quinta-feira, outubro 11, 2018

JPP: o foguetório mediático do costume sem novidade nenhuma

A JPP com a habitual foguetório mediático - porque tudo o que faz passa pelo protagonismo mediático, inquestionavelmente o palco privilegiado da acção política da JPP e demais partidos políticos regionais, cada vez mais acomodados às potencialidades das redes sociais e à disponibilidade útil e constante dos média (até que um dia se fartem ou acabem...) e cada vez  mais distantes das pessoas - revelou ter denunciado unilateralmente o pacto de coligação que  negociou directamente com Paulo Cafofo - não com o PS – para o Funchal e nas autárquicas de 2017, do qual resultou a eleição de um membro na Assembleia Municipal que parece passar agora a “independente” (estes truques nojentos na política que cada vez mais a desacreditam)
Afinal qual a novidade deste show-off?
Nenhuma, tudo aconteceu por que tinha que acontecer, obrigatoriamente, por pressão antecipada das regionais de 2019 como explicarei mais adiante
Por acaso alguém não estaria à espera desse desfecho? Só um idiota.
As eleições regionais colocarão os partidos a concorrer separadamente uns dos outros, ainda por cima depois da coligação de Vítor Freitas de 2015 se ter revelado um enorme fracasso político, eleitoral e parlamentar que todos se recordam.
Ou seja, JPP e Bloco, principais parceiros de Cafofo na corrida para a CMF em 2017, naturalmente que serão adversários dos socialistas nas regionais de 2019. Não há volta a dar. Isto coloca aos olhos da opinião pública uma realidade algo complexa que poderá confundir ainda mais as pessoas. Por um lado partidos parceiros do entendimento eleitoral no Funchal a se degladiarem nas regionais! Eleições diferentes, dirão alguns. Pois é. Mas protagonistas são os mesmos, só que jogando em arenas diferentes.
A sobrevivência dos partidos, a todos os níveis mas sobretudo o financeiro e contabilizando ainda as demais (legais) mordomias parlamentares - instalações, funcionários, comunicações, equipamentos, etc – propiciadas pela Assembleia Legislativa mas garantida apenas em função dos resultados eleitorais e da desejada eleição de deputados que no mínimo garantam um grupo parlamentar (2 mandatos). Para além das prerrogativas regimentais e estatutárias, os deputados únicos ficam privados de muitos poderes mas mesmo que acabem por ser apenas protagonistas de segundo ou terceiro plano no contexto parlamentar, acabam por ganhar visibilidade que estando fora do parlamento e da atenção mediática é quase nula.
Acresce que os apoios legalmente atribuídos aos partidos no caso dos deputados únicos são substancialmente inferiores aos que os grupos parlamentares beneficiam, mas qualquer pequeno partido político local ambiciona nas regionais a eleição de um deputado, pelo menos um deputado, esperança que o actual modelo de lei eleitoral - que ao criar um círculo único aumentou o distanciamento entre eleitos e eleitores o que também pode explicar que em 2015 se tenha atingido a abstenção recorde nas regionais – alimenta. Portanto tudo passa por resultados eleitorais e pelos mandatos e isso só conseguem não perdidos numa  qualquer coligação pré-eleitoral fantoche mas concorrendo isoladamente, cada qual usando as suas próprias armas e contando com a dimensão eleitoral que realmente é a sua.  Foi a ideia de fuga a esse escrutínio que levou nas regionais de 2015 os partidos mais pequenos – PAN, MPT e PTP - a concorrem coligados ao PS, mas o que se viu foi o fracasso eleitoral dessa aposta, sem identidade política, que levou a que apenas o PTP tivesse conseguido manter 1 dos 3 deputados que detinha desde 2011 - os restantes, MPT e PAN deixaram de ter representação parlamentar que agora perseguem em 2019.
Portanto o que a JPP anunciou é, politicamente falando, zero, uma não notícia. Era um desfecho previsível - não se sabe ainda o que vai fazer o Bloco e como vai gerir esta espécie de "casamento" por conveniência com o PS (ou Cafofo?)  no Funchal.
A JPP, tal como o Bloco, segundo creio, e demais partidos que se coligaram a Cafofo em 2017 na CMF já anunciaram que nas regionais concorrerão sozinhos. O que a JPP fez foi afastar-se mesmo de Cafofo ( e do PS) porque numa lista única, sem os círculos concelhios, todos os votos contam na aplicação do método de Hondt. Sabemos todos isso.
Claro que o presidente da Câmara Municipal do Funchal desvalorizou o assunto quando resumiu de forma clara aquelas que realmente são as causas do "divórcio" que na realidade nunca resultou de um "casamento" a sério. Digamos que entre JPP e Cafofo houve apenas um "ajuntamento" por conveniência e interesse que se esgotou, tal como sempre foi previsível, quando os seus pilares e razões ruíram.
Cafofo referiu que "estamos a nos aproximar de um ano eleitoral com três actos eleitorais e os partidos começam a posicionar-se", acabando com uma farsa, mais uma, de uma JPP que sabe que tem muita cosia em cima da mesa nas regionais de 2019 (LFM)

Hospital do Funchal: a sensação de que nos ludibriaram a todos

Não sei porquê mas parece-me cada vez mais que os madeirenses foram ludibriados nestas esquisitas negociações para a construção do novo Hospital. As notícias que agora são publicadas, este estranho acerto de verbas - afinal os Marmeleiros pertencem ou não à Misericórdia???? - o IVA que conta mas depois não conta, os 30% que o PS e a geringonça local aplaudem que há meses era de 50%, etc. Afinal quando vamos conhecer a verdade de tudo isto? Pessoa amiga, que prezo e que sei que conhece este processo dizia-me ontem, de forma privada, que "todos mentem"...

Tancos da mentira. O costume desde, Sá Carneiro e Amaro da Costa. Ou antes....

Tancos? Quando me lembro deste misterioso roubo de armas lembro-me logo do vergonhoso e asqueroso do atentado contra Sá Carneiro e Amaro da Costa (como este país de merda teria sido tão diferente...). Tudo o que mete tropa é para esconder, ninguém sabe nunca de nada, muito menos da verdade do factos. Os políticos cagam-se de medo com uma tropa - cuja estrutura dirigente na sua esmagadora maioria nem esteve em África - porque alimentaram a treta de que eles irritam-se e fazem, um golpe de estado. Fazem uma merda. Aliás gostava de ler um dia uma daquelas auditorias do Tribunal de Contas, bem pormenorizada, ao movimento de dinheiros da tropa, até porque eles recebem tudo do Orçamento do Estado. Lembram-se de alguma? É a impunidade total com o Presidente MRS, o rapazola das selfies, a repetir um discurso de merda, temeroso, para defender os seus "comandados" (na qualidade de chefe supremo dos militares) e sem levantar ondas. Tretas. Querem ver que o "bandido" do cozinheiro de Tancos foi o culpado de tudo?

Recomeçar de novo. A história dos emigrantes que deixaram a Venezuela

Milhares de portugueses estão a abandonar a Venezuela por causa da crise e muitos decidiram regressar à Madeira. Nos últimos dois anos, mais de dois mil conseguiram entraram no mercado de trabalho madeirense. Alguns estão a recomçar a vida com negócios por conta própria.

Bancos emprestaram 1.350 milhões de euros só em Agosto. Banco de Portugal avisa...


