quarta-feira, julho 24, 2019

Nota: assim não! Na política não vale tudo

Acho verdadeiramente intoleráveis certas declarações, não só pelo absurdo das mesmas, mas pela hipocrisia que denotam numa altura em que a política precisa, cada vez mais, de pessoas sérias como protagonistas, que tenham autoridade moral para apontar o dedo quando o fazem, pois só assim os eleitores sentem de novo confiança e atração pela política.
Temos que ter presente que a formação dos protagonistas políticos - e recordo que Cafofo, sem qualquer menorização, é um professor de História, claramente condicionado no conhecimento de muitas outras matérias específicas, a que se junta uma experiência política  que apenas começou em 2013, quando foi descoberto por Vitor Freitas e se candidatou no Funchal - faz com que muitos deles fiquem mais vulneráveis, dependentes de assessorias, preocupados em disfarçar essas insuficiências com chavões montados por agências de comunicação que tanto vendem um sabonete, como publicitam produtos bancários que levam muita gente à falência ou transformam um político banal, igual a tantos outros, numa espécie de "milagreiro" de trazer por casa, desde que isso garanta notícias e depois dê votos. Tudo isto, regra geral, por via da manipulação ou de trabalhos de assessoria devidamente elaborados (e ilustrados ou até sonorizados) que são depois publicados quase "ipsis verbis" por alguns média aproveitando a limitação crescente de recursos humanos existente nas redações.
Sei que há algum complexo de inferioridade entre os políticos sem uma adequada preparação técnica - Cafofo não pode ter a veleidade de saber tudo, por exemplo, falando de finanças públicas, de saúde ou de economia como falará de educação - mas isso não determina que eles tenham que ser desonestos, intriguistas, falsos, mentirosos, hipócritas, etc. E muito menos que se deixem usar como meras peças de um puzzle que os transcende, quer por agências de comunicação ou assessorias, pagas a peso de ouro, mesmo que não se saiba como, quer mesmo por determinados grupos de interesses que não conseguem disfarçar a sede de poder para consolidarem vá lá saber-se o quê

Quando leio o antigo Presidente da CMF acusar o Governo Regional da Madeira de estar ao serviço do PSD-Madeira - nada de novo, apenas mais do mesmo, um chavão patético usado pelo PS regional em 40 anos de vida política regional - a minha reação assenta em vários aspectos distintos:

- afinal o que faz o coitadinho do governo da República ao serviço da geringonça (ou do  PS?)? Não trabalha para o PS, para Costa, para as ambições de Centeno, claramente hoje longe de ser o patinho feito carregado de teoria como foi catalogado - a exemplo de Vítor Gaspar de má memória - quando chegou aos corredores do poder em 2013?

- qual a autoridade política e moral de Cafofo que o habilita a apontar o dedo quando tanto no continente como nos  Açores (e veremos como será em 2020...) é o que se vê em termos de ligação entre o PS versus a governação? A nível nacional Costa desdobra-se diariamente em visitas e inaugurações (deixo algumas fotos que obviamente não mostram que o governo das República esteja ao serviço do PS e de Costa...).

- Será que Cafofo com tanta hipocrisia e contradição, provavelmente para superar o desespero de insuficiências e limitações de todos conhecidas, continuará a insistir nessa treta da (sua) comunicação política e que inevitavelmente fará com que o descalabro seja ainda maior do que o previsível? Os eleitores madeirenses são inteligentes e conhecem Cafofo e a sua "inocente" praxis de gestão do poder e de propaganda da sua imagem.

- Já agora, onde está a autoridade moral e política de quem esteve envolvido sorrateiramente na escolha da candidata do PS-M ao Parlamento Europeu (nada a dizer quanto à jovem, como é evidente), até porque é sabido que foi do seu círculo pessoal mais próximo que saiu a aposta na candidata em causa, mas que depois dos resultados desastrosos não teve a integridade de assumir responsabilidade e de reconhecer que a estratégia da campanha dirigida por gente de mão do próprio Cafofo, foi desajustada e desastrosa, talvez por ter sido facilmente desmontada quanto se tratou de falar da Madeira e da defesa dos seus interesses junto das instâncias europeias?

- Finalmente, é ou não factual que a CMF foi sempre um trampolim para as ambições pessoais e políticas de Cafofo, muito à custa de cumplicidades construídas em Lisboa mas empoladas e hipervalorizadas nos média? É ou não factual que no segundo mandato nem aparecia na CMF, faltava tanto que já nem sabiam se ele era ou não ainda o autarca do Funchal. Colocou a CMF ao seu serviço, das suas ambições de candidatura, transformou gabinetes de apoio à presidência em salas de reuniões e de planificação de toda a intriga palaciana partidária para o assalto ao poder no PS-M e que culminou com a golpada que destituiu o agora recuperado (e ex-crítico) Carlos Pereira (com Cafofo uma vez mais a meter-se em explicações partidárias tontas que não são da sua competência, dado que se trata de um independente da treta que nem dirigente do PS-M é...)

- Afinal a CMF era ou não uma mera secção do PS-Madeira empenhada apenas em boicotar a liderança do partido nos tempos de CP e a preparar a golpada para que as ambições (candidatura do falso independente) de Cafofo se concretizassem?

E já agora, Cafofo ao abandonar o cargo autárquico virou político profissional. Ou não? Não acredito, salvo se ganhou o euromilhões, que ele tenha abdicado, por 3 ou 4 meses, do vencimento de autarca no Funchal, da ordem dos 4 mil euros, sem que seja devidamente compensado por isso. Resta saber como. Se os partidos - e o PS-M mais ainda - estão falidos e sem dinheiro, se há custos com assessoria de comunicação e agências de imagem, se há funcionários e outras despesas correntes com que contar, como é que sobram - julgo que ninguém acredita em milagres da multiplicação - recursos financeiros para que Cafofo tenha abdicado da autarquia funchalense sem mais nada? Afinal o que se passa? Estaremos a falar de sacos azuis? Recordo que para além de ter renunciado ao mandato, Cafofo renovou o pedido de licença sem vencimento enquanto docente. Tudo isto é estranho. Acho que Cafofo deve esclarecer as pessoas, desde logo os militantes do PS-M que viram o seu partido tomado de assalto por uma golpada palaciana descarada e sem vergonha montada nos gabinetes da CMF e sancionada pelo Largo do Rato (PS nacional), até para evitar que o assunto reapareça na campanha eleitoral de forma contundente e mais especulativa.
É muita questão misturada, muita dúvida, muitos factos que apenas colocam a nu a hipocrisia de quem não tem autoridade para ser um "milagreiro" da treta, apesar de o venderem como tal como o portador das soluções dos nossos males. Basta ver o que se passa nos Açores para percebermos que é tudo o mesmo.
Cafofo que reze para que o Tribunal de Contas não vá escarafunchar a gestão camarária funchalense desde 2014, sobretudo em áreas mais polémicas - concursos de chefias e contratações de pessoas, Frente-Mar, prestação de serviços, etc. Isso depois do bónus que lhe foi dado do caso do Monte, que será apenas retomado depois das eleições (estranhos estes calendários da justiça, perante um caso ocorrido em 2017 que provocou 13 mortos e mais de 50 feridos...).
Basta-nos a palhaçada do Hospital e dos 75 milhões, bastam os 2 milhões para criar novas rotas aéreas como se isso funcionasse assim (lembro que a Ryanair terá exigido 10 milhões de euros, a título de compensação, para voar para a Madeira), etc. Uma pessoa não é obrigada a saber e tudo. Certo! Mas a asneirada não pode ter campo aberto só porque temos políticos ambiciosos, descarados e com uma imensa falta de vergonha na cara que acham que vale tudo.
Uma pessoa que usou a CMF em seu benefício e que por causa das suas ambições (e do grupo que lidera) pessoais e políticas, transformou (deixou que transformassem) a CMF numa sede da intriga e de jogadas políticas no seio do PS Madeira, onde até se decidia sobre candidatos a estruturas socialistas de freguesia e de concelho (no quadro do tal medir de espingardas para o grande confronto no PS-Madeira que derrotou um desprevenido, urbano e desleixado Carlos Pereira), a partir de onde eram ameaçadas e aliciadas pessoas e comprados apoios, etc, ainda tem o descaramento de acusar o GRM de estar aos serviço do PSD, fechando os olhos ao que se passa em Lisboa com Costa e o governo do PS, claramente apostado em trucidar os parceiros da geringonça, que autoridade moral e política tem para abrir os queixos nesta matéria? Deixe-se de asneiradas destas e não invente desculpas antecipadas para derrotas a caminho. Deixe-se de enganar os madeirenses ou julga que eles são cegos? (LFM)

