segunda-feira, agosto 24, 2026

Venezuela: julgamento de Maduro no Verão de 2027?

fonte: Cinco Dias

Turismo: apesar de tudo, Algarve resistiu

fonte: Público

Turismo: sinais de alerta em Lisboa e Açores no AL

fonte: Público

Turismo: antes de encerrar para obras, emblemático hotel em Cascais confirma despedimento coletivo

O Hotel Cascais Miragem, em Cascais, vai avançar com um despedimento coletivo na sequência do encerramento temporário para obras de remodelação. A emblemática unidade hoteleira deve fechar portas em novembro. A denúncia foi comunicada pelo Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Sul: aberto há mais de 20 anos, o Hotel Cascais Miragem Health & SPA, localizado na marginal de Cascais, prepara-se para despedir todos os trabalhadores, na sequência do encerramento temporário para obras de remodelação. Previsto para o final do verão, o fecho de portas deverá prolongar-se por pelo menos dois anos. A partir de dia 2 de outubro, o hotel não aceita reservas e as obras terão início a 1 de novembro. A unidade hoteleira de cinco estrelas foi adquirida em 2025 por um consórcio espanhol composto pela Ibervalles e pela ARD Investment & Development, numa operação avaliada em cerca de 125 milhões de euros. Está previsto um investimento adicional de aproximadamente 80 milhões de euros para a renovação e reposicionamento do hotel, elevando o montante global para cerca de 205 milhões de euros.

TAP está entre as companhias aéreas mais baratas da Europa, British Airways entre as mais caras

A TAP Air Portugal é a sétima companhia aérea mais barata da Europa entre as 23 transportadoras analisadas pela AirAdvisor, com uma receita por lugar-quilómetro disponível (RASK) de 6,96 cêntimos de euro em 2025, segundo um estudo divulgado pela plataforma especializada em direitos dos passageiros. A TAP Air Portugal é a sétima companhia aérea mais barata da Europa entre as 23 transportadoras analisadas pela AirAdvisor, com uma receita por lugar-quilómetro disponível (RASK) de 6,96 cêntimos de euro em 2025, segundo um estudo divulgado pela plataforma especializada em direitos dos passageiros.

A transportadora portuguesa ocupa a 17.ª posição do ranking geral, ficando abaixo de várias companhias aéreas europeias de rede, como a Iberia, a Lufthansa e a Air France. Face a 2024, o RASK da TAP recuou 0,17 cêntimos, de 7,13 para 6,96 cêntimos. O indicador RASK corresponde à receita anual de passageiros dividida pelos lugares-quilómetro disponíveis e inclui, além da receita dos bilhetes, outras receitas associadas aos passageiros, como taxas de bagagem, seleção de lugares e outros serviços adicionais. No topo da tabela surge a norueguesa Widerøe, com um RASK de 32 cêntimos de euro por lugar-quilómetro. A AirAdvisor salienta, contudo, que este valor é influenciado pelo perfil da companhia, que opera sobretudo aviões turboélice em rotas domésticas curtas e de baixa densidade no norte da Europa.

Venezuela suscribe acuerdos con Hunt Oil y SLB para el desarrollo de campos petroleros

La ministra Paula Henao señaló que estos acuerdos forman parte de la aplicación de la Reforma Parcial de la Ley Orgánica de Hidrocarburos y su reglamento, cuyo objetivo, según explicó, es facilitar la participación de inversionistas y convertir las reservas de petróleo y gas en producción efectiva La ministra de Hidrocarburos, Paula Henao, informó en las últimas horas sobre la firma de nuevos acuerdos con empresas internacionales destinados a «fortalecer la producción y el desarrollo del sector energético venezolano», durante la participación del país en la conferencia internacional Image 2026, en Houston, Estados Unidos.

Entre los convenios destaca un Contrato de Participación Productiva de Hidrocarburos con Hunt Oil, orientado al desarrollo y aumento de la producción en los campos Caro y Carisito. También fue suscrita una alianza marco con SLB, que contempla servicios relacionados con el estudio integrado de yacimientos y la caracterización de áreas petroleras en distintas regiones del país. En declaraciones ofrecidas a Venezolana de Televisión (VTV), Henao señaló que estos acuerdos forman parte de la aplicación de la Reforma Parcial de la Ley Orgánica de Hidrocarburos y su reglamento, cuyo objetivo, según explicó, es facilitar la participación de inversionistas y convertir las reservas de petróleo y gas en producción efectiva.