Garrafas de vinho da Madeira leiloadas nos EUA a preço astronómico

Há um ano, foi descoberto, nos Estados Unidos, atrás de uma parede falsa, um lote raro de vinhos da Madeira com mais de 200 anos. Este vinho é dos mais apreciados na América. O leilão das 50 garrafas e 42 garrafões com mais de dois séculos vai realizar-se em Dezembro. Cada garrafa pode chegar aos 20 mil dólares.

Hospital do Funchal: Resolução do Conselho de Ministros n.º 132/2018

Para evitar polémicas, aqui fica o texto da Resolução do Conselho de Ministros n.º 132/2018, publicada no DR de 10 de Outubro, a qual aprova o apoio financeiro à construção, fiscalização da empreitada e aquisição de equipamento médico e hospitalar estrutural do futuro Hospital Central da Madeira:
"O Programa do XXI Governo Constitucional promove a saúde através de uma nova ambição para a Saúde Pública reduzindo as desigualdades entre cidadãos no seu acesso. A abertura de novos hospitais, quando tal se justifique, é uma das formas de prosseguir tais objetivos. A Região Autónoma da Madeira dispõe, desde há muito tempo, de duas unidades hospitalares - o Hospital Dr. Nélio Ferraz Mendonça e o Hospital dos Marmeleiros - cuja capacidade de resposta no domínio da prestação de cuidados de saúde se encontra esgotada. As edificações estão envelhecidas e apresentam problemas estruturais, limitações e disfuncionalidades acentuadas que limitam a sua expansão e que colocam grandes dificuldades de manutenção e conservação, com impactos significativos na prestação de cuidados de saúde às populações que servem. Acresce que as duas unidades hospitalares apresentam elevados custos operacionais de funcionamento decorrentes da sua antiguidade.
A construção de um novo hospital, que virá a ser designado por Hospital Central da Madeira, é a solução racional e equilibrada que garante, a médio prazo, uma oferta de cuidados de saúde na Região Autónoma da Madeira com qualidade para utentes, quer para os profissionais da área da saúde que prestam a sua atividade.
Assim sendo, nos termos do n.º 1 do artigo 71.º da Lei do Orçamento do Estado para 2018, aprovada pela Lei n.º 114/2017, de 29 de dezembro, «o Governo assegura apoio financeiro à construção do Hospital Central da Madeira, de acordo com a programação prevista no quadro dos projetos plurianuais, em cooperação com os órgãos de Governo próprio da Região Autónoma da Madeira, no respeito pelo princípio da solidariedade nacional e nos termos do artigo 51.º da Lei das Finanças das Regiões Autónomas, aprovada pela Lei Orgânica n.º 2/2013, de 2 de setembro, salvaguardando o interesse público».
O n.º 2 do referido preceito refere ainda que «o apoio a prestar, nos termos do número anterior, corresponde a 50 % da despesa relativa à obra de construção do Hospital Central da Madeira, na sequência da decisão referente ao respetivo concurso público e é disponibilizado à medida que os trabalhos estejam em condições de serem pagos».
Atendendo a que a Região Autónoma da Madeira apresentou, nos termos do artigo 51.º da Lei das Finanças das Regiões Autónomas, aprovada pela Lei Orgânica n.º 2/2013, de 2 de setembro, na sua redação atual, a candidatura do futuro Hospital Central da Madeira a Projeto de Interesse Comum (PIC) e que o Conselho de Acompanhamento das Políticas Financeiras emitiu parecer favorável à sua classificação como PIC, importa agora, por Resolução do Conselho de Ministros, tomar a decisão final acerca dessa classificação e aprovar a respetiva candidatura.
O Governo da Região Autónoma da Madeira apresentou um custo estimado máximo com a construção, assessoria à fiscalização da empreitada, equipamento médico e hospitalar que constituirá parte integrante do edifício do futuro Hospital Central da Madeira, de (euro) 265 983 447,05; um valor de avaliação global a devoluto do Hospital Dr. Nélio Ferraz Mendonça de (euro) 63 436 000,00, datada de maio de 2018; e um valor de avaliação global a devoluto do Hospital dos Marmeleiros de (euro) 9 584 000,00, datada de junho de 2018.
A presente resolução do Conselho de Ministros estabelece e autoriza os montantes correspondentes ao financiamento por parte do Orçamento do Estado, prevê o respetivo escalonamento plurianual e determina a entidade responsável pela validação das contas e a entidade responsável pela transferência periódica de verbas.
Assim:
Nos termos do n.º 5 do artigo 51.º da Lei Orgânica n.º 2/2013, de 2 de setembro, na sua redação atual, da alínea e) do n.º 1 do artigo 17.º e do n.º 1 do artigo 22.º do Decreto-Lei n.º 197/99, de 8 de junho, na sua redação atual, da alínea a) do n.º 1 do artigo 6.º da Lei n.º 8/2012, de 21 de fevereiro, na sua redação atual, e da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o Conselho de Ministros resolve:
1 - Aprovar a candidatura apresentada pela Região Autónoma da Madeira, reconhecendo-a como Projeto de Interesse Comum para construção e equipamento médico e hospitalar que constituirá parte integrante do edifício do futuro Hospital Central da Madeira (HCM), que mereceu parecer favorável do Conselho de Acompanhamento das Políticas Financeiras, nos termos do disposto no artigo 51.º da Lei Orgânica n.º 2/2013, de 2 de setembro, na sua redação atual.
2 - Determinar que o Estado assegura, através de transferência orçamental para a Região Autónoma da Madeira, o apoio financeiro à construção do futuro HCM, incluindo a assessoria à fiscalização da empreitada e equipamento médico e hospitalar que constituirá parte integrante do novo HCM, de acordo com a programação financeira da Região Autónoma da Madeira, estimada em (euro) 265 983 447,05, sem IVA, dos quais (euro) 55 045 871,56, sem IVA, para equipamento médico e hospitalar.
3 - Estabelecer que os encargos decorrentes da presente resolução são suportados pela Direção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF), ficando o membro do Governo responsável pela área das finanças autorizado a inscrever as dotações no Capítulo 60 do Orçamento do Estado, correspondentes a 50 % do valor da construção, incluindo a assessoria à fiscalização da empreitada e equipamento médico e hospitalar que constituirá parte integrante do novo HCM, referido no número anterior, após dedução do valor de avaliação global a devoluto dos Hospitais Dr. Nélio Ferraz Mendonça e dos Marmeleiros não podendo, em cada ano, ultrapassar os seguintes montantes:
a) 2019 - (euro) 14 062 505,03;
b) 2020 - (euro) 21 093 757,55;
c) 2021 - (euro) 15 331 365,24;
d) 2022 - (euro) 15 331 365,24;
e) 2023 - (euro) 15 331 365,24;
f) 2024 - (euro)15 331 365,24.
4 - Estabelecer que o montante fixado para cada ano económico pode ser acrescido do saldo apurado no ano anterior.
5 - Determinar que a transferência para a Região Autónoma da Madeira é efetuada pela DGTF, no prazo estabelecido no n.º 8 do artigo 51.º da Lei Orgânica n.º 2/2013, de 2 de setembro, na sua redação atual, após a apresentação das faturas e verificação de conformidade pela Inspeção-Geral de Finanças - Autoridade de Auditoria.
6 - Determinar que, nos termos dos números anteriores, a DGTF transfere:
a) Entre 2019 e 2020 o montante correspondente a 50 % do valor das faturas, com os limites referidos nas alíneas a) e b) do n.º 3 e no n.º 4; e
b) Entre 2021 e 2024, o montante correspondente a 50 % do valor das faturas, após a dedução de 1/4 do valor de avaliação global a devoluto dos Hospitais Dr. Nélio Ferraz Mendonça e dos Marmeleiros, com os limites referidos nas alíneas c) a f) do n.º 3 e no n.º 4.
7 - Determinar que a presente resolução produz efeitos no dia seguinte ao da sua publicação.
Presidência do Conselho de Ministros, 27 de setembro de 2018. - O Primeiro-Ministro, António Luís Santos da Costa"

Hospital do Funchal: abandonem decisões idiotas

Um pedido de joelhos e mãozinhas bem esticadas para o céu e os deuses: chamem à nova infra-estrutura Hospital da Madeira, Hospital Central do Funchal, o que quiserem, Mas não atribuam nomes de pessoas a este novo Hospital. Acabem com esse primarismo dispensável e idiota.

