quinta-feira, abril 09, 2020

Coronavírus: Portugal pode chegar aos 4 mil mortos

O estudo de uma das mais prestigiadas instituições internacionais deixa o alerta: "não é possível prever com exatidão o número de casos ou a mortalidade do coronavírus em nenhum país do mundo. Isso só será possível retrospetivamente". Ainda assim, apresenta simulações para todos os 202 países - e as únicas conhecidas para Portugal, porque o Ministério da Saúde nunca divulgou os seus modelos. No caso nacional, o cenário mais otimista aponta para 698.261 infetados e 3.816 mortos. Se esta simulação se verificar haverá, no pico da pandemia, 1.365 doentes em estado crítico em simultâneo. "Parece-me que este cenário está dentro daquilo que é realista", defende o infecciologista Jaime Nina. Por outro lado, se nada tivesse sido feito, o número de portugueses infetados seria superior a 8,6 milhões de pessoas, o equivalente a 85% da população portuguesa; haveria, além disso, mais de 100 mil mortos e 440 mil doentes a precisar de internamento, quase um terço em estado crítico.

Presidente do Conselho Europeu de Investigação demite-se e arrasa resposta da UE à covid-19

O professor Mauro Ferrari, presidente do Conselho Europeu de Investigação (ERC), apresentou a sua demissão do cargo à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Mauro Ferrari, que estava no cargo desde janeiro, disse, num comunicado enviado ao Financial Times, que ficou "extremamente desiludido com a resposta europeia à Covid-19”. "Cheguei ao ERC enquanto fervoroso apoiante da União Europeia, mas a crise de Covid-19 alterou completamente a minha visão, embora continue a apoiar com entusiasmo os ideais de uma colaboração internacional", afirmou o cientista italiano, explicando que os primeiros desentendimentos surgiram em março "quando se tornou evidente que a pandemia seria uma tragédia de proporções, possivelmente, sem precedentes".

Covid-19: 53% dos trabalhadores receiam pela segurança do posto de trabalho

Sobre a atividade das empresas em Portugal durante este período de estado de mergência, 63% das pessoas afirma que a comunicação interna se intensificou devido ao surto da covid-19, numa realidade que tem vindo a mudar de forma significativa a maneira como vivemos e como trabalhamos, segundo apurou a pesquisa realizada entre os dias 23 e 26 de março, pela Talent Engagement da LLYC em Portugal, divulgada esta terça-feira.
Procurando identificar os principais desafios da comunicação interna nas empresas, esta análise concluiu ainda que, particularmente num momento em que o trabalho remoto é uma realidade para muitos, os canais considerados mais eficazes ao nível da comunicação interna foram, em primeiro lugar, o email (85%), seguido das ferramentas de videoconferência (65%) e as plataformas colaborativas (ex., Google Hangouts, Microsoft Teams, Slack, entre outras) que foram a escolha de 59% das pessoas.

Companhias aéreas em risco pedem apoio para não perder 25 milhões de trabalhadores

As viagens por via aérea apresentaram uma quebra de 70% no início do segundo trimestre, assumiu a organização, com os voos europeus a cair 90%. A Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA) revelou que a indústria da aviação tem 25 milhões de empregos em risco em todo o mundo, avança a ‘Reuters’. Devido à pandemia de Covid-19 e com o encerramento de fronteiras, as companhias e aeroportos estão a sofrer devido a cancelamentos e adiamentos de viagens. Agora, a IATA está a pedir apoios urgentes aos governos, uma vez que as companhias aéreas estão a ficar sem dinheiro para se manterem no ativo mesmo sem passageiros.

Covid-19: Quatro em cada cinco trabalhadores suspensos total ou parcialmente

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que quatro em cada cinco trabalhadores tenham sido afetados pela suspensão total ou parcial dos seus empregos, no contexto da epidemia da Covid-19, que impôs o confinamento social. O mais recente relatório da OIT sobre as repercussões da epidemia no emprego, divulgado hoje, prevê igualmente que 6,7 por cento das horas de trabalho desapareçam já no segundo trimestre de 2020, em todo o mundo. Essas horas equivalem a 195 milhões de trabalhadores a tempo inteiro (dos 3,3 mil milhões em todo o mundo). Essa redução das horas de trabalho será mais elevada nos Estados Árabes (8,1 por cento, cinco milhões de trabalhadores), na Europa (7,8 por cento, 12 milhões de trabalhadores) e na Ásia e Pacífico (7,2 por cento, 125 milhões de trabalhadores).
A OIT identifica ainda os setores de atividade mais expostos ao risco: alojamento e restauração, manufatura, comércio e atividades comerciais e administrativas. Esta atualização da OIT (que divulgou um primeiro relatório em 18 de março) estima que 38 por cento da força de trabalho global (1,25 mil milhões de trabalhadores) esteja empregada nos setores de maior risco, já com aumentos “drásticos e devastadores” nos despedimentos e na diminuição de salários e horas de trabalho. A proporção de trabalhadores naqueles setores varia entre os 43,2 por cento nas Américas e os 26,4 por cento na Ásia e Pacífico, com a Europa a registar uma taxa de 42,1 por cento. Outras regiões debruçam-se com a desproteção do trabalho informal, que envolve dois mil milhões de pessoas, na maioria em países em desenvolvimento e economias emergentes, e em particular em África.

