quarta-feira, agosto 26, 2026

Canarias tiene la flota pesquera más vieja de España: sus 688 barcos tienen 45 años de media

Hay barcos que salen a faenar cada mañana en Canarias y fueron construidos cuando España acababa de estrenar democracia. La edad media de los 688 buques del caladero canario alcanza los 45 años, lo que convierte a Canarias en el territorio con la flota pesquera más envejecida de todos los caladeros nacionales, según la última estadística del Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación correspondiente a 2024. La comparación con el resto de España refleja la magnitud de la diferencia.

Quince años más

  • Los barcos del Cantábrico-Noroeste tienen 37 años de media.
  • Los del Mediterráneo, 34.
  • Los del Golfo de Cádiz, 30.
  • Canarias: 45.

Por tanto, el barco pesquero canario medio es ocho años más antiguo que uno del Cantábrico y quince años más viejo que uno del Golfo de Cádiz. La diferencia es todavía mayor respecto a las flotas españolas que operan en caladeros europeos, cuya media ronda los 23 años.

terça-feira, agosto 25, 2026

Canárias: El deporte mueve más de 5.700 millones de euros al año y genera más de 66.000 empleos

El deporte ya representa cerca del 4,5% del Producto Interior Bruto (PIB) de Canarias, genera más de 66.000 puestos de trabajo y tiene un impacto económico anual superior a los 5.700 millones de euros en el archipiélago. Son algunos de los datos destacados este viernes por el Gobierno de Canarias en un comunicado con motivo de la próxima celebración de ExpoDeca 2026. Según la información difundida por el Ejecutivo autonómico, alrededor de 2.600 empresas desarrollan en las islas actividades relacionadas de alguna manera con el deporte, lo que supone aproximadamente el 1,4% del tejido empresarial canario. El sector genera directamente unos 2.586 millones de euros, equivalentes al 4,45% del PIB regional, mientras que su impacto económico indirecto eleva la cifra hasta los 5.742 millones.

Canarias reduce un 15% su oferta de viviendas vacacionales en un año

Canarias contaba en julio de 2026 con 39.678 viviendas vacacionales disponibles, un 15% menos que en el mismo mes del año anterior, según los datos de la Estadística Experimental de Vivienda Vacacional elaborada por el Instituto Canario de Estadística (ISTAC). Tenerife concentra la mayor parte de esta oferta, con el 41% del total de viviendas vacacionales disponibles en las islas. Le siguen Gran Canaria, con el 21%, Lanzarote, con el 17%, y Fuerteventura, con el 14%. En términos de capacidad alojativa, las viviendas vacacionales disponibles sumaron 162.426 plazas en julio, lo que representa un descenso del 16% respecto a julio de 2025.

El 95,5% de las viviendas recibió alguna reserva

Durante el mes de julio, 37.897 viviendas vacacionales registraron al menos una reserva, lo que supone el 95,5% del total de alojamientos disponibles en las plataformas digitales analizadas por el ISTAC. Estos datos forman parte de una operación estadística experimental cuyo objetivo es ofrecer indicadores mensuales sobre la capacidad, ocupación y rentabilidad de las viviendas vacacionales, además de otros datos de interés para el sector turístico. La estadística analiza las viviendas vacacionales que ofrecen alojamiento en Canarias a través de plataformas digitales de intermediación. Al utilizar indicadores similares a los empleados en las estadísticas tradicionales de los establecimientos hoteleros y extrahoteleros, permite comparar la evolución de ambas modalidades de alojamiento turístico (Atlantico Hoy)

Incêndio em computador portátil controlado a bordo de um Airbus A321 da American Airlines

Um computador portátil incendiou-se a bordo de um Airbus A321 da American Airlines durante a aproximação ao Aeroporto Internacional de Dallas Fort Worth, nos Estados Unidos, na semana passada. O incidente ocorreu no voo AA2398, operado por um Airbus A321 com a matrícula N197UW, que fazia a ligação entre Atlanta e Dallas Fort Worth. Durante a aproximação, foi detetado fumo e fogo provenientes de um dispositivo eletrónico pertencente a um passageiro. De acordo com as comunicações entre a tripulação e o controlo de tráfego aéreo, os pilotos informaram inicialmente que existia um incêndio na cabine e que vários passageiros poderiam ter sofrido queimaduras.