Hospital do Funchal: protocolo com o Hospital Privado?

Sabendo-se que a Madeira demorará pelo menos 6 a 7 anos a ter o seu novo Hospital, que o Hospital dos Marmeleiros - da Misericórdia?? - vive de pequenas intervenções e de remendos que não disfarçam o seu estado de degradação acelerada que nos envergonha a todos, não seria bom que a Madeira fizesse um protocolo com o novo Hospital Privado da Madeira, que parece ficará concluído no final deste ano, para que algumas insuficiências fossem suprimidas em valências a identificar, valendo este acordo até que esse novo Hospital do Funchal abra as suas portas? Ou será que me ando a meter nalgum lamaçal inconveniente e que é melhor calar-me apesar de todos perceberem a lógica e a utilidade desse protocolo?

Hospital do Funchal: oportunismo

Começo a temer que quando a primeira pá e a primeira picareta entrarem no terreno onde será construído o novo Hospital do Funchal os partidos políticos locais (o costume...) ali se concentre, com fotógrafos, televisões e microfones a reboque (senão for assim nem vão, o costume....)e se envolvam num tremendo arraial de pancadaria a reivindicar quem viu primeiro a pá e quem se apercebeu primeiro da picareta

Carlos Pereira na ERSE: a necessidade (ou não?) de alguma luz....

Eu não sei se foi ou não, mas obviamente que o que se tem passado leva a muita especulação em torno da noticiada ida de Carlos Pereira para um insignificante (politicamente, que não financeiramente) lugar de vogal da administração do Regulador da electricidade em Portugal - a ERSE - curiosamente um dos sectores que se encontra há anos sob suspeição em torno dos fretes alegadamente feitos em benefício da EDP.
A especulação tem a ver essencialmente com a questão política que poderá estar porventura subjacente a tudo isto, particularmente com a necessidade de se saber se, depois de ter sido derrotado no Congresso do  PS-Madeira e de ameaçar ser uma voz incomoda em oposição aos vencedores (uma espécie de sombra, para esta estranha liderança socialista), Carlos Pereira terá sido atempadamente "domado" e afastado da arena política regional, sobretudo da socialista.
A dúvida fica e o resto é papel de música!

terça-feira, outubro 09, 2018

Jornalismo noticiado no "Jornalismo Sempre"

Para evitar que o meu Facebook pessoal fique mais pesado com informações ou notícias a mais, que podem não interessar a todas as pessoas, até porque se trata de uma área específica, da minha área de sempre, optei por criar uma página separada, que chamei de JORNALISMO SEMPRE na qual publicarei toda a informação, sobre jornalismo e redes sociais, que considere actual. O link de acesso a essa página, derivada do meu Facebook pessoal, é este.

TVI24: Águias e falcões protegem aeroporto da Madeira

Objetivo é evitar acidentes, mas a ação também se estende à hotelaria na ilha para evitar doenças e mal estar entre os turistas.

Notícias da Venezuela no "Venezuela Sofrida"

Para facilitar as pessoas e evitar que o meu Facebook pessoal fique mais pesado com informações ou notícias a mais, que depois as pessoas não conseguem aceder, optei por criar uma pagina separada, que chamei de VENEZUELA SOFRIDA na qual publicarei toda a informação sobre a Venezuela nos nossos dias, informação essa que considere actual e importante para os interessados. O link de acesso a essa página, derivada do meu Facebook pessoal, é este.

segunda-feira, outubro 08, 2018

Porto Canal: Universo Porto (04 Outubro 2018)


SIC-Notícias: Quadratura do Circulo (04 Outubro 2018)


SIC-Notícias: O Dia Seguinte (01 Outubro 2018)


SIC-Notícias: Eixo do Mal (06 Outubro 2018)


Perigo agora em Espanha: novo partido de extrema-direita conquista cada vez mais militantes

Em Espanha, um novo partido de extrema-direita reuniu mais de dez mil pessoas no primeiro comício. O VOX, liderado por um antigo deputado do PP, exige a deportação em massa de imigrantes, o regresso da prisão perpétua, o fim da lei que protege as mulheres da violência de género e eleições antecipadas.

60 anos da NASA em 60 segundos

A agência do governo federal norte-americano está a comemorar os 60 anos com uma série de vídeos no YouTube. A NASA foi criada depois da assinatura da Lei Nacional de Aeronáutica e Espaço, a 29 de julho de 1958 (Jornal Económico)

Crise na Venezuela gera êxodo em massa na América Latina

A crise económica, política e social da Venezuela tem levado milhões de pessoas a deixar o país e procurar refúgio nas nações vizinhas. A fuga massiva da população pode atingir as quatro milhões de pessoas no final deste ano.

5 escândalos que abalaram a banca nórdica


O Danske Bank, o maior banco dinarmaquês, terá estado no centro de um escândalo de branqueamento de capitais de origem soviética e russa. Este é apenas um caso que já envolveu várias instituições do Norte da Europa. No livro “Panama Papers – A História de um Escândalo Mundial”, o jornalista de investigação alemão Frederik Obermaier, que, juntamente com Bastian Obermayer, iniciou, e coordenou, a divulgação do caso, referiu que “olhando para os ‘Panama Papers’, não há grandes diferenças entre os bancos alemães, bancos dos países nórdicos ou do sul da Europa”. Ou seja, a “a corrupção não é um problema de um país ou de uma determinada parte do mundo — é um problema global. Foi desta forma que os bancos suecos Nordea e Handelsbanken apareceram mencionados no escândalo dos “Panama Papers” Também o norueguês DNB foi referido após a divulgação deste caso. Em relação à Islândia, a Bloomberg escreveu que este “é o único país a pôr altos cargos da finança atrás das grades devido à crise”. Esta semana foi a vez do Danske Bank, o maior banco dinarmaquês, ter estado no centro de um escândalo de branqueamento de capitais de origem soviética e russa no valor de 30 mil milhões de dólares.

Por que os países do Pacífico estão preocupados com as alterações climáticas?