Preocupação, Ansiedade, mas também Confiança. Este é o Estado de Espírito da nação

Segundo a última sondagem realizada pela Marktest a propósito da pandemia COVID-19, os portugueses sentem-se preocupados, ansiosos, mas também confiantes. O Estado de Espírito da população portuguesa traduz-se num misto de Preocupação (74%), Ansiedade (42%) mas também Confiança (31%). A pandemia provocada pelo Coronavírus tem condicionado, em muito, o dia a dia dos portugueses. As notícias e as actualizações de informação sucedem-se ao minuto, comunicados e decisões vão sendo tomadas e os números não param de aumentar de forma vertiginosa, aqui e por quase todo o mundo. O Barómetro de Opinião COVID-19 da Marktest tem por objectivo ir acompanhando, ao longo das próximas semanas, as opiniões dos portugueses, os seus comportamentos e as suas percepções face a este momento que o país e o mundo atravessam.

Quem lê jornais e revistas sobre saúde?

Os dados do estudo Bareme Imprensa da Marktest permitem traçar o perfil dos leitores de títulos de imprensa, entre os quais os dedicados a temas de saúde. A Marktest estima em 763 mil o número de residentes no Continente com 15 e mais anos que leem publicações de saúde e educação (referência: leram a última edição), o que representa 8.9% do universo em análise. Este indicador, recolhido no estudo Bareme Imprensa da Marktest, está disponível no Anuário de Media e Publicidade que o Grupo Marktest está agora a lançar e que permite ter uma radiografia muito aprofundada do comportamento dos portugueses relativamente aos media (Tv, rádio, imprensa, internet), investimentos publicitários e oferta noticiosa nas TVs. Uma análise destes dados para o segundo semestre de 2019 permite observar como as mulheres registam maior afinidade com estes títulos, com uma audiência duas vezes superior à dos homens. Também os indivíduos entre 45 e 54 anos, os residentes na Grande Lisboa ou os indivíduos da classe média alta apresentam mais afinidade com estes títulos, com índices de audiência média superiores aos do universo. Nota: Na categoria de saúde e educação incluem-se os títulos pH + informação na sua farmácia, Prevenir, Saber Viver, Sauda e Saúde e Bem Estar (Marktest.com, Abril de 2020)

Foi contra isto que os traidores votaram

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 357/XIV-1.ª 
Recomenda ao Governo o reforço de medidas excepcionais para apoio à economia das Regiões Autónomas de modo a atenuar os efeitos negativos da pandemia decorrente do COVID-19.

Exposição de motivos
A evolução do impacto da emergência de Saúde Pública de interesse internacional, relacionada com a doença infeciosa provocada pelo novo Coronavírus (SARS- -CoV-2) e as declarações de risco elevado de disseminação do vírus e propagação da infeção COVID-19 à escala global, originaram a declaração de uma Emergência de Saúde Pública de âmbito Internacional, qualificada atualmente pela Organização Mundial da Saúde como pandemia.
Em Portugal, como em inúmeros países, foi já declarado o Estado de Emergência, tendo o Conselho de Ministros adotado já diversas medidas de modo a responder aos novos cenários decorrentes da pandemia, mas que devem ser constantemente monitorizadas e atualizadas de acordo com a evolução e conhecimento que se vai ganhando.
Um dos sectores que será fortemente afetado pela atual crise será o sector do Turismo. Nas Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, o sector do turismo é fundamental, representando na Madeira cerca de 25% do PIB regional e é responsável, direta e indiretamente, pelo emprego de cerca de 20 mil pessoas.
Pese embora a consolidação das contas públicas da Região Autónoma da Madeira, bem patente na verificação de excedentes orçamentais nos exercícios económicos de 2013 até 2019 e na redução da sua dívida pública global (Administração Pública Regional e Setor Empresarial), face ao observado no final de 2012, a RAM detém ainda um valor de dívida que obsta ao cumprimento dos limites estabelecidos na no preceituado dos artigos 16.º e 40.º da Lei das Finanças das regiões Autónomas (Lei Orgânica n.º 2/2013, de 2 de setembro – LFRA) e que poderá suscitar sanções, conforme expresso no artigo 45.º da mesma lei.
Também a Região Autónoma dos Açores, pela sua natureza arquipelágica e devido à sua dispersão geográfica, necessitará de implementar várias medidas, nomeadamente a nível económico, de auxílio às empresas dos sectores mais afetados, que poderão impedir o cumprimento daqueles limites.
Tempos excecionais requerem medidas excecionais. No intuito de reforçar o conjunto de medidas excecionais para apoio à economia das Regiões Autónomas de modo a atenuar os efeitos negativos da pandemia decorrente do COVID-19, deve o Governo equacionar e estudar a possibilidade de flexibilizar algumas das normas da Lei da Finanças das Regiões Autónomas, designadamente, autorizando a ultrapassagem do limite ao endividamento, nos termos previstos nos n.ºs 2 e 3 do art.º 40.º da LFRA, durante o ano de 2020 e demais que se mostrem necessários.

Assim, e em face do exposto, o Grupo Parlamentar do CDS-PP, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, recomenda ao Governo o reforço de medidas excecionais para apoio à economia das Regiões Autónomas, de modo a atenuar os efeitos negativos da pandemia decorrente do COVID-19, e, designadamente:
a)      Suspendendo, em 2020, a aplicação das regras de equilíbrio orçamental, constantes do art.º 16.º da LFRA;
b)     Excecionando da contabilização da dívida total de cada região autónoma o valor dos empréstimos destinados ao financiamento de ações de reconstrução e recuperação de atividades económicas e sociais afetadas pela pandemia decorrente do COVID-19, que atingiu todo o País e que determinou face à especificidade, excecionalidade e previsão dos danos, a declaração de estado de emergência nacional, nos termos do disposto na norma orçamental sobre as necessidades de financiamento das regiões autónomas, atualmente prevista no art.º 77.º do Decreto da Assembleia da República 3/XIV.

