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sábado, setembro 14, 2013

UNICEF reconhece que não vai conseguir baixar mortalidade infantil

Foi hoje divulgado o estudo anual da Unicef sobre a mortalidade infantil. A Angola aparece como o segundo país do mundo onde morrem mais crianças com menos de cinco anos. A Guiné-Bissau está em sexto lugar nesta negra estatística enquanto Moçambique já regista alguns progressos. A pneumonia, a diarreia e a malária continuam a ser as principais causas de morte.

quinta-feira, junho 02, 2011

UNICEF: mais de mil milhões de crianças no mundo, sobretudo meninas, precisam de ajuda

Li aqui que "a Unicef considera que mais dinheiro e atenção para os 1,2 mil milhões de crianças no mundo, sobretudo meninas, pode ajudar a salvá-los de uma vida de pobreza, ignorância, desigualdade de género e violência. O relatório da Unicef, intitulado “Adolescência — Uma Fase de Oportunidades – 2011″, aborda a situação mundial da infância. A agência das Nações Unidas para a infância refere, num relatório citado pela agência AP e que será divulgado hoje, que os investimentos feitos pelos países desde há duas décadas ajudaram inúmeras crianças até aos 10 anos. A taxa de mortalidade para menores de 5 anos desceu um terço e na maior parte do mundo as raparigas já vão à escola quase na mesma proporção que os meninos. Vacinação e acesso a água potável foram outras melhorias importantes na vida de muitas crianças. Contudo, o cenário muda quando as crianças atingem a adolescência: mais de 70 milhões de jovens em idade de frequentarem a escola secundária não têm acesso à educação e as mulheres são as mais penalizadas. As crianças mais velhas, sobretudo os 88% dos adolescentes que vivem em países em desenvolvimento, estão também expostas a um maior risco de exploração e abuso. Uma situação que se agrava no caso das raparigas: “Sabemos que quanto mais educação uma rapariga recebe, mais adia o casamento e a maternidade precoces. Os seus filhos serão, depois, também mais saudáveis e terão mais educação”, diz Anthony Lake, director-executivo da Unicef. A Unicef recomenda mais investimento, mais estudos e legislação para protecção das crianças no mundo, sobretudo nesta fase da adolescência.
Guiné-Bissau é o 4º pior em taxa de mortalidade infantil
A Guiné-Bissau é o quarto país no mundo com a maior taxa de mortalidade de menores de cinco anos, de acordo com o relatório. Com 193 pontos, ficou somente atrás do Chade (1º), Afeganistão (2º) e República Democrática do Congo (3º). Entre os países lusófonos, o melhor colocado em relação à taxa de mortalidade de menores de cinco anos é Portugal, que está em 169. lugar, seguido por Brasil (98º), Cabo Verde (88º), Timor-Leste (55º), São Tomé e Príncipe (42º), Moçambique (15º) e Angola (11º). San Marino, Liechtenstein, Suécia e Noruega são alguns dos países que têm a melhor pontuação na tabela. São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau foram, entre os lusófonos, os países que menos conseguiram reduzir as taxas de mortalidade de menores de cinco anos desde 2000, já que a redução foi de 9% e 11%, respetivamente. São Tomé e Príncipe apresenta taxas de alfabetização para os rapazes de 95% e de 96% para raparigas, no Brasil e em Cabo Verde é de 97% e 99% respetivamente; na Guiné-Bissau e em Moçambique é de 78% para rapazes e 62% raparigas; e em Angola é de 81% para rapazes e 65% para as raparigas.
Moçambique com elavada taxa de afectados pela Sida
Sobre a incidência do HIV/SIDA nos adolescentes entre 15 e 24 anos, em 2009, o estudo indica que há 5,9% de infetados em Moçambique, 1,1% em Angola e 1,4% na Guiné-Bissau. Os órfãos devido à SIDA em 2009 eram 670 mil em Moçambique, 140 mil em Angola, e 9,7 mil na Guiné-Bissau. Não há informações sobre os restantes países lusófonos. A UNICEF refere que, entre 2000 e 2009, o trabalho infantil chegou a quatro por cento no Brasil e em Timor-Leste, três por cento em Cabo Verde, oito por cento em São Tomé e Príncipe, 22 por cento em Moçambique, 24 por cento em Angola, e 39 por cento na Guiné-Bissau. Segundo o estudo, quarenta e cinco por cento das mulheres entre 15 a 49 anos na Guiné-Bissau, entre 1997 e 2009, foram vítimas de mutilação genital feminina. Nesta mesma faixa etária, entre 1997 e 2008, 35 por cento das mulheres tiveram pelo menos uma filha que sofreu este tipo de mutilação. No Brasil, entre 1998 e 2008, 81 mil adolescentes (entre 15 e 19 anos) foram assassinados. A UNICEF revela ainda que o mundo tem 1,2 mil milhões de adolescentes entre 10 e 19 anos, sendo 18 por cento da população mundial
".

