terça-feira, fevereiro 26, 2019

Grande Reportagem SIC-Notícias: Assalto ao Castelo (Episódio 1)


Que papel teve afinal o Banco de Portugal no caso BES? O regulador sabia e não agiu a tempo? O poder de Ricardo Salgado terá ofuscado a atuação da supervisão? O Banco de Portugal omitiu informações aos deputados da Comissão de Inquérito ao BES? Quatro perguntas a que os três episódios da Grande Reportagem da SIC tentarão dar resposta. Aqui revelamos dois documentos que começam a levantar o véu sobre os segredos do Banco de Portugal.

Falta de gasolina leva venezuelanos a passarem dias nas filas para atestar

Há quem passe cinco dias numa fila para poder encher o depósito de combustível na Venezuela. Atestar o carro custa cerca de 20 cêntimos, mas há falta de gasolina. O contrabando e as sanções dos Estados Unidos agravaram o problema.

Venezuela: Guaidó promete continuar a lutar pela liberdade

Durante um encontro para discutir a crise na Venezuela, Juan Guaidó disse que o país conseguiu resistir a mais uma batalha.

Triplicaram as queixas por atrasos na atribuição de pensões

Provedoria de Justiça recebeu 920 reclamações de pessoas que esperavam, em média, há mais de 10 meses por uma resposta do Centro Nacional de Pensões. Até lá, ou trabalham para além da idade legal da reforma ou, em alguns casos, ficam sem rendimentos durante meses.

Mais de 900 reformados não recebem há quase 1 ano

Em 2018, deram entrada na Provedoria de Justiça 920 queixas por atrasos na atribuição das reformas. O Governo garante que estão a ser tomadas medidas e promete reduzir o número de pedidos pendentes até ao verão.

Norte-americanos preparados para invadir a Venezuela

Os Estados Unidos não descartam a possibilidade de uma intervenção militar na Venezuela. Esta segunda-feira, o vice-presidente norte-americano reúne-se com o chamado Grupo de Lima, com a presença de vários países da América Latina e do próprio Juan Guaidó. Portugal participa neste encontro na qualidade de observador e rejeita qualquer hipótese de intervenção militar.

Portugal: Solução para a Venezuela não passa pela intervenção militar

O Ministro português dos Negócios Estrangeiros diz que a solução para a Venezuela passa pela pressão internacional e não pela intervenção militar.

Greves: quanto o Estado gastaria se atendesse a todas as reivindicações

São vários os setores em protesto. Fizemos as contas à despesa orçamental

EUA dizem que confrontos na fronteira fortaleceram Guaidó

Pelo menos seis pessoas morreram e cerca de 300 ficaram feridas este fim de semana nos confrontos entre manifestantes e as forças de segurança venezuelanas, que impediram a entrada dos carregamentos de ajuda humanitária.

Jovens venezuelanos querem intervenção militar e já

A tensão nas pontes que ligam a Venezuela à Colômbia é muito elevada. Centenas de jovens venezuelanos estão concentrados do lado colombiano e pedem uma intervenção militar estrangeira. Dizem que não é com pedras que vão derrubar Nicolás Maduro. A reportagem é dos enviados especiais da RTP Hélder Silva e David Araújo.

Madeira recebeu mais de sete mil venezuelanos em dois anos

Na Madeira, há 400 famílias venezuelanas à espera de habitação. A Região Autónoma ganhou 1100 novos alunos nas escolas madeirenses.

Cidadãos com mais de 55 anos têm mais dificuldades em identificar notícias falsas

Um estudo da Comissão Europeia mostra que apenas 48%, menos de metade dos portugueses, consegue identificar notícias falsas.

segunda-feira, fevereiro 25, 2019

SIC-Notícias: O Eixo do Mal (21 Fevereiro 2019)


Gente que não sabe estar: 24 de Fevereiro de 2019 (parte 2)


Reportagem SIC: "No Coração do Hospital" - 2ª Parte

A falta de recursos humanos é a queixa mais comum, sobretudo no serviço urgência. Com uma população envelhecida e as doenças crónicas a ganharem um peso crescente, o problema tem vindo a aumentar, e obriga o Estado a reforçar as verbas atribuídas ao setor da saúde, mas a resposta continua aquém das necessidades. Os doentes elogiam o profissionalismo das equipas médicas, mas queixam-se das condições de atendimento, do internamento em macas nos corredores durante dias e dos tempos de espera para consultas. Os profissionais testemunham que trabalham muito para além das horas, com salários baixos, sem incentivos de evolução na carreira e que chegam a pagar o material para poderem exercer. Alertam que a opcão dos médicos e dos utentes é cada vez mais a clínica privada, que cresce a olhos vistos. Numa altura em que assinalam os 40 anos do Serviço Nacional de Saúde, fomos conhecer as forças e fraquezas dos hospitais públicos (Veja aqui)

Grande Reportagem da SIC-Notícias: A Verdade sobre a Mentira


A Grande Reportagem SIC "A Verdade sobre a Mentira" desmonta uma realidade com a qual nos cruzamos todos os dias: notícias falsas que circulam na Internet. Por exemplo, o suposto apoio do Papa a Donald Trump ou que Francisco cancelou a visita a Portugal; os migrantes autores de abusos sexuais, na última passagem de ano em Frankfurt, ou que o hino nacional iria ser mudado para uma versão mais atual. Nada disto é verdade. São notícias fabricadas com o registo de sátira, ou por motivos financeiros e políticos, e que vão ao encontro das expetativas e emoções de quem as lê. "A Verdade sobre a Mentira" mostra quem as faz e quem as partilha, bem como os riscos que representam para a democracia.

Reportagem SIC: "No Coração do Hospital" - 1ª Parte


A falta de recursos humanos é a queixa mais comum, sobretudo no serviço urgência. Com uma população envelhecida e as doenças crónicas a ganharem um peso crescente, o problema tem vindo a aumentar, e obriga o Estado a reforçar as verbas atribuídas ao setor da saúde, mas a resposta continua aquém das necessidades. Os doentes elogiam o profissionalismo das equipas médicas, mas queixam-se das condições de atendimento, do internamento em macas nos corredores durante dias e dos tempos de espera para consultas. Os profissionais testemunham que trabalham muito para além das horas, com salários baixos, sem incentivos de evolução na carreira e que chegam a pagar o material para poderem exercer. Alertam que a opcão dos médicos e dos utentes é cada vez mais a clínica privada, que cresce a olhos vistos.  Numa altura em que assinalam os 40 anos do Serviço Nacional de Saúde, fomos conhecer as forças e fraquezas dos hospitais públicos. 