Palácio de S. Bento, 25 de março de 2020.
Os Deputados do CDS proponentes

Nota: traição vergonhosa


A traição à Madeira e aos Madeirenses, ontem na Assembleia da República. Uma vergonha que não pode ficar sem resposta por parte do Povo Madeirense. Este foi o resultado oficial. Andou Costa e muito bem - e eu apoiei-o 1000% - a atacar o ministro holandês que levantou obstáculos a uma solução comum europeia para fazer face os gastos inesperados e monumentais dos estados-membros com pandemia. E estes escroques, incluindo Rui Rio nesta pandilha, votaram, contra um alivio financeiro pedido pelas autoridades regionais para poderem canalizar recursos financeiros para as medidas adoptadas. Algo que não tem  nada a ver com o oportunismo saloio - que não engana ninguém - do CDS que se apressou a ser o primeiro a tomar a iniciativa. O povo madeirense deve atirar para o esgoto as declarações hipócritas feitas depois da mer** feita de quem nos meteu uma facada nas costas e agora pede desculpa recorrendo a todos os argumentos idiotas do costume. Tudo para branquear uma realidade incontornável: a cada vez maior insignificância, para não dizer nulidade, das delegações regionais dos esgotados partidos nacionais. Nulidade que se alarga ao mister selfie em Belém e ao seu representante no Funchal. Pelos vistos não convencem ninguém. Quando isto acabar, e perante as graves consequências daqui resultantes, é tempo do povo madeirense tomar a palavra e fazer escolhas, por muito que me doa reconhecer e dizer isto. Elas têm que ser feitas. A traição não pode ser tolerada nem premiada (LFM)

Covid19: situação em Portugal (09 de Abril de 2020)

fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Nota: aos poucos a Economia. Mãos à obra também nesta frente

Primeiro foi a saúde das pessoas, salvar doentes, travar os óbitos e tomar medidas para travar o avanço mortal do vírus. Logo que possível temos que começar a pensar na economia para que o "day after" não se transforme num caos ou num pesadelo. Esta semana direi o que penso sobre este assunto que deve mobilizar a sociedade regional e nacional em geral, as elites, as competências, e não apenas o poder na sua habitual e doentia auto-suficiência. Porque o "day afectar" representa, e não duvidemos disso, RECONSTRUÇÃO, temos que recomeçar do zero em várias frentes. Mas tudo isto sem dramas, sem desmotivação, sem medo, sem depressão, com muita confiança e ainda mais certeza. Vamos dar a volta, vamos resolver tudo, aos poucos, vamos ter que repor tudo como estava em termos de trabalho e rendimento e estabilidade económica.
Porque não será um cabrão de um vírus qualquer uma vez mais vindo lá do Oriente, e que surpreendeu até sistemas de saúde e a comunidade científica e clínica mundial - a quem se pede que encontrem rapidamente uma resposta eficaz para tranquilizar tudo e todos - a dar cabo das nossas vidas. Nunca o permitiremos, por mais que as pessoas tenham sido obrigadas a privações e a sofrimento e dor. Vamos recomeçar! Reconstruindo, partilhando ideias, propostas, discutindo, dialogando, ouvindo os mais competentes, sem populismos idiotas, sem demagogia execrável, sem pedantismos auto-convencidos que pouco ou nada se diferenciam, do que é lixo, sem colocar ninguém à margem deste tempo em que o processo de decisão será provavelmente será um dos momentos mais importantes da nossa história e das nossas vidas. Confiança e nada de medo! (LFM)

Situação em Itália (9 de Abril de 2020)

fontes oficiais

Situação na Madeira (9 de Abril de 2020)

fonte: IASAUDE

Situação nos Açores (9 de Abril de 2020)

fonte:GRA

Situação em Portugal (9 de Abril de 2020)

fonte: DGS

Covid-19 - “Vai ser uma crise como nunca houve”, avisa o FMI

É por isso que temos que preparar a Madeira, , para esse tempo de reconstrução que dispensa iluminados. Ou remamos todos no mesmo barco, falamos, discutimos, trocamos ideias, analisamos propostas, discutimos sugestões, ou vai dar trapalhada. Este tempo não é o tempo dos sabichões da treta, dos iluminados de pacotilha ou dos detentores da verdade absoluta. E quando digo JÁ é para ontem... Inventariar, identificar prioridades, retratar as dificuldades e necessidades futuras, sector por sector,  etc. Quem sabe melhor que eu o que fazer - e haverá tantos, suficientes - nesta gestão de crise a uma escala nunca vista nem imaginada, que comece a posicionar-se. Não há tempo a verdade (LFM)

Nota: será absurdo defender estímulos para que as empresas possam criar fundos de emergência próprios?

Será que vou dizer uma asneirada? Provavelmente sim. Mas na mesma aí vai. Devido ao impacto desta pandemia na economia, nas empresas e nos trabalhadores, não seria de bom-tom admitir que as empresas fossem estimuladas a constituírem um fundo - obrigatório ou não? - destinado a acudir em situações inesperadas como esta que hoje vivemos? O referido fundo, caso fosse obrigatório, teria que ser estimulado pelo governo por via da fiscalidade, sendo excluído qualquer pagamento à AT sobre todos os recursos financeiros, recursos próprios das empresas, canalizados pelas empresas, no final de cada ano, para esse seu fundo próprio. Os fundos empresariais seriam depositados numa instituição de crédito e sem que fossem movimentados, salvo situações devidamente autorizadas pelas entidades competentes para não implicar devolução de apoios recebidos para esse fim. Não sei se isso é exequível, tal como não sei que a esmagadora maioria das empresas teriam disponibilidades para isso. Mas a existência desses fundos - mais do que revelarem as preocupações das empresas por situações semelhantes - deveria ser tida em consideração pelo Estado na eventualidade de, em situações extremas como esta, as empresas serem compensadas pelos cuidados mostrados ao longo do exercício da sua actividade num cenário económico de normalidade. Tal como o que havia em Janeiro deste ano, e que virou caos entre Fevereiro e Março deste mesmo ano. As empresas teriam assim meios para responder de forma célere a qualquer emergências, sem ficarem dependentes da morosidade burocrática do Estado, que depois se encarregaria de ressarcir as empresas que tenham respondido em caso de uma nova adversidade que nem precisa ser tão intensa e tão caótica como a que ainda hoje vivemos. O que ocorre é que devido a esta crise imensa as empresas, na sua quase totalidade ficaram sem recursos próprios de prevenção para responderem de forma célere aos primeiros sinais do caos que se adivinhava. E o Estado demorou ainda mais, aprovando medidas que foram sendo anunciadas aos solavancos, à medida que um surpreendido governo foi constatando a insuficiência das mesmas. Repito, estes fundos - no fundo uma poupança feita pelas empresas - só serão viáveis, caso sejam possíveis e tudo isto não seja uma perda de tempo da minha parte - teriam sempre que ser estimulados com recurso a bonificações e estímulos fiscais (LFM)

