Casa Mateus em altaNenhuma das fundações avaliadas pelo Governo teve nota máxima, mas a Casa de Mateus foi a que chegou mais perto: numa escala de 0 a 100, esta fundação com sede em Vila Real teve 78,1 pontos. Das 190 fundações IPSS avaliadas pelo Governo, numa escala de 0 a 100, 96 tiveram uma pontuação abaixo dos 50 pontos e as restantes 94 situaram-se acima desse valor, de acordo com o relatório divulgado nesta quinta-feira. Entretanto, os responsáveis da Fundação Amália Rodrigues e da Fundação Sousa Cintra, ambas privadas, reagiram com surpresa pelo facto de estas não terem sido avaliadas pelo grupo de trabalho que analisou o universo das fundações em Portugal. O vice-presidente da Fundação Amália Rodrigues, Rui Maurício, disse à Lusa que desconhece os motivos pelos quais a instituição ficou de fora na avaliação. "Nós entregámos atempadamente o inquérito e nunca fomos contactados por ninguém, pelo que esperamos pacientemente", disse. Na lista divulgada pelo Governo, a Fundação Amália Rodrigues, instituída por vontade testamentária da fadista falecida em 1999, é uma das 37 entidades que as Finanças consideram "não avaliáveis", por falta de informação. Também o empresário e antigo presidente do Sporting, José Sousa Cintra, ficou surpreendido com a exclusão da fundação com o seu nome da lista final do grupo de trabalho. Contactado pela Lusa, o empresário algarvio disse que a falta de avaliação só pode resultar de um "equívoco".
terça-feira, agosto 07, 2012
Fundação do Magalhães recebeu quase metade do total dos apoios do Estado
Casa Mateus em altaNenhuma das fundações avaliadas pelo Governo teve nota máxima, mas a Casa de Mateus foi a que chegou mais perto: numa escala de 0 a 100, esta fundação com sede em Vila Real teve 78,1 pontos. Das 190 fundações IPSS avaliadas pelo Governo, numa escala de 0 a 100, 96 tiveram uma pontuação abaixo dos 50 pontos e as restantes 94 situaram-se acima desse valor, de acordo com o relatório divulgado nesta quinta-feira. Entretanto, os responsáveis da Fundação Amália Rodrigues e da Fundação Sousa Cintra, ambas privadas, reagiram com surpresa pelo facto de estas não terem sido avaliadas pelo grupo de trabalho que analisou o universo das fundações em Portugal. O vice-presidente da Fundação Amália Rodrigues, Rui Maurício, disse à Lusa que desconhece os motivos pelos quais a instituição ficou de fora na avaliação. "Nós entregámos atempadamente o inquérito e nunca fomos contactados por ninguém, pelo que esperamos pacientemente", disse. Na lista divulgada pelo Governo, a Fundação Amália Rodrigues, instituída por vontade testamentária da fadista falecida em 1999, é uma das 37 entidades que as Finanças consideram "não avaliáveis", por falta de informação. Também o empresário e antigo presidente do Sporting, José Sousa Cintra, ficou surpreendido com a exclusão da fundação com o seu nome da lista final do grupo de trabalho. Contactado pela Lusa, o empresário algarvio disse que a falta de avaliação só pode resultar de um "equívoco".
Alterações ao código de trabalho
A terceira alteração ao código do trabalho já foi anunciada em diário da república e as novas regras vão começar dia 1 de Agosto. O que vai mudar?
Horta Osório prevê que a economia só volte ao crescimento dentro de 5 anos...
Michael Phelps anuncia fim de carreira
Chegada da sonda robô Curiosity a Marte foi um sucesso
“Troika” regressa a Portugal para a quinta avaliação no final deste mês
No final de agosto a “troika” regressa a Portugal para a quinta avaliação com a meta do défice cada vez mais ameaçada. Portugal poderá, eventualmente, conseguir mais tempo para atingir os objetivos a que se propôs.
