domingo, março 08, 2026

Curiosidades: a vingança daquele pai

Em 1984, o mundo testemunhou um dos episódios mais polêmicos sobre os limites entre a justiça e a vingança com as próprias mãos. O pequeno Jody, de apenas 11 anos, viveu um pesadelo ao ser sequestrado e abusado por seu instrutor de Karatê. Após o resgate, o criminoso foi preso, mas o desfecho real aconteceu dias depois, no aeroporto de Baton Rouge. Movido por uma dor inconsolável, o pai do menino, aguardava a transferência do agressor. Em um momento de extrema tensão, Gary sacou uma arma e disparou contra Doucet diante das câmeras, transmitindo a execução ao vivo para todo o país. O ato dividiu opiniões mundialmente, muitos viam um pai fazendo justiça com as próprias mãos, enquanto outros questionavam o colapso do sistema jurídico. No tribunal, Gary recebeu uma pena reduzida e cumpriu apenas liberdade condicional (Fonte: Facebook, Realmente Curioso)

Curiosidades: os túmulos e as relíquias dos 12 apóstolos de Cristo

De Compostela a Salerno, de Roma a Éfeso. Você sabe onde os 12 Apóstolos estão enterrados? Onde estão seus túmulos e relíquias? O portal Finestra sull’arte informa que os lugares dos restos mortais e das relíquias dos apóstolos estão espalhados por todo o mundo - muitos na Itália. Imóveis italianos Na verdade, a dispersão dos apóstolos deu origem a muitas tradições e estudos para reconstruir a história de seus vestígios. A lista dos 12 Apóstolos é relatada quatro vezes, nos Evangelhos sinópticos (Mateus, Marcos, Lucas) e no livro de Atos dos Apóstolos. Na disposição dos quatro elencos existem variações. O nome de Pedro é posto em primeiro e o de Judas por último. O apóstolo Simão se distingue do homônimo Simão Pedro, no Evangelho de Mateus, com o nome de Cananeu. Esta denominação deriva da palavra aramaica "qanana", traduzida do grego "cananoios" e quer dizer zeloso, ou seja, zelote, e não significa que ele pertencia ao partido dos zelotes, fariseus que se opunham ao domínio dos romanos até com as armas. Os apóstolos pertenciam à classe social que pode ser comparada ao nosso pequeno comerciante ou empregado modesto; suas condições de vida permitiam que se abstivessem de trabalhar, mesmo por vários dias seguidos.

Os nomes dos apóstolos em Atos dos Apóstolos

O início dos Atos dos Apóstolos fala de onze apóstolos, isto é: Pedro e João, Tiago Maior e André, Filipe e Tomé, Bartolomeo e Mateus, Tiago Menor e Simão o Zelote e Judas Tadeu. Quando chegaram, subiram ao aposento onde estavam hospedados. Achavam-se presentes Pedro, João, Tiago e André; Filipe, Tomé, Bartolomeu e Mateus; Tiago, filho de Alfeu, Simão, o zelote, e Judas, filho de Tiago. (Atos dos Apóstolos, 1-13) Comparado ao Evangelho de Lucas, não há Judas Iscariotes que morreu após ter traído Jesus; após a ascensão de Jesus, um décimo segundo apóstolo, Matias, foi integrado por sorteio por iniciativa de Pedro (Atos 1: 21-26). A lista abaixo identifica o lugar onde os santos estão sepultados, segundo a tradição, que se tornou, portanto, um destino para os fiéis.

Curiosidades: Houten, a cidade sem carros

Parece uma utopia futurista, mas essa é a realidade surpreendente de Houten, na Holanda, uma cidade projetada para que os carros sejam meros intrusos. O planejamento urbano de lá é simplesmente genial e inverteu a lógica mundial: enquanto em todo lugar o carro é rei, em Houten os ciclistas e pedestres possuem as rotas mais curtas e diretas, enquanto os motoristas precisam dar voltas enormes por uma via externa para acessar as mesmas áreas. Isso criou um ambiente de segurança absurda onde as crianças brincam livremente nas ruas, já que o design das vias torna fisicamente impossível um veículo ganhar velocidade. Com índices de poluição baixíssimos e uma qualidade de vida invejável, Houten prova que o segredo das cidades do futuro pode estar em um conceito simples do passado. E você, conseguiria abandonar o seu carro para viver em um paraíso planejado assim? (Fonte: Facebook, Realmente Curioso)

Curiosidades: Kilian Sass, o menino de 6 anos, com cancro terminal

Em uma pequena cidade chamada Rhauderfehn, um gesto coletivo transformou dor em um momento inesquecível. Kilian Sass, um menino de apenas 6 anos, enfrentava um câncer em estágio terminal. Entre tratamentos, limitações e incertezas, havia algo que ainda iluminava seus dias: sua paixão por motocicletas. Seu desejo era simples — nada de grandes viagens ou presentes extravagantes. Ele queria apenas ouvir o som dos motores. O pedido, feito pela família, começou de forma modesta. A ideia era reunir alguns motociclistas da região para passar em frente à casa do garoto. Mas o que era pequeno ganhou proporções impressionantes. No dia marcado, milhares de motociclistas cruzaram estradas de diferentes partes do país para participar do “Krach für Kilian”, expressão que significa “Barulho para Kilian”. Motores acelerados, buzinas, roncos ecoando pelas ruas. Uma homenagem ruidosa, intensa e profundamente humana. Pessoas que nunca haviam conhecido o menino se uniram por um único motivo: levar alegria a alguém em um dos momentos mais difíceis da vida. Mais do que o som das motos, aquele dia foi marcado pelo som da empatia. Uma lembrança poderosa de que, às vezes, um gesto aparentemente simples pode carregar um significado imenso (Fonte: Facebook, Realmente Curioso)

Curiosidades: o Japão e o respeito pelo trabalho

No Japão, o respeito pelo trabalho vai além das pessoas. Quando equipamentos se aposentam após anos de uso, algumas empresas realizam pequenas cerimônias de bênção e agradecimento pela contribuição deles. Os funcionários se reúnem para demonstrar gratidão pelo que aquelas ferramentas fizeram pela equipe e pelo crescimento da empresa. Em vez de simplesmente descartar o equipamento, o momento reconhece anos de confiança e serviço. Essa prática reflete uma visão de mundo enraizada no Xintoísmo, tradição japonesa onde até objetos podem ser tratados com respeito. Num mundo onde tudo é descartável, isso soa como uma lição rara de humildade (Fonte: Facebook, Insight Curioso)

Curiosidades: o caso do voo 243 da Aloha Airlines (1988)

Em 28 de abril de 1988, o voo 243 da Aloha Airlines, um Boeing 737-200 que voava entre Hilo e Honolulu, sofreu uma falha estrutural catastrófica enquanto navegava a 24.000 pés. Uma grande parte da parte superior da fuselagem da aeronave se rompeu devido à fadiga do metal e trincas estruturais não detectadas, causando descompressão explosiva em pleno voo. Os passageiros foram subitamente expostos ao ar livre, enquanto parte do teto da cabine se separava da aeronave. Apesar dos graves danos estruturais, o Capitão Robert Schornstheimer e a Primeira Oficial Madeline "Mimi" Tompkins conseguiram manter o controle da aeronave. Eles iniciaram uma descida de emergência e desviaram para o Aeroporto de Kahului, em Maui.