Covid19: evolução da situação nacional

Evolução dos infectados em Portugal (anunciados diariamente de manhã pela DGS):
4 de Março: 6 casos
5 de Março: 9
6 de Março: 13
7 de Março: 21
8 de Março: 30
9 de Março: 39
10 de Março: 41
11 de Março: 59
12 de Março: 78
13 de Março: 112
14 de Março: 169
15 de Março: 245
16 de Março: 331
17 de Março: 448
18 de Março: 642 (2 mortos)
19 de Março: 785 (3)
20 de Março: 1.020 (6)
21 de Março: 1.280 (12)
22 de Março: 1.600 (14)
23 de Março: 2.060 (23)
24 de Março: 2.662 (33)
25 de Março: 2.995 (43)
26 de Março: 3.544 (60)
27 de Março: 4.268 (76)
28 de Março: 5.170 (100)
29 de Março: 5.962 (119)
30 de Março: 6.408 (140)
31 de Março: 7.443 (160)
1 de Abril: 8.251 (187)
2 de Abril: 9.034 (209)
3 de Abril: 9.886 (246)
4 de Abril: 10.524 (266)
5 de Abril: 11.278 (295)
6 de Abril: 11.730 (311)
7 de Abril: 12.442 (345)
8 de Abril: 13.141 (380)

9 de Abril: 13.956 (409)

