Em 1964, em Albuquerque, Novo México, uma jovem de 17 anos deu à luz. Os diretores da escola disseram que ela não poderia concluir o ensino médio nem lecionar nada. Ela enfrentou isso de todas as maneiras. Chamava-se Jacklyn Gise. O bebê que ela estava determinada a criar se tornaria um dia uma das pessoas mais influentes do planeta. Ser uma adolescente grávida em Albuquerque nos anos 60 não era apenas difícil: era um escândalo. Quando Jacklyn tentou voltar para a escola após o parto, a administração disse que não. Ela respondeu.
“Eu resisti e continuei resistindo”, diria ela mais tarde. “Nada de provas finais, uma escola cedeu.” Mas havia condições. Ela não podia falar como os outros alunos. Não podia comer como os outros. Nem podia ir até a caixa para receber seu diploma ou certificado. Só podia se virar. O casamento com o pai biológico de seu filho, Ted Jorgensen, não sobreviveu. Eles eram adolescentes quando se casaram. Ele tinha problemas com álcool.Se divorciaram quando Jeff ainda era muito pequeno. De repente, Jacklyn estava solteira e sem dinheiro. Começou a trabalhar como secretária, ganhando muito pouco. Mal conseguia pagar o aluguel. Não sobrava dinheiro para um telefone.







.webp)






































