sexta-feira, setembro 11, 2026

Aviação: O lugar que escolhe no avião pode determinar se consegue sair a tempo numa emergência. Saiba o que deve ter em conta

Um estudo científico com 27 simulações de evacuação revelou que nenhum cenário testado cumpriu o prazo legal de 90 segundos para abandonar um avião em chamas. A razão tem menos a ver com o aparelho e mais com quem está sentado à sua volta. Escolher o lugar numa aeronave é, para a maioria das pessoas, uma questão de conforto: janela ou corredor, frente ou retaguarda, perto ou longe das casas de banho. Mas uma investigação recente publicada na revista científica Physics of Fluids sugere que essa decisão tem uma dimensão que quase ninguém pondera antes de fazer o check-in: em caso de emergência, o lugar que ocupa e os lugares ocupados pelos passageiros à sua volta podem ser determinantes para conseguir sair do avião a tempo.

O estudo, desenvolvido por investigadores ligados a centros de investigação aeronáutica na China, simulou a evacuação de uma cabine de Airbus A320 em 27 cenários distintos, todos eles com um elemento comum: o fogo simultâneo nos dois motores. Neste tipo de emergência, as saídas sobre as asas ficam inutilizáveis devido ao calor e às chamas, o que obriga todos os passageiros a evacuar exclusivamente pelas portas da frente e da retaguarda da aeronave. O tempo disponível, segundo as normas da Autoridade Federal de Aviação dos Estados Unidos, é de 90 segundos.

Nenhum dos 27 cenários testados conseguiu cumprir esse prazo. O mais rápido demorou 141 segundos. O mais lento, 218. A diferença entre um e outro não estava no modelo do avião nem no número total de passageiros. Estava na forma como os passageiros com mobilidade reduzida, definidos no estudo como pessoas com 60 ou mais anos, estavam distribuídos pela cabine.

Fartura patética: presença de 11 assessores contribui para sobrelotação na audição regimental a Luís Neves

Comissão de Assuntos Constitucionais teve de mudar de local por falta de condições na Sala do Senado. E ficou marcada pela comparência de mais pessoas do que a Assembleia da República estava à espera. A sobrelotação da sala onde decorreu a audição regimental do ministro da Administração Interna, Luís Neves, e que originou reparos de vários deputados - até porque era suposto que o agendamento da Comissão de Assuntos Constitucionais ocorresse na Sala do Senado, sendo alterada por falta de condições dessas instalações -, estará relacionada com a comparência de um elevado número de pessoas com que os serviços da Assembleia da República não contavam.

El Pais - IA pode matar-nos ate 2030

fonte: El País

Alternativa: Viajar fora do Verão

fonte: El Pais

As fortunas em Canárias

fonte: El Dia, Canárias

Governo das Baleares retira veto à cogestão do aeroportos...

fonte: Diário de Ibiza

O impacto do custo da habitação em Benidorm...

fonte: El Pais

Economia: Despedimentos na industria automovel

fonte: Publico

Venezuela e o caso Cisneros

fonte:  El Pais

El Dia - estrangeiros hipotecam para comprar casa

fonte: El Dia, Canárias

Canarias entre as regiões com mais hipotecas de estrangeiros

fonte: Diário de Avisos

Portugal: shoppings e hotéis são os alvos preferenciais de investidores

O sector hoteleiro tem ganho tração entre os investidores, particularmente desde 2019. No primeiro semestre de 2026 ocupou o primeiro lugar do investimento comercial, mas não é a categoria com a rentabilidade mais apetecível. Segundo os dados fornecidos ao Expresso pela consultora Worx, a hotelaria apresentava no primeiro semestre deste ano um rendimento (yield) de 5,5%, ficando atrás do sector industrial e logística (5,75%) e dos centros comerciais (6,15%). Mas os hotéis, enquanto investimento imobiliário, continuam a ter um retorno superior ao dos escritórios (com uma yield de 5%), situação que já se verifica há largos anos, de acordo com os dados da Worx (fonte: Expresso)

Polémica: um estranho oligarca venezuelano com os olhos nas Canarias...

fonte: La Provincia

A poroposito do novo modelo de financiamento das CCAA

fonte: Editorial do Expansion

Madrid liberta 4 mil milhões para comunidades autônomas

fonte: Expansion

ANA e o negócio das taxas aeroportuárias: Madeira por enquanto de fora....

fonte: Negócios

Conhece os outros partidos europeus amigalhaços de Putin?