Saúde: Análise da Sustentabilidade Financeira do Serviço Nacional da Saúde
Saúde: ERS publica Estudo para a Carta Hospitalar
Saúde: Estudo de Avaliação dos Centros Hospitalares
Saúde: Relatório Preliminar sobre a Rede Hospitalar com Financiamento Público
No que concerne à análise da capacidade, destacam-se regiões associadas a rácios de oferta/procura potencial relativamente elevados, identificando-se igualmente os hospitais da rede hospitalar com financiamento público que contribuem para tais rácios.O presente relatório tem um carácter meramente preliminar, não podendo ser visto isoladamente e sem ser complementado por outras análises mais aprofundadas, incluindo, por exemplo, quanto a dimensões não espaciais do acesso, com a inclusão de variáveis sócio-económicas, demográficas e epidemiológicas no método de análise adotado. A ERS encontra-se presentemente a elaborar um estudo mais abrangente sobre a rede hospitalar com financiamento público, que permita o estabelecimento dos princípios fundamentais e orientadores de uma carta hospitalar, pelo que a sua análise encontra-se ainda em evolução e aprofundamento". Leia aqui o relatório na integra.
Pobreza nos Açores acima da média nacional
Sociedade açoriana empobrece apesar das medidas do Governo
Erros regionais
O contexto "não desculpa os erros regionais", diz Mário Fortuna, que fala de "caprichos" e "luxos", investimentos vultuosos em marinas, Scut e outras obras sem "efeito multiplicativo significativo". Por onde começar para sair da crise? "É preciso reformatar muita coisa, introduzir um novo paradigma baseado no sector privado", responde o presidente da CCIA. António Marinho, vice-presidente da bancada parlamentar do PSD, vai mais longe nas críticas à governação socialista: "O Governo dizia em Outubro de 2008 que os Açores estavam a passar ao lado da crise. A partir daí foram só más notícias." O diagnóstico é implacável: a agricultura não se expande por causa das quotas leiteiras; o turismo está em queda há muito tempo; as obras públicas estão a falhar (ver texto ao lado); e o comércio está numa situação catastrófica, com evolução negativa das vendas. Falta acrescentar a situação da dívida pública, que António Marinho diz ser de 3300 milhões de euros (86% do PIB) de "responsabilidades plurianuais", em consonância com o cálculo a que chegou o Tribunal de Contas. "É uma factura para quem governar a seguir", sublinha. Para convencer os açorianos e ganhar as eleições no Outono, o PSD defende um novo modelo de desenvolvimento, baseado no conceito de "região económica", que parte da realidade de cada uma das nove ilhas e as integra num espaço conjunto, uma "verdadeira região". "A ideia é criar um mercado interno forte e, em alguns casos, potenciar a exportação", diz António Marinho. "Não passa de um slogan", comenta Sérgio Ávila, vice-presidente do Governo regional dos Açores. "O PSD-Açores não conseguiu apresentar até hoje uma única proposta concreta e consistente de alternativa de actuação."O mesmo responsável rejeita os números da dívida pública açoriana avançados pelo PSD, que apelida de "exercício criativo": "De acordo com o INE, Banco de Portugal e Eurostat, é de 690 milhões de euros. Não existe qualquer dúvida que o nível de endividamento é substancialmente inferior ao do resto do país." A capacidade do Governo para manter o nível de investimento público e reforçar o apoio às famílias e empresas açorianas é realçada pelo socialista. "Os mecanismos de apoio permitiram minimizar os efeitos desta conjuntura adversa nos Açores", acrescenta. E a criação de emprego é a prioridade das prioridades "do Governo PS na próxima legislatura", diz Sérgio Ávila. A criação de uma Agenda para a Criação de Emprego, já apresentada publicamente, será o instrumento essencial para "reforçar as políticas activas de criação de emprego, assentes no apoio às empresas para reforçar a sua competitividade e à qualificação de emprego" (texto do jornalista do Público, Carlos Pessoa, com a devida vénia)
Governo gastou 18 milhões em navios de combate à poluição que estão por construir!