A tripulação de cabine conseguiu, contudo, controlar rapidamente a situação e conter o equipamento antes da aterragem. O avião aterrou em segurança e prosseguiu normalmente até à porta de embarque, onde era aguardado pelas equipas de emergência. A American Airlines confirmou posteriormente que um passageiro recebeu assistência médica no aeroporto, tendo sido tratado e posteriormente teve alta. O caso volta a chamar a atenção para os riscos associados às baterias de iões de lítio utilizadas em computadores portáteis, telemóveis, tablets e baterias externas. Estas baterias podem sobreaquecer e incendiar-se quando são danificadas, sobrecarregadas, expostas à água ou acondicionadas de forma inadequada.

Segundo a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA), foram registados, desde o início de 2026, 58 incidentes verificados envolvendo baterias de lítio que provocaram fumo, fogo ou aquecimento extremo. As regras norte-americanas determinam que baterias de lítio e baterias externas (power banks) sejam transportadas na cabine e não na bagagem de porão. A medida permite que a tripulação possa identificar e atuar rapidamente caso uma bateria apresente sinais de sobreaquecimento ou incêndio. O incidente em Dallas Fort Worth terminou sem consequências graves para a operação do voo, mas evidencia mais uma vez a importância de seguir as regras de transporte de equipamentos eletrónicos e baterias a bordo das aeronaves (Aviação TV)

Com a ajuda da IA: como o Grupo Lopesan planeia avançar com as suas novas obras

O Grupo Lopesan, principal beneficiário do acordo histórico da moratória (concentrando 31 dos 45 recursos contra a administração), planeia utilizar a injeção financeira de 300 milhões de euros e a devolução dos seus plenos direitos urbanísticos para acelerar uma forte estratégia de expansão. O objetivo da empresa é duplicar o seu número de camas em propriedade nas Canárias nos próximos cinco anos.

O plano de avanço das novas obras estrutura-se em três frentes principais:

1. Construção de Macrocomplexos HoteleirosAproveitando o desbloqueio das parcelas no sul de Gran Canaria (principalmente na área de Meloneras e Maspalomas), a Lopesan vai focar-se no turismo de grande escala e de luxo:

Lopesan Meloneras Family: Um dos projetos de maior destaque é este novo macrohotel de cinco estrelas focado no turismo familiar. Contará com quase 1.000 quartos, distribuídos por uma área de 160.000 metros quadrados que funcionará como uma "pequena cidade turística" com piscinas, zonas comerciais e quatro restaurantes.

Resort em Pasito Blanco: A empresa projeta também um grande complexo de cinco estrelas que prevê incluir vilas, bangalós e habitações de férias, embora o projeto tenha enfrentado alguns entraves e fiscalizações municipais recentes quanto às licenças.

2. Diversificação para o Setor Residencial e de AluguerNuma mudança estratégica para acalmar as tensões sociais sobre a habitação nas ilhas, o grupo anunciou que vai investir na construção de habitação residencial:

326 novas habitações: A Lopesan vai investir cerca de 12 milhões de euros para construir habitações destinadas ao aluguer em Gran Canaria.

Casas de Proteção Oficial (VPO): O plano arranca com a construção de 59 habitações protegidas para aluguer de longa duração na zona de Arguineguín (Mogán), seguidas de uma segunda fase com mais 71 frações e uma terceira promoção de 196 habitações em San Fernando de Maspalomas.

3. Faseamento e Licenciamento Local

Para evitar novos bloqueios legais, a Lopesan está a avançar com os projetos de forma autónoma e por fases:

Movimentos de terras: A empresa já iniciou os trabalhos preliminares de preparação de terrenos nas parcelas cujas licenças estão em fase final de aprovação.

Defesa jurídica individual: O grupo tem defendido junto dos Cabildos a legalidade de cada projeto individualmente (como nas obras em curso em Veneguera), assegurando que cada intervenção conta com os seus próprios títulos e permissões administrativas para evitar que sejam avaliadas como uma macro-obra conjunta.

Com a ajuda da IA: quando foi aprovado pacto de la moratoria en Canárias

A primeira moratória turística nas Ilhas Canárias foi aprovada em 18 de julho de 2001, através de decretos do Governo regional para conter a construção de novos alojamentos. Seguiram-se outras normativas de prorrogação e reedição em abril de 2003 e a de maio de 2009 (promovida pelo pacto de governo da época).

Principais Marcos das Moratórias nas Canárias

Julho de 2001: Aprovação do decreto inicial de paralisação de novas licenças turísticas por um ano.

Abril de 2003: Aprovação da primeira grande Lei de Directrices (por unanimidade).

