O Presidente do Chega tem vindo a crescer desde maio e, nos últimos dois meses, tornou-se o favorito dos portugueses para liderar o Governo. De acordo com o barómetro da intercampus para o NOW, se as eleições fossem hoje, o Partido Socialista vencia com 24,6% dos votos, mais 1,3 pontos percentuais do que na sondagem do mês de julho. O Chega ficaria em segundo lugar, com 21,4%. Mais 0,4 pontos percentuais do que a AD, que caiu para terceiro lugar com 21% das intenções de voto. Em todo o caso, mantêm-se em empate técnico, separados por uma percentagem inferior à da margem de erro deste estudo, mais ou menos 4%. A Iniciativa Liberal mantém-se em em quarto lugar, com quase 9%. O Livre desce 3,2 pontos percentuais e situa-se nos 3,6% das intenções de voto. No mês em que se realizou a festa do Avante, os comunistas caíram 1,9 pontos percentuais e foram ultrapassados pelo Bloco de Esquerda, que saiu, assim, do último lugar. Já os indecisos são 10,3%.
André Ventura é o político preferido dos portugueses para o cargo de primeiro-ministro. O presidente do Chega somou 4,9 pontos percentuais de julho para setembro. Saltou do terceiro para o primeiro lugar, com 28,4%. O chefe do Executivo da AD perdeu 0,2 pontos percentuais e mantém-se em segundo, com 25,8%. O maior tombo na preferência dos portugueses para o cargo de primeiro-ministro foi o do secretário-geral do PS, que desceu 5,2 pontos percentuais. José Luís Carneiro caiu da primeira para a terceira posição, com 25,6%. A fatia dos que não sabem ou não respondem é de 20,2%. O presidente do Chega continua a ser o verdadeiro líder da oposição, de acordo com esta sondagem da Intercampus.
André Ventura está na frente com 58,5%, menos 1,1 pontos percentuais face a julho. José Luís Carneiro fica atrás por larga margem. O socialista estagna nos 27,1%, menos 0,5 pontos em relação a julho. Esta sondagem foi realizada entre os dias 7 e 14 de setembro, através de entrevistas telefónicas, intervalo de tempo em que os casos a envolver o ministro da Administração Interna obrigaram a uma maratona parlamentar. Foram inquiridos 609 eleitores recenseados residentes em Portugal continental. A margem máxima de erro é de mais ou menos 4%, para um nível de confiança de 95 por cento. A taxa de resposta registada foi de 51,5% (Now)
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