Madeira: Representante da República tem que ser mais discreto e não se entusiasmar com as rasteiras do protagonismo mediático



Começarei por referir - para marcar bem posições - que sou totalmente contrário à existência da figura do Representante da República - hoje apenas uma personagem nomeada pelo Presidente da República mas com competências diminutas e portanto sem grande razão de ser institucional e constitucionalmente falando - tal como era relativamente ao Ministro da República. Isto nada tem a ver com as pessoas que exercem essas funções, credoras de todo o meu respeito, apesar de um desses protagonistas no cargo ter sido incapaz de separar o trigo do joio, confundindo as críticas que eram feitas ao cargo - nomeadamente ao seu enquadramento institucional, depois de esvaziado de competências e importância, ao papel dúbio que lhe era atribuído no contexto regional, etc - de questões meramente pessoais, ainda por cima quando na minha vida nunca falei com a pessoa.
Recentemente, em Angra do Heroísmo, durante um encontro com o Representante da República nos Açores, a comitiva de que eu fazia parte percebeu claramente que a figura hoje é mais um acompanhante do processo autonómico, repetindo várias vezes que por natureza é uma pessoa reservada e que não gosta de ter intervenções públicas que possam ter aproveitamentos políticos. Pessoa simpática, antigo diplomata prestigiado, conhecedor da realidade açoriana, estudioso do tema autonómico, fiquei com muito boa impressão da pessoa em questão, não confundindo isso com a minha posição pessoal e política sobre o cargo propriamente dito.

PSD: se os viúvos e viúvas de Passos tomarem de novo o poder no partido, abono-o imediatamente

Se os viúvos e as viúvas do Passos Coelho tomarem de novo o controlo do PSD e o partido de assalto, com a cumplicidade de bases manipuladas para as "directas" - como sempre acontece nos partidos – e de dirigentes distritais que são os exemplo do que há de maior oportunismo numa estrutura partidária, colando-se a quem lhes oferece mais, eu abandono imediata e definitivamente a filiação do PSD, onde me encontro desde 1974. Prefiro defender a minha dignidade do que ser cúmplice de golpadas palacianas e das máfias de uma corja de bandalhos que se julgam donos de um partido que tenta recuperar a sua dignidade e o seu espaço.Falo de uma escumalha de patifes que olham para o país e que só concebem um Portugal com  austeridade permanente e os cidadãos esmagados nos seus direitos. Uma corja de bandalhos que garante, sempre garantiu, milhares de milhões para os bancos e que fazem negociatas vergonhosas com o capital estrangeiro, negócios formalizados quando sabiam que iam ser jogados do poder, como foi o caso gritante da TAP. Esses bandalhos não merecem uma segunda oportunidade.
Mas temo que um certo PSD, que de vez em quando se esquece da sua dignidade - apesar de arrotar honrarias a Sá Carneiro - fique refém de jogos de bastidores protagonizados por crápulas que andam a fazer tudo para serem de novo candidatos a deputados em 2019 e alguns deles também influenciados pela ambição de certos tachos na política e que o poder pode propiciar apenas a quem lá anda.
E ao mesmo tempo que se afasto do PSD estarei disponível para combater politicamente essa corja de bandalhos. E tudo isto porque estatutariamente ninguém pode ser filiado no PSD-Madeira sem ser filiado obrigatório do PSD nacional.
Nunca admitirei que estes refinados crápulas que abandalharam o país e perseguiram e humilharam os portugueses andem a boicotar Rui Rio, apesar das suas fragilidades, tudo por causa de ambições pessoais desmedidas de um idiota de merda que foi um dos grandes responsáveis por várias situações com as quais nos confrontamos na Madeira, tudo isto devido ao espírito mesquinho e de vingança que o caracteriza e a um doentio desejo de ajuste de contas pessoais com Alberto João Jardim que, reconheço, também se pôs a jeito para que ele o amordaçasse quase por completo. O PAEF, em Janeiro de 2012, foi a expressão máxima desse ajuste de contas que começou antes das eleições regionais de 2011. Esses bandalhos comigo não contam. Nunca mais (LFM)

sexta-feira, outubro 05, 2018

Ministério Público investiga eventual ocultação de provas na queda de árvore na Madeira

Há suspeitas de ocultação de provas na queda árvore na Madeira, durante as Festas de Nossa Senhora do Monte em agosto de 2017. O Ministério Público quer saber se o especialista contratado pela Câmara do Funchal removeu provas do local do acidente, no qual morreram 13 pessoas.

MP pede julgamento de vereadora e diretor dos jardins por queda de árvore na Madeira

A tragédia da queda da árvore do Monte tem dois acusados e deverá seguir para julgamento. O despacho do Ministério Público alega que a vereadora do Ambiente e o Diretor dos jardins tinham a obrigação de saber o risco que a árvore representava.

quinta-feira, outubro 04, 2018

Portugueses satisfeitos com operadores de telecomunicações móveis

Os resultados do trimestre móvel de setembro de 2018 do estudo Barómetro de Telecomunicações - Voz Móvel, da Marktest mostram que os portugueses estão satisfeitos com os operadores a que se encontram ligados. Quando solicitados a pronunciar-se sobre o seu grau de satisfação com o operador a que se encontra ligado, numa escala de 1 (totalmente insatisfeito) a 10 (totalmente satisfeito), o valor médio no trimestre móvel de setembro de 2018 é superior a 7 nos indicadores avaliados pelo Barómetro de Telecomunicações - Voz Móvel da Marktest. A área de cobertura do operador a que se encontra ligado é o item que recolhe um maior nível de satisfação, com uma média de 8.07 no período em análise. O serviço de apoio ao cliente obtém também uma avaliação bastante positiva, com uma média de 7.98. Os preços praticados pelo operador são os que recebem uma nota menos positiva, mas ainda assim de 7.43. A análise teve como base indicadores do estudo Barómetro de Telecomunicações - Voz Móvel da Marktest para o universo composto pelos residentes em Portugal com 10 ou mais anos (Marktest.com, Outubro 2018)

Quanto a isto nada a dizer? Algum esclarecimento da CMF?

(notícia do DN-Madeira.Cada vez estou convencido que só por via do Tribunal de Contas, um dia, quando esse trabalho for possível, é que ficaremos a conhecer em profundidade, e em todas as suas vertentes, a realidade desta empresa pública municipal acusada de ser tanta cosia e de fazer tanta coisa...)

5,3 milhões de portugueses usam redes sociais

O Bareme Internet revela que 5,3 milhões de portugueses usam redes sociais e o recente estudo Os Portugueses e as Redes Sociais avança que o Instagram é a que mais tem crescido nos últimos cinco anos. Sendo um fenómeno relativamente recente (o Facebook e o Twitter, por exemplo, nasceram em 2006), as redes sociais são hoje dos sites mais relevantes para os portugueses. Entre nós, a penetração das redes sociais aumentou mais de três vezes e meia entre 2008 e 2017, passando de 17.1% para 61.9%, segundo os dados do estudo Bareme Internet da Marktest. O grande crescimento das redes sociais deu-se entre 2010 e 2012 e hoje há apenas 770 mil indivíduos que costumam usar a Internet mas não acedem a redes sociais. Segundo o estudo Os Portugueses e as Redes Sociais 2018 , o Facebook é a rede social mais relevante em Portugal: 87.5% dos utilizadores dizem espontaneamente, em 1º lugar, conhecer o Facebook e 95% têm conta no Facebook.

Madeira com maior densidade turística

A Marktest assinalou o dia Mundial do Turismo (celebrado a 27 de Setembro), com uma análise ao número de estabelecimentos turísticos existentes em Portugal. De acordo com as estatísticas do INE disponíveis no sistema de geomarketing Sales Index e na sua aplicação web Municípios Online, Portugal possuía, em 2016, 4805 estabelecimentos turísticos (incluindo alojamento local). Do total de alojamentos, o número de hotéis representa um quarto da oferta e os alojamentos locais quase dois terços do total. Em termos concelhios, Lisboa lidera a oferta, com 396 estabelecimentos, seguida de Funchal, Calheta (R.A.Madeira) e Albufeira. Nestes quatro concelhos apenas estão reunidos mais de um quinto dos estabelecimentos turísticos. Já por regiões NUTII, é na região do Norte que está concentrado o maior número de estabelecimentos, representando cerca de um quarto do total.

