terça-feira, maio 26, 2020

Madeira: Intervenção de Pedro Calado no debate parlamentar de 26 de Maio de 2020


De repente, tudo mudou.
Em apenas dois meses, passámos do entusiasmo de uma trajetória positiva e de recuperação económica, para o pânico da invasão silenciosa do novo vírus, COVID 19.
Em apenas dois meses, os seis anos consecutivos de crescimento e desenvolvimento social e económico, de aumento de postos de trabalho e de saneamento das contas públicas regionais, ficaram sob forte risco de ruir e dar lugar a uma crise económica sem precedentes.
Tempos excecionais exigiram medidas excecionais. E em apenas dois meses, o mundo parou e o nosso modo de vida desassossegou, ameaçando hábitos diários e alterando todo o tipo de relações sociais e pessoais.
Definindo como primeira prioridade a defesa da saúde de todos os Madeirenses e Portosantenses, o Governo Regional focou-se, desde logo, no combate para travar a disseminação do vírus e, ao mesmo tempo, reduzir os efeitos socioeconómicos da pandemia.
As primeiras medidas foram tomadas em fevereiro, muito antes da Região registar qualquer caso.
A determinação do confinamento chegou a 16 de março, com o encerramento de todos os estabelecimentos de ensino, centros de dia, de convívio, discotecas, complexos balneares, restrições nas visitas aos lares e suspensão de todas as atividades desportivas.
Não obstante todas as medidas adotadas se terem revelado indispensáveis, a declaração do estado de emergência - decretado pela primeira vez na história da democracia portuguesa – e a consequente paragem de quase todos os setores de atividade, trouxeram à economia regional, perdas no PIB regional no valor de 430 milhões de euros por mês.
Estima-se que até ao final de maio, esse prejuízo possa chegar aos 970 milhões de euros.
Pese embora ainda imprevisíveis quanto à sua extensão e magnitude, estes impactos a longo prazo vão depender de quão rapidamente os governos souberem dar uma resposta coordenada para tentar conter os efeitos gravosos que se adivinham.

Cronologia dos pedidos da RAM à República: com o é que não ligam nenhuma a estas diligências? Criminoso

16 março de 2020
De: Vice-Presidente do Governo Regional 
Para: Ministro das Finanças Mário Centeno 
Assunto: Pedido de garantia do Estado para a Operação de Refinanciamento a contrair pela Região Autónoma da Madeira no montante de 299 milhões de euros 

Objetivo: Substituir e amortizar empréstimos anteriormente contraídos, quer por entidades públicas reclassificadas, quer pela própria Região como mutuária.
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18 de março de 2020
De: Vice-Presidente do Governo Regional 
Para: Ministro das Finanças Mário Centeno 
Assunto: Protelamento da data limite de entrega ao Estado dos impostos sobre o rendimento retido na fonte, IRS e IRC, por 60 dias, isentos de juros de mora e coimas e do imposto sobre o valor acrescentado (IVA). 

Objetivo: Governo pediu medidas de âmbito fiscal para apoio imediato ao tecido empresarial da RAM.
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19 de março de 2020
De: Presidente do Governo Regional 
Para: Primeiro-Ministro, com o conhecimento do Presidente da República 
Assunto: 
- Apoio extraordinário do Estado no valor de 300 milhões de euros, para fazer face à redução da receita fiscal da RAM; 
- 75 milhões para pagamento de despesas do Serviço Regional de Saúde, em vez da consolidação da dívida; 
- autorização para endividamento adicional de 100 milhões, destinados a investimentos de revitalização da economia; 
- alteração da Lei de OE 2020, para aumentar o valor das verbas do Fundo de Coesão em 22,8 milhões de euros, para pagamentos de salários na Administração Pública; 
- suspensão da Lei de Finanças das Regiões Autónomas, para permitir à Região contrair endividamento para auxílio a toda a população; 
- Assegurar para a RAM, o montante de 6,4 milhões de euros, das duas linhas de crédito disponibilizadas a nível nacional, para cobertura de prejuízos das empresas mais afetadas; 
- Aumento em 50% das verbas destinadas às políticas de Emprego e Formação Profissional, no valor de 5,9 milhões de euros; 
- moratória no pagamento da 2ª prestação do PAEF, no valor de 48,5 milhões de euros 
- Adiamento, por 60 dias, do pagamento das contribuições à Segurança Social e de outras obrigações fiscais por parte dos contribuintes. 

Objetivo: Aplicação de um conjunto de medidas, no valor de 550 milhões de euros, para apoio imediato à tesouraria das empresas e revitalização da economia regional 
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23 de março de 2020
De: Presidente do Governo Regional 
Para: Representante da República 
Assunto: Estado de Emergência – Medidas de Apoio à Região; suspensão dos artigos 16º e 40º da Lei de Finanças Regionais; aprovação de normas que permitam a utilização de verbas afetas ao Fundo de Coesão, ao saldo de gerência de 2019 e ao saldo por utilizar da intempérie de 2010. 