Permanência ou queda do regime de Nicolás Maduro nas mãos dos militares

Mais de 60 elementos das Forças Armadas e de segurança desertaram. O regime de Nicolás Maduro reprimiu, com violência, as tentativas de entrada de ajuda humanitária na Venezuela e cortou relações diplomáticas com a Colômbia. Os confrontos deste fim-de semana fizerem, pelo menos, 285 feridos na fronteira colombiana e 4 mortos na região de Bolívar, fronteiriça com o Brasil.

domingo, fevereiro 24, 2019

Venezuela: Pessoas estão a insurgir-se contra Maduro por recusar ajuda


Venezuela a "ferro e fogo" com, pelo menos, seis mortos nas fronteiras

Pelo menos seis pessoas morreram, 300 ficaram feridas nos confrontos de ontem nas fronteiras da Venezuela com a Colômbia e com o Brasil. Apenas um camião conseguiu entrar no país, os restantes foram incendiados. O autoproclamado presidente interino já conseguiu a lealdade de 60 militares

Venezuela: Guaidó apela à desobediência dos militares maduristas

Milícias ligadas a Nicolás Maduro dispararam balas de borracha, lançaram gás lacrimogéneo e queimaram camiões com ajuda humanitária que tentavam entrar no país. Calcula-se que houve quatro mortos e 285 feridos. Apenas um camião conseguiu atravessar a fronteira. Todos os outros foram obrigados a regressar à Colômbia.Na sequência dos confrontos, 60 militares venezuelanos desertaram e juntaram-se ao autoproclamado presidente interino.Juan Guaidó volta a pedir o apoio à Comunidade Internacional e diz que as tropas venezuelanas não devem lealdade a quem queima comida e não respeita os direitos humanos.O autoproclamado presidente interino escreveu no Twitter que os últimos acontecimentos o obrigam a deixar em aberto todas as opções.

Venezuela: Momentos de grande tensão na fronteira com o Brasil

Muitos venezuelanos tentaram forçar a passagem dos camiões com a ajuda humanitária, mas os militares fizeram uma barreira e bloquearam a entrada. A tensão intensificou-se ao cair da noite. Os venezuelanos que estavam no outro lado da fronteira atiraram cocktails molotov contra as forças militares da Venezuela

Confrontos na fronteira entre a Venezuela e a Colômbia causaram 285 feridos

Os confrontos de ontem na fronteira entre a Venezuela e a Colômbia provocaram 285 feridos, 37 dos quais estão no hospital. O número de mortos é objecto de discussão; aparentemente terá havido dois. A polícia venezuelana disparou granadas de gás lacrimogéneo e balas de borracha sobre centenas de pessoas que forçaram a entrada da ajuda humanitária

Venezuela: Hospitalizados 37 feridos dos confrontos na fronteira

Entre os que ficaram feridos nos confrontos na fronteira entre a Venezuela e a Colômbia, 37 ainda estão hospitalizados.

Três camiões foram incendiados na fronteira da Venezuela

A população que chegou à fronteira como escudo alinhou-se depois como cordão. Os disparos da Polícia venezuelana tinham começado uma hora antes. Houve gás lacrimogéneo e balas de borracha quando os quatro camiões entraram pela Ponte Santander em El Escobal e só pararam quando já estavam em Ureña, território da Venezuela.As imagens registadas em Ureña mostram que do lado venezuelano não estavam apenas policias. São os tais colectivos que terão atuado aliados com a Polícia Nacional.

Venezuela: Cimeira de Bogotá decisiva para eventual intervenção estrangeira

A escalada do conflito é uma possibilidade. Guaidó admitiu que todas as hipóteses devem estar em aberto. O senador norte-americano Marco Rubio também fez declarações sugerindo a possibilidade de uma intervenção militar estrangeira. A reunião do grupo de Lima que começa amanhã em Bogotá, com a presença do vice-presidente dos EUA, Mike Pence, tem como único dúvida a posição do México, que tem mantido uma relação próxima com o Governo de Nicolás Maduro.

Venezula: Guaidó diz que os desertores são mais de 60

As autoridades da Colômbia garantem que vários militares venezuelanos já desertaram. Juan Guaidó diz que são mais de 60 casos e apela a que o exército "passe para o lado certo da história". Os soldados que atravessaram a fronteira pediram proteção das autoridades na cidade colombiana de Cúcuta.

Venezuela: Guaidó admite intervenção internacional contra Maduro

Depois da resposta violenta à entrada de ajuda humanitária na Venezuela, Juan Guaidó faz um apelo à comunidade internacional para deixar em aberto todas as possibilidades contra Nicolás Maduro. Em Caracas, o presidente venezuelano voltou a criticar a ingerência de outros países e anunciou o corte de relações diplomáticas com a vizinha Colômbia.Vários camiões com ajuda humanitária tiveram que voltar para trás perante o cenário de insegurança no lado venezuelano. Mas o autoproclamado presidente interino da Venezuela não baixa os braços e faz um apelo: "À comunidade internacional, o nosso eterno agradecimento. Pedimos-lhe que mantenham todas as cartas sobre a mesa".E a pressão internacional não dá sinais de abrandar. Através do Twitter, Mike Pompeo, o chefe da diplomacia norte-americana, diz que chegou a hora de atuar: "Os Estados Unidos irão agir contra os que se opõem à restauração pacífica da democracia na Venezuela. Está na altura de fazer algo para dar resposta às necessidades do povo venezuelano desesperado."Esta segunda-feira, Juan Guaidó vai participar numa reunião do chamado Grupo de Lima, onde vai encontrar-se com o número dois da Casa Branca, Mike Pence. A reunião vai decorrer na capital da Colômbia - um país que tem sido uma das vozes mais duras contra o regime venezuelano.Nicolás Maduro responde com o anúncio do corte das relações diplomáticas entre os dois países. O presidente da Venezuela voltou a desafiar Juan Guaidó a convocar eleições e alertou para a ameaça de uma intervenção militar estrangeira: "Por trás dessa comida podre que chamam ajuda humanitária, tratam de esconder a face da ameaça de intervenção militar dos Estados Unidos". Palavras de um presidente rodeado por milhares de apoiantes em Caracas, no dia em que os opositores também saíram às ruas da capital para exigir mudança.

"Batalha musical" entre regime venezuelano e oposição

Já é conhecida como a "Batalha da música." Do lado venezuelano junto à fronteira com a Colômbia, o regime de Nicolas Maduro organizou um concerto pela paz. E a menos de um quilómetro dali, mas já na cidade colombiana de Cúcuta, o milionário britânico Richard Branson pôs em marcha um Aid Live pela Venezuela. O empresário tem como objetivo angariar cerca de cem milhões de dólares para ajudar os venezuelanos. "Precisamos de tentar ajudar aqueles que não estão a receber ajuda médica, ajudar aqueles que estão com fome e esperemos que este concerto contribua para que os mantimentos comecem a chegar à Venezuela para que as pessoas não sofram tanto." Pelo palco do Aid Live Venezuela vão passar 32 artistas de vários países, enquanto no concerto pela Paz organizado pelo governo de Maduro, vão estar 40 cantores venezuelanos e na assistência alguns dos altos dirigentes do regime. Os concertos começaram esta sexta-feira e vão durar até domingo.

Venezuela: Maduro corta relações diplomáticas com Colômbia após disputa sobre ajuda humanitária

A Organização de Estados Americanos exige a Nicolás Maduro que permita a entrada de donativos humanitários na Venezuela. Uma exigência também manifestada pelo presidente da Colômbia, Iván Duque. Nicolás Maduro respondeu com um corte de relações com a Colômbia.

Médico venezuelano alerta para falta de medicamentos e condições dos hospitais

Alguns médicos estão a trocar a Venezuela por Portugal devido à falta de condições nos hospitais venezuelanos. Aqueles que estão na Madeira falam de situações dramática. Relatam casos em que para salvar vidas há quem esteja disposto a pagar 10 mil dólares no mercado negro por um tratamento oncológico.