Airbus e Boeing esfregam as mãos: mundo vai precisar de 40 mil novos aviões

O mercado da aviação comercial vai continuar a crescer sem parar ao longo das próximas décadas, com 40 mil novos aviões necessários ao longo dos próximos 20 anos. A contribuir para este aumento de procura por novas aeronaves, está o surgimento de novas classes médias nos países emergentes, e também a substituição de aviões antigos por novos. A europeia Airbus prevê que a procura seja de mais de 42 mil aviões, com 22,2 mil a corresponder ao crescimento do mercado e quase 20 mil a substituírem aviões antigos, prevendo que 80% sejam de corredor único, segundo o “El Economista”. Por sua vez, a norte-americana Boeing estima que vão ser necessárias mais de 43,6 mil aviões até 2045, com a frota comercial mundial a passar dos 28 mil aviões atuais para mais de 50 mil unidades, uma subida de 80%. Este total, mais de 33,5 mil aviões serão de corredor único, continuando a ser o segmento dominante no mercado.

Já a europeia Airbus prevê que a procura seja de mais de 42 mil aviões, com 22,2 mil a corresponder ao crescimento do mercado e quase 20 mil a substituírem aviões antigos, prevendo que 80% sejam de corredor único. No caso da brasileira Embraer, a sua análise é restringida ao mercado de aviões com até 150 lugares. Este segumento deverá absorber 8,5 mil aviões até 2045, a valerem 650 mil milhões de dólares. A Ásia vai ser o principal motor do crescimento mundial da aviação, com a China a crescer ao ritmo de 5% ao ano, em termos de número de passageiros. Segue-se o Médio Oriente (também 5%), África e América Latina (ambas com 4% cada).A Airbus destaca o crescimento económico e demográfico de países como a Índia, Vietname, Indonésia ou Malásia, a par da expansão das suas classes média e do aumento das viagens de lazer. Para a Boeing, 55% das novas entregas serão em economias em desenvolvimento, com 45% a corresponder à América do Norte e Europa (Jornal Economico, texto do jornalista André Cabrita-Mendes)

Venezuela: Ministra de Hidrocarburos visitará Houston, donde podría firmar nuevos acuerdos energéticos

La ministra de Hidrocarburos de Venezuela, Paula Henao, estará en Houston en un evento con empresas estadounidenses que podría saldarse con la firma de acuerdos para que petroleras independientes del país norteamericano comiencen a participar en la producción de crudo en la nación caribeña, según señala este martes el medio Politico.com.Noticias sucesos La participación de Henao ha sido confirmada en un evento para promocionar en la ciudad texana la ‘Venezuela Energy Week’ (Semana de la Energía de Venezuela), una feria de inversión prevista para finales de febrero en Caracas. Según Politico, varias petroleras no pertenecientes a los grandes grupos estadounidenses se preparan para firmar acuerdos de producción de crudo con la estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA), lo que supondría un nuevo paso hacia una mayor participación de empresas estadounidenses en la industria energética venezolana. De acuerdo con tres fuentes anónimas citadas por el medio, está previsto que los acuerdos se suscriban en Houston, aunque no detallaron los nombres de las compañías involucradas ni los términos económicos de los contratos.

domingo, agosto 23, 2026

Venezuela: Delcy Rodríguez denuncia que existem setores que dividem o país e não respeitam a Lei de Amnistia

O presidente interino da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que existem setores que promovem a divisão do país e que não estão a cumprir o espírito da Lei de Amnistia, aprovada em fevereiro de 2026 como uma iniciativa para promover a reconciliação nacional. Rodríguez afirmou que a lei foi criada para promover a coexistência e deixar para trás o confronto político, por isso pediu a respeito desse processo e a evitam ações que, na sua opinião, alimentam novas divisões. As declarações geraram reações de setores críticos, que afirmam que a polarização política na Venezuela tem sido promovida por anos pelo próprio Chavismo e questionam se o chamado a reconciliação ocorre enquanto os confrontos verbais continuam entre os líderes oficiais e os oponentes (Diario Noticias)

Conflitos geopolíticos impuseram “sérios desafios operacionais” às companhias aéreas

“Com milhões de passageiros a viajar para férias, os aviões descolam com lotação quase esgotada. Contudo, ao comparar a época alta deste ano com o mesmo período do ano passado, torna-se evidente que a forte procura de viagens já não garante, por si só, um percurso tranquilo nos mercados financeiros”, assinala uma análise da XTB. Os conflitos geopolíticos, como a a “Guerra dos 12 Dias” em junho de 2025 e a recente escalada no Médio Oriente envolvendo os Estados Unidos, Israel e o Irão, aliados ao “complexo” panorama económico global, impuseram “sérios desafios operacionais” às companhias aéreas, apesar do apetite por viajar se manter elevado, considera a corretora XTB numa análise divulgada esta quinta-feira 20 de agosto.

“Com milhões de passageiros a viajar para férias, os aviões descolam com lotação quase esgotada. Contudo, ao comparar a época alta deste ano com o mesmo período do ano passado, torna-se evidente que a forte procura de viagens já não garante, por si só, um percurso tranquilo nos mercados financeiros”, assinala. Entre os desafios operacionais identificados estão: Tensões e fechos de espaço aéreo em regiões-chave (como o Médio Oriente e o Leste Europeu) obrigaram à alteração de trajetos, resultando em voos mais longos e maior gasto de combustível; As flutuações nos preços do petróleo encareceram o jet fuel, um dos maiores custos operacionais das companhias aéreas; As revisões salariais das equipas de bordo e o aumento das taxas aeroportuárias continuaram a pressionar as margens de lucro.