A aeronave pousou em segurança aproximadamente 13 minutos após a falha. Das 95 pessoas a bordo, uma comissária, Clarabelle "C.B." Lansing, tragicamente, perdeu a vida. Muitos passageiros sofreram ferimentos, mas a maioria sobreviveu graças ao treinamento e à rápida resposta da tripulação. A investigação do Conselho Nacional de Segurança no Transporte (NTSB) identificou trincas generalizadas por fadiga, agravadas pelo alto número de ciclos da aeronave devido a frequentes voos curtos entre ilhas. O incidente levou a grandes mudanças nos padrões de inspeção de aeronaves, programas de monitoramento de aeronaves envelhecidos e protocolos de manutenção em toda a indústria da aviação. O voo 243 continua sendo um dos casos mais estudados na história da segurança da aviação — um exemplo definidor de como a habilidade da tripulação e o treinamento de emergência podem evitar maiores perdas de vidas em condições extremas  (fonte: Facebook Fatos de Engenharia)

Curiosidades: o mistério do Ferrari enterrado (1978)

Em 1978, duas crianças brincaram no quintal de sua casa em Los Angeles quando a pá bateu em algo duro. Não era uma pedra, nem um barril velho: era um Ferrari Dino 246 GTS de 1974. O carro estava enterrado a poucos metros de profundidade, enrolado em toalhas e uma lona verde, como se alguém quisesse preservá-lo para voltar a recuperá-lo um dia. A descoberta deixou os vizinhos e a polícia perplexos: quem enterra um Ferrari? A investigação revelou uma história tão absurda quanto fascinante. O Ferrari tinha sido dado como roubado logo após a compra. Seu dono original, com a cumplicidade de ladrões, planejava cobrar o seguro enquanto o carro era supostamente destruído. A instrução era clara: afundá-lo no mar.

Mas os ladrões tiveram outra ideia. Decidiram enterrá-lo, convencidos de que mais tarde poderiam desenterrá-lo e ficar com a jóia italiana. O plano nunca foi concretizado. O carro ficou enterrado por anos, até que a inocência de duas crianças brincando o trouxe à tona. O Ferrari foi desenterrado e restaurado, embora nunca tenha recuperado o seu esplendor original. No entanto, sua história cresceu ao longo dos anos: um esportivo enterrado como um tesouro pirata em um bairro tranquilo da Califórnia. O "Ferrari Dino enterrado" tornou-se uma lenda urbana, uma daquelas histórias que parecem inventadas mas que têm provas fotográficas, artigos de jornal e até um filme IMAX que a recria (Fonte: Facebook, Crônicas Históricas)

Curiosidades: o massacre de Nanking (1937)

Quando o exército japonês atravessou os portões de Nanking, em dezembro de 1937, não foi apenas uma invasão militar — foi o instante em que uma cidade inteira começou a gritar, e o eco desse grito ainda atravessa o tempo. Durante seis semanas, a capital chinesa deixou de ser um lugar de casas, mercados e famílias para se tornar um cenário onde a humanidade perdeu o rumo. As ruas foram engolidas por uma maré de aço, e o que se seguiu não teve a lógica da guerra, mas a crueldade do desamparo absoluto. Civis foram arrancados das suas rotinas e reunidos à força. Homens desapareceram em filas silenciosas, levados para as margens do rio e executados até que o número de mortos deixasse de caber na compreensão humana. Outros foram mortos em massa, num ciclo de violência que parecia não reconhecer limites, nem pausa, nem cansaço.

E a brutalidade não se conteve. Ela espalhou-se como fogo invisível.

Para as mulheres — mães, filhas, irmãs — o terror ganhou uma dimensão impossível de traduzir em palavras. Dezenas de milhares sofreram violências que ultrapassam qualquer descrição, e muitas jamais voltaram a ver a luz do dia. Famílias inteiras foram apagadas em minutos, como se nunca tivessem existido. Casas foram saqueadas. Bairros queimaram. Negócios viraram cinza.

Curiosidades: a tentativa de rapto da princesas Ana (1974)

Dia 20 de março de 1974. Noite, Londres. Princesa Anne, 23 anos e recém-casada há cerca de quatro meses, voltava para casa atravessando Londres após assistir a uma projeção de caridade. Seu carro oficial avançava em Pall Mall, muito perto do Palácio de Buckingham, a menos de 2 km. Ao seu lado estava o seu marido, Capitão Mark Phillips. Diante deles viajava sua dama de companhia, Rowena Brassey. No banco da frente do passageiro estava o Inspector James Beaton, a sua escolta da Scotland Yard. Alex Callender, o motorista real, estava dirigindo.

Eram por volta das 8 da tarde. Uma noite de rotina. Uma viagem curta até casa. Então, um Ford Escort branco cruzou-se de repente na frente deles e parou, bloqueando a estrada completamente. Um homem saiu. Tinha cabelo ruivo e barba. Chamava-se Ian Ball. Eu tinha 26 anos, estava desempregado e estava preparando isto há anos. Ele tinha duas armas. O caos se seguiu.

O inspetor Beaton saiu imediatamente do carro para enfrentar o que pensou ser um motorista furioso. Ball atirou nele à queima-roupa e feriu-o. A arma do Beaton encravou depois de disparar uma vez. Caiu no chão, ferido.

Curiosidades: o voo Pan Am 73 (1986)

Ela tinha apenas 22 anos. Estava de pé ao lado da porta aberta do avião, com balas cortando o ar ao seu redor — e foi nesse instante que tomou uma decisão que salvaria 359 vidas, mas custaria a sua própria. 5 de setembro de 1986. O voo Pan Am 73 pousou em Karachi para uma rápida parada de reabastecimento. Os passageiros se ajeitaram. Crianças dormiam no colo dos pais. Ninguém imaginava o terror que estava prestes a começar.

Quatro homens armados invadiram o avião. Gritos. Desespero. Caos absoluto. Na cabine dianteira estava Neerja Bhanot, comissária-chefe, 22 anos. Um sorriso calmo, postura firme. Ela poderia ter congelado. Poderia ter fugido. Mas escolheu agir. Num movimento rápido, Neerja enviou um sinal aos pilotos — segundos preciosos que permitiram que eles escapassem pela escotilha de emergência. Isso arruinou completamente o plano dos sequestradores. Sem pilotos, eles não poderiam levar o avião para outro país nem usá-lo como arma.

Curiosidades: A mulher que matou o assassino da própria filha dentro do tribunal

Ela entrou no tribunal em silêncio. Ninguém percebeu nada de diferente. Mas, dentro da bolsa… havia uma arma. Era 1981, na cidade de Lübeck, na Alemanha. E todos estavam ali para julgar o homem acusado de sequestrar e assassinar uma menina de apenas 7 anos. A mãe dela estava presente. Seu nome era Marianne Bachmeier. Meses antes, sua filha, Anna, tinha desaparecido. O homem que agora estava sentado no banco dos réus havia prometido doces, confiança… e depois destruiu a vida da menina de forma brutal. Quando a polícia encontrou o corpo, o mundo de Marianne acabou naquele instante.