Nota: Rui Pinto ou será um "bluff" ou vai gerar um escandaloso mega-tsunami

Muito sinceramente acho que podemos estar no limiar de um escândalo de proporções inimagináveis, caso o hacker Rui Pinto - que esta semana foi colocado em prisão preventiva alegadamente a troco com um, acordo com as entidades judiciais e com a PJ, via Ministério Público - esteja na posse de informações passíveis de causar um abalo em Portugal, a vários níveis da sociedade.
Das duas uma, ou Rui Pinto está a fazer bluff e pretende manipular a justiça e as autoridades policias em seu benefício, ou estamos perante uma realidade bem verdadeira cujas consequências são inimagináveis neste momento.
Se Rui Pinto foi transferido da prisão preventiva em que se encontrava - e que gerou protestos generalizados em Portugal e no estrangeiro - para prisão domiciliária - recordo que ele foi acusado de não seu quantos crimes, muitos foram retirados por falta de provas além de que o julgamento e consequente condenação do hacker ainda não se efectivaram - e que essa mudança resultou de um acordo com as autoridades judiciais, nomeadamente de colaboração com a PJ para desencriptar os 10 ou 12 discos rígidos com milhões de documentos e aos quais as autoridades não conseguiram aceder, então estamos perante um potencial megatsunami que vai provavelmente arrasar muita coisa e destruir muitas ilegalidades que existem nos subterrâneos mais porcos da nossa sociedade, envolvendo áreas de actividade que deviam ser, pela sua natureza e missão, imunes a este tipo de corrupção de colarinho branco altamente sofisticada.
Não é de estranhar o incómodo entre os advogados que se reúnem nas mais conhecidas empresas de Lisboa (e não sói...), porque foram exactamente dados "sacados" pelo hacker a uma delas que abriram caminho à denúncia do escândalo Luanda Leaks de Isabel dos Santos e da antiga nomenclatura do poder angolano. Aliás, não é por acaso, mas foi esclarecedor, que o marido de Isabel dos Santos, dois dias depois do escândalo ter rebentado na comunicação social, tenha acusado o hacker de ter sido o responsável pela sua divulgação. As consequências deste caso ainda são inimagináveis, mas já deixaram uma marca de escândalo, suspeição e de relações perigosas entre a justiça e empresários suspeitos de alegados actos de gestão danosa, desvio de fundos, fuga aos impostos ou corrupção neste caso do Luanda Leaks.
Aliás, basta ouvir alguns comentadores televisivos na área da justiça para percebermos o incómodo que este caso tem causado (e causa) e que o entendimento de Rui Pinto com as autoridades está a suscitar apreensão. Há pessoas claramente nervosas e há muito incómodo nas reacções a esta situação. Suspeito que há quem tenha ficado com a Páscoa ainda mais estragada do que já estava.
Basta lembrar que outros casos, envolvendo o ex-BES, a EDP, o ex-Ministro Manuel Pinho, etc alegadamente tiveram origem em denúncias do hacker que quando se encontrava detido por causa de um crime (envolvendo a Doyen, empresa ligada a transferências de jogadores de futebol), admitiu estar na posse de milhões de documentos que se forem divulgados podem ruir com o próprio estado em Portugal. As pessoas ficaram incrédulas e temerosas.
Afinal o que sabe o hacker? Que documentos tem ele em seu poder? Porque motivo entidades policiais e judiciais de outros 8 ou 10 países, europeus e não europeus, anunciaram que pretendiam ter um entendimento com o hacker para acederem aos documentos roubados ilegalmente de servidores, contas de email, sistemas informáticos de empresas, clubes, departamentos oficiais, estruturas de justiça, contas pessoas de magistrados, jogadores de futebol, governantes, gestores, advogados, etc?
Mas suspeito que o mundo do futebol deve estar à beira de uma diarreia colectiva, pois se esse entendimento entre Rui Pinto e o Ministério Público se confirmar - e desconheço como é que os dados que vierem a ser apurados podem ser utilizados na investigação dos vários processos pendentes, processualmente falando - deve estar à beira de uma loucura colectiva, nomeadamente nos principais clubes, suspeitos de casos de alegada corrupção, de aldrabices desportivas, de ilegalidades com as transferências de jogadores, de pagamentos ocultos até a gestores dos clubes, de contas secretas no estrangeiro nas quais circularia o dinheiro de transferências de futebolistas, do pagamento de comissões não declaradas a empresários, dirigentes e jogadores, de subornos, etc, tudo acusações feitas de uma forma muito genérica, sem suporte documental, sem provas processuais, tudo isto porque a justiça alegadamente suspeita da veracidade das insinuações - porque não passa disso mesmo - mas esbarrou na impossibilidade de poder comprovar tudo isso.
Na impossibilidade, por uma razão facilmente entendível: as autoridades policiais apenas conseguiram aceder a 2 dos 12 ou 14 discos que Rui Pinto tinha, todos eles alegadamente encriptados com uma linguagem de protecção altamente sofisticada. A PJ andou mais de um ano a colocar todos os seus especialistas - acho que chegou a contratar estrangeiros e a pedir a colaboração de policiais estrangeiras, mas não resolveram nada.
Suspeito que Rui Pinto soube sempre - e os seus advogados também - que esses discos encriptados foram sempre uma espécie de seguro de vida de Rui Pinto, uma garantia de que seria alvo de um tratamento diferenciado e que a justiça portuguesa, mais cedo ou mais tarde, à medida que se confrontasse com a sua incompetência técnica para aceder a essa informação encriptada - que precisa para não sair com uma imagem pública degradada por causa da paralisação de todos esses processos em que está envolvida - acabaria por celebrar um acordo com o hacker português que, recordo, foi detido na Hungria onde se encontrava a ver.
Não foi por acaso que Rui Pinto tenha garantido, em mensagem divulgada depois de estar detido, que se o entendesse divulgaria informações que abalariam o estado português, destruiriam muitos mitos e causariam um escândalo público inimaginável. O hacker jogou o tempo todo com isso, com essa insinuação, com essas ameaças.
Mas não é pacifico o nosso posicionamento ético neste caso. E explico.
Por um lado, é entendimento nosso e de todas as pessoas, da sociedade portuguesa em geral, que tudo o seja aldrabice e corrupção de colarinho branco, tudo o que sejam relações promiscuas que envergonham o mundo empresarial, desportivo, judicial, etc, tem que ser denunciado, investigado, acusado e julgado e condenado se for esse o entendimento dos Tribunais.
Mas há uma linha vermelha na lógica profissional do jornalismo puro e duro que exige dos profissionais cautelas, nomeadamente não confundindo os métodos ilegais usados pelo hacker na obtenção de documentação polémica, e o acesso pela justiça a toda essa informação obtida, mesmo nessas circunstâncias, Obviamente que alguns agentes ligados à justiça de refugiam em preciosismos tentando ganhar tempo e impedir que esse acesso seja permitido.
Mas a sociedade em geral exige que a justiça dê esse passo,que denuncie o lixo que conspurca a nossa sociedade e a ameaça em diferentes níveis, e que não seja ela própria, a justiça em geral, um travão ao apuramento dos factos, da verdade e dos criminosos, doa a quem doer.
Mas os jornalistas debatem-se com questões 
éticas e deontológicas essenciais.
A preservação das nossas fontes (CVP nº 134-A) é essencial, é um dos segredos que sustentam o jornalismo sério, fundamentado e credível. Por isso, se é legitimo que os jornalistas reclamem que a justiça tenha acesso a toda a documentação escandalosa alegadamente na posse de Rui Pinto, também esbarramos imediatamente com o perigo que esses procedimentos de devassa usados pelo hacker podem representar, ameaçadoramente, para o jornalismo em geral, para as redacções, para os profissionais individualmente, caso o acesso o sistemas informáticos, contas pessoais de email e a outras estruturas ou serviços das empresas de comunicação social, fosse formalizado ilegalmente por "artistas" da informática como o Rui Pinto.
É aqui que os jornalistas encontram uma imensa parede, entre o desejo legítimo de verem tudo escalpelizado e denunciado e o receio de que um eventual incentivo deste caminho não poupe nem os jornalistas impedindo que eles se livrem do risco de de serem também vasculhados por estes informáticos..."desajustados"! (LFM)
***
Nota: soubemos hoje que o hacker Rui Pinto em vez de ir para a sua residência em prisão domiciliária, continuará em prisão domiciliária nas instalações da PJ, para sua própria protecção. Sintomático

quarta-feira, abril 08, 2020

Situação em Itália (8 de Abril de 2020)

fontes oficiais

Covid19: Pases com mais óbitos (8 de Abril de 2020, 86.979)

- Itália, 17.669
- Espanha, 14.673
- França, 10.869
- Reino Unido, 7.097
- EUA (New York), 4.009
- Irão, 3.993
- China (Hubei), 3.213
- Holanda, 2.248
- Bélgica, 2.240
- Alemanha, 2.183
- Suiça, 895
- Turquia, 812
- Brasil, 719

Covid19: Países com mais doentes recuperados (8 de Abril de 2020, 317.372)

