terça-feira, setembro 08, 2026

Brasil atento aos protestos contra turistas na Europa




Ucrânia pondera legalizar indústria pornográfica para aumentar receitas para a guerra

Projeto de lei para legalizar o setor já foi aprovado na generalidade. Deputado que apresentou iniciativa estima que receitas da indústria pornográfica poderiam levar à compra de 30 mil drones. A Ucrânia está a ponderar a legalização da indústria pornográfica no país, de forma a aumentar as receitas para sustentar o esforço de guerra. Neste momento, um projeto de lei aguarda votação na especialidade no Parlamento ucraniano, após ter sido aprovado na generalidade. A iniciativa partiu do deputado Yaroslav Zhelezniak, do partido de oposição Holos (centro-direita). Na Ucrânia, a produção, distribuição e posse de conteúdos pornográficos são ilegais, podendo a pena chegar aos sete anos de prisão.

Ainda assim, o poder político e judicial tem permitido que a indústria pornográfica continue a funcionar nas sombras. “Se não pagarem impostos, estas mulheres enfrentam processos judiciais; se pagarem impostos, são condenadas por violar a lei da pornografia”, explicou Yaroslav Zhelezniak ao Wall Street Journal, descrevendo a situação como “tragicómica”. O deputado estimou mesmo que, caso a indústria pornográfica seja legalizada na Ucrânia, as receitas estatais poderão ser canalizadas para o setor militar — e levar à compra de 30 mil drones.

Opinião: Os grandes falhanços

O que se passa no controverso Regime Jurídico de Apoio à Cultura nos Açores é o padrão histórico do governo de coligação nos últimos dois anos, sempre envolto em trapalhadas por falta de cuidado nas medidas e em ouvir a cidadania. O Governo dos Açores cometeu um pecado capital a partir do momento em que se fechou à sociedade, ocupado que está nas suas tricas internas, sempre em estado de negação, resultando nos piores falhanços de que há memória na administração regional: falhou na SATA, falhou no HDES, falhou no turismo e falha no custo de vida.

O FALHANÇO DA SATA - Iam "salvar a SATA", transformando-a numa transportadora muito diferente do tempo dos socialistas. Acabaram por enterrá-la ainda mais, intrometeram-se na sua gestão como faziam "os outros" e transformaram a SATA numa segunda Saudaçor de má memória. A dívida acumulada no tempo desta coligação já é maior do que a deixada pelo governo do PS. Perdeu-se tempo no processo de privatização, voltou tudo à estaca zero e só agora é que aprenderam como se faz, copiando genericamente o processo da TAP.

Canarias solicita al Estado una declaración de apoyo a las RUP ante el futuro presupuesto europeo

El Gobierno de Canarias ha dado a conocer que ha solicitado al Estado que respalde ante la Unión Europea la declaración conjunta de las Regiones Ultraperiféricas (RUP) sobre el próximo Marco Financiero Plurianual 2028-2034. Según explican desde el Ejecutivo el presidente de Canarias, Fernando Clavijo, ha remitido por escrito esta posición común al ministro de Política Territorial y Memoria Democrática, Ángel Víctor Torres, y ha pedido que el Consejo de Ministros valore la aprobación de una declaración de apoyo a estos territorios frente a la propuesta de la Comisión Europea para el nuevo presupuesto comunitario. Desde el Gobierno de Canarias detallan que el objetivo es que esa declaración pueda elevarse posteriormente a las instituciones europeas con el respaldo de los tres Estados miembros a los que pertenecen las RUP: España, Francia y Portugal.

Documento

La declaración fue adoptada por las Regiones Ultraperiféricas reunidas en Tenerife el pasado 16 de marzo, durante el foro Horizonte RUP: posición común de las Regiones Ultraperiféricas ante el nuevo Marco Financiero Plurianual 2028-2034, organizado por el Gobierno de Canarias en la sede de Presidencia, en Santa Cruz de Tenerife. El encuentro reunió a representantes de los gobiernos de España, Francia y Portugal, de las instituciones europeas, de los ejecutivos de las RUP y del sector primario, con el objetivo de analizar el impacto del nuevo ciclo presupuestario europeo en estos territorios y articular una respuesta compartida ante los retos del próximo marco financiero.