Objetivo: Para intermediação e sensibilização do Presidente da República e do Primeiro-Ministro, aprovar uma Lei de Apoio Extraordinário às Regiões Autónomas, para fazer face às situações de emergência económica e social, bem como libertar meios financeiros para fazer face a despesas na área da saúde.
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8 de abril de 2020
De: Presidente do Governo Regional 
Para: Primeiro-Ministro, com o conhecimento do Presidente da República 
Assunto: Presidente do Governo Regional volta a reiterar a importância e necessidade urgente do apoio extraordinário do Estado, no valor de 500 milhões. 
- 75 milhões para pagamento de despesas do Serviço Regional de Saúde, em vez da consolidação da dívida; 
- autorização para endividamento adicional de 300 milhões, destinados a investimentos de revitalização da economia; 
- alteração da Lei de OE 2020, para aumentar o valor das verbas do Fundo de Coesão Nacional em 22,5 milhões de euros, para pagamentos de salários na Administração Pública; 
- suspensão da Lei de Finanças, para permitir à região contrair endividamento para auxílio a toda a população; 
- moratória no pagamento da 2ª prestação do PAEF, no valor de 48,5 milhões de euros
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22 de maio de 2020
De: Presidente do Governo Regional 
Para: Presidente da República 
Assunto: Solicitar a intervenção do Presidente da República, no quadro das suas atribuições, para a autorização de uma operação de endividamento líquido adicional de 300 milhões de euros, bem como o adiamento do pagamento das duas prestações no valor de 48 milhões de euros cada uma, correspondentes ao empréstimo no quadro do PAEF. 

Objetivo: Denunciar o silêncio do Estado em relação aos pedidos da Madeira e lembrar que a Região precisa, com urgência, de duas decisões simples e claras, que não implicam qualquer custo adicional aos cofres da República nem beliscam as contas públicas nacionais. (fonte: VP do GRM)

É definitivo Ricardo Salgado obrigado e pagar multa de 3,7 milhões de euros


Norte de Portugal em guerra (justa) com a TAP

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TAP já definiu plano para os próximos dois meses

Há 14 crianças internadas com Covid-19 no Hospital da Estefânia


20% dos internados com Covid-19 continua nos hospitais mesmo depois de terem alta


Afinal pode haver um segundo pico ainda durante esta vaga de covid19...


segunda-feira, maio 25, 2020

Habilidades...

fonte: Jornal de Notícias

Situação na Madeira (25 de Maio de 2020)

fonte: IASAUDE

Covid19: situação em Portugal (25 de Maio de 2020)


fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Desrespeito pelas normas de segurança aumenta risco de contágio


Covid-19: jogo entre Liverpool e Atlético pode ter provocado muitos contaminados


Poeira para os olhos ou realidade? Centeno acredita numa retoma económica em dois anos


Sismo surpreende (mas não amedronta) primeira-ministra da Nova Zelândia em directo


domingo, maio 24, 2020

Situação na Madeira (24 de Maio de 2020)

fonte: IASAUDE

Restauração precisa de apoios até ao final do mês


Apoio a fundo perdido é essencial para manter empregos na restauração


Bancos colocam entraves no acesso ao crédito pelas microempresas


Covid19: situação em Portugal (24 de Maio de 2020)

fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Covid19: situação em Portugal (23 de Maio de 2020)


fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Opinião alheia - "Covid-19: medo não é solução"

Pelas ruas vejo muitas máscaras, algumas no chão, e vejo respeito pelo distanciamento social. Continua o comportamento exemplar e proactivo da sociedade portuguesa. Desde o cidadão comum aos vários sectores da economia, às instituições e até às altas figuras da governação, como o nosso Presidente da República. Vejo todos empenhados em dar o seu melhor, com diversidade nas ideias e interpretação dos factos.
Mas também vejo medo na sociedade. Medo de olhar para os factos. Medo de usar o conhecimento. Medo de agir com base no conhecimento. Eu próprio também tenho receios. Temo que, com o aumento da mobilidade que vai resultar numa subida dos casos de infecção, pois estamos no princípio dos princípios da pandemia, se regresse ao confinamento. Que não se consigam proteger os grupos de risco. Que o Serviço Nacional de Saúde fique sobrecarregado. Que as ruas fiquem outra vez desertas. Que seja dado um passo atrás e não à frente. Que se fique à espera de uma vacina que provavelmente virá, mas demorará tempo. E não podemos ficar confinados à espera.

China colabora na investigação. Será esta credível?

Acabou por ser aprovada por unanimidade, na terça-feira passada, a avaliação que já na véspera era pedida por 120 Estados-membros da Organização Mundial da Saúde (OMS). Alinhar vontades para avaliar o papel da organização de forma “imparcial, independente e completa” durante a pandemia de coronavírus tornou-se uma prioridade da Assembleia Mundial da Saúde (AMS), a grande reunião anual da organização das Nações Unidas responsável pela saúde pública. “Para ser verdadeiramente completa, essa avaliação deve incluir a resposta de todos os atores, de boa-fé. Iniciarei uma avaliação independente, o mais brevemente possível, para analisar a experiência que se ganhou, as lições aprendidas, e para fazer recomendações para melhorar a preparação e a resposta nacional e global à pandemia”, disse o diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus, na abertura do primeiro de dois dias da 73ª Assembleia Mundial da OMS.

Vírus fora de casa

fonte: Visão

Viver com o vírus

fonte: Visão

Viagens em turismo só para dois destinos na Europa

Voar para fora de Portugal já é possível, mas as restrições são tantas para os estrangeiros que, na prática, podemos dizer que foi aberta apenas uma nesga do espaço aéreo. Há voos a partir de Lisboa e do Porto para 12 destinos (ver mapa), 10 na Europa e dois no Brasil. Porém, as limitações impostas tornam-nos pouco atrativos. Há apenas dois destinos na Europa para onde os portugueses poderão voar livremente e em lazer: Amesterdão e Viena. Londres está intermitente, já que se aguarda, a qualquer momento, a imposição de quarentena obrigatória a quem chega de fora. Bucareste e Dublin não colocam barreiras a estrangeiros, mas obrigam também a 14 dias de isolamento — o que será o mesmo que dizer que são destinos para os quais não se pode voar para fazer turismo. Dentro de Portugal, a Madeira e os Açores continuam a impor idêntica obrigação. São nove os países para os quais se pode voar a partir de Portugal: Alemanha, Áustria, França, Reino Unido, Suíça, Holanda, Irlanda, Roménia e Brasil. Mas a generalidade destes voos, embora haja exceções, está vedada a quem não seja cidadão desse país. Vários permitem também a entrada à família nuclear, a portadores de cartão de residência, diplomatas, médicos e enfermeiros, especialistas em coronavírus e passageiros em trânsito.

