Experto de la UNESCO: "Canarias puede aprender de Malta para solucionar su problema de vivienda"
Sergio Nasarre alerta de que la combinación de alquiler sumergido, compra extranjera y falta de suelo está expulsando a los canarios del mercado residencial. ¿Cómo se puede solucionar el problema de la vivienda en Canarias? No existe una “receta mágica”, pero sí caminos posibles. Uno de ellos, según el director de la Cátedra UNESCO de Vivienda y profesor de Derecho Civil en la Universitat Rovira i Virgili, Sergio Nasarre Aznar, pasa por mirar hacia Malta y adaptar su modelo al Archipiélago. Durante su conferencia en el I Congreso de Vivienda de Canarias, el catedrático ha insistido en que las islas necesitan soluciones específicas, teniendo en cuenta no solo su insularidad y falta de suelo, sino también los efectos de las políticas públicas que no han dado resultados desde la crisis de 2008.
Factores que tensionan el mercado
Para comprender el panorama que atraviesa a las Islas, el experto detalló la combinación de factores que tensionan el mercado residencial canario. Según el sindicato de inspectores fiscales, más del 30% del alquiler en Canarias es sumergido, lo que dificulta la transparencia del mercado y reduce aún más la oferta efectiva. A ello se suma que Santa Cruz de Tenerife y Las Palmas están entre las provincias más caras de España para comprar vivienda, mientras que Canarias figura entre las comunidades con más hipotecas por habitante. Y en este escenario, otro elemento que agrava la presión es la compra de vivienda por parte de extranjeros. En el caso de Santa Cruz llega al 35%, una de las cifras más elevadas del país.
El 58% de los canarios ve adecuado el volumen de turistas que reciben, por un 20% excesivo
El 58 % de los residentes en Canarias considera que las islas reciben un volumen adecuado de turistas, mientras que solo el 20,7 % se siente incómodo con él y lo ve excesivo, según el sociobarómetro que publica cada noviembre la Universidad Nacional de Educación a Distancia. Con Canarias a punto de batir de nuevo su récord anual de afluencia de turistas y tras meses de protestas de colectivos sociales y ecologistas abanderados por la plataforma ‘Canarias tiene un límite’, la UNED ha decidido sondear este año qué piensan las islas del sector que tira de su economía y del empleo. El 30% de los turistas que visitan Canarias pagaría un euro como tasa turística por cada día de alojamiento
El 30% de los turistas que visitan Canarias pagaría un euro como tasa turística por cada día de alojamiento El primer resultado de este sondeo, basado en 1.511 entrevistas, es que casi nueve de cada diez canarios (el 87,3 %), reconoce que el turismo es muy o bastante importante para su isla (28,9 % + 58,4 %) y tres de cada cuatro piensa lo mismo para su municipio en particular (17,6 % muy importante + 54,4 % bastante importante).
Turistas y masificación
¿Es la masificación turística un problema para los canarios? Solo lo es para una minoría: solo el 3,9 % la cita entre sus preocupaciones. Muy por delante, los residentes en las islas mencionan como problemas más apremiante de su tierra la situación migratoria (16,1 %), la vivienda y el alquiler (11,8 %), el estado de la sanidad y los servicios sociosanitarios (10,2 %) y el desempleo (10,2 %).
El deporte ya genera el 4,5% del PIB de Canarias
La industria del deporte en Canarias alcanzó en 2024 un impacto directo equivalente al 4,45% del PIB regional, lo que supone 2.586 millones de euros anuales, según el Estudio de Impacto Socioeconómico de la Industria del Deporte en Canarias, presentado este martes por el Clúster de la Industria del Deporte en Canarias (Cideca). El documento –primero de esta naturaleza que se elabora en el Archipiélago- ha sido financiado por la Consejería de Educación, Formación Profesional, Actividad Física y Deportes del Gobierno de Canarias y realizado por la consultora KPMG, y su contenido fue dado a conocer en un acto celebrado en la sede de la CEOE de Tenerife.
La presentación, que corrió a cargo del presidente de Cideca, José Hernández, contó con la participación de autoridades regionales, organizaciones empresariales y miembros asociados, entre los que se encontraban el consejero de Educación, Formación Profesional, Actividad Física y Deportes, Poli Suárez; y el viceconsejero de la Actividad Física y Deportes, Ángel Sabroso.