- China, 77.567
- Espanha, 48.021
- Alemanha, 36.081
- Irão, 29.812
- Itália, 26.491
- EUA, 22.775
- França, 21.440
- Suiça, 9.800
- Coreia do Sul, 6.776
- Bélgica, 4.681
- Austria, 4.512
- Canadá, 4.047
- Turquia, 1.846
- Dinamarca, 1.763
- Malásia, 1.487
- Peru, 1.301
- Chile, 1.115
- Austrália, 1.080

Covid19: Países com mais casos positivos (8 de Abril de 2020, 1.475.976)

- EUA, 402.923
- Espanha, 146.690
- Itália, 139.422
- França, 110.070
- Alemanha, 109.329
- China, 82.809
- Irão, 64.586
- Reino Unido, 61.455
- Turquia, 34.109
- Bélgica, 23.403
- Suiça, 23.248
- Holanda, 20.678
- Canadá, 17.897
- Brasil, 14.275
- Portugal, 13.141
- Austria, 12.916
- Coreia do Sul, 10.384

Evolução da situação em Portugal

Evolução dos infectados em Portugal (anunciados diariamente de manhã pela DGS):
4 de Março: 6 casos
5 de Março: 9
6 de Março: 13
7 de Março: 21
8 de Março: 30
9 de Março: 39
10 de Março: 41
11 de Março: 59
12 de Março: 78
13 de Março: 112
14 de Março: 169
15 de Março: 245
16 de Março: 331
17 de Março: 448
18 de Março: 642 (2 mortos)
19 de Março: 785 (3)
20 de Março: 1.020 (6)
21 de Março: 1.280 (12)
22 de Março: 1.600 (14)
23 de Março: 2.060 (23)
24 de Março: 2.662 (33)
25 de Março: 2.995 (43)
26 de Março: 3.544 (60)
27 de Março: 4.268 (76)
28 de Março: 5.170 (100)
29 de Março: 5.962 (119)
30 de Março: 6.408 (140)
31 de Março: 7.443 (160)
1 de Abril: 8.251 (187)
2 de Abril: 9.034 (209)
3 de Abril: 9.886 (246)
4 de Abril: 10.524 (266)
5 de Abril: 11.278 (295)
6 de Abril: 11.730 (311)
7 de Abril: 12.442 (345)

8 de Abril: 13.141 (380)

Situação nos Açores (8 de Abril de 2020)

fonte: GRA

África a grande incógnita da pandemia


Mais de 75% dos hotéis e restaurantes obrigados a fechar


Espanha: profissionais de saúde admitem danos psicológicos após a pandemia


Madeira vai oferecer 250 mil máscaras à população


Algumas companhias aéreas estão a propor vouchers aos passageiros


Covid-19 Portugal é o 8º país da União Europeia com menos casos


Casal ficou retido no paraíso por causa da pandemia de Covid19


Uso de máscaras obrigatório na região italiana da Lombardia, mas...


Quando a fome é mais assustadora que um vírus....


OMS avisa só vacina ou imunidade são soluções para travar a pandemia


O regresso à normalidade de vários países europeus


Rede de empresas produz viseiras para todos


Situação em Portugal (8 de Abril de 2020)

fonte: DGS

Covid19: situação em Portugal (08 de Abril de 2020)

fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Situação em Espanha (8 de Abril de 2020)

fontes oficiais

Pico da epidemia de covid-19 em Portugal já pode ter passado


terça-feira, abril 07, 2020

Coronavírus na Venezuela aumenta pobreza e idosos são os mais vulneráveis

***
Na Venezuela há hospitais sem água e ambulâncias sem combustível

Doentes estão a desvalorizar sintomas de enfarte para fugir ao Covid19


Médicos alarmados com quebra na procura de urgências


Covid-19. Lares de idosos somam casos de infecção

Profissionais de saúde em Itália receiam contaminar famílias


Preço das máscaras está a subir desde o início da pandemia


Merkel diz que União Europeia enfrenta o maior teste de sempre


Aumento de casos de coronavírus leva Suécia a reforçar medidas


Covid-19. EUA afirmam ter protótipo de vacina revolucionária


Centenas de profissionais de saúde sem folga desde o início da pandemia


Técnicos do INEM estão a trabalhar sem material adequado

***
Técnicos de emergência médica admitem ter de parar

Situação nos Açores (7 de Abril de 2020)

fonte: GRA

Situação na Madeira (7 de Abril de 2020)

fonte: IASAUDE

Situação na Itália (7 de Março de 2020)

fontes oficiais

Pandemia reforça líderes mais impopulares e faz disparar aprovação dos outros

Presidentes dos Estados Unidos e de França, já habituados a fracos níveis de aprovação dos seus compatriotas, encontram-se entre os mais beneficiados em tempos de crise de saúde pública. E a chanceler Angela Merkel vai a caminho da unanimidade entre os alemães (infografia do Jornal Económico, Mário Malhão)

Covid19: situação em Portugal (07 de Abril de 2020)

fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Tráfego aéreo em Portugal baixou 36% em março


“Teremos que reconstruir a Europa como em 1945”, defende ex-ministro francês

Jean-Pierre Chevènement , aos 81 anos, é uma das grandes figuras da política francesa e europeia, um dos últimos representantes de uma época de gigantes, de Charles de Gaulle a François Mitterrand, que reconstruiu a Europa após a Segunda Guerra Mundial. Chevènement foi Ministro de Pesquisa e Indústria, Educação e Defesa durante a presidência de Mitterrand e, posteriormente, assumiu o Interior com Lionel Jospin durante a presidência de Jacques Chirac . Em 2012, o presidente François Hollande o nomeou como representante especial da França na Rússia, posição em que foi confirmado pelo atual presidente, Emmanuel Macron.
Questionado sobre as respostas à pandemia, algumas com atraso, Chevènement  considera que esta pandemia veio revelar as dependências e fraquezas que permitimos acumular durante três décadas de globalização. “O aspecto estratégico foi totalmente negligenciado e a preocupação com a segurança legítima que sustenta o pacto entre o Estado e os cidadãos foi ignorada.