fonte: El Pais

Esta é a extrema-esquerda alemã que vai negociar com a extrema-direita da AFD

fonte: El Pais

Madrid prepara novo modelo de financiamento das Comunidades Autonómicas



fonte: Cinco Dias

Canarias contra limitação do crescimento turístico

fonte: Diário de Avisos

Aeroportos: AENA em choque com governo regional das Baleares

fonte: Cinco Dias

Partes da Bananeira

fonte: Ciência em Foco

A propósito da maturação da banana

fonte: Ciência em Foco

Economia: que explica o aumento dos combustiveis

fonte: Cinco Dias

Turismo: aumentam fraudes com reservas online

fonte: Cinco Dias

Aviação: companhias aéreas europeias apostam na concentração

fonte: Cinco Dias

Bruxelas prepara investida contra AL em defesa do acesso à habitação...








fonte: Publico, El Pais, Cinco Dias, La Provincia

Açores comemoraram os 50 anos da Autonomia regional


fonte: Açoriano Oriental

Aguiar Branco e a revisão da Lei das Finanças Regionais

fonte: Açoriano Oriental

Turismo: onde já ouvi falar disto?

fonte: El Pais

Baleares: limitação de veiculos em debate parlamentar

fonte: Diário de Mallorca

terça-feira, setembro 08, 2026

Brasil atento aos protestos contra turistas na Europa




Ucrânia pondera legalizar indústria pornográfica para aumentar receitas para a guerra

Projeto de lei para legalizar o setor já foi aprovado na generalidade. Deputado que apresentou iniciativa estima que receitas da indústria pornográfica poderiam levar à compra de 30 mil drones. A Ucrânia está a ponderar a legalização da indústria pornográfica no país, de forma a aumentar as receitas para sustentar o esforço de guerra. Neste momento, um projeto de lei aguarda votação na especialidade no Parlamento ucraniano, após ter sido aprovado na generalidade. A iniciativa partiu do deputado Yaroslav Zhelezniak, do partido de oposição Holos (centro-direita). Na Ucrânia, a produção, distribuição e posse de conteúdos pornográficos são ilegais, podendo a pena chegar aos sete anos de prisão.

Ainda assim, o poder político e judicial tem permitido que a indústria pornográfica continue a funcionar nas sombras. “Se não pagarem impostos, estas mulheres enfrentam processos judiciais; se pagarem impostos, são condenadas por violar a lei da pornografia”, explicou Yaroslav Zhelezniak ao Wall Street Journal, descrevendo a situação como “tragicómica”. O deputado estimou mesmo que, caso a indústria pornográfica seja legalizada na Ucrânia, as receitas estatais poderão ser canalizadas para o setor militar — e levar à compra de 30 mil drones.

Opinião: Os grandes falhanços

O que se passa no controverso Regime Jurídico de Apoio à Cultura nos Açores é o padrão histórico do governo de coligação nos últimos dois anos, sempre envolto em trapalhadas por falta de cuidado nas medidas e em ouvir a cidadania. O Governo dos Açores cometeu um pecado capital a partir do momento em que se fechou à sociedade, ocupado que está nas suas tricas internas, sempre em estado de negação, resultando nos piores falhanços de que há memória na administração regional: falhou na SATA, falhou no HDES, falhou no turismo e falha no custo de vida.

O FALHANÇO DA SATA - Iam "salvar a SATA", transformando-a numa transportadora muito diferente do tempo dos socialistas. Acabaram por enterrá-la ainda mais, intrometeram-se na sua gestão como faziam "os outros" e transformaram a SATA numa segunda Saudaçor de má memória. A dívida acumulada no tempo desta coligação já é maior do que a deixada pelo governo do PS. Perdeu-se tempo no processo de privatização, voltou tudo à estaca zero e só agora é que aprenderam como se faz, copiando genericamente o processo da TAP.

Canarias solicita al Estado una declaración de apoyo a las RUP ante el futuro presupuesto europeo

El Gobierno de Canarias ha dado a conocer que ha solicitado al Estado que respalde ante la Unión Europea la declaración conjunta de las Regiones Ultraperiféricas (RUP) sobre el próximo Marco Financiero Plurianual 2028-2034. Según explican desde el Ejecutivo el presidente de Canarias, Fernando Clavijo, ha remitido por escrito esta posición común al ministro de Política Territorial y Memoria Democrática, Ángel Víctor Torres, y ha pedido que el Consejo de Ministros valore la aprobación de una declaración de apoyo a estos territorios frente a la propuesta de la Comisión Europea para el nuevo presupuesto comunitario. Desde el Gobierno de Canarias detallan que el objetivo es que esa declaración pueda elevarse posteriormente a las instituciones europeas con el respaldo de los tres Estados miembros a los que pertenecen las RUP: España, Francia y Portugal.

