domingo, agosto 25, 2024

Artigo 13 rouba voz às mulheres afegãs. Estão proibidas de cantar, ler ou falar em público, segundo nova lei dos talibãs

O regime talibã no Afeganistão aprovou uma nova lei moral que reforça a repressão sobre as mulheres, impondo restrições ainda mais severas no país. O “Artigo 13”, promulgado recentemente pelo Ministério para a Propagação da Virtude e Prevenção do Vício, proíbe as mulheres de cantar, ler ou falar em voz alta em público. Esta legislação, ratificada na quarta-feira, representa mais uma investida do regime para controlar rigorosamente a vida das mulheres no país. Três anos após a retirada das forças ocidentais do Afeganistão e a consolidação do regime talibã no poder, as autoridades islâmicas introduziram um novo e severo conjunto de leis que regulam a conduta social, com um foco especial em restringir as liberdades das mulheres.

Artigo 13 e Restrições Rigorosas

As novas regras, aprovadas pelo líder supremo Hibatullah Akhundzada, foram anunciadas por um porta-voz do governo talibã. O documento detalha 35 artigos distribuídos por mais de 100 páginas, e o Artigo 13 destaca-se ao determinar que as mulheres devem cobrir todo o corpo em público, incluindo o rosto, para evitar “causar tentação” ou atrair olhares indesejados. O regime talibã insiste que o rosto das mulheres deve permanecer sempre coberto, uma medida considerada essencial para evitar tentação e preservar a moralidade pública. Além disso, as roupas femininas não podem ser finas, justas ou curtas, de modo a não revelar as formas do corpo. As mulheres também são proibidas de olhar para homens com os quais não tenham laços de sangue ou casamento, e vice-versa.

37% dos portugueses reduziram número de refeições feitas fora de casa

Quase 40% dos portugueses reduziram o consumo de refeições fora de casa, a maioria dos quais (68%) devido ao aumento dos preços e do custo de vida em geral, segundo dados da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) divulgados ao Expresso. O preço é agora o fator que mais pesa na hora de escolher um restaurante, tanto no almoço, como no jantar, quando em 2023 o que mais importava era a “qualidade da comida”.

O estudo “Hábitos de consumo de refeições fora de casa”, realizado pela NielsenIQ, revela também que, nos primeiros quatro meses deste ano, 43% dos portugueses fizeram uma refeição fora de casa pelo menos uma vez por semana, quando em 2023 tinham sido cerca de 60%. O jantar foi a refeição em que os portugueses mais reduziram os seus gastos; já durante a semana, sem contabilizar os dias de sábado e domingo, o pequeno-almoço foi a refeição “mais sacrificada”.

Ordem para dispersar: câmaras de Lisboa, Porto e Sintra tomam medidas para aliviar zonas com mais turistas

A autarquia liderada por Carlos Moedas recusa a ideia de que há turistas a mais na capital: “Não existe um excesso de turismo em Lisboa, o que existe é zonas onde se concentram os turistas”. Regulamentar a circulação dos tuk-tuks também está em cima da mesa. Nas zonas mais turísticas do país há muitos moradores que já se queixam de um excesso de visitantes, mas as câmaras não querem reduzir o volume de turistas, que constitui uma fonte substancial de receitas para os municípios. Em vez de definir limites, autarquias como Lisboa, Porto e Sintra apostam em medidas para dispersar os estrangeiros por mais pontos de interesse, diminuindo a concentração nas ­áreas que estão sob maior pressão.

Ao Expresso, a Câmara da capital é perentória: “Não existe um excesso de turismo em Lisboa, o que existe é zonas onde se concentram os turistas.” Salientando que o sector representa 20% da economia da cidade, o executivo de Carlos Moedas defende que, “mais do que estabelecer um limite de turistas”, é fundamental “dispersar os fluxos turísticos, criando novos polos de atratividade e aliviando a sobrecarga dos roteiros tradicionais”.

O mesmo defende a Câmara de Sintra, onde o protesto dos residentes contra o “turismo de massas” fez-se notar no mês passado através da colocação, em janelas e montras, de cartazes que denunciam a “perda de qualidade de vida, os constantes congestionamentos de trânsito e a descaracterização acelerada da zona inscrita como Património Mundial”, exigindo medidas para evitar que a vila se transforme “num mero parque de diversões”. A autarquia reconhece que o elevado fluxo de turistas levanta “inúmeros desafios” e explica que está em curso uma estratégia para aliviar a pressão no centro histórico, dispersando os visitantes por outros locais “para além dos roteiros ób­vios” através da promoção da costa atlântica e da zona rural do concelho.