Quase 600 alertas de poluição no mar
Desde 2005, a Marinha recebeu 593 alertas de poluição em águas nacionais mas apenas foi necessário intervir em 60 destes casos, que demoraram, em média, “dois a três dias” para serem solucionados. Do total de situações reportadas, 319 foram detectadas via satélite em águas da Zona Económica Exclusiva (ZEE) nacional, entre Portugal continental e as ilhas, e 274 eram casos de poluição de “pequena dimensão” em zonas costeiras e áreas portuárias.O último grande acidente de poluição registado em Portugal aconteceu junto à costa da ilha do Faial, Açores, quando o navio “CP Valour”, que seguia para Espanha com cerca de 500 contentores a bordo, encalhou, a 9 de Dezembro de 2005. Segundo a Marinha, este foco demorou cerca de seis meses a ser combatido. “Os dados disponíveis demonstram ainda que a variação do número de acidentes de poluição se tem mantido constante, apesar de se verificar uma tendência crescente do tráfego marítimo na nossa zona costeira”, sublinha a mesma fonte”.
El PP exige 'explicaciones' a Rubalcaba ante un posible 'Watergate español'
A amnésia alemã: as contradições de Berlim na crise do euro
Li no Dinheiro Vivo que "nos últimos dois anos, a Alemanha tem sido a maior opositora aos programas de compra de dívida soberana por parte do Banco Central Europeu, argumentando que eles ameaçam a independência do BCE e arriscam uma subida descontrolada da inflação. Receios que denunciam alguma perda de memória. É que basta recuar 37 anos, para encontrar registos de compra de títulos de dívida pública pelo Bundesbank, o banco central alemão. O último sinal de oposição de Berlim foi revelado pelo presidente do BCE na quinta-feira passada, quando Mario Draghi - numa anormal quebra de protocolo - disse que a Alemanha foi o único país a mostrar-se contra a preparação de mais um programa de compra de obrigações, que seria desenhado com o objetivo de aliviar a pressão sobre as taxas de juro de Espanha e Itália. Mas nem sempre a posição alemã foi tão dogmática. Em 1975, a economia da República Federal da Alemanha enfrentava uma forte recessão, com uma contração de 3,4% do PIB e uma taxa inflação de 6%. Segundo um relatório do Deutsche Bank, citado pela Bloomberg, entre julho e outubro desse ano, o Bundesbank comprou 7,7 mil milhões de marcos de dívida pública alemã (3,9 mil milhões de euros). Porquê? Para evitar "um aumento provável e economicamente indesejável das taxas de juro efetivas". Faz-lhe lembrar alguma coisa? O argumento para intervir no mercado em 1975 parece muito semelhante ao que tem sido utilizado para defender a atual atuação do BCE. Com uma diferença: a inflação está muito longe dos níveis da década de 70. Os últimos dados apontam para uma taxa de 2,4% na zona euro e 2% na Alemanha. O que significa que os riscos de descontrolo dos preços são bastante mais moderados Ou seja, até numa conjuntura económica mais arriscada, o banco central alemão optou por comprar obrigações do tesouro, mesmo sob pena de provocar uma subida ainda maior da inflação. Este é o mesmo Bundesbank que tem feito de tudo para o BCE não atue no mercado de dívida europeu. O presidente, Jens Weidmann, está a seguir a mesma linha defendida pelo seu antecessor, Axel Weber, que se demitiu em protesto contra o programa de compra de dívida iniciado em maio de 2010. O economista-chefe do BCE, Juergen Stark, afastou-se pelas mesma razões. "Somos o maior e mais importante banco central do Eurosistema e temos uma maior influência que muitos outros bancos do Eurosistema", afirmou Weidmann, numa entrevista no início do mês, acrescentando que a independência do BCE "obriga-o a respeitar e não ultrapassar o seu próprio mandato". O braço de ferro entre Draghi e Weidmann deverá continuar nas próximas semanas, período em que o BCE irá desenhar um novo mecanismo de compra de dívida soberana”.El PSOE niega que desde Interior se espiara al PP: 'No hay nada de nada'...