Regiões mais saturadas pelo turismo na Europa: Grécia ocupa os dois primeiros lugares



A Grécia surge no topo da lista das regiões europeias onde a pressão turística é mais elevada, com o Egeu Meridional a registar 127,2 noites passadas por turistas por cada residente. Os dados, referentes a 2024 e divulgados pelo Eurostat, mostram uma diferença particularmente expressiva entre a população residente e o número de noites de alojamento turístico em algumas das regiões mais procuradas da União Europeia. A análise dos dados do Eurostat, citada pela Euronews, revela que as regiões insulares gregas do Egeu Meridional e das Ilhas Jónicas apresentam os níveis mais elevados de saturação turística da União Europeia. A diferença entre visitantes e residentes é especialmente acentuada no Egeu Meridional, que inclui destinos como Santorini, Rodes e Kos.

Egeu Meridional regista mais de 41,5 milhões de dormidas

O Egeu Meridional ocupa o primeiro lugar da classificação, com 127,2 noites turísticas por cada residente. A região registou mais de 41,5 milhões de dormidas, apesar de ter uma população de aproximadamente 326 mil habitantes. A relação entre estes dois números traduz uma das maiores diferenças entre população residente e fluxo turístico registadas em qualquer região da União Europeia. Durante o período analisado, o número de noites passadas por visitantes ultrapassou largamente aquilo que seria expectável tendo em conta a dimensão da população permanente. A região inclui algumas das ilhas gregas mais conhecidas internacionalmente, entre as quais Santorini, Rodes e Kos, destinos que há muito integram os principais circuitos turísticos do Mediterrâneo. Os dados mostram, assim, a enorme dimensão que o turismo alcançou nestes territórios insulares, onde a população residente representa apenas uma pequena fração do número de visitantes contabilizados através das dormidas turísticas.

Las Palmas de Gran Canaria no quiere más turistas: la ciudad deja atrás el «cuanto más, mejor» para transformar su modelo turístico

Lograr que el turista pase más tiempo y gaste más en Las Palmas de Gran Canaria. Ese es el principal objetivo del nuevo Plan de Marketing Turístico 2026-2030 de la ciudad, una estrategia con la que «se quiere abandonar de forma definitiva la idea de que cuanto más, mejor», afirmó el concejal de Turismo capitalino, Pedro Quevedo, minutos antes de reunirse con diferentes actores del sector para configurar esta nueva fase de la planificación iniciada en 2008. Así, señaló el edil, la capital de Gran Canaria no se marca como prioridad atraer más visitantes, sino conseguir que el turismo aporte más valor social y económico con estancias más largas, mayor gasto en empresas locales, más empleo y una contribución visible a la mejora de la ciudad y la vida de sus residentes.

El turismo entra en los barrios

Por este motivo, los esfuerzos del Consistorio capitalino se centrarán en mejorar y ordenar la oferta existente para animar a los turistas a entrar en los barrios, conocer la vida local, descubrir la historia y el patrimonio, consumir la gastronomía canaria y vivir las experiencias menos conocidas, apoyándose en la «personalidad y la identidad de la ciudad», coincidieron Quevedo y la asesora técnica del plan, Mary Angels Serra. Para lograrlo, la planificación de los próximos cuatro años, que tiene como lema 'La ciudad atlántica donde el turismo genera valor', contempla varias líneas de actuación centradas en la mejora del posicionamiento comercial de Las Palmas de Gran Canaria como destino turístico con programas como LPA Deliciosa, orientado a proyectar la gastronomía local como eje identitario; LPA Barrios (calor y color), enfocado a extender los beneficios del turismo a los diferentes distritos; LPA Verde- Azul y LPA Activa, apoyadas en el valor del litoral y las actividades vinculadas al océano y a la naturaleza; o LPA MICE, para la celebración de eventos y congresos, y en la consolidación del mercado de África Occidental —especialmente en países como Marruecos, Mauritania y Senegal—, considerado un nicho de alto potencial híbrido entre negocios y ocio.

Venezuela assina acordo com petrolífera dos EUA para explorar dois campos

A Venezuela assinou um contrato com a empresa norte-americana Hunt Oil para o desenvolvimento de dois campos de petróleo e gás no leste do país sul-americano, anunciou a ministra dos Hidrocarbonetos, Paula Henao. A ministra, que lidera uma delegação em visita aos Estados Unidos (EUA), afirmou na terça-feira que se trata de um contrato de participação na produção para “o desenvolvimento e o aproveitamento da produção nos campos de Caro e Carisito”. Em entrevista à emissora estatal Venezolana de Televisión, Henao afirmou que a Hunt Oil é “uma empresa com provas dadas”, que “procurará recuperar a produção” nos dois campos. A ministra anunciou ainda uma aliança com a multinacional tecnológica SLB (antiga Schlumberger) para o desenvolvimento de um “estudo integrado de reservatórios” de petróleo e gás natural na Venezuela. Os acordos foram assinados em Houston, no estado do Texas, no sul dos EUA, onde Henao está acompanhada pelo vice-ministro da Geopolítica, Eduardo Ramírez.