Venezuela: Camiões com ajuda humanitária não conseguiram atravessar ponte de Ureña

A equipa da RTP, Hélder Silva e David Araújo, acompanhou quatro camiões com ajuda humanitária, que saíram do centro de armazenamento em Las Tienditas. Logo após atravessarem a fronteira, os camiões foram bloqueados pela polícia que disparou barras de borracha e gás lacrimogéneo, descreveu Hélder Silva ao telefone. Os camiões que estão no território venezuelano estão a arder.O jornalista da RTP nota que as 13 deserções registadas este sábado são de baixas patentes, enquanto existem cerca de 2.000 generais que controlam vários postos chave do regime.

Tropas da Venezuela disparam gás lacrimogéneo contra grupo de pessoas

Alguma ajuda humanitária já entrou na Venezuela onde milhares de pessoas desesperam. Pelo menos 13 militares venezuelanos abandonaram os postos de comando e refugiaram-se em território colombiano.

Mais de metade dos jovens admitem falar com estranhos na internet

Estudo revela que 55% dos jovens e crianças já contactaram estranhos pela internet.

Medicamentos e alimentos para a Venezuela recolhidos em várias cidades portuguesas


Incendiados camiões com ajuda humanitára para a Venezuela


Forças de Maduro fecharam fronteiras da Venezuela

Presidente deu ordens para que ajuda humanitária norte-americana e de outros países não entre no país

Tensão nas fronteiras da Venezuela devido à ajuda humanitária

Populares e forças militares criam momentos de tensão nas fronteiras da Venezuela com o Brasil e Colômbia, onde estão camiões com ajuda humanitária

Guaidó diz que teve apoio dos militares para atravessar a fronteira

Juan Guaidó garante que a ajuda humanitária começa, hoje, a entrar no país, mesmo depois da ordem de encerramento de fronteiras de Nicolás Maduro. Um mês depois da autoproclamação como presidente interino, o autoproclamado presidente interino da Venezuela foi ao país vizinho para assistir ao concerto organizado por Richard Branson e para dar início à distribuição da ajuda humanitária.O desafio a Nicolás Maduro não podia ser mais claro. Juan Guaidó foi proibido pelos juízes do Supremo Tribunal, fiéis ao regime venezuelano, de sair do país. E fica agora a dúvida de como poderá regressar a Caracas.Na última noite, o Governo decretou o fecho temporário das três pontes que ligam a Venezuela à Colômbia, junto à cidade de Cúcuta.Já antes tinham sido encerradas as fronteiras com o Brasil. E foi na zona de Kumarakapay que se registaram confrontos. Duas pessoas morreram e mais de uma dezena ficaram feridas quando os militares se deslocavam para a zona fronteiriça, para impedir a entrada de ajuda humanitária.Noutra localidade, foi usado gás lacrimogéneo para dispersar manifestantes que exigiam a reabertura da fronteira.Ainda assim são muitos os que continuam a procurar caminhos alternativos para chegar ao Brasil e comprar bens de primeira necessidade que não encontram na Venezuela - uma luta pela sobrevivência que se trava lado a lado com a luta pelo poder.

Mais jovens pesquisam conteúdos perigosos na internet

O acesso a vídeos e sites sobre suicídio, automutilação e agressões disparou nos adolescentes entre os 11 e os 17 anos. Os dados são de um estudo da rede de investigação europeia Kids online, divulgado hoje pelos jornais Público e Expresso.

O nepotismo e o Governo: mais de duas dezenas de parentescos

O executivo de António Costa tem dois ministros da mesma família: Vieira da Silva é pai de Mariana Vieira da Silva. Esta é, apenas, a parte visível das várias relações familiares que existem no governo e na administração pública. Depois da remodelação, o governo português passou a ter uma composição inédita na Europa. RTP contou mais de 20 casos a máquina do Estado liderada pelo PS. Aos 40 anos, a filha de um dos ministros mais próximos de Costa chega às mais altas funções políticas sem nunca ter passado por uma entrevista de trabalho. Teve sempre cargos de nomeação política depois de se ter licenciado, à exepção de ter sido investigadora do ISCTE, onde o pai também dava aulas, quando o PS perdeu as eleições em 2011. A direita indignou-se. A esquerda ficou em silêncio. Para o Presidente da República é um não assunto: Pedro Nuno Santos é o outro ministro que renova a geração do governo. De líder da JS, passou a deputado e chegou a secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares. Foi ele que assegurou a criação da geringonça. O único emprego que teve foi na empresa da família, quando terminou o curso. Pedro Nuno Santos é casado com Ana Catarina Gamboa, também ela com um passado de dirigente da JS e mais recentemente assessora do amigo e ex-vice-presidente da Camara Municipal de Lisboa, Duarte Cordeiro. Juntamente com Pedro Nuno Santos, são os chamados "Jovens Turcos" que prometem futuro ao PS: Duarte Cordeiro vem também da escola da Juventude Socialista. A mulher Susana Ramos foi diretora do departamento social da autarquia da capital, mas em março de 2017 foi escolhida para coordenar um organismo criado pelo governo nessa mesma data. E não é matrimónio único no governo. O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, trabalhou com a mulher no próprio Ministério. Isabel Marrana foi chefe de Gabinete de uma das secretarias de estado, até ter pedido a demissão há 6 meses. Já Francisca Van Dunem estava longe do marido. Mas Eduardo Paz Ferreira, foi escolhido em outubro do ano passado por Ana Paula Vitorino para liderar a Comissão de Renegociação da Concessão do Terminal de Sines. Mas há mais. No gabinete do primeiro-ministro, está Patrícia Melo e Castro como assessora, cunhada de Ana Catarina Mendes, a número 2 de António Costa no partido, que por sua vez, é irmã do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes. E um dos melhores amigos de António Costa, Diogo Lacerda Machado, consultor do primeiro-ministro até 30 de junho de 2017, data em que integrou a administração da TAP, tem os dois filhos a trabalhar no Estado. No Ministério dos Negócios Estrangeiros encontramos Francisco, como Técnico Especialista desde 2015. E numa empresa da Defesa Nacional, vemos o irmão mais novo, João Maria, como assessor. O Sexta às 9 procurou noutros países europeus, semelhanças, mas não encontrou nenhuma. Já em França, foi mesmo aprovada em 2017 uma lei anti-nepotismo, precisamente para prevenir governos familiares. Só viajando ate ao outro lado do Atlântico é que encontramos um caso parecido. Donald Trump contornou a lei de 1967 que impede a contratação de familiares para cargos públicos e nomeou a filha e p genro para conselheira e assessor.

Quase metade dos jovens encontra-se com estranhos que conhece na Net

Um quarto dos adolescentes admite que recebeu mensagens de cariz sexual no último ano.

Reportagem SIC: "No Coração do Hospital"


Mário Centeno avisa que não há margem para mais despesa

O ministro das Finanças recusa gastar mais dinheiro com os enfermeiros, depois do Governo anunciar que vai retomar as negociações.

sábado, fevereiro 23, 2019

Criar empregos a 660 euros pode chamar-se “milagre”?

