sexta-feira, julho 23, 2021

Sondagem RTP: Menos portugueses pensam fazer férias fora de casa

 

Há menos portugueses a admitirem fazer férias fora do local de residência habitual por comparação a maio, um possível reflexo do agravamento da situação pandémica no país nas últimas semanas. Pedro Nunes - Reuters São menos os portugueses que costumam fazer férias fora da residência habitual a pretenderem fazê-lo este ano, com uma diminuição importante verificada nos últimos dois meses. Outros dados a nível económico, reunidos pela sondagem da Universidade Católica para a RTP, mostram que o teletrabalho é visto de forma muito positiva e que o sentimento de segurança face à situação profissional ou o impacto no rendimento disponível não sofreram grandes alterações em relação a inquéritos anteriores. A maioria dos portugueses (60 por cento) assume seguir os mesmos comportamentos de consumo como antes da pandemia, mas há ainda assim 30 por cento de inquiridos que admite que está a evitar ou adiar compras importantes, como a aquisição de casa ou carro.

De acordo com a mais recente sondagem da Católica para a RTP, desde maio que os portugueses estão menos abertos a fazer férias fora do local de residência habitual. Nos últimos dois meses, aumentou a percentagem de inquiridos que afirma que “de certeza” não fará férias fora de casa, de 41 para 55 por cento. 

"Operação Marquês": Ministério Público critica juiz Ivo Rosa


Os procuradores do Ministério Público acusam o juiz Ivo Rosa de distorcer a Operação Marquês. O Jornal "Público" revela que os procuradores Rosário Teixeira e Vítor Pinto pediram a a nulidade da decisão instrutória no caso da pronúncia de José Sócrates e Carlos Santos Silva.

Pedro Nuno Santos admite mais saídas de trabalhadores da TAP

 

O ministro das Infraestruturas diz que gostaria de ver mais rápido a luz verde de Bruxelas ao plano de reestruturação da TAP. Mas confessa que a "investigação aprofundada", aberta pela Comissão Europeia ainda pode demorar três meses.

Sondagem RTP: Larga maioria de portugueses quer remodelação do Governo

 

Nesta sondagem da Católica, o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, é apontado pelos entrevistados como o pior ministro e o que deve ser substituído numa remodelação governativa. Nesta sondagem da Católica, o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, é apontado pelos entrevistados como o pior ministro e o que deve ser substituído numa remodelação governativa. Reuters

É cada vez mais expressiva a percentagem de portugueses que exige a remodelação do executivo, com destaque para a avaliação particularmente negativa do ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita. Ainda assim, a sondagem da Universidade Católica para a RTP revela que a maioria avalia como "razoável" o desempenho do Governo face à pandemia e acredita que o executivo irá durar até ao fim da presente legislatura. As repostas dos inquiridos demonstram ainda que a popularidade do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, se mantém neste início de segundo mandato. O líder da oposição, Rui Rio, tem tido um desempenho também avaliado como “razoável” por grande parte dos inquiridos, mas ainda assim o PSD é o partido com quem os portugueses querem que o PS procure negociar primeiro, de forma a conseguir aprovar o próximo Orçamento do Estado no Parlamento.

Desde maio que são ainda mais os portugueses a exigirem uma remodelação do Governo. No total, 71 por cento dos inquiridos entende que o primeiro-ministro António Costa deve substituir alguns dos membros do executivo. Em maio, eram 51 por cento dos inquiridos a apontar para esta necessidade de fazer alterações no Governo. Se em maio de 2021, 31 por cento dos inquiridos não viam razões que justificassem remodelações governamentais, esse número é atualmente de apenas 17 por cento.

Pilotos da TAP voam doentes com medo de serem despedidos

 

A TAP atravessa um dos períodos mais difíceis da sua história. Mergulhada na crise da aviação, provocada pela pandemia de covid-19, a companhia aérea, já intervencionada pelo Estado, luta para sobreviver, o que pode levar a práticas que colocam em causa os direitos dos trabalhadores e até a segurança dos passageiros.

Uma reportagem da TVI mostra uma denúncia de uma situação grave de pilotos que optam por voar doentes, algo ilegal por razões de segurança, mas que muitos se veem obrigados a fazer, com medo de serem despedidos. Com efeito, a TAP estará a despedir pilotos com base na apresentação de baixas médicas, que são faltas justificadas e até obrigatórias, por razões de segurança. Essas mesmas baixas devem ser passadas por médicos da TAP, mas ao mesmo tempo estão a servir como critério para selecionar os pilotos a dispensar.

Incidência de COVID-19 continua a aumentar na maioria dos concelhos

 

Segundo os dados da Direção Geral da Saúde, a taxa de incidência de COVID-19 continua a aumentar na maioria dos concelhos, permanecendo mais elevada no Algarve. Segundo os Relatórios de Situação COVID-19 da Direção Geral da Saúde, até 18 de julho de 2021, foram registados em Portugal um total de 932 540 casos confirmados da doença. Destes, 863 089 (ou seja, 92.6%), já recuperou, havendo um total de 17 215 óbitos, o que equivale a 1.8% do total de infetados. Os casos ativos são agora 52 236. Depois de um período de forte crescimento no número de novos casos assim como de internados, os números iniciaram uma nova trajetória descendente no final de janeiro, que se manteve até maio. Em junho, assistimos a uma nova subida, ainda não contrariada.

No dia 18 de julho, existiam 851 internados nos hospitais do SNS, dos quais 181 em Unidades de Cuidados Intensivos, valores que também voltaram a crescer em junho e julho embora estando ainda muito longe dos máximos observados. O número de internados corresponde a 1.6% do número de casos ativos e os que necessitam UCI representam 21.3% daqueles.

Sondagem: Portugueses querem vacina obrigatória

 

72% dos portugueses querem que a vacina contra a covid-19 seja obrigatória. Uma questão polémica e que precisa de mudanças na lei. O resultado foi apurado numa sondagem da Universidade Católica para a RTP. No que toca à atuação dos políticos face à pandemia, a avaliação dos portugueses é agora menos positiva. 48% dos inquiridos consideram que a resposta do Presidente da República é boa ou muito boa, face aos 64% de maio. Quanto ao Primeiro-ministro a aprovação desceu 10 pontos para 33%. No topo das avaliações positivas surge o vice-almiramte Gouveia e Melo que coordena a vacinação com com quase 70%

Groundforce: ANA SA vai revogar licença de ocupação de espaços em Faro e Funchal

 

A ANA Aeroportos diz que vai avançar com a revogação de uma licença de ocupação de espaços da Groundforce nos aeroportos de Faro e da Madeira. Esta decisão da gestora aeroportuária pode impedir que a empresa de handling possa deixar de operar nestes dois aeroportos. Em causa está uma divida de mais de quase 800 mil euros em taxas de ocupação que, de acordo com a ANA aeroportos a Groundoforce não paga desde março. Ana Aeroportos diz ter enviado no dia 7 de julho uma proposta de deliberação para revogação da licença de ocupação dos espaços. A Groundforce tinha até sexta feira passada para responder. A Ana Aeroportos diz que a dívida no total ultrapassa os 13 milhões de euros referente a todos os aeroportos. A RTP contactou a Groundforce mas sem sucesso.