Mas nada do que ela sentia parecia suficiente. Nem o choro. Nem a dor. Nem a espera pela justiça. Durante o julgamento, ela precisou ouvir detalhes cruéis. Precisou olhar para o rosto do homem que tirou tudo dela. Ele demonstrava frieza. Nenhum arrependimento. Nenhuma emoção. E, naquele momento, algo dentro dela quebrou. No dia do tribunal, Marianne chegou cedo. Sentou-se calmamente. Esperou. Quando o réu entrou na sala, algemado e escoltado, todos os olhares estavam voltados para ele. Ninguém percebeu quando Marianne se levantou. Ninguém percebeu quando ela tirou a arma da bolsa. E então… o silêncio foi quebrado por disparos. Ela atirou várias vezes contra o homem, à queima-roupa, diante de juízes, advogados, policiais… e câmeras. O assassino morreu ali mesmo. O tribunal virou caos. Marianne não tentou fugir. Não resistiu. Ela apenas disse que aquilo era pela sua filha. O mundo ficou dividido. Para alguns, era um crime brutal. Para outros… era a justiça que nunca chegou. O caso chocou a Europa e levantou uma pergunta que até hoje gera debate (fonte: Facebook, Crônicas Históricas)

Primeiro os combustíveis. Agora a Euribor: guerra no Irão já ameaça subir prestação da casa até 40 euros



A guerra no Irão começou no última dia de fevereiro e bastou uma semana para deixar marcas nos mercados financeiros — depois dos combustíveis, com uma subida extraordinária na próxima segunda-feira, uma das próximas vítimas pode ser a Euribor. Os dados da primeira semana de março mostram que a tendência de estabilização e ligeira descida das taxas foi interrompida. Nuno Rico, especialista da DECO PROteste, diz que os sinais são claros, embora ainda iniciais. “Aquela tendência de estabilização e até de ligeira diminuição das taxas que se estava a verificar nas últimas semanas inverteu-se. Estamos a ver agora uma subida, ainda que não muito significativa”, explica. A exceção é a Euribor a 12 meses, que está a mostrar uma subida mais visível. Já as taxas a 3 e 6 meses — que também influenciam milhares de contratos de crédito habitação em Portugal — estão a subir, mas de forma mais moderada.

O primeiro sinal nos números

Os dados da Euribor a 12 meses ilustram bem a mudança. A média final de fevereiro fixou-se em 2,221%, mas o valor diário já chegou a 2,323% nesta primeira semana. Ou seja, mais 0,1 pontos percentuais em poucos dias. A média provisória de março está atualmente em 2,281%, mas se a tendência continuar, o agravamento poderá ser mais expressivo até ao final do mês. “Se esta evolução se mantiver, podemos ter um agravamento claro das taxas, sobretudo na Euribor a 12 meses”, sublinha Nuno Rico.

Las regiones de la UE temen recortes en cohesión mientras la Comisión pide calma

La alcaldesa de Las Palmas de Gran Canaria, Carolina Darias, defendió un presupuesto europeo "más ambicioso, con recursos propios sólidos y previsibles, que no debilite la política de cohesión ni se recentralice". La Comisión Europea trató este miércoles de tranquilizar a las regiones de la UE durante un debate que dejó patente el temor de todas ellas a que el próximo presupuesto europeo conlleve un recorte de los fondos destinados a la cohesión como consecuencia del aumento de las inversiones en otras prioridades, en particular en el ámbito de la competitividad y la defensa. El asunto se trató en un debate sobre el marco presupuestario plurianual tras 2027 celebrado en el pleno del Comité Europeo de las Regiones (CdR), a partir de un dictamen de la finlandesa Sari Rautio (PPE), concejal de Hämeenlinna (Finlandia), que pide que la cohesión se mantenga como pilar central de la solidaridad europea en el próximo marco presupuestario.

Trump amenaza con cortar el comercio con España: el golpe directo a Canarias ronda los 35 millones


La decisión anunciada este martes por el presidente de Donald Trump de “cerrar el comercio” con España abre un escenario de fuerte incertidumbre económica para Canarias, aunque con un impacto cuantitativamente acotado. La medida, planteada como respuesta al veto del Gobierno español al uso de las bases de Base Naval de Rota y Base Aérea de Morón en la operación militar estadounidense contra Irán, aún no se ha concretado en un instrumento jurídico específico. Desde el punto de vista estrictamente comercial, Canarias exportó a Estados Unidos 33,6 millones de euros en bienes en 2024, según los últimos datos consolidados del comercio exterior. Esa es, a día de hoy, la referencia objetiva para medir la exposición del Archipiélago al mercado norteamericano.

Sectores afectados

Aunque Estados Unidos no es un socio prioritario para Canarias —muy orientada a Europa y África Occidental—, sí representa un mercado relevante para determinadas empresas. El grueso del valor exportado en 2024 se concentró en:

  • Maquinaria y aparatos mecánicos, con más de 8 millones de euros.
  • Extractos vegetales, gomas y resinas, en torno a 6 millones.
  • Azúcares y productos derivados, por encima de 5 millones.
  • Pescados y crustáceos, cerca de 5 millones.
  • Aceites esenciales y preparaciones de perfumería, alrededor de 4 millones.

Un informe advierte: el turismo demanda cada vez más agua y en Canarias lloverá menos

Así queda reflejado en un documento de la La Asociación de Empresas Constructoras y Concesionarias de Infraestructuras (Seopan) ha elaborado un informe sobre la gestión hídrica a nivel nacional donde Canarias cuenta con cierto protagonismo. El documento es claro: destinos turísticos como el Archipiélago se enfrentan a una demanda de agua cada vez mayor mientras la lluvia tendrá menos presencia. El texto apunta que España atraviesa un momento en el que los patrones de precipitaciones y temperaturas derivan en escasez de agua. Una situación que —señala— necesita medidas a medio-largo plazo. Pone sobre la mesa que algunas comunidades autónomas recurren a la desalación, un proceso en el las Islas tienen experiencia tras décadas poniéndolo en marcha.

Desalación de agua

El estudio resalta que la desalación supone casi la totalidad de los recursos hídricos en Canarias y Baleares, dos regiones “que fueron pioneras” en su uso. Utiliza “el caso singular” de ambos territorios insulares con el objetivo de destacar que solo se usa con frecuencia en cuencas como las del Segura —donde es habitual—, las Mediterráneas Andaluzas o el Júcar. Uno de los retos que detecta la patronal son las nuevas demandas de agua en el planeta. Pone como ejemplo que está incrementando en lugares de alta afluencia turística por encima de lo planificado. Todo a causa del impulso, desarrolla, que genera la expansión de las economías y la facilidad de viajar. Se trata de una realidad que afecta a los destinos más populares.