O PIB está a crescer, o desemprego a cair, o défice orçamental está a níveis historicamente baixos. Mas está a economia portuguesa forte? Mesmo se 40% dos empregos na iniciativa privada são pelo salário mínimo e a média dos novos contratos é de 660 euros? (Expresso)

Deus e o Diabo: "Governo vai ter que cortar mais de 236 milhões de euros na educação e saúde"

José Eduardo Moniz apresenta os nomes fortes que podem que são arguidos em diversos casos e todos eles homenageados com condecorações do Presidente da República.

Deus e o Ddiabo: Os homens que podem seguir as pisadas de Armando Vara na prisão

José Eduardo Moniz apresenta os nomes fortes que podem que são arguidos em diversos casos e todos eles homenageados com condecorações do Presidente da República.

Grupo Joaquim Chaves põe em causa os 22 milhões falados na investigação

O grupo Joaquim Chaves já reagiu à reportagem da TVI que denunciou o facto de o hospital da Madeira ter uma unidade de medicina nuclear e, não obstante, estar a mandar os doentes fazer os exames no setor privado. Na altura não aceitaram participar na reportagem nem estar presentes no debate, mas agora vieram a público dizer que não queriam o confronto com o médico que denunciou a situação à TVI.

Governo português tem composição inédita na Europa

O Governo português passou a ter uma composição inédita na Europa. Até segunda-feira havia um ministro-marido e uma ministra-mulher. Com a nova remodelação, o Executivo de António Costa passou a contar com pai e filha nos mais altos cargos do Estado. Mas esta é apenas a parte visível das múltiplas relações familiares que existem no interior do Governo e da Administração Pública.O Sexta às 9 contou mais de 20 relações familiares no interior da máquina do Estado, liderada pelo PS.

Assunção Cristas nega ter beneficiado Luís Montez na compra do Meo Arena

Líder do CDS-PP sublinha que o processo foi claro e transparente e que ganhou quem ofereceu o melhor preço, numa entrevista ao Jornal Online "Polígrafo".

Bolsonaro quer aumentar idade da reforma e contribuições no Brasil

Governo brasileiro prevê poupar 276 mil euros com reforma do sistema de pensões

Associações de bombeiros terão usado dinheiros públicos para manifestação

O Ministério Público está a investigar as associações de bombeiros que participaram na manifestação de novembro, em Lisboa.

Militares venezuelanos “têm ordem para matar”, denunciam manifestantes

Confrontos junto à fronteira com o Brasil já fizeram dois mortos e dezenas de feridos.

Governo financia contratação de médicos para ajudar portugueses na Venezuela


Guarda Nacional venezuelana terá disparado sobre manifestantes na fronteira

A fronteira foi esta sexta-feira encerradas pelo Governo de Nicolás Maduro, o que provocou momentos de grande tensão.

Presidente da Venezuela encerrou fronteira com Brasil e pode fechar ligação com Colômbia

Nicolás Maduro encerrou a fronteira com o Brasil e pondera fechar também a ligação com a Colômbia. As decisões pretendem travar a entrada da ajuda humanitária na Venezuela. A Guarda Nacional venezuelana tentou, esta quinta-feira, impedir a passagem da caravana em que seguia Juan Guaidó.

Sexta às 9: Concurso na Câmara de Elvas excluiu deficiente

A Câmara de Elvas excluiu uma deficiente motora de um concurso público para assistente administrativa e colocou no lugar uma familiar da ex-secretária do presidente da Câmara. Apesar das ilegalidades, o concurso não foi impugnado. O concurso público em causa criou 82 novos postos de trabalho: 27 são ocupados por familiares do presidente de autarquia, dos vereadores e de altos funcionários.

Venezuela: Eurodeputados barrados no aeroporto visitaram a fronteira com a Colômbia

Os eurodeputados barrados no Aeroporto de Caracas visitaram a fronteira que separa a Venezuela da Colômbia. O enviado especial da RTP a Cucúta, Hélder Silva, acompanhou-os.

Fronteira da Venezuela com o Brasil: confronto causa dois mortos

O Exército venezuelano abriu fogo contra uma multidão. Os populares colaboravam na operação de ajuda humanitária internacional numa vila da Venezuela junto à fronteira com o Brasil. Na vila de Kamarakay, muito perto da fronteira com o Brasil.Um grupo de populares tentou impedir a passagem de veículos do exército venezuelano e os soldados responderam com disparos.Pelo menos duas pessoas morreram e 12 ficaram feridas

António Guterres apelou ao fim da violência na Venezuela

O secretário-geral das Nações Unidas apelou esta sexta-feira a que não haja mais violência na Venezuela. Já Juan Guaidó voltou a pedir que seja permitida a entrada de ajuda humanitária. A tensão na Venezuela deverá atingir no sábado um novo pico, quando a população mobilizada por Juan Guaidó tentar cruzar a fronteira para levar a ajuda humanitária para o país.O regime diz que não o autorizará e já fechou a fronteira com o Brasil, mas o principal ponto de passagem deverá ser a fronteira com a Colômbia, para onde foi o enviado especial da RTP, Hélder Silva.

Ajuda humanitária guardada em Cúcuta está pronta para entrega

A Cáritas fez um apelo aos militares para deixarem entrar ajuda humanitária na Venezuela. A organização assegura que está preparada para fazer a distribuição em todo o país. No centro de armazenamento estão guardadas 600 toneladas, conforme testemunharam os enviados da RTP David Araújo e Hélder Silva.

quinta-feira, fevereiro 21, 2019

Guaidó promete ajuda humanitária e Maduro retalia


O oportunismo exibicionista não tolera a idiotice de grupinhos

Desculpem mas eu gostava de saber quem fez chegar à TVI24 o caso da Quadrantes versus serviço regional de saúde, com que propósitos e com que provas concretas - falo de números, de euros - que fundamentem as acusações feitas no programa algumas das quais em linha com outros factos, de outra natureza, em 2018... Afinal porque razão a unidade alegadamente existente no HNM não está em actividade? O pior erro nestas coisas é misturar ajustes de contas pessoais com coisas concretas e acusações fundamentadas. Veremos o que vai resultar do inquérito parlamentar que pela sua natureza é para quem elegeu deputados e não para "penduras" quem nem votos teve para eleger deputados mas que pelos vistos queria ganhar protagonismo oportunista à custa deste assunto e com propostas idiotas. Mais ridículas quando nem às regionais de 2015 concorreram. Deviam quanto muito ter pedido para fazer parte, por exemplo, da Comissão de Inquérito à CGD na Assembleia da República porque a esta concorreram...

Nota: hoje procurei obter uma explicação plausível, que me foi dada. Fiquei a entender melhor os contornos que nem foram falados, mas como não se tratou de uma fonte oficial mas de alguém que conhece o tema, não direi mais nada neste blogue. Mas como é habitual nestes tempos de informação e de contra-informação em torno destes temas polémicos, quero evitar ir a reboque de vaidades pessoais, ajustes de contas, vinganças, exibicionismos, alguma falta de sabedoria na gestão política destes assuntos, etc. Por isso, e por cautela e bom senso, prefiro esperar pelo que possa surgir de novos dados nos próximos dias e o que for revelado no quadro do inquérito parlamentar. Acho que em nada ajudaria no apuramento da verdade e de responsabilidades vir deambular neste momento sobre este tema. Direi que nada é inocente e lembro que o assunto é conhecido desde 2017, graças ao DN-Madeira (LFM)

Igualdade de género nos salários. Mulheres ganham por ano menos 2464 euros que homens

A partir desta quinta-feira, as empresas com mais de 250 trabalhadores terão de especificar quanto ganham homens e mulheres e disponibilizar a informação aos trabalhadores

Há boas cidades para se viver. E há as melhores

Pegue-se em 140 cidades de todo o mundo, passe-se-as pelo crivo de cinco critérios, estabeleça-se uma pontuação e... eis a lista das melhores cidades para se viver. Uma conceituada publicação internacional voltou a fazer este exercício anual — e tanto o lugar da vencedora como o de várias outras não é assim tão óbvio, incluindo o de Lisboa (Expresso)

"Cascata de fogo" nos EUA, mas só por duas semanas

O fenómeno da natureza só acontece nesta altura do ano e se estiverem reunidas as devidas condições no parque nacional de Yosemite nos EUA. Veja aqui as imagens que estão a atrair milhares de pessoas à Serra Nevada da Califórnia.