Por encima de regiones punteras
Ese dato de 2.586 millones de euros anuales de impacto directo, lo que supone un 4,45% del PIB del Archipiélago, sitúa a Canarias por encima de los niveles publicados por otras comunidades autónomas y consolida al deporte como un motor económico estratégico en las islas. El 76% de ese número (1.962 millones de euros) proviene del sector privado.
sábado, novembro 29, 2025
Venezuela: Trump e Maduro discutiram ao telefone possível encontro
O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, e o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, terão falado ao telefone na semana passada sobre um potencial encontro no futuro. O NY Times é quem avança com a notícia, referindo que o encontro teria lugar nos EUA. Já a Casa Branca recusou comentar a chamada e o governo venezuelano não respondeu às questões deste jornal americano. Ainda assim, duas fontes dentro do governo venezuelano confirmaram ao NY Times, sob condição de anonimato, que a chamada direta entre Trump e Maduro teve mesmo lugar. De recordar que há uns dias, aparentemente após a chamada, os EUA designaram o “Cartel de los Soles” como uma organização terrorista estrangeira, apontando Nicolás Maduro como o líder. Ao público, Trump continua as suas criticas, prometendo parar os “traficantes de droga” seja de que forma fosse: “por terra, é mais fácil. Vamos começar muito em breve“, disse (Lusa)
Falha de software da Airbus atinge frota de A320 da TAP e força paragens para manutenção
Um incidente com um avião A320 revelou que "intensa radiação solar pode corromper dados críticos para o funcionamento dos controlos de voo", determinando esta decisão da Airbus. A Airbus emitiu um alerta para a obrigatoriedade de realizar uma intervenção nos aviões da família A320, depois de um incidente com um avião deste modelo ter revelado que “intensa radiação solar pode corromper dados críticos para o funcionamento dos controlos de voo”. Globalmente, a falha terá impacto em cerca de 6.000 aviões. O problema afeta a frota da TAP, apurou o ECO. A companhia está a avaliar o impacto na sua operação.
“Um número significativo de aeronaves da família A320, atualmente em serviço, podem ser afetadas”, alerta a Airbus. “A análise de um evento recente envolvendo uma aeronave da família A320 revelou que a intensa radiação solar pode corromper dados críticos para o funcionamento dos controlos de voo. Consequentemente, a Airbus identificou um número significativo de aeronaves da família A320 “atualmente em serviço que podem ser afetadas“, informa a construtora em comunicado. Entre A320 e A321, a TAP tem 55 aviões da família A320, mais de metade das 99 aeronaves que tem ao serviço. Destes A320, 38 são Neo. “Estamos a acompanhar a situação, como sempre tendo como prioridade máxima a segurança dos nossos passageiros e tripulações”, afirma a companhia aérea portuguesa.
Sondagem SIC/Expresso: Marcelo deixa impressão positiva mas portugueses querem (agora) outro tipo de Presidente
A sondagem SIC/Expresso revela que Marcelo Rebelo de Sousa deixa uma impressão positiva dos dez anos no Palácio de Belém. Mas agora os portugueses querem alguém mais interventivo. A pouco mais de três meses de deixar a Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa deixa uma boa impressão dos seus dez anos em Belém. Dois terços dos inquiridos na sondagem do ICS (Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa) e do ISCTE (Instituto Universitário de Lisboa) para a SIC e Expresso consideram que os seus mandatos foram “positivos” ou mesmo “muito positivos”.
Jovens poderão ter de trabalhar até aos 68 anos para terem reforma próxima do último salário
Este cenário do estudo da OCDE tem por base o pressuposto de que a carreira contributiva não terá interrupções e que o contribuinte se reforma na idade normal. Assim, Portugal deverá ter a terceira taxa de substituição dos rendimentos de trabalho na reforma mais elevada da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (SIC-Notícias)
Da demissão do braço-direito de Zelensky aos planos de Trump para entregar territórios à Rússia: o que se passa com a Ucrânia?
Andriy Yermak, um dos homens mais próximos do presidente da Ucrânia, apresentou a demissão, após ser alvo de buscas. Entretanto, surgem notícias de que o presidente dos EUA quer reconhecer como russas as regiões ocupadas de Donbass e da Crimeia. Se as eleições legislativas fossem hoje, a Alicança Democrática voltava a ganhar com o mesmo resultado que teve em maio. Esta é uma das conclusões da sondagem SIC/Expresso que revela também que o PS volta a conquistar a liderança da oposição (SIC Noticias)
Sondagem Expresso: AD continua a vencer, PS 'bate' Chega e (re)conquista 2.º lugar
Se as eleições legislativas fossem hoje, a Alicança Democrática voltava a ganhar com o mesmo resultado que teve em maio. Esta é uma das conclusões da sondagem SIC/Expresso que revela também que o PS volta a conquistar a liderança da oposição. Este é sempre um dos momentos mais tensos da governação quando não há uma maioria absoluta no Parlamento, mas Luís Montenegro volta a ter razões para sorrir. Com a abstenção socialista no Orçamento do Estado (OE) para 2026 está garantido mais um ano. E a avaliar pelos resultados da sondagem do ICS (Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa) e do ISCTE (Instituto Universitário de Lisboa) para a SIC e Expresso, os eleitores estão a fazer uma avaliação positiva do trabalho da Aliança Democrática (AD).














































