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segunda-feira, julho 20, 2026

Sondagem: Maioria dos portugueses diz que o país “está pior”

A maioria dos portugueses, 51%, acredita que o país está “pior” que há um ano, 35% diz que Portugal está igual e 12% melhor, segundo uma sondagem da Católica para a RTP, Antena 1 e Público, divulgada esta quarta-feira antes do debate do estado da Nação. Apesar da aparente insatisfação, 72% dos inquiridos afirmam que o Governo de Luís Montenegro vai cumprir a legislatura até ao fim. O setor da saúde é apontado como o maior problema do país entre 17% dos inquiridos, seguido da gestão ou inação política do Governo (12%), do custo de vida (11%) e habitação (10%). As temáticas imigração e a corrupção surgem empatadas (5%), seguidas da economia (4%). Já a qualidade dos políticos, a educação e a carga fiscal são indicadas por 3% dos entrevistados como motivo de preocupação.

Na sondagem, só 26% dos inquiridos antecipa um cenário de eleições antecipadas. A maioria (79%) defende mesmo que o melhor para o país passaria pelo cumprimento integral do mandato contra 17% que prefere eleições antecipadas. Na avaliação dos líderes do país, António José Seguro recolhe a nota mais alta, 12,1%, na escala de zero a 20. O Presidente da República recolhe 81% de avaliações positivas. Entre os outros políticos, Luís Montenegro é o único com nota positiva, ainda que magra. O primeiro-ministro obteve 10,2 valores, enquanto José Luís Carneiro e André Ventura têm 9,8 e 7,5 valores, respetivamente. O líder do Chega tem, aliás, uma nota inferior a Rui Tavares (9,3), à liberal Mariana Leitão (8,6), Nuno Melo (8,4) e até Paulo Raimundo (7,6). Esta sondagem foi realizada pelo Cesop – Universidade Católica Portuguesa para a RTP, Antena 1 e Público entre os dias 6 e 10 de julho deste ano. Baseou-se em 996 entrevistas telefónicas e apresenta um erro máximo de amostragem de 3,1% (ECO Online)

Sondagem: Luís Neves era o ministro mais popular antes do avolumar de casos

Luís Neves, ministro da Administração Interna, era o mais popular do Governo da AD antes de se abaterem sobre ele os casos relacionados com as obras no monte da sua família no Alentejo. Isto apesar de uma haver uma ligeira queda na percentagem de inquiridos que o elegem como melhor ministro, segundo o mais recente barómetro da Intercampus para o Correio da ManhãCMTVNOW e ‘Negócios’.

domingo, julho 19, 2026

Sondagem: a propósito do impacto da crise dos exames

fonte: Correio da Manhã

fonte: Jornal de Negócios

Barómetro NOW: Portugueses consideram que todos os líderes partidários estão com uma má atuação

O resultado mais importante é a significativa descida do secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro. Os portugueses consideram que os líderes partidários estão com uma má atuação. De acordo com a sondagem da Intercampus para o NOW e CMTV deste mês, é possível observar valores todos negativos. As médias são muito parecidas à sondagem anterior do mês de junho e até com a reposição dos valores do mês de maio. Apesar das médias negativas, Rui Tavares é o que tem uma média maior com Mariana Leitão a aparecer logo a seguir. Veja aqui

O resultado mais importante é a significativa descida do secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro.  A Polícia Judiciária renova o estatuto de instituição com melhor imagem aos olhos dos inquiridos do barómetro da Intercampus para o NOW. Segue-se a Presidência da República que continua a ter nota positiva dos portugueses. Segundo os dados recolhidos pela Intercampus a Políca Judiciária é a instituição que mais se destaca, mantendo os mesmos valores dos meses anteriores. Apesar de uma ligeira descida, o chefe de Estado, que tem tido uma atuação discreta, é mais popular em comparação direta com o primeiro-ministro. 

Com uma ligeira subida este mês, Luís Montenegro segue com 2,6 pontos, a mesma avaliação que obtém enquanto líder partidário.   Já a imagem da Assembleia da República tem vindo a cair mês após mês. No fim da tabela está a imagem do Governo da AD.  Luís Neves resiste às primeiras notícias sobre as obras e mantém o posto de melhor ministro no Governo da AD. Apesar das recentes polémicas com o ex-diretor nacional da PJ, grande parte dos inquiridos da sondagem do barómetro para o NOW, mantém a preferência em Luís Neves.  A ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, consolida a posição de segunda melhor ministra, seguida do ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, que teve uma grande subida este mês.  