Venezuela corta relações com ilhas de Aruba, Bonaire e Curaçao

Milhares de toneladas de comida e medicamentos continuam retidos nas fronteiras com a Colômbia. Na Costa Rica, apoiantes de Guiadó tomaram de assalto a a embaixada.

Guaidó a caminho da Colômbia para forçar entrada da ajuda humanitária

Juan Guaidó vai até à fronteira com a Colômbia. O autoproclamado presidente interino da Venezuela acompanha uma caravana que vai forçar a entrada de ajuda humanitária no país no próximo sábado. Para amanhã está marcado um concerto solidário promovido pelo empresário britânico Richard Branson e que já levou a uma troca de palavras com o fundador dos Pink Floyd, Roger Waters.

Nota: desculpem mas ainda não entenderam que a Saúde na RAM não pode sair da agenda mediática e política?

Desculpem mas há uma coisa que me faz uma confusão enorme. Confesso que já me interrogo se o problema não é meu...
Vamos a factos, e entendam o que vou escrever não como recados direccionados a A ou B, mas como um desabafo perante evidências. 
A reportagem da TVI24 sobre a relação serviço regional de saúde "versus" Quadrantes (e nem quero saber porque razão a TVI24 resolveu "pegar" com o assunto quando há no sector, em termos nacionais, tanta podridão para denunciar, tal como recuso discutir critérios editoriais e jornalísticos porque acho que isso não é para andar na praça pública) não foi feita hoje. Salvo se o Natal para alguns acaba em Fevereiro o que eu vi nalgumas imagens - e fui revê-las para confirmar - foram enfeites natalícios, o que significa que este trabalho televisivo estava a ser realizado há algum tempo. A SRAS não foi avisada nem pelo Hospital (no interior do qual parece que foram feitas imagens, presumo que autorizadas) nem pela Quadrantes - ou lá como se chama - de que estava a ser feito um trabalho jornalístico que obviamente nunca seria elogioso (face ao retrato traçado pela TVI24), não para reagir e censurar os jornalistas (o erro do costume), mas para se preparar com tempo e de forma competente para uma resposta adequada que não deixasse dúvidas, em vez de irem a reboque de acontecimentos e de factos que eu recuso acreditar que não soubesse que vinham aí?
Outro exemplo: julgo que um abaixo assinado, subscrito por quase 100 médicos de centros de saúde (medicina geral e familiar),contestando várias matérias relacionadas com a carreira e com a gestão dos referidos centros de saúde, não acontece por acaso. Não pode, é impossível. Há sinais concretos que indiciam o que se passa ou vai passar. Duvido que GRM ou o SESARAM não tenham percebido nada, antecipadamente, não para perseguir pessoas, mas para intervir e resolver problemas que porventura foram alimentando a insatisfação.
Custa-me a acreditar que o GRM ou o SESARAM não tivesse conhecimento do que se passava, da insatisfação das pessoas agira denunciada no espaço mediático e da iniciativa que estavam a desencadear para dar público testemunho desse protesto. 
Acho que é masoquismo a mais - para não dizer algo bem mais duro e contundente - esperar pelos factos para depois correr atrás do prejuízo, correr atrás da agenda mediática que outros geraram, tentar tapar buracos que poderiam ter ido acautelados. Acho estranho este desconhecimento.

Nota: acho que me vou dedicar à pesca...

A gente fala, tenta explicar, procura ajudar, tenta diferenciar entre uma conferência de imprensa e declarações aos jornalistas, pede documentos que comprovem de uma vez por todas o que se diz, para que se ganhe credibilidade e as pessoas acreditem, mas nada feito. Como eles sabem tudo e têm o rei na pança, desvalorizam tudo depois entram em stress, irritam-se, berram com  colegas ou subordinados, não conseguem fazer com que as pessoas acreditem neles. Não há competência onde tem que haver competência - não falo sequer nos patamares políticos porque não é desses que falo - porque há sectores que não se compadecem com fretes ou amiguismos. Para além da confiança pessoal - a frontalidade na relação pessoal nos gabinetes do poder é o segredo do sucesso, pois esconder as coisas ou dizer sempre "sim" para evitar chatices e ser um "porreirão" é uma desonestidade - tem que haver competência e uma causa a defender. Os governantes têm que ser ajudados, com competência, com inteligência, com sinceridade, com ousadia, com atrevimento, com verdade e frontalidade, gostem ou não de ouvir as coisas que lhes são ditas em determinados momentos por quem apenas lhes quer ajudar, não "azucrinar" a cabeça. Se ao invés disso eles sabem tudo, impedem a sinceridade nesse relacionamento pessoal entre os seus colaboradores mais directos, se não os ouvem, se desvalorizam a função, se não confiam neles (e lá saberão porquê....) então  é melhor que fiquem sentados de sofá em contagem decrescente. Eles precisam de pessoas com visão das coisas, com a percepção que o acto de governação, seja ele qual for, é um acto político pelo que tudo e todos os que a ele estão ligados, sejam titulares de cargos políticos, sejam assessores, assessores de assessores, o que for, estão a fazer política, melhor dizendo, deviam fazer política. As escolhas obedecem a critérios que nem quero falar sobre eles. E o preço a pagar por isso, a factura desse desleixo e dessa falta de entendimento do que realmente está em cima da mesa, do que estamos a falar, vai ser elevado e doloroso. É isso que estou a querer ser, frontal, amigo e tentando ajudar. O problema é que acho que é melhor comprar uma cana e me dedicar à pesca em vez de stressar e de me irritar quase todos os dias com o que vejo, leio ou oiço. (LFM)

quarta-feira, fevereiro 20, 2019

Porto Canal: Universo Porto da Bancada (19 Fevereiro 2019)


"Como é que o ex-presidente do Sporting paga, de repente, 3 milhões de dívidas"?


Amnistia Internacional denuncia execuções e detenções arbitrárias na Venezuela

As forças de segurança da Venezuela, lideradas por Nicolás Maduro, estão a recorrer ao uso da força excessiva, a execuções e detenções arbitrárias para reprimir os protestos que ocorrem no país. A denúncia foi feita, esta quarta-feira, pela Amnistia Internacional. Em comunicado, a organização de defesa dos Direitos Humanos informou que em apenas quatro dias, entre 21 e 25 de janeiro, pelo menos 44 pessoas foram mortas e mais de 900 foram arbitrariamente detidas. A Amnistia Internacional dá conta que os Direitos Humanos têm vindo a ser violados, nos últimos anos, na Venezuela devido à escassez de alimentos, medicamentos, violência e repressão política. A organização constatou que há uma presença muito forte de grupos armados apoiantes de Maduro nas zonas mais pobres do país, onde as pessoas dependem dos programas de ajuda do Estado para sobreviver. A Amnistia Internacional pede ao Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas que tome medidas para combater a "total impunidade que prevalece na Venezuela".

