domingo, agosto 23, 2026

Paulo Prada, administrador do Grupo Pestana: “Se surgir uma boa oportunidade na Madeira não vamos deitar no lixo”

O Grupo Pestana inaugurou recentemente, o Pestana Dunas, a sua 18ª unidade na Região Autónoma da Madeira. No que concerne a planos de crescimento o administrador, Paulo Prada, admite que a Região, que já tem uma capacidade de 3.600 quartos, não é um dos focos do grupo para a sua expansão, mas reforçou que o grupo está atento caso surjam boas oportunidades no arquipélago. Mercado alemão e do centro da Europa são vistos pelo grupo hoteleiro madeirense, e o maior nacional, como mercados a explorar no Porto Santo.

O Grupo Pestana inaugurou a 14 de agosto a sua 18ª unidade na Região Autónoma da Madeira, de onde é originário. É o Pestana Dunas, com 218 quartos, que eleva a capacidade do grupo no arquipélago para 3.600 camas. Em entrevista ao Jornal Económico (JE), o administrador Paulo Prada diz que a Região não é, nesta altura, um mercado prioritário para o crescimento do grupo, face à atual oferta instalada, mas também garante que o grupo estará atento se surgirem boas oportunidades. “Temos 3.600 quartos na Região Autónoma da Madeira. Já é um share [quota] apreciável [na Região Autónoma da Madeira]. E nós não gostamos de meter os ovos todos no mesmo cesto. Temos possibilidade de ter mais 180 quartos no Porto Santo”, aposta. “Estaremos atentos. A Madeira é a terra onde o Grupo Pestana nasceu. Se surgir uma boa oportunidade não vamos deitar no lixo. Não estamos focados especialmente na Madeira. Estamos a crescer muito para os países europeus”, acrescenta.

Pestana Dunas: grupo madeirense inaugura 18ª unidade na Região Autónoma da Madeira

O grupo hoteleiro madeirense Pestana inaugurou este mês a sua 18ª unidade na Região Autónoma da Madeira aumentando a sua capacidade no arquipélago para as 3.600 unidades. Trata-se do Pestana Dunas, que fica localizado no Porto Santo. O Pestana Dunas é um eco-resort focado no conceito da sustentabilidade como definiu o administrador do Grupo Pestana, Paulo Prada, na sessão de inauguração do mais recente projeto do grupo hoteleiro madeirense no arquipélago. “O Pestana Dunas é um reforço da confiança que temos no Porto Santo. [Passamos] a ter 18 unidades na Região Autónoma da Madeira. Temos 3.600 quartos na Região. E mais de 500 quartos são no Porto Santo”, referiu. O Pestana Dunas tem a sua segunda fase do projeto aprovada mas esta só avançara “se as condições do destino” assim o permitirem. Um dos aspetos “decisivos” para o avançar desta segunda fase é a conectividade aérea, referiu Paulo Prada.

Turismo: Por qué cada vez más turistas disfrutan visitando supermercados durante sus vacaciones


Son las 10:00 de la mañana en un 7-Eleven de Tokio y estoy hombro con hombro junto a una decena de turistas; todos llevan cestas cargadas con los mismos productos: sándwiches esponjosos de huevo y mayonesa, bollos de katsu curry, Kit Kats de matcha y latas calientes de café Boss recién sacadas de los estantes térmicos. Detrás de mí, alguien fotografía su botín incluso antes de llegar a la caja. Cada pocos segundos, la conocida melodía de la tienda anuncia una nueva llegada. Nadie está aquí porque se le haya acabado el dentífrico. Todos estamos, abiertamente, comprando por la experiencia. Es un ritual de viaje que he repetido por todo el mundo. Una vez pasé la mayor parte de una tarde sofocante en Barcelona recorriendo los pasillos abarrotados de un Mercadona subterráneo en busca de tarros de crema de pistacho.