Sondagem nos Açores

fonte: Açoriano Oriental

Curvas & curvas...

fonte: Visão

Cada vez mais há que ter cuidado

fonte: Açoriano Oriental

Falando de jornalismo

fonte: Publico

Turismo mundial: até onde vai destruir o coronavírus um setor pilar da economia?

Numa crise sem precedentes para o setor de turismo, com possíveis cenários a apontar para duras quedas entre os 60% e os 80% nas chegadas internacionais de turistas para este ano, tudo depende da velocidade a que se mantém ou alivia as  contenções, a duração das restrições sobre as viagem e do encerramento de fronteiras. Com os dados estatísticos relacionados com o setor do ao turismo em 2020 ainda sem a total do impacto da pandemia, a análise “Como está a covid-19 a mudar o mundo: uma perspectiva estatística”, lançada recentemente pelo Eurostat, trabalha com os dados da Organização Mundial do Turismo (OMT) e traça um esboço do futuro que se adivinha. Depois de aumentarem quase ininterruptamente e mais de duplicarem desde 2000, a OMT espera que as chegadas em 2020  venham a diminuir de 60% a 80% em relação a 2019, dependendo fortemente da altura em que as restrições sobre as viagem forem levantadas.
Os dados disponíveis mostram que as chegadas no mês março diminuiu 60% em relação ao mesmo mês em 2019. Muitos dos países significativamente afetados pelos Estados de Emergências, desta crise sanitária, saúde são atores-chave no turismo global e no seu ecossistema enquanto destinos, mercados de origem ou ambos.
Países com o maior número de denúncias de casos de infeção pelo novo coronavírus representam cerca de 55% e 68% da população mundial despesas turísticas de entrada e saída, respetivamente. Os efeitos da crise sobre essas economias espalharam-se para outros países e o impacto será particularmente crítico em territórios que são fortemente dependentes do turismo internacional.
O foco está ainda nos países ou territórios onde as despesas de turismo de entrada representam mais de um quarto do PIB total. Essas economias em desenvolvimento são portanto, mais vulneráveis ao impacto da covid-19, dado que dependem muito do turismo de entrada, especialmente daqueles países que atualmente são mais diretamente afetado pela pandemia (Executive Digest, texto da jornalista Sonia Bexiga)

Procedimentos de saúde e segurança a bordo face ao COVID-19


Aviação: Pacote de apoio marca passo

A TAP é a face mais visível do sector da aviação em Portugal, mas não é a única empresa a necessitar de um plano de ‘regaste’, já que toda a indústria está praticamente parada desde que, em meados de março, foi decretado o confinamento. A pedido do Governo, o regulador do sector, a ANAC, recolheu um conjunto de propostas feitas pelas empresas com o objetivo de mitigar os efeitos da pandemia. Uma parte relevante delas passa pela suspensão ou redução das taxas aeroportuárias. Ora, isto exige a intervenção do Governo, já que tem de haver negociações com a ANA, a concessionária dos aeroportos portugueses. As propostas seguiram há cerca de dois meses da ANAC para os Ministérios das Infraestruturas, Economia, Trabalho e Segurança Social. Mas, até agora, nenhuma delas viu a luz do dia. Algumas precisam de alterações legislativas. Outras terão de ser discutidas em Bruxelas.

Aviação: Cenários extremos afastados... para já

O Governo, pela voz do ministro das Infraestruturas, voltou esta semana a colocar pressão alta sobre os acionistas privados da TAP — os empresários David Neeleman e Humberto Pedrosa, que juntos têm 45% da transportadora aérea. Pedro Nuno Santos foi ao Parlamento na terça-feira reafirmar que todos os cenários estão em cima da mesa, acrescentando-lhe o de uma insolvência. E levantou o véu sobre o que o Governo pretende com a ajuda que está a preparar à empresa, na qual o Estado tem 50% — participação na gestão, mais capital, redefinição do plano estratégico, controlo de caixa.
Nesta fase, o grupo de trabalho nomeado pelo Governo para encontrar o modelo de apoio do Estado — que inclui o ex-presidente do grupo Águas de Portugal, João Nuno Mendes, assim como a consultora Deloitte e a sociedade de advogados Vieira de Almeida — está a analisar a informação enviada pela TAP. As conversas estão a decorrer de forma tranquila, apurou o Expresso de fontes ligadas às negociações. Mas nem o Governo nem os acionistas privados se querem pronunciar sobre o estado das mesmas. Contactados pelo Expresso, David Neeleman e Humberto Pedrosa enviaram uma resposta conjunta em que afirmam: “Não queremos fazer comentários sobre conversas que estão a decorrer”, mas “dizer apenas que a TAP é muito importante para Portugal e todos temos de contribuir com soluções construtivas e que gerem o maior consenso possível, de forma a podermos voltar ao trabalho que estava a ser feito”.

LAY-OFF ESTÁ MESMO A TRAVAR O DESEMPREGO?