Opinião: O Rep Rep agora é bom?

De repente, alguns políticos açorianos (e alguns partidos) parecem ter ficado deslumbrados com a figura do Representante da República (Rep Rep), só porque António José Seguro resolveu - e bem - inaugurar um novo ciclo, nomeando uma açoriana e mulher. A competência e as características pessoais da Dra. Susana Goulart não legitimam a aberração do cargo, que continua como uma "excrescência autonómica", sendo por isso uma figura constitucional "inútil" e "fútil".

No âmbito da Comissão Eventual para o Aprofundamento da Autonomia da Assembleia Legislativa dos Açores (que resultou num projeto aprovado por larga maioria em 2023), o PS-Açores (de que a nova Rep Rep foi deputada) uniu-se a outras forças políticas regionais para propor a extinção desta figura, por considerá-la ultrapassada face à atual maturidade do regime autonómico.

Nada mudou, daí para cá, para se tentar reabilitar, agora, a figura. É preciso manter este consenso, numa discussão que já leva mais de trinta anos.

Quando estamos a comemorar 50 anos de Autonomia Política e Administrativa, cheira a colonialismo bafiento tentar reabilitar o cargo, como fez a nomeada na sua primeira infeliz entrevista.

A própria chegada à Base das Lajes, com aquele aparato militar, de soberania rançosa, é o retrato do saudosismo de uma república que adorava os governadores civis.

Opinião: Dois anos de castigo!

Bem-vindos  à nova era de ciclos governativos mais curtos.

Muita gente ficou espantada - especialmente os parceiros da coligação - com a declaração de Bolieiro sobre o fim da coligação em 2028, quando ainda faltam dois anos de governação.

O "tacticídio" do líder do PSD-Açores tem uma explicação básica, sustentada na convicção de que a coligação esgotou-se, já não é credível junto da população e confirmada pelos estudos de opinião encomendados pelos partidos.

Este curto período de governação, em contrapartida com os longos períodos de poder absoluto do PSD e PS, não deveria surpreender ninguém, porque o ecossistema político da Região sofreu uma transformação estrutural profunda, a partir de Outubro de 2020, caracterizada pelo fim da era das maiorias absolutas estáveis e pela redução dos ciclos governativos.

A fragmentação partidária e o consequente desgaste das instituições tradicionais desenharam um novo paradigma de governabilidade no arquipélago, com a pulverização do voto, que alterou definitivamente a mecânica parlamentar regional.

Opinião: A República e as Autonomias

Sempre que a República se lembra dos Açores, tropeça nalguma trapalhada para nos prejudicar.

Está nos livros que a luta pela Autonomia nunca foi pêra doce, sendo encarada como uma esmola concedida pelo Terreiro do Paço, em vez de um direito soberano de quem vive e constrói o Atlântico todos os dias. Enquanto a República mantiver esta postura de arrogância centralista, o pacto constitucional continuará falhado.

Quis o Presidente da República, António José Seguro, comemorar o Dia de Portugal, por estes dias, na ilha Terceira, para relevar os 50 anos da Autonomia dos Açores, mas começou mal.

Primeiro, aprovou um programa cerimonioso, essencialmente político e de afirmação militar, sem chamar à festa os populares.

Depois, cometeu um erro de palmatória ao convidar apenas os líderes dos grupos parlamentares da Assembleia Regional, corrigindo à última da hora com convites a todos os deputados.

Reino Unido. IA ganha caso em tribunal pela primeira vez

Escritório de advogados apenas usa IA para tratar todo o processo pré-judicial, sendo que, neste caso, contratou um advogado para defender o cliente em tribunal. O escritório de advogados britânico de Inteligência Artificial (IA) Garfield AI venceu um caso no Tribunal do Condado de Wandsworth ao usar IA para auxiliar na realização de todo o trabalho jurídico antes do julgamento. Acredita-se que este é a primeira vez que um caso vence em tribunal com recurso a esta tecnologia, segundo o fundador da empresa.