Covid-19: ‘Kurzarbeit’, a receita da Alemanha para evitar o desemprego

O emprego de centenas de milhares de alemães depende agora, no meio da crise do coronavírus, do ‘Kurzarbeit’, uma modalidade de curto período em que o Estado paga temporariamente até dois terços dos salários para impedir que a crise leve a demissões. Esta medida visa essencialmente que não haja demissões. A previsão para este ano, apresentada na semana passada pelo conselho consultivo do governo alemão, introduzindo o coronavírus nos cálculos, apenas elevou a taxa de desemprego dos atuais 5% para 5,3%. Grandes empresas como a Volkswagen, Bosch, Adidas, ThyssenKrupp Daimler, Tui e Lufthansa já aproveitaram essa opção, à qual podem vir a candidatar-se cerca de 470 mil  empresas, fruto da crise desencadeada pela pandemia do covid-19, de acordo com os dados mais recentes divulgados pela Agência Federal de Emprego (BA). 

Covid-19: 90% da hotelaria no mundo está de portas fechadas

A grande maioria dos hoteleiros no mundo já teve que fechar entre 80% e 100% das suas instalações, forçados pelas medidas de confinamento impostas pelas autoridades ou porque a procura, como consequência dessas restrições, mergulhou dramaticamente nos mercados. emissores. Algumas das cadeiras que permanecem operacionais fazem-no porque ainda existem clientes, uma vez que as ações de governos e cidadãos diferiram muito por região, e os tempos de reação não são os mesmos em todo o mundo. No caso da cadeia Meliá Hotels International, que detém 42 hotéis em todo o mundo, principalmente na Ásia, África e Portugal, representa aproximadamente 13% dos 326 que possui em seu portfólio. Algumas destas instalações foram medicalizados, particularmente em Espanha. Assim, o grupo liderado por Gabriel Escarrer ainda tem as portas abertas em 13 hotéis em Portugal, seis na Indonésia, cinco no Vietnam, três na Tanzânia, dois em Espanha e um na Alemanha, Luxemburgo, Áustria, Cabo Verde, Venezuela, Argentina, Peru, Emirados Árabes Unidos, Mianmar e Tailândia. Da mesma forma, na China, a origem do vírus e onde a normalidade está a recuperar gradualmente, atualmente possui três estabelecimentos em operação e planeia reabrir outros dois neste mês. Enquanto isso, o NH Hotel Group, que possui 368 hotéis na Europa e América , fechou 90% de seus hotéis em Espanha (opera 102) e Itália (52). No mercado espanhol, a empresa contratou dois hotéis para medicalização e outros cinco estão de reservados a grupos de serviços essenciais. No norte da Europa, o encerramento já é de 50%, embora a tendência, como na América, esteja a aumentar. A cadeia Iberostar, realizou um encerramento quase total. Dos 120 hotéis que possui em 19 países, a cadeia familiar Fluxá mantém apenas um em Cuba. Quanto à RIU, dos 99 hotéis atualmente em 19 países, mantém apenas uma atividade em dois no México (um em Cancun e outro em Cabo San Lucas). A empresa fechará as duas na próxima semana. O AC Hotels by Marriott também fechou a maior parte de seus hotéis em todo o mundo. Na Europa, mais de 80% já está fechado. A matriz norte-americana, da mesma forma, só possui 20 dos 500 estabelecimentos que possui na China (Sonia Bexiga, Executive Digest)

Fisco investiga fraude de 120 milhões em negócios do futebol

O Ministério Público e a Autoridade Tributária (AT) estão a investigar uma fraude no valor de 120 milhões em negócios do futebol. Já foram constituídos 47 arguidos na “Operação Fora de Jogo». Segundo o “Correio da Manhã” (CM), o Porto, Benfica, Sporting, Sp. Braga, V. Guimarães, Marítimo, Estoril e Académica são os clubes sob investigação. Sendo o montante total dos negócios em investigação superior a 500 milhões de euros, a alegada fraude fiscal de cerca de 120 milhões de euros corresponde a uma taxa de imposto média de 24%. Em causa, estão suspeitas de fraude em IVA, IRS e IRC, nas quais estão incluídas transferências de jogadores e prémios de assinatura, ultrapassa os 500 milhões de euros, adianta o “CM”. Ao que o jornal apurou, estão em causa práticas da chamada elisão fiscal: através de um planeamento fiscal «agressivo», terão sido utilizados mecanismos legais nestes negócios, como transferências de jogadores e prémios de assinatura, com vista a pagar o imposto mais baixo possível. O Fisco tem suspeitas de que estas operações terão ultrapassado a fronteira da legalidade. Por esse motivo, a AT abriu vários inquéritos a transferências de jogadores e prémios de assinatura de futebolistas e comunicou-os ao Ministério Público. A taxa do alegado imposto em falta variará em função do valor concreto de cada negócio. Nas transferências de jogadores, por exemplo, sendo as verbas muito elevadas, a alegada taxa de imposto em falta será superior a 24%. A investigação abrange negócios realizados a partir de 2015, quando o Fisco começou a acompanhar mais os negócios do futebol (Executive Digest)