Portugal tem 298 mil idosos com 85 ou mais anos


Assinalou-se no dia 1 de outubro o Dia Internacional das Pessoas Idosas, um motivo para analisar a estrutura demográfica do país. O INE estima que os idosos com 85 e mais anos representem 3% da população, mas em 3 concelhos constituem mais de 10% dos seus efetivos. O envelhecimento da população é uma das características do nosso país, mas com diferenças regionais muito significativas. As estimativas demográficas do INE, disponíveis no sistema de geomarketing Sales Index da Marktest e na sua aplicação web Municípios Online, indicam que em 2017 residiam 297 538 idosos com 85 e mais anos em Portugal, um número que corresponde a 2.9% da população total.

Cervejas artesanais com mais de 600 mil consumidores

O estudo TGI da Marktest quantifica, na primeira vaga de 2018, em 640 mil indivíduos que consomem cerveja artesanal, um valor que representa 8% dos residentes no Continente com 18 e mais anos. Entre a população masculina a penetração deste tipo de produto é superior quando comparado com a população feminina (10.8% e 5.0%, respetivamente). O consumo de cerveja artesanal é também bastante distinto consoante a classe social, com os indivíduos das classes mais altas a revelarem taxas de consumo quase duas vezes o valor médio. O TGI revela ainda que Maldita, Vadia e Sovina são as marcas de cervejas artesanais que registam maior penetração. Os dados e análises apresentadas fazem parte do estudo TGI, propriedade intelectual da Kantar Media, e do qual a Marktest detém a licença de exploração em Portugal, é um estudo único que num mesmo momento recolhe informação para 17 grandes sectores de mercado, 280 categorias de produtos e serviços e mais de 3000 marcas proporcionando assim um conhecimento aprofundado sobre os portugueses e face aos seus consumos, marcas, hobbies, Lifestyle e consumo de meios. Presente em mais de 60 países nos 5 Continentes, o TGI poderá ainda caracterizar mercados internacionais com vista ao conhecimento dos consumidores além fronteiras (Marktest.com, Outubro 2018)

Ronaldo poderá ser extraditado para os EUA

O processo foi reaberto pela Polícia de Las Vegas e a alegada vítima quer agora denunciar um contrato de confidencialidade que os especialistas consideram nulo. Terminada a fase de inquérito, o internacional português poderá ser acusado e alvo de um mandado de detenção. O correspondente da RTP nos EUA conversou com um advogado especialista em direito penal

Ronaldo usa o Instagram para dizer aos fãs que acusações são "fake news"

A polícia norte-americana reabriu a investigação ao caso de uma mulher que diz ter sido violada por ronaldo. O jogador nega tudo.

Saiba como poupar dezenas de euros por ano em comissões bancárias

As comissões bancárias estão a aumentar, e os clientes quase nem se apercebem, porque o dinheiro sai da conta sem darem por isso. O Contas-Poupança dá uma ajuda e mostra-lhe um comparador na internet para saber o que anda a pagar. Pode poupar mais de 100 euros por ano.

ANA Aeroportos processada em Bruxelas por lucros excessivos

Associações internacionais de aviação apresentam queixa na Direção-Geral da Concorrência da União Europeia por causa do contrato de concessão a privados da ANA Aeroportos, confirmou o Expresso. As taxas são excessivas, dizem, responsabilizando o governo de Passos Coelho e a troika por “más decisões”. O contrato de concessão da ANA Aeroportos aos franceses da Vinci acaba de motivar uma queixa em Bruxelas por práticas que violam a concorrência. Em causa estão taxas de aeroporto demasiado elevadas, que permitem lucros excessivos do operador privado. É este o âmbito do processo que deu entrada na Direção-Geral de Concorrência da União Europeia, confirmou o Expresso junto da IATA, uma das duas queixosas. Ambas são associações internacionais que representam transportadoras aéreas: “a Airlines for Europe (A4E) e a International Air Transport Association (IATA) apelaram o governo português a melhorar as perspetivas de baixar as taxas dos aeroportos portugueses, renegociando o acordo de concessão atribuído ao operador de aeroportos português ANA”, avançam oficialmente, numa declaração em inglês enviada ao Expresso, intitulada “Apelo para um melhor negócio para as companhias aéreas e os passageiros em Portugal”. Segundo a queixa apresentada, as companhias aéreas e os passageiros em Portugal têm pago pelo menos mais 30% em taxas do que deveriam, o que aumenta os custos das viagens e enfraquece a competitividade da economia portuguesa, argumentam. A Direção-Geral de Concorrência (conhecida como DG Comp) é um poderoso braço da Comissão Europeia, que analisa casos de ajudas de Estado e outras práticas abusivas que violam a concorrência.

quarta-feira, outubro 03, 2018

Venezuela: Lembra-se do restaurante da polémica com Maduro? Aconteceu-lhe isto

O restaurante de Salt Bae volta a tornar-se viral pelas razões erradas

TAP: o embuste da reversão e a geringonça

Quando falo num embuste, se preferirem, numa farsa política em torno da pretensa reversão da privatização da TAP - farsa essa que ajuda a perceber os motivos que levam a geringonça a ficar em silêncio perante tudo o que se tem passado, nomeadamente quando o brasileiro contratado diz que a TAP é empresa privada... - recordo que no dia 18 de Fevereiro de 2016, o governo da geringonça se reuniu com os três sindicatos que recusaram assinar o acordo com governo de Passos e Portas para a privatização da empresa. Estamos a falar de reuniões com a Comissão de Trabalhadores da TAP, o SITAVA (Trabalhadores da aviação e aeroportos), o SINTAC (Trabalhadores da aviação civil) e com o SNPVAC (Pessoal de voo). Este encontro tinha sido pedido pelos três sindicatos quando o governo de Costa tomou posse e em cima da mesa estava “a privatização da TAP em geral”. Será que alguém ainda duvida que foram os interesses sindicais e certos privilégios de dirigentes sindicais ligados ao PCP e ao Bloco - numa empresa privada perderiam todo o peso e protagonismo - que estiveram na origem da exigência e das pressões de reprivatização da TAP feitas pela esquerda do PS? (LFM)

Lembram-se? Como recuperar a TAP em 14 reuniões, segundo o amigalhaço de Costa

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O “melhor amigo” de António Costa precisou de 14 reuniões, duas das quais com Neeleman e Pedrosa, para garantir o regresso de 16% da empresa ao Estado. Ou seja foi o amigalhaço do Costa que liderou o processo de recompra pelo Estado,por quase 2 mil milhões de euros, de 50% da TAP que a corja que esteve no poder antes da geringonça vendeu ao desbarato e num processo mais rápido que um carro de Formula-1. Aliás a venda deu-se depois de terem sido os mais votados nas eleições de 2015 mas de terem sido os grandes derrotados longe da maioria absoluta pretendida. Limpar a história e estes factos é desonestidade intelectual e falta de ética, mas fazer o papel, de anjos sonsos como a geringonça, é criminoso (Jornal de Negócios)

Lembram-se? Cerimónia de assinatura de contratos relativos à venda de 61% da TAP,


Lisboa, 24 de Junho 2015

TAP: Tudo em família....