Maio de 2009: Aprovação da segunda grande moratória (Ley de medidas urgentes), impulsionada pelo pacto de governo CC-PP, sem o apoio do PSOE.

Agosto de 2026: Fecho de um acordo extrajudicial histórico de cerca de 485–500 milhões de euros para liquidar 25 anos de litígios com os hoteleiros afetados por estas restrições.

Principais impulsores políticos da moratória turística nas Ilhas Canárias

Os principais impulsores políticos da moratória turística nas Ilhas Canárias, adotada entre 2001 e 2003, foram os líderes do governo regional da época:

Román Rodríguez (entonces presidente do Gobierno de Canarias) e Adán Martín (que desempenhava um papel central na política territorial e de planeamento).

Detalhes do Acordo

Período: A medida inicial foi implementada entre 2001 e 2003 para travar a concessão de licenças de novos alojamentos e conter a pressão sobre o território.

Conflito: A moratória gerou um litígio judicial histórico de mais de duas décadas entre o governo regional e os empresários hoteleiros.

Resolução: O conflito foi recentemente encerrado com um acordo financeiro e de planeamento urbano para compensar e desbloquear os terrenos afetados.

Canárias: el acuerdo de la moratoria turística abre la vía a construir 30 proyectos en el sur de Gran Canaria...

El acuerdo alcanzado entre el Gobierno de Canarias y los empresarios hoteleros por el que se libera de la recalificación a suelo rústico a 36 parcelas afectadas por la moratoria turística en la provincia de Las Palmas, abre la puerta a la edificación de nuevos proyectos de carácter turístico en zonas en las que se había detenido la creación de plazas alojativas en los últimos 25 años. Si bien el acuerdo no habilita en ningún momento la construcción de hoteles ni de ningún otro tipo de infraestructura turística, sí devuelve esa potestad al planeamiento urbanístico de cada municipio, que tendrá que ser quien decida junto con los propietarios de esas parcelas el uso que se le va a dar.

Según han podido confirmar el director general de Ordenación de la Consejería de Política Territorial del Gobierno de Canarias, Onán Cruz, la inmensa mayoría de estas parcelas están ubicadas en el sur de Gran Canaria (30) mientras que el resto se dividen entre Fuerteventura, con cinco parcelas y Lanzarote con solo una.

Venezuela: o lento regresso à normalidade...

fonte: El Pais

Com a ajuda da IA: impacto económico e territorial das moratórias turísticas nas Canárias

O impacto económico e territorial das moratórias turísticas nas Ilhas Canárias moldou profundamente o modelo de negócio da região e resultou, em agosto de 2026, num dos maiores desembolsos financeiros da história do arquipélago.

O balanço divide-se entre as consequências diretas no mercado e o recente fecho dos litígios judiciais.

1. O Acordo Histórico de Agosto de 2026 (O Custo Judicial)Após quase 25 anos de disputas legais entre os promotores imobiliários e o Governo das Canárias devido à suspensão de licenças, foi selado um acordo extrajudicial definitivo:

Indemnização milionária: 

O Governo das Canárias concordou em pagar 485 milhões de euros aos hoteleiros afetados. Embora represente metade dos cerca de 1.000 milhões inicialmente exigidos em tribunal, o valor equivale a perto de 4% de todo o orçamento anual da comunidade autónoma.

Grandes beneficiados: O Grupo Lopesan receberá a maior fatia (cerca de 300 milhões de euros), visto ter sido a empresa com mais projetos travados no sul de Gran Canaria.

Desbloqueio de construção: Como contrapartida pela redução da indemnização, o arquipélago manteve a classificação urbana dos terrenos. Isto descongela a construção de 36 parcelas turísticas para novos resorts de grande luxo, vilas e hotéis (30 em Gran Canaria e 6 repartidos entre Fuerteventura e Lanzarote).

2. Impacto no Mercado Turístico e de Alojamento

Durante as últimas duas décadas, as restrições alteraram radicalmente a oferta:

Inflação do preço das camas: 

- Ao limitar por lei a criação de novas vagas, as licenças existentes tornaram-se ativos extremamente valiosos. Isto encareceu o alojamento e impulsionou a reabilitação de hotéis obsoletos em vez da construção a partir do zero.

Foco no turismo de luxo: As exceções legais da moratória de 2009 permitiam apenas hotéis de 5 estrelas ou superior, o que elitizou progressivamente o perfil de construção nas ilhas.