Privatização das TAP atira companhia para o mundo das low-cost?

fonte: Jornal de Negócios

Venezuela: poder e oposição em diálogo. Para quê?

fonte: Expresso

A farsa do reforço do poder local...

fonte: Diário Insular, Açores

Ilhas Feroe discutem o futuro, sob pressão

fonte: El Mundo, Espanha

Os impostos pagos pelos portugueses

fonte: Jornal de Negócios

Quem manda no futebol português?

fonte: Expresso

Turismo: Algarve com sinais preocupantes

fonte: Expresso

Turismo: massificação ameaça turismo nas Baleares

fonte: El Pais, Espanha

Venezuela: o chavismo tenta readaptar-se para sobreviver?

fonte: ABC, Esanha

Venezuela: EUA seguram Delcy até as eleições daqui a um ano?

fonte: ABC, Espanha

Europa concentra um terço dos gastos mundiais em turismo: estes são os quatro destinos que mais vão crescer

A Europa concentrou cerca de um terço de toda a despesa mundial em viagens de lazer durante 2025, reforçando a posição do continente como um dos principais destinos turísticos do planeta. Itália, Espanha, Turquia e França estão entre os países europeus com melhores perspetivas para este ano, com a despesa dos turistas a dever continuar a crescer em 2026. Os dados fazem parte do mais recente relatório de impacto económico do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), que prevê um aumento de 3,7% na despesa em turismo de lazer na Europa em 2026, acima do crescimento médio mundial, estimado em 3,1%. Entre os países que deverão apresentar uma evolução mais expressiva, a Itália surge em primeiro lugar, com uma subida prevista de 4,7%. Seguem-se Espanha, com 4,3%, Turquia, com 4,1%, e França, com 2,6%. A previsão surge depois de um ano de forte crescimento do turismo de lazer a nível mundial. Em 2025, os viajantes gastaram 6,15 biliões de dólares, cerca de 5,31 biliões de euros, em viagens de lazer, mais 3,5% do que no ano anterior. Este segmento representou 80,5% de toda a despesa mundial em viagens, que inclui também deslocações profissionais e viagens para visitar familiares. Do total, a Europa captou 2 biliões de dólares, aproximadamente 1,72 biliões de euros, o equivalente a cerca de um terço de toda a despesa mundial em turismo de lazer.

Curiosidades: As Maiores Cidades do Mundo (1950-2100)

fonte: Visual Capitalist

Curiosidades: As companhias aéreas mais movimentadas do Mundo por voos

fonte: Visual Capitalist

Crise automóvel europeia ameaça mais de mil empregos em Portugal

A quebra da produção automóvel na Alemanha e em Espanha está a aumentar a pressão sobre a indústria portuguesa de componentes, que depende fortemente destes dois mercados. A Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel estima que mais de mil postos de trabalho possam estar em risco nos próximos três anos. Segundo o Jornal de Notícias, Alemanha e Espanha absorvem quase metade das exportações portuguesas de componentes automóveis, o que deixa as empresas nacionais particularmente expostas à redução da produção nos dois maiores fabricantes de veículos da União Europeia. José Couto, presidente da AFIA, admite uma diminuição do emprego no setor, embora sublinhe que essa evolução não resulta apenas da contração do mercado, mas também do aumento da intensidade tecnológica nas empresas.

O alerta surge numa altura em que vários dos principais grupos automóveis europeus estão a preparar cortes significativos. A BMW está a preparar propostas de saída voluntária para cerca de 40 mil trabalhadores na Alemanha, enquanto a Volkswagen admite reduções que poderão atingir 100 mil postos de trabalho. Mercedes e Stellantis estão também a avançar com medidas de contenção de custos e ajustamento da capacidade produtiva. De acordo com o Jornal de Notícias, José Couto considera que a Europa enfrenta um problema de sobrecapacidade instalada, com os construtores a produzirem acima do nível compatível com a atual procura. Quando os fabricantes reduzem a produção de automóveis, a necessidade de componentes também diminui, obrigando os fornecedores a ajustar as próprias estruturas.