Documento

La declaración fue adoptada por las Regiones Ultraperiféricas reunidas en Tenerife el pasado 16 de marzo, durante el foro Horizonte RUP: posición común de las Regiones Ultraperiféricas ante el nuevo Marco Financiero Plurianual 2028-2034, organizado por el Gobierno de Canarias en la sede de Presidencia, en Santa Cruz de Tenerife. El encuentro reunió a representantes de los gobiernos de España, Francia y Portugal, de las instituciones europeas, de los ejecutivos de las RUP y del sector primario, con el objetivo de analizar el impacto del nuevo ciclo presupuestario europeo en estos territorios y articular una respuesta compartida ante los retos del próximo marco financiero.

Opinião: O Rep Rep agora é bom?

De repente, alguns políticos açorianos (e alguns partidos) parecem ter ficado deslumbrados com a figura do Representante da República (Rep Rep), só porque António José Seguro resolveu - e bem - inaugurar um novo ciclo, nomeando uma açoriana e mulher. A competência e as características pessoais da Dra. Susana Goulart não legitimam a aberração do cargo, que continua como uma "excrescência autonómica", sendo por isso uma figura constitucional "inútil" e "fútil".

No âmbito da Comissão Eventual para o Aprofundamento da Autonomia da Assembleia Legislativa dos Açores (que resultou num projeto aprovado por larga maioria em 2023), o PS-Açores (de que a nova Rep Rep foi deputada) uniu-se a outras forças políticas regionais para propor a extinção desta figura, por considerá-la ultrapassada face à atual maturidade do regime autonómico.

Nada mudou, daí para cá, para se tentar reabilitar, agora, a figura. É preciso manter este consenso, numa discussão que já leva mais de trinta anos.

Quando estamos a comemorar 50 anos de Autonomia Política e Administrativa, cheira a colonialismo bafiento tentar reabilitar o cargo, como fez a nomeada na sua primeira infeliz entrevista.

A própria chegada à Base das Lajes, com aquele aparato militar, de soberania rançosa, é o retrato do saudosismo de uma república que adorava os governadores civis.

Opinião: Dois anos de castigo!

Bem-vindos  à nova era de ciclos governativos mais curtos.

Muita gente ficou espantada - especialmente os parceiros da coligação - com a declaração de Bolieiro sobre o fim da coligação em 2028, quando ainda faltam dois anos de governação.

O "tacticídio" do líder do PSD-Açores tem uma explicação básica, sustentada na convicção de que a coligação esgotou-se, já não é credível junto da população e confirmada pelos estudos de opinião encomendados pelos partidos.

Este curto período de governação, em contrapartida com os longos períodos de poder absoluto do PSD e PS, não deveria surpreender ninguém, porque o ecossistema político da Região sofreu uma transformação estrutural profunda, a partir de Outubro de 2020, caracterizada pelo fim da era das maiorias absolutas estáveis e pela redução dos ciclos governativos.

A fragmentação partidária e o consequente desgaste das instituições tradicionais desenharam um novo paradigma de governabilidade no arquipélago, com a pulverização do voto, que alterou definitivamente a mecânica parlamentar regional.

Opinião: A República e as Autonomias

Sempre que a República se lembra dos Açores, tropeça nalguma trapalhada para nos prejudicar.

Está nos livros que a luta pela Autonomia nunca foi pêra doce, sendo encarada como uma esmola concedida pelo Terreiro do Paço, em vez de um direito soberano de quem vive e constrói o Atlântico todos os dias. Enquanto a República mantiver esta postura de arrogância centralista, o pacto constitucional continuará falhado.

Quis o Presidente da República, António José Seguro, comemorar o Dia de Portugal, por estes dias, na ilha Terceira, para relevar os 50 anos da Autonomia dos Açores, mas começou mal.

Primeiro, aprovou um programa cerimonioso, essencialmente político e de afirmação militar, sem chamar à festa os populares.

Depois, cometeu um erro de palmatória ao convidar apenas os líderes dos grupos parlamentares da Assembleia Regional, corrigindo à última da hora com convites a todos os deputados.

Reino Unido. IA ganha caso em tribunal pela primeira vez

Escritório de advogados apenas usa IA para tratar todo o processo pré-judicial, sendo que, neste caso, contratou um advogado para defender o cliente em tribunal. O escritório de advogados britânico de Inteligência Artificial (IA) Garfield AI venceu um caso no Tribunal do Condado de Wandsworth ao usar IA para auxiliar na realização de todo o trabalho jurídico antes do julgamento. Acredita-se que este é a primeira vez que um caso vence em tribunal com recurso a esta tecnologia, segundo o fundador da empresa.