“Este é um momento histórico, não apenas para a Garfield AI, mas também para o acesso à justiça”, sublinha ao Financial Times o fundador do escritório Philip Young, que elogia a acessibilidade da tecnologia para as empresas, que, durante muito tempo, “foram forçadas a dar baixa em dívidas porque o custo, o tempo e o stress de um processo judicial tornavam a cobrança inviável economicamente”. A ação envolveu o consultor de Recursos Humanos Tamires Camal Taquidir, que iniciou um processo judicial contra uma empresa do setor da hotelaria em relação uma dívida não paga de sete mil libras (8.120,65 euros), segundo o The Telegraph. Pagou ao escritório cerca de 400 libras (464,04 euros) “para que enviasse uma notificação extrajudicial”, refere o The Guardian.

Restauração em "modo sobrevivência" pede apoios ao Governo e autarquias para enfrentar verão incerto

Quebra na procura e subida dos custos está a ameaçar negócios e setor diz que encerramentos vão aumentar se não forem dadas respostas. Associação pede aos municípios que revertam taxas turísticas para apoiar promoção dos negócios locais. Calculadora na mão, pouco otimismo e muita incerteza. Este é o quadro traçado pelos empresários da restauração que, às portas do verão, dizem estar “em modo sobrevivência” e com a espada encostada à garganta. A época alta já não é sinónimo de balão de oxigénio para a atividade que está, este ano, ameaçada pelo aumento dos custos e pela quebra da procura.

“O cenário está mais complexo para a restauração, as dificuldades que já se sentiam há um ano agudizaram-se. Estamos num período de enorme incerteza e existe uma grande incógnita para este verão. Os empresários precisam de uma atividade forte durante estes meses para colmatar os períodos menos bons, mas, neste momento, há muita apreensão devido a toda a conjuntura”, explica ao DN o presidente da ProVar, Associação Nacional de Restaurantes, Daniel Serra.

A saúde financeira do setor tem vindo a deteriorar-se nos últimos anos: à pandemia, somaram-se a guerra na Ucrânia e o conflito no Médio Oriente e os embates sucessivos têm colocado em causa a viabilidade dos negócios. “É a tempestade perfeita. Temos custos cada vez mais altos, seja com matérias-primas, energia ou trabalhadores, e o cliente a consumir cada vez menos. É um cocktail realmente muito mau para a restauração”, garante.

segunda-feira, setembro 07, 2026

Canarias reclama en Europa políticas turísticas que mejoren la calidad de vida de los residentes

El viceconsejero de Turismo del Ejecutivo autonómico reivindicó que la conectividad aérea y marítima debe ser reconocida como una infraestructura esencial para los territorios insulares. El Gobierno de Canarias reclamó este martes ante el Parlamento Europeo un reconocimiento específico de la realidad de las regiones ultraperiféricas (RUP) en las políticas europeas de transporte y turismo, al considerar que la conectividad aérea y marítima es esencial para garantizar el desarrollo económico y social de estos territorios. Durante su intervención en la Comisión de Transporte y Turismo del Parlamento Europeo, el viceconsejero de Turismo, José Manuel Sanabria, defendió la necesidad de mantener y ampliar las excepciones para las RUP en el Régimen de Comercio de Derechos de Emisión (ETS) y de permitir ayudas públicas que faciliten la apertura de nuevas rutas aéreas.

Penalización

Sanabria defendió una estrategia turística europea que genere beneficios para la población local y mejore la calidad de vida de los residentes, más allá del crecimiento del número de visitantes. Las políticas turísticas deben favorecer el bienestar de las comunidades locales, la protección del patrimonio natural y cultural y un desarrollo equilibrado de los destinos. "El turismo es un motor de crecimiento, empleo y cohesión social, pero también debe proteger el bienestar de los residentes y preservar el patrimonio natural y cultural de nuestros territorios", afirmó. El representante del Gobierno canario alertó de que la aplicación de determinadas medidas ambientales europeas puede situar a Canarias en desventaja frente a otros destinos competidores fuera de la Unión Europea. El viceconsejero hizo hincapié en que "si el ETS no puede acompañarse de combustible sostenible disponible en las regiones ultraperiféricas, no estamos ante una transición justa, sino ante una penalización unilateral para nuestros territorios".