“Voltem para casa”: protestos contra o excesso de turismo aumentam na Europa


Cidades como Barcelona, Málaga, Atenas, Amesterdão e Veneza têm sido palco de protestos nos últimos meses. Residentes queixam-se do impacto nas comunidades locais, nomeadamente pelo aumento do preço da habitação, e no meio ambiente

BARCELONA

Em julho, milhares de manifestantes protestaram nas ruas de Barcelona contra os impactos negativos que o turismo excessivo tem causado na cidade, empunhando cartazes com slogans como “Barcelona não está à venda” e gritando “Turistas, voltem para casa”. Alguns turistas que se encontravam em esplanadas foram atingidos com pistolas de água durante o protesto. Os manifestantes também denunciaram o efeito do turismo no preço da habitação e as consequências negativas para o comércio local, ambiente e condições de trabalho no setor turístico. Nos últimos anos, as manifestações contra o turismo excessivo em Barcelona têm-se intensificado. Os residentes expressam crescente frustração com o que consideram ser um desequilíbrio entre os interesses turísticos e a qualidade de vida dos habitantes. Espanha é o segundo destino do mundo mais procurado por turistas, depois de França. Em 2023, recebeu 86 milhões de visitantes estrangeiros, segundo estatísticas oficiais.

MÁLAGA

Em junho, milhares de pessoas protestaram nas ruas da cidade espanhola contra o turismo de massas, sob o lema “Málaga para viver, não para sobreviver”. Num protesto anterior, realizado em março, foram afixados cartazes em paredes e portas com mensagens como: “isto costumava ser a minha casa”, “isto costumava ser o centro da cidade”, “volta para a tua casa”, e “[este sítio] tresanda a turista”. A cidade, localizada na Costa del Sol, no sul de Espanha, é, desde há muito, um destino turístico muito popular, devido ao clima soalheiro e ao custo de vida relativamente baixo. No entanto, tornou-se recentemente ainda mais atrativa para veraneantes e nómadas digitais, o que gerou descontentamento entre a população local.

Grandes cidades europeias reforçam medidas para aliviar pressão do turismo em excesso


À medida que o número de turistas a nível mundial continua a aumentar, os principais destinos europeus estão a tomar medidas para aliviar a pressão e mitigar os efeitos do turismo de massas. As taxas turísticas são um dos instrumentos que estão a ser introduzidos ou alargados nas cidades que mais se debatem com um número excessivo de visitantes.

AMESTERDÃO

Em 2023 foi lançada a campanha “Stay Away”, destinada a dissuadir turistas que causam distúrbios, e em 2024 a cidade proibiu a construção de novos hotéis no centro da mesma, limitou os horários de funcionamento de bares e cafés e impôs restrições à venda de canábis nas ruas. Já no início deste ano foram introduzidas medidas para priorizar a habitação para certos grupos, como estudantes e trabalhadores essenciais. Também foram adotados critérios para restringir o número de alugueres privados para férias. A cidade está a reduzir o número de licenças de alojamento turístico e a limitar a concessão de licenças para lojas de souvenirs, favorecendo negócios locais. A taxa turística sofreu um aumento significativo, tornando-a das mais elevadas da Europa. Há ainda planos para transferir o terminal de cruzeiros para fora do centro da urbe, que, a serem aprovados, farão com que mais nenhum navio com turistas atraque na capital a partir de 2035. Outras cidades europeias já limitaram ou pretendem limitar a entrada de cruzeiros.

BARCELONA

Há vários anos que a cidade catalã tenta, através de diferentes estratégias, ali­viar o excesso de turistas. Só este ano a taxa municipal, apenas aplicável aos primeiros sete dias de estada, foi revista duas vezes: em abril, quando passou de 2,75 euros para 3,25 euros, e em julho, quando foi aprovado um novo aumento, para 4 euros, que entra em vigor a partir de outubro deste ano. Também há planos para aumentar a taxa turística cobrada aos passageiros de cruzeiros que permaneçam na cidade durante menos de