Efeito contraproducente (Alojamento Local): Ao conter legalmente o crescimento da hotelaria tradicional, abriu-se espaço para a explosão desregulada do arrendamento de curta duração (alojamento local) em zonas residenciais, gerando a atual crise habitacional e protestos civis como os da plataforma "Canarias tiene un límite".

3. Divergência Política sobre a Origem da Dívida

Existe um forte debate político sobre qual das normativas gerou este prejuízo de 485 milhões:

- O antigo presidente Román Rodríguez defende que a moratória original de 2001 desclassificou 400.000 camas a custo zero para os cofres públicos e de forma legal. Os relatórios oficiais apontam que as indemnizações milionárias nasceram sobretudo das restrições e critérios aplicados na reedição da lei em 2009, cujas nuances jurídicas permitiram aos hoteleiros avançar com processos de responsabilidade patrimonial contra o Estado.

Clavijo exige a Sánchez que dé «un paso al frente» por Canarias y la defensa de su estatus RUP

 

El presidente del Ejecutivo canario ha enviado una misiva al líder estatal para solicitarle que convoque una cumbre de regiones ultraperiféricas antes del Consejo Europeo del 15 de octubre.  En el primer Consejo de Gobierno del nuevo curso político en Canarias tocó hacer balance de los tres años de legislatura del 'modo canario' del presidente Fernando Clavijo, así como marcar los retos pendientes del último año antes de los comicios. Entre ellos está ganar mayor peso en la Unión Europea y «blindar» el estatus de Región Ultraperiférica de las islas en el nuevo marco financiero plurianual de la UE. Así, el líder autonómico ha enviado una carta al presidente del Gobierno de España, Pedro Sánchez, para reclamarle que impulse la celebración de una cumbre entre los presidentes de las RUP y los responsables de España, Francia y Portugal antes del próximo Consejo Europeo, que se celebrará el 15 de octubre. Precisamente, Sánchez trasladó a Clavijo su predisposición a participar en esta reunión de alto nivel. «Necesitamos que el Gobierno del Estado dé un paso al frente y que se implique al máximo», trasladó el portavoz del Ejecutivo regional, Alfonso Cabello, en la rueda de prensa posterior al Consejo de Gobierno.

Com a ajuda da IA: Canárias, o que é el pacto de la moratória?

"Pacto de la Moratoria" é um acordo extrajudicial histórico alcançado em agosto de 2026 entre o Governo das Ilhas Canárias e várias empresas do setor hoteleiro. Este pacto põe fim a um conflito jurídico e político que durava há 25 anos devido à moratória turística aplicada na região. O acordo resolve as disputas sobre terrenos que tinham sido bloqueados para o desenvolvimento hoteleiro e define compensações milionárias.

Os pontos principais do acordo

Indemnizações milionárias: O Governo de Canárias concordou em pagar um total de 485 milhões de euros em indemnizações aos empresários afetados. Desse valor, cerca de 300 milhões de euros serão destinados ao grupo hoteleiro Lopesan. Os empresários aceitaram receber sensivelmente metade dos 1.000 milhões de euros que exigiam inicialmente nos tribunais.

Desbloqueio de construção: O pacto "descongela" e liberta os direitos urbanísticos de 36 parcelas afetadas na província de Las Palmas (principalmente no sul de Gran Canaria e em Fuerteventura). Isto viabiliza a retoma de cerca de 30 projetos, permitindo construir mais de vinte resorts, hotéis de grande luxo e villas.

Manutenção do solo urbano: O Governo regional renunciou à intenção de reclassificar estes terrenos como solo rústico (protegido), garantindo que as empresas mantêm o direito de construir para fins turísticos.

O Contexto Histórico

A moratória original foi implementada há duas décadas e meia com o objetivo de travar o crescimento turístico massivo e descontrolado nas ilhas, protegendo o território. Contudo, a restrição gerou dezenas de recursos judiciais por parte de promotores que viram os seus terrenos urbanizáveis bloqueados pela administração pública.

Polémica e Críticas

Apesar de o Governo apresentar o acordo como uma poupança face ao que poderia perder nos tribunais, o pacto gerou forte contestação social. Coletivos de cidadãos e ecologistas, como a plataforma Canarias tiene un límite, classificaram o acordo como um "fraude". Estes movimentos criticam o facto de os hoteleiros receberem indemnizações públicas avultadas e, em simultâneo, manterem a autorização para construir novas camas num arquipélago que já enfrenta forte saturação turística.