Crise política na Venezuela agrava-se a cada dia que passa

Trump pede a militares fiéis ao regime de Caracas que aceitem proposta de amnistia sugerida por Guaidó e virem as costas a Maduro.

Nicolas Maduro chamou palhaço a Juan Guaidó

Maduro ironizou com a incapacidade do autoproclamado presidente interino da Venezuela de convocar eleições. Guaidó nomeou novos embaixadores nos 15 países europeus que já o reconheceram, incluindo Portugal.

Fronteira movimentada entre a Venezuela e a Colômbia

Milhares de venezuelanos atravessam diariamente as pontes de ligam a Venezuela à Colômbia. Muitos vão comprar o que já não existe na Venezuela, como constatou o enviado-especial da RTP à fronteira, Hélder Silva.

Venezuela: Guaidó dá ultimato aos militares para deixarem entrar ajuda humanitária

Há várias empresas de transportes que colocaram autocarros à disposição do rosto da oposição, o autoproclamado presidente interino Juan Guaidó para que a ajuda consiga entrar em território venezuelano. A operação está marcada para este sábado, mas permanece uma incógnita a posição do regime e das forças armadas

Aumentam pedidos de ajuda de famílias sobreendividadas

No ano passado, chegaram à Associação de Defesa do Consumidor quase 30 mil casos. Muitos queixam-se de um aumento de 80 por cento da taxa de esforço para pagar empréstimos.

Juiz Ivo Rosa acusado de obstruir investigação do processo EDP

O acórdão do Tribunal da Relação é arrasador para Ivo Rosa e dá razão ao Ministério Público.

Mais de 90 mil venezuelanos fugiram para o Brasil


Presidente interino da Venezuela substitui embaixador em Lisboa

O Ministério português dos Negócios Estrangeiros não comenta a decisão de Juan Guaidó de nomear um embaixador venezuelano para Lisboa. A iniciativa abrange outros 15 países europeus, que o reconheceram como presidente interino da Venezuela. O Presidente interino nomeou José Rafael Cotte para o cargo de embaixador da Venezuela em Portugal, substituindo Lucas Rincón Romero, que apresentou credenciais em 24 de outubro de 2006

Roma quer saber o que aconteceu à filha do embaixador da Coreia do Norte

Roma disse esperar notícias acerca da filha do embaixador norte-coreano desaparecido desde novembro do ano passado, que terá sido raptada e levada para Pyongyang. O Governo italiano acrescentou que haveria "consequências" caso a Coreia do Norte fornecesse qualquer informação. "Os responsáveis pelo que aconteceu irão pagar," escreveu na rede social Facebook Manilo di Stefano, do ministério italiano dos Negócios Estrangeiros. Di Stefano acrescentou que Roma deveria ter feito mais para proteger a jovem, cujo nome não foi divulgado e que esta arrisca a ser vítima de tortura por um dos "piores regimes do mundo." Jo Song Gil, até há pouco tempo embaixador da Coreia do Norte em funções em Itália, desapareceu no passado mês de novembro juntamente com a mulher. Roma sem pedidos de asilo político A informação foi avançada por um membro do parlamento da Coreia do Sul. Gil, descendente de uma famílis de diplomatas e com um bom nível de vida na Coreia do Norte, desempenhava funções desde 2015. Entretanto, fontes diplomáticas disseram à agência Reuters que o Governo italiano não tinha qualquer informação sobre o paradeiro do embaixador Jo Song Gil nem da sua família e que não tinha sido entregue qualquer pedido de asilo político. Outro antigo embaixador norte-coreano, que desertou para a Coreia do Sul em 2016, Thae Yong Ho, disse, numa conferência de imprensa em Seul realizada na terça-feira, que Jo Song Gil não tinha conseguido levar com ele a filha na altura em que abandonou a embaixada da Coreia do Norte em Roma. Uma política diplomática de alto controlo De acordo com Yong Ho, as autoridades norte-coreanas levaram de imediato a filha de Jo Song Gil para Pyongyang, onde permanece sob o controlo de agentes do Governo. O antigo embaixador disse também que tinha sugerido ao embaixador Gil que se mudasse para a Coreia do Sul. mas que este lhe respondeu que a filha se encontrava na Coreia do Norte e que isso poderia tornar as coisas "complicadas." Pyongyang tem como política exigir aos diplomatas que representam o país no estrangeiro que deixem pelo menos um dos filhos no país, apesar de haver exceções para aqueles que se encontrem no topo da carreira ou que se mostrem particularmente fiéis ao Governo e ao Estado.

Força Aérea vai receber 100 milhões da ANA para sair do Montijo

No Parlamento o ministro da Defesa João Gomes Cravinho sublinha que a saída dos militares da base só acontecerá quando houver confirmação final que o novo aeroporto de Lisboa será naquele local.

Esta autarquia passou da bancarrota a pronto pagamento...


Radicalização: Maduro desafia Guaidó a convocar eleições antecipadas

Confiante na derrota do opositor, Nicolás Maduro desafia Juan Guaidó a convocar eleições antecipadas na Venezuela. Nas últimas horas, vários países europeus comprometeram-se a enviar ajuda humanitária para a Venezuela que, ainda hoje, recebe 300 toneladas em medicamentos provenientes da Rússia.

Nota: é muito difícil entender isso?