Escreve o El Mundo, num texto do jornalista Luis Ángel Sanz que “la portavoz del PSOE en el Congreso de los Diputados, Soraya Rodríguez, ha asegurado este martes que "no hay nada de nada" en relación a la presunta trama corrupta de altos cargos de Interior bajo la empresa Interligare durante el tiempo que el actual secretario general socialista, Alfredo Pérez Rubalcaba, era ministro de ese Departamento, y que ha publicado el diario EL MUNDO. Según Rodríguez, "hasta ahora lo que hemos escuchado son declaraciones de dirigentes del PP que piden explicaciones", pero en su opinión, "los primeros que saben que no hay absolutamente nada de nada" son los propios "dirigentes del PP". "Lo estoy diciendo de forma clara y taxativa: no hay absolutamente nada de nada", ha destacado en rueda de prensa la portavoz socialista, añadiendo que los 'populares' se centran en esto para no dar explicaciones sobre otras cuestiones a ciudadanos que viven "angustiados" en la actual situación de crisis.Cuestiones que sí importan
A su juicio, la trama destapada por EL MUNDO es una cuestión que no le importa a los ciudadanos. Por el contrario, sí exige al Gobierno "explicaciones de las cosas que realmente importan a los ciudadanos" como son, ha dicho, "el nuevo recorte enviado a Bruselas" o la "desaparición de la ayuda de 400 euros" a los desempleados. Rodríguez ha insistido en que hay que ir al Congreso para explicar por qué el Ejecutivo está "todo el mes de agosto sin una sola actividad parlamentaria y que no se convoque un pleno para explicar la aprobación presupuestaria y el recorte de 31.000 millones en 2013 y 50.000 en 2014. Hay que pedir explicaciones de por qué ahora nos encontramos con la situación absurda de que el presidente del Gobierno, Mariano Rajoy, se encuentre de vacaciones" en un momento difícil para el país, en el que en su opinión debería estar trabajando para evitar el "rescate". Respecto al silencio mostrado por Rubalcaba en relación a este asunto, desde el PSOE no han querido aclarar si el líder socialista hablará sobre este tema en los próximos días o si emprenderá acciones judiciales. Según fuentes del PSOE, cuando Rodríguez señala que "no hay nada de nada" se refiere al presunto espionaje de Interligare a la sede nacional del PP en la calle Génova. Añaden que quienes tienen toda la información sobre el caso son los responsables de Interior, ahora en manos del PP.
Gómez: Rubalcaba es 'impecable'
Por su parte, el líder de los socialistas madrileños, Tomás Gómez, ha exigido al PP que "deje de desprestigiar a alguien tan impecable" como Rubalcaba. En un acto en Torrejón de Ardoz, Gómez ha afirmado que "si quiere alguien saber qué es espionaje" que viaje a la Comunidad de Madrid y que "pregunte a la señora Aguirre, al señor Ignacio González y al señor Granado". "Vale ya de malas artes, de inventar y difamar", ha sentenciado. En este sentido, el socialista ha asegurado que "lo que duele al PP" es que Rubalcaba fue "el mejor ministro del Interior que acabó con ETA". Por ello, Gómez ha asegurado que los socialistas se sienten "orgullosos".
Finanças cortam verbas à Madeira e Açores para recuperar dívidas da saúde
Mais de 120 toneladas de palha doada por agricultores a caminho da Madeira
Já estão a caminho da Madeira as mais de 120 toneladas de palha oferecidas pelos agricultores do continente. A última parte foi colocada em contentores esta tarde e chega à ilha até ao final da semana. A palha vai ser distribuída pelos agricultores que perderam as pastagens nos incêndios do mês passado.
Crédito malparado atingiu valores recorde no final de junho
O crédito malparado voltou a crescer e segundo o Banco de Portugal atingiu um valor recorde. No final de junho, havia 709 mil portugueses com prestações em atraso, o que corresponde a 15,6 por cento dos devedores. É o valor mais alto desde que há dados. Também entre as empresas há um novo máximo: 8,7 por cento das firmas endividadas têm prestações em atraso. Das famílias que contraíram empréstimos, 3,5 por cento estão em incumprimento (veja aqui o vídeo da RTP sobre esta notícia)
Banca pagou 217 milhões de impostos aos Estado nos primeiros 6 meses do ano
Economia deve dar mais atenção à felicidade do povo
Desactivados dos artefactos explosivos en Vigo, que reivindica Resistencia Galega...