Sondagem RTP: Portugueses dão nota positiva à task-force e continuam confiantes nas vacinas

 

Neste inquérito, os portugueses avaliam de forma positiva os principais atores e entidades envolvidos no combate à pandemia. Uma larga maioria de inquiridos está disposta a ser vacinada e admite até que a inoculação possa ser obrigatória em Portugal. Neste inquérito, os portugueses avaliam de forma positiva os principais atores e entidades envolvidos no combate à pandemia. Uma larga maioria de inquiridos está disposta a ser vacinada e admite até que a inoculação possa ser obrigatória em Portugal. Rodrigo Lobo - RTP

A mais recente sondagem da Universidade Católica para a RTP sobre a resposta à pandemia revela que os portugueses continuam a fazer uma avaliação positiva dos principais atores e entidades envolvidos no combate à Covid-19. Neste inquérito, os participantes foram inquiridos pela primeira vez sobre a prestação da task-force de vacinação e do coordenador, vice-almirante Gouveia e Melo, que obtêm os melhores resultados entre os vários protagonistas. Na sondagem revelada por ocasião do debate do Estado da Nação, que se realiza na próxima quarta-feira, destacam-se ainda os elevados níveis de adesão às vacinas, mas também o grande impacto da pandemia na vida social, laboral e educacional dos portugueses. Pela primeira vez, a sondagem da Universidade Católica inquiriu os portugueses sobre a atuação da task-force de vacinação e do respetivo coordenador, vice-almirante Gouveia e Melo, sendo a avaliação claramente positiva.

O inquérito realizou-se entre os dias 9 e 15 de julho, semana em que o processo de vacinação acelerou de forma significativa e em que se registaram vários percalços e atrasos ao nível da vacinação. Mas nem isso abalou a confiança dos inquiridos: 44 por cento consideram que a atuação da task-force tem sido “Boa” e 32 por cento dão nota máxima, considerando que a atuação tem sido “Muito Boa”.

Sondagem: Rio foi quem recuperou mais terreno mas o saldo continua negativo

 

Rui Rio foi o líder partidário que recuperou mais terreno, este mês, no barómetro da Aximage para o JN, DN e TSF. Mas ainda tem um saldo negativo de 18 pontos (diferença entre avaliações positivas e negativas). Ao contrário, António Costa acumula perdas significativas pela segunda vez consecutiva, mas mantém um saldo positivo de 11 pontos.

O secretário-geral do PS baixou para 41% nas avaliações positivas e uma das quedas mais significativas foi no segmento de eleitores socialistas, embora consiga 69%. O presidente do PSD subiu um ponto no que diz respeito às notas positivas, mas continua a ter dificuldades entre os eleitores sociais-democratas: são agora 37% os que elogiam a sua atuação (mais dois pontos do que em maio), mas 32% dão-lhe nota negativa. Para além de Costa, o único líder partidário em terreno positivo é Catarina Martins, ainda que seja por um escasso ponto. Mas também é relevante dizer que a bloquista é a segunda com mais avaliações positivas (31%).

Sondagem: socialistas abanam mas não caem, com o PSD a 12 pontos

 

Rui Rio foi o líder partidário que recuperou mais terreno, este mês, no barómetro da Aximage.A intenção de voto para as legislativas e a avaliação dos líderes partidários. PS resiste (37,6%) à queda abrupta de António Costa na avaliação dos portugueses. PSD regista pequena recuperação (25,2%). BE (7,8%) e Chega (7,7%) estão a par. Liberais (5,5%) ultrapassam CDU (4,8%). PAN a crescer (4,6%) e CDS irrelevante (0.9%). Se houvesse hoje eleições legislativas, o PS seria o claro vencedor, com 37,6%, de acordo com a mais recente sondagem da Aximage para o JN, o DN e a TSF. Apesar da queda de pouco mais de um ponto relativamente a maio, ficaria 12 pontos acima do PSD, que, depois de bater no fundo, recupera para os 25,2%. Mas há outras novidades: o BE (7,8%) está quase a par do Chega (7,7%); enquanto o Iniciativa Liberal (5,5%) ultrapassa a CDU (4,8%), que já tem o PAN a morder-lhe os calcanhares (4,6%). O CDS regressa à irrelevância (0,9%).

A capacidade de resistência eleitoral dos socialistas é invulgar. Sobretudo se tivermos em conta o que está a acontecer à popularidade de António Costa: na avaliação enquanto líder do partido, volta a perder muito terreno (ver texto ao lado); e na pele de primeiro-ministro acumula, nos últimos dois meses e meio, uma perda de 18 pontos nas avaliações positivas e uma subida de 16 pontos nas negativas (como divulgámos na edição deste domingo).

Reformas pela metade? O que pode fazer para acautelar o seu futuro

 

Já a partir da próxima década vai acelerar a discrepância entre os últimos rendimentos do trabalho e as pensões de reforma dos portugueses que se aposentem. Quem o fizer, por exemplo, em 2040, poderá ter de passar a viver com pouco mais de metade do salário que estava habituado a ter. E quem se reformar em 2045 já terá direito a menos de metade. O alerta foi feito recentemente no relatório “The 2021 Ageing Report” – disponível nesta ligação –, um estudo que, a cada três anos, analisa a evolução demográfica e confronta-a com a sustentabilidade dos sistemas nacionais de pensões.

Os cálculos da Comissão Europeia apontavam para uma taxa de substituição (entre o último ordenado e a reforma) de 74% em Portugal em 2019, um valor que poderá subir para quase 85% até 2025, ou seja, mais de quatro quintos do ordenado. O problema vem depois: até 2040, ou seja, dentro de menos de 20 anos, a capacidade que as pensões têm de substituir os rendimentos do trabalho em Portugal cai para 54,5% – e em 2045 será inferior a metade (48,2%). A culpa é, sobretudo, das perspetivas demográficas.

O relatório pode ser, para muitos, uma leitura aterrorizadora – mas não tem de ser paralisante. Por isso, o Observador criou cinco perfis de pessoas, em diferentes fases da sua vida ativa, e contactou várias instituições financeiras para saber quais são os melhores conselhos gerais que se pode dar a quem quer tentar acautelar o futuro também pelos próprios meios – e quais as vantagens e desvantagens de cada tipo de solução de poupança e investimento.

Sondagem: 83% apoiam manutenção de medidas restritivas do Governo

 

A sondagem da Aximage para o JN, DN e TSF foi realizada vários dias antes do último Conselho Ministros, mas fica claro que o rumo escolhido tem a aprovação da maioria. Isso não quer dizer, no entanto, que tudo esteja a correr bem: cerca de dois terços dos inquiridos (65%) acha que a fiscalização do Estado às medidas que aplica não está a ser eficaz. Há cada vez mais concelhos no vermelho e, portanto, cada vez mais portugueses condicionados por restrições como o recolher obrigatório às 23 horas, comércio a fechar às 15.30 horas, ou redução do número de pessoas que pode estar juntas à refeição num restaurante. E, pelo menos até ao fim de semana passado (o trabalho de campo decorreu entre 10 e 12 de julho), isso não constituía um problema para a maioria, em particular para as mulheres, os dois escalões mais velhos e os socialistas. Apenas 17% dos inquiridos pedia o fim das restrições (com destaque para os eleitores do Iniciativa Liberal).