Será que é muito difícil entender que muito do que vai acontecer nas próximas eleições, sejam elas quais forem, tem a ver também e cada vez mais com a "guerra" comunicacional, com o uso dado aquilo que vulgarmente catalogamos de marketing político puro e duro e que transcende lugares-comuns. Com o impacto das estratégias de comunicação junto das pessoas muito do que antes era feito em pré-campanhas e campanhas eleitorais, perdeu lógica. A conjugação do que é proposto com o que foi realizado ou ficou por realizar é um dos pilares determinantes que influenciará o a atitude do eleitorado. Quem prometeu e falhou, quem vive da venda de sorrisos idiotas como se fosse um vendedor de pasta de dentes, quem apenas quer construir uma imagem em função da propaganda e da comunicação, dificilmente cativará a atenção das pessoas, cada vez mais inteligentes e que entendem facilmente o que realmente está em cima da mesa. As pessoas sabem que há projectos de poder, pessoais ou de pandilhas, de mera conquista de poder que apenas visam a substituição de A por B, mantendo o essencial. A própria renovação do eleitorado traz desafios diferentes e novos aos partidos e aos políticos que não podem cair no erro da rotina, de mais do mesmo, de fazer o que sempre foi feito como se nada mudasse à sua volta. 
Teorias que antes, e alegadamente, poderiam cativar o apoio e o voto, são hoje olhadas como banalidades, como uma mera obrigação de quem ganha eleições e assumiu responsabilidades executivas. Por exemplo, olhar pelos mais carenciados, pelos pobres, pelos idosos, pelos desempregados, espicaçar a economia, olhar pelos jovens, pela saúde, pela educação, antecipar o impacto de quedas demográficas acentuadas, olhar pelos pelos rendimentos das famílias, etc, deixou de ser algo de transcendente porque é cada vez mais olhado como uma obrigação incontornável de quem é poder. O problema está, no que aos eleitores diz respeito, em perceber a distância que existe entre o prometido e o realizado. Mesmo assim, é a credibilidade das pessoas, a confiança que elas suscitam, a ideia que os eleitores criam em torno dos candidatos, a consistência de uma relação que se cria antes e depois das eleições é que são, tudo conjugado, os factores determinantes para os desfechos eleitorais. Embora não tenha dados concretos, porque não existem estudos sobre esse tema, estimo que cerca de 40% dos votantes na Madeira são eleitores descomprometidos, sem laços afectivos e efectivos com os partidos, que votam em função de factos concretos, que escolhem em função de motivações, de conjunturas, de decisões, de polémicas ou incompetências, etc. Se uma pessoa não suscita confiança junto do eleitorado a aposta é uma aposta perdida e nem sequer é preciso esperar pelas urnas. Essa percepção consegue-se identificar antecipadamente. Muito mais do que as campanhas tradicionais que cada vez mais perdem impacto num contexto de um acto eleitoral. E que perderam fulgor, até porque os recursos financeiros disponíveis são cada vez mais reduzidos e o controlo sobre os partidos e as suas candidaturas é também cada vez maior.
No caso concreto da Madeira julgo que o eleitorado, na sua esmagadora maioria já sabe o que vai fazer. Muitos votarão de forma diferente nas 3 eleições que teremos na Madeira - europeias, regionais e legislativas nacionais. Tal como acontece (e aconteceu) nas autárquicas - e basta que analisem calmamente os resultados, para perceberem como os eleitores votam de forma diferente para as freguesias ou para as câmaras municipais. Muitos já identificaram quais as bandeiras eleitorais em 2019, que provavelmente pouco ou nada terão a ver com as bandeiras eleitorais que agitaram a campanha eleitoral regional e para as legislativas nacionais, em 2015.
Por isso,acho que se as pessoas demoram tempo a perceber o que está (e estará ) em cima da mesa, se não há a capacidade de tentar antecipar acontecimentos, se não há uma estratégia de resposta adequada, se não conseguem gerar empatias pessoais, de nada valendo o esforço para serem o que na realidade não são, porque todos perceberão o incómodo, então há qualquer coisa que não funciona e há uma realidade que continua a passar ao lado das pessoas. Nesse caso, acho melhor eu me dedicar à pesca! (LFM)

Nota: As idiotices à volta da moção de censura

Realmente há coisas que não entendo. Uma coisa é o "timing" político, em ano eleitoral com datas já definidas, outra coisa é o oportunismo do CDS e as intenções claramente subjacentes à sua moção de censura, numa altura em que as sondagens não lhe são favoráveis, e quando começam a proliferar novos partidos na área ideológica do centro-direita que vão disputar o mesmo eleitorado que o CDS tenta conquistar. Outra coisa ainda é o discurso político usado pelos partidos para desvalorizar a iniciativa.
Falo do PSD e da esquerda aliada do PS na geringonça. "Nado morto" foi como Costa classificou a iniciativa. Todos sabem que sim no que à queda do governo da geringonça diz respeito. Porque a esquerda do PS tem medo de se comportar em coerência com o seu discurso crítico.
Mas o debate político na Assembleia da República vai realizar-se.
Comecemos pelo essencial: afinal, e salvo a queda do governo de Cavaco em 1987 que paradoxalmente viria a dar origem a dois mandatos com maiorias absolutas esmagadoras, para que servem as moções de censura? Para fazer política, apenas e só para desgastar o poder e provocar debates políticos. Quantas moções de censura o anterior governo da bandalhice troikana enfrentou sabendo a esquerda que elas estavam condenadas ao fracasso? Então os hipócritas do PCP e do Bloco podem justificar as moções de censura apresentadas contra o governo Passos-Portas mas agora irritam-se tanto com a moção de Cristas? O que é diferente entre os dois momentos?
Factos: o governo Passos-Portas foi alvo de 6 moções de censura, as mesmas que Sócrates enfrentou numa legislatura e meia. Cavaco Silva enfrentou 5. Nada resultou de todas elas.
Eu explico.
O PCP e o Bloco, parceiros do PS na geringonça, são os mais descarados jogadores oportunistas da política portuguesa. Fazem jogo duplo. Por um lado aceitam ser bengalas do  PS no parlamento porque temem que as eleições, antecipadas ou as de Outubro, possam dar ao PS uma vantagem eleitoral e parlamentar passível de os dispensar ou de reduzir a sua influência. Depois têm medo dos efeitos eleitorais de uma iniciativa que pudesse tomar e que porventura gerasse a queda do governo da geringonça. Mas depois do desastre eleitoral das autárquicas - uma banhada que eles ainda não se esqueceram - PCP e Bloco não só não dormem bem como temem que o PS continue a "engolir" eleitorado que alegadamente eles reclamariam.
Por isso adoptam uma postura hipócrita de andarem todos os dias a dizer mal do governo que suportam na Assembleia da República, radicalizando até o discurso contra Costa e o governo do PS em relação a temas concretos, mas depois, quando confrontados com a moção de censura - que é um desafio à sua incoerência - recusam e votam contra porque não assumem os seus medos, usando antes um discurso tonto que não engana nem convence as pessoas. Ficaram entalados, espernearam, ficaram bravos, continuarão a ser as bengalinhas dos socialistas de quem tanto dizem mal.
Quanto ao PSD o problema é mais fácil de entender. Ou não! O PSD é o partido principal da oposição nas sondagens. Só que na realidade, aos olhos das pessoas, a eficácia dessa oposição à geringonça tem sido discutida e questionada, facto que tem levado o CDS e Cristas a uma histeria patética, como a de terem afirmado há poucos dias que a oposição à geringonça é o  CDS! Perante esta hipocrisia - Cristas sabe que 2019 é decisivo para a sua sobrevivência na liderança do CDS -  seria mais fácil ao PSD deixar o CDS cavar sozinho o "batatal" em que se meteu. Mas como a oposição de Rio tem sido uma anedota, como o PSD tem sido acusado de ser uma "bengala oculta" do PS e de Costa, o PSD nunca poderia adoptar uma posição que não a de votar a favor da moção do CDS contra o governo da geringonça. Isso coloca o PSD a reboque do CDS? Sim. Mostra que o PSD não é capaz de impor uma agenda política no centro-direita, e por si definida? Sim. Então que alternativa tinham o PSD e Rio que não esta? Nenhuma. Só a de se assumir, de uma vez por todas, como um partido de combate, de oposição, sem paninhos quentes, sem confundir relações de amizade com praxis política, sem continuar metido no casulo redutor de um autarca promovido a líder de um partido nacional, porventura (?) sem estar preparado ou ter o perfil adequado para tal desafio. São estas respostas que o PSD quer de Rio, são estas respostas que  Rio tem que dar aos eleitores. Tudo isto se resolveria e o PSD poderia escolher o que fazer se a percepção das pessoas quanto ao papel e empenho do PSD na oposição à geringonça fosse inequívoca
A moção de censura é um episódio político, mais um, que rapidamente cairá no esquecimento. Nem politicamente ficará nada de útil e concreto do debate que como é habitual nestas coisas, e nestes momentos, tem uma durabilidade efémera, porque a agenda política em ano triplamente eleitoral rapidamente se altera. Fiquem bem! (LFM)

Assessorias de imprensa: assim não!

