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quinta-feira, dezembro 11, 2008

Praia Formosa: vamos a ver se nos entendemos (II)

Já estou a ver! Uns acreditarão no que eu escrevo porque me conhecem e sabem que não arrisco sem ter documentos que sustentem o que afirmo. Outros, facilmente se percebe porquê, mesmo sabendo que estou a dizer a verdade (ou pelo menos a basear-me num documento oficial) vão dizer - "pronto lá está o gajo do PPD, o "amanuense", o homem de mão do Alberto João Jardim, o tal gajo que ganha mil contos e não faz a ponta de um c... (aquelas rafeiradas do costume e que todos conhecem vindas de onde todos sabem, aliás, basta olhar para os autores destes ataques, feitos sob o anonimato, que um tipo fica "drogado", pelo cheirete do suor de tão insignes trabalhadores por conta de outrem). Enfim, cada um reage como quer. Mas a credibilidade fica com quem fala verdade. Tal como previa está a informação aqui, com esta particularidade:
"ACTA NÚMERO 35/2008
REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DO FUNCHAL, REALIZADA EM DOIS DE OUTUBRO DO ANO DOIS MIL E OITO
Aos dois dias do mês de Outubro do ano dois mil e oito, nesta Cidade do Funchal, a bordo do veleiro russo “MIR”, atracado no Porto do Funchal, reuniu a Câmara Municipal, pelas dez horas, sob a Presidência do Senhor Presidente Dr. Miguel Filipe Machado de Albuquerque (...)".

" - Intervindo, o Sr. Vereador da CDU, Dírio Ramos, colocou algumas questões, tais como: ponto da situação do PDM; questão da Praia Formosa e problema da Ribeira dos Socorridos, nomeadamente o relatório sobre a mesma. No que concerne à questão da Praia Formosa, o Sr. Presidente prestou o seguinte esclarecimento: “O terreno em causa tem 100.000 m2, metade pertencente à família Welsh e a outra metade pertencente à Shell. Foram desactivados os depósitos de combustível e realizado um Plano de Pormenor pelo Sr. Arqt. Manuel Salgado, que salvaguarda áreas públicas complementadas com infra-estruturas privadas, unidade hoteleira e fundamentalmente habitação. A área cedida à Câmara é de aproximadamente 40.000 m2. No âmbito do Plano, a autarquia assegura as infra-estruturas para a parte pública e terá de ser assinado um contrato de urbanização entre a Câmara e os privados para coordenar as intervenções privadas com as públicas". O Sr. Vereador do PSD, João Rodrigues, no que respeita ao PDM, informou que a Câmara aguarda a nomeação da comissão de acompanhamento, o que irá acontecer brevemente. Disse que tem sido desenvolvido muito trabalho e está feito o diagnóstico necessário. Disse também estar eminente a saída de legislação urbanística regional que abrangerá esta questão (...). Ora depois disto - e de estranhar a hipocrisia de desmentirem o que é um facto - o que o Marítimo devia esclarecer, caso queira, é quem é afinal o dono de de qual metade do terreno, que não deixa ser ali montado o "arraial" de Natal do clube. Só isso. O resto já está demonstrado. E são assuntos que não me interessam para nada.

Praia Formosa: vamos a ver se nos entendemos (I)

Vamos a ver se nos entendemos, até para que o Presidente do Marítimo - e eu nada tenho com este clube - não passe por mentiroso. Tudo isto relacionado ainda com a notícia do DN do Funchal de hoje,dando conta que o "arraial" de Natal do Marítimo poderá ter sido posto em causa devido à recusa dos proprietários do terreno que o jornal não conseguiu identificar. Sem que me incomode saber quem tem os terrenos, como os espera valorizar e, o que vai construir, se os vai vender, ou se os vai alagar - é-me indiferente - afinal para que fique tudo preto-no-branco, os tais 100 mil metros quadrados de terreno que existem na zona da Praia Formosa pertencem ou não, metade à família Welsh e a restante metade à petrolífera Shell? Só espero que a comunicação social esclareça isso...

quinta-feira, dezembro 04, 2008

Andam todos ao mesmo...

Cheira-me que andam todos a fazer bicha por causa do tal diploma devolvido pelo Representante da República e relacionado com o tal sistema de gestão do litoral marítimo. Não me perguntem porquê, mas desconfio que não tarda muito e vemos ter “casos”. É uma suspeita. Apetece-me chamar a atenção de quem de direito, apelar para que da parte de quem decide subsista a coragem de resistir e de não se deixar levar por conversas da treta que acabam por penalizar a Região. Se nem os “professores bambos ou mamadus” que por aí andam, resolvem os problemas das pessoas que ainda vão na conversa desses vendedores de banha-da-cobra, porque motivo seria a política a gerar esses “salvadores”, que podem ter os bolsos a transbordar de dinheiro, parta mais facilmente nos convencerem na aflição colectiva em que estamos mergulhados, mas que no futuro serão certamente os primeiros a cobrarem essa atitude “benemérita”. Mas para além disso, para além da política, também há os “outsiders” que enriqueceram no passado sabe-se lá como ou à custa de quê, mas que estão ansiosamente à espera da oportunidade para valorizarem terrenos em determinadas zonas da cidade ainda não devidamente valorizadas apesar dos hotéis ou de empreendimentos anunciados nas não concretizados…