Imagens de uma estranhamente acelerada operação de venda da TAP a privados quando os vendedores sabiam que nunca formariam governo em Portugal. De facto, Humberto Pedrosa e David Neeleman fecharam a compra da TAP em Novembro de 2015...
Imagens da operação de recompra do Estado da sua posição maioritária na TAP. Lembro que o acordo alcançado entre o governo da geringonça e a Gateway, que passou de 61% para apenas 45% na TAP, prevê que o Estado pague 1,9 milhões de euros ao grupo para ficar com 50% da empresa (em vez de 34%)... Tudo em família!

Quem são os novos turistas que chegam cada vez mais a Portugal?

O sol e a praia foram, durante muito tempo, dois aspetos que seduziram os turistas para Portugal. Mas aos poucos e poucos foram sendo descobertos outros recantos que têm atraído mais visitantes. Os britânicos continuam a ser a peça fundamental mas neste xadrez há outras peças em movimento. De janeiro a julho, a hotelaria nacional recebeu mais de 7,2 milhões de hóspedes estrangeiros, quase 71 mil a mais do que nos primeiros sete meses de 2017, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Do Reino Unido - o principal emissor - chegaram à hotelaria em Portugal quase um milhão e 62 mil hóspedes britânicos. Um número que ajuda a perceber a dimensão que este mercado representa, apesar de, nos primeiros sete meses do ano terem ficado nos hotéis menos quase 81 mil britânicos. De Espanha, França e Alemanha - três outros grandes mercados - houve também uma diminuição no número de hóspedes, ainda que de menor dimensão. Este comportamento pode ser explicado, pelo menos em parte, por um conjunto de fatores como a recuperação de mercados que concorrem diretamente com destinos nacionais, a falência das companhias aéreas (Monarch e Air Berlin), a desvalorização da libra e o Mundial de Futebol.

A tragédia da Venezuela está a tornar-se a riqueza de Estarreja

A norte de Aveiro, gente que fugiu da Venezuela está a encher fábricas, escolas e casas - e a revelar-se o novo motor económico da região. Enquanto o país olhava para a Madeira, acontecia um outro fenómeno no centro do país. Crispim Rodrigues anda numa roda-viva. Todos os dias o seu telefone toca com notícia de que há mais gente a chegar no avião de Caracas. Na maioria dos casos, trazem uma mão à frente, outra atrás, mais uma mala com a vida que conseguiram encaixotar na fuga. "Que venham cá, então", anuncia para o outro lado da linha. "Um dia, dois no máximo. É esse em média o tempo que demoro a arranjar-lhes emprego". Em teoria, Crispim é o responsável de relações exteriores da SEMA, uma associação que reúne três mil empresas de cinco concelhos do norte do distrito de Aveiro: Albergaria-a-Velha, Estarreja, Ovar, Murtosa e Sever do Vouga. Mas, desde que arrancou 2018, tornou-se uma espécie de salva-vidas para os que desaguam numa terra estranha. "Desde janeiro já arranjei trabalho a pelo menos 300 pessoas. Todos os dias chegam mais e ainda bem. Precisamos deles como de pão para a boca."

Qual o banco mais barato? Descubra no novo comparador de comissões bancárias

Está disponível um comparador das principais comissões associadas a uma conta de pagamentos. Clientes já podem mais facilmente verificar qual a entidade bancária que cobra as comissões e custos de serviços mais elevados. Portugal foi o primeiro país da Europa a avançar com o comparador.

São Marino,um dos mais pequenos do mundo


TAP: atrevimento saloio do contratado

Acham por acaso que o brasileiro contratado alguma vez se atrevia a fazer na Assembleia da  República - eu assisti à audição - o que fez no parlamento da Madeira, com aquelas cenas idiotas próprias de um  pateta iluminado, gozando com os "índios" da ilha, expulsando da sala jornalistas e convidados, lançando sobre todos um anátema, o da falta de confiança? Nem se atrevia. Aliás, porque nunca é demais lembrar, deixo o link dessa audição sugerindo à Assembleia Legislativa da Madeira - sempre defendi isso - que as transmissões no canal parlamento regional, de plenários e audições públicas, estejam disponibilizadas para consulta posterior por parte de quem estiver interessado ou mesmo por pessoas que, por motivos profissionais, pretendam ouvir de novo o que se passou em datas anteriores numa audição ou plenário específico. Façam isso, reforma com utilidade é isto mesmo! Quem pretender ouvir de novo essa fantástica audição do Atonaldo no parlamento madeirense não tem possibilidade de o fazer. Ao contrário do que acontece na Assembleia da  República (LFM)

TAP: o embuste manipulador em torno das tarifas mas que ninguém desmonta e desmistifica

Quando um tipo vem ao Funchal dizer na nossa cara, com o maior descaramento e lata, que o custo médio de uma viagem da Madeira a Lisboa (ou ao Continente?) é de 100 euros (fico sem saber se por percurso, se com ou sem taxas, se juntando viagens também para o Porto, etc), não há uma alma caridosa, daquelas que sabem sempre tudo sobre isto da mobilidade que seja capaz de explicar aos madeirenses - em vez do exibicionismo e de toda aquela prosápia para mostrar que estudaram e têm um canudo debaixo do braço - que pagam em média mais de 300 euros - que isso é um embuste e que o brasileiro contratado manipula as pessoas e mente com quantos dentes têm, contando com  a impunidade do "patrão" que no quadro da geringonça em que nos encontramos e que nos vai levar alegremente para uma crise igual à do Sócrates lá para 2020? É que as pessoas começam a ficar fartas de paleio de  circunstância  e de iniciativas mais viradas para o mediático a um ano de eleições, que depois bem espremidas nem um pingo que se aproveite deitam. Afinal alguém consegue desvendar este enigma e explicar, como se fossemos todos da 1ª ou da 2ª classes antigas, o que se passa com as tarifas aplicadas ao longo do ano no percurso Madeira-Lisboa-Madeira? (LFM)

TAP: contra a memória curta


Lembro que as eleições para a Assembleia da República se realizaram no dia 4 de Outubro de 2015, com a coligação da direita radical, a ser a mais votada mas sem obter a maioria absoluta de votos e dos mandatos parlamentares e sabendo perfeitamente que a geringonça estava a ser negociada mesmo antes das eleições.
Recordo que a TAP foi vendida pelo segundo Governo de Passos Coelho e Portas ao consórcio Atlantic Gateway a 12 de Novembro de 2015 - grupo que se comprometeu a injectar 334 milhões de euros na companhia (150 milhões de forma imediata, para ficar com 61% da companhia). Estado ficava apenas com 34%, com 5% a serem distribuídos pelos trabalhadores.
De facto, o conselho de ministros aprovou a 12 de Novembro, a minuta final do acordo relativo à privatização da TAP. O contrato de venda da transportadora aérea à Gateway foi assinado numa cerimónia à porta fechada nas instalações da Parpública. Com pelas 19:30 horas, foi concluído pelas 23:30 de 12 de Novembro de 2015. Porém, esse Executivo seria derrubado pouco depois depois daquela farsa patética de um governo minoritário empossado apressadamente pelo não menos patético Cavaco Silva, dado que todos sabiam que sem maioria absoluta a coligação da direita radical ia para o caixote do lixo, como aconteceu. António Costa tomou posse a 23 de Novembro de 2015 e garantiu que o Estado voltaria a ser o maior accionista da companhia por pressão e exigência do PCP e do Bloco (dados os interesses sindicais existentes na empresa) - e apesar do PS o defender também, quiçá por ser essa a única solução para viabilizar o acordo parlamentar em Lisboa.
A Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) anunciou a 23 de Dezembro de 2016 ter aprovado a deliberação sobre a reprivatização de 61% do capital social do grupo TAP à Atlantic Gateway, o consórcio formado por Humberto Pedrosa e David Neeleman, concluindo um processo que se arrastava há mais de um ano.
A 29 de Junho de 2017, mais de um ano e meio depois de o Governo de António Costa ter iniciado as negociações para reverter parcialmente a venda de 61% da TAP ao consórcio privado Atlantic Gateway, o executivo da geringonça encerrou o assunto ao aprovar a "minuta do acordo relativo à conclusão da reconfiguração da participação do Estado Português no capital social da TAP". No âmbito deste processo, negociado pelo "melhor amigo" de António Costa, Diogo Lacerda Machado, o Estado voltou a ter a maioria do capital da empresa.
O Estado ficou assim com 50% do capital da TAP, com a Atlantic Gateway a ficar responsável por 45% das acções. Os restantes 5% estão distribuídos pelos trabalhadores da companhia aérea (LFM)