Isenções, moratórias e financiamentos: o plano do Governo para salvar a TAP

No combate à pandemia de Covid-19, a sobrevivência da TAP é uma das prioridades do Executivo de António Costa. Dentro de dias, o Governo irá lançar um pacote de medidas para apoiar o sector da aviação, no quadro da flexibilidade que a Comissão Europeia (CE) veio conceder às regras relativas aos auxílios de Estado. De acordo com o “Jornal de Negócios”, o diferimento do pagamento de contribuições à Segurança Social e ao Fisco, a isenção de taxas e a obtenção de um financiamento com garantia do Estado são alguns dos apoios à TAP. O valor em causa será feito junto de entidades internacionais, mas ainda não está fechado. E as moratórias podem ainda chegar aos leasing operacionais e empréstimos bancários, sendo que, muitas companhias já deixaram de pagar aos locadores. A possibilidade de um financiamento directo do Estado ou de um aumento de capital pela Parpública, a holding estatal que detém 50% da companhia aérea de bandeira portuguesa, são admitidas no guião da CE para os apoios às transportadoras aéreas. O diferimento relativo aos encargos com “leasing” de aviões e empréstimos bancários as moratórias é também uma hipótese em cima da mesa. O “Jornal de Negócios” adianta ainda que a TAP poderá negociar também um adiamento do pagamento dos encargos com os leasings operacionais, que respeitam a cerca de três quartos da sua frota (Executive Digest)

Pandemia faz disparar popularidade de Costa. É o mais confiável dos líderes europeus...

O primeiro-ministro português lidera um barómetro de popularidade europeu do GAD3 sobre a gestão dos Governos da Europa face à pandemia de Covid-19. Entre uma série de rostos de líderes políticos europeus, António Costa vai à frente (75%) nas preferências, mostra o barómetro, citado pelo jornal espanhol “ABC”. O chefe do Governo nacional é seguido de perto pelo primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, com 71%. A chanceler alemã, Angela Merkel, fecha o pódio, recolhendo 63% de satisfação, mais 28% do que no período anterior à pandemia.
Mais abaixo, surge o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson (55%), que está infectado com o novo coronavírus, mas que já cumpriu os sete dias de isolamento. Na sexta-feira, ainda com febre, Johnson deixou uma mensagem aos britânicos. «Por favor, por favor» que «fiquem em casa neste fim-de-semana, mesmo que faça bom tempo», apelou, num vídeo publicado na sua conta de Instagram.

Situação em Espanha (7 de Abril de 2020)

fontes oficiais

Situação em Portugal (7 de Abril de 2020)

fonte: DGS

Evolução da situação em Portugal

Evolução dos infectados em Portugal (anunciados diariamente de manhã pela DGS):
4 de Março: 6 casos
5 de Março: 9
6 de Março: 13
7 de Março: 21
8 de Março: 30
9 de Março: 39
10 de Março: 41
11 de Março: 59
12 de Março: 78
13 de Março: 112
14 de Março: 169
15 de Março: 245
16 de Março: 331
17 de Março: 448
18 de Março: 642 (2 mortos)
19 de Março: 785 (3)
20 de Março: 1.020 (6)
21 de Março: 1.280 (12)
22 de Março: 1.600 (14)
23 de Março: 2.060 (23)
24 de Março: 2.662 (33)
25 de Março: 2.995 (43)
26 de Março: 3.544 (60)
27 de Março: 4.268 (76)
28 de Março: 5.170 (100)
29 de Março: 5.962 (119)
30 de Março: 6.408 (140)
31 de Março: 7.443 (160)
1 de Abril: 8.251 (187)
2 de Abril: 9.034 (209)
3 de Abril: 9.886 (246)
4 de Abril: 10.524 (266)
5 de Abril: 11.278 (295)
6 de Abril: 11.730 (311)

7 de Abril: 12.442 (345)

segunda-feira, abril 06, 2020

Situação na Madeira (6 de Abril de 2020)

fonte: IASAUDE

Situação nos Açores (6 de Abril de 2020)

fonte: Governo Regional dos Açores

Situação na Itália (6 de Abril de 2020)

fontes oficiais

Covid19: situação em Portugal (6 de Abril de 2020)

fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Austrália testa medicamento que pode eliminar a covid-19


Covid-19. Especialistas com dúvidas sobre a curva portuguesa


Continente europeu continua a ser o que regista o maior número de casos


Qual a eficácia dos diferentes modelos de máscaras


Covid-19 primeira pessoa infetada na Madeira já se encontra curada


Muitos britânicos quebram isolamento social


Comunicação pública está a mudar com a pandemia


Empresas em contraciclo económico


Quase 5 mil aguardam teste ao coronavírus em Portugal


Situação em Espanha (6 de Abril de 2020)

fontes oficiais

Situação em Portugal (6 de Abril de 2020)

fonte: DGS

Evolução da situação em Portugal

Evolução dos infectados em Portugal (anunciados diariamente de manhã pela DGS):
4 de Março: 6 casos
5 de Março: 9
6 de Março: 13
7 de Março: 21
8 de Março: 30
9 de Março: 39
10 de Março: 41
11 de Março: 59
12 de Março: 78
13 de Março: 112
14 de Março: 169
15 de Março: 245
16 de Março: 331
17 de Março: 448
18 de Março: 642 (2 mortos)
19 de Março: 785 (3)
20 de Março: 1.020 (6)
21 de Março: 1.280 (12)
22 de Março: 1.600 (14)
23 de Março: 2.060 (23)
24 de Março: 2.662 (33)
25 de Março: 2.995 (43)
26 de Março: 3.544 (60)
27 de Março: 4.268 (76)
28 de Março: 5.170 (100)
29 de Março: 5.962 (119)
30 de Março: 6.408 (140)
31 de Março: 7.443 (160)
1 de Abril: 8.251 (187)
2 de Abril: 9.034 (209)
3 de Abril: 9.886 (246)
4 de Abril: 10.524 (266)
5 de Abril: 11.278 (295)

6 de Abril: 11.730 (311)