Más de la mitad de los ayuntamientos catalanes, a favor de la independencia
Siete Helicópteros y 3 hidroaviones operan este lunes en los incendios de Canarias
Li no Canárias-7 que "los incendios forestales que afectan desde el sábado a las islas de La Palma y La Gomera continúan activos y sobre ellos actuarán este lunes un total de siete helicópteros y tres hidroaviones, han informado a Efe fuentes del Gobierno de Canarias. Los tres hidroaviones que solicitó el Gobierno de Canarias al Ministerio de Agricultura y que llegaron ayer al Archipiélago, pudieron realizar a última hora algunas descargas sobre los incendios que afectan en La Gomera a unas 3.000 hectáreas y en La Palma a unas 850 hectáreas. Las fuentes han explicado que el incendio más complicado continúa siendo el de La Gomera, que ha obligado al desalojo de unas 600 personas pertenecientes a 23 caseríos ubicados en los municipios de Alajeró,Vallehermoso y San Sebastián de La Gomera. La mayoría de los desalojados han pernoctado en casas de familiares y amigos y unos 80 lo han hecho en el albergue de Alajeró y en la residencia escolar de San Sebastián. El fuego en esta isla tiene dos frentes activos y uno de ellos es el que afecta al Parque Nacional de Garajonay y el otro a la zona alta del barranco de La Laja. Las fuentes han comentado en esta isla ya han comenzado a trabajar dos hidroaviones, que se suman a los medios terrestres y a los cinco helicópteros que trabajan desde el sábado. En cuanto al incendio en el municipio de Mazo, en La Palma, las previsiones son más positivas ya que el fuego está perimetrado salvo en la cola oeste en un lugar llamado Pico Nambrote. El Gobierno ha informado de que este punto trabajan dos helicópteros y un hidroavión. En La Palma, todas las personas desalojadas, unas 100, han podido regresar ya a sus casas. Las previsiones meteorológicas son hoy más favorables dado que se espera un descenso de las temperaturas, lo que, según las fuentes, facilitaría las tareas de control y extinción del fuego”.Polémica: Rivero reclama una base permanente de hidroaviones en Canarias
Li no Canárias-7 que "el presidente canario, Paulino Rivero, reclamó este lunes al Gobierno de España que establezca en las islas una base permanente de hidroaviones para combatir los incendios forestales, dada la tardanza con la que llegan esos refuerzos cuando hay alguna incidencia, no menos de 24 horas. Rivero, en declaraciones a la prensa, dijo que para combatir los incendios que desde el sábado afectan a La Palma y La Gomera, el Gobierno canario pidió ese día a última hora la presencia de hidroaviones, que no llegaron a las islas desde la península hasta las seis de la tarde del domingo. "El Gobierno de España responde con diligencia para poner a nuestra disposición los medios", afirmó Paulino Rivero, pero el problema es la distancia de 2.000 kilómetros que tienen que recorrer los aparatos desde la península. Las 24 horas que suelen tardar los refuerzos "son muchas horas" porque o los incendios se logran atajar en las primeras seis a ocho horas "o se convierten en un problema muy importante". Por eso, es imprescindible que se mantengan tres o cuatro hidroaviones en las islas en el verano que complementen a los medios con los que cuenta el Gobierno de Canarias y los cabildos, agregó, y subrayó que dado lo escarpado del terreno muchas veces el fuego sólo se puede combatir desde el aire. Explicó que el año pasado ya se hizo una petición formal en este sentido por parte del Gobierno de Canarias, y se volverá a realizar otra en cuanto se controlen los dos incendios actuales. Respecto a los dos incendios, Rivero señaló que el cambio de tiempo, con menos temperatura y más humedad es "un aliado muy importante" que ha ayudado a mantener el fuego dentro del perímetro en el que estaba ayer”.Polémica: Soria critica que Canarias esperase «al último momento» para pedir los hidroaviones
Opinião: "No sin consenso"
Feijóo intenta convertir su propuesta en una batalla nacional para todo el Partido Popular y, a partir de la última reunión de responsables autonómicos con Rajoy, proliferan las sugerencias para desmochar las Cámaras autonómicas. Pero la confusión es grande porque Castilla-La Mancha, la comunidad presidida por María Dolores de Cospedal, secretaria general del PP, acaba de imponer el movimiento contrario: el número de diputados en esa comunidad aumenta de los 49 actuales a 53.