terça-feira, outubro 02, 2018

Advogados de Ronaldo dizem que entrevista sobre alegada violação é "ilegal"

O caso é antigo, mas volta a dar que falar depois de uma entrevista de Kathryn Mayorga ao Der Spiegel. A norte-americana acusa Cristiano Ronaldo de violação. Os advogados do internacional português já reagiram, dizendo que a entrevista é "ilegal" e que vão apresentar queixa contra a revista alemã

Venezuela: Nicolás Maduro acusa EUA de usarem crise humanitária para justificar intervenção militar

Nicolás Maduro acusa os Estados Unidos de usarem a crise humanitária para justificar uma ação militar na Venezuela. No discurso na Assembleia Geral da ONU, o presidente venezuelano disse que está disponível para um encontro com Donald Trump.

Advogados de Ronaldo dizem que entrevista sobre alegada violação é "ilegal"

O caso é antigo, mas volta a dar que falar depois de uma entrevista de Kathryn Mayorga ao Der Spiegel. A norte-americana acusa Cristiano Ronaldo de violação. Os advogados do internacional português já reagiram, dizendo que a entrevista é "ilegal" e que vão apresentar queixa contra a revista alemã.

Só à quarta tentativa é que se soube qual o juiz responsável pela Operação Marquês

Ivo Rosa é o juiz que vai ficar responsável pela fase de instrução da Operação Marquês. A escolha foi feita esta sexta-feira através de um sorteio eletrónico, que não correu bem.

segunda-feira, outubro 01, 2018

Trump admite uma intervenção militar na Venezuela

Donald Trump admite uma intervenção militar na Venezuela para derrubar o Governo de Nicolás Maduro. O presidente dos Estados Unidos diz que o que se está a passar naquele país é uma vergonha.

Madeira já recebeu seis mil portugueses e luso-descendentes da Venezuela


A Madeira acolheu cerca de seis mil emigrantes portugueses e luso-descendentes provenientes da Venezuela desde 2016, revelou o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque. "O último levantamento, do mês de julho, são seis mil pessoas em situação de grande precariedade que chegaram à Madeira", disse Miguel Albuquerque à Lusa, à saída de uma audição na Assembleia da República. O presidente do Governo Regional madeirense referiu que os custos de integração dos emigrantes e luso-descendentes ainda não estão fechados, necessitando de contabilização, por exemplo, as despesas com habitação, área em que, revelou, existem "mais de 300 pedidos urgentes" por parte daquela comunidade. Na quarta-feira, o secretário de Estado das Comunidades, José Luís Carneiro, vai reunir com a Secretária Regional madeirense, podendo um secretário regional acompanhar a visita do governante à Venezuela no próximo fim-de-semana. O último balanço contabilizava que 4.500 pessoas tinham viajado para a Madeira desde o agravamento da situação económica e social na Venezuela, em 2016. Questionado pela Lusa sobre a inclusão de uma verba no Orçamento do Estado (OE) para 2019 relativa aos custos de integração destas pessoas, Miguel Albuquerque deixou a questão em aberto.
"Vamos discutir com o secretário de Estado, temos de falar com o Governo, e o secretário de Estado [das Comunidades] é uma pessoa que tem tido disponibilidade para o diálogo, para nos acompanhar, e tem-nos ajudado, porque nós não conseguimos aguentar isto sozinhos", respondeu. Na comissão eventual de Acompanhamento do Processo de Definição da Estratégia Portugal 2030, Miguel Albuquerque foi questionado pelo deputado do CDS-PP Pedro Mota Soares sobre o "grande desafio" colocado pelo regresso dos emigrantes portugueses na Venezuela. Miguel Albuquerque reiterou a sua proposta de criação de um corredor humanitário para chegar ajuda aos portugueses e luso-descendentes, e, no apoio aqueles que regressaram à Madeira disse que "há uma situação que obriga e vai obrigar a investimento do Estado português", que não contabilizou. A visita do secretário de Estado das Comunidades à Venezuela no próximo fim-de-semana decorre numa altura em que portugueses e luso-descendentes gestores e gerentes de supermercados naquele país que foram presos, acusados de impedir o abastecimento de produtos básicos e de violarem as leis que regulam os preços (Lusa)

Venezuela: Caracas acusa Trump de promover "insurreição militar" contra Maduro

O Governo venezuelano acusou o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de promover uma "insurreição militar" contra o chefe de Estado, Nicolás Maduro. Em causa estão declarações de Donald Trump, à margem da reunião da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em que disse que o Presidente da Venezuela poderia ser derrotado rapidamente se os militares venezuelanos tivessem essa vontade. "O Governo da Venezuela manifesta a mais enérgica condenação perante as declarações belicistas e ingerencistas emitidas pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, orientadas a promover uma insurreição militar no país e que evidenciam qual a política de mudança de regime que promove o seu Governo, com a participação de alguns governos latino-americanos". O documento, do Ministério de Relações Exteriores da Venezuela, afirma ainda que "estas declarações não representam um elemento isolado, uma vez que emergem num contexto de sucessivas ameaças de intervenção militar na Venezuela e sob o aumento da presença militar norte-americana na região, tendentes a criar um conflito regional de proporções insuspeitas".

Portugueses libertados na Venezuela ficam obrigados a apresentações periódicas

Os gerentes de supermercados portugueses ou lusodescendentes que estavam presos na Venezuela foram libertados. Foram detidos na semana passada, acusados de especulação na fixação de preços. A SIC apurou que ficam obrigados a apresentações periódicas às autoridades.

Venezuela: Governo diz que libertação de portugueses não resolveu problema

Portugal quer um encontro alargado entre as autoridades venezuelanas e os pequenos e médios empresários, de modo a proteger os interesses portugueses e evitar novas detenções. O encontro faz parte do acordo que levou à libertação dos 12 gerentes - portugueses ou luso-descendentes -, que estavam detidos na Venezuela.

Preços e falta de camas em Lisboa preocupam estudantes e famílias

A procura de alojamento em residências universitárias continua a ser maior do que a oferta. Na Universidade de Lisboa há 900 camas disponíveis, mas a procura é três vezes maior.

Consultora alerta para risco de bolha imobiliária em todo o país

São muitos os que temem os efeitos de uma nova bolha imobiliária em Portugal, seja no continente ou na Madeira. O desequilíbrio do mercado imobiliário está a ser provocado pela oferta superior à procura e pelo fenómeno do alojamento local nas cidades.