Canárias: Monopolio a la vista? La compra de Naviera Armas por Baleària divide a la patronal portuaria

Fedeport y One Port reclaman que la operación se aclare rápido por el bien de los trabajadores y la estabilidad de la naviera. Asocelpa prefiere no opinar. La reciente operación de compra de Naviera Armas por el grupo Baleària ha generado reacciones diversas entre las principales organizaciones empresariales del Puerto de Las Palmas. Mientras algunas patronales muestran nostalgia y preocupación por la competencia, otras exigen agilidad administrativa para evitar el deterioro de la compañía. También las hay que guardan silencio, como Asociación de Consignatarios y Estibadores de Buques de Las Palmas (Asocelpa), que prefiere no pronunciarse sobre la compraventa, quizá el movimiento más importante para Canarias de los últimos años, cuyas consecuencias para el sector marítimo son aún analizadas en segunda fase por la Comisión Nacional de los Mercados y la Competencia (CNMC).

Pulso y monopolio

El organismo regulador debe decidir si existe o no riesgo de monopolio en las conexiones con Canarias, Mar de Alborán y Estrecho de Gibraltar, rutas que la naviera de Adolfo Utor quiere integrar a su flota para expandirse más allá del Mediterráneo, donde son líderes en transporte marítimo. Detrás de la decisión final está el pulso de dos gigantes del sector: Baleària quiere entrar en las Islas con ferris especializados en carga rodada y pasaje desde Cádiz, mientras que Boluda, también desde Cádiz, controla el transporte de mercancías al Archipiélago en contenedores. Al margen de las alegaciones de unos y otros, el visto bueno a la operación se retrasa y crece la inquietud entre la comunidad portuaria.

Bruselas autoriza los cambios del POSEI propuestos por Canarias y amplía ayudas al sector agrario

La actualización del programa para 2026 incrementa las ayudas a la batata, la piña tropical y el porcino, y prorroga el apoyo a agricultores afectados por el volcán de La Palma. La Comisión Europea ha autorizado las modificaciones del programa POSEI 2026 solicitadas por el Gobierno de Canarias, que incluyen incrementos en diversas ayudas al sector agrario y la extensión de las compensaciones destinadas a los productores afectados por la erupción del volcán Tajogaite en La Palma. La Consejería de Agricultura, Ganadería, Pesca y Soberanía Alimentaria ha publicado la resolución que actualiza las medidas de apoyo a la producción agraria local tras recibir el visto bueno de Bruselas a la propuesta remitida por el Ejecutivo autonómico.

Más apoyo al sector agrario

El programa POSEI contará en 2026 con 243,96 millones de euros, de los que 206,32 millones proceden de financiación comunitaria y 37,63 millones corresponden a la ficha adicional destinada a respaldar al sector primario del archipiélago. Entre las modificaciones aprobadas destaca el incremento de la ayuda unitaria a la batata, que aumenta un 16,67 % dentro del apartado destinado a la comercialización de frutas, hortalizas, raíces y tubérculos, flores y plantas vivas recolectadas en Canarias. Asimismo, se han incorporado medidas transitorias de apoyo a los productores de piña tropical, con el objetivo de garantizar una ayuda mínima por hectárea ante los problemas que afectan al cultivo, como plagas, enfermedades y dificultades para acceder a material vegetal sano.

Clavijo discrepa del Gobierno sobre la guerra en Irán y alerta del impacto del petróleo en Canarias

El presidente de Canarias, Fernando Clavijo, ha mostrado su desacuerdo con la posición del Gobierno de España sobre el conflicto contra Irán, aunque ha recalcado que "respeta la postura del Ejecutivo central por lealtad institucional". Durante declaraciones a los medios en la presentación de la nueva estrategia de Canarias en África, el presidente canario expresó "su preocupación por las consecuencias económicas que la escalada bélica puede provocar en el archipiélago", especialmente por el previsible aumento del precio del petróleo. Clavijo aseguró que prefiería no profundizar en valorar el conflicto ya que "la política exterior no entra dentro de sus competencias" aunque aseguró que "no comparte las manifestaciones del presidente del Gobierno, Pedro Sánchez"

Encarecimiento

En este sentido, el presidente canario avisó de que "el encarecimiento de la energía y del transporte terminará repercutiendo en la economía de las islas". Según explicó, el aumento de costes "en el sector primario, los insumos y la movilidad acabará trasladándose a la inflación" que deberán asumir, “una vez más, las familias canarias", apuntó. 

Canarios en la zona 

Asimismo, llamó a la prudencia "sobre la duración del conflicto" y recordó "que la guerra de Ucrania también se preveía breve y se ha prolongado durante años". Por ello, se declaró “tremendamente preocupado” y "pendiente de la evolución de los acontecimientos". En cuanto con los canarios que están en la zona, Clavijo aseguró que está contacto con el ministro de Asuntos Exteriores, José Manuel Albares. "Según ha trasladado el Gobierno, el espacio aéreo continúa cerrado y, cuando se reabra, las aerolíneas contactarán con los españoles para facilitar su evacuación", concluyó (Atlantico Hoy, texto da jornalista Alba Marichal)

Canárias: Clavijo dispara su número de asesores y pasa de 7 a 17 durante la legislatura

El Ejecutivo de Coalición Canaria y Partido Popular cuenta hoy con más asesores políticos que nunca, tras pasar de 37 en las primeras fichas del personal eventual a los 65 actuales. Siguiendo la máxima de que más es mejor, el Gobierno de Canarias encabezado por Fernando Clavijo (CC) se ha encargado, desde su llegada al poder, de inyectarse una notable dosis de asesoramiento político. El Ejecutivo fruto del pacto entre Coalición Canaria y Partido Popular cuenta hoy con más asesores políticos que nunca, tras pasar de 37 en las primeras fichas del personal eventual a los 65 actuales.

La palma en este incremento se la lleva, sin duda, Clavijo, que ya dispone de 17 cargos de asesor, aunque uno permanece vacante. Se trata de una cifra significativa si se tiene en cuenta que, al inicio de la legislatura, los documentos de retribuciones del personal eventual de Presidencia del Gobierno recogían únicamente siete asesores.

Escalada en Presidencia

El número de asesores en Presidencia creció con rapidez pocos meses después de la llegada de Clavijo al cargo. En la última ficha de personal eventual correspondiente al Ejecutivo encabezado por Ángel Víctor Torres, se reservaban siete plazas de asesor, de las cuales estaban ocupadas seis. En los documentos de retribuciones hasta noviembre de 2023 se mantuvieron esos siete puestos, que fueron adjudicados en poco tiempo.