En un caótico Trader Joe's de Miami, ignoré por completo los alimentos básicos y compré seis botes del condimento "Everything But the Bagel" (una mezcla de condimentos y semillas que se usa para sazonar estos panes), para luego reorganizar mi maleta a su alrededor antes de volar a casa. Lo que empezó como una necesidad durante las vacaciones se ha convertido poco a poco en una de mis partes favoritas de viajar; algo que espero con ilusión y que cada vez integro más en el itinerario, en lugar de encajarlo a duras penas entre otras actividades. Carlos, un joven español de cabello oscuro, está de pie junto a un edificio al borde de la carretera con una gran pancarta publicitaria de apuestas deportivas. En la pancarta se aprecian claramente las palabras "bet9" y "Retiro de efectivo disponible en cualquier momento", junto a imágenes de futbolistas. Viste una camisa oscura de manga corta y pantalones oscuros. Se encuentra en un entorno urbano nigeriano, junto a una calle sin pavimentar, con peatones y un motociclista detrás de él, y dos grandes antenas parabólicas instaladas sobre el cartel.

Venezuela: AN destituye a Antonio Ecarri del Grupo de Amistad Parlamentaria Venezuela – Estados Unidos

El presidente de la Asamblea Nacional (AN), Jorge Rodríguez, anunció este sábado 22 de agosto la destitución del diputado Antonio Ecarri de la presidencia del Grupo de Amistad Parlamentaria Venezuela-Estados Unidos.  La medida responde a las recientes declaraciones del parlamentario sobre una propuesta para avanzar hacia la dolarización formal de la economía nacional con la asesoría del economista estadounidense Steve Hanke.  A través de un comunicado difundido en su cuenta de Telegram, Rodríguez argumentó que la decisión se fundamenta en que “sus acciones han sido irresponsables y han vulnerado el ordenamiento jurídico que estamos obligados a defender”. ​En el texto oficial, la directiva del Parlamento indicó que la remoción de Ecarri es por haber infringido el artículo 113 del Reglamento Interior y de Debates de la AN, el cual obliga a los diputados que ejercen funciones de diplomacia interparlamentaria a actuar con apego a la Constitución y a los intereses de la República.   También señaló que el diputado violó el artículo 318 de la Constitución, el cual establece taxativamente que la unidad monetaria de la República es el bolívar y que el Banco Central de Venezuela (BCV) es el único ente con competencia exclusiva para ejercer la política monetaria del país.  

​Investigación abierta e inicio de sanciones

​Ante estos hechos, el presidente de la AN confirmó el inicio de un procedimiento de investigación interna por parte de la junta directiva para determinar el alcance de las faltas cometidas por el diputado del partido Lápiz y fijar las sanciones correspondientes según el reglamento interno. “No permitiré que se utilice un grupo de amistad para intentar socavar de manera torpe y espuria las bases constitucionales y legales de nuestra República”, concluyó Rodríguez en su pronunciamiento (Telesurtv.net)

Porto Santo: Como os grupos madeirenses estão a responder à sazonalidade turística

Os Grupo Pestana e Grupo Sousa possuem no total quatro unidades no Porto Santo com mais de 500 quatros. Estes grupos madeirenses referem ao JE que têm procurado estratégias como a diversificação da oferta e o desenvolvimento de pacotes turísticos que combinam passagem marítima e alojamento para responder à sazonalidade turística do Porto Santo. Como têm os grupos madeirenses dado resposta à sazonalidade turística no Porto Santo? Grupo Pestana e Grupo Sousa, que possuem várias unidades na ilha madeirense, dão a resposta.

O Grupo Pestana possui duas unidades no Porto Santo e tem unidades no Porto Santo, o Pestana Porto Santo – All Inclusive e o recém-inaugurado Pestana Dunas Porto Santo – All Inclusive, que em conjunto agregam 500 quartos. O Grupo Pestana refere que os períodos de funcionamento das unidades são “ajustados à procura, necessariamente e totalmente dependente” da mobilidade aérea. “O Pestana Hotel Group procura assegurar uma operação tão alargada quanto possível, mantendo sempre a qualidade do serviço e a sustentabilidade da operação. Somos os primeiros interessados em ter o hotel em funcionamento todos os meses, mas não havendo procura que o justifique, não faz sentido manter os hotéis abertos. Nessas condições, a operação deixa também de ser motivadora para as equipas”, explica o administrador do Pestana Hotel Group, Paulo Prada.