Os sinais da crise económica gerada pela pandemia no mercado de trabalho são muito evidentes. Mais de 110 mil empresas requereram o lay-off simplificado, o mecanismo criado pelo Governo para travar uma escalada do desemprego, e 64.700 até já renovaram o pedido. A medida, admite o Executivo, está a proteger 1,3 milhões de trabalhadores, já que as empresas ficam impedidas de despedir durante o apoio e até 60 dias após. Mas, apesar destes números, há vários indicadores a fazer soar sinais de alarme. O número de trabalhadores abrangidos por despedimento coletivo em abril deste ano (1324), já em plena vigência do lay-off, é quase quatro vezes superior ao mesmo mês de 2009, em plena crise financeira mundial. Nos centros de emprego, o desemprego registado também não para de aumentar. São já 392 mil pessoas, mais 77 mil do que no início da pandemia. Os subsídios de desemprego pagos em abril, 198 mil, estão no nível mais alto dos últimos três anos. Indicadores que surgem numa altura em que o Governo ainda toma decisões em relação ao prolongamento do regime de lay-off simplificado (Expresso)

Descodificador: Covid-19. Licença para gastar

1 - Quais as recomendações de Bruxelas a Portugal?
Ao contrário do que é habitual, as recomendações da Comissão Europeia, divulgadas esta semana no âmbito do semestre europeu, dão ordem para gastar e não para poupar. Tudo por causa da covid-19. Portugal deve “tomar todas as medidas necessárias” para combater a crise, diz Bruxelas. E aponta prioridades: garantir a proteção social e apoiar o rendimento das famílias, adotar medidas que preservem o emprego — os dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional dão conta de que já há mais 77 mil desempregados registados no país desde o início da pandemia — e reforçar a “resiliência” do sistema de saúde.
2 - O quedefende a Comissão para a retoma económica?
Mais investimento é a expressão chave. Bruxelas pede ao Governo que dinamize a retoma da economia por essa via, nomeadamente avançando com projetos de investimento público amadurecidos, bem como promovendo o investimento privado. E, mais uma vez, aponta prioridades: tornar a produção mais limpa e eficiente; promover o melhor uso da energia; e apostar na infraestrutura ferroviária e na inovação. E, para que a recuperação não seja posta em causa, a Comissão pede ao Governo de Lisboa para “implementar as medidas temporárias que visam assegurar acesso à liquidez pelas empresas, em particular as PME”.
3 - Quanto vai custar a resposta à pandemia?
2,5% do produto interno bruto (PIB) este ano, segundo a estimativa de Bruxelas, que fez as contas ao custo direto global que Mário Centeno não apresentou no Plano de Estabilidade (PE) para 2020-2024 que enviou para a Comissão. Este impacto mede apenas as medidas adotadas para combate à pandemia e não os efeitos indiretos nas contas públicas por causa do abrandamento económico, nomeadamente menos receita fiscal e contributiva e mais despesa em áreas como o subsídio de desemprego. A Comissão Europeia avançou com uma estimativa de défice de 6,5% do PIB em 2020.
4 - Apesar de o défice disparar, porque é que Bruxelas não puxa as orelhas a Lisboa?
A Comissão, este ano, não puxa as orelhas a nenhum dos 26 Estados-membros que deverão registar défices em 2020 acima da linha vermelha de 3% do PIB, o teto sagrado exigido pelas regras de Bruxelas para a gestão orçamental. Devido à pandemia, a regra foi suspensa. Mas as recomendações acrescentam logo que a médio prazo é preciso regressar a uma política orçamental “prudente”. O recado ficou dado. Para o ano, quando o crescimento regressar, as condições de ajustamento vão voltar (Texto do jornalista JORGE NASCIMENTO RODRIGUES, Expresso)

Opinião alheia: "O desmame da moratória"

Faz bem Carlos Costa em alertar para o risco de cairmos num “precipício” quando terminarem as moratórias dos créditos bancários. Já o tinha feito numa conferência (digital) no início da semana e volta a avisar hoje no Expresso (ver pág. 9). Pede o governador do Banco de Portugal que o prazo das moratórias seja estendido para lá de setembro e que, no caso das empresas, haja também um reescalonamento das dívidas durante um período de alguns anos. Um alerta semelhante ao de vários banqueiros que já perceberam que os atuais prazos são simplesmente incomportáveis para os clientes e, claro, também para os bancos. As moratórias são um balão de oxigénio para quem, nesta fase de quebra de rendimento (as famílias) ou receitas (as empresas), pode adiar o pagamento de um encargo importante com os créditos bancários. Mas protegem igualmente os bancos que, sem falhas do lado dos clientes, não terão perdas em empréstimos que, de outra forma, começariam rapidamente a dar problemas.

Dá sempre trapalhada...

fonte: Sol

TAP em missão: bastidores da segurança dos voos extraordinários e manutenção dos aviões parqueados


TAP em missão: transformação de um A330neo em cargueiro


Aviação: TAP pode precisar de €1,2 mil milhões

A TAP é cada vez mais um caso isolado em matéria de auxílios de Estado na Europa. Gigantes da aviação como a Air France e a Lufhansa já têm planos de milhares de milhões aprovados ou à espera de luz verde de Bruxelas, mas a transportadora portuguesa está ainda a dar os primeiros passos. Mais de dois meses após ter sido anunciado o estado de emergência em Portugal, e a viver uma situação de enorme fragilidade, a companhia continua à espera de saber qual será o plano de resgaste que lhe será aplicado. A cada dia que passa a situa­ção financeira agrava-se. Junho será um mês chave — é apontado pela gestão como o mês limite para que o apoio do Estado chegue. A ajuda pública é fundamental para assegurar a sustentabilidade e operacionalidade, admitem fontes da transportadora, embora garantam que a empresa ainda tem caixa para assegurar a sobrevivência. Tal como as demais empresas de aviação, a TAP aguarda medidas específicas de apoio ao sector, mas nada saiu ainda da gaveta. A juntar a este cenário há uma crispação pública entre o Estado e os acionistas privados, David Neeleman e Humberto Pedrosa, protagonizada pelo ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, que tem contribuído para arrastar o processo. Depois da ameaça de nacio­nalização, um novo cenário saltou para cima da mesa — o da insolvência. Caíram como uma bomba as declarações de Pedro Nuno Santos esta semana no Parlamento: o Estado vai negociar com os acionistas privados sem excluir nenhum cenário, incluindo a insolvência. O aviso ficou dado. E causou espanto, pois ainda não tinha sido apontado como hipótese.