Os milagreiros da saúde por cá, talvez desconheçam a realidade nos Açores...


fonte: Diário dos Açores

PS-Madeira: interessante mas sem impacto

fonte: Jornal da Madeira

Açores: a SATA sem futuro?

fonte: Diário dos Açores

A habitual ansiedade....

fonte: Jornal de Negócios

A polémica infindável....



fonte: Público

Será mesmo assim?

fonte: Expresso

Assessorias jurídicas....

fonte: Jornal de Negócios

Opinião alheia

fonte: Diario dos Açores

Partidos adaptam-se e aliciam eleitores...

fonte: Jornal de Notícias

terça-feira, julho 23, 2019

Antero Vasconcelos, antigo presidente da Câmara da Calheta

O Antero Vasconcelos (à direita na foto) faleceu na sequência de uma doença prolongada. Foi o primeiro presidente eleito para a Câmara Municipal da Calheta e, na altura, foi o presidente de Câmara mais novo do país. Mas foi sobretudo um amigo, mesmo quando por razoes várias abandonou o "seu" PSD para se candidatar por outro partido. Não foi por causa disso - e Antero foi vítima também de muita intriga que eu recordo bem na altura - que ele deixou de ser quem e como era, de ter sido um dos grandes operacionais do PSD-M nos primórdios da sua instalação na Região, incluindo os primeiros comícios no Funchal em 1974 e 1975. Duro, aparentemente agreste nos debates, aparentemente pouco dado a confiar indiscriminadamente nas pessoas, a verdade é que o Antero comigo foi sempre o mesmo amigo. Recordo-o com saudade. Sabia da sua doença prolongada, da sua força para da a volta ao que todos sabiam ser mais do que difícil.  Mas quanto a convicções, Antero foi sempre um animal político - no bom sentido - que serviu causas. Eu arrisco afirmar que na realidade o Antero nunca deixou de ser do PSD-M, mesmo que não tenha feito parte dele nos últimos tempos. Foi muito por ele, por causa da sua forma de estar e de liderar, que o PSD-M na Calheta atingiu uma dimensão eleitoral e criou uma confiança com os eleitores que ainda hoje subsiste.
Paz à tua alma amigo, vai com Deus Antero, até qualquer dia (a fotografia, do site da autarquia, mostra em 2018 todos os últimos quatro Presidentes calhetenses Manuel Leça, Carlos Teles, Manuel Baeta e Antero Vasconcelos, o primeiro da esquerda para a direita) (LFM)

Nota: o meu pavor da presença de Rio no Chão da Lagoa

Ontem saiu mais uma sondagem terrível para o PSD. Rio obviamente desvalorizou, o costume. Aliás, não me lembro de nenhuma sondagem favorável ao PSD desde que Rio assumiu a liderança do partido. Dizia há dias um jornalista  num debate televisivo, que há um problema grave no PSD de Rio que admito ajude a entender melhor por que razão o partido se afunda nas sondagens, independentemente da realidade depois poder ser diferente - como aconteceu com as europeias. 
Basicamente, dizia aquele jornalista, há um fosso crescente entre aquilo que Rio passa os dias a dizer - nos poucos dias em que se dá por ele... - e aquilo que os eleitores do PSD (não os eleitores fiéis, os militantes ou os simpatizantes, mas sim os chamados eleitores flutuantes de quem dependem as vitórias ou as derrotas eleitorais, e que precisam  ser conquistados e convencidos) querem  ouvir.
Rio parece que não entende isso e como já não bastasse essa insuficiência, parece que gosta de se fragilizar em guerras internas tontas - o seu feitio arrogante, convencido e algo co flutuoso também explica muita coisa -  que apenas afundam ainda mais um partido dividido e desmotivado e desmobilizado. E isto sem que eu queira defender a "orfandade" passista que continua agarrada a lugares de destaque à procura de tachos para melhor estenderem a carpete vermelha...
Sinceramente tenho medo, diria mesmo algum pavor, dos efeitos de uma presença de Rio na festa do Chão da Lagoa - a submissão doentia e inapropriada a Passos, nos tempos da troika e da bandalhice governativa da coligação PSD-Portas, atirou o PSD-Madeira para os momentos eleitorais mais negros da sua história. Os números (2015 e 2017) estão lá e dispensam qualquer perda de tempo a justificar o injustificável.
Acresce que Rio - tenho a certeza disso - não vai trazer nada de útil, tal como Passos nada trouxe - nem ao PSD, nem à Madeira nem aos Madeirenses. Isto porque eu continuo a pensar que Rio não tem perfil para liderar o PSD, que a sua candidatura à liderança foi essencialmente parida na comunicação social graças à capacidade de manobra de grupos de pressão afectos ao ex-autarca do Porto e por achar, porque acho, que as pessoas, sobretudo as que estão ligadas ao universo eleitoral do PSD, já estão fartas dele, da sua incapacidade de construir uma alternativa ao PS. Não há discurso político, não há ideias refrescadas, parece estar mal aconselhado, não entende que liderar o PSD nestas circunstâncias não é um recreio, está longe de ter o partido na mão, reunido à sua volta, em seu apoio, julga-se um "monstro político" quando nem sequer é lagartixa. Mostra que não há convicção no que diz, não há entusiasmo, vai atrás da agenda de terceiros, não cria a sua agenda, não coloca na agenda política e sobretudo a mediática, factos e polémicas suscitadas pelo próprio passíveis de incomodarem a geringonça, há até uma certa "veia passista" mal escondida quanto à despesa pública com as áreas sociais, não há uma liderança mobilizadora que anime as hostes, que mostre que vale a pena acreditar. Sei que é mau demais, mas é isso que eu penso, e não alinho em hipocrisias. Acho até que os portugueses se fartaram de Rio mesmo antes de ter sido eleito líder do PSD. E esse é o grande mal do PSD nacional que não pode pegar essas maleitas todas ao PSD-M, sob pena de cairmos de cama com qualquer doença mais contagiosa. Se no ambiente do hão da Lagoa não fizer um discurso arrebatador, de não trouxer algo de novo, se não mostrara diferença, se não superar as suas insuficiências, se não explicar os motivos das suas guerras internas - dizendo tudo claramente, sem rodeios - a presença de Rio naquele ambiente será uma perda de tempo. Oxalá aconteça o contrário disso. Seria desde logo bom para ele e para os desafios eleitorais do PSD nacional, daqui a escassos meses. Política é política, não há lugar a paninhos quentes, ao faz-de-conta, a caganças pessoais ou sociais, a cinzentismos traiçoeiros e mal-encarados. Se não interiorizarem isto - política é combate por causas, conviccões, projectos e diferenças - nada feito! (LFM)

sábado, julho 20, 2019

Nota: Cafofo, o PS-M e a palhaçada de um modelo que apenas serviu para tomar o partido de assalto