No pódio dos piores ministros, a titular da pasta da Saúde, Ana Paula Martins, mantém o posto de pior ministra. Já o ministro da Educação não escapou aos problemas com os exames nacionais. Fernando Alexandre é considerado o segundo pior ministro. A encerrar o top três, está a ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho. Comparando com o mês anterior, destaca-se a grande queda do ministro da Educação que passou de estar entre os melhores ministros para o segundo pior. Já Paulo Rangel subiu substancialmente de sexto lugar para terceiro.A sondagem realizada pela Intercampus para o NOW e CMTV, foi realizada junto de 604 pessoas, entre os dias 9 e 14 de julho. O intervalo de confiança é de 95%. O erro máximo da amostragem é cerca de 4% (Now)

Barómetro Intercampus: Socialistas seguram liderança com AD e Chega colados

Coligação PSD/CDS encurta distância para o PS de José Luís Carneiro, que, apesar de seguir na frente, vê a direita toda junta reunir a maioria das intenções de voto. O PS mantém-se na frente das intenções de voto no mais recente barómetro da Intercampus para Correio da ManhãCMTV, ‘Negócios’ e NOW. Os socialistas lideram com 23,3%, embora a AD tenha encurtado a distância para a dianteira. Com 20% das intenções de voto, a coligação que está no poder passa a estar em situação de empate técnico com o PS. Por uma margem diminuta, a mesma coligação (PSD/CDS) ultrapassa o Chega, que no último barómetro estava em segundo lugar, mas que agora cai para terceiro, com 19,4% das intenções de voto (ainda que, mais uma vez, se trate de um empate técnico). Os dados mostram que o PS, de José Luís Carneiro, é o partido mais forte entre os inquiridos com 55 e mais anos (faixa etária em que o Chega, de André Ventura, tem o seu pior resultado). Já a preferência da população mais ativa (entre os 35 e os 54 anos) recai no Chega. No eleitorado mais jovem, por sua vez, há um equilíbrio entre os três maiores partidos, com ligeira vantagem para o partido de André Ventura.

Sondagem: Custo de vida continua a ser principal preocupação dos portugueses

Quase metade dos portugueses (44%) olha para custos económicos com alguma preocupação. Um dado apresentado pelo relatório "O Custo de Vida em Portugal", que a associação Causa Pública divulga esta quinta-feira. Um dos autores do estudo refere que ambas as referências até podem estar certas, mas “se calhar indicadores económicos que nos contam uma história incompleta”. O custo de vida continua a ser a principal preocupação dos portugueses, e os mais pobres continuam a ser os mais prejudicados (RTP)

sexta-feira, julho 17, 2026

Sondagem Católica: PS e AD ficariam empatados se houvesse eleições legislativas

De acordo com a sondagem da Universidade Católica para a RTP, Antena 1 e jornal Público, se houvesse eleições legislativas hoje, o PS e a AD teriam uma percentagem de intenções de voto semelhante, o que representa uma subida do Partido Socialista. Quanto ao desempenho do Governo de Luís Montenegro, a avaliação negativa aumentou. As estimativas apontam que, se os portugueses fossem às urnas agora, os resultados eleitorais dariam um regresso de um empate entre o PS e a AD (coligação entre o PSD e CDS-PP que venceu as últimas legislativas). E mesmo no melhor cenário para o Chega, o partido de André Ventura ficaria a 2 pontos do pior resultado dos socialistas e da coligação do Governo.

Considerando as intenções de voto, tanto PS como AD teriam 29 por cento dos votos, seguidos do Chega com 21 por cento.  O PS “cresce significativamente face à sondagem de dezembro” (que estimava que teria 23 por cento dos votos) e tendo “uma percentagem de intenções de voto semelhante à da AD”.  As estimativas dos restantes partidos não apresentam diferenças significativas, embora o PAN ficasse “muito provavelmente fora do Parlamento”.  Ainda assim, as estimativas apontam para uma percentagem “muito elevada” de indecisos – 18 por cento disse não saber qual seria a intenção direta de voto. 

Sondagem Católica. Portugueses consideram que país está pior mas são contra eleições antecipadas

Uma sondagem da Universidade Católica para a RTP, Antena 1 e Público revela que metade dos portugueses considera que o país está pior do que há um ano, mas a grande maioria defende que o Governo deve cumprir o mandato até ao fim. Questionados sobre se consideram que o país está pior, igual ou melhor do que há um ano, 51% respondeu que está pior, 35% que está igual e 12% que está melhor. A saúde foi o setor mais votado como o principal problema do país (17%), seguindo-se o Governo/Gestão e inação política/falta de estratégia/liderança (12%), o custo de vida/inflação/rendimento disponível (11%) e a habitação (10%). Nos últimos lugares da lista estão a segurança e a justiça, que foram apontadas por apenas 2% dos inquiridos.