Mais de um quinto do comércio mundial de petróleo (crude) e gás natural liquefeito (LNG) passa pelo Estreito de Ormuz

Mais de um quinto do comércio mundial de petróleo (crude) e gás natural liquefeito (LNG) passa pelo Estreito de Ormuz, um dos pontos mais estratégicos e sensíveis do sistema energético global. Esta estreita via marítima, que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã, é fundamental para o escoamento da produção dos principais países exportadores do Médio Oriente. No primeiro trimestre de 2025, cerca de 27% do comércio mundial de petróleo (crude) e 20% do comércio global de LNG atravessaram este corredor marítimo. Estes números evidenciam a forte dependência da economia mundial de um único ponto de passagem, cuja estabilidade é determinante para os preços da energia e para a segurança energética internacional. A Ásia surge como principal destino destes fluxos energéticos. No caso do petróleo, a 🇨🇳 China absorve 38% das exportações que passam pelo estreito, seguida da 🇮🇳 Índia (15%), 🇰🇷 Coreia do Sul (12%) e 🇯🇵 Japão (11%). A Europa representa apenas 4% destas exportações. Já no gás natural liquefeito, a 🇨🇳 China volta a liderar com 23%, seguida da 🇮🇳 Índia (19%), da Europa (13%), 🇹🇼 Taiwan (10%) e 🇰🇷 Coreia do Sul (9%). Estes dados mostram não só o peso estrutural do Estreito de Ormuz no comércio energético mundial, mas também a elevada concentração geográfica da procura, sobretudo nas economias asiáticas. Qualquer perturbação nesta passagem marítima pode ter impactos imediatos nos mercados globais de energia, nos preços internacionais e na estabilidade económica de várias regiões (Mais Liberdade, Mais Factos)

A revolução da IA

A inteligência artificial (IA) é uma revolução que promete mudar profundamente as nossas economias e sociedades nos próximos anos. Com mudanças tão significativas pela frente, as economias que fiquem para trás neste domínio perderão competitividade internacional. Entre 2013 e 2024, os EUA lideraram, por larga margem, o investimento privado em inteligência artificial entre os principais blocos económicos (471 mil milhões $). A China investiu 119 mil milhões $ (menos de um terço) e a União Europeia (UE) ficou-se pelos 50 mil milhões $ (quase 10 vezes menos do que nos EUA e menos de metade do investimento chinês). No que toca à criação de empresas de IA, no mesmo período, naturalmente os EUA também lideram por larga margem (6.966 empresas). Na UE foram criadas 1.804 empresas (pouco mais de um quarto do que se verificou nos EUA) e na China 1.605 empresas. Nota: os números referem-se a empresas com +1,5 milhões $ em investimento (Mais Liberdade, Mais Factos)


Os ministérios e a estabilidade governativa

Nem todos os ministérios têm a mesma estabilidade governativa. Em Portugal, nas últimas três décadas, desde a data de tomada de posse do primeiro governo liderado por António Guterres (28 de outubro de 1995), algumas pastas apresentam uma grande rotatividade de ministros, enquanto outras tendem a ter ministros que permanecem mais tempo em funções. As áreas com maior estabilidade são a Agricultura (1.108 dias, em média), a Presidência (1.080 dias), e a Justiça e os Negócios Estrangeiros (1.007 dias). Já as pastas com maior rotatividade — ou seja, onde os ministros ficam em média menos tempo — são a Administração Interna (583 dias), a Cultura (593 dias) e a Economia (616 dias). Houve ministros que permaneceram longos períodos, de forma contínua. Alguns mais de seis anos, como é o caso de José Pedro Matos Fernandes no Ambiente, Tiago Brandão Rodrigues na Educação, Augusto Santos Silva nos Negócios Estrangeiros, ou Francisca Van Dunem na Justiça. Por outro lado, houve ministros que nem um mês o foram, como é o caso dos ministros que assumiram funções durante o segundo governo de Pedro Passos Coelho que durou apenas 27 dias.

É importante realçar que, embora existam ministérios que tendem a apresentar menor estabilidade, a permanência dos ministros não depende apenas da pasta em si, mas também do contexto político e governativo em que exercem funções, bem como do perfil dos próprios ministros e a sua adaptação a estas funções políticas de topo. Notas: foram tidas em conta as alterações nas designações dos ministérios. Nos casos em que as pastas estavam incluídas noutros ministérios foi contabilizada e existência de um ministro. Exclui situações em que PM assumiu temporariamente. Foram consideradas as pastas mais relevantes e com mais anos de existência (Mais Liberdade, Mais Factos)

A aposta na transição energética

Grande parte dos países, a nível mundial, tem apostado na transição energética para energias mais limpas, deixando para trás os combustíveis fósseis. No entanto, essa transição energética tem aumentado a procura de diversos minerais críticos, como o lítio, os metais de terras raras, o cobalto, o níquel ou o cobre. Um relatório da Agência Internacional de Energia destaca que as exigências de minerais são muito maiores nas tecnologias de energia limpa do que nas soluções movidas a combustíveis fósseis. Um veículo elétrico típico, por exemplo, requer seis vezes mais minerais do que um carro convencional, e um parque eólico necessita de nove vezes mais matérias-primas do que uma central elétrica movida a gás.

Tendo em conta a maior dependência mundial de minerais, importa perceber quem os extrai e quem os processa/refina. Em todos os minerais acima mencionados há uma elevada concentração da produção e processamento, sendo que no top-3 mundial dos principais países extratores ou países onde é feita a refinação do lítio, metais de terras raras, cobalto, níquel e cobre, há pelo menos um país não democrático em todos os casos (de acordo com o Democracy Index 2024). A nível de processamento, a 🇨🇳 China lidera o ranking em quatro dos cinco minerais, sendo que, por exemplo, no caso dos metais de terras raras representa 91% do processamento/refinação mundial. Outros países não democráticos têm também uma grande preponderância no fornecimento destes minerais, essencialmente ao nível da extração, como por exemplo a 🇨🇩 República Democrática do Congo, 🇲🇲 Myanmar ou a 🇷🇺 Rússia. Sendo estes minerais tão importantes para a transição energética, o mundo fica bastante dependente de países não democráticos. No entanto, essa também é já uma realidade no caso dos combustíveis fósseis (Mais Liberdade, Mais Factos)

Impacto das tempestades em Portugal

As tempestades que atingiram Portugal no início de 2026, tiveram um impacto significativo em várias regiões do país, provocando danos materiais extensos e perturbações na vida de milhares de pessoas. Em poucas semanas registaram-se vários episódios meteorológicos intensos, marcados por chuva persistente e ventos fortes, que provocaram cheias, destruição de habitações e empresas, cortes de energia, necessidade de evacuação e diversas outras perturbações no quotidiano das populações. Os estragos fizeram-se sentir sobretudo nas habitações e nas infraestruturas, com muitas famílias e empresas a sofrerem enormes prejuízos. Em algumas áreas os danos continuam particularmente visíveis, com habitações e empresas ainda destruídas, vias de comunicação encerradas, além de interrupções prolongadas no fornecimento de serviços essenciais, como eletricidade e telecomunicações. Apesar da dimensão dos prejuízos, apenas uma parte relativamente reduzida destes está coberta por seguros. Uma proporção significativa das habitações afetadas não dispõe de proteção contra fenómenos naturais, o que contribui para que a maior parte dos custos recaia diretamente sobre famílias e empresas, e sobre o Estado. As tempestades ilustram, não só a vulnerabilidade a fenómenos meteorológicos intensos, mas também o desfasamento entre os prejuízos económicos provocados e a proteção financeira disponível através dos seguros (Mais Liberdade, Mais Factos)

Curiosidades: ainda a transparência da vacina contra a covid-19

Uma nova batalha legal está se desenrolando sobre a transparência da vacina contra a covid-19. Relatórios indicam que Texas, Utah, Kansas, Mississippi e Louisiana entraram com processos contra a Pfizer, alegando que a empresa não divulgou completamente certas informações de segurança relacionadas à sua vacina contra a covid-19. Os documentos mencionam preocupações como miocardite, pericardite, complicações da gravidez e mortes. As autoridades de saúde já reconheceram casos raros de miocardite e pericardite após a vacinação com mRNA, especialmente entre homens mais jovens. Órgãos reguladores publicaram atualizações e orientações de segurança como parte dos esforços contínuos de monitoramento. A maioria dos casos relatados de miocardite foi descrita como leve, com pacientes se recuperando após o tratamento.