O Grupo Sousa tem também duas unidades no Porto Santo, o Hotel Praia Dourada, com 110 quartos, estando aberto o ano inteiro, e o Hotel Torre Praia, com 43 twins, 7 duplos, 9 triplos, 3 quádruplos e 4 suites, que está aberto entre março e outubro. Em 2022, o Porto Santo possuía 396 alojamentos turísticos com uma capacidade de 7.580 camas, de acordo com o relatório do estado do Ordenamento do território do concelho do Porto Santo, elaborado pela Quaternaire Portugal. Aqui estão incluídos empreendimentos turísticos, estabelecimentos hoteleiros, conjuntos turísticos, apartamentos turísticos, alojamento local, quartos, apartamentos, moradias, estabelecimentos de hospedagem.

Quartos para arrendar chegam aos 527 euros e oferta cai mais de 25% antes do arranque do ano letivo


Os estudantes que conheceram os resultados da primeira fase de acesso ao ensino superior encontram um mercado de quartos cada vez mais apertado. Em agosto, a oferta disponível para arrendamento caiu mais de 25% em relação ao mesmo mês de 2025, enquanto o preço médio anunciado se mantém próximo dos 527 euros. Segundo o Diário de Notícias, o Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior previa reforçar a oferta pública em quase 19 mil camas, mas apenas 5.094 estão concluídas. O programa, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência, inclui 72 projetos em curso, entre construção nova, adaptação de edifícios, renovação de residências e aquisição de imóveis para reconversão, num total de 11.095 unidades de alojamento. Há ainda nove empreitadas a decorrer em imóveis total ou parcialmente ocupados, correspondentes a 2.649 camas.

Menos de um terço do investimento previsto foi executado

O investimento total previsto no PNAES ascende a 466,7 milhões de euros. Até agora, foram executados 129,3 milhões, menos de um terço do montante global. A limitação da oferta pública empurra uma parte significativa dos estudantes para o mercado privado, precisamente numa altura em que também aí há menos quartos disponíveis. De acordo com o Diário de Notícias, dados do Imovirtual mostram que em agosto existem, em média, 3.627 anúncios ativos por dia em Portugal, contra 4.850 no mesmo mês do ano passado. A quebra é de 25,2%. O preço médio anunciado, contudo, praticamente não mudou: passou de 526 euros em agosto de 2025 para 527 euros em agosto deste ano, uma subida de 0,2%.

terça-feira, agosto 18, 2026

Casi seis de cada diez canarios llegan con dificultades a fin de mes

Llegar a fin de mes continúa siendo complicado para buena parte de los hogares de Canarias. Casi seis de cada diez residentes en las Islas, concretamente el 58%, reconocen hacerlo con algún grado de dificultad económica, según los últimos datos del Índice de Confianza del Consumidor correspondientes al segundo trimestre de 2026. Dentro de este grupo, un 35,6% afirma llegar con cierta dificultad, mientras que otro 23,2% lo hace con dificultad o mucha dificultad. En el extremo contrario se encuentra una proporción mucho menor de la población. Solo un 9,5% de los residentes de 18 o más años asegura llegar a final de mes con facilidad o mucha facilidad. Los datos muestran, además, importantes diferencias dependiendo de la isla y de la comarca en la que se reside.

Diferencias por zonas

El norte de Tenerife presenta una de las situaciones más complicadas del Archipiélago. Allí, un 29% de los residentes afirma llegar a final de mes con dificultad o mucha dificultad. El porcentaje asciende hasta aproximadamente el 64% cuando también se incorpora a quienes aseguran tener alguna dificultad para cuadrar las cuentas del hogar. En cambio, las mayores proporciones de residentes que manifiestan llegar bien a final de mes se localizan en el área metropolitana de Tenerife, con un 42,8%, y en el norte de Gran Canaria, con un 41,9%. Los datos reflejan así que la capacidad económica de los hogares no es homogénea en Canarias y que existen diferencias significativas incluso entre distintas zonas de una misma isla.

