Aumento extraordinário das pensões mais baixas variam em termos líquidos entre 60 e 120 euros, dependendo dos casos. Um pensionista com uma pensão de 650 euros, solteiro/viúvo/sem filhos pode ter um acréscimo no rendimento líquido anual de 60 euros. Já um outro pensionista casado ou com uma tributação conjunta pode mesmo ver um acréscimo total ao final do ano de 120 euros (Infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)
terça-feira, outubro 20, 2020
O que muda para os pensionistas no próximo ano
Aumento extraordinário das pensões mais baixas variam em termos líquidos entre 60 e 120 euros, dependendo dos casos. Um pensionista com uma pensão de 650 euros, solteiro/viúvo/sem filhos pode ter um acréscimo no rendimento líquido anual de 60 euros. Já um outro pensionista casado ou com uma tributação conjunta pode mesmo ver um acréscimo total ao final do ano de 120 euros (Infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)
terça-feira, julho 07, 2020
terça-feira, fevereiro 19, 2019
Números confirmam que Portugal é paraíso fiscal para pensionistas estrangeiros
quarta-feira, outubro 28, 2015
quinta-feira, agosto 07, 2014
Maior peso dos Reformados no Interior
quarta-feira, fevereiro 05, 2014
UTAO: CES afectará mais de 500 mil pensionistas
Primeiros dois escalões de rendimentos pagam o grosso da CES
Segundo a UTAO, os dois primeiros escalões de rendimentos (entre 1.000 e 1.800 euros e entre 1.800 e 3.750 euros) dá o maior contributo para o total de receita esperada com a medida (um valor que está estimado em 856 milhões de euros), o que resultada da maior concentração de pensionistas com rendimentos até os 3.750 euros brutos. “Verifica-se uma elevada concentração [de pensionistas] no primeiro intervalo, com um rendimento entre 1000 e 1800 euros, o qual inclui cerca de 51,3% e 70,5% do total dos pensionistas cuja contribuição é receita da CGA e da segurança social, respectivamente”, começa por analisar a UTAO, que olha depois para a distribuição em termos de contributo para a receita total: os dois primeiros escalões explicam a quase totalidade do encaixe financeiro da CES. “Cerca de 82,1% da receita da CES que reverte a favor da CGA concentra-se nos dois primeiros intervalos (…) com particular ênfase para as pensões situadas no intervalo entre os 1800 e os 3750 euros de rendimento mensal, responsáveis por 64,6% do total”, lê-se na nota. Relativamente à Segurança Social, onde os rendimentos médios são mais baixos, “os dois primeiros intervalos são responsáveis por cerca de 77,5% da CES arrecadada”, sendo que 36,6% dizem respeito ao intervalo de rendimento entre 1000 e 1800 euros e 40,9% ao escalão entre 1800 euros e 3750 euros.
CES média dos funcionários públicos é de 106 euros mensais
Os rendimentos médios mais altos dos pensionistas da função pública explicam que paguem também um valor médio de CES mais elevado, calcula ainda a UTAO. “A Contribuição Extraordinária de Solidariedade média, destinada à CGA, é de 106 euros por pensionista, cerca de 30 euros superior à da segurança social (76 euros)”, analisam os técnicos parlamentares, explicando que “a maior diferença ocorre para o intervalo de pensões superior a 7126,7 euros, verificando-se uma contribuição média de 2119 euros no caso dos pensionistas da CGA e de 1303 euros no caso dos aposentados da segurança social”.
Vergonhosa roubalheira: nova CES abrange 165,5 novos pensionistas que estavam isentos
quinta-feira, janeiro 09, 2014
Bagão Félix diz que contribuição de solidariedade é plano A reconstruído
terça-feira, janeiro 07, 2014
GOVERNO QUER ALARGAR CES A MAIS 100 MIL PENSIONISTAS E AGRAVAR PARA QUEM JÁ PAGA
quinta-feira, outubro 17, 2013
O roteiro da austeridade para os pensionistas
segunda-feira, agosto 19, 2013
sexta-feira, junho 21, 2013
Reforma da maioria dos idosos só chega para pagar casa
terça-feira, maio 21, 2013
Estado retirou aos pensionistas 2.500 milhões em 3 anos
segunda-feira, maio 30, 2011
Reformados pagam mais de mil milhões da consolidação em 2012
Escreve o jornalista do Jornal I, Nuno Aguiar, que “um quarto do esforço previsto para 2012 será pago pelos idosos portugueses através de cortes de pensões e aumentos de impostos. Os anteriores pacotes de austeridade já tinham mexido na carteira dos idosos portugueses, mas as novas medidas apresentas sexta-feira pelo governo pedem novo esforço adicional aos reformados, com os pensionistas a dar um contributo decisivo para a consolidação das contas nacionais. Segundo o novo PEC (Programa de Estabilidade e Crescimento), só em 2012, entre cortes e aumentos de impostos, os reformados irão contribuir com mais de mil milhões de euros. Tendo em conta que existem 2,3 milhões de pensionistas por velhice, significa que para o ano o Estado vai poupar 435 euros por cada reformado. As tabelas divulgadas pelo Ministério das Finanças mostram que o esforço extra exigido pelo governo aos portugueses em 2012 representará 2,5% do PIB (4,31 mil milhões de euros), dos quais 0,6 pontos percentuais - mil milhões - terão origem nos bolsos dos mais velhos. Deste montante, 432 milhões de euros virão de uma contribuição especial paga pelos reformados que ganhem mais de 1500 euros brutos por mês. No final de 2009, 180 mil pessoas estavam nessa situação, a maioria das quais (133 mil) da Caixa Geral de Aposentações. Os reformados do Estado serão os mais afectados por esta medida: 31% recebe mais de 1500 euros/mês. No entanto, estes 180 mil é um número conservador, principalmente depois da corrida às reformas no sector público em 2010. Esta contribuição será aplicada com regras semelhantes às dos cortes dos salários da função pública, apesar de o ministro das Finanças ter esclarecido que este corte será aplicado apenas em 2012. Os cortes começam nos 3,5% para reformas entre os 1500 e 2000 euros, o que representa menos 50 a 70 euros. A partir daí, a percentagem vai aumentando até aos 10% para pensões superiores a 4200 euros, onde o corte chega aos 420 euros. As pensões acima dos 5000 euros já pagam uma taxa de 10% este ano. Nesta categoria estão incluídas as reformas de políticos portugueses, como o Presidente da República. Os pensionistas que recebem menos de 1500 euros não ficam, contudo, livres de contribuírem para a consolidação. Todas as pensões estão congeladas até 2013, o que permite ao Estado poupar cerca de 345 milhões de euros por ano. Os pensionistas vão contribuir ainda com mais 259 milhões de euros, por via da conclusão da "convergência do regime de IRS de pensões e rendimentos de trabalho", o que significa, na prática, um aumento de impostos para os idosos. No conjunto das três medidas, são 1,036 mil milhões de euros em 2012. A este número poderia juntar-se também os 518 milhões de euros que o governo estima poupar através de cortes nas comparticipações de medicamentos e redução de despesa nos subsistemas de saúde, que prejudicam principalmente os mais velhos. Se forem contabilizados, em conjunto com outros 518 milhões de euros provenientes de medidas que serão estendidas até 2013 (congelamento de pensões e na saúde), a contribuição dos idosos sobe para 2,072 mil milhões de euros”.