A Pfizer e órgãos reguladores sustentam que os dados dos ensaios clínicos e os achados de segurança pós-autorização foram submetidos de acordo com os padrões exigidos, e que as aprovações foram concedidas após revisão regulatória. A segurança das vacinas continua sendo monitorada por meio de sistemas estabelecidos de farmacovigilância. Como em todos os processos, as alegações serão avaliadas no tribunal, onde as provas e o testemunho de peritos são revisados. Ser nomeado em um documento legal não determina responsabilidade. Os observadores são incentivados a acompanhar os registros oficiais do tribunal e as atualizações regulatórias à medida que os procedimentos avançam (fonte: Facebook Fatos de Engenharia)

El temor a la competencia internacional irrumpe entre el empresariado turístico de Canarias

Los empresarios del sector turístico de Canarias sitúan el aumento de la competencia como un factor clave de cara al próximo ejercicio. En el último informe de la Asociación para la investigación, estudio y excelencia del sector turístico de Canarias (Excelcan) esta preocupación alcanzó al 50% de los encuestados, el nivel más alto alcanzado desde 2023, cuando Excelcan comenzó a ponderar esta variable que apenas representaba un 28,6%. Es, de hecho, la segunda mayor inquietud por detrás de la escasa mano de obra cualificada del Archipiélago. En este contexto la atención se dirige hacia países competidores como Marruecos, que ya tienen previstos el aumento de su capacidad alojativa y que cerró 2025 con un récord histórico: registró 19,8 millones de turistas internacionales, un crecimiento del 14% que rozó por primera vez la barrera de los 20 millones de visitantes. 

Canarias cerró 2025 con 18,4 millones de turistas y un récord de 23.186 millones de euros de gasto impulsado por la rentabilidad del destino. Eso sí, de cara a 2026, las previsiones apuntan hacia la normalización de los ritmos de crecimiento. La tendencia se confirma por la oferta de asientos aéreos provisionales para el primer trimestre del año 2026 que cuentan con un ligero descenso del 1% con respecto al mismo periodo del año anterior. Esto significa que los datos continuarán adoptando un ritmo positivo para el turismo del Archipiélago pero mucho más contenido con respecto a la registrada en los últimos ejercicios. Ya no se habla de llegadas masivas, sino de menos pernoctaciones (-1,2%) acompañado de un mayor gasto (+3,9%). En este sentido, "aparece la variable calidad, pues el turismo está eligiendo destinos con mayor valor añadido en sus instalaciones", asegura José Miguel González, director de Consultoría y Gestión Comercial de Corporación 5.

Quatro dos principais bancos portugueses com lucros de quase 4,4 milhões de euros em 2025

CGD e BCP registam maiores lucros das suas histórias, impulsionando resultados agregados. Banca mantém ganhos na margem financeira apesar das taxas de juro mais baixas e aumento de comissões. Quatro dos principais bancos a operar em Portugal – CGD, BCP, Santander e BPI – tiveram lucros agregados de 4.398 milhões de euros em 2025, mais 5% do que em 2024, segundo contas da agência Lusa. O aumento dos lucros é impulsionado sobretudo pelos resultados da Caixa Geral de Depósitos e do BCP, que registaram no ano passado os maiores lucros das suas histórias.

O ano de 2025 pode vir a ser mesmo o de maior lucro agregado dos principais bancos, mas só se saberá quando saírem os resultados do Novo Banco. Nos primeiros nove meses de 2025, os resultados do Novo Banco estabilizaram nos 610,5 milhões de euros (em linha com o mesmo período de 2024). Nos últimos anos, a banca portuguesa tem vindo a bater recordes de lucros. Quando saíram os resultados de 2023, analistas consideraram que tinha sido atingido um ‘pico’ excecional e previam que em 2024 o setor continuaria fortemente lucrativo mas a níveis inferiores devido desde logo à descida das taxas de juro. Mas 2024 foi novamente um ano de recordes, tendo os lucros agregados da banca portuguesa suplantado os de 2023.

El 35,17% de las viviendas vendidas en Canarias en 2025 fueron compradas por extranjeros

El mercado inmobiliario canario confirma un cambio de fondo: la demanda internacional se ha convertido en uno de los grandes motores de la vivienda en el Archipiélago. En 2025, el 35,17% de las viviendas vendidas en Canarias fueron adquiridas por compradores extranjeros, un porcentaje que sitúa a las islas entre las comunidades con mayor presencia internacional del país y que refuerza el debate político sobre la limitación de compras por parte de no residentes. Los datos, recogidos por el Portal Estadístico del Notariado para el periodo comprendido entre enero y diciembre de 2025, reflejan que más de una de cada tres operaciones inmobiliarias en Canarias ya depende de la demanda exterior. 

Baleares, por encima

El peso del comprador internacional en Canarias solo es superado por Baleares, donde los extranjeros representan el 39,1% de las compraventas, y se sitúa muy por encima de otras comunidades con fuerte mercado inmobiliario. En Cataluña, los compradores extranjeros alcanzan el 20,82%; en Andalucía, el 19,8%; y en la Comunidad de Madrid, apenas el 12,68%, lo que evidencia hasta qué punto el mercado canario depende de la inversión residencial internacional. Este contexto adquiere especial relevancia después de que Canarias haya solicitado a la Unión Europea autorización para poder establecer medidas que limiten la compra de vivienda por extranjeros no residentes, ante el impacto que esta presión puede tener sobre los precios y el acceso residencial de la población local.

Italianos y alemanes lideran la demanda

Por nacionalidades, los datos notariales muestran una demanda diversificada pero con claros protagonistas. Los compradores italianos encabezan las adquisiciones, representando el 18,31% del total extranjero, seguidos por los alemanes (16,6%) y los británicos (8,57%). También destacan ciudadanos de Polonia (5,65%) y Bélgica (4,81%), mientras que el grupo de otras nacionalidades suma el 46,06%, confirmando la creciente internacionalización del mercado inmobiliario canario.  El informe diferencia además entre residentes y no residentes, evidenciando que una parte significativa de estas operaciones corresponde a compradores que no viven de forma habitual en las islas, uno de los elementos clave en el actual debate político y económico.