Falha na fiscalização

No que diz respeito à capacidade para fiscalizar essas restrições, a divisão é um pouco maior. Dois terços (65%) identificam uma fiscalização ineficaz. Apesar de esta avaliação negativa ser maioritária em todos os segmentos da amostra, há alguns casos em que o nível de satisfação com a fiscalização é bastante superior à média (35%): é o caso dos eleitores socialistas (47%), dos que vivem na região Norte (46%), dos mais pobres (45%) e dos mais velhos (43%)  (Jornal de Notícias, texto do jornalista Rafael Barbosa)

Sondagem: Cartão amarelo para Marcelo. Costa quase no vermelho

 

Popularidade dos dois líderes políticos caiu a pique neste mês. Mas, enquanto o presidente se aguenta com um saldo positivo de 37 pontos, o primeiro-ministro fica-se por apenas seis, revela sondagem da Aximage. É um verdadeiro cartão amarelo o que é mostrado, este mês, a Marcelo Rebelo de Sousa. Mas é ainda pior para António Costa, que se aproxima do vermelho. De acordo com o barómetro da Aximage para o JN, DN e TSF, a popularidade dos dois líderes cai a pique e o primeiro-ministro tem agora escassos seis pontos de saldo positivo (diferença entre avaliações positivas e negativas). Este mês, a queda do presidente foi mais acentuada, mas o facto de partir de um patamar muito elevado permite-lhe manter um generoso saldo positivo de 37 pontos.

O último mês e meio foi crítico na avaliação dos portugueses aos dois políticos (mas também para os que estão na Oposição). A sondagem não faz perguntas sobre as razões para a desilusão dos portugueses, mas o calendário dá pistas suficientes. Se, no início de junho, o Governo ainda mostrava surpresa com o alerta britânico para a variante delta, um mês e meio depois o país está em plena quarta vaga da pandemia.

Sondagem: Oposição vai de mal a pior com novo recorde negativo

 


Castigo aos partidos da Oposição é maior entre os eleitores mais velhos, os mais pobres e os que vivem na região do Porto. Saldo da avaliação é claramente negativo. Se o socialista António Costa atravessa horas más, que dizer da alternativa? De acordo com o barómetro da Aximage para o JN, DN e TSF, volta a bater recordes, com 50% de avaliação negativas (apenas 21% positivas) e um saldo de 29 pontos negativos (em maio eram 18). O cenário é particularmente difícil entre os mais velhos, que castigam o primeiro-ministro, mas também não acreditam na Oposição (saldo negativo de 36 pontos); entre os mais pobres (38 pontos); e entre os que vivem na região do Porto (39 pontos). No ecossistema partidário, só há saldo positivo para a Oposição entre os eleitores comunistas, com o sentimento mais negativo a prosperar entre quem vota no PAN, Iniciativa Liberal e Chega.

RUI RIO LIDERA

No que diz respeito à principal figura da Oposição, Rui Rio ganha vantagem sobre André Ventura. O social-democrata tem agora mais cinco pontos que o líder do Chega, com destaque para as regiões do Norte e do Porto. O líder da Direita radical está à frente no Sul e consegue um empate em Lisboa. Note-se que 20% dos inquiridos nem sequer são capazes de escolher uma figura que simbolize a liderança da Oposição. Sem surpresa, o melhor resultado de Rio é entre os que votam no PSD (52%), ainda que cerca de um quarto dos sociais-democratas apontem para Ventura, que tem a quase unanimidade dos seguidores do Chega e vence também entre os eleitores do PAN. Catarina Martins é a preferida no BE, Jerónimo de Sousa na CDU, e João Cotrim de Figueiredo nos liberais  (Jornal de Notícias, texto do jornalista Rafael Barbosa)

Sondagem: 81% pedem remodelação, com Cabrita no topo da lista

 

Entre os que defendem mudança de ministros no Governo, a maioria quer que aconteça ainda antes das próximas eleições autárquicas. Ministro da Administração Interna é apontado para sair por 78% dos inquiridos. Não haverá remodelação no Governo, disse António Costa há duas semanas. Está em contrapé com o país. Quando se pergunta aos portugueses se deve ou não haver remodelação, a resposta é clara: 81% dizem que sim e de preferência antes das eleições autárquicas de setembro (44%), revela a sondagem da Aximage para o JN, DN e TSF. O alvo principal é Eduardo Cabrita (78%). Mas, aconteça ou não, há um facto que outra maioria dá como adquirido: 75% acreditam que o Governo dura até ao fim da legislatura (em abril eram 84%).

Os meses de junho e julho voltaram a ser agitados para o Governo. E em particular para alguns ministros. As hipóteses de remodelação preencheram horas de comentário político televisivo. E até Marcelo veio a terreiro exigir, de novo, "estabilidade política" (assumindo, no fundo, que ela não existe). O auge da especulação surgiu quando Augusto Santos Silva, ministro dos Negócios Estrangeiros, pré-anunciou o regresso ao posto de professor universitário. Foi apenas um "momento de ingenuidade", apressou-se a dizer António Costa, com isso fechando, de novo, a porta à troca de ministros.

Sondagem: Cartão amarelo para Marcelo. Costa quase no vermelho

 

Popularidade dos dois líderes políticos caiu a pique neste mês. Mas, enquanto o presidente se aguenta com um saldo positivo de 37 pontos, o primeiro-ministro fica-se por apenas seis, revela sondagem da Aximage. É um verdadeiro cartão amarelo o que é mostrado, este mês, a Marcelo Rebelo de Sousa. Mas é ainda pior para António Costa, que se aproxima do vermelho. De acordo com o barómetro da Aximage para o JN, DN e TSF, a popularidade dos dois líderes cai a pique e o primeiro-ministro tem agora escassos seis pontos de saldo positivo (diferença entre avaliações positivas e negativas). Este mês, a queda do presidente foi mais acentuada, mas o facto de partir de um patamar muito elevado permite-lhe manter um generoso saldo positivo de 37 pontos.

O último mês e meio foi crítico na avaliação dos portugueses aos dois políticos (mas também para os que estão na Oposição). A sondagem não faz perguntas sobre as razões para a desilusão dos portugueses, mas o calendário dá pistas suficientes. Se, no início de junho, o Governo ainda mostrava surpresa com o alerta britânico para a variante delta, um mês e meio depois o país está em plena quarta vaga da pandemia.

Ao contrário de crises anteriores, faltou sintonia entre Costa e Marcelo. As divergências foram públicas, com o presidente a pedir uma abordagem menos "fundamentalista" e a recusar o regresso ao estado de emergência; e o primeiro-ministro a manter a rigidez de critérios, mas a ser atingido, mesmo assim, com os estilhaços da desconfiança que foram chegando do Reino Unido, Espanha, Alemanha e França.

Sondagem: Relação entre Costa e Marcelo é boa apesar das divergências

 

Quase metade dos inquiridos defende alterações à matriz de risco (48%), tal como tem sido pedido pelo presidente da República. E estão em maioria os que validam o isolamento profilático de António Costa (53%), mesmo já estando com a vacinação completa.

A falta de sintonia entre Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa na avaliação e combate à pandemia foi evidente nos meses de junho e julho. Mas a maioria dos portugueses não atribui demasiada importância às divergências. De acordo com uma sondagem da Aximage para o JN, DN e TSF, são muito mais os que classificam a relação entre presidente e primeiro-ministro como boa ou muito boa (52%) do que os que consideram que ela é má ou muito má (8%).