Lo que realmente pretende la maniobra de Feijóo es garantizarse la siguiente mayoría. La reforma pretendida dará algún escaño más al PP, en el supuesto de que el voto ciudadano en la próxima elección sea similar al de la anterior. El procedimiento técnico para lograrlo es simple: se atribuye un elevado número de escaños a cada provincia, nada menos que 10, tanto a las más pobladas como a las que menos, y los restantes se distribuyen según fracciones de población. El resultado es que sube el peso parlamentario de las provincias menos pobladas, pero tradicionalmente conservadoras, que son Lugo y Ourense —esta última ha vivido las prácticas de los Baltar—; y se disminuye el de las más pobladas, A Coruña y Pontevedra, donde los socialistas y el BNG cuentan con los principales graneros de votos. Todo ello a pocos meses de las elecciones gallegas, previstas para marzo —si el presidente de la Xunta no decide adelantarlas—.
Los propósitos de Feijóo recuerdan los que la dirección nacional del PP apuntó para el Congreso en vísperas de las últimas elecciones generales. Algunos dirigentes populares defendieron entonces la reducción a 300 del número de diputados, en vez de los 350 actuales, una idea que no ha reaparecido en los últimos meses, si bien el criterio de fondo es el mismo que el empleado ahora por el PP gallego. A priori no hay que descartar un debate serio sobre el tamaño de las instituciones representativas ni sobre su coste, pero en España rige el sistema de representación proporcional y no deben alterarse las reglas del juego para perjudicar a la oposición en beneficio de quien está en el poder. Todo se puede reformar, las leyes electorales también, siempre que exista un amplio acuerdo político y social. Cuando se imponen unilateralmente surgen las sospechas de prefabricar las mayorías y actuar con ventajismo" (editorial do El Pais com a devida vénia)
El PP pierde ocho puntos con respecto al 20-N y el PSOE apenas crece

Más voto nacionalista
CiU también supera los resultados de hace dos meses con el 4% de la estimación de voto (dos décimas más), aunque aún está una décima por debajo de los últimos comicios. En este sondeo, realizado del 2 al 10 del pasado mes de julio, antes de que se anunciaran los últimos recortes, se advierte una mejoría general de todas las formaciones nacionalistas. En comparación con el último sondeo, suben PNV (0,3, hasta el 1,5%), BNG (0,4, hasta el 0,7%) y Coalición Canaria (0,4, hasta el 0,7%). En cambio, pierden simpatías ERC, que pierde 4 décimas y obtendría el 1,3% de los sufragios, Geroa Bai (0,1%, dos décimas menos) y Amaiur, que pierde una décima, con una estimación de voto del 1,2%, y sería superada por los nacionalistas del PNV. Compromis-Equo y Foro Asturias igualan sus marcas del último barómetro: 0,8 y 0,4% respecttivamente. Es el tercer estudio del CIS que presenta datos de estimación de voto desde que Mariano Rajoy llegó al Palacio de la Moncloa tras su victoria en las elecciones del 20 de noviembre por mayoría absoluta. En enero, la ventaja del PP era de 14,7 puntos sobre el PSOE, y en mayo, la distancia se recortó a 11 puntos (40,6% frente a 29,6%)”.
Reforma tem os dias contados? Encontre alternativas
Por isso, ficar à espera da reforma da Segurança Social não é a melhor opção, pois pode trazer desagradáveis surpresas. O melhor é começar a pensar numa estratégia. A oferta é variada e há produtos para todos os gostos e perfis, o desafio é escolher o que mais se adequa às suas necessidades. Em contrapartida, esta estratégia de poupança nem sempre é fácil de concretizar tendo em conta que o orçamento familiar está cada vez mais asfixiado.
Não se esqueça que, antes de decidir, deve ter em conta alguns factores, nomeadamente a necessidade de diversificar os investimentos, o perfil de risco – conservador: principal objectivo é a preservação do valor investido, preferindo investimentos de baixo risco; moderado: está disposto a assumir um risco considerável nos investimentos de modo a potenciar um crescimento sustentado do capital a médio e a longo prazo e o dinâmico: que tem como objectivo potenciar um crescimento importante a médio e a longo prazo assumindo por isso um risco elevado nas subscrições que subscreve – e o espaço de tempo até à chegada da reforma.