Jornalismo: Washington Post perdeu quase 85 milhões de euros em 2025, segundo Wall Street Journal

O The Washington Post tem enfrentado dificuldades para encontrar um modelo de negócio sustentável diante da queda no tráfego da web e das mudanças na forma como os consumidores têm acesso às notícias. O jornal norte-americano The Washington Post, que anunciou recentemente um corte de 30% do quadro de funcionários, perdeu mais de 100 milhões de dólares (84,6 milhões de euros) em 2025, indicaram fontes ao Wall Street Journal. O jornal, propriedade de Jeff Bezos, fundador da Amazon, acentua os resultados negativos obtidos nos anos anteriores, uma vez que também perdeu cerca de 100 milhões de dólares em 2024 e cerca de 77 milhões de dólares (65 milhões de euros) em 2023. De acordo com o Wall Street Journal (WSJ), o The Washington Post tem enfrentado dificuldades para encontrar um modelo de negócio sustentável diante da queda no tráfego da web e das mudanças na forma como os consumidores têm acesso às notícias e informações na Internet.

O diretor executivo e editor interino do jornal, Jeff D’Onofio, e o editor executivo, Matt Murray, reuniram-se na quarta-feira com a equipa, descrevendo anos de gastos excessivos e uma queda na produtividade, embora não tenham detalhado o montante das perdas registadas. De acordo com presentes na reunião, D’Onofrio indicou à redação que as despesas superaram as receitas entre 2022 e 2025, devido à contratação de centenas de funcionários nos anos anteriores. Apontou, além disso, que o número de notícias publicadas caiu 42% em 2025 em comparação com 2020, enquanto os custos de redação aumentaram 16% (Observador)

A pouca vergonha dos AL ilegais ou sem controlo


A "qualidade" do alojamento local que temos em prédios residenciais da nossa cidade - e não só - reflete-se em várias situações. Para além de termos perdido paulatinamente a nossa ilha, graças à massificação turística que nos impede, ao contrário do passado, de acedermos a locais  transformados hoje em quadros turísticos instagráveis, mergulhados no caos do que imagens nas redes sociais mostram todos os dias - desde estacionamento desregulado à concentração excessiva de pessoas passando pelo lixo deixado nesses pontos ditos turísticos, juntam-se imagens que para os funchalenses e madeirenses em geral, não constituem hoje novidade, infelizmente. Mas sabemos todos que tudo é tolerado até que um dia haja a coragem de obrigar governantes, de primeiras, segundas e terceiras linhas, a revelarem, obrigatoriamente, que interesses possuem, directamente ou por via de terceiros a eles ligados, no domínio do negócio dos AL, sob pena de serem imediatamente demitidos e penalizados caso se detectem omissões ou falsidades. Só assim se perceberá a omissão de medidas urgentes de regulação do sector, quer no funcionamento dos AL em prédios residenciais (que nada têm com situações em que o negócio se desenvolve em edifícios próprios, muitos deles construídos de raiz ou recuperados para esse efeito). Para além dol escândalo de negócios de AL desenvolvidos numa construção habitacional de uma cooperativa, que para esse efeito beneficiou de apoios públicos e de financiamento bancário com outras facilidades que não as normalmente aplicadas pelos bancos. Sobre esse caso o que aconteceu mesmo, de concreto, o que é que mudou, o que fez a CMF? Ou estão à espera que o assunto "morra" na espuma dos dias? 
O caso recente de uma dondoca do Chega - que tanto ataca a imigração e os imigrantes... - que acabou demitida da CM Lisboa onde tinha sido colocada a trabalhar sem ter currículo para o lugar atribuído, é paradigmático e demonstra a amplitude da hipocrisia que rodeia estes negócios. A referida, depois de uma contundente reportagem na RTP que denunciou o negócio ilegal de AL da referida dondoca, tendo imigrantes como principais clientes de apartamentos sem condições mínimas de vivência e a suportarem rendas dos 600 euros para cima, foi o caso mais recente.


Vem isto a propósito desta cena, em pleno domingo, na porta principal de um dos blocos residenciais do Funchal, onde a cena se repete com frequência. Apesar de existirem locais com contentores de colocação de lixos, a "estrangeirada" não se dá a esse trabalho (o cúmulo dos cúmulos é que funcionários de limpezas desses apartamentos, fazem o mesmo, ou porque é sempre a "aviar" ou porque os proprietários - já ouvi essa versão - não lhes cedem a chave de acesso aos referidos depósitos de lixo)o. Fico sem saber, reconheço, se este quadro absolutamente nojento se fica a dever à incúria de proprietários que apenas querem encher a pança apostados no lucro fácil e não em disponibilizar, por exemplo, regras de utilização dos apartamentos alugados em regime AL, incluindo a chaves de acesso aos referidos contentores de lixo. Ou se os ocupantes dos espaços arrendados - muitos deles nem exibem os sinais exteriores de AL, o que indicia tratar-se de apartamentos ilegais perante as autoridades competentes - pura e simplesmente têm comportamentos na Madeira que nas terras deles, na maioria dos casos, não todos, não se atrevem a ter nos países onde vivem. Ressalvo que não todos, porque nalguns países, a permissividade ainda é pior do que a que exibimos na nossa terra com múltiplas cumplicidades... Reconheço, por experiência própria, que há turfistas preocupados. Eu próprio no meu prédio já fui abordado, no exterior ou mesmo na garagem por pessoas não sabiam como acediam nem onde se localizavam os tais espaços para recolha de lixo, porque simplesmente me garantiram que essa informação não foi colocada no apartamento que alugaram!
Acresce que temos proprietários de espaços arrendados em AL que não comparecem às reuniões do condomínio e que a maioria esmagadora dos residentes nem conhecem porque a titularidade dos espaços mudou de mãos recorrentemente sem que os residentes tenham as noção do que ali se passa, no seu próprio prédio. Aliás, aproveito para desafiar as Câmaras Municipais e autoridades tributárias regionais - e o desafio aqui fica - a passarem a pente-fino as plataformas de arrendamento de espaços AL na Madeira e cruzarem dados delas constantes com os licenciamentos emitidos pelas Câmaras Municipais e o teor do registo obrigatório nas Finanças dos espaços comercializados, para verificarem quantas situações anómalas e demais incongruências, existirão ou não. Duvido que alguma vez isso tenha sido feito. A começar pela propriedade dos espaços em causa.... Tinha curiosidade em conhecer depois as conclusões desse trabalho.
É sabido que os AL são estabelecimentos que prestam serviços de "alojamento temporário a turistas, mediante remuneração, sem reunir os requisitos exigidos para empreendimentos turísticos de natureza". Neste caso, as exigências para os espaços existentes em prédios residenciais, muitos deles ilegais, ou em construções de raiz ou reconstruídas - investimento que se aplaude - não diferem, embora sejam realidades diferentes que não podem ter da parte das autoridades camarárias procedimentos iguais e muito menos excessiva tolerância que caracteriza estas relações estranhas entre entidades e proprietários de AL em espaços residenciais.
O registo, é também sabido, é obrigatório, acho que no Balcão do Empreendedor (online) ou na câmara municipal da localização. O seguro também é obrigatório e a apólice ou comprovativo do seguro, deve ser disponibilizado às entidades oficiais que licenciam os negócios em causa. Falo do seguro de responsabilidade civil.
Resta saber se os espaços inscritos nas plataformas ligadas ao negócio do AL estão todos devidamente legais e quantos são os espaços que funcionam ilegalmente muitos deles sem registo nas plataformas porque funcionam de uma forma diferente, marginal, usando canais diferenciados pouco claros. No fundo, tal como outras actividades ligadas ao turismo e não só.
Finalmente, não me digam que os utilizadores do AL são turismo pata-rapada, porque esses não pagam os preços exigidos no mercado. Podemos quanto muito questionar - caso não existam o adequado controlo dos proprietários - do número de pessoas que efectivamente utilizam os espaços alugados se coincide com o número de pessoas que constam da reserva inicial. Mas isso é outra matéria.
Repito, como nota final: não confundir, nem podemos colocar todos no mesmo cesto, todos os proprietários de AL porque sei que muitos deles têm exigências adequadas e procedimentos cautelares próprios e pugnam pela eficácia exemplar na utilização por forasteiros dos espaços que gerem ou são proprietários. Também, não se podem confundir AL existentes em espaços  residenciais privados - e dizem-me que há bairros ditos sociais (não confundir com construções a cargo de cooperativas de habitação económica) que já estão metidos nesse negócio turístico, porque hoje adquiriram os apartamentos, fizeram obras, conseguirem nova residência e, portanto, estão disponíveis para alugar o espaço que antes ocuparam para actividades turísticas (LFM)

