fonte: Nascer do Sol
sábado, setembro 19, 2026
sábado, junho 28, 2025
Afinal o que se passa na RTP?
Afinal
o que se passa na RTP? Súbitas mudanças na estrutura, redução de chefias, quase
100 trabalhadores a aderirem ao programa de reformas antecipadas, tudo isso
revelado num dia, escassos dias depois do Conselho de Opinião da RTP ter ouvido
dois dos directores da estação televisiva, um dos quais foi agora afastado. No
dia 17 de Julho haverá reunião em Lisboa, já convocada, para que o assunto seja
debatido e esclarecido. E tem que sê-lo, não apenas em relação à RTP-Madeira -
porque parecem existir questões novas em cima da mesa - mas em relação ao futuro do próprio grupo RTP, a
braços com um novo processo de dispensa, por acordo, de mais 100 trabalhadores
e pela multiplicação de incertezas quanto ao futuro da empresa. Uma incerteza
que acaba por alimentar a especulação e abrir portas ao à reintrodução na
agenda mediática e partidária do processo (polémico) de privatização da RTP.
Afinal
o que aconteceu?
A 26
de Junho, o Conselho Geral Independente – entidade máxima do grupo RTP – ermite
um comunicado dando conta que “conforme o previsto nos Estatutos da RTP, o Conselho de
Administração (CA) propôs ao CGI, para aprovação, uma nova orgânica interna,
reduzindo o número de direções/departamentos e cargos de estrutura, assegurando
que a agregação funcional é sinérgica e conduz a ganhos de eficiência,
assegurando também uma poupança nos gastos com o pessoal.
O CGI aprovou, por unanimidade, a proposta do
CA de uma nova orgânica interna, tendo como base os seguintes pressupostos:
- Serão criados 4 Comités de apoio ao Conselho de Administração, designadamente: Comité Estratégico, Comité de Informação, Comité de Conteúdos e Comité de Produção e Tecnologia, conforme o previsto no Projeto Estratégico 2024-2026 sendo apresentado ao CGI, antes do final de outubro de 2025, quem os irá integrar e as suas funções, devendo também o desenvolvimento das suas atividades e resultados alcançados constar obrigatoriamente dos relatórios semestrais e anuais de cumprimento do Projeto Estratégico;
quarta-feira, julho 24, 2024
É preciso que "haja uma maior utilização" dos conteúdos produzidos pela RTP
O presidente da RTP defendeu que é preciso olhar para
o contrato de concessão da empresa e analisar se os oito canais de televisão e
os sete de rádio "fazem sentido hoje em dia". Nicolau Santos falava
na comissão parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, no
âmbito da audição dos membros indigitados para o Conselho de Administração da
RTP.
Na sua intervenção inicial, o presidente do Conselho de Administração da RTP destacou a atual "mudança brutal e rápida no setor dos media em todo o mundo", com as audiências a cair na televisão e na rádio linear, com os públicos a fugirem para o digital. O gestor sublinhou que "nenhum operador em Portugal escapa" a esta tendência. "É necessário olhar para o contrato de concessão [que está para ser revisto] (...) para sabermos se os oitos canais que temos de televisão e os sete de rádio fazem sentido hoje em dia, se devem ser esses, se devem ser outros, se podemos agregar conteúdos, se podemos mudar eventualmente aquilo que estamos a fazer", considerou o responsável. Isso passa também por olhar para a rede de delegações do país e nas ilhas, como também a rede de delegações em África. "Penso que este é um exercício que todos deveríamos fazer para saber se hoje em dia uma RTP adaptada a estes tempos necessita fazer algumas mudanças", prosseguiu.
“Não nos podemos conformar que a RTP3 seja o canal menos visto dos canais de informação por cabo”, diz presidente da RTP
Segundo Nicolau Santos, a RTP3 é neste momento
"um desafio" até tendo em conta o aparecimento do Now, um novo player
entre os canais de informação. “Não nos podemos conformar que a RTP3 seja o
canal menos visto dos canais de informação por cabo“, disse Nicolau Santos esta
terça-feira, em audição na Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e
Desporto. O presidente da RTP defendeu a necessidade de uma “mudança
substancial“.
Segundo Nicolau Santos, a RTP3 é neste momento “um desafio” até tendo em conta o aparecimento do Now, o novo canal de informação da Medialivre que foi lançado esta segunda-feira e que foi o 14ª mais visto do cabo, à frente da RTP3. “Não nos podemos conformar que a RTP3, que compete com a SIC Notícias, CNN Portugal e agora o Now, seja o canal menos visto dos canais de informação por cabo. Estamos a preparar uma profunda reflexão nessa área para ver o que podemos fazer. É preciso haver uma mudança substancial“, afirmou.
Questionado quanto à possibilidade de fecho da RTP3, Nicolau Santos ressalvou que só uma decisão do Estado é que pode levar ao fecho (ou abertura) de canais na RTP. O responsável defendeu uma “renovação que seja uma refundação da RTP3, que traga novas ideias e novas maneiras de abordar” os temas e assegurou que está a ser analisado o que pode ser feito – ao nível de renovação dos estúdios, de alteração na programação ou apresentadores etc. -, embora seja sabido que os resultados não são imediatos.
É preciso ver se os oito canais de tv e sete de rádio da RTP “fazem sentido hoje em dia”, diz presidente da empresa
"Penso que este é um exercício que todos
deveríamos fazer", diz presidente da RTP, que pretende "fazer
diferente com menos gente do que temos atualmente". O presidente da RTP
defendeu que é preciso olhar para o contrato de concessão da empresa e analisar
se os oito canais de televisão e os sete de rádio “fazem sentido hoje em dia”. Nicolau
Santos falava na comissão parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e
Desporto, no âmbito da audição dos membros indigitados para o Conselho de
Administração da RTP.