Canarias frente a Madrid y Valencia: menos riqueza turística, pero mucha más dependencia

Para todo lo que depende Canarias del turismo, el Archipiélago no es, al menos entre algunos de los grandes destinos españoles, la comunidad que más riqueza genera con el turismo. La Comunitat Valenciana y Madrid superan a las Islas en PIB turístico, aunque no se acercan al peso que este sector tiene en la economía canaria. Según los últimos estudios IMPACTUR de Exceltur, el turismo generó en 2025 unos 23.375 millones de euros en Canarias, frente a los 29.622 millones de la Comunitat Valenciana y los 28.569 millones de Madrid. La diferencia aparece al poner esas cantidades en relación con el tamaño de cada economía: en las Islas el sector representa el 37,7% del PIB, mientras que en Valencia supone el 19% y en Madrid apenas el 8,7%. En otras palabras, Canarias genera alrededor de 6.200 millones menos de PIB turístico que la Comunitat Valenciana y unos 5.200 millones menos que Madrid, pero su dependencia económica del sector es mucho mayor. El peso del turismo sobre la economía de las Islas prácticamente duplica el valenciano y supera en más de cuatro veces el madrileño.

Cuatro de cada diez empleos

La brecha resulta todavía más visible al mirar al mercado laboral. Para hacer una comparación homogénea hay que acudir en este caso a 2024, último ejercicio con datos de empleo disponibles para las tres comunidades. Ese año, el turismo sostenía en Canarias unos 397.000 puestos de trabajo, el 42% de todo el empleo del Archipiélago. En la Comunitat Valenciana eran 384.171 trabajadores y el 17,4% del empleo total, mientras que en Madrid se contabilizaban 317.537 puestos vinculados al turismo, el 8,3%. De esta forma, Canarias no solo tenía más empleo turístico en términos absolutos que las otras dos comunidades, sino que su peso dentro del mercado laboral era muy superior.

El gasto de los turistas en Canarias se dispara un 10,2% y alcanza los 181 euros al día

El gasto de los turistas en Canarias aumentó un 10,2% durante el segundo trimestre de 2026 en comparación con el mismo periodo del año anterior, hasta alcanzar los 4.851 millones de euros, según los datos de la Encuesta sobre Gasto Turístico del Instituto Canario de Estadística (Istac). El incremento también se refleja en el gasto medio diario de los visitantes. Cada turista gastó una media de 181 euros al día, frente a los 157,9 euros registrados hace un año. Los turistas procedentes de Reino Unido, Alemania y España fueron los que realizaron una mayor aportación al gasto turístico total registrado en Canarias durante el segundo trimestre del año. Sin embargo, al analizar el desembolso medio diario por nacionalidades, Bélgica se sitúa a la cabeza, con un gasto de 201 euros por turista y día. En el extremo contrario se encuentran los visitantes procedentes de Italia, con un gasto medio diario de 134,5 euros, el más bajo entre los principales mercados analizados. Por islas, Tenerife y Gran Canaria concentran 6,3 de cada 10 euros gastados por los turistas en Canarias durante el segundo trimestre de 2026. Tenerife acumuló el 38,4% del gasto turístico total, mientras que Gran Canaria concentró el 24,4%. Ambas islas se mantienen así como los principales destinos del Archipiélago en volumen de gasto generado por los visitantes. En conjunto, los datos del Istac muestran un aumento tanto del gasto turístico total como del desembolso medio diario de los turistas que visitan Canarias (Atlântico Hoy)

El Ejecutivo central sitúa en 7.098 millones los recursos para Canarias, el máximo histórico

La consejera de Hacienda del Gobierno canario, Matilde Asiá

Canarias recibirá este año 7.098 millones de euros en entregas a cuenta del sistema de financiación autonómica, la cifra más alta registrada hasta ahora en el archipiélago según los datos difundidos este viernes por el Gobierno de España. El Ejecutivo central señala en un comunicado que esta cantidad supone un aumento de 3.291 millones respecto a 2018, el 67,5% más, y destaca que estos recursos están destinados "a financiar servicios públicos como la sanidad, la educación y los servicios sociales".

Balance

El balance presentado por el Gobierno también recoge que Canarias ha recibido 2.239 millones de euros a través de las distintas conferencias sectoriales desde 2019. A ello suman la propuesta "del nuevo modelo de financiación autonómica, que supondría otros 611 millones de euros anuales para las islas así como una condonación de deuda de 3.259 millones". Otro de los principales bloques del informe se centra en el mercado laboral. Detallan que, de acuerdo con la Encuesta de Población Activa (EPA) del segundo trimestre de 2026, la tasa de paro de Canarias "se sitúa en el 11,6%, frente a un 20% de 2018". En este sentido afirman que el archipiélago cerró junio con 964.931 afiliados a la Seguridad Social.