Foi em meados de junho que a retórica entre Belém e S. Bento atingiu o pico. Com o número de infetados a subir e a evidência de uma quarta vaga de covid-19, Marcelo garantia que, no que diz respeito ao estado de emergência, "já não voltamos atrás". Costa foi rápido a responder, argumentando que ninguém, nem o presidente, poderia garantir que não se voltaria atrás. Marcelo sacou da Constituição e replicou que um presidente nunca é desautorizado pelo primeiro-ministro, para Costa pôr então água na fervura: a quezília resultara de alguma "confusão" e não havia qualquer conflito entre os dois.

Parece ter sido o suficiente para tranquilizar a maioria dos portugueses, uma vez que mais de metade classifica a relação entre os dois como boa (52%), com destaque para os mais velhos (73%) e para os eleitores socialistas (72%). São apenas 8% os que adivinham uma tensão insanável entre Belém e S. Bento, com destaque para os eleitores do Chega (31%).

Sondagem: Portugueses deixam alerta a Costa - Remodelação quer-se antes das autárquicas e a começar com Cabrita

 

É a pior avaliação desde julho de 2020. António Costa regista "uma queda" de 20 pontos em quatro meses, já Marcelo caiu 15 pontos desde o mês passado. 81% defende que o Governo devia avançar com uma remodelação no Executivo e que o deve fazer antes das autárquicas, a começar por Eduardo Cabrita. As conclusões são de uma sondagem da Aximage para TSF-JN-DN e evidenciam alguma fadiga dos portugueses — à qual nem o Presidente da República escapa.

A avaliação de desempenho de Marcelo Rebelo de Sousa caiu 15 pontos percentuais (pp). 70% dos inquiridos fazia uma avaliação positiva do desempenho do Presidente em junho, mas esse valor caiu para 55% este mês. Para António Costa a queda foi de 20 pp em quatro meses: Se em março reunia uma avaliação positiva a rondar os 61%, agora o valor cai para 41%. Quando se compara o grau de confiança que os portugueses têm nos dois intervenientes, 51% diz que confia mais em Marcelo do que em Costa e 73% consideram mesmo que o Presidente da República devia ser mais exigente com o governo socialista.

Quando questionados sobre a eventualidade de uma remodelação governamental, 81% dos inquiridos defenderam que esta deve avançar. 44% consideram mesmo que devia ser antes das autárquicas, 23% acham que pode ser depois e apenas 18% remete alterações no Executivo para depois da aprovação do próximo Orçamento do Estado. E por onde começar as mexidas? Eduardo Cabrita (78%), seguido de Marta Temido (29%) e Tiago Brandão Rodrigues (20%).

Ainda assim, 75% dos inquiridos acreditam que esta legislatura vai chegar até ao fim. Apesar de ter caído a pique a confiança em Costa, a avaliação sobre a atuação da oposição não é melhor: 50% dos portugueses dão nota negativa à oposição, num aumento de 11 pp face ao mês passado. Rui Rio todavia sai reforçado como a "principal figura da oposição", segundo 33% dos inquiridos, seguido de André Ventura (27%). Esta sondagem decorreu entre os dias 10 e 12 de julho e foram recolhidas 763 entrevistas entre maiores de dezoito anos residentes em Portugal (Sapo)

sexta-feira, julho 09, 2021

Turismo na RAM (II)



Neste quadro vemos o total de entradas e dormidas anuais de turistas da de Portugal, Alemanha, Reino Unido e França, em 2018 e 2019, respectivas variações, bem como os dados de 2020, primeiro ano da pandemia de Covid19, e respectivas variações face a 2019. Finalmente publicamos os dados de Janeiro e Fevereiro de 2021 e comparação com o mesmo período de 2020. Indico também os dados da taxa de ocupação e os proveitos.

Turismo na RAM



Neste quadro vemos o total de entradas anuais de turistas da Alemanha, Inglaterra e Nacionais, entre 2016 e 2021 (até Fevereiro). Indico também o peso percentual de cada um dos países geradores de turismo no movimento total anual de entradas de turistas na RAM.

O IRC global e o CINM


 fonte: Jornal de Negócios

Porto Santo


 fonte: Público

Parada miltar celebra os 210 anos da independência da Venezuela



segunda-feira, julho 05, 2021

Nota: só espero que isto (vacinas a pataco) não cheire a esturro

Eu não quero acreditar - e juro que não volto mais ao assunto, eles que se lixem todos - mas a mim cheira-me a um frete feito a alguns residentes no estrangeiro, nomeadamente em 3 países onde predominam as vacinas chinesa, indiana e russa, não reconhecidas ainda pelo regulador europeu, quiçá porque precisam dar continuidade a negócios... Espero que nada disto tenha a ver com interesses obscuros que nada têm a ver com a saúde dos madeirenses. Porque a não ser assim é uma bandalhice vergonhosa. E por aqui me fico…

O que não podemos é andar num jogo duplo, para umas coisas é o Certificado de Vacinação que a Europa disponibiliza, para outras coisas já são as vacinas da lista da OMS - entidade conhecida por fazer fretes e cair em inúmeras contradições  a começar pela acusação de ter ocultado e não se pronunciado as pandemia do covid19 quando ela começou a dar os primeiros passos (não convinha beliscar os chineses...) - aprovando desta forma vacinas que reconhecidamente não estão comprovadas quanto à sua eficácia clínica e estão excluídas do Certificado de Vacinação da UE. Mas não vou perder tempo com este tema por que não costumo perder tempo com quem parece estar a querer abandonar o barco antes que seja jogado borda-fora (LFM)

domingo, julho 04, 2021

Nota: mas anda tudo a perder o tino?

Madeira permite entrada de pessoas inoculadas com qualquer vacina" (titulo de notícia). Por mim até podem autorizar "vacinados" com remédio para ratazanas. Estou-me nas tintas! O problema é que este desespero patético que por aí anda, vai ao ponto de agora permitirem vacinas não reconhecidas por entidades europeias competentes e cuja  eficácia é posta em causa nalguns países até que existam resultados seguros. Isto independentemente das guerras internacionais em torno dos preços das vacinas e dos lucros dos mamões que andam a ganhar milhares de milhões com seta pandemia de mer***.

Seria bom que esta doentia dependência do turismo,  este vale tudo, esta lógica de nos colocar a todos com o  "traseirinho virado para a lua", tudo em nome de uma economia que pode cair num precipício definitivo se houver algum sinal de descontrolo e agravamento da situação, não tivesse custos elevados. 

Afinal vale tudo? Até vacinas ainda sem efeito nenhum cientificamente comprovado? Ou aqueles lotes de vacinas usadas fora de prazo como aconteceu no Brasil? Ou as tais vacinas (made in India) deturpadas na sua composição e que alegadamente terão sido usadas na vacinação de milhões de ingleses? Tudo isso é válido?! Se os governantes ainda dessem o exemplo e fossem vacinados com essas trampas russas, chinesas ou indianas que por aí andam, talvez as pessoas ainda se calassem. O problema é que sabemos que eles escolheram outras vacinas que não essas que a bandalheira desregulada agora tolera. É que se isto se agravar por culpa de decisões desesperadas e patéticas - dispensamos hipotéticos iluminados da treta que na RAM acham que sabem mais de vacinas que os reguladores europeus competentes - alguém vai ter que assumir responsabilidades pelo que ocorrer. Mas vai mesmo! Por este andar, aqueles cidadãos que no Brasil e noutros países foram apanhados a serem vacinados com...água, ainda vão pode entrar! (LFM)

Nota: E já agora o Certificado Europeu de Vacinação é emitido para vacinas não aprovadas pelo regulador europeu?

