A Torre Norte, atingida às 8h46, resistiu por cento e dois minutos. A Torre Sul, atingida às 9h03, desabou apenas cinquenta e seis minutos depois do impacto. A diferença não foi sorte: dá para explicar com física e engenharia estrutural. O segundo avião viajava bem mais rápido que o primeiro — e a energia liberada num choque cresce com o quadrado da velocidade, não apenas junto com ela. Some a isso um ponto de impacto mais baixo na estrutura, com muito mais andares pressionando a zona ferida, e o cenário já muda de figura. Há também um detalhe pouco conhecido: a estrutura que sustentava a antena de televisão no topo de uma das torres existia nas duas construções, com antena instalada ou não. Essa estrutura ajudou a atrasar o colapso do núcleo nas duas torres, não só naquela que carregava a antena. A diferença real esteve na forma como cada avião atingiu o núcleo do prédio, e no jeito desigual como o peso da estrutura se redistribuiu sobre a área já enfraquecida (fonte: Facebook, Por Dentro do Acidente)
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