Em 13 de janeiro de 2012, o comandante do Costa Concordia desviou a rota para saudar a Ilha de Giglio, numa manobra chamada inchino. O que poucos sabem: a prática já vinha sendo repetida havia anos, com passagens combinadas próximas à costa registradas entre 2007 e 2011 — a última, cinco meses antes do naufrágio. A manobra nunca foi autorizada pela Costa Crociere, empresa responsável pelo navio. Na noite do acidente, a virada foi ordenada tarde demais. O próprio comandante admitiu, depois, ter cometido um erro de julgamento. O caso expõe como uma prática informal repetida sem protocolo formal, sem planejamento, pode se tornar uma condição de risco latente (fonte: Facebook, Por Dentro do Acidente)
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