Paulo Prada, administrador do Grupo Pestana: “Se surgir uma boa oportunidade na Madeira não vamos deitar no lixo”

O Grupo Pestana inaugurou recentemente, o Pestana Dunas, a sua 18ª unidade na Região Autónoma da Madeira. No que concerne a planos de crescimento o administrador, Paulo Prada, admite que a Região, que já tem uma capacidade de 3.600 quartos, não é um dos focos do grupo para a sua expansão, mas reforçou que o grupo está atento caso surjam boas oportunidades no arquipélago. Mercado alemão e do centro da Europa são vistos pelo grupo hoteleiro madeirense, e o maior nacional, como mercados a explorar no Porto Santo.

O Grupo Pestana inaugurou a 14 de agosto a sua 18ª unidade na Região Autónoma da Madeira, de onde é originário. É o Pestana Dunas, com 218 quartos, que eleva a capacidade do grupo no arquipélago para 3.600 camas. Em entrevista ao Jornal Económico (JE), o administrador Paulo Prada diz que a Região não é, nesta altura, um mercado prioritário para o crescimento do grupo, face à atual oferta instalada, mas também garante que o grupo estará atento se surgirem boas oportunidades. “Temos 3.600 quartos na Região Autónoma da Madeira. Já é um share [quota] apreciável [na Região Autónoma da Madeira]. E nós não gostamos de meter os ovos todos no mesmo cesto. Temos possibilidade de ter mais 180 quartos no Porto Santo”, aposta. “Estaremos atentos. A Madeira é a terra onde o Grupo Pestana nasceu. Se surgir uma boa oportunidade não vamos deitar no lixo. Não estamos focados especialmente na Madeira. Estamos a crescer muito para os países europeus”, acrescenta.

Pestana Dunas: grupo madeirense inaugura 18ª unidade na Região Autónoma da Madeira

O grupo hoteleiro madeirense Pestana inaugurou este mês a sua 18ª unidade na Região Autónoma da Madeira aumentando a sua capacidade no arquipélago para as 3.600 unidades. Trata-se do Pestana Dunas, que fica localizado no Porto Santo. O Pestana Dunas é um eco-resort focado no conceito da sustentabilidade como definiu o administrador do Grupo Pestana, Paulo Prada, na sessão de inauguração do mais recente projeto do grupo hoteleiro madeirense no arquipélago. “O Pestana Dunas é um reforço da confiança que temos no Porto Santo. [Passamos] a ter 18 unidades na Região Autónoma da Madeira. Temos 3.600 quartos na Região. E mais de 500 quartos são no Porto Santo”, referiu. O Pestana Dunas tem a sua segunda fase do projeto aprovada mas esta só avançara “se as condições do destino” assim o permitirem. Um dos aspetos “decisivos” para o avançar desta segunda fase é a conectividade aérea, referiu Paulo Prada.

Turismo: Por qué cada vez más turistas disfrutan visitando supermercados durante sus vacaciones


Son las 10:00 de la mañana en un 7-Eleven de Tokio y estoy hombro con hombro junto a una decena de turistas; todos llevan cestas cargadas con los mismos productos: sándwiches esponjosos de huevo y mayonesa, bollos de katsu curry, Kit Kats de matcha y latas calientes de café Boss recién sacadas de los estantes térmicos. Detrás de mí, alguien fotografía su botín incluso antes de llegar a la caja. Cada pocos segundos, la conocida melodía de la tienda anuncia una nueva llegada. Nadie está aquí porque se le haya acabado el dentífrico. Todos estamos, abiertamente, comprando por la experiencia. Es un ritual de viaje que he repetido por todo el mundo. Una vez pasé la mayor parte de una tarde sofocante en Barcelona recorriendo los pasillos abarrotados de un Mercadona subterráneo en busca de tarros de crema de pistacho.

En un caótico Trader Joe's de Miami, ignoré por completo los alimentos básicos y compré seis botes del condimento "Everything But the Bagel" (una mezcla de condimentos y semillas que se usa para sazonar estos panes), para luego reorganizar mi maleta a su alrededor antes de volar a casa. Lo que empezó como una necesidad durante las vacaciones se ha convertido poco a poco en una de mis partes favoritas de viajar; algo que espero con ilusión y que cada vez integro más en el itinerario, en lugar de encajarlo a duras penas entre otras actividades. Carlos, un joven español de cabello oscuro, está de pie junto a un edificio al borde de la carretera con una gran pancarta publicitaria de apuestas deportivas. En la pancarta se aprecian claramente las palabras "bet9" y "Retiro de efectivo disponible en cualquier momento", junto a imágenes de futbolistas. Viste una camisa oscura de manga corta y pantalones oscuros. Se encuentra en un entorno urbano nigeriano, junto a una calle sin pavimentar, con peatones y un motociclista detrás de él, y dos grandes antenas parabólicas instaladas sobre el cartel.

