Diretora afirmou que a instituição acompanha de perto a evolução e alertou que as tensões financeiras tendem a intensificar-se quando os preços do barril de petróleo se mantêm acima dos 85 euros. A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou que a economia mundial atravessa um momento "muito crítico" e pediu ao G7 medidas coordenadas para mitigar o impacto económico da guerra no Médio Oriente, evitando decisões que "agravem a situação". À chegada à reunião do G7 de Finanças, que se realiza na capital francesa, Paris, Kristalina Georgieva sublinhou a importância do encontro para definir "o caminho certo a seguir" em matéria de política económica global.
"Estamos num momento muito crítico para centrar a atenção em medidas políticas que possam aliviar o impacto do 'choque' que estamos a viver atualmente, e a conversa que terá lugar nesta sala é muito importante para encontrar o caminho certo a seguir", declarou a responsável do FMI antes de se reunir com os ministros das Finanças do G7 (Estados Unidos, Alemanha, França, Itália, Canadá, Reino Unido e Japão). Questionada sobre a situação dos mercados de obrigações, a diretora do FMI afirmou que a instituição acompanha de perto a evolução e alertou que as tensões financeiras tendem a intensificar-se quando os preços do barril de petróleo se mantêm acima dos 100 dólares (cerca de 85 euros) e os efeitos dos conflitos internacionais, disse, já estão incorporados no mercado. Neste contexto, sublinhou a necessidade de evitar decisões de política económica que possam agravar a situação. "É muito importante, quero sublinhar, que esta é uma posição política clara: não aplicar medidas que agravem a situação", afirmou Georgieva, numa mensagem de cautela dirigida aos governos e bancos centrais do G7, cujos responsáveis também participam no encontro de Paris (Canal Now)







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