El Gobierno canario celebra el acuerdo con el Estado que actualiza el coste del transporte

El acuerdo con el Estado permitirá actualizar y revisar los costes del transporte de mercancías, incorporar la doble insularidad y avanzar hacia la compensación total prevista en el REF. El consejero de Obras Públicas, Vivienda y Movilidad del Gobierno de Canarias, Pablo Rodríguez, se ha mostrado este martes muy satisfecho con el acuerdo alcanzado con el Ministerio de Transportes para la actualización de los costes tipo del transporte de mercancías con Canarias y entre islas, cuya compensación al 100 % está recogida en el Régimen Económico y Fiscal (REF). Rodríguez, quien ha comparecido en el pleno del Parlamento a petición del diputado de CC, Miguel Yonathan Martín Fumero, ha confirmado que el acuerdo alcanzado en la comisión mixta no solo actualiza los costes tipo, sino que permite su revisión permanente y compensa la doble insularidad, lo que debería reflejarse en la cesta de la compra de las islas no capitalinas.

Canarias pierde turistas por cuarto mes seguido pero logra salvar la facturación

El turismo canario continúa mostrando señales de enfriamiento tras cuatro meses consecutivos de caída interanual en la llegada de visitantes extranjeros. Pese a ello, el Archipiélago conserva su peso como uno de los principales destinos internacionales de España y cerró julio en el podio autonómico con 1,2 millones de turistas. La pérdida de 8.195 viajeros respecto al mismo periodo del año anterior también tuvo reflejo en la facturación turística, que volvió a registrar un descenso, según la Estadística de Movimientos Turísticos en Frontera (Frontur).

Menos turistas, menor desembolso total. Esa es la lógica cuando cae el número de turistas, aunque el turismo canario ha conseguido esquivar un batacazo en la facturación gracias al aumento del gasto medio por visitante. La alta demanda favoreció el mantenimiento de precios elevados en los servicios turísticos y el alza en los precios de los contratos con los turoperadores, lo que ha compensado, en parte, la pérdida de viajeros. La traducción de este equilibrio se refleja en el bolsillo de quienes llegan a las Islas: su desembolso diario creció, según los datos disponibles, al pasar de los 218 euros de hace un año a los 236 euros actuales. Es por ello que la mirada del Archipiélago se dirige ahora hacia la evolución económica de sus principales mercados emisores. Reino Unido y Alemania continúan siendo los grandes motores del turismo canario, con millones de viajeros que cada año marcan en su calendario su escapada a las Islas. La fortaleza de sus economías acaba teniendo un reflejo directo en Canarias. Cuando sus hogares recuperan confianza, aumenta la predisposición a viajar.

Canarias, única comunidad española que pierde turistas extranjeros en julio

La caída fue mínima, con el 0,7% menos de visitantes que en el mismo mes de 2025, año con récord histórico de turismo en las Islas; pese al descenso, el Archipiélago solo aminora el 0,6% el total de turistas extranjeros recibidos hasta julio en relación con el mismo periodo precedente. Canarias consigue casi el empate en recepción de turistas extranjeros en el mes de julio de 2026 (los perdió en junio), un periodo que no forma parte de su temporada alta. El resultado logrado se puede decir que es bueno porque solo se aminora el 0,7% la marca de julio de 2025 (la comunidad autónoma española donde único hay reducción en el volumen de llegadas, tanto en julio como en la etapa enero-julio), al registrarse en el mes de estudio la cifra de 1,2 millones de turistas extranjeros, según las estadísticas de Frontur publicadas este martes por el Instituto Nacional de Estadística (INE).

Canarias lidera las pernoctaciones en apartamentos turísticos en julio con más de 2,5 millones

La caída de visitantes extranjeros este julio es muy escasa respecto al mismo mes de 2025 y, justo por este motivo, la variable con el acumulado del año, la suma de los siete primeros meses de 2026 (enero-julio), otorga una cantidad de visitantes con origen fuera de España y destino elegido en las islas Canarias de 9,02 millones de personas, solo el 0,6% inferior a idéntico indicador en el año precedente. En el mes de junio pasado, el comportamiento fue parecido, con descenso del 4,5% (cifra de 1,03 millones de turistas extranjeros).