Aviação: Pilotos com futuro incerto mas não ‘atiraram a toalha ao chão’

O regresso a conta-gotas dos voos comerciais está a deixar os pilotos de aviação mais otimistas, embora não acreditem que a crise causada pela pandemia seja ultrapassada antes de 2023. Pior, dizem, foram os tempos após o ataque às Torres Gémeas, em Nova Iorque, a 11 de setembro de 2001, altura em que a confiança dos passageiros desceu a níveis perigosos e “muitos analistas vaticinavam que mais ninguém ia querer andar de avião”, lembra Miguel Silveira, presidente da Associação de Pilotos Portugueses de Linha Aérea. “É óbvio que está a registar-se um abrandamento causado pela covid-19, mas mais cedo ou mais tarde vai aparecer uma vacina para combater o vírus. Para o terrorismo não há qualquer tipo de comprimido.” Um dos bons sinais é que não tem havido “desistências significativas” nas escolas de pilotagem, o que, a ocorrer, poderia indiciar uma desmotivação dos jovens alunos para entrar na profissão, numa altura em que praticamente não se voa pelo mundo. Este comandante lembra que a restruturação feita pela generalidade das companhias aéreas portuguesas tem passado por colocar os pilotos em lay-off, um mal menor quando comparado com outras soluções mais drásticas. “Fala-se muito em reformas antecipadas mas não tem havido despedimentos”, afirma.

Vice da Comissão quer subsídios para Portugal. Mas Berlim exige reformas

O vice-presidente executivo da Comissão Europeia não tem dúvidas de que Portugal deve ser um dos beneficiários das subvenções do novo Fundo de Recuperação, que Bruxelas apresentará na próxima quarta-feira, juntamente com a revisão do Orçamento Comunitário para 2021-27. "Essa é a intenção, porque vemos que, no caso de Portugal, a dívida pública está a subir substancialmente. Este ano deverá ultrapassar os 131% do PIB", afirma Valdis Dombrovksis ao Expresso, sublinhando que o Instrumento "terá uma forte componente de subsídios", para apoiar o investimento dos países sem lhes pesar na dívida, e essa é uma questão fundamental a sul, sobretudo em Itália e Espanha, os dois países mais afetados. Contudo, não será dinheiro grátis, nem sem condições. A recente proposta franco-alemã para um criar fundo de 500 mil milhões de euros prevê que "os Estados-Membros se comprometam a seguir boas políticas económicas e uma agenda ambiciosa de reformas". Berlim quer que o dinheiro seja transferido para as regiões e setores mais afetadas pela pandemia seja gasto de forma orientada para o futuro, em linha com as novas prioridades europeias como o digital e a economia verde. A ideia não é transferir dinheiro a fundo perdido para repor o que estava, mantendo práticas do passado, mas garantir que as transferências - que não são empréstimos - vão contribuir para uma modernização da estrutura económica. Fonte alemã adianta que cabe à Comissão Europeia propor agora os critérios de atribuição de verbas e aos 27 decidir as condições.

Pobreza

fonte:  Correio da Manhã

Centeno deixa reforma do BdP na gaveta

O caminho de Mário Centeno até ao Banco de Portugal (BdP) está cheio de obstáculos, tanto políticos como de calendário. Saindo ou não para governador, há uma promessa de anos que o ministro das Finanças não vai cumprir nesta sessão legislativa: fazer a reforma da supervisão financeira, que continua sem sair do papel. Uma reforma que, na versão que Mário Centeno apresentou em 2019, retira privilégios ao governador. O dilema é duplo: Centeno não se pode nomear a si próprio e também não fará uma reforma que o poderá condicionar. Será um mês e meio agitado para os lados do Terreiro do Paço e nem todos os astros se alinham para cumprir a vontade de Mário Centeno no sentido de mudar de cadeira, de ministro das Finanças para governador do BdP. Por enquanto, o ministro prepara o Orçamento suplementar, e essa poderá ser a sua última tarefa a nível nacional, deixando para o seu sucessor a preparação do Orçamento do Estado para 2021, que normalmente começa ainda no verão. A data marcada para que tudo se decida, a primeira quinzena de julho, marca também o fim da sessão legislativa, e assim não será apresentada pelo Ministério das Finanças a reforma da supervisão financeira, confirmou o Expresso.

SATA: prtivatização de lado...

fonte: Diário dos Açores

Finalmente! Salgado: Acusação deverá estar pronta até às férias judiciais

A equipa de procuradores do DCIAP que tem em mãos o processo principal do grupo Espírito Santo está à beira de concluir a investigação e prepara-se para acusar os responsáveis pela derrocada deste império financeiro por crimes como associação criminosa e corrupção. De acordo com várias fontes ouvidas pelo Expresso, a acusação, de milhares de páginas, estará praticamente feita, com o Ministério Público (MP) a querer concluí-la até 16 de julho, antes das férias judiciais. Segundo as mesmas fontes, falta ainda, por exemplo, voltar a ouvir os principais arguidos do processo em interrogatório complementar e confrontá-los com os novos indícios entretanto recolhidos. No entanto, neste momento, por causa da pandemia de covid-19, os tribunais só estão a despachar processos urgentes e está em cima da mesa a hipótese de ouvir os arguidos — alguns deles já idosos — através de videoconferência ou de um método semelhante. Ricardo Salgado, ex-presidente do GES e principal arguido do processo, foi ouvido uma única vez, em junho de 2015, ou seja, há cinco anos. A conclusão do processo esteve prevista para junho de 2019 (houve um despacho do então diretor do DCIAP, Amadeu Guerra, nesse sentido), mas a conclusão foi adiada sine die, até que houvesse uma resposta das autoridades suíças a cartas rogatórias enviadas pelo MP português. Quando houvesse uma resposta, os procuradores teriam três meses para concluir a investigação. O “Observador” noticiou entretanto que os procuradores da equipa liderada por José Ranito decidiram não esperar mais e avançaram com o despacho final. A investigação começou em 2014 e o processo tem, segundo a última informação divulgada pela Procuradoria-Geral da República, 41 arguidos. Um já morreu. O Expresso questionou a PGR sobre o número de arguidos atual e os bens e dinheiro arrestados até agora, mas não teve resposta.