Falando de ordenamento do território com a Madeira nas tabelas

fonte: Jornal de Notícias

TUI lanza una nueva marca de vacaciones baratas que ya vende viajes a Canarias

El gigante turístico TUI ha decidido entrar de lleno en la batalla por el viajero que busca vacaciones al menor precio posible. El grupo ha estrenado en Reino Unido Sundeals, una nueva marca independiente orientada específicamente al cliente que compara ofertas por internet y prioriza el precio, y Canarias está desde el comienzo entre los destinos disponibles. La nueva plataforma ofrece acceso a alrededor de 20.000 hoteles repartidos entre más de 100 destinos y se diferencia del modelo tradicional de TUI porque combina inventario propio del grupo con servicios de terceros. Eso permite que un mismo paquete pueda incluir alojamiento y vuelos operados no solo por TUI, sino también por compañías como Ryanair o easyJet. El movimiento tiene especial interés para Canarias por el peso que mantiene el mercado británico en el turismo de las Islas y porque el Archipiélago figura expresamente dentro de la oferta de la nueva plataforma.

Canárias: chuva de recursos contra uso abusivo de apartamentos habitacionais

fonte: La Provincia, Canárias

Tenerife: se outros conseguem (no Teide) nós não conseguimos?

fonte: Opinião de Tenerife

O peso dos subsídios da China à indústria

fonte:  Expresso

Canárias a caminho das eleições de 2027


fonte: La Província, Canárias

Venezuela: o regresso do capitalismo selvagem

fonte: El Pais, Espanha

Canárias: Las Palmas começa a debater turismo excessivo

fonte: La Provincia

Venezuela e a integridade eleitoral

fonte: El País, Espanha

Baleares: avisos na restauracção

fonte: Expresso

Os problemas da habitação em Espanha

fonte: Ultima hora, Baleares, Espanha

Baleares: turismo e habitação

fonte: Ultima Hora, Baleares, Esanha

E o OE para 2027?

fonte: Dinheiro Vivo, DN-Lisboa

Ibiza: Turismo criticado

fonte: Diário de Ibiza, Espanha

Os medos na Baixa de Lisboa

fonte: Expresso

A guerra dos guarda-sóis nas praias

fonte: Expresso

segunda-feira, agosto 24, 2026

Venezuela: julgamento de Maduro no Verão de 2027?

fonte: Cinco Dias

Turismo: apesar de tudo, Algarve resistiu

fonte: Público

Turismo: sinais de alerta em Lisboa e Açores no AL

fonte: Público

Turismo: antes de encerrar para obras, emblemático hotel em Cascais confirma despedimento coletivo

O Hotel Cascais Miragem, em Cascais, vai avançar com um despedimento coletivo na sequência do encerramento temporário para obras de remodelação. A emblemática unidade hoteleira deve fechar portas em novembro. A denúncia foi comunicada pelo Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Sul: aberto há mais de 20 anos, o Hotel Cascais Miragem Health & SPA, localizado na marginal de Cascais, prepara-se para despedir todos os trabalhadores, na sequência do encerramento temporário para obras de remodelação. Previsto para o final do verão, o fecho de portas deverá prolongar-se por pelo menos dois anos. A partir de dia 2 de outubro, o hotel não aceita reservas e as obras terão início a 1 de novembro. A unidade hoteleira de cinco estrelas foi adquirida em 2025 por um consórcio espanhol composto pela Ibervalles e pela ARD Investment & Development, numa operação avaliada em cerca de 125 milhões de euros. Está previsto um investimento adicional de aproximadamente 80 milhões de euros para a renovação e reposicionamento do hotel, elevando o montante global para cerca de 205 milhões de euros.

TAP está entre as companhias aéreas mais baratas da Europa, British Airways entre as mais caras

A TAP Air Portugal é a sétima companhia aérea mais barata da Europa entre as 23 transportadoras analisadas pela AirAdvisor, com uma receita por lugar-quilómetro disponível (RASK) de 6,96 cêntimos de euro em 2025, segundo um estudo divulgado pela plataforma especializada em direitos dos passageiros. A TAP Air Portugal é a sétima companhia aérea mais barata da Europa entre as 23 transportadoras analisadas pela AirAdvisor, com uma receita por lugar-quilómetro disponível (RASK) de 6,96 cêntimos de euro em 2025, segundo um estudo divulgado pela plataforma especializada em direitos dos passageiros.