Canarias recibe menos turistas extranjeros en julio y registra una caída del gasto

Canarias recibió 1.222.895 turistas extranjeros en julio, lo que supone un descenso del 0,67% respecto al mismo mes del año anterior, según los datos publicados este martes por el Instituto Nacional de Estadística (INE). El retroceso en la llegada de visitantes estuvo acompañado de una caída del gasto turístico. Los turistas extranjeros desembolsaron en las islas 2.188 millones de euros, un 1,3% menos que en julio de 2025.

Menos noches en las islas

Uno de los principales factores que explica la reducción del gasto total es el descenso de la estancia media. Cada turista extranjero permaneció de media 7,6 noches, un 7,9% menos que un año antes. El gasto medio por visitante también se redujo ligeramente, un 0,7%, hasta situarse en 1.790 euros durante su estancia en Canarias. Sin embargo, el gasto medio diario evolucionó en sentido contrario. Los turistas extranjeros gastaron 236 euros al día de media, un 7,8% más que en julio de 2025.

El Gobierno canario anuncia que el decreto Canarias se aprobará en el Consejo de Ministros el 8 de septiembre

La norma incluirá la bonificación del 60% del IRPF para los habitantes de La Palma, 100 millones para la recuperación de la isla y permitirá movilizar 600 millones del superávit canario. El portavoz del Gobierno de Canarias, Alfonso Cabello, ha informado de que el denominado decreto Canarias está previsto que sea aprobado en el Consejo de Ministros del próximo 8 de septiembre. Según explicó, el Ejecutivo canario y el Estado ya han intercambiado información y documentación sobre el contenido de la norma. Cabello ha explicado este lunes que buscan  "aprovechar" la "sensación de debilidad" que existe en torno al Ejecutivo para conseguir sacar adelante políticas que beneficien al Archipiélago.

Entre ellas está la aprobación del decreto Canarias, que incluye medidas como la bonificación del 60% del IRPF para los habitantes de La Palma, así como una partida de 100 millones de euros destinada a mejorar las condiciones para la recuperación de la isla. El decreto también contemplará la posibilidad de utilizar los 600 millones de euros de superávit de la Comunidad Autónoma de Canarias, una medida que, según indicó Cabello, llegará sin el condicionamiento vinculado a las inversiones financieramente sostenibles.

Educação: Mais alunos, professores insuficientes e muitas assimetrias

fonte: FFMS

Cábula sobre o ferry: o apoio dos estados da Europa nórdica ao transporte de mercadorias e passageiros com as respectivas ilhas

O estado finlandês financia as ligações marítimas para residentes nas ilhas?

Sim, o Estado finlandês financia diretamente as ligações marítimas para os residentes das ilhas através de um sistema público de transportes que torna a maioria destas rotas totalmente gratuitas.

A Finlândia trata as ligações por balsa e embarcações de ligação (yhteysalus) como extensões naturais da sua rede de estradas públicas.

Como funciona o financiamento e o serviço:

Financiamento Centralizado: O governo central da Finlândia, por meio dos centros regionais de desenvolvimento económico, transportes e ambiente (Centros ELY / Elinvoimakeskus), subsidia integralmente a operação das rotas para garantir a coesão territorial.

serviços operados pela empresa estatal Finferries (Suomen Lauttaliikenne Oy) e também contrata empresas privadas através de concursos públicos de longo prazo para assegurar o transporte.

Gratuidade Geral: Os ferries rodoviários amarelos (que ligam ilhas com infraestrutura de estradas) e as embarcações de ligação para as ilhas mais periféricas e isoladas são gratuitos para todos os passageiros, incluindo residentes e turistas.

Prioridade para Residentes: Embora o transporte em si seja gratuito na Finlândia continental, os residentes permanentes das ilhas têm direitos preferenciais. Eles podem solicitar passes de prioridade de tráfego (etuajo-oikeus) para avançar nas filas de embarque de viaturas, garantindo que a deslocação diária para o trabalho ou serviços básicos não seja prejudicada pelo turismo.