Pequenos truques
Para alguns especialistas, a solução para ter uma reforma mais tranquila é simples: poupar no mínimo 10% dos rendimentos mensais para esse fim. Já no caso dos mais jovens, poupar um euro por dia até à idade da reforma permite ter um rendimento extra e manter o nível de vida. Por exemplo, se tiver 25 anos e nenhuma poupança, ao amealhar 30 euros por mês, ou seja, um euro por dia, terá à sua disposição um capital de 47 172 euros quando chegar ao termo da sua poupança reforma. Este montante pressupõe um investimento diversificado com o máximo de 50% de acções. Por isso mesmo, a Associação de Defesa do Consumidor (Deco), considera que esta decisão deve ser tomada o mais cedo possível. Um dos erros típicos é assumir que basta preocupar-nos com este assunto a cinco ou 10 anos da reforma. Uma visão que pode trazer desagradáveis surpresas, já que em cinco ou 10 anos dificilmente iremos poupar o suficiente para complementar a pensão de reforma.
Se poupar 50 euros por mês a partir dos 40 anos consegue juntar mais de 25 mil euros até aos 65 anos. Conclusão, “é preferível constituir uma poupança pouco a pouco do que adiar a decisão, já que consegue atingir uma poupança considerável a partir de quantias reduzidas”, admite a associação. Esta refere, no entanto, que o consumidor não deve aplicar todo o dinheiro em produtos a longo prazo, uma vez que pode vir a precisar dessa verba para responder a algum imprevisto. Além disso, é possível fazer pequenos cortes nos seus gastos diários e que podem fazer toda a diferença daqui a uns anos.
Alternativas
Plano Poupança Reforma (PPR)
É o produto mais popular, mas tem vindo a perder adeptos com a redução dos benefícios fiscais. Na prática, só quem tem um rendimento mensal próximo do salário mínimo nacional, não contratou seguros de vida, não fez donativos, nem investiu em energias renováveis conseguirá beneficiar da dedução intacta no IRS. A maioria dos PPR tem capital garantido, por isso o perfil de risco é moderado. Também é mais fácil movimentá-los. Transferir um produto que não tenha garantia de capital deixou de ter qualquer custo. Já no caso dos produtos com garantia de capital a comissão máxima prevista é de 0,5% do valor a resgatar. Para a Associação de Defesa do Consumidor (Deco), os fundos mistos e os Certificados do Tesouro são o melhor destino para as economias dos portugueses.
Certificados de Reforma
Também são conhecidos como os PPR do Estado. O produto foi lançado em Março de 2008 e, na altura, apresentou-se como uma alternativa para o complemento de reforma. É possível descontar todos os meses 2%, 4% ou 6% do salário, consoante a idade. Isso significa que, só atingirá o limite máximo do benefício se tiver um rendimento mensal superior a 3645 euros (se descontar 4%) ou superior a 7292 euros (desconto de 2%). Estes descontos vão para uma espécie de fundo que é gerido pelo Estado. O complemento de reforma será tanto mais elevado quanto mais cedo aderir ao regime e mais alta for a taxa de entregas. Para a Deco, esta pode não ser a melhor a opção, uma vez que o produto não tem liquidez, pois o investidor só tem acesso à poupança no momento da reforma.
Certificados do Tesouro
Captou a atenção dos investidores no momento em que foi lançado devido à elevada taxa de remuneração. Mas esta tem vindo a cair e, como tal, está a captar menos atenção. De acordo com as contas do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), o saldo das subscrições até Junho é positivo em 74 milhões de euros e, para um investimento a 10 anos, esta aplicação financeira está a render mais de 7%. O capital é garantido e permite o resgate antecipado, tanto total como parcial, após seis meses de aplicação. Os Certificados do Tesouro estão mais vocacionados para investimentos a médio e a longo prazo, pois quanto mais alargado for o horizonte de investimento mais rentável se torna. O montante mínimo de subscrição é de mil euros e o máximo é de um milhão.
