A lista clássica que conhecemos hoje foi
consolidada principalmente por autores como Antípatro de Sídon e Fílon de
Bizâncio (século II a.C.). Eles as chamavam de theamata (espetáculos), servindo
como um roteiro para os viajantes helenísticos.
- Grande Pirâmide de Gizé (Egito): A única que ainda resta. Construída por volta de 2560 a.C. para o faraó Quéops. Historiadores destacam a precisão matemática e os 2,3 milhões de blocos de pedra.
- Jardins Suspensos da Babilônia (Iraque?): A maior polêmica historiográfica. Não há evidências arqueológicas na Babilônia; alguns especialistas, como a Dra. Stephanie Dalley (Oxford), sugerem que ficavam em Nínive, construídos pelo rei Senaqueribe.
- Estátua de Zeus em Olímpia (Grécia): Obra de Fídias (435 a.C.). Feita de marfim e ouro (crisoelefantina). Relatos de Pausânias descrevem que a estátua quase tocava o teto do templo, simbolizando o poder divino.
- Templo de Ártemis em Éfeso (Turquia): O maior edifício do mundo grego. Foi destruído por Heróstrato em 356 a.C. (que buscava fama eterna) e reconstruído antes de ser definitivamente arruinado por invasões godas.
- Mausoléu de Halicarnasso (Turquia): Tumba de Mausolo, governante da Cária. Tão imponente que a palavra "mausoléu" derivou do seu nome. Unia estilos grego, egípcio e lício.
- Colosso de Rodes (Grécia): Estátua de bronze do deus Helios, com cerca de 33 metros. Ficou de pé por apenas 54 anos antes de um terremoto a derrubar em 226 a.C.
- Farol de Alexandria (Egito): Construído na ilha de Faros no século III a.C. Historiadores estimam que tinha mais de 100 metros de altura, utilizando espelhos para projetar luz a quilômetros de distância.
Apenas a Pirâmide de Gizé sobreviveu ao tempo, todas as outras foram destruídas por terremotos ou incêndios, restando apenas fragmentos arqueológicos e relatos literários (fonte: Facebook, Presente do Grego)

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