Canarias recibe 689 millones más, pero pierde peso en la financiación autonómica

Canarias contó en 2024 con 689 millones de euros más para financiar sus servicios públicos que el año anterior. Los recursos efectivos del Archipiélago pasaron de 8.345 a 9.034 millones de euros, según el último análisis de Fedea sobre la liquidación del sistema de financiación autonómica. Sin embargo, el aumento de la cuantía no ha impedido que las Islas pierdan peso frente al resto de comunidades. Y es que la financiación canaria creció, pero menos que la media autonómica, por lo que perdió ligeramente peso en el reparto.

Reparto por habitante

La financiación canaria pasó de 3.718 a 3.974 euros por habitante, lo que supone un incremento de 256 euros. En el conjunto de las comunidades de régimen común, la media subió desde 3.390 hasta 3.666 euros, es decir, aumentó en 276 euros. Por tanto, la financiación de Canarias avanzó, pero lo hizo 20 euros menos que el promedio. En 2023, las Islas se encontraban 328 euros por encima de la media, mientras que en 2024 esa ventaja se redujo hasta los 308 euros. El futuro está más cerca de lo que crees. Estos 7 inventos prometen transformar tareas que haces todos los días.

Canarias sitúa a sus diputados entre los parlamentarios autonómicos mejor pagados de España

Los 70 parlamentarios parten de 4.218 euros brutos al mes y se sitúan entre los diputados autonómicos mejor retribuidos del país. La cifra actualizada para 2026 supera en un 25% la asignación ordinaria de los diputados del Congreso. Canarias es una de las comunidades con los salarios más bajos de España. El Instituto Nacional de Estadística (INE) cifra en 25.120 euros anuales el salario medio de un trabajador en el Archipiélago en 2024. Esta cifra sitúa a Canarias como la segunda comunidad autónoma con el salario medio más bajo, solo por delante de Extremadura. Pero mientras la media salarial de los trabajadores canarios se encuentra en la parte baja del ránking nacional, la realidad es bien distinta para quienes tienen que asumir desde las instituciones las políticas para revertir esta situación. Los diputados del Parlamento de Canarias se encuentran entre los parlamentarios autonómicos con las retribuciones base más elevadas de España y cobran más que los diputados del Congreso y los senadores.

Una retribución de más de 59.000 euros al año

Los 70 diputados de la Cámara regional parten en 2026 de una retribución base de 4.218 euros brutos mensuales, distribuida en 14 pagas. Esta cantidad supone 59.054 euros brutos al año para los parlamentarios acogidos al régimen de dedicación exclusiva. La cifra coloca a Canarias en el grupo de comunidades autónomas cuyos diputados tienen una retribución base superior a la de los miembros del Congreso y del Senado. La asignación constitucional de los diputados del Congreso es de 3.366 euros mensuales en 2026, mientras que la de los senadores asciende a 3.417 euros.

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Canarias prepara un informe para anticipar cómo será el futuro de las Islas en las próximas décadas

El Gobierno de Canarias ha propuesto transformar el actual Consejo Canario de Desarrollo Sostenible para incorporar a su trabajo los intereses de las generaciones futuras, según ha informado el Ejecutivo autonómico en un comunicado. La iniciativa plantea que este órgano deje de centrarse casi exclusivamente en el seguimiento de la Agenda Canaria 2030 y amplíe sus funciones "al análisis de los cambios económicos, sociales, demográficos, tecnológicos, territoriales y ambientales que pueden condicionar el futuro del archipiélago".

Novedades

Entre las principales novedades figura la elaboración de un Informe sobre el Futuro de Canarias, que serviría de apoyo "para la toma de decisiones públicas con una perspectiva de medio y largo plazo". El documento se desarrollaría en colaboración con las universidades públicas canarias y otros centros de conocimiento. El Ejecutivo propone además cambiar su denominación por la de Consejo Canario para el Futuro y el Desarrollo Sostenible y dotarlo de una estructura más operativa e independiente. El viceconsejero del Gabinete del Presidente, Octavio Caraballo, ha señalado que el objetivo "es garantizar que las decisiones actuales no comprometan las oportunidades de las próximas generaciones".