Muito sinceramente eu acho que depois das europeias de Maio passado, por muito que disfarce, o PS-M levou um soco no estomago que o faz entrar num espiral de populismo do mais rasteiro de rafeiro que há, indo atrás da agenda mediática, prometendo tudo a todos os que contacta no quadro da agenda mediática de propaganda, ao ponto de perigosamente perder o equilíbrio, como aliás tem demonstrado o candidato a candidato. O PS-M não percebeu, ou não quer perceber - pelo menos nos tempos presentes - que dificilmente ganha eleições sozinho à escala regional. Não tem votos suficientes, nunca ganhou uma eleição, repito, à dimensão regional - exceptuando a autárquica e neste caso graças a coligações pontuais, ao mérito de alguns dos candidatos que deram a cara pelos socialistas e também, nalguns concelhos sobretudo, devido ao demérito do PSD-M que cometeu erros clamorosos nas suas escolhas, alguns erros de palmatória que nem a inexperiência explica, as que acabaram por acelerar várias das suas derrotas e causaram impacto desmotivacional nas estruturas partidárias de algumas localidades. O PS ganhou no Funchal, em 2013 - escuso-me de explicar o enquadramento que esteve na gênese dessa vitória... - e em 2017 (mais facilitada pela dinâmica que vem de trás...) graças a coligações. Em 2013 com outros 5 partidos (Bloco, PND, PTP, MPT e PAN), em 2017 com mais 4 partidos (JPP, Bloco, PDR e Nós Cidadãos). Em 2013 superando o PSD-M apenas em 2.845 votos e 9,8%, comparativamente às regionais de 2011. Em 2017, comparando com as regionais de 2015, o PS obteve no Funchal mais 10.460 votos e mais 17,3%.
O PS-M (e Cafofo) esqueceram-se que 2015 foram as piores regionais para todos, com uma abstenção superior a 56% - nunca antes vista - e que PSD-M obteve o seu pior resultado de sempre, algo que foi explicado facilmente pelo impacto da disputa e mudança de liderança entre final de 2014 e inicio de 2015, processos que nem sempre são pacíficos. Foi o fracasso da coligação de Vitor Freitas nas regionais de 2015, que abriu caminho a Carlos Pereira depois destronada por uma jogada de bastidores, envolvendo várias estruturas concelhias e alguns barões, movimentos desvalorizados por CP que mesmo assim perdeu por poucos. Aquilo que parecia ser, nas contas da dupla Câmara-Cafofo, uma irreversibilidade, colidiu com as europeias - por sinal as eleições que para o PSD-M nunca foram das melhores. O PS-M entre as autárquicas de 2017 e as europeias de 2019 perdeu no Funchal em toda a linha - os protagonistas da coligação de 2017 não foram além de 15.310 votos (menos mais de 10 mil votos na capital!) e somaram 35,3% (42,1% em 2017) num cenário abstencionista de quase 60% dos eleitores na capital madeirense. Os sinos tocaram a rebate, mesmo! Por isso, comecemos pelo principio. Numa entrevista ao JM, este fim-de-semana, Paulo Cafofo comete um novo erro político, bem grave, aparecendo a "justificar" paternalisticamente a opção do PS-Madeira pela escolha de Carlos Pereira, vigiado de perto pelo filho do líder do PS e por uma candidata da confiança de Câmara.
Pereira "amarrado de curto" e calado
Para quem como nós anda há muitos anos nisto da política, percebemos logo que a continuidade de CP - que desde as europeias vinha mantendo uma atitude crítica em relação à liderança socialista regional - é no fundo, mais do que reconhecer a utilidade do trabalho realizado (embora ele tivesse sido mais virado para lá do que para cá, não fossem os debates televisivos na RTP-M e isso seria amplamente confirmado) por quem foi sempre apoiado por Carlos César (de saída...), resolver um potencial prolema político. Não fosse a proximidade das regionais e das legislativas e certamente o tratamento a dar a CP teria sido substancialmente diferente (e eu sei do que faço, acreditem ou não no que vos garanto). Não vale a pena desmentirem o que todos sabemos ser uma realidade. O próprio CP, enquanto candidato a novo mandato em São Bento, fica "amarrado de curto", com o seu espaço de manobra muito reduzido e condicionado e previsivelmente remeter-se-á ao silêncio, não sendo expectável qualquer tomada de posição pública mais contundente como as que fazia desde que foi destronado da liderança do PS-M até ao pós-europeias de Maio de 2019.
Erro grave, mais um, do falso independente Cafofo

Grave é ver Cafofo assumir uma posição de quase liderança do PS-Madeira quando é sabido que ele vende a ideia de que é um "independente" (sabemos que falsamente) e que nem dirigente do PS-M é, algo que foi uma opção sua para facilitar uma falhada coligação para as regionais. Cada vez mais as pessoas ficam baralhadas e não sabem se o PS-M é uma monarquia partilhada pelo rei e pelo príncipe herdeiro à espera que o monarca abdique ou caia do trono, ou se eles não se entendem com o modelo que viria a estar na origem do assalto ao poder do PS-M para que a solução fosse imposta a um partido eternamente refém destes jogos de bastidores, sobretudo no eixo Funchal-Machico, que é quem realmente manda no partido (Câmara, Cafofo e o autarca e deputado da Água de Pena, Avelino Conceição).
Emanuel secundarizado? Não...
Qualquer explicação partidária, qualquer justificação política, qualquer consideração sobre a recandidatura de Carlos Pereira a São Bento teria que ser sempre de Emanuel Câmara, Presidente do PS-Madeira, e nunca de Cafofo, sem autoridade nem legitimidade para se imiscuir em questões essencialmente partidárias. Só que eu sei, aliás em continuidade como que referi anteriormente, que Emanuel Câmara nunca deitaria uma esponja no passado de nas críticas duras que CP lhe fez depois da derrota deste na disputa pela liderança dos socialistas. A verdade é que esta subversão não ajuda em nada o PS-Madeira nem os candidatos ou alegados candidatos e instala muita desconfiança entre os eleitores descomprometidos que tanto votam, PS como votam noutros partidos ou nem votam (o chamado eleitorado flutuante). Os eleitores querem regras claras no funcionamento dos partidos e detestam a ideia de que há manobras internas que aconteceram apenas devido a uma fome de poder (e já vamos falar disso num segundo texto dedicado ainda à entrevista de Cafofo ao JM, tendo a CMF como referência). E há coisa que não há nenhuma agência de comunicação, por muito experimentados que sejam os seus proprietários, consegue resolver (LFM)

Um recado ou um ajuste de contas?


PSD-Madeira: qual era a dúvida? Só espero que....

Segundo a imprensa, "o PSD/M renova confiança em Albuquerque como “único candidato” capaz de defender os interesses da população".  Concordo e subscrevo. O que espero mesmo é que Miguel tenha a consciência do que está em cima da mesa, de tudo o que mudou nos últimos 4 anos, dos novos desafios que precisa de vencer, de entender que os inexperientes e vaidosos novos "capatazes" políticos concelhios alem zero, por muito hábeis que se revelem quando se trata de manipulação ou de pressão, que 2019 nunca será 2015 e que muito do que aconteceu em 2015 se deveu a circunstâncias extraordinárias e que esteve quase a constituir uma catástrofe política e eleitoral para o  PSD-M. Essas coisas não se esquecem nem se escondem, estamos a falar do pior resultado eleitoral regional de sempre e do recorde nas abstenções nas eleições que eram sempre as que menor abstencionismo apresentavam. Virar a cara a isto, não perceber as causas do que se passou, pode ser fatal. Tranquilidade, bom senso e pragmatismo. É o que recomendo e se espera (LFM)

Concordo

Concordo: o que é que impede que os portugueses sejam devidamente informados deste tema e que em torno dele se façam as discussões que forem precisas e depois se tomem decisões. Era o que faltava que Portugal por causa da geringonça de merda ficasse refém de radicalismos da extrema-esquerda ideológica encapotada e oportunisticamente suavizada por exigências eleitorais.