Na sua intervenção inicial, o presidente do Conselho de Administração da RTP destacou a atual “mudança brutal e rápida no setor dos media em todo o mundo“, com as audiências a cair na televisão e na rádio linear, com os públicos a fugirem para o digital. O gestor sublinhou que “nenhum operador em Portugal escapa” a esta tendência. “É necessário olhar para o contrato de concessão [que está para ser revisto] (…) para sabermos se os oitos canais que temos de televisão e os sete de rádio fazem sentido hoje em dia, se devem ser esses, se devem ser outros, se podemos agregar conteúdos, se podemos mudar eventualmente aquilo que estamos a fazer“, considerou o responsável.
Isso passa também por olhar para a rede de delegações do país e nas ilhas, como também a rede de delegações em África.”Penso que este é um exercício que todos deveríamos fazer para saber se hoje em dia uma RTP adaptada a estes tempos necessita fazer algumas mudanças”, prosseguiu. O contrato de concessão “é essencial”, sublinhou, afirmando que a administração espera que seja possível concluir a renovação do mesmo nesta legislatura.
quinta-feira, novembro 10, 2022
Contribuição para o Audiovisual da RTP não é atualizada
domingo, julho 03, 2022
Direções da RTP com corte de 5% no orçamento - Nicolau Santos
domingo, junho 26, 2022
RTP: O buraco negro
A RTP tem dado prejuízo nos últimos anos e Nicolau Santos já admitiu que pode voltar a dar este ano. Trabalhadores falam em buraco financeiro. E o ambiente na TV. A RTP volta a estar no olho do furacão. E os motivos são muitos: a estação pública tem dado prejuízos, este ano pode voltar a dar e os trabalhadores chamam o problema de «buraco financeiro». Juntam-se entradas e saídas polémicas e polémicas em concursos internos com acusações de possíveis favorecimentos. A administradores e diretores não saem incólumes. Nesta semana, a comissão de trabalhadores da televisão pública elaborou mais um boletim ‘explosivo’ onde afirma que «o famoso buraco financeiro da RTP é, antes de mais, um buraco negro». Mas as críticas não se ficam por aqui: «Ninguém sabe quanto vale, que fundo tem e se tem algum fundo. Em casa onde não há transparência, todos podem especular e ninguém tem razão».
Os trabalhadores da estação pública explicam que, quando há dois anos «se lançou foguetório pelos ‘resultados positivos’ da RTP, evidentemente que era aconselhável temperar o entusiasmo com alguma prudência, porque se estava a falar de resultados antes da punção fiscal. Quando, agora, se lança o alarme pelo ‘buraco financeiro’, evidentemente será aconselhável evitar o pânico e ver primeiro o que este alarme significa».
domingo, junho 19, 2022
RTP Madeira assinala 50 anos de história
É no dia 6 de agosto que se assinala as bodas de ouro da RTP Madeira. Embora já em 1971 se tenham iniciado as obras, fase que recordamos com a publicação diária de momentos da história e dos seus protagonistas.
sábado, junho 18, 2022
RTP tem a informação mais confiável em Portugal
É a conclusão do estudo, realizado todos os anos em 45 países do mundo, pelo Instituto Reuters da Universidade de Oxford. Segundo o estudo, 78% dos portugueses confiam na RTP como marca noticiosa.
quarta-feira, junho 08, 2022
Financiamento RTP: Presidente da televisão pública propõe debate nacional
O presidente da RTP avisou que a televisão pública está sub-financiada. Nicolau Santos anunciou que pela primeira vez em vários anos a RTP poderá apresentar prejuízos, devido ao aumento dos custos.
quarta-feira, novembro 10, 2021
Financiamento da RTP sem solução à vista
Governo queria ter o contrato de concessão da estação televisiva assinado nesta altura. Chumbo do OE e divergências entre ministérios baralham os planos O ditado popular “o que nasce torto tarde ou nunca se endireita” poderá ajustar-se que nem uma luva ao financiamento do canal público de televisão. O chumbo do Orçamento do Estado para 2022 e a consequente queda do Governo deixam o problema sem solução à vista. Cai a proposta avançada pelo Governo no OE, que não será recuperada em outro modelo, e continua em aberto o reforço financeiro da RTP, porque o tema não é pacífico dentro do Governo.
A questão de fundo remonta à divergência original entre os Ministérios da Cultura e das Finanças quanto ao modelo de financiamento do canal público de televisão. Na Cultura defendia-se o reforço da Contribuição para o Audiovisual (CAV); nas Finanças optou-se pelo aumento da taxa paga pelos operadores de serviços de televisão por assinatura (Altice, Vodafone, NOS e Nowo), que contou com forte oposição destes.
terça-feira, maio 05, 2020
“Apoios financeiros adicionais à RTP? Não se coloca essa questão”, diz presidente da RTP
domingo, janeiro 26, 2020
Precários: Há novos processos em tribunal contra a RTP
terça-feira, dezembro 31, 2019
Contradições do costume
segunda-feira, dezembro 23, 2019
Taxa audiovisual rende mais de 520 mil euros por dia à RTP
segunda-feira, abril 08, 2019
RTP: afinal é do "malho ou do malhadeiro"?
fonte: Expresso











