“Os benefícios flexíveis estão a afirmar-se como uma peça central da estratégia de recursos humanos para as empresas responderem a dois desafios simultâneos: aumentar o rendimento líquido dos colaboradores e oferecer soluções de compensação mais alinhadas com as diferentes necessidades ao longo da vida profissional”, afirma Hugo Rocha, Online Benefits Director na Aon Portugal. Apesar da avaliação positiva — 95% das empresas consideram que estes programas têm um impacto positivo ou muito positivo nos colaboradores —, a implementação continua a enfrentar desafios, como a complexidade administrativa (59%), risco fiscal (53%) e custos adicionais de gestão (31%). O inquérito envolveu 110 empresas de diversos setores, incluindo tecnologia, telecomunicações, indústria, saúde, construção e imobiliário. Em termos de dimensão, 28% das empresas tinham menos de 250 colaboradores, 42% entre 250 e 1.000, e 30% mais de 1.000 colaboradores (Executive Digest, texto do jornalista André Manuel Mendes)

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