Apesar disso, 79% dos inquiridos consideram que seria melhor para o país que o Governo cumprisse o mandato até ao fim e apenas 17% defendem eleições antecipadas. Questionados sobre o que consideram mais provável que aconteça ao atual Governo, independentemente das suas preferências políticas, 72% também respondeu “cumprir o mandato até ao fim” e 26% votou em eleições antecipadas.

Sondagem Católica: Maioria dos portugueses avalia a RTP de forma positiva e é contra a privatização

Uma sondagem da Universidade Católica para a RTP, Antena 1 e jornal Público mostra que a maioria dos portugueses faz uma avaliação positiva do desempenho da RTP e defende que é muito importante manter um serviço público de Rádio e Televisão. De um modo geral, 51% dos inquiridos avalia como bom ou muito bom o desempenho da RTP enquanto serviço público de televisão e rádio e apenas 15% avalia como mau ou muito mau. A avaliação é maioritariamente positiva entre os votantes de todos os partidos, com exceção do Chega. Trinta e três por cento dos inquiridos que votaram no partido de André Ventura nas legislativas do ano passado avaliam o desempenho da RTP como mau ou muito mau e 34% não consideram nem mau nem bom . Apenas 24% consideram-no bom e 4% muito bom .

terça-feira, junho 30, 2026

Barómetro DN/Aximage: Governo ganha seis pontos na avaliação de desempenho em junho, mas 56% dão nota negativa

 

Executivo recebe avaliação positiva de 39% dos inquiridos, face a 33% em maio. Ventura reforça perceção de líder da Oposição, com 55%, face a 22% de Carneiro. Oposição tem avaliação em linha com maio. PS lidera mas recua face a 33,4% em maio. AD sobe de 23,2% para 25,3%. Chega cresce 0,1 pontos para 23,6%. Tendo em conta a margem de erro, AD e Chega estão em empate técnico (DN-Lisboa)

sexta-feira, maio 29, 2026

SIC e Expresso: nova sondagem alerta PSD de Montenegro



Um ano depois das eleições que reconduziram Luís Montenegro na chefia do Governo, a sondagem de maio do ICS e ISCTE para a SIC e Expresso dá um resultado diferente: a vitória do PS, mas 'graças' aos pontos que a coligação PSD/CDS-PP perde. Se houvesse eleições legislativas por estes dias, os portugueses estariam disponíveis para trocar a AD e Luís Montenegro pelo PS de José Luís Carneiro na governação do país. É a conclusão da mais recente sondagem do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa) e Iscte - Instituto Universitário de Lisboa para a SIC e o Expresso.

O PS surge em primeiro lugar nas intenções de voto, com 24%, exatamente os mesmos que tinha há dois meses, na última sondagem. É a AD - Coligação PSD/CDS-PP que perde 4 pontos percentuais (pp) relativamente a maio, ficando assim atrás dos socialistas, com 21%. Também o Chega perde 4 pontos: recolhe agora 17% das intenções de voto. Em quarto lugar, a larguíssima distância, surge a CDU. O partido de Paulo Raimundo tem 4% (mais um ponto do que março) e lidera destacado o campeonato dos pequenos partidos, com Livre e Iniciativa liberal ex aequo com 2% e PAN e BE com apenas 1%.

quinta-feira, maio 28, 2026

Sondagem do DN: PS abre dez pontos de vantagem e AD cai para terceira força

Um ano após as últimas legislativas, socialistas lideram com 33,4% das intenções de voto. Coligação de Governo cai para terceiro lugar, com 23,2%, embora em empate técnico com o Chega (23,5%) (DN-Lisboa)

Barómetro DN/Aximage: Revisão da Constituição divide direita e esquerda

Barómetro mostra 54% dos inquiridos favoráveis a alterações constitucionais. Apoio é esmagador entre eleitores do Chega e da IL, enquanto à esquerda domina a rejeição da revisão da lei fundamental. Dois terços dos inquiridos querem alterações às leis do trabalho, mas não a proposta apresentada pelo Executivo de Luís Montenegro, que só encontra apoio maioritário entre o eleitorado da IL.