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Sputnik V, a vacina contra a covid-19 desejada por uns, desprezada por outros

É a vacina mais sensível em termos geopolíticos, para além das chinesas, que a Agência Europeia de Medicamentos tem de avaliar. Mas há muita vontade na UE que seja aprovada, incluindo de industriais e líderes de Governo (Público, Clara Barata, Março de 2021)

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Covid-19: milhares de pessoas no Brasil tomaram vacina fora do prazo de validade

Até o dia 19 de Junho, as vacinas com o prazo de validade expirado tinham sido utilizadas em 1532 municípios brasileiros (Estêvão Gamba e Sabine Righetti, Publico e Folha de S.Paulo, Julho de 2021)

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Milhões de britânicos vacinados com AstraZeneca em risco de exclusão pela UE

Em causa está a vacinação com fármaco da AstraZeneca produzido na Índia. A Comissão Europeia explica que a decisão de reconhecer esta vacina na União Europeia cabe aos Estados-membros, já que esta versão não foi aprovada pelo regulador europeu (Lusa, Julho de 2021)

quinta-feira, julho 01, 2021

Covid-19: Cientistas britânicos pedem revisão da lista oficial de sintomas

 

“Milhões de casos” de Covid-19 podem ficar por diagnosticar, a menos que a lista “oficial” de sintomas do Reino Unido seja alargada, alertaram cientistas britânicos, citados pelo ‘Daily Mail’. Segundo a mesma publicação, os especialistas estão a pedir ao governo do Reino Unido que siga outros países e amplie a lista de sintomas que formam os critérios para o auto-isolamento ou a realização de um teste de PCR. Atualmente, apenas três sintomas são considerados pelo serviço de saúde britânico, como justificação para quarentena ou teste: febre alta, tosse nova e persistente e perda/alteração do olfato ou do paladar. Contudo, os dados mais recentes analisados pela comunidade científica britânica, sugerem que outros sintomas, incluindo dor de cabeça, fadiga e dor de garganta, são igualmente comuns e devem ser considerados. Desta forma, um grupo de cientistas publicou um artigo no ‘British Medical Journal’ dizendo que limitar os testes a pessoas com esses três sintomas principais pode fazer com que se “percam ou atrasem a identificação de milhões casos de Covid-19”.

Alex Crozier, em conjunto com a sua equipa especializada, disse que esta lista limitada e restrita pode prejudicar os esforços para conter a propagação do vírus, uma vez que os sintomas não tradicionais “costumam manifestar-se mais cedo”. Os responsáveis argumentaram que a luta do Reino Unido contra a pandemia seria melhorada com o alargamento dos sintomas usados ​​como base para o auto-isolamento e realização de testes de PCR.

“Muitos pacientes não registam os sintomas que estão definidos na lista oficial do Reino Unido”, referiram. “Limitar o teste sintomático para aqueles com esses sintomas oficiais fará com que se perca ou atrase a identificação de milhões de casos Covid-19, dificultando os esforços para interromper a transmissão”, acrescentaram. Para além disso, apontam, “combinações de sintomas podem ser utilizadas para ajudar a identificar mais casos, mais cedo, sem sobrecarregar a capacidade de testagem” (Multinews, texto da jornalista Simone Silva)

Variante Delta: Contágio pode ocorrer em contactos de apenas 5 a 10 segundos?

 

A diretora Geral de Saúde de Queensland, na Austrália, afirmou que “contactos muito rápidos são suficientes para haver contágio com a variante Delta”. “Tudo indica que apenas cinco a dez segundos de contacto próximo sejam suficientes”. Já se sabe que a variante Delta é até 60% mais transmissível do que a variante Alpha e que provoca doença com mais sintomas, sendo também mais resistente às vacinas. Mas é verdade que pode ‘apanhar’ vítimas com contactos tão rápidos de cinco a dez segundos? A origem desta teoria nasce num caso ocorrido na Austrália, perto de Sidney, como explica o jornal El Mundo. Surgiram infeções em duas pessoas que se cruzaram entre si por um período muito curto, não mais do que cinco ou dez segundos, num centro comercial. No entanto, ambas ainda não estavam vacinadas e circulavam sem máscara.

Estas conclusões saíram de uma investigação das autoridades de saúde que analisaram imagens de câmaras de videovigilância. Depois de concluída a investigação, Jeannette Young, a diretora da DGS de Queensland, veio afirmar que “no início da pandemia, 15 minutos de contato próximo era o número a ter em conta. Agora, parece que cinco a 10 segundos são preocupantes. O risco está muito mais elevado do que há um ano”, disse. A responsável alertou ainda que “um espaço fechado onde a ventilação não é adequada, o vírus permanece no ar”, permitindo infeções a quem circule momentos depois de um infetado.

Note-se que, no momento deste caso, as máscaras não eram obrigatórias em Sidney (nem mesmo em espaços fechados) e menos de 5% da população australiana estava totalmente vacinada. A estimativa de 5-10 segundos, embora de fontes oficiais, é uma conclusão empírica que precisa de ser confirmada e não é baseada em nenhum estudo científico. No entanto, é verdade que o vírus mantém-se ar e pode permanecer em locais fechados mal ventilados (Multinews)

Da Alpha à Delta: por que preocupam as novas variantes e como reagem às vacinas?

 

Existem milhares de variantes do vírus Sars-CoV-2, mas só algumas se destacam por serem mais contagiosas, provocarem a forma mais grave da doença ou tornarem menos eficazes as vacinas existentes. Os vírus sofrem mutações constantemente e este novo coronavírus não é exceção. Embora a maioria das alterações genéticas seja inofensiva, algumas podem tornar o vírus mais eficaz a infectar células ou a evitar os anticorpos. Estas variantes ‘mais inteligentes” podem ganhar a corrida a outras estripes, tornando-se predominantes entre o número total de infeções.

Há quatro variantes consideradas pelas autoridades de saúde como preocupantes e todas elas estão presentes em Portugal. São elas a Alfa, a Beta, a Gama e a Delta. Esta última tornou-se no maior foco de preocupação no mundo, especialmente na Europa. Portugal está a ser um dos países mais fustigados. A Delta propagou-se a quase 100 países desde que foi detetada pela primeira vez na Índia em outubro do ano passado.

O que é uma variante?

Os vírus sofrem alterações genéticas que podem criar variantes. Algumas mutações enfraquecem o vírus; outras podem gerar mais resistência que facilita a sua propagação.

O CINM e a Europa


 fonte: Público

O que tem a covid-19 que a ver com a religião? Muito. E a culpa é das teorias da conspiração



A covid-19 não afetou só a saúde - prejudicou também o exercício da fé. O caos provocado pela pandemia atingiu a prática religiosa, em especial das minorias. Rumores e teorias da conspiração implicaram-nas falsamente na origem e proliferação do vírus, contribuindo para aumentar os casos de discriminação e perseguição em dezenas de países. Jornalismo de dados em 2 minutos e 59 segundos (Expresso)

Quase um quarto dos pacientes com COVID-19 enfrentam problemas persistentes

Quase um quarto das pessoas que tiveram COVID-19 enfrentam problemas de saúde que não apresentavam antes da doença, aponta um estudo que analisou dados de 2 milhões de americanos afetados pelo novo coronavírus. A investigação é a maior já feita para estudar os efeitos da COVID-19 a longo prazo, afirma a organização independente Fair Health, que colheu informações das seguradoras de saúde e examinou dados de 1,96 milhões de pessoas que tiveram a doença entre fevereiro e dezembro de 2020.