Nota: um segredo pouco tolerado na politica

Este é o segredo dos bons políticos. O problema é que todos sabemos que há políticos, a todos os níveis e nos diferentes patamares de responsabilidade, que nem sempre gostam disto, melhor dizendo, que não toleram as opiniões contrárias, mesmo quando emergem do seu círculo restrito de amigos ou pessoas de confiança. Os políticos, muitos deles, não estão preparados para lidar com a diversidade opinativa e acham que quem trabalha para eles deve limitar-se a "encarneirar". Isso é errado e acaba por ser, é uma mera questão de tempo, a causa da desgraça e da queda desses políticos menores e incompetentes.

PSD-M e as listas: muito juízo

Recomendo muito juízo e espero que Miguel Albuquerque tenha o controlo político total deste processo e que impeça, sobretudo isso, que as conhecidas (particularmente nas mesas dos cafés e nas redações dos meios de comunicação social...) vuvuzelas bufas que acham que bufando notícias ou informações para os jornais - mesmo quando não sabem do que falam - ou que a política hoje tem pouco ou nada a ver com as pessoas e tudo a ver com as intrigas e outras merdas porcas nas redes sociais, sejam postas de lado e que fiquem caladas. Se essa trampa começar a fazer o que fez durante estes 4 anos, então temos o caldo entornado. Acho que o PSD-M, pelo que foi noticiado - pelos bufos ou deliberadamente para marcar posições? - ao contrário do desastre eleitoral de 2015, que continuo a entender que foi excepcional e por motivos de todos conhecidos, parece estar a tomar decisões correctas na elaboração da sua lista de candidatos - uma lista tem que ser sobretudo política e de combate, paninhos quentes e cinzentismo é para outras frentes, não para os combate eleitorais.

quinta-feira, julho 18, 2019

Nota: retomemos o nosso caminho...

O jornalismo tem regras, sempre teve. Confundir tudo e subverter esses valores constitui uma ameaça a uma actividade profissional em crise, que se arrasta penosamente há anos lutando pela sobrevivência e pela credibilidade, e com empresas em situação de falência ou pré-falência financeira. Quando o jornalismo, por inexperiência, descuido ou pressão pela ânsia de vendas ou audiências, pisa o risco vermelho da tolerância, quando os meios de comunicação se transformam em meros vazadouros da sujeira que conspurca as redes sociais, e o vale tudo que ali impera, então começamos a razões para termos pena por uma destruição paulatina que acabará por tornar cada vez mais desnecessários e prescindíveis os meios de comunicação social, exactamente o oposto ao que defendemos e necessitamos todos.
Quando por qualquer razão se cometem erros, a maior virtude é reconhecer o erro (o jornalismo não é uma verdade absoluta quando é produzido por pessoas com os mesmos erros e virtudes de qualquer outro cidadão), pedir desculpa e continuar o caminho. Confundir factos, misturar acessórios ou protagonistas que nada têm a ver com uma história, ceder à pressão especulativa das redes sociais que não pode ser importada pelo jornalismo sério, ou cometer o erro do recurso sistemático a "narizes de cera" (uma arma de destruição silenciosa da deontologia jornalística) exige um combate serio em nome da seriedade, da sobriedade e da credibilidade. Sem moralismos idiotas e sem atacar seja quem for, apenas convidando a uma reflexão para que retomemos os carris do nosso próprio caminho (LFM, CP nº 134-A)

quarta-feira, julho 17, 2019

Paulo Cafôfo é de novo arguido no caso da queda da árvore no arraial do Monte

O antigo presidente da Câmara do Funchal e candidato socialista às regionais de Setembro volta a ser arguido no processo da queda da árvore que matou 13 pessoas na festa do Monte, a 15 de Agosto de 2017 O ex-presidente da Câmara do Funchal foi constituído arguido durante o inquérito às causas do acidente, mas o Ministério Público deixou de fora Paulo Cafôfo no despacho de acusação feito em Setembro de 2018. Por falta de indícios sobre a responsabilidade no caso, a opção foi a de mandar para julgamento a vereadora do Ambiente e o diretor dos parques e jardins municipais, Francisco Andrade, por homícidio negligente. O caso, no entanto, não estava encerrado para o agora candidato a presidente do Governo pelos socialistas. Alguns familiares das vítimas decidiram requerer a abertura de instrução e é neste âmbito que Paulo Cafôfo volta a ser notificado como arguido no processo. A juiza Susana Mão de Ferro, que tem o caso em mãos, vai voltar a ouvir a vereadora Idalina Perestrelo, o que está marcado para 4 de Outubro. A audiência ao responsável pelos jardins muncipais está marcada 11 de Outubro.

terça-feira, julho 16, 2019

Polígrafo-SIC-Notícias: Portugal está melhor do que em 2015?


Polígrafo-SIC-Notícias: Sócrates pagou as contas do filho de Pedro Silva Pereira em Paris?


Polígrafo-SIC-Notícias: Notícia da TVI provocou fuga aos depósitos do Banif?


Polígrafo-SIC-Notícias: Podemos acreditar em tudo o que vemos?


Polígrafo-SIC-Notícias: Marcelo foi humilhado no Conselho da Europa?


Polígrafo-SIC-Notícias: O euromilhões é uma farsa ou fraude?


Polígrafo-SIC-Notícias: Os encontros e desencontros da esquerda na nova Lei de Bases da Saúde


Polígrafo-SIC-Notícias: As autoestradas portuguesas são as mais caras da UE?


Polígrafo-SIC-Notícias: Atlético de Madrid foi a equipa mundial que mais gastou até agora?


Polígrafo-SIC-Notícias: Falência do Banif foi paga pelos contribuintes?


Polígrafo-SIC-Notícias: Jorge Mendes já movimentou mil milhões de euros em transferências


Enjoos A330 Neo: Explicações de TAP e Airbus não convencem tripulantes

As explicações da Airbus e da TAP não foram suficientes para descansar os tripulantes dos aviões A330 Neo quanto às situações repetidas de náuseas, tonturas e vómitos. A Associação de Pilotos vai agora à Holanda ouvir um médico especialista, enquanto o sindicato do Pessoal de aviação reclama mais explicações da administração da TAP.

Airbus reconhece falhas nos novos aviões da TAP


70% da pesca de atum na Madeira é feita por embarcações açorianas que lá deixam a maioria do pescado

O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia salientou que “as 22 embarcações registadas nos Açores com licença para pescar na Madeira são responsáveis por mais de 70% das descargas” de atum registadas naquela Região Autónoma. Gui Menezes referiu ontem  que “a pesca ao atum é incerta” nos Açores, é sazonal, iniciando-se em meados de abril e terminando em outubro, acrescentando que, nos primeiros meses, há uma maior probabilidade da ocorrência destas espécies na Madeira, onde a maioria das embarcações açorianas estão licenciadas a pescar. Entre a frota licenciada para a captura de tunídeos usando a arte de salto-e-vara, cerca de três dezenas de embarcações só efectuam descargas de tunídeos, exercendo a sua actividade nas sub-áreas Açores e Madeira.
De acordo com o diploma europeu que determina as possibilidades de pesca, a quota nacional de atum-voador é de 1.994 toneladas e a quota nacional de atum-patudo é de 3.574 toneladas, tendo-se pescado até agora 1.257 toneladas de voador e 1.240 toneladas de patudo, sendo que mais de 95% foi descarregado na Madeira, onde o valor de primeira venda de tunídeos ronda os seis milhões de euros, sendo que o atum-voador representa 3,2 milhões de euros, o patudo cerca de 2,6 milhões de euros, o bonito 60 mil euros (65 mil quilos) e o rabilo 250 mil euros (32 mil quilos). Tendo em conta as pescarias de atum descarregadas na Madeira é de referir que as mais-valias da percentagem do valor total descarregado em lota não fica nos Açores, neste caso na Lotaçor, mas sim na empresa madeirense. O pescador retira o seu valor não havendo qualquer problema em descarregar quer na Madeira quer nos Açores. O seu valor de venda é o mesmo.