Numa altura em que o Chega deu entrada formal com uma proposta que pode desencadear um processo de revisão constitucional no Parlamento, a maioria dos portugueses concorda que o país precisa de rever a Constituição, mas os dados revelam uma forte divisão ideológica entre direita e esquerda sobre o tema. Segundo o mais recente barómetro DN/Aximage, 54% dos inquiridos defendem alterações constitucio…

Os dados revelam uma clivagem política muito marcada. Entre os eleitores do Chega (86%) e da IL (84%), a esmagadora maioria defende rever a Constituição de 1976 pela oitava vez. Também no eleitorado PSD/CDS existe maioria favorável, com 57% a apoiar uma revisão constitucional. À esquerda, o cenário inverte-se. Entre os eleitores do PS, 53% mostram-se contra alterações constitucionais, enquanto no Livre a oposição atinge 65% e na CDU 64.

Barómetro DN/Aximage. Maioria defende diálogo com Rússia; EUA já surgem como segunda maior ameaça à Europa

63% dos inquiridos apoiam reaproximação diplomática com Rússia. Jovens apontam EUA como principal ameaça. A ideia de uma retoma do diálogo entre a União Europeia e a Rússia é apoiada pela maioria dos portugueses, que já identificam os Estados Unidos como a segunda maior ameaça à segurança europeia, atrás apenas de Moscovo, de acordo com os resultados do barómetro DN/Aximage de maio.

Segundo o estudo, 63% dos inquiridos concordam com a posição expressa recentemente pelo primeiro-ministro português, Luís Montenegro, assim como pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, de apoiar a reabertura de canais diplomáticos cortados com o regime de Vladimir Putin desde a invasão da Ucrânia, incluindo o eventual regresso de Moscovo às reuniões do G20. Apenas 22% têm uma opinião negativa ou muito negativa sobre essa possível aproximação.

Apesar disso, 43% dos inquiridos ainda apontam a Rússia como sendo a principal ameaça atual à segurança europeia. Mais relevante, no entanto, será talvez o facto de os Estados Unidos surgirem em segundo lugar na resposta a esta pergunta, com 26% - muito acima do Irão (13%), Israel (6%) ou China, apontada por apenas 4% -, refletindo a crescente animosidade face às opções da administração Trump na política externa e na sua relação com a Europa e os aliados na NATO.

Barómetro DN/Aximage. Portugueses temem subida do custo de vida e chumbam apoios do Governo

Há uma preocupação quase unânime com a subida dos preços devido à situação no Médio Oriente e mantém-se a forte insatisfação com os apoios dados até agora pelo Executivo de Luís Montenegro. Os portugueses estão muito preocupados com o impacto do conflito entre EUA, Israel e Irão no aumento do custo de vida e mostram-se também amplamente insatisfeitos com os apoios dados até agora pelo Governo para responder à crise. Segundo o mais recente barómetro da Aximage para o DN, neste mês de maio, 94% dos inquiridos admitem-se apreensivos com a subida dos combustíveis e da inflação, ao mesmo tempo que mais de três quartos (77%) continuam a considerar insuficientes as medidas do Executivo liderado por Luís Montenegro para apoiar famílias e empresas.

A tensão no Médio Oriente é vista como um fator direto de pressão sobre o orçamento familiar e a preocupação com o custo de vida é mesmo classificada como “muito grande” pela maioria (56%) dos inquiridos, enquanto 38% apontam uma “grande” preocupação. Só 4% revelam pouca ou muito pouca inquietação com o tema.

O sentimento esmagador de preocupação com os efeitos económicos do conflito é transversal ao país, mas é no Sul e Ilhas que há uma maior fatia dos inquiridos (61%) a confessar o grau mais elevado de apreensão, tal como acontece com a faixa etária entre os 50 e os 64 anos (60%), bem como entre as classes sociais mais baixas: 63% dos inquiridos pertencentes à classe D dizem estar muito preocupados.


Barómetro Intercampus: Portugueses chumbam resposta do Governo à crise

A esmagadora maioria dos inquiridos (76,6%) do barómetro da Intercampus para CM, CMTV, NOW e ‘Negócios’ considera insuficiente a resposta do Governo às consequências da guerra no Irão. Só uma minoria (14,2%) aprova a ação do Executivo (Correio da Manhã)

terça-feira, maio 19, 2026

Barómetro da Intercampus para o NOW dá vitória ao PS se eleições legislativas fossem hoje

Quando José Luís Carneiro é comparado com Luís Montenegro e André Ventura, os portugueses não têm grandes dúvidas. Entre os três, o secretário-geral dos socialistas daria um melhor primeiro-ministro. Tem sido esta a tendência desde que José Luís carneiro chegou à liderança do PS. O socialista está a conquistar os eleitores e são já cerca de um terço os que acham que é a melhor opção para São Bento. Quando a pergunta é direta e os concorrentes são apenas Luís Montenegro e André Ventura os resultados ficam mais claros: 33,3% entendem que José Luís Carneiro tem maior capacidade para ser primeiro-ministro.