Cábula sobre o ferry: notas prévias

Começo por salvaguardar que serei, entre os presentes, aquele que menor habilitado está para abordar este tema. Desde logo porque não tenho todas as informações que julgo necessárias - nomeadamente a posição do Governo da República sobre este dossier e que para mim é o busílis da questão. Sem o apoio de Lisboa e eventualmente de Bruxelas numa fase inicial do processo, não creio que tenhamos um ferry na linha da Madeira.

Acresce que não sou uma pessoa com vocação marinheira, pelo contrário, o que me leva a reafirmar que dificilmente serei cliente da linha marítima da Madeira.

Vamos a alguns itens que retenho.

Julgo que este tem sido um processo excessivamente politizado, desprezado por uns, desvalorizado por outros e apoderado por terceiros. Quando assim é, as coisas complicam-se e complicam um debate que se pretende equidistante, construtivo e sério, sem manipulações ou condicionalismos.

A minha percepção é que sem apoio público dificilmente teremos um ferry a operar entre a Madeira e o Continente. Não sei se essa componente é devidamente valorizada nos debates fortemente politizados nem tão pouco sei se os principais protagonistas desses debates, longe de gerarem consensos, estão na posse de indicadores credíveis, sustentados, isentos, sem manipulação e que obriguem a uma ponderação séria sobre o assunto e das decisões a tomar.

Cábula sobre o ferry: questões finais a suscitar

- Confesso que não disponho de toda a informação necessária a um debate mais técnico, nem sou sequer especialista nesta área. Confesso que andei dois dias a recolher informação e a comparar as realidades existentes na Espanha, Itália, Grécia, Reino Unido e países da Europa do Norte. Em todos eles, emboras de forma diferente, há um envolvimento do Estado no financiamento dessas ligações marítimas, regra geral operadas por privados, e um apoio aos passageiros, embora cada caso seja um caso.

- Acresce que pessoalmente assumo que dificilmente serei cliente do barco, porque a minha veia de marinheiro nunca me ajudou em nada.

- Qual é a componente mais importante neste projecto, o transporte de passageiros e veículos próprios ou as mercadorias e carga geral, incluindo automóveis?

- Qual o porto operacional no Continente? Portimão? Será essa a melhor opção para os insulares? Não há um acréscimo de custos devido a isso? Portimão está a mais de 2 horas e meia de Lisboa, de carro.

- Depois qual é o montante necessário para um investimento por parte do sector público nestas ligações, incluindo infraestruturas em terra? O Porto do Funchal será o porto operacional, inicial e final, destas ligações marítimas com o Continente, ou a opção Caniçal está em cima da mesa? E o Caniçal está preparado para ser porto de partida e chegada de uma  ligação marítima desta natureza?

Cábula sobre o Ferry: explicação

Há dias participei num debate na RTP-Madeira integralmente dedicado ao Ferry, ao futuro de um barco deste tipo na linha Madeira - Continente e tendo como pano de fundo um estudo do IMT, pedido pelo Governo da República sobre a viabilidade das ligações. Para o efeito tive de fazer uma busca de várias horas para reunir alguns dados que pudessem ajudar-me a estruturar uma ideia pessoal sobre o tema ou a questionar aspectos directamente relacionados com o mesmo. É o resultado dessas buscas e das notas que fui reunindo que partilho neste meu blog apenas na perspectiva divulgar alguns dos dados que reuni e contribuir para mais informação, na certeza que recuso manipular o tema nem alinho na teoria manipuladora do pró e do contra, como se a discussão do ferry se resumisse a um debate entre santos e diabos (LFM)

O petróleo (e a política) na Venezuela

fonte: Cinco Dias, Espanha

Europa: gastaram milhões com a Ucrânia e agora querem impor cortes aos parceiros europeus