“Este é um momento histórico, não apenas para a Garfield AI, mas também para o acesso à justiça”, sublinha ao Financial Times o fundador do escritório Philip Young, que elogia a acessibilidade da tecnologia para as empresas, que, durante muito tempo, “foram forçadas a dar baixa em dívidas porque o custo, o tempo e o stress de um processo judicial tornavam a cobrança inviável economicamente”. A ação envolveu o consultor de Recursos Humanos Tamires Camal Taquidir, que iniciou um processo judicial contra uma empresa do setor da hotelaria em relação uma dívida não paga de sete mil libras (8.120,65 euros), segundo o The Telegraph. Pagou ao escritório cerca de 400 libras (464,04 euros) “para que enviasse uma notificação extrajudicial”, refere o The Guardian.

Restauração em "modo sobrevivência" pede apoios ao Governo e autarquias para enfrentar verão incerto

Quebra na procura e subida dos custos está a ameaçar negócios e setor diz que encerramentos vão aumentar se não forem dadas respostas. Associação pede aos municípios que revertam taxas turísticas para apoiar promoção dos negócios locais. Calculadora na mão, pouco otimismo e muita incerteza. Este é o quadro traçado pelos empresários da restauração que, às portas do verão, dizem estar “em modo sobrevivência” e com a espada encostada à garganta. A época alta já não é sinónimo de balão de oxigénio para a atividade que está, este ano, ameaçada pelo aumento dos custos e pela quebra da procura.

“O cenário está mais complexo para a restauração, as dificuldades que já se sentiam há um ano agudizaram-se. Estamos num período de enorme incerteza e existe uma grande incógnita para este verão. Os empresários precisam de uma atividade forte durante estes meses para colmatar os períodos menos bons, mas, neste momento, há muita apreensão devido a toda a conjuntura”, explica ao DN o presidente da ProVar, Associação Nacional de Restaurantes, Daniel Serra.

A saúde financeira do setor tem vindo a deteriorar-se nos últimos anos: à pandemia, somaram-se a guerra na Ucrânia e o conflito no Médio Oriente e os embates sucessivos têm colocado em causa a viabilidade dos negócios. “É a tempestade perfeita. Temos custos cada vez mais altos, seja com matérias-primas, energia ou trabalhadores, e o cliente a consumir cada vez menos. É um cocktail realmente muito mau para a restauração”, garante.

segunda-feira, setembro 07, 2026

Canarias reclama en Europa políticas turísticas que mejoren la calidad de vida de los residentes

El viceconsejero de Turismo del Ejecutivo autonómico reivindicó que la conectividad aérea y marítima debe ser reconocida como una infraestructura esencial para los territorios insulares. El Gobierno de Canarias reclamó este martes ante el Parlamento Europeo un reconocimiento específico de la realidad de las regiones ultraperiféricas (RUP) en las políticas europeas de transporte y turismo, al considerar que la conectividad aérea y marítima es esencial para garantizar el desarrollo económico y social de estos territorios. Durante su intervención en la Comisión de Transporte y Turismo del Parlamento Europeo, el viceconsejero de Turismo, José Manuel Sanabria, defendió la necesidad de mantener y ampliar las excepciones para las RUP en el Régimen de Comercio de Derechos de Emisión (ETS) y de permitir ayudas públicas que faciliten la apertura de nuevas rutas aéreas.

Penalización

Sanabria defendió una estrategia turística europea que genere beneficios para la población local y mejore la calidad de vida de los residentes, más allá del crecimiento del número de visitantes. Las políticas turísticas deben favorecer el bienestar de las comunidades locales, la protección del patrimonio natural y cultural y un desarrollo equilibrado de los destinos. "El turismo es un motor de crecimiento, empleo y cohesión social, pero también debe proteger el bienestar de los residentes y preservar el patrimonio natural y cultural de nuestros territorios", afirmó. El representante del Gobierno canario alertó de que la aplicación de determinadas medidas ambientales europeas puede situar a Canarias en desventaja frente a otros destinos competidores fuera de la Unión Europea. El viceconsejero hizo hincapié en que "si el ETS no puede acompañarse de combustible sostenible disponible en las regiones ultraperiféricas, no estamos ante una transición justa, sino ante una penalización unilateral para nuestros territorios".