"Embora muitos pacientes se recuperem da COVID-19 em poucas semanas, alguns apresentam sintomas novos ou persistentes mais de quatro semanas após o diagnóstico da doença", descreve o estudo. Os principais problemas relatados foram neuralgia e dor muscular em 5% dos casos e dificuldade para respirar em 3,5%, seguidos de hiperlipidemia, hipertensão, indisposição, ansiedade e problemas intestinais. Os pacientes que já haviam experimentado esses sintomas antes da doença foram excluídos do estudo, bem como os que têm doenças que poderiam interferir nos resultados, como cancro, insuficiência renal ou outra. Pouco mais de 23% das pessoas infetadas foram atendidas com pelo menos um desses problemas um mês ou mais depois de terem COVID-19. Os casos mais graves da doença tinham mais hipóteses de apresentar problemas posteriormente.

Covid-19: Pessoas vacinadas podem transmitir o vírus. Porquê?


Para lutar melhor contra um vírus, o sistema imunitário deve já ter ‘conhecido’ esse agressor para saber como combatê-lo. É justamente isto que fazem as vacinas contra a covid-19: ‘apresentam’ o vírus Sars-Cov-2 de forma segura ao sistema imunitário da pessoa incoulada para que este desenvolva anticorpos específicos capazes de lutar contra uma infeção causada por este vírus. Seja qual for a tecnologia por detrás da vacina covid-19, todas as marcas partilham um objetivo comum: ensinar o nosso sistema imunológico a reconhecer e a bloquear com segurança o Sars-CoV-2 para prevenir a doença covid-19. Mas, como explica a especialista em microbiologia Victoria Sánchez Hellín, citada pelo jornal espanhol El Diario, “o processo de imunização não é imediato. O sistema imunológico leva tempo e, portanto, uma pessoa recentemente vacinada pode contrair o vírus (ficando doente ou não) e transmiti-lo”.

OCDE: Famílias portuguesas são as mais endividadas para compra de casa


Um relatório sobre o mercado de habitação revela que as famílias portuguesas são as mais endividadas para a compra de casa, dado os seus rendimentos, em comparação com outros países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE).

“O rácio [dívida/rendimento] está bem acima de 100% na maioria dos países da OCDE e ultrapassa os 200% em alguns deles, como Portugal, Espanha e Holanda”, é possível ler no relatório Brick by Brick: Building Better Housing Policies (Tijolo a tijolo: Construir Melhores Políticas de Habitação). De acordo com o estudo, essa fragilidade é ainda maior nos agregados familiares com rendimentos são mais baixos. As famílias cujos rendimentos pertencem ao primeiro quintil (os 20% da população com os rendimentos mais baixos), o rácio dívida/rendimento é de quase 700%.

Corvo recebeu €29 mil por habitante. Odivelas nem €200



Com um rácio superior a €29 mil por habitante, o Corvo é o município português que mais fundos europeus já viu aprovados pelo Portugal 2020 em termos per capita. Segundo a Agência para o Desenvolvimento e Coesão (AD&C), esta ilha açoriana nem captou muitas verbas face à concorrência: €13,5 milhões desde o arranque do quadro comunitário, em 2014. Mas o Instituto Nacional de Estatística (INE) diz que este é o menos populoso dos 308 municípios portugueses, com apenas 464 habitantes em 2019.

QUEM GANHA MAIS E MENOS?

Agora que o Portal Mais Transparência divulgou a distribuição dos fundos europeus do Portugal 2020 por município (ver ranking na página ao lado), é possível dividir os milhões da AD&C pelos habitantes contabilizados pelo INE para identificar que municípios beneficiam de maior e menor intensidade de apoios comunitários em termos per capita.

Portugal foi o terceiro país europeu com maior impacto negativo no poder de compra para os consumidores

 

Portugal foi o terceiro país europeu com maior impacto negativo no poder de compra para os consumidores, com apenas 13% dos portugueses a afirmarem que este aumentou – uma queda de 50% face a 2020, revela o Barómetro Europeu do Observador Cetelem. Quando questionados sobre a subida dos preços, embora 75% dos portugueses considerem que os preços dos produtos/serviços têm vindo a aumentar, esta perceção diminuiu face aos 82% de 2020.

É ainda de notar que a impressão de que os preços aumentaram perdeu terreno de forma consistente em quase todos os países nos últimos três anos. Em 2019, 8 em cada 10 europeus acreditavam nisto, mais dez pontos percentuais do registado agora, com mais de metade (70%) a consideram que os preços aumentaram- uma descida de 8 pontos percentuais face a 2020. Ao observar o quadro geral dos países, verifica-se que apenas na Bélgica aumentou a proporção de cidadãos que consideram que os preços aumentaram (77% em 2020 para 81% em 2021).

Covid-19: Crise provocada pela pandemia atirou 400 mil pessoas para a pobreza

 

Cerca de 400 mil pessoas caíram abaixo do limiar da pobreza devido à crise provocada pela pandemia da covid-19, agravando o fosso entre os ricos e os pobres em Portugal, revela um estudo. “Em comparação com o cenário sem crise, 400 mil novos indivíduos caíram abaixo do limiar de pobreza, definido como 60% do rendimento mediano equivalente, aumentando a taxa de risco de pobreza em 25% como consequência da pandemia de covid-19”, concluiu o estudo do Observatório Social da Fundação “la Caixa”, da autoria do Center of Economics for Prosperity (PROSPER) da Universidade Católica de Lisboa.

Segundo o documento que a Lusa teve acesso, que considera que as medidas do Governo minimizaram em parte o aumento da pobreza e da desigualdade, a pandemia resultou numa “perda substancial de rendimentos para a população portuguesa”, com o rendimento mediano anual a cair de 10.100 euros no cenário sem crise para 9.100 euros no cenário com crise. Além disso, a crise provocada pela covid-19 “teve efeitos assimétricos”, uma vez que as classes baixa e média-baixa, a região do Algarve e as pessoas com escolaridade até ao nono ano “foram os grupos mais afetados por esta crise, com perdas claramente acima da média nacional”, refere o estudo. De acordo com o estudo, a maior parte das pessoas mais afetadas pela crise já se situava na metade inferior da distribuição de rendimento no cenário sem crise, o que fez com que aumentasse a desigualdade.

Covid19: "Agora, é muito duro entrar na enfermaria. Os doentes são mais jovens e há medo no olhar"


No serviço de Medicina 2-A do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, a enfermaria covid voltou a ter as 21 camas ocupadas e já teve de abrir mais 21. A maioria dos doentes são jovens e adultos, homens, entre os 20 e os 40 anos. Uns ainda livres, outros com mulheres e filhos, uns sabem como foram apanhados pelo vírus, outros não, tal foi a exposição ao risco, mas nenhum sabe o que o espera. A doença está mais rápida e grave e nada está garantido, dizem-nos. Na semana em que o país ultrapassou a barreira dos mil casos diários, mais de 60% só na região de Lisboa e Vale do Tejo, o DN ouviu o relato de uma equipa exausta, que não para há quase 15 meses, mas "ninguém desiste".