Venezuela: AN destituye a Antonio Ecarri del Grupo de Amistad Parlamentaria Venezuela – Estados Unidos

El presidente de la Asamblea Nacional (AN), Jorge Rodríguez, anunció este sábado 22 de agosto la destitución del diputado Antonio Ecarri de la presidencia del Grupo de Amistad Parlamentaria Venezuela-Estados Unidos.  La medida responde a las recientes declaraciones del parlamentario sobre una propuesta para avanzar hacia la dolarización formal de la economía nacional con la asesoría del economista estadounidense Steve Hanke.  A través de un comunicado difundido en su cuenta de Telegram, Rodríguez argumentó que la decisión se fundamenta en que “sus acciones han sido irresponsables y han vulnerado el ordenamiento jurídico que estamos obligados a defender”. ​En el texto oficial, la directiva del Parlamento indicó que la remoción de Ecarri es por haber infringido el artículo 113 del Reglamento Interior y de Debates de la AN, el cual obliga a los diputados que ejercen funciones de diplomacia interparlamentaria a actuar con apego a la Constitución y a los intereses de la República.   También señaló que el diputado violó el artículo 318 de la Constitución, el cual establece taxativamente que la unidad monetaria de la República es el bolívar y que el Banco Central de Venezuela (BCV) es el único ente con competencia exclusiva para ejercer la política monetaria del país.  

​Investigación abierta e inicio de sanciones

​Ante estos hechos, el presidente de la AN confirmó el inicio de un procedimiento de investigación interna por parte de la junta directiva para determinar el alcance de las faltas cometidas por el diputado del partido Lápiz y fijar las sanciones correspondientes según el reglamento interno. “No permitiré que se utilice un grupo de amistad para intentar socavar de manera torpe y espuria las bases constitucionales y legales de nuestra República”, concluyó Rodríguez en su pronunciamiento (Telesurtv.net)

Porto Santo: Como os grupos madeirenses estão a responder à sazonalidade turística

Os Grupo Pestana e Grupo Sousa possuem no total quatro unidades no Porto Santo com mais de 500 quatros. Estes grupos madeirenses referem ao JE que têm procurado estratégias como a diversificação da oferta e o desenvolvimento de pacotes turísticos que combinam passagem marítima e alojamento para responder à sazonalidade turística do Porto Santo. Como têm os grupos madeirenses dado resposta à sazonalidade turística no Porto Santo? Grupo Pestana e Grupo Sousa, que possuem várias unidades na ilha madeirense, dão a resposta.

O Grupo Pestana possui duas unidades no Porto Santo e tem unidades no Porto Santo, o Pestana Porto Santo – All Inclusive e o recém-inaugurado Pestana Dunas Porto Santo – All Inclusive, que em conjunto agregam 500 quartos. O Grupo Pestana refere que os períodos de funcionamento das unidades são “ajustados à procura, necessariamente e totalmente dependente” da mobilidade aérea. “O Pestana Hotel Group procura assegurar uma operação tão alargada quanto possível, mantendo sempre a qualidade do serviço e a sustentabilidade da operação. Somos os primeiros interessados em ter o hotel em funcionamento todos os meses, mas não havendo procura que o justifique, não faz sentido manter os hotéis abertos. Nessas condições, a operação deixa também de ser motivadora para as equipas”, explica o administrador do Pestana Hotel Group, Paulo Prada.

O Grupo Sousa tem também duas unidades no Porto Santo, o Hotel Praia Dourada, com 110 quartos, estando aberto o ano inteiro, e o Hotel Torre Praia, com 43 twins, 7 duplos, 9 triplos, 3 quádruplos e 4 suites, que está aberto entre março e outubro. Em 2022, o Porto Santo possuía 396 alojamentos turísticos com uma capacidade de 7.580 camas, de acordo com o relatório do estado do Ordenamento do território do concelho do Porto Santo, elaborado pela Quaternaire Portugal. Aqui estão incluídos empreendimentos turísticos, estabelecimentos hoteleiros, conjuntos turísticos, apartamentos turísticos, alojamento local, quartos, apartamentos, moradias, estabelecimentos de hospedagem.

Quartos para arrendar chegam aos 527 euros e oferta cai mais de 25% antes do arranque do ano letivo


Os estudantes que conheceram os resultados da primeira fase de acesso ao ensino superior encontram um mercado de quartos cada vez mais apertado. Em agosto, a oferta disponível para arrendamento caiu mais de 25% em relação ao mesmo mês de 2025, enquanto o preço médio anunciado se mantém próximo dos 527 euros. Segundo o Diário de Notícias, o Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior previa reforçar a oferta pública em quase 19 mil camas, mas apenas 5.094 estão concluídas. O programa, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência, inclui 72 projetos em curso, entre construção nova, adaptação de edifícios, renovação de residências e aquisição de imóveis para reconversão, num total de 11.095 unidades de alojamento. Há ainda nove empreitadas a decorrer em imóveis total ou parcialmente ocupados, correspondentes a 2.649 camas.