O atual chefe do executivo e presidente do PSD surge em segundo, com 27,2 %. Já o líder do Chega está em terceiro, com 20%.   A imagem dos líderes partidários reflete-se nas intenções de voto e também aqui o PS está à frente. Se as eleições se realizassem hoje, o partido de Carneiro alcançaria 23,6% e sairia vencedor.   Segue-se a AD. A coligação PSD-CDS-PP convenceu 22,9% dos inquiridos e distanciou-se do Chega. O partido de André Ventura fecha o pódio com 19,3%.   A iniciativa liberal continua em quarto lugar, com 7%. O Livre aparece em quinto lugar, com 5,2%. Mais atrás, o duelo é entre comunistas e bloquistas. Estão empatados com 3,6%. O PAN está em último com 2,1 % e os indecisos são 10,7%.

Não há trocas de posições em relação a abril. Os socialistas subiram 0,2 pontos percentuais no espaço de um mês. A AD até cresceu mais, mas não o suficiente para chegar a primeiro ou desfazer o empate técnico. Já percentagem de indecisos, que há um mês era de 13%, registou uma descida. Nesta sondagem da Intercampus foram realizadas 606 entrevistas telefónicas entre os dias 8 e 14 de maio. A margem de erro é de cerca de 4% (Canal Now)

segunda-feira, março 23, 2026

Sondagem Expresso/SIC: Eleitores querem Montenegro a negociar com o PS e o Chega

A mensagem é clara: os portugueses privilegiam negocia­ções do Governo com os dois maiores partidos da oposição ou apenas com o PS, rejeitando a ideia de negociações apenas com o Chega. A opinião dos inquiridos na sondagem do ICS/ISCTE para o Expresso e SIC é a de que o Executivo não deve virar-se apenas para a extrema-direita. A maioria dos inquiridos (38%) defende que a AD deve negociar ora com o Chega, ora com o PS, dependendo do tema, o que corresponde à posição que o primeiro-ministro tem adotado, pelo menos no discurso, ao recusar definir um “parceiro preferencial”, apesar de existir uma maioria parlamentar de direita, e dizer que negoceia com “todos”. Com apenas um ponto percentual de diferença, 37% dos inquiridos entendem que o Governo deve negociar em exclusivo com o PS e apenas 15% esperam que o parceiro preferencial seja o Chega.

Apesar do aparente alinhamento entre o primeiro-ministro e os inquiridos neste ponto, certo é que o Governo tem contado sobretudo com os votos do Chega para aprovar as principais propostas, como o pacote legislativo da habitação, a lei da nacionalidade e a lei de estrangeiros, ou a recente alteração ao Código do Processo Penal. A exceção foi o Orçamento do Estado, que só foi viabilizado graças à abstenção do PS. O Chega votou contra. Este ano, na verdade, o cenário pode mudar com a ameaça dos socialistas de rutura em todo o diálogo político com o Governo, caso sejam deixados de fora das escolhas de três juízes para o Tribunal Constitucional.

Sondagem Expresso/SIC: Portugueses arrasam Governo na habitação, custo de vida e corrupção

Um em cada cinco eleitores do PSD chumba ação do Executivo de Luís Montenegro, revela estudo feito pelo ICS/ISCTE. Maioria dos simpatizantes da AD discordam de Governo na criminalidade. Montenegro tem positiva à tangente. Vermelho: é a cor do cartão que a maioria dos portugueses mostra ao Governo, menos de um ano depois de ter tomado posse pela segunda vez. A conclusão é do estudo feito pelo ICS/ISCTE para o Expresso e SIC que mostra que mais de metade dos inquiridos (56%) faz uma avaliação má ou muito má do desempenho do Executivo. Pelo contrário, 34% considera o desempenho “bom” e só 1% o classifica como “muito bom”.

Sectorialmente a avaliação continua em baixa. Da habitação à saúde, da imigração ao ambiente, não há área em que os portugueses façam uma avaliação positiva à atuação do Governo. Aliás, a insatisfação é praticamente total quanto à forma como o Executivo tem lidado com as áreas da habitação e do custo de vida. O número fala por si: 93% dos inquiridos dizem-se “pouco ou nada satisfeitos” com o rumo do Governo nestas duas questões. Isto significa que apenas 3% e 5% estão “algo satisfeitos” com a habitação e o custo de vida, respetivamente, e nenhum se diz “muito satisfeito”.