Amanhã ainda tem poucas horas, mas do terceiro piso do Hospital de Santa Maria, o maior do país, já seguiu um doente da enfermaria covid do Serviço de Medicina 2-A para o oitavo andar. O destino é a unidade de cuidados intensivos respiratórios (UCIR). Nas últimas 24 horas, era o segundo a fazer o mesmo trajeto. Desta vez, um homem de 50 anos, não vacinado, infetado no dia 7 de junho, muito sintomático, sobretudo com febre e falta de ar, e que ao décimo dia da doença recorreu à urgência durante a noite. Assim que entrou começou a levar dois litros de oxigénio para manter a saturação adequada, acima dos 94%, pouco depois passou para os 15 litros, e assim que o sol nasceu houve necessidade de o passar para a oxigenação de alto fluxo.

A médica de serviço teve de lhe fazer a pergunta sacramental e que outros na enfermaria já sabem o que significa: "Quem é o seu contacto de referência?". Não é para o caso de ter de dar uma má notícia, mas "é para manter a família informada sobre o que se passa com o doente", explicam-nos. O doente tinha agravado em menos de 12 horas e o passo seguinte eram os cuidados intensivos, mesmo que não tivesse de ser ventilado.

Costa deixa 60% das medidas para o pós-eleições



Medidas até 2023 (40%) valem 8 dos 13 mil milhões de euros de subvenções. Mas muitas só fecham em 2025. Sinal de que Costa quer ficar? António Costa anda preocupado com a execução do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) que agora começa, e fez questão de dizer esta semana que sabe que o aval da Comissão Europeia ao desembolso de mais de €16 mil milhões (subvenções e empréstimos) “não é um cheque em branco”. O receio de atrasos ou de demoras na execução completa das medidas nota-se na versão final do documento, em que algumas são empurradas um pouco para a frente, caso da legislação para regular as plataformas digitais, da igualdade salarial entre homens e mulheres ou do novo regime de insolvência. Uma lógica de “cautela e prudência”, diz fonte do Governo ao Expresso, até porque sem a execução dos compromissos o dinheiro não é libertado — e há medidas que dependem do Parlamento, onde o PS não tem maioria.

Covid-19: Mais de 60% dos pacientes recuperados continuam a sentir fadiga um ano depois, aponta estudo

 

Mais de 60% dos pacientes que contraíram Covid-19 continuam a sentir fadiga um ano depois, de acordo com um estudo de uma equipa de cientistas espanhóis, citado pelo ‘La Vanguardia’. O trabalho está a cargo de investigadores e médicos das universidades Rey Juan Carlos (URJC) e Complutense de Madrid (UCM), que avaliaram os doentes internados em cinco hospitais da capital espanhola, acompanhando-os durante um ano, desde que receberam alta do hospital. Os resultados, publicados na revista ‘Lung’, mostram que 61,2% dos envolvidos continuam a manifestar fadiga um ano depois, 23,3% reportam “falta de ar” (dispneia), 6,5% dos pacientes ainda sofrem de dor no peito e 2,5% continuam com tosse.

“Estes resultados indicam que um acompanhamento pró-ativo deve ser realizado em todos os pacientes que sofreram da doença, já que uma proporção significativa tem sintomas persistentes, que devem ser avaliados e acompanhados”, disse César Fernández de las Peñas, professor do Departamento de Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Reabilitação e Medicina Física da Universidade Rey Juan Carlos, citado pelo ‘La Vanguardia’.

Num outro estudo realizado pela mesma equipa, descobriu-se que 70% dos pacientes sofrem de algum sintoma “pós-Covid”, revelou a Universidade Complutense de Madrid, num comunicado divulgado esta quarta-feira. Para a realização da pesquisa, foi selecionada uma amostra de 2.100 pacientes, dos quais participaram 1.950, 47% mulheres, com uma média de idade de 61 anos. Os sintomas mais comuns de covid-19 nesses pacientes foram febre, dispneia e dor muscular .

“O nosso objetivo é determinar e identificar possíveis fatores de risco e subgrupos de pacientes suscetíveis ao desenvolvimento de sintomas pós-covid”, explica Juan Torres Macho, investigador do Departamento Complutense de Medicina e coautor do trabalho. Além das duas universidades referidas, participaram do estudo o Hospital Universitário da Fundação Alcorcón, o Hospital Universitário Severo Ochoa, a Universidade Alfonso X el Sabio e o Hospital Universitário Infanta Leonor-Virgen de La Torre (Multinews, texto da jornalista Simone Silva)

La red opaca que intercambió petróleo de Venezuela operó con la ayuda del Gobierno mexicano

 

Una investigación de EL PAÍS y Armando.info confirma la relación entre el subsecretario de Exteriores y el empresario Joaquín Leal · La empresa Libre Abordo, sancionada por EE UU, asegura que las autoridades mexicanas fueron clave en las negociaciones e instruyeron a una empresa estatal para facilitar los negocios que se camuflaron como ayuda humanitaria. Un grupo de empresarios mexicanos comenzó hace dos años a desarrollar una opaca red con el Gobierno de Venezuela que intercambió petróleo del país caribeño por alimentos. Después, comercializaría con carbón y aluminio, y buscaría ampliar su portafolio a otros negocios. Creó un entramado que movió millones de euros por todo el mundo sin apenas dejar rastro, siempre evadiendo las sanciones impuestas por Estados Unidos a la cúpula chavista. Cuál es el grado de conocimiento que el Gobierno de México ha tenido de las operaciones de estos empresarios todo este tiempo ha sido un misterio. La Unidad de Inteligencia Financiera (UIF) inició una investigación hace un año sobre algunos de los implicados, sin que haya tenido mayores avances en la justicia mexicana. Una investigación de EL PAÍS y Armando.info atestigua que Libre Abordo, una de las compañías involucradas, se presentaba como una empresa nombrada por el Gobierno de México para hacer este tipo de operaciones. La comercializadora, además, asegura haber realizado negocios con Seguridad Alimentaria Mexicana (Segalmex), la agencia gubernamental para la producción y distribución de comida. Documentos en poder de ambos medios y entrevistas con diversas fuentes confirman una relación entre el joven empresario Joaquín Leal, en el vértice de la trama, y el subsecretario de Exteriores para América Latina y El Caribe, Maximiliano Reyes. El número dos de la Cancillería defiende que en su responsabilidad es fundamental apoyar a “toda empresa mexicana, se llame como se llame, sin consultar su posición política ni partidaria”. “Partimos de que los empresarios que se acercan a nosotros lo hacen de buena fe y desean tener mejores vínculos económicos en la región”, agrega Reyes.