Canarias lidera el crecimiento económico: el PIB crece un 2,85% y el paro ya toca mínimos históricos en julio de 2026

Canarias elevó su PIB un 2,85% interanual en el segundo trimestre, por encima de la media estatal, aunque todos los sectores moderaron su avance respecto al periodo anterior pese a la incertidumbre global La economía canaria cerró el segundo trimestre de 2026 con un crecimiento del Producto Interior Bruto (PIB) del 2,85% en términos interanuales, una vez corregidos los efectos estacional y calendario, según los datos publicados hoy por el Instituto Canario de Estadística (ISTAC). Este registro sitúa a Canarias por encima de la media española, que anotó un avance del 2,7%, manteniendo así la tendencia de los últimos trimestres de crecimiento superior al del conjunto del Estado. En comparación con el trimestre anterior, el PIB real de las Islas avanzó un 0,9%, frente al 0,7% registrado por España, lo que refleja una dinámica económica sólida en el Archipiélago, aunque con señales de moderación respecto al primer trimestre del año, cuando el crecimiento anual alcanzó el 3,1%.

"Resilencia y adaptación"

El vicepresidente del Gobierno y consejero de Economía, Industria, Comercio y Autónomos, Manuel Domínguez, valoró estos datos que confirman “la fortaleza de nuestro modelo económico y la eficacia de las políticas activas de apoyo al tejido productivo, al empleo y al emprendimiento”. “Pese a un entorno internacional marcado por la incertidumbre y la moderación del crecimiento global, la economía canaria demuestra resiliencia y capacidad de adaptación, con todos sus sectores en positivo y un mercado laboral que sigue batiendo récords de afiliación y reducción del desempleo”, destacó Domínguez.

Salvador Illa celebra que Canarias se sume al modelo de financiación defendido por Cataluña

El president de la Generalitat de Cataluña, Salvador Illa, ha celebrado que el Gobierno de Canarias haya anunciado su apoyo al nuevo modelo de financiación autonómica, que se debatirá este miércoles en el Consejo de Política Fiscal y Financiera. Illa considera que el respaldo del Ejecutivo canario demuestra que se trata "de un buen modelo" y que el diálogo "funciona cuando se tienen en cuenta las necesidades de la población". A su juicio, la propuesta "mejora la vida de los ciudadanos y no perjudica a ninguna comunidad".

"Nadie pierde"

El president ha defendido que la Generalitat ha planteado un sistema en el que "nadie pierde y todo el mundo gana" y ha señalado que Canarias "se ha dado cuenta de que es un buen modelo y se ha sumado". También espera que otras autonomías respalden la propuesta. El apoyo fue anunciado este lunes por el presidente de Canarias, Fernando Clavijo, tras reunirse en Las Palmas de Gran Canaria con el ministro de Hacienda, Arcadi España, y el ministro de Política Territorial, Ángel Víctor Torres.

Segunda comunidad que apoya

Según el Gobierno canario, el modelo reconoce las singularidades del archipiélago y permitirá destinar 1.300 millones de euros más al año a los servicios esenciales. En la reunión también se acordó adelantar partidas presupuestarias vinculadas a la Agenda Canaria. Canarias es la segunda comunidad autónoma que respalda expresamente el nuevo modelo de financiación después de Cataluña (Atlântico Hoy, texto do jornalista Alba Marichal)

segunda-feira, agosto 17, 2026

Açores: a braços com menos turistas e a combater a sazonalidade

fonte: Açoriano Oriental

Canárias: turismo já deixa 4 mil milhões em impostos...

fonte: La Provincia

Espana: poucas regiões com residência oficial do Governo Regional

fonte: Diário de Avisos

Turismo em mudança?

fonte: Expresso

Venezuela em tempo de negociações....

fonte: El Pais

Os dinheiros do nosso futebol

fonte: Expresso

Venezuela: pouco a pouco a liberdade....