A transportadora portuguesa ocupa a 17.ª posição do ranking geral, ficando abaixo de várias companhias aéreas europeias de rede, como a Iberia, a Lufthansa e a Air France. Face a 2024, o RASK da TAP recuou 0,17 cêntimos, de 7,13 para 6,96 cêntimos. O indicador RASK corresponde à receita anual de passageiros dividida pelos lugares-quilómetro disponíveis e inclui, além da receita dos bilhetes, outras receitas associadas aos passageiros, como taxas de bagagem, seleção de lugares e outros serviços adicionais. No topo da tabela surge a norueguesa Widerøe, com um RASK de 32 cêntimos de euro por lugar-quilómetro. A AirAdvisor salienta, contudo, que este valor é influenciado pelo perfil da companhia, que opera sobretudo aviões turboélice em rotas domésticas curtas e de baixa densidade no norte da Europa.

Venezuela suscribe acuerdos con Hunt Oil y SLB para el desarrollo de campos petroleros

La ministra Paula Henao señaló que estos acuerdos forman parte de la aplicación de la Reforma Parcial de la Ley Orgánica de Hidrocarburos y su reglamento, cuyo objetivo, según explicó, es facilitar la participación de inversionistas y convertir las reservas de petróleo y gas en producción efectiva La ministra de Hidrocarburos, Paula Henao, informó en las últimas horas sobre la firma de nuevos acuerdos con empresas internacionales destinados a «fortalecer la producción y el desarrollo del sector energético venezolano», durante la participación del país en la conferencia internacional Image 2026, en Houston, Estados Unidos.

Entre los convenios destaca un Contrato de Participación Productiva de Hidrocarburos con Hunt Oil, orientado al desarrollo y aumento de la producción en los campos Caro y Carisito. También fue suscrita una alianza marco con SLB, que contempla servicios relacionados con el estudio integrado de yacimientos y la caracterización de áreas petroleras en distintas regiones del país. En declaraciones ofrecidas a Venezolana de Televisión (VTV), Henao señaló que estos acuerdos forman parte de la aplicación de la Reforma Parcial de la Ley Orgánica de Hidrocarburos y su reglamento, cuyo objetivo, según explicó, es facilitar la participación de inversionistas y convertir las reservas de petróleo y gas en producción efectiva.

Airbus e Boeing esfregam as mãos: mundo vai precisar de 40 mil novos aviões

O mercado da aviação comercial vai continuar a crescer sem parar ao longo das próximas décadas, com 40 mil novos aviões necessários ao longo dos próximos 20 anos. A contribuir para este aumento de procura por novas aeronaves, está o surgimento de novas classes médias nos países emergentes, e também a substituição de aviões antigos por novos. A europeia Airbus prevê que a procura seja de mais de 42 mil aviões, com 22,2 mil a corresponder ao crescimento do mercado e quase 20 mil a substituírem aviões antigos, prevendo que 80% sejam de corredor único, segundo o “El Economista”. Por sua vez, a norte-americana Boeing estima que vão ser necessárias mais de 43,6 mil aviões até 2045, com a frota comercial mundial a passar dos 28 mil aviões atuais para mais de 50 mil unidades, uma subida de 80%. Este total, mais de 33,5 mil aviões serão de corredor único, continuando a ser o segmento dominante no mercado.

Já a europeia Airbus prevê que a procura seja de mais de 42 mil aviões, com 22,2 mil a corresponder ao crescimento do mercado e quase 20 mil a substituírem aviões antigos, prevendo que 80% sejam de corredor único. No caso da brasileira Embraer, a sua análise é restringida ao mercado de aviões com até 150 lugares. Este segumento deverá absorber 8,5 mil aviões até 2045, a valerem 650 mil milhões de dólares. A Ásia vai ser o principal motor do crescimento mundial da aviação, com a China a crescer ao ritmo de 5% ao ano, em termos de número de passageiros. Segue-se o Médio Oriente (também 5%), África e América Latina (ambas com 4% cada).A Airbus destaca o crescimento económico e demográfico de países como a Índia, Vietname, Indonésia ou Malásia, a par da expansão das suas classes média e do aumento das viagens de lazer. Para a Boeing, 55% das novas entregas serão em economias em desenvolvimento, com 45% a corresponder à América do Norte e Europa (Jornal Economico, texto do jornalista André Cabrita-Mendes)

Venezuela: Ministra de Hidrocarburos visitará Houston, donde podría firmar nuevos acuerdos energéticos