Jovens estão a ser diagnosticados com uma síndrome inflamatória


Países «frugais» apresentam plano alternativo de relançamento económico da UE

Áustria, Holanda, Dinamarca e Suécia, os chamados países «frugais», apresentaram um plano de estímulo ao relançamento económico da União Europeia (UE) que rejeita qualquer mecanismo de financiamento por dívida comum e defende uma distribuição através de empréstimo. De acordo com a proposta hoje apresentada pelo gabinete do chanceler austríaco, Sebastian Kurz, a ajuda de «emergência» destinada aos países mais afectados pela pandemia de Covid-19 passa pela atribuição de «empréstimos únicos, em condições favoráveis, direccionado para actividades que mais contribuem para a recuperação, como pesquisa e inovação, fortalecendo o sector de saúde e uma transição verde», segundo a agência “France-Presse” (AFP).

Quatro países da União contra ajuda de dinheiro a fundo perdido


Pandemia está a fazer crescer a fome no mundo


Mais prejudicados

fonte: Visão

Empresas

fonte: Visão

Facebook quer metade dos colaboradores em teletrabalho


Novos surtos de covid-19 estão a surgir na Europa


Mobilidades

fonte: Correio da Manhã

Covid-19 especialistas aconselham Europa a preparar-se para 2ª vaga


Opinião alheia

fonte: Público

A TAP, o PS e o governo...

fonte:  Sol

Situação na Madeira (23 de Maio de 2020)

fonte: IASAUDE

A resposta europeia à crise...


sábado, maio 23, 2020

Sem os hotéis e turistas o Funchal vira cidade-pesadelo



Funchal precisa de derrotar o medo




Nota: retoma e controlo de entradas

Tenho uma dúvida quando se fala da retoma turística: depois de Bruxelas ter cedido às pressões poderosas do lobby organizado da aviação comercial - aprovando restrições apenas para combóios e barcos mas deixando de fora os aviões e minimizando riscos  - e de todos os dias apelar à retoma da actividade turística no continente europeu - como se o medo das pessoas se vencesse de um dia para outro e como se decisões como estas não suscitem estranheza e dúvidas - como é que os países receptores de turismo farão o controlo das vagas de turistas provenientes de países europeus que foram dos mais afectados pela pandemia?
No caso da Madeira, é sabido que o Reino Unido e a Alemanha, a par do turismo nacional, são os principais mercados geradores de turistas, a que se juntam países como a Austria, França, Bélgica, países escandinavos (e que dizer da Suécia que desvalorziou a pandemia mas já está a braços com uma crise económica e passou a ser o pais com mais mortos por 100 mil habitantes) queb também sofreram com a pandemia. Se a Ministra da Saúde já disse que recusa testes de despiste e quarentenas obrigatórias à chegada a Portugal, se a Madeira não tem competência para obrigar a quarentenas no caso dos passageiros desembarcados no Funchal, será que o controlo se fará apenas com recurso aos testes de despistagem já anunciados por Eduardo Jesus? Garantem eles a segurança que precisamos, residentes e visitantes? São questões que acredito as pessoas querem ver respondidas porque o que nos faltava era nos confrontarmos com novas vagas, despoletadas por causa destas indefinições europeias. Tenho quase a certeza que um cenário desses será o fim da Madeira, não conseguimos aguentar mais um desconfinamento prolongado e mais uma paragem da economia regional. Seria desastroso, demasiado sequer para pensarmos nisso. Por isso, temos que ter, sempre, as mesmas cautelas e muita informação, para não deitarmos a perder o que conseguimos (LFM)

Veja o vídeo de reunião ministerial com Bolsonaro liberado na íntegra...


Nota da Presidência da República sobre a situação na Madeira

1. Desde 31 de março (data em que recebeu cópia da carta de 20/3/2020 do Presidente do Governo Regional da Madeira dirigida ao Primeiro-Ministro), que o Presidente da República tem acompanhado, com todo o empenho, a situação vivida na Região Autónoma da Madeira por causa da pandemia do Covid-19.
O Representante da República tem sido informado destas diligências, quer por correio (o primeiro dos quais de 13 de abril), quer por contactos telefónicos, tal como o Gabinete do Presidente do Governo Regional da Madeira.
2. Aliás, desde o início de março, o Presidente da República acompanhou as várias intervenções e interações do Governo Regional com o Governo da República, tendo mesmo promovido uma reunião com o Primeiro-Ministro e os Representantes da República no dia 20 de março, tendo em vista a aplicação do Estado de Emergência nas Regiões Autónomas, em articulação com os Governos Regionais.
3. Não deixou também de seguir de perto essas matérias nos últimos dois meses e meio, no tocante aos caminhos equacionados em termos de legislação a apreciar pela Assembleia da República.
4. Também falou hoje mesmo com o Líder da Oposição e Presidente do Partido Social Democrata sobre a matéria, a qual tem constituído tema constante de apreciação também com o Primeiro-Ministro, tendo em vista procurar as pistas possíveis de solução.
5. O Presidente da República tomou conhecimento das vias possíveis, por votação parlamentar, para resolver uma questão muito importante para os Madeirenses e, portanto, para todos os Portugueses, através de alterações à Lei das Finanças Regionais e ao Orçamento do Estado.
6. Como sempre tem feito noutras matérias, o Presidente da República não publicita as suas intervenções, não só para não dificultar o seu sucesso, como para não as confundir com outros debates que não se revestem da prioridade e urgência que se deve conferir à solução do problema.
Lisboa, 22 de Maio dde 2020