quinta-feira, fevereiro 26, 2026

Estas son las nuevas rutas aéreas que llegarán a Canarias en 2026 con ayudas de casi 700.000 euros

El Gobierno de Canarias ha aprobado la concesión de 682.888 euros en subvenciones destinadas a impulsar nuevas rutas aéreas internacionales directas hacia las islas, dentro de una estrategia para reforzar la conectividad aérea del Archipiélago. Estas ayudas buscan incentivar a distintas aerolíneas a operar conexiones que, en muchos casos, no existían o necesitaban impulso para consolidarse. Entre las compañías beneficiarias se encuentran Jet2, TUI, Volotea, EasyJet y SAS, que han presentado propuestas consideradas viables desde el punto de vista técnico, económico y operativo

Rutas confirmadas 2026

El documento recoge varias rutas concretas que comenzarán a operar o reforzarse gracias a estas ayudas públicas. Entre ellas destacan conexiones estratégicas entre Canarias y diferentes puntos de Europa:

  • Londres (Stansted) – La Palma (SPC)
  • Marsella – Gran Canaria (LPA)
  • Estocolmo – Fuerteventura (FUE)
  • Copenhague – Fuerteventura (FUE)
  • Nantes – La Palma (SPC)
  • Basilea – La Palma (SPC)

Canarias acelera como Europa, pero su renta sigue un 25% por debajo de la media

El Archipiélago crece un 4,4% en 2024, cuadruplica el ritmo de la UE y se sitúa entre las economías más dinámicas, aunque su PIB por habitante en paridad de poder adquisitivo ronda el 75-80% del promedio comunitario. Canarias vuelve a situarse en el centro del mapa económico europeo por una razón clara: crece muy por encima de la media del continente. En 2024, el Producto Interior Bruto del Archipiélago aumentó un 4,4% en términos reales, según la Contabilidad Regional del Instituto Nacional de Estadística. Ese avance contrasta con el crecimiento estimado del conjunto de la Unión Europea, que rondó el 1,0%, de acuerdo con las últimas cifras de Eurostat.

El diferencial es contundente: Canarias cuadruplica el ritmo europeo en un año de expansión moderada en el continente. En España, donde la media nacional se situó en el 3,5%, el Archipiélago también sobresale. Creció más que la Comunidad de Madrid, que avanzó en torno al 3,2%, más que Cataluña, que se movió en el entorno del 3,3%, y por encima de Andalucía, que registró un crecimiento cercano al 3,6%. Solo la Región de Murcia igualó prácticamente el dato canario, mientras Illes Balears quedó ligeramente por debajo.

Canárias: La ZEC bate récords y supera los 12.560 empleos en 2025 tras crear casi 1.500 nuevos puestos

La Zona Especial Canaria (ZEC) cerró 2025 con cifras históricas, según ha detallado la entidad en un comunicado. El consorcio, formado por el Gobierno de Canarias y el Ministerio de Hacienda, alcanzó las 933 entidades inscritas y superó los 12.560 empleos, tras crear cerca de 1.500 nuevos puestos en el último año. Se trata del mayor aumento anual de empleo desde la creación de este régimen fiscal especial, que ofrece baja tributación para atraer empresas al Archipiélago.

Las nuevas empresas

El consorcio ha comunicado que en 2025 cerca del 3 % de las empresas creadas en Canarias decidió instalarse en la ZEC, consolidándola como uno de los polos de atracción empresarial más dinámicos de las islas. Si esta tendencia se mantiene, la previsión es que en la próxima década la ZEC pueda representar entre un 2 % y un 3 % del empleo regional, y entre un 7 % y un 9 % del beneficio empresarial total del Archipiélago.

“Un impulso significativo”

El presidente de la ZEC, Pablo Hernández, destacó que la zona “ha cogido un impulso significativo, tirando de la economía canaria, creciendo por encima de ella y creando más empleo en 2025 que en cualquier otro año de su historia”. Hernández subrayó además que la estrategia de atraer empresas de mayor calidad en sectores específicos ya está dando resultados visibles y que el objetivo es retener más valor añadido y generar empleo estable en las islas.

Cifras de 2024

Los datos definitivos de 2024 ya anticipaban esta evolución positiva. Ese año la ZEC cerró con casi 900 empresas inscritas, más de 700 activas y más de 11.000 empleos, también los mejores registros desde su puesta en marcha. La facturación conjunta superó por primera vez los 3.378 millones de euros y los beneficios alcanzaron los 264,6 millones, un 16 % más que el ejercicio anterior.

Más empleo y mayor facturación media

Las empresas acogidas a la ZEC presentan, según la entidad, un mayor valor añadido. La plantilla media supera los 15 trabajadores —el doble que la media canaria— y la facturación media ronda los cinco millones de euros. Como consecuencia, la ZEC ya aporta más del 5 % del resultado empresarial total del Archipiélago, consolidando su peso dentro de la economía canaria y reforzando su papel como herramienta de diversificación y generación de empleo estable (Atlantico Hoy, texto do jornalista Ariadna Martínez)

Os destinos que deve evitar este ano: a lista negra do turismo mundial


Enquanto muitos portugueses já planeiam viagens para este ano, há locais no mundo que é preferível não visitar em 2026, alertam especialistas em turismo. Enquanto muitos portugueses já planeiam viagens para este ano, há locais no mundo que é preferível não visitar em 2026, alertam especialistas em turismo. A lista foi divulgada pela empresa de guias de viagem Fodor’s Travel, através da sua publicação anual ‘No Travel’, que identifica destinos a evitar até 2027 devido a problemas de masificação turística e impactos ambientais.

Segundo a produtora, a intenção é alertar os viajantes sobre áreas onde o turismo intenso tem provocado efeitos negativos significativos, tanto para o ambiente como para a vida local. “Embora existam lugares que oferecem experiências únicas, outros sofrem com a pressão turística, tornando a visita menos sustentável e por vezes prejudicial para as comunidades locais”, explica Fodor’s Travel. A edição de 2026 inclui grandes cidades, regiões e enclaves pouco conhecidos, mas todos considerados não ideais para turismo nos próximos 12 meses.