La ministra de Hidrocarburos de Venezuela, Paula Henao, estará en Houston en un evento con empresas estadounidenses que podría saldarse con la firma de acuerdos para que petroleras independientes del país norteamericano comiencen a participar en la producción de crudo en la nación caribeña, según señala este martes el medio Politico.com.Noticias sucesos La participación de Henao ha sido confirmada en un evento para promocionar en la ciudad texana la ‘Venezuela Energy Week’ (Semana de la Energía de Venezuela), una feria de inversión prevista para finales de febrero en Caracas. Según Politico, varias petroleras no pertenecientes a los grandes grupos estadounidenses se preparan para firmar acuerdos de producción de crudo con la estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA), lo que supondría un nuevo paso hacia una mayor participación de empresas estadounidenses en la industria energética venezolana. De acuerdo con tres fuentes anónimas citadas por el medio, está previsto que los acuerdos se suscriban en Houston, aunque no detallaron los nombres de las compañías involucradas ni los términos económicos de los contratos.

domingo, agosto 23, 2026

Venezuela: Delcy Rodríguez denuncia que existem setores que dividem o país e não respeitam a Lei de Amnistia

O presidente interino da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que existem setores que promovem a divisão do país e que não estão a cumprir o espírito da Lei de Amnistia, aprovada em fevereiro de 2026 como uma iniciativa para promover a reconciliação nacional. Rodríguez afirmou que a lei foi criada para promover a coexistência e deixar para trás o confronto político, por isso pediu a respeito desse processo e a evitam ações que, na sua opinião, alimentam novas divisões. As declarações geraram reações de setores críticos, que afirmam que a polarização política na Venezuela tem sido promovida por anos pelo próprio Chavismo e questionam se o chamado a reconciliação ocorre enquanto os confrontos verbais continuam entre os líderes oficiais e os oponentes (Diario Noticias)

Conflitos geopolíticos impuseram “sérios desafios operacionais” às companhias aéreas

“Com milhões de passageiros a viajar para férias, os aviões descolam com lotação quase esgotada. Contudo, ao comparar a época alta deste ano com o mesmo período do ano passado, torna-se evidente que a forte procura de viagens já não garante, por si só, um percurso tranquilo nos mercados financeiros”, assinala uma análise da XTB. Os conflitos geopolíticos, como a a “Guerra dos 12 Dias” em junho de 2025 e a recente escalada no Médio Oriente envolvendo os Estados Unidos, Israel e o Irão, aliados ao “complexo” panorama económico global, impuseram “sérios desafios operacionais” às companhias aéreas, apesar do apetite por viajar se manter elevado, considera a corretora XTB numa análise divulgada esta quinta-feira 20 de agosto.

“Com milhões de passageiros a viajar para férias, os aviões descolam com lotação quase esgotada. Contudo, ao comparar a época alta deste ano com o mesmo período do ano passado, torna-se evidente que a forte procura de viagens já não garante, por si só, um percurso tranquilo nos mercados financeiros”, assinala. Entre os desafios operacionais identificados estão: Tensões e fechos de espaço aéreo em regiões-chave (como o Médio Oriente e o Leste Europeu) obrigaram à alteração de trajetos, resultando em voos mais longos e maior gasto de combustível; As flutuações nos preços do petróleo encareceram o jet fuel, um dos maiores custos operacionais das companhias aéreas; As revisões salariais das equipas de bordo e o aumento das taxas aeroportuárias continuaram a pressionar as margens de lucro.

Regiões mais saturadas pelo turismo na Europa: Grécia ocupa os dois primeiros lugares



A Grécia surge no topo da lista das regiões europeias onde a pressão turística é mais elevada, com o Egeu Meridional a registar 127,2 noites passadas por turistas por cada residente. Os dados, referentes a 2024 e divulgados pelo Eurostat, mostram uma diferença particularmente expressiva entre a população residente e o número de noites de alojamento turístico em algumas das regiões mais procuradas da União Europeia. A análise dos dados do Eurostat, citada pela Euronews, revela que as regiões insulares gregas do Egeu Meridional e das Ilhas Jónicas apresentam os níveis mais elevados de saturação turística da União Europeia. A diferença entre visitantes e residentes é especialmente acentuada no Egeu Meridional, que inclui destinos como Santorini, Rodes e Kos.