Fundos de investimento
Constituídos por diversos investimentos individuais que, em conjunto, são aplicados em vários mercados e valores financeiros, como acções, imobiliário, etc. Ou seja, pequenos investidores entregam as suas poupanças a um gestor profissional. Sempre que o investidor pretenda, pode resgatar o respectivo investimento do fundo. Estes têm sempre a vantagem de contar com carteiras com alguma diversificação e onde é possível investir com pequenos montantes. Quem tem maior aversão ao risco pode apostar nos fundos imobiliários, os que procuram uma aplicação a médio e a longo prazo podem investir nos fundos de obrigações e os que querem fugir do risco podem apostar nos fundos de acções. A verdade é que quanto maior for o risco que assumir, maior será o retorno.
Fundos de pensões
Os fundos de pensões abertos são geridos por sociedades gestoras e têm como objectivo financiar planos de pensões a vários associados, no entanto, estes não necessitam de ter qualquer vínculo comum. As novas adesões estão sempre dependentes da aceitação por parte da entidade gestora. É preciso ter em consideração que estes fundos têm diferentes níveis de exposição a acções. Já os fundos de pensões fechados dizem respeito apenas a um associado ou, existindo mais do que um associado, quando se verifique um elo de natureza empresarial, associativo, profissional ou social entre eles, sendo necessário o consentimento destes para a adesão de novos associados ao fundo. Cabe ao supervisor emitir as normas regulamentares e proceder à fiscalização das mesmas” (texto da jornalista do Jornal I, Sónia Peres Pinto, com a devida vénia)
Falências de empresas sobem 46,7% no primeiro semestre do ano
Parque Escolar: Derrapagem de 5 milhões nas obras de três escolas
Crédito: todos os dias há mais de 110 novas famílias que entram em incumprimento...
Consumo
No final de Junho, 649 335 famílias tinham prestações em atraso nos empréstimos ao consumo. Este é o primeiro pagamento (cartões de crédito, automóvel, ou por exemplo, electrodomésticos) que as famílias falham quando confrontadas com restrições de liquidez. Do total de portugueses com este tipo de empréstimo, 17,5% tinha prestações em atraso em Junho.
Habitação
O crédito da casa é, por norma, prioritário para os particulares, pelo que só deixa de ser pago em última instância. O Banco de Portugal reportou um total de 150 329 lares com crédito vencido no final de Junho, o que corresponde a 6,2% do universo total. No último trimestre, foram 1 612 as famílias que deixaram de pagar o empréstimo da casa, o que revela um abrandamento significativo face às 8 840 registadas nos primeiros três meses do ano. O alívio poderá ser explicado com a maior disponibilidade da banca para renegociar as condições contratuais dos créditos, através da reestruturação da dívida, e também com o facto de as taxas de juro interbancárias estarem ao nível mais baixo de sempre, o que tem arrastado as prestações para sucessivas descidas e, em alguns casos, para mínimos históricos.O peso do malparado no montante total dos empréstimos aumentou em todos os segmentos. O rácio de crédito vencido nas famílias atingiu os 4% em Junho, um novo recorde desde que há estatísticas. No consumo é de 11,5%, e na habitação já superou os 2%.
Empresas
A actual conjuntura económica está a agravar também as dificuldades das empresas. O número de empresários em nome individual classificados como devedores registou um crescimento de 28,5% no primeiro trimestre para 29,7% no final de Junho. No total, 128 061 empresários por conta própria estão em incumprimento. De acordo com as mesmas estatísticas, 27,4% das empresas com dívidas à banca tem mensalidades em atraso. O peso do crédito em cobrança duvidosa atingiu um novo recorde de 9,2% em Março, equivalente a quase 10,3 mil milhões de euros de créditos vencido. Em média, cada empresa deve quase 480 mil euros. O supervisor bancário e os presidentes dos maiores bancos portugueses já anteciparam que o número de famílias e de empresas em incumprimento vai continuar a subir, pelo menos, até ao final deste ano, fruto do ajustamento da economia e da diminuição do rendimento disponível das famílias”.