La red que burló las sanciones de Estados Unidos a Venezuela


Una investigación de EL PAÍS y ‘Armando.info’ revela cómo se gestó una trama que involucra a decenas de personas y empresas, viaja por casi una treintena de países y mueve el dinero entre paraísos fiscales para crear un opaco negocio multimillonario. El 7 de marzo de 2019, Venezuela se sumió en la oscuridad. Lo que se presuponía otro apagón más se fue prolongando: una hora, dos, cinco; un día, dos, tres… Entre acusaciones de sabotaje, el Gobierno chavista se movió sigilosamente y recurrió a la colaboración de esos socios que se ha granjeado durante décadas. Entre ellos a un grupo de mexicanos. Lo que en un primer momento se planteó como un acercamiento para tratar de paliar las carencias energéticas de un sistema socavado por décadas de corrupción y dinamitado durante el apagón derivó con los meses en una red internacional con la que se ha tratado, y en muchas ocasiones conseguido, mover ingentes cantidades de petróleo, dinero y otros recursos, como oro, carbón y aluminio, bajo la apariencia de ayuda humanitaria, siempre evadiendo las sanciones impuestas por Estados Unidos. Una trama que involucra a decenas de personas y empresas, viaja por casi una treintena de países y mueve el dinero entre paraísos fiscales. Una investigación de EL PAÍS y Armando.info revela cómo se urdió esta red que ha permitido al chavismo evadir las sanciones de la principal potencia del planeta y que ha generado un negocio opaco multimillonario.

EE.UU., la UE y Canadá, dispuestos a «revisar» las sanciones a Venezuela

 




«Saludamos los avances sustantivos y creíbles para restaurar procesos e instituciones democráticas esenciales en Venezuela y estamos dispuestos a revisar las políticas de sanciones», señalaron en un comunicado los organismos. La Unión Europea y Canadá han emitido este viernes un comunicado conjunto en el que afirman estar dispuestos a «revisar» las sanciones impuestas contra Venezuela si se producen «avances significativos» con la oposición a fin de lograr elecciones «creíbles, inclusivas y transparentes». «La solución pacífica a esa profunda crisis política, social y económica tiene que provenir del propio pueblo venezolano a través de negociaciones integrales lideradas por Venezuela con la participación de todos los interesados», comienza el texto firmado por el ministro de Asuntos Exteriores de Canadá, Marc Garneau, y el jefe de la diplomacia europea, Josep Borrell.

Bruselas y Washington abren la puerta a levantar las sanciones a Venezuela

 

Borrell y Blinken emiten un comunicado conjunto en el que cierran filas a favor de una “solución pacífica” y ofrecen concesiones si Nicolás Maduro avanza en una salida negociada a la crisis. Por primera vez en mucho tiempo, la Unión Europea y EE UU afrontan la crisis política y económica de Venezuela con total sintonía y se abren a levantar las sanciones que castigan al país latinoamericano. El Alto Representante de Política Exterior de la UE, Josep Borrell, y el secretario de Estado estadounidense, Antony Blinken, han emitido este viernes un comunicado conjunto en el que abogan por una “solución pacífica” que parta “del propio pueblo venezolano” y que se canalice a través de las estructuras políticas del país caribeño. Los dos máximos responsables de la diplomacia europea y estadounidense reclaman también “la liberación incondicional de todos aquellos detenidos de manera injusta por motivos políticos”, así como la restauración de todos los procesos democráticos puestos en cuestión por el presidente Nicolás Maduro y la celebración de elecciones libres en noviembre.

Si se dan todos esos pasos, los responsables de la diplomacia en Washington y en Bruselas asumen un compromiso de calado al abrir la puerta a una revisión de la política de sanciones que se aplica al país latinoamericano. “Valoramos los avances sustanciales y creíbles para restaurar los procesos democráticos y las instituciones en Venezuela y estamos dispuestos a revisar la política de sanciones sobre la base de un progreso significativo en una negociación amplia”, señala el comunicado, emitido a última hora del viernes tras varias semanas de gestación.

Covid-19: Um em cada três doentes internados já tinha uma dose da vacina

 

Um cada três pacientes que se encontram internados nos hospitais portugueses devido à doença viral, recebeu pelo menos uma dose da vacina, avança o ‘Correio da Manhã’ (CM), que cita dados da Comissão de Acompanhamento da Resposta Nacional em Medicina Intensiva. Segundo a mesma publicação, apesar de a primeira dose da vacina ter chegado a mais de cinco milhões de portugueses, numa altura em que já foram administradas cerca de oito milhões de doses, no total, o número de doentes internados continua a aumentar, com muitos já parcialmente vacinados, como mostram os dados.

Miguel Guimarães, bastonário da Ordem dos Médicos, considera que estes valores reforçam a “necessidade de cumprir as medidas de proteção coletiva, senão podemos atingir números de novos casos preocupantes”, afirmou, citado pelo ‘CM’. Para o responsável, cerca de meio ano depois de ter arrancado o processo de vacinação em Portugal, e numa altura e, que a variante Delta contribui para um disparar dos casos, pode afirmar-se que “as vacinas não são 100% eficazes”, motivo pelo qual “é necessário fazer o esquema de vacinação completo e o mais rapidamente possível”.

Maduro encarga una reforma del Poder Judicial de Venezuela a su esposa y al ‘número dos’ del chavismo

 

Cilia Flores y Diosdado Cabello harán “una revolución profunda y acelerada” del sistema de justicia por la que, entre otras medidas, pretenden solucionar el hacinamiento en las cárceles del país. Nicolás Maduro ha anunciado este lunes una reforma del Poder Judicial en Venezuela. En una sesión del Consejo de Estado, el presidente venezolano encargó a su esposa, Cilia Flores, y al número dos del chavismo, el diputado Diosdado Cabello, emprender una “revolución profunda y acelerada” del sistema judicial. “En Venezuela hace falta una revolución que estremezca, que sacuda, que transforme todo el sistema de justicia del país”, afirmó en un acto retransmitido por el canal estatal VTV. En los primeros 60 días, esta comisión deberá presentar propuestas para solucionar el hacinamiento en las cárceles del país, según explicó Maduro.

Cabello, que habitualmente hace acusaciones a opositores desde su programa de televisión que terminan en encarcelamientos arbitrarios, se comprometió a vaciar en un mes los calabozos policiales, cuyos detenidos casi igualan a la población que está en cárceles formales, en peores condiciones de reclusión —sin alimentación ni acceso a agua potable y servicios médicos— y mayor hacinamiento. En Venezuela, hay algo más de 37.000 presos en 52 prisiones, pero la capacidad es para 26.000. “Asumimos esta responsabilidad como un necesario estremecimiento del Poder Judicial. Ha mejorado sustancialmente, pero no lo necesario”, señaló Cabello tras su designación.

Covid-19: Há cada vez mais pessoas a faltar à vacinação. Situação pode piorar em altura de férias

 

Numa altura em que o processo de vacinação já começou há cerca de seis meses, há cada vez mais pacientes à faltar à convocatória para serem imunizados, mesmo depois de terem confirmado o seu agendamento, avança o ‘Jornal de Notícias’ (JN). Segundo a mesma publicação, este cenário foi confirmado por autarcas de algumas regiões do país, que têm notado uma maior ausência nos centros de vacinação, que temem que piore com a época de ferias que se aproxima.

“No dia do jogo de Portugal [com a Alemanha] verificaram-se dois fenómenos: pessoas que vieram a partir das 14 horas, antecipando autonomamente a chegada [a partida começou às 17 horas], e, mesmo assim houve mais de 100 pessoas que faltaram” à vacinação, explicou o presidente da Câmara de Gondomar, Marco Martins, ao mesmo jornal. Segundo o responsável, as faltas neste processo “são um número que tem vindo a crescer” diariamente, sendo que, na passada terça-feira, por exemplo, registaram-se 140 ausências, de pessoas que já tinham confirmado o seu agendamento.