Duas em cada cinco crianças portuguesas vivem em situação de pobreza

Li no site da Rádio Renascença que "nenhuma criança está privada de televisão por falta de dinheiro, mas 23% vivem em alojamentos sobrelotados e 5% fazem refeições de carne ou peixe com intervalos de dois dias Está a aumentar a pobreza infantil em Portugal, de acordo com um relatório encomendado pelo Ministério do Trabalho ao Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG). Duas em cada cinco crianças vivem em situação de pobreza, ou seja, 40% do total. O documento foi hoje noticiado pelo jornal Público” e vai ser apresentado depois de amanhã, no Dia Mundial da Criança. Foram analisados dados de 2004 a 2009, que revelam que a pobreza ultrapassa as questões económicas. Nenhuma criança está privada de televisão por falta de dinheiro, mas 23% vivem em alojamentos sobrelotados e 5% fazem refeições de carne ou peixe com intervalos de dois dias. Do total dos 40% que vive em situação de pobreza, "cerca de 11% das crianças conjugam duas situações, que consideramos serem bastante gravosas: acabam por estar em risco de pobreza monetária e de privação", adiantou Carla Machado, uma das investigadoras. O estudo revela ainda que o grupo etário até aos 17 anos é o mais vulnerável à pobreza, tendo ultrapassado o dos idosos.
Apoios sociais não eficazes
Os apoios sociais, como o abono de família, não são eficazes e devem ser repensados. O estudo do ISEG conclui por isso que estes apoios têm um impacto muito limitado na diminuição da pobreza: uma majoração do abono de família em 10%, por exemplo, reduz a taxa de pobreza infantil em menos de 2%. Carla Machado defende soluções alternativas, como, por exemplo, permitir apoios não monetários, nomeadamente em espécie. A pobreza infantil é uma tendência que deve agravar-se, segundo a investigadora, pois 2010 e 2011 são anos de recessão no país, situação que se vai reflectir nas crianças.
Números de privação:
- 9% sem dinheiro para ir ao dentista
- 14% não têm acesso a roupa nova
- 4% não têm frutas e legumes diariamente
- Quase metade não têm uma semana de férias por ano fora de casa".

domingo, junho 21, 2009

200 milhões de crianças obrigadas a trabalhar diariamente

Em Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil há um numero a reter, há 200 milhões de crianças que em vários pontos do planeta são obrigadas todos os dias a trabalhar (leia aqui a notícia mais desenvolvida)

terça-feira, maio 26, 2009

Polémica com a criança russa

A televisão russa exibiu uma reportagem em que mãe da criança russa critica a educação portuguesa. De facto, um canal russo de televisão mostrou a mãe biológica da menina que deixou Portugal há uma semana a bater na filha. A mãe criticou a educação que a menina recebeu do casal português com quem viveu. As imagens foram divulgadas pelo site do "Jornal de Notícias".
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Sobre esta matéria recomendo o visionamento destes dois videos (aqui e aqui) com notícias que a SIC emitiu ontem.