Guilherme Silva (Correio dos Açores) defende revisão constitucional para reforçar poderes das regiões

Correio dos Açores: Por nomeação do Presidente do Governo Regional da Madeira, é o Presidente da Comissão Executiva das Comemorações dos 600 da Madeira. A sua vinda aos Açores insere-se nesta condição e qual a importância dos eventos desenvolvidos para as duas regiões e para as comunidades insulares?
Guilherme Silva (Presidente da Comissão Executiva das Comemorações dos 600 anos da Madeira): As actividades tiveram início em 2018. Foi decidido que o ciclo das comemorações não seria fixado num ano só. Isto porque a ilha do Porto Santo foi descoberta em 1418 e a ilha da Madeira no ano seguinte. Para contentar um pouco os historiadores, devido à controvérsia das datas, estendeu-se a data das comemorações até 2020. No ano passado, deu-se uma maior atenção ao Porto Santo, e este ano foi para a Madeira, sendo que nesta ilha privilegiamos o Machico porque foi na baía que os navegadores desembarcaram, ou seja, é o concelho que está mais conotado com a ilha em 1419. A ideia central das comemorações é chamar a atenção para a nossa memória coletiva pois uma comunidade que não tenha o registo do seu percurso está aquém dos seus valores que foram sendo construídos ao longo de 6 séculos. Não é uma comemoração que se restringe unicamente à descoberta e povoamento, mas também ao percurso do arquipélago nestes 600 anos. 
A presença dos Açores nas comemorações está relacionada com uma vertente extremamente importante neste percurso. Temos muitos madeirenses a residir fora do arquipélago, logo era impensável celebrar esta efeméride sem ter a presença da diáspora, desde a mais próxima, que é o caso do arquipélago açoriano até à mais longínqua como a Austrália e outros países onde existem comunidades de madeirenses. No caso particular dos Açores, existe uma comunidade pequena com cerca de 300 madeirenses. E mesmo estando a “dois passos” da Madeira, quiseram ter [ Casa da Madeira nos Açores] a sua própria intervenção nas comemorações, o que é gratificante. Daí a minha presença no arquipélago. Apesar de termos madeirenses que estão a 1h30 de distância do arquipélago, associaram-se e quiseram ter aqui (nos Açores) as comemorações dos 600 anos. É necessário aperfeiçoar a presença destas instituições e das que estão espalhadas pelo mundo, nas nossas comunidades, e dar-lhes o estatuto necessário para que façam estas iniciativas. A Madeira tem um sentido cosmopolita que construiu de um lado, pelo turismo, e de outro pelo “vai e vem” de comunidades que levam e trazem saberes ao longo destes séculos. Esta é a nossa identidade, é a nossa cultura.

Açores: isto não era um hotel a cobstruir por um empresário madeirense?



fonte: imprensa açoriana

Expresso: Turbulência entre acionistas da TAP

A atribuição de prémios de desempenho a 180 trabalhadores da TAP, no valor de €1,171 milhões, gerou grande polémica na companhia aérea, mas acabou também por pôr a nu o mau relacionamento entre o acionista Estado, que tem 50%, e os acionistas privados, os empresários David Neeleman e Humberto Pedrosa, agrupados na empresa Atlantic Gateway (que tem 45%). E há também tensões entre os acionistas privados, e embora elas não sejam oficialmente confirmadas por ninguém, têm-se tornado difíceis de esconder. É que apesar de terem a mesma participação na empresa, o desequilíbrio de poder é evidente: a TAP tem sido construída à imagem e semelhança de David Neeleman, e são gestores ligados a si que dominam as posições chave na empresa. A comissão executiva tem três membros, dois são gestores ligados a Neeleman enquanto Humberto Pedrosa tem apenas um representante, o filho David Pedrosa.
Esta relação turbulenta, já referida por alguns comentadores, tem vindo a agravar-se, segundo várias fontes ouvidas pelo Expresso, que pediram o anonimato. Na base do mal-estar é apontado o facto de David Neeleman se comportar alegadamente como se fosse o dono da TAP, quando na realidade apenas tem 22,5% do capital. Domínio que se materializa na tomada de decisões que, por vezes, ignora os outros acionistas, a quem não é prestada toda a informação. Uma situação que já viria de trás e que não se terá alterado com o reforço da posição do Estado na sequência da renegociação do acordo parassocial com o Governo do PS, pouco depois da tomada do posse do Executivo liderado por António Costa. O Governo socialista não aceitou que os privados tivessem a maioria do capital

Inacreditável: Apoio a viagens entre continente e ilhas custa 200 milhões em quatro anos

Os gastos com o apoio a viagens entre continente e ilhas tem escalado nos últimos anos. Com viagens mais caras, maior procura, mas também suspeitas de fraude, a fatura paga pelo Estado já toca nos 200 milhões de euros nos últimos anos. A maior subida verificou-se entre 2015 e 2016 quando, segundo os cálculos do Dinheiro Vivo, o valor pago por viagens entre as ilhas e o continente subiu 170% para 46 milhões de euros. Mas a escalada tem sido consecutiva. Se em 2015 o Estado tinha pago 17 milhões de euros, no ano passado a fatura ficou já em 75 milhões de euros. Para este ano, o Orçamento do Estado estima uma revisão em baixa do valor gasto para 70 milhões de euros com este subsídio. Mas Pedro Nuno Santos, ministro da tutela, alerta que o avanço dos preços entre 2015 e 2018 não se justifica apenas pelo aumento do tráfego de passageiros, uma vez que este só avançou 12,5%, disse esta semana, no Parlamento. Perante os deputados, o ministro denunciou a existência de fraudes e esquemas que envolvem as agências de viagens e até as companhias aéreas.

Airbus admite falha técnica em novos aviões da TAP onde têm sido registados maus cheiros e enjoos

Numa carta enviada à TAP antes das notícias sobre maus cheiros e enjoos, a Airbus admitia libertação de gotas de óleo do motor e falhas no ar condicionado. Mas enjoos continuam sem resposta. A fabricante aeronáutica francesa Airbus admite que os novos aviões A330neo que vendeu à TAP (que a companhia aérea mandou investigar no mês passado depois de vários relatos de maus cheiros, indisposições e vómitos a bordo) têm falhas técnicas e já criou uma task force destinada a resolver o problema em Portugal, noticia esta segunda-feira o Diário de Notícias. O reconhecimento das falhas técnicas surge numa carta enviada pela Airbus à TAP em 7 de junho — ou seja, mais de duas semanas antes das notícias que davam conta dos problemas. Na carta, citada pelo Diário de Notícias, lê-se que a fabricante recebeu relatos de “dois efeitos diferentes: cheiros pouco comuns e sintomas de desconforto, não havendo uma correlação entre os dois fatores“. De acordo com a carta, a Airbus detetou, durante os testes de voo, “que o arranque do motor poderia gerar odores na cabina”, uma vez que “algumas gostas de óleo poderiam ser libertadas no compressor de alta pressão”. Essas gotas de óleo seriam responsáveis pelo “cheiro a óleo durante a fase de táxi, descolagem e subida”.

segunda-feira, julho 15, 2019

Assembleia da República: Deputados ganham em média 6.156 euros nas viagens até casa

A Assembleia da República gastou em 2018 mais de 1,3 milhões de euros com as deslocações dos deputados nas viagens semanais até casa, avança o Jornal de Notícias esta segunda-feira, 15 de julho. O abono de deslocação à residência dos deputados custou assim 6.156 euros, dividindo o valor total pelos 213 deputados. O valor este ano já atinge os 803 mil euros, uma média de 3.773 euros por deputado. Os deputados recebem 0,36 cêntimos por cada quilómetro entre a sua casa e o Parlamento, independentemente do meio de transporte. O JN dá o exemplo de um deputado eleito pelo distrito do Porto. Pela viagem recebe 108 euros pelos 300 quilómetros percorridos. Se optar por se deslocar de Alfa Pendular (31,20 euros) ou através da Rede Expressos (19 euros), ainda resta 70 ou 80 euros. Apesar de um relatório crítico do Tribunal de Contas a esta modalidade de atribuição de subsídios, a recente alteração das regras não alterou as regras (Económico)

Nota: que raio, é tão difícil acabar com a especulação populista de caça ao voto?