Menos de um terço do investimento previsto foi executado

O investimento total previsto no PNAES ascende a 466,7 milhões de euros. Até agora, foram executados 129,3 milhões, menos de um terço do montante global. A limitação da oferta pública empurra uma parte significativa dos estudantes para o mercado privado, precisamente numa altura em que também aí há menos quartos disponíveis. De acordo com o Diário de Notícias, dados do Imovirtual mostram que em agosto existem, em média, 3.627 anúncios ativos por dia em Portugal, contra 4.850 no mesmo mês do ano passado. A quebra é de 25,2%. O preço médio anunciado, contudo, praticamente não mudou: passou de 526 euros em agosto de 2025 para 527 euros em agosto deste ano, uma subida de 0,2%.

terça-feira, agosto 18, 2026

Casi seis de cada diez canarios llegan con dificultades a fin de mes

Llegar a fin de mes continúa siendo complicado para buena parte de los hogares de Canarias. Casi seis de cada diez residentes en las Islas, concretamente el 58%, reconocen hacerlo con algún grado de dificultad económica, según los últimos datos del Índice de Confianza del Consumidor correspondientes al segundo trimestre de 2026. Dentro de este grupo, un 35,6% afirma llegar con cierta dificultad, mientras que otro 23,2% lo hace con dificultad o mucha dificultad. En el extremo contrario se encuentra una proporción mucho menor de la población. Solo un 9,5% de los residentes de 18 o más años asegura llegar a final de mes con facilidad o mucha facilidad. Los datos muestran, además, importantes diferencias dependiendo de la isla y de la comarca en la que se reside.

Diferencias por zonas

El norte de Tenerife presenta una de las situaciones más complicadas del Archipiélago. Allí, un 29% de los residentes afirma llegar a final de mes con dificultad o mucha dificultad. El porcentaje asciende hasta aproximadamente el 64% cuando también se incorpora a quienes aseguran tener alguna dificultad para cuadrar las cuentas del hogar. En cambio, las mayores proporciones de residentes que manifiestan llegar bien a final de mes se localizan en el área metropolitana de Tenerife, con un 42,8%, y en el norte de Gran Canaria, con un 41,9%. Los datos reflejan así que la capacidad económica de los hogares no es homogénea en Canarias y que existen diferencias significativas incluso entre distintas zonas de una misma isla.

Canarias frente a Madrid y Valencia: menos riqueza turística, pero mucha más dependencia

Para todo lo que depende Canarias del turismo, el Archipiélago no es, al menos entre algunos de los grandes destinos españoles, la comunidad que más riqueza genera con el turismo. La Comunitat Valenciana y Madrid superan a las Islas en PIB turístico, aunque no se acercan al peso que este sector tiene en la economía canaria. Según los últimos estudios IMPACTUR de Exceltur, el turismo generó en 2025 unos 23.375 millones de euros en Canarias, frente a los 29.622 millones de la Comunitat Valenciana y los 28.569 millones de Madrid. La diferencia aparece al poner esas cantidades en relación con el tamaño de cada economía: en las Islas el sector representa el 37,7% del PIB, mientras que en Valencia supone el 19% y en Madrid apenas el 8,7%. En otras palabras, Canarias genera alrededor de 6.200 millones menos de PIB turístico que la Comunitat Valenciana y unos 5.200 millones menos que Madrid, pero su dependencia económica del sector es mucho mayor. El peso del turismo sobre la economía de las Islas prácticamente duplica el valenciano y supera en más de cuatro veces el madrileño.

Cuatro de cada diez empleos

La brecha resulta todavía más visible al mirar al mercado laboral. Para hacer una comparación homogénea hay que acudir en este caso a 2024, último ejercicio con datos de empleo disponibles para las tres comunidades. Ese año, el turismo sostenía en Canarias unos 397.000 puestos de trabajo, el 42% de todo el empleo del Archipiélago. En la Comunitat Valenciana eran 384.171 trabajadores y el 17,4% del empleo total, mientras que en Madrid se contabilizaban 317.537 puestos vinculados al turismo, el 8,3%. De esta forma, Canarias no solo tenía más empleo turístico en términos absolutos que las otras dos comunidades, sino que su peso dentro del mercado laboral era muy superior.

El gasto de los turistas en Canarias se dispara un 10,2% y alcanza los 181 euros al día

El gasto de los turistas en Canarias aumentó un 10,2% durante el segundo trimestre de 2026 en comparación con el mismo periodo del año anterior, hasta alcanzar los 4.851 millones de euros, según los datos de la Encuesta sobre Gasto Turístico del Instituto Canario de Estadística (Istac). El incremento también se refleja en el gasto medio diario de los visitantes. Cada turista gastó una media de 181 euros al día, frente a los 157,9 euros registrados hace un año. Los turistas procedentes de Reino Unido, Alemania y España fueron los que realizaron una mayor aportación al gasto turístico total registrado en Canarias durante el segundo trimestre del año. Sin embargo, al analizar el desembolso medio diario por nacionalidades, Bélgica se sitúa a la cabeza, con un gasto de 201 euros por turista y día. En el extremo contrario se encuentran los visitantes procedentes de Italia, con un gasto medio diario de 134,5 euros, el más bajo entre los principales mercados analizados. Por islas, Tenerife y Gran Canaria concentran 6,3 de cada 10 euros gastados por los turistas en Canarias durante el segundo trimestre de 2026. Tenerife acumuló el 38,4% del gasto turístico total, mientras que Gran Canaria concentró el 24,4%. Ambas islas se mantienen así como los principales destinos del Archipiélago en volumen de gasto generado por los visitantes. En conjunto, los datos del Istac muestran un aumento tanto del gasto turístico total como del desembolso medio diario de los turistas que visitan Canarias (Atlântico Hoy)