O chocante estado das urgências do hospital de S. José, Lisboa

Os enfermeiros estão alarmados com a situação do serviço de urgência do hospital de S. José. Está a circular um abaixo assinado dos enfermeiros contra a falta de recursos humanos e materiais. O que devia ser só uma passagem, é o pior corredor do S. José e já se tornou um sector num dos hospitais que recebe mais doentes no país. Nestas urgências perfilam-se 25 doentes. As imagens pretendem ser um grito de alerta, dado pela equipa de enfermeiros deste serviço.São 50 profissionais sem mãos a medir nem quem os ouça. Denunciam, através de fotografias, a situação de doentes com cuidados de higiene sem privacidade nem conforto, a permanecer dias num corredor por falta de lugar nos serviços de internamento.Hugo silva entrou hoje nas urgências com uma dor nas costas, permaneceu quatro horas em exames e conta o que viu. Mas valeu a pena esperar: o atendimento foi muito bom, houve um esforço para atender da melhor forma.Os enfermeiros não querem dar a cara mas denunciam a situação no abaixo assinado que hoje começou a circular.Segundo Sérgio Branco, da Ordem dos Enfermeiros, não existe um número de enfermeiros adequado às reais necessidades da população, que acorre aos serviços de urgência.Fala-se em atentados à dignidade da pessoa que acorre ao serviço de urgência. Há uma acumular de gente, um afluxo enorme ao serviço de urgência, e não existe capacidade de internamento.A RTP tentou obter esclarecimentos junto à Administração deste hospital, sem obter resposta. Mas justifica com um acontecimento pontual o caos descrito por enfermeiros no serviço de urgências, argumentando ser a segunda-feira - por tradição - um período de elevada afluência à Urgência Geral e que, por receber um elevado número de utentes, teve necessidade de dar resposta a vários casos de elevada complexidade.Os enfermeiros chamam-lhe antes um falso argumento e explicam que o número de permanências na urgência aumentou por ausência de vagas no internamento após fecho de serviços.Até à data, o Conselho de Administração do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central não tem conhecimento, da existência de qualquer abaixo assinado

Cinco países pedem ao TPI investigação a violações dos direitos humanos na Venezuela


Decisão do Peru, Argentina, Chile, Colômbia e Paraguai foi anunciada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros peruano, Néstor Popolizio e, a concretizar-se, será a primeira vez que há uma denúncia conjunta contra um Governo da América Latina. Cinco países da América Latina vão pedir ao Tribunal Penal Internacional que sejam investigadas denúncias de crimes "que lesam a humanidade" e alegadas "violações sistemáticas de Direitos Humanos" na Venezuela.
A decisão do Peru, Argentina, Chile, Colômbia e Paraguai foi anunciada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros peruano, Néstor Popolizio e, a concretizar-se, será a primeira vez que há uma denúncia conjunta contra um Governo da América Latina. Segundo Néstor Popolizio o pedido será feito na próxima terça-feira, através de uma carta na qual responsabilizam o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, por "violações dos Direitos Humanos, de maneira sistemática, especificamente por crimes que lesam a humanidade".
O pedido será acompanhado dos relatórios que um grupo de peritos entregam na Organização de Estados Americanos (OEA) e de um relatório elaborado pelo Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos. "Isto abre, automaticamente, uma possibilidade para que a procuradora e o Tribunal Penal Internacional, tenham um procedimento mais acelerado", frisou Néstor Popolizio.

Venezuela: estações de serviço adaptadas para cobrar combustíveis a preços internacionais


A empresa estatal Petróleos de Venezuela SA (PDVSA) instalou em várias estações de serviço de Caracas, um novo sistema biométrico de pagamento de combustíveis, que permitirá ao Governo venezuelano cobrar a gasolina a preços internacionais. O novo sistema, composto por um leitor de impressões digitais, um leitor de cartões e um terminal de pagamento, foi inicialmente instalado em vários Estados do interior da Venezuela e, segundo o Presidente Nicolás Maduro, a partir de 24 de setembro o sistema entrará em período experimental na capital.
Uma vez em funcionamento, os venezuelanos que sejam titulares do Cartão da Pátria (promovido pelo Partido Socialista Unido da Venezuela, o partido do Governo) vão poder aceder a gasolina a preços subsidiados, mas cujo valor ainda não foi divulgado. Por outro lado, quem não tiver aquele instrumento promovido pelo partido do Governo, terá de pagar a gasolina a preços internacionais, uma situação que está a ser questionada pela população, que tem divulgado vídeos através da Internet, nos quais alegados oficiais da Guarda Nacional Bolivariana (polícia militar) têm impedido o abastecimento por parte dos cidadãos que não têm o Cartão da Pátria.

Portugueses na Venezuela foram bode expiatório de Maduro


Maduro quis culpar comerciantes portugueses pelo fiasco da sua reforma monetária, abrindo a maior crise de que há memória entre Portugal e a Venezuela. Governo de António Costa foi rápido a reagir.  “Um grupo de supermercados escondeu os produtos às pessoas e começou a cobrar-lhes o preço que lhes apeteceu. Estão atrás das grades por violarem a lei.” A arenga de Nicolás Maduro, numa emissão obrigatória para todas as cadeias de televisão e de rádio, abriu a maior crise de que há memória entre Portugal e a Venezuela, mais profunda do que a do Natal de 2017 por causa da carne de pernil de porco, desaparecida no Atlântico porque “os gringos assustaram-nos e eles [os portugueses] não mandaram a carne”, segundo o Presidente venezuelano. Meia centena de gerentes e subgerentes de supermercados de emigrantes portugueses ficaram detidos cinco dias, acusados de boicote à Lei dos Preços Justos. Pelo menos dez eram de nacionalidade portuguesa, ameaçados com penas de prisão de 10 a 12 anos e tempo incerto em prisão preventiva, como já sucedeu com dirigentes da banca, de empresas de cartões de crédito e de casas de câmbio.

Opinião: Roubini prevê próxima crise financeira e recessão global em 2020

Numa coluna de opinião assinada por Nouriel Roubini e Brunello Rosa no Financial Times, os dois economistas dizem que o cenário para a próxima crise financeira já está a fermentar. Os economistas Nouriel Roubini e Brunello Rosa, co-fundadores da consultora Rosa & Roubini Associates, advertem num artigo de opinião hoje publicado no Financial Times para o risco de estar a fermentar uma nova crise financeira e recessão global que poderão tomar forma em 2020. Num artigo para assinalar os 10 anos da falência do Lehman Brothers, as advertências são várias e os autores antecipam que os mercados se confrontem com condições muito mais duras à medida que a economia mundial vá desacelerando.
"Numa altura em que assinalamos os 10 anos da crise financeira mundial, têm surgido inúmeros post-mortens que analisam as suas causas e consequências e que se questionam sobre se aprendemos as necessárias lições", referem. Por isso, acrescentam, "este parece ser um momento pertinente para perguntar quando – e porquê – ocorrerá a próxima recessão e crise financeira". E ambos apontam para 2020 como o ano em que isso poderá suceder. "A expansão global deverá continuar este ano e no próximo – porque os EUA estão a apresentar grandes défices orçamentais, a China prossegue as suas políticas de estímulo e a Europa mantém-se na vida da recuperação. No entanto, existem várias razões pelas quais poderão surgir as condições para uma recessão mundial e crise financeira em 2020", salientam.