Aviação: polémica sobre a ocupação de todos os lugares

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Novas regras para a aviação estão a gerar polémica
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Miguel Guimarães diz que decisão de permitir voos com lotaçãção não tem apoio
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Retoma dos voos começa gradual e lentamente, sem as enchentes

TAP poderá receber injeção de mil milhões de euros


SIC Notícias: Coronavírus já custou ao Estado mais de 257 milhões


Pandemia deixa 70% das famílias portuguesas mais pobres


O segredo sueco para ninguém entrar no parque da cidade


sexta-feira, maio 22, 2020

Pandemia de Covid-19 impulsionou desenvolvimentos tecnológicos


Companhias aéreas retomam aos poucos a atividade


Situação nos Açores (22 de Maio de 2020)

fonte: GRA

Situação na Madeira (22 de Maio de 2020)

fonte: IASAUDE

TAP deve receber injeção de capital na ordem dos mil milhões de euros

O dinheiro deverá ser injetado seguindo um modelo semelhante ao aplicado noutros países europeus que já foram em auxílio às suas companhias aéreas: um rácio entre o número de aviões e o número de passageiros transportados em 2019. Ainda não há um valor acordado em relação à injeção de capital que a TAP vai receber, mas fonte próxima das negociações adianta à rádio TSF que o valor deve rondar os mil milhões de euros. Segundo a TSF, o dinheiro deverá ser injetado seguindo um modelo semelhante ao aplicado noutros países europeus que já foram em auxílio às suas companhias aéreas: um rácio entre o número de aviões e o número de passageiros transportados em 2019. No caso da Swiss Air, que tem 107 aviões e transportou 21,5 milhões de passageiros o ano passado, recebeu ajudas públicas no valor de 1.400 milhões.
Já a TAP tem uma frota de 105 aviões e transportou o ano passado 17,1 milhões de passageiros. Os dois lados da negociação apontam para um valor que ronda os mil milhões de euros, podendo até ser ligeiramente superior. O Estado e os acionistas privados da TAP estiveram reunidos nas últimas duas semanas para encontrar uma solução para a transportadora aérea portuguesa, que está parada há cerca de dois meses devido à pandemia da Covid-19. Esta semana, decorreram novas reuniões entre o Estado e a Comissão Executiva da TAP (Jornal Económico)

Os dias em torno da morte de três venezuelanos


O ar dentro de um avião: como são eliminados vírus e bactérias?

O ar é recolhido perto dos motores, passa por um equipamento de ar condicionado, é aquecido até 20 graus e pressurizado até atingir a pressão atmosférica próxima ao nível do mar. Passa então por filtros HEPA , de alta eficiência, que eliminam 99,97% das partículas de 0,3 mícrons, incluindo vírus e bactérias (Sapo)

Imunoterapia: que arma é esta na luta contra o cancro?

Tratar o cancro com as nossas próprias defesas, o sistema imunitário. Este é o princípio da imunoterapia (Sapo)

Como se transmite um coronavírus?

Medidas básicas de higiene, como lavar as mãos regularmente, limpar as superfícies domésticas e usar um lenço ao espirrar ou tossir, podem ser muito eficazes na prevenção desta infeção (Sapo)

Como é que o sistema imunitário ataca bactérias, vírus e parasitas?

O sistema imunitário protege o corpo humano de forma contínua contra doenças infecciosas, bactérias, vírus e parasitas (Sapo)

Sabe como funcionam as vacinas e o sistema imunitário?

Quando um agente patogénico, como um vírus ou bactéria, entra no corpo, multiplica-se e ataca as células, provocando uma infeção. Esse micróbio é reconhecido como um corpo estranho e o corpo usa a sua estratégia de defesa com os seus principais soldados: os glóbulos brancos (Sapo)

Semana de quatro dias pode ser a chave para a recuperação da economia


Segunda vaga na Europa: “A questão é quando e que tamanho terá"


Imunidade de grupo não está a funcionar Suécia


Novas regras para a retoma das viagens aéreas


As novas regras para a aviação na União Europeia


Aviões vão poder viajar com lotação máxima a partir de 1 de Junho


Covid-19 Suécia regista maior número de mortes por milhão de habitantes


Covid19: situação em Portugal (22 de Maio de 2020)

fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

quinta-feira, maio 21, 2020

A cagança autoconvencida tem custos...