 

fonte: Cinco Dias, Espanha

Baleares: acentua-se a turismofobia

 fonte: Ultima Hora, Baleares

Espanha discute um difícil financiamento autonómico

 

fonte: ABC, Espanha

Baleares: querem limitar entrada de carros mas entendimento está longe

fonte: Ultima Hora, Baleares

Europa: não tardam os problemas por causa do orçamento para 2027

 

fonte: ABC, Espanha

Espanha: «aeroportos operados pela Ryanair perdem 38 por cento de passageiros

 

fonte: ABC, Espanha

Turismo: Grécia aposta nos cruzeiros

 

fonte: ABC, Espanha

Curaçau: o regresso do petróleo de Venezuela

 

fonte: ABC, Espanha

TAP: combustíveis acentuam prejuízos

Açores mal classificados

fonte: Açoriano Oriental

Venezuela: Delcy defende acordo petrolífero com EUA

fonte: La Provincia

Aviação: Wizzy aproixina-se da Rayanair em Espanha

fonte: El Pais

TAP: contas lixadas pelos custos dos combustíveis

fonte: DN-Lisboa

Venezuela: EUA negociaram o petróleo. E a mudança?

fonte: El Mundo

Venezuela: dialogo com o chavismo divide oposição


fonte: El Pais

Venezuela: Maduro "mostra-se" ao mundo na cadeia

 

fonte: El Pais

Açores com 10 meses de queda no turismo

fonte: Diário Insular

Ilha de Menorca: abranda a chegada de turistas estrangeiros

fonte: Diário de Menorca

Baleares não querem turismo de Inverno

 

fonte: Diário de Ibiza

Baleares albergam mais 300 mil pessoas do que dizem as estatísticas

 

fonte: Diário de Ibiza

Ibiza: aumentaram os gastos turísticos

 

fonte: Diário de Ibiza

Alojamento local: Açores perdem terreno para a Madeira

fonte: Diário Insular

Turismo: Algarve com menos turistas mas com mais dinheiro

fonte: Correio da Manhã

Venezuela: acordo petrolífero com EUA trás dificuldades

fonte: Cinco Dias, Espanha

Baleares: abranda chegada de turistas estrangeiros

 

fonte: Ultima Hora

Açores: empresários alertam para crise no turismo

fonte: Açoriano Oriental

Alojamento local dos Açores preocupado com quebras

fonte: Açoriano Oriental

Açores preocupados com quedas nas dormidas

fonte: Açoriano Oriental

quarta-feira, agosto 26, 2026

Canarias tiene la flota pesquera más vieja de España: sus 688 barcos tienen 45 años de media

Hay barcos que salen a faenar cada mañana en Canarias y fueron construidos cuando España acababa de estrenar democracia. La edad media de los 688 buques del caladero canario alcanza los 45 años, lo que convierte a Canarias en el territorio con la flota pesquera más envejecida de todos los caladeros nacionales, según la última estadística del Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación correspondiente a 2024. La comparación con el resto de España refleja la magnitud de la diferencia.

Quince años más

  • Los barcos del Cantábrico-Noroeste tienen 37 años de media.
  • Los del Mediterráneo, 34.
  • Los del Golfo de Cádiz, 30.
  • Canarias: 45.

Por tanto, el barco pesquero canario medio es ocho años más antiguo que uno del Cantábrico y quince años más viejo que uno del Golfo de Cádiz. La diferencia es todavía mayor respecto a las flotas españolas que operan en caladeros europeos, cuya media ronda los 23 años.

terça-feira, agosto 25, 2026

Canárias: El deporte mueve más de 5.700 millones de euros al año y genera más de 66.000 empleos

El deporte ya representa cerca del 4,5% del Producto Interior Bruto (PIB) de Canarias, genera más de 66.000 puestos de trabajo y tiene un impacto económico anual superior a los 5.700 millones de euros en el archipiélago. Son algunos de los datos destacados este viernes por el Gobierno de Canarias en un comunicado con motivo de la próxima celebración de ExpoDeca 2026. Según la información difundida por el Ejecutivo autonómico, alrededor de 2.600 empresas desarrollan en las islas actividades relacionadas de alguna manera con el deporte, lo que supone aproximadamente el 1,4% del tejido empresarial canario. El sector genera directamente unos 2.586 millones de euros, equivalentes al 4,45% del PIB regional, mientras que su impacto económico indirecto eleva la cifra hasta los 5.742 millones.