Egeu Meridional regista mais de 41,5 milhões de dormidas

O Egeu Meridional ocupa o primeiro lugar da classificação, com 127,2 noites turísticas por cada residente. A região registou mais de 41,5 milhões de dormidas, apesar de ter uma população de aproximadamente 326 mil habitantes. A relação entre estes dois números traduz uma das maiores diferenças entre população residente e fluxo turístico registadas em qualquer região da União Europeia. Durante o período analisado, o número de noites passadas por visitantes ultrapassou largamente aquilo que seria expectável tendo em conta a dimensão da população permanente. A região inclui algumas das ilhas gregas mais conhecidas internacionalmente, entre as quais Santorini, Rodes e Kos, destinos que há muito integram os principais circuitos turísticos do Mediterrâneo. Os dados mostram, assim, a enorme dimensão que o turismo alcançou nestes territórios insulares, onde a população residente representa apenas uma pequena fração do número de visitantes contabilizados através das dormidas turísticas.

Las Palmas de Gran Canaria no quiere más turistas: la ciudad deja atrás el «cuanto más, mejor» para transformar su modelo turístico

Lograr que el turista pase más tiempo y gaste más en Las Palmas de Gran Canaria. Ese es el principal objetivo del nuevo Plan de Marketing Turístico 2026-2030 de la ciudad, una estrategia con la que «se quiere abandonar de forma definitiva la idea de que cuanto más, mejor», afirmó el concejal de Turismo capitalino, Pedro Quevedo, minutos antes de reunirse con diferentes actores del sector para configurar esta nueva fase de la planificación iniciada en 2008. Así, señaló el edil, la capital de Gran Canaria no se marca como prioridad atraer más visitantes, sino conseguir que el turismo aporte más valor social y económico con estancias más largas, mayor gasto en empresas locales, más empleo y una contribución visible a la mejora de la ciudad y la vida de sus residentes.

El turismo entra en los barrios

Por este motivo, los esfuerzos del Consistorio capitalino se centrarán en mejorar y ordenar la oferta existente para animar a los turistas a entrar en los barrios, conocer la vida local, descubrir la historia y el patrimonio, consumir la gastronomía canaria y vivir las experiencias menos conocidas, apoyándose en la «personalidad y la identidad de la ciudad», coincidieron Quevedo y la asesora técnica del plan, Mary Angels Serra. Para lograrlo, la planificación de los próximos cuatro años, que tiene como lema 'La ciudad atlántica donde el turismo genera valor', contempla varias líneas de actuación centradas en la mejora del posicionamiento comercial de Las Palmas de Gran Canaria como destino turístico con programas como LPA Deliciosa, orientado a proyectar la gastronomía local como eje identitario; LPA Barrios (calor y color), enfocado a extender los beneficios del turismo a los diferentes distritos; LPA Verde- Azul y LPA Activa, apoyadas en el valor del litoral y las actividades vinculadas al océano y a la naturaleza; o LPA MICE, para la celebración de eventos y congresos, y en la consolidación del mercado de África Occidental —especialmente en países como Marruecos, Mauritania y Senegal—, considerado un nicho de alto potencial híbrido entre negocios y ocio.

Venezuela assina acordo com petrolífera dos EUA para explorar dois campos

A Venezuela assinou um contrato com a empresa norte-americana Hunt Oil para o desenvolvimento de dois campos de petróleo e gás no leste do país sul-americano, anunciou a ministra dos Hidrocarbonetos, Paula Henao. A ministra, que lidera uma delegação em visita aos Estados Unidos (EUA), afirmou na terça-feira que se trata de um contrato de participação na produção para “o desenvolvimento e o aproveitamento da produção nos campos de Caro e Carisito”. Em entrevista à emissora estatal Venezolana de Televisión, Henao afirmou que a Hunt Oil é “uma empresa com provas dadas”, que “procurará recuperar a produção” nos dois campos. A ministra anunciou ainda uma aliança com a multinacional tecnológica SLB (antiga Schlumberger) para o desenvolvimento de um “estudo integrado de reservatórios” de petróleo e gás natural na Venezuela. Os acordos foram assinados em Houston, no estado do Texas, no sul dos EUA, onde Henao está acompanhada pelo vice-ministro da Geopolítica, Eduardo Ramírez.

Privatização das TAP atira companhia para o mundo das low-cost?

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Venezuela: poder e oposição em diálogo. Para quê?

fonte: Expresso

A farsa do reforço do poder local...

fonte: Diário Insular, Açores

Ilhas Feroe discutem o futuro, sob pressão

fonte: El Mundo, Espanha

Os impostos pagos pelos portugueses

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Quem manda no futebol português?

fonte: Expresso

Turismo: Algarve com sinais preocupantes

fonte: Expresso