fonte: El Mundo

Espanha: destinos turísticos no limite começam a gerar contestação

fonte: Cinco Dias

segunda-feira, julho 20, 2026

Venezuerla: Delcy Rodríguez habla del rol de Diosdado Cabello frente a la orden de captura en su contra por parte de EEUU

La presidenta encargada, Delcy Rodríguez, alabó el «trabajo» de Diosdado Cabello, ministro de Interior y Justicia, a la vez que aseguró que continuará trabajando a su lado durante la nueva etapa que vive el país. A seis meses de su llegada a la Presidencia, Rodríguez concedió una entrevista al medio estadounidense Real America’s Voice. Tras abordar distintos temas, surgió una interrogante sobre el rol que cumple Cabello en el país. Aunque está solicitado por la justicia de Estados Unidos y contar con una recompensa de 25 millones de dólares, Cabello ha continuado siendo una figura clave dentro del gobierno nacional y ha participado en reuniones con funcionarios de la Casa Blanca. «Diosdado Cabello es una persona fundamental de este proceso de cambio. Trabaja, es vicepresidente sectorial. Nosotros seguiremos demostrando la verdad y es un camino que seguiremos llevando juntos», añadió Rodríguez.

¿OTRO ÁLEX SAAB?

Luego de defender el rol de Cabello, le recordaron a Rodríguez el caso del colombiano Álex Saab, quien fungió como ministro de Industrias y Producción Nacional, pero fue deportado hacia Estados Unidos, en donde estaba solicitado por lavado de dinero. Rodríguez descartó que lo ocurrido con Saab se repita con Cabello. «Creo que los procesos son diferentes y no comparables. A nivel personal, puedo decir que no hay diferencia entre uno y el otro», acotó. Durante la misma entrevista, Rodríguez afirmó que no tenía conocimiento de la operación militar en la que fue detenido Nicolás Maduro. «Me sorprendió muchísimo (…) No hubo un arreglo ni ningún conocimiento», acotó. Cabe destacar que esta entrevista fue grabada unos días antes del devastador doble terremoto del pasado 24 de junio. En tal sentido, su publicación fue postergada hasta este jueves (Noticias al Dia y a la Hora)

Açores: Custo do "novo" HDES estimado em cerca de 300 milhões

 


Presidente do Governo Regional reuniu com os partidos políticos para apresentar o Plano Funcional do Hospital Divino Espírito Santo (HDES), Segundo informação da Presidência do Governo Regional, a estimativa, a preços atuais, do valor da obra de reparação, reorganização e redimensionamento do novo HDES é de cerca de 300 milhões de euros. No entanto, o valor exato da empreitada só será conhecido com a conclusão do programa preliminar. Como já havia sido assumido desde o início, 85% da despesa será o Governo da República a garantir, ficando o restante financiamento a cargo da Região. O executivo açoriano prevê que, até final de 2027, seja feito lançamento do concurso público internacional para a requalificação, redimensionamento e reparação do HDES, tendo em conta que a preparação das peças documentais e técnicas "é particularmente exigente" (Açoriano Oriental, texto da jornalista Paula Gouveia)


Canárias insatisfeita a meses de novas eleições...

fonte: Diário de Avisos

Nova LFR: será que vai mesmo? Já há polémicas...

 

fonte: Açoriano Oriental

Bruselas propone prorrogar hasta 2035 la exención que evita encarecer los vuelos de Canarias

La propuesta de la Comisión Europea, que aún debe aprobar el Parlamento, amplía cinco años una excepción garantizada solo hasta 2030 e incluye por primera vez a las incineradoras de residuos. La Comisión Europea propuso este jueves prorrogar hasta el 31 de diciembre de 2035 la exención que libra a los vuelos y trayectos marítimos de las regiones ultraperiféricas (RUP) del pago de derechos de emisión (ETS), una medida que hasta ahora solo estaba garantizada hasta 2030. La decisión, incluida en la revisión de la legislación climática comunitaria, evita de momento un encarecimiento de los billetes aéreos y del transporte de mercancías entre Canarias y la península. La propuesta no es todavía definitiva: deberá superar el filtro del Consejo de Ministros de Medioambiente y del Parlamento Europeo antes de entrar en vigor.

Canarias: uma desgraça aérea que não ocorreu..,


Fonte: Diario de Avisos