Peço desculpa mas das duas uma: ou a história em torno das reportagem ontem emitida pela TVI24 é incómoda e sobre ela não querem falar - o que deixa logo algumas interrogações - ou hoje mesmo a Secretaria Regional dos Assuntos Sociais devia convocar os jornalistas e numa conferência de imprensa, devidamente preparada - em termos documentais e com factos concretos - para desmistificar e desmentir o que ali foi dito e sobretudo as acusações feitas (e que foram continuadas no debate em estúdio na TVI) e saídas da própria classe médica. Realmente não seio que é que pensam. Interrogo-me muitas vezes sobre a sensibilidade e o perfil de assessores contratados não para serem funcionários públicos com horários de entrada e de saída, mas para serem mais-valias, com ideias e poder de iniciativa, ajudando as pessoas que os contrataram. Acresce que alguns assessores de imprensa continuam a não perceber que não são meros "fazedores de notícias". Para isso continuavam nas redacções onde estavam antes. Num gabinete governamental as pessoas contratadas foram-no por algum motivo além de que, gostem ou não, também fazem política, pensam política, antecipam factos, gerem crises onde o papel da comunicação é cada vez mais, etc, independentemente de lhes pedirem tudo isso ou não. Outro exemplo que comprova o que acabo de dizer: o PS-M depois de uma recente reunião de um órgão partidário - antes da excursão da confraria aos Açores.... - visou a saúde de forma contundente e divulgou uma série de indicadores que obviamente encostam o sector à parede. Um dia depois - salvo se estiver errado e se estiver pedirei desculpa... - não vi nenhum comentário sobre o tema. As pessoas interrogam-se e das duas uma: ou acham que o GRM se está a borrifar para o assunto ou o PS falou verdade? Em que ficamos? Celeridade, eficácia, competência e nada de receio, por favor! (LFM)

terça-feira, fevereiro 19, 2019

RTP-Madeira: o blá-blá-blá do costume

O Presidente da RTP foi ouvido hoje na comissão especializada. Não ouvi essa audição mas pelo que sei facilmente se adivinha o que andou a perorar: paraíso na terra, não sabe de nada, está a resolver tudo e 2 milhões de investimento. Tem piada porque se ler a notícia na edição digital do DN-Funchal e a capa do DN-Funchal de 2016 - vejam quem eram os treinadores de futebol das duas principais equipas - e percebemos que o blá-blá-blá desta gente quando desembarca em Santa Catarina é sempre a mesma porcaria. A novidade é que o CA da RTP tem gente nova entre os vogais (LFM)

TVI24: SEF está a rebentar pelas costuras e não dá resposta aos pedidos de residência dos imigrantes

São milhares de pessoas que trabalham, pagam impostos e que continuam “ilegais”, reféns de um serviço disfuncional. Este é o tema do Livro de Reclamações desta semana.

Como os jornalistas do Der Spielgel chegaram até Rui Pinto

Rui Pinto criou um sistema de publicações automáticas no Football Leaks caso estivesse impossibilitado de aceder à plataforma.

Qual o problema? Popularidade de Marcelo abaixo dos níveis de Cavaco Silva

Uma sondagem da Aximage mostra que a popularidade do "Presidente dos afetos" caiu para níveis inferiores aos de Cavaco Silva, no primeiro mandato. Marcelo Rebelo de Sousa tem perdido popularidade nas últimas sondagens. No entanto, o Presidente da República desvaloriza e agradece a generosidade dos portugueses. 

Madeira: grupo Luz Saúde quase a finalizar compra da Clínica da Sé?


Para além do HOSPITAL DA LUZ CLÍNICA DO CANIÇO e do HOSPITAL DA LUZ FUNCHAL - este instalado na Clínica de Santa Catarina - foi-me garantindo hoje que o grupo Luz  Saúde estará em vias de concluir a aquisição da Clínica da Sé (a informação inicial que me fora dada apontava para um arrendamento do espaço, algo que não estava muito de acordo com as orientações e opções do grupo), o que significa, caso esta operação se concretize, que está abandonada a construção de uma unidade nova, de raiz, que chegou a ser admitida na fase inicial deste processo de implantação do grupo no Funchal.
Recordo que o grupo Luz Saúde foi criada em 2000 e é um dos maiores grupos de prestação de cuidados de saúde no mercado português. Presta serviços através de 30 unidades (14 hospitais privados, um hospital do SNS explorado pela Luz Saúde em regime de Parceira Público-Privada (PPP), 13 clínicas privadas a operar em regime de ambulatório e duas residências sénior) e está presente no Norte, Centro, Centro-Sul de Portugal Continental e na Madeira. 
Em Fevereiro de 2014, tornou-se a primeira empresa privada do sector da Saúde cotada em bolsa e em Outubro de 2014, a seguradora portuguesa Fidelidade adquiriu o controlo da empresa, passando a ser o accionista maioritário da Luz Saúde (resultados financeiros do primeiro semestre de 2018, aqui) (LFM)

Funchal: Hospital Particular da Madeira abre em Março de 2019






Investimento de 42 a 43 milhões de euros, cerca de 300 trabalhadores envolvidos no projecto hospitalar privado, 120 camas e 68 quartos, incluindo algumas suites (para 2 pessoas), este é o retrato rápido do novo Hospital Particular da Madeira, que visitamos esta semana juntamente com os meus parceiros num programa de opinião habitualmente emitido pela Antena-1 Madeira. Em adiantada fase de conclusão da obra, com uma área de implantação de mais de 3.500m2 e mais de 20.000m2 de área de construção, distribuídos por sete pisos, três dos quais abaixo do solo, o Hospital Particular da Madeira, segundo os seus promotores privados, pretende ajudar a responder aos problemas que o sector da saúde tem na RAM, nomeadamente em matéria hospitalar, tendo-se dotado para o efeito de equipamentos de ponta, incluindo no bloco operatório para uma Sala Operatória Híbrida, devidamente equipada e que é única na Madeira até este momento. O HPM deverá ser oficialmente inaugurado em Março, prevendo-se que depois da "entrega" da obra aos proprietários se realize  o respectivo processo de licenciamento-.Recorda-se que o grupo detentor do HPM é também proprietário do Madeira Medical Center (LFM)

Crianças venezuelanas frequentam escolas na Colômbia por causa da comida


Missão liderada pela UE e pelo Uruguai deverá viajar esta semana para Caracas


SIC-Notícias: O Eixo do Mal (14 Fevereiro 2019)


Números confirmam que Portugal é paraíso fiscal para pensionistas estrangeiros

Benefícios fiscais para residentes não habituais trouxe a Portugal sobretudo pensionistas nórdicos e franceses.

Venezuela: Trump aconselha militares fiéis a Maduro a reconhecerem Guaidó

Donald Trump voltou a fazer pressão sobre as chefias militares da Venezuela. O Presidente norte-americano disse que, se não aceitarem Juan Guaidó como presidente interino, não terão "porto seguro", deixando no ar a possibilidade de uma intervenção militar.