fonte: Jornal de Negócios

Limite da ocupação a dois terços dos aviões termina a 1 de Junho

Limitação de capacidade das aeronaves não está incluída nas propostas europeias, pelo que “não se justifica” que Portugal a mantenha. Já o uso de máscara comunitária é “obrigatório nos aviões”. O Governo português decidiu acabar com a lotação máxima de 2/3 nos aviões a partir do dia 1 de Junho. Até lá, permanece essa exigência, por exemplo, nos voos entre Lisboa e os arquipélagos nacionais e entre Lisboa e o Porto. Em comunicado, o Ministério das Infra-estruturas recorda que exigência de redução da lotação de passageiros nos aviões ocorreu numa primeira fase da crise sanitária provocada pela pandemia covid-19.
Agora, diz, é tempo de “alinhar as regras nacionais pelas regras europeias no que toca ao transporte em aviação civil”, acrescentando que “uma estratégia europeia e internacional uniformes são fundamentais para a retoma do sector e da confiança dos passageiros”. Entre as recomendações já propostas a limitação de capacidade das aeronaves não está incluída e não se justifica, assim, “que Portugal a mantenha, prejudicando as companhias sujeitas à sua jurisdição”, como é o caso da TAP e da SATA. Por outro lado, sublinha-se que “o uso de máscara comunitária é obrigatório nos aviões”.
A regra do máximo de 2/3 da lotação está a ser aplicada aos transportes públicos, como comboios, autocarros, metro e táxis, e mantém-se em vigor (tal como o uso de máscara).
Na semana passada, a Comissão Europeia divulgou uma série de recomendações, que, no caso da aviação, não impunha questões ao nível da lotação, seja os 2/3 ou lugares vazios entre passageiros.
Para Bruxelas, uma regra geral deve ser a utilização de máscara facial, não só para a aviação mas para todos os passageiros em terminais (como estações e aeroportos) e meios de transporte colectivo, especialmente, diz a Comissão, “quando as medidas de distanciamento físico não podem ser cumpridas em todos os momentos”, como será o caso dos aviões. Devem-se aplicar medidas para minimizar o risco de contágio ao longo de todo o processo de viagem, desde a desinfecção das aeronaves a chegadas antecipadas ao aeroporto por parte dos passageiros, apostando-se na dinamização de tudo o que seja online e redução de contactos com as equipas de terra e de bordo (Público, texto do jornalista Luís Villalobos)

30% dos portugueses tem menos de 600 euros para gastar nas férias

Há, pelo menos, 30% dos portugueses que admite ter uma perda de rendimento de cerca de 581 euros no seu orçamento de férias em relação a 2019, revela um inquérito da Fixando, junto de 12 mil cidadãos, nos primeiros 15 dias de Maio. Já 40% dos inquiridos referem que o orçamento não sofreu quaisquer efeitos negativos devido à pandemia do novo coronavírus. Daqueles que já planearam as férias, a maioria (68%) decidiu ficar em Portugal. Os restantes pretendem viajar para o estrangeiro. Ainda assim, só 58% vai de férias. Os restantes decidiram cancelá-las (38%), enquanto 4% viram as suas férias canceladas. De acordo com a Fixando, os que já cancelaram reservas de viagem no valor, em média, de 1.200 por pessoa, vão perder, 940 euros. Apenas 23% conseguiu reembolso completo, em dinheiro, dos valores já pagos. Outros 29% receberam um voucher e 48% não foram reembolsados, segundo a plataforma. O mesmo inquérito mostra que a esmagadora maioria (75%) dos portugueses não planeou ainda as suas férias para 2020:  27% alega falta de rendimentos, 24% mostra-se cauteloso quanto ao futuro e 14% tem medo de viajar por receio de serem contagiados com Covid-19.

TAP: a minha dúvida é uma - é para manter ou para fechar?

fonte: Jornal de Negócios

Sondagem mostra convicção

fonte: Correio da Manhã

Eleições: Instituto britânico prevê derrota de Trump devido a Covid-19

O ‘think tank’ britânico parte de um cenário de recessão nos Estados Unidos, por causa da pandemia de covid-19, com um forte aumento do desemprego e da inflação, para concluir que Trump apenas conseguirá 35% dos votos nas eleições presidenciais de 03 de Novembro. Antes da pandemia de Covid-19, as estimativas do Oxford Economics indicavam que o candidato republicano deveria ganhar com 55% dos votos dos eleitores norte-americanos. «Seria necessário um milagre económico para os resultados favorecerem Trump», diz o relatório hoje divulgado pelo instituto britânico, que pressupõe que a economia dos EUA não terá ainda recuperado no próximo outono.
Segundo este estudo, a economia norte-americana, com esta pandemia, ficará «em piores condições do que no pior momento da Grande Depressão», no início do século XX, podendo atingir taxas de desemprego acima dos 13%, um número raro nos EUA. «Uma taxa de desemprego acima do pico durante a crise financeira global, uma queda de 6% no rendimento familiar e uma deflação temporária tornarão a economia um obstáculo quase intransponível para Trump, nas eleições de Novembro», conclui o relatório do Oxford Economics. Perante este contexto, o Oxford Economics considera que o Partido Democrata está a caminhar para uma «clara vitória», embora a percentagem de votos do seu candidato, Joe Biden, fique dependente dos níveis de abstenção e da evolução da pandemia. Os investigadores lembram que o modelo de previsão do Oxford Economics teve um grau de rigor muito elevado em 16 das 18 mais recentes eleições presidenciais nos Estados Unidos, tendo apenas registado falhas nas eleições de 1968 e de 1976 (ED)

Desconfinamento: “Há uma pobreza da classe média que está a aumentar"


Sondagem confirma muitos receios

fonte: Correio da Manhã

Muitas dúvidas...

fonte: Correio da Manhã

Bastonário da Ordem dos Médicos pede mais testes para trabalhadores da saúde


Comissão Europeia exclui reparos sobre dívida pública


Consumos nas ilhas...

fonte: Diário dos Açores

Sondagem: poucos vão viajar

fonte: Jornal de Negócios

Bruxelas pede luta férrea de Portugal contra a pandemia


O alerta de Bruxelas “despesa pública e investimento são importantes"


Os alunos e a escola

fonte: Público

Há 7 coronas à solta...

fonte:  Público

Gomes Ferreira: A TAP alavancou-se sempre em dívidas


Governo avisa que TAP pode entrar em insolvência sem acordo


Peritos europeus subestimaram os primeiros alertas sobre o covid19


Realidade já sentida por muitos

fonte: Público