A JPP, usando documentos que não foram inventados por eles, veio a terreiro - de novo, atém porque o ferry passou a ser uma espécie de bandeirola deste partido (que vai tentar lutar pela sobrevivência política e eleitoral nas regionais, depois da banalização do seu papel político e do efeito de  fretes que andou a fazer ao PS, incluindo uma coligação eleitoral no Funchal da qual é voz corrente que se arrependeram - suscitou polémica sobre a questão dos 3 milhões de euros e o custo da operação portuária a cargo do Armas. O que se exige é que este assunto seja esclarecido, não com comunicados que nada dizem, porque a dúvida está instalada, mas com factos, com números, com documentos, com quadros explicativos de fácil leitura, com o que bem entenderem. Obviamente que eu sei que o assunto não é uma prioridade para os madeirenses - milhares continuam a não trocar o avião pelo barco, gostem ou não os adeptos da operação marítima de ouvir esta constatação indesmentível. Desde que as pessoas percebam que a JPP, como diz o GRM, se limitou a especular com o tema e não tem razão. Deixar a polémica prolongar-se ate a campanha eleitoral é uma idiotice tão primária que me espanta que tal aconteça. Há coisas que devem ser encaradas pela frente, agarrando bem o boi pelos cornos, resolvendo tudo de uma só vez. É que já não há pachorra de ouvir falar do ferry ainda por cima com uma anunciada queda da procura.
Que raio, será que custa muito divulgar no site do Governo Regional os alegados pareceres favoráveis da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes e toda a documentação que acabe de uma vez por todas com esta patifaria populista, demagógica e alegadamente mentirosa (segundo o GRM) toda em torno do ferry? Porque complicam o que é fácil de ser resolvido? Essa não divulgação aliás só alimenta a especulação e a dúvida que, garanto, persiste apesar dos esclarecimentos genéricos e sem sustentabilidade concreta (documental) do GRM (LFM)

Venezuela: Nicolás Maduro durante una ceremonia militar en Caracas

El homicidio, en octubre de 2018, del concejal Fernando Albán, de quien Nicolás Maduro y su gobierno dijeron que se suicidó bajo custodia policial, marcó un punto de inflexión para numerosos altos mandos civiles y militares del régimen de Venezuela que en ese momento tomaron la decisión de colaborar en precipitar un cambio político en la cúpula de gobierno. Uno de ellos fue el general Manuel Cristopher Figuera, que hoy se encuentra en Estados Unidos colaborando con las autoridades y que ha revelado a ABC que hizo varias recomendaciones verbales y escritas a Maduro para que efectuara cambios urgentes y evitara una crisis como la que finalmente vive Venezuela, con millones de refugiados y una asfixia económica sin precedentes que ha provocado hambruna y muertes.
Precisamente Cristopher Figuera se hizo cargo del Servicio Bolivariano de Inteligencia Nacional (Sebin) el 30 de octubre de 2018, tres semanas después de la muerte del concejal Albán, cuyo cuerpo fue lanzado desde la décima planta del edificio de Caracas donde tiene sus oficinas y prisiones esa agencia de espionaje. El abogado del concejal opositor, Joel García, informó a ABC de que las actas del expediente policial identificaron como motivo de la muerte de su cliente el homicidio. El régimen y la fiscalía siempre mantuvieron que este pidió ir al baño y se lanzó al vacío desde un décimo piso.

Nota: há coisas que não se entendem. Ou não são para entender?...

Não podemos estar a tapar buracos impondo regras aos profissionais que transcendem a lógica. No caso da saúde melhor seria que nada tivessem feito. Deixassem tudo como estava, talvez fizessem mais. Decidir coisas, dando com uma mão para depois, sub-repticiamente, através de alterações legislativas algo manhosas levar com as duas o que antes deram, parece-se despropositado, algo desonesto e pode causar uma maior insatisfação, instabilidade e desmotivação junto de uma classe profissional reconhecidamente tratada, a nível nacional, com agressividade e acutilância dispensáveis. Se política é isto - e bastaria perceber que uma matéria aparentemente pacífica nunca poderia ter todos os partidos contra a proposta em causa, salvo o PSD, a que se junta um Sindicato e provavelmente a Ordem dos Médicos - se o bom senso da governação é isto, então mandem-se para o pólo norte para morrer bem congelado. É que há coisas que nem vale a pena pensarmos demasiado nelas sob pena se um gajo perder as estribeiras e começar a lascar. A três meses de eleições - depois de 4 anos de uma legislatura - qual a razão de ser de certas medidas e ainda por cima geradora de polémica à vista de todos? (LFM)

terça-feira, julho 09, 2019

Não resolvem isto e querem resolver a polemica do subsidio da mobilidade que na realidade ajuda a financiar também esta empresa?

fonte: imprensa açoriana

Venezuela: Presidente da Assembleia-Geral da ONU defende diálogo


A presidente da Assembleia-Geral da ONU também esteve em Lisboa nas Jornadas da Juventude e foi questionada sobre a crise política na Venezuela. Maria Fernanda Espinosa defende que a solução só pode ser a via do diálogo, e explicou o que as Nações Unidas estão a fazer.

RAM devida exigir que este assunto seja urgentemente esclarecido


Açores quando em tudo é o que dizem

fonte: Diário dos Açores

Mergulhadores do Porto Santo encontram vestígios de pesca ilegal

Os mergulhadores do Porto Santo encontram vestígios de pesca ilegal junto a uma corveta que está afundada. Muitos dos turistas que mergulham no local nem chegam a ver qualquer peixe.

Nota: não tratem as classes sociais como a geringonça


Quando se tomam decisões elas devem ser devidamente ponderadas, discutidas, pensadas, debatidas, preparadas e passadas para o papel. Isso nunca deve ser feito depois de se conhecer a decisão ou a proposta. Vir com emendas a meio caminho só para tapar os buracos que foram abertos - no fundo entrando numa espiral de contradições, é desastroso e acaba por ter um efeito exactamente oposto ao pretendido.
O GRM tem que aprender uma coisa se por acaso dúvidas ainda tem: quando lida com classes profissionais, sejam elas quais forem, ou decide em conformidade ou actua como a geringonça faz em Lisboa que dá com uma mão para levar com a outra o dobro do que alegadamente “dá”. O tempo tem-se encarregado de demonstrar a futilidade de algumas ”boas” medidas e as rasteiras subjacentes a muitas “boas” decisões que na realidade, depois de outras incidências – incluindo as fiscais, acabam por ser tudo menos o que foi dito. Não cometam esse mesmo erro porque há que respeitar as pessoas. Se complementarmente querem depois negociar algumas medidas adicionais, façam-no depois de negociarem com as pessoas interessadas para obtenção de acordo. Nunca impondo por via legislativa, desfazendo na realidade tudo o que anunciam hoje com os recuos disfarçados no dia seguinte que deitam tudo a perder e não conseguem a motivação de quem anda desmotivado (LFM)

Viagens: Marcelo já duplicou viagens de Cavaco...


A mais de um ano do final do mandato, Marcelo Rebelo de Sousa já fez 56 visitas oficiais ao estrangeiro. Entre os últimos cinco chefes de Estado é, de longe, o que mais representou Portugal além-fronteiras. No reverso, Cavaco Silva foi o Presidente da República que menos viajou ao estrangeiro, contando no total 26 viagens oficiais durante os dez anos de mandato. Em apenas quatro anos, desde que tomou posse, Marcelo Rebelo de Sousa já fez 56 deslocações e viagens oficiais ao estrangeiro – mais do dobro do número de viagens e deslocações realizadas por Cavaco Silva durante os dois mandatos da sua Presidência. No total, em dez anos, Cavaco Silva fez 26 viagens oficiais ao estrangeiro. De acordo com o levantamento realizado pelo i – com base nas resoluções da Assembleia da República que autorizam as visitas oficiais –, entre os últimos cinco Presidentes da República do pós-25 de Abril, Marcelo Rebelo de Sousa é de longe o que mais representou Portugal no estrangeiro.

domingo, julho 07, 2019

Nota: os papagaios da mobilidade já convenceram a Easyjet?

Gostaria de saber se estas mentes brilhantes e idiotas (cheias de ideias...) da mobilidade já conseguiram alternativa para a Easyjet. É que a companhia irlandesa revelou, em 2017 e 2018, repetidamente, que se este modelo de subsídio de mobilidade - na realidade um financiamento milionário da TAP e demais concorrentes - vendido agora por oportunistas do PS local (e usadores do PS local) como uma espécie de porta de entrada no paraíso das viagens celestiais.... - fosse alterado na sua execução, admitia sair da Madeira (aliás, lembro que estamos a falar da mesma companhia que mandou os Açores às malvas, quando percebeu que não ia ganhar dinheiro com aquela linha). E como a linha é tão boa, tão maravilhosamente boa, constata-se que nem a Ryanair, alegadamente "interessada", quiçá só avança com 10 milhões de euros anuais no bolso a título de compensação.
Graças a uma conjugação de patifarias e desonestidades de quem menos esperaria (falo por mim, do que penso e tinha por adquirido), verifica-se que o PS de Costa, César e Emanuel Câmara,  incomodado com os potenciais efeitos políticos e eleitorais negativos resultantes de não ter votado a favor de uma resolução, recente na Assembleia da República, a favor de mudanças do modelo de subsídio de mobilidade, indicando os 86 euros pagos pelos utentes como a solução pretendida - a mesma que os socialistas oportunistas vieram ressuscitar depois de terem votado contra... - tentou virar o "bico-ao-prego" e reclamar méritos que não tem porque na realidade o que tivemos foi uma vez mais a tentativa de disfarçar a patifaria da traição a uma região que lhes está atravessada na garganta há muitos anos, e assim vaia continuar.
Será que a Easyjet mudou de opinião - quanto custou? - ou mantém a decisão de abandonar a linha da Madeira se o modelo de execução do SM for alterado? E já arranjaram alternativa dado que durante meses andaram a propor a Ryanair, mas calaram-se rapidamente quando souberam que era tudo uma questão de milhões de euros?
Já agora essa rapaziada mentirosa e oportunista já foi aos Açores ver o que se passa com os transportes aéreos, os problemas diários com a falida SATA, e também os problemas com as ligações marítimas naquele que deixou de ser o "paraíso" usado pelas vuvuzelas socialistas locais, sempre que pretendiam atacar o poder regional madeirense (LFM)

Jornalismo: Alexandra Borges (TVI) chegou ao momento decisivo da verdade

Muito sinceramente, eu acho que a jornalista Alexandra Borges da TVI passou a estar obrigada, pela pressão dos desmentidos e das críticas, a ter que provar que o que dizem das reportagens - que não correspondem à verdade, são distorcidas, manipulam os factos, usam fontes "compradas", etc - é mentira e que a razão está do lado dela e do cumprimento, como se exige, de regras sagradas (no jornalismo) de cumprimento deontológico e de respeito pela verdade e pela equidistância. O caso recente da reportagem sobre a IURD e a posição divulgada por uma entidade judicial nacional, em nada abona a favor de AB, até que se conheçam os contornos desta história claramente mal contada e com base em fontes que não dão a cara apesar de serem alegadamente parte interessada.
Não me interessa saber o que vai a jornalista fazer, se vai fazer alguma coisa, é problema dela e eventualmente da TVI que desejará que a credibilidade seja mantida e reconhecida na informação e na reportagem e que a estação não caia em descrédito como acontece com a programação, porque as audiências em quedas sucessivas o revelam e demonstram.
Quando chegamos a este ponto as coisas começam a desmoronar-se caso não sejam superadas urgentemente todas as dúvidas, em nome da preservação da imagem pública do jornalismo, da TVI e da jornalista e cidadã. Ainda por cima numa altura em que é dos piores momentos, senão mesmo o pior momento, da TVI em termos de audiências... E à TVI só faltava mesmo que se difundisse a ideia, sem contraditório por parte dos interessados, de que há reportagens jornalísticas de investigação inventadas ou que são manipuladas ou que não correspondem aos factos como foi acusada a TVI. Como sou corporativista, até prova em, contrário estou sempre ao lado dos jornalistas porque acho que o código deontológico, essa "coisa" aparentemente  insignificante mas que é uma bíblia desta profissão, é escrupulosamente cumprido e que nem os interesses financeiros das empresas, os shares associados à publicidade, a especulação destinada a cativar atenções, etc, o superam (LFM)

sábado, julho 06, 2019

Nota: agora vale tudo?

O que se passou com o manipulador e lamentável aparato "noticioso" do PS local versus subsídio de mobilidade, para além de uma vergonhosa machadada na isenção e na verdade, acaba por revelar-se uma asquerosa operação de compra-e-venda de favores - mas sobre isso não me pronuncio porque acho que não o devo fazer - assente na omissão, especulação, manipulação e mentira. Aliás acho lamentável que o desespero financeiro de entidades que deviam ser sérias leve à institucionalização de uma descarada dependência e banalização da manipulação mentirosa e da censura informativa que nem qualquer instinto de sobrevivência o justifica. Peço desculpa, porque nunca cheguei a este ponto, mas o que se passou há poucos dias foi vergonhoso, triste e lamentável, diria que foi asqueroso demais. Basta ver o contraste entre o destaque dado quando a Assembleia da República aprovou em Julho uma resolução sobre a mobilidade aérea, apenas com os votos de todos, menos do PS de Costa, de César e de Emanuel Câmara, e o destaque dado a uma intenção que serve apenas para lavar a face. E não me venham com conversas idiotas para justificar o injustificável, porque o asqueroso está à vistas de todos. Manipulação e venda de espaço mediático. É disso que falamos, e não é de hoje. É a política conspurcada e transformada num milionário euromilhões do esgoto. Lamentavelmente há umas almas caridosas neste poder regional em funções que sabem que foram enroladas, diria antes bem "comidas" e deixaram ir-se atrás de conversas fiadas que mais não era do que discursos corporativistas com ramificações diversas e com interesses empresariais facilmente identificáveis em todos os aspectos. Nunca pensei que o descaramento chegasse a este ponto e, pior do que isso, fica-me a certeza de que os "sabichões" anedóticos e ingénuos de 2015 ficaram agora sem meios concretos para se defenderem e irem a combate usando as mesmas tácticas e armas (sujas ou não, isso já pouco importa) que o outro lado da barricada. A compra-e-venda da ética e da verdade pela força do dinheiro e do capitalismo empresarial.
Nota: eu tenho a certeza que pessoas que prezo vão reagir de forma negativa e violenta. Apenas peço que olhem para os factos e que com pragmatismo e lógica, em função do que se passou - e estou a preparar uma cronologia recente dos factos - tirem as conclusões porque os madeirenses, não tenho dúvidas quanto a isso, há muito que sabem o que se passa, neste domínio da mobilidade e noutros também no domínio da informação e da comunicação (LFM)

Nota: a cegueira ambiciosa de Paulo Cafôfo deixou de ter linha vermelha


O senhor Paulo Cafôfo das duas uma: ou perdeu o norte depois das europeias e acha que com as suas falinhas mansas - e demais tretas impostas por uma estratégia de comunicação demagógica, que chega a roçar o patético e o anedótico - engana as pessoas, tudo porque está perigosamente desesperado ou é um oportunistas demagogo da pior espécie. Isto a propósito das palermices que disse (desculpem, mandaram que ele dissesse...) sobre a mobilidade aérea. E nem falo nas idiotices do ferry todo o ano sem explicar como vai obrigar os madeirenses a viajar no barco todo o ano para rentabilizarem a linha (ou quem sabe se são mais milhões sacados da cartola sem fundo - e um dia destes vou colocar uma questão incomoda para o pretenso candidato socialista ao GRM, que acho que tem que ser esclarecida de uma vez por todas, antes da campanha eleitoral... - como a história anedoticamente rocambolesca dos 75 milhões para o hospital?).
Gostaria de referir, sabendo-se que Cafôfo e eu estamos em lados opostos, que nunca pensei que o ex-autarca do Funchal chegasse a este ponto e que a sua desesperada e incontrolável fome do poder regional a qualquer preço e custo, comprando ou vendendo valores, éticas, verdade, e pessoas, se necessário for, o desviasse da aparente ingenuidade políticas com que chegou em 2013 ao Funchal, pela mão de Vítor Freitas, para o combate autárquico do Funchal que o PSD-Madeira perdeu por culpa própria e não por ter sido ele a ganhar. Como, aliás, voltou a perder, o PSD-Madeira, em 2015. Disso não falo, prefiro deixar esses episódios concretos a quem vive para ou das memórias, apesar de me lembrar totalmente de tudo o que se passou, a começar pelo processo da candidatura... (LFM)

domingo, junho 23, 2019

Nota: o padre Júlio Santos que nunca ousarei criticar

O padre Júlio Santos. Não é um padre qualquer, é um padre igual aos demais, um ser humano com defeitos e virtudes como qualquer outro ser humano e que mesmo o facto acrescido de ser padre da Igreja de Roma, isso não o coloca num patamar de "desumanização" que alguns mais fundamentalistas sustentam.
Aliás isto é tudo uma hipocrisia alimentada pelo Vaticano, não pelo Papa Chico – também em parte por ele – mas por uma casta mafiosa que se move nos corredores do Vaticano impondo as suas regras, as regras que melhor lhes interessam e à consolidação do seu poder, ambição e manipulação. Durante séculos, em nome da colonização, que andava de braço-dado com a Igreja de Roma, matou-se e roubou-se por esse mundo fora com a conveniência silenciosa da Igreja, por vezes até nada silenciosa tal o descaramento com que tudo era feito. Ou já se esqueceram da Inquisição e das palhaçadas no Vaticano com alguns Papas nos primórdios da Igreja?
Durante anos foram as vergonhosas situações da pedofilia que só agora começaram a ser denunciadas, perante a cegueira cúmplice de uma hierarquia religiosa que se escandaliza por idiotices mas há muito perdeu a dignidade e o respeito com outras vergonhas bem mais descaradas. Obviamente que não se pode desculpar um erro com o apontar multiplicador dos erros dos outros. Isso não é solução para ninguém. Mas para condenar e castigar, neste caso a hierarquia da Igreja portuguesa, há que ter autoridade moral e dignidade para o fazer. Algo que sabemos todos que não tem, sem obviamente cair no erro da injustiça da generalização.

Salgado esconde tesouro em armazém


Deus e o Diabo (TVI24): política, manuais e ineficácia total


Deus e o Diabo (TVI24): quando se zangamn as comadres, descobrem-se as verdades....do dinheiro!


Venezuela: Maduro diz levar com seriedade recomendações da ONU sobre direitos humanos


Uma história que também mete a Madeira

Há mais um ator português com uma carreira de sucesso nos musicais de Londres.

As milagrices para os problemas nacionais da Saúde que alguns querem importar...

O PS-Madeira, e os seus milagres de pacotilha, anda a discutir a saúde - claramente a bandeira eleitoral das regionais de Setembro, por isso cautela porque a demagogia e o populismo das falsas promessas serão mais do que muitos - disputando com o CDS-M (motivado por um ajuste de contas pessoal, com alguns anos de vigência) que insiste em iludir as pessoas quanto à realidade, tanto mais quando julgo que todos se devem lembrar muito bem do que aconteceu durante muito tempo em determinado serviço hospitalar, das queixas diárias identificadas, do questionamento de algumas (in) competências, etc, etc. Os socialistas - que desesperadamente precisam de bandeiras - não tem provas para apresentar quanto a sua competência. Pelo contrário. Nos Açores os problemas e as carências são frequentes, basta pegar nos jornais, e a nível nacional ainda hoje ficamos a saber na comunicação social que:
- o PS quer o fim das taxas moderadoras mas só de forma faseada (taxas herdadas do Passismo e que a geringonça, passados quatro anos, nem alterou, só aprovações parlamentares demagógicas para enganar as pessoas, até ver)
- Hospitais chegam a esperar mais de um ano por autorização para contratar médicos
- Diretores de maternidades do norte do país denunciam caos

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sábado, junho 22, 2019

600 músicos na comemoração dos 600 anos da descoberta da Madeira

No espectáculo que faz parte do programa comemorativo dos 600 anos da descoberta da ilha, 600 músicos tocaram em simultâneo num concerto considerado inédito em Portugal.

Venezuela: ONU pede compromisso entre governo e oposição

Os Direitos Humanos estão na ordem do dia na Venezuela e centenas de pessoas fizeram ouvir a sua voz nas ruas de Caracas para pedir a libertação dos presos políticos e o respeito dos direitos mais básicos. Um protesto a que não foi certamente alheia a presença no país da Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet. A chilena anunciou ter chegado a acordo com o governo venezuelano para o estabelecimento de uma equipa técnica da ONU na capital do país para monitorizar a evolução da situação e elogiou a libertação de alguns deputados da oposição. Além do encontro com Nicolás Maduro, Bachelet esteve também com o presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, e pediu compromisso de parte a parte para as negociações entre governo e oposição poderem chegar a bom porto. A crise humanitária na Venezuela já levou à saída de mais de quatro milhões de pessoas do país.

Joe Berardo prepara-se para abrir mais um museu

A autarquia de Estremoz espera que a investigação ao empresário não prejudique a inauguração que está prevista para daqui a 4 meses.

Venezuela: Maduro diz levar com seriedade recomendações feitas pela ONU

Nicolás Maduro diz que vai encarar com toda a seriedade as recomendações da alta comissária da ONU para os Direitos Humanos. Michelle Bachellet reuniu-se com o Presidente da Venezuela no final de uma visita de três dias ao país. Bachellet apelou ao respeito pelos direitos humanos e à libertação dos presos políticos.

Marcelo não altera data de eleições legislativas e regionais

O Presidente da República não vai alterar a data das próximas duas eleições em Portugal apesar da coincidência entre o início da campanha para as legislativas e o dia da votação para as regionais na Madeira.