El Ejecutivo central sitúa en 7.098 millones los recursos para Canarias, el máximo histórico

La consejera de Hacienda del Gobierno canario, Matilde Asiá

Canarias recibirá este año 7.098 millones de euros en entregas a cuenta del sistema de financiación autonómica, la cifra más alta registrada hasta ahora en el archipiélago según los datos difundidos este viernes por el Gobierno de España. El Ejecutivo central señala en un comunicado que esta cantidad supone un aumento de 3.291 millones respecto a 2018, el 67,5% más, y destaca que estos recursos están destinados "a financiar servicios públicos como la sanidad, la educación y los servicios sociales".

Balance

El balance presentado por el Gobierno también recoge que Canarias ha recibido 2.239 millones de euros a través de las distintas conferencias sectoriales desde 2019. A ello suman la propuesta "del nuevo modelo de financiación autonómica, que supondría otros 611 millones de euros anuales para las islas así como una condonación de deuda de 3.259 millones". Otro de los principales bloques del informe se centra en el mercado laboral. Detallan que, de acuerdo con la Encuesta de Población Activa (EPA) del segundo trimestre de 2026, la tasa de paro de Canarias "se sitúa en el 11,6%, frente a un 20% de 2018". En este sentido afirman que el archipiélago cerró junio con 964.931 afiliados a la Seguridad Social.

Canarias recibe 689 millones más, pero pierde peso en la financiación autonómica

Canarias contó en 2024 con 689 millones de euros más para financiar sus servicios públicos que el año anterior. Los recursos efectivos del Archipiélago pasaron de 8.345 a 9.034 millones de euros, según el último análisis de Fedea sobre la liquidación del sistema de financiación autonómica. Sin embargo, el aumento de la cuantía no ha impedido que las Islas pierdan peso frente al resto de comunidades. Y es que la financiación canaria creció, pero menos que la media autonómica, por lo que perdió ligeramente peso en el reparto.

Reparto por habitante

La financiación canaria pasó de 3.718 a 3.974 euros por habitante, lo que supone un incremento de 256 euros. En el conjunto de las comunidades de régimen común, la media subió desde 3.390 hasta 3.666 euros, es decir, aumentó en 276 euros. Por tanto, la financiación de Canarias avanzó, pero lo hizo 20 euros menos que el promedio. En 2023, las Islas se encontraban 328 euros por encima de la media, mientras que en 2024 esa ventaja se redujo hasta los 308 euros. El futuro está más cerca de lo que crees. Estos 7 inventos prometen transformar tareas que haces todos los días.

Canarias sitúa a sus diputados entre los parlamentarios autonómicos mejor pagados de España

Los 70 parlamentarios parten de 4.218 euros brutos al mes y se sitúan entre los diputados autonómicos mejor retribuidos del país. La cifra actualizada para 2026 supera en un 25% la asignación ordinaria de los diputados del Congreso. Canarias es una de las comunidades con los salarios más bajos de España. El Instituto Nacional de Estadística (INE) cifra en 25.120 euros anuales el salario medio de un trabajador en el Archipiélago en 2024. Esta cifra sitúa a Canarias como la segunda comunidad autónoma con el salario medio más bajo, solo por delante de Extremadura. Pero mientras la media salarial de los trabajadores canarios se encuentra en la parte baja del ránking nacional, la realidad es bien distinta para quienes tienen que asumir desde las instituciones las políticas para revertir esta situación. Los diputados del Parlamento de Canarias se encuentran entre los parlamentarios autonómicos con las retribuciones base más elevadas de España y cobran más que los diputados del Congreso y los senadores.

Una retribución de más de 59.000 euros al año

Los 70 diputados de la Cámara regional parten en 2026 de una retribución base de 4.218 euros brutos mensuales, distribuida en 14 pagas. Esta cantidad supone 59.054 euros brutos al año para los parlamentarios acogidos al régimen de dedicación exclusiva. La cifra coloca a Canarias en el grupo de comunidades autónomas cuyos diputados tienen una retribución base superior a la de los miembros del Congreso y del Senado. La asignación constitucional de los diputados del Congreso es de 3.366 euros mensuales en 2026, mientras que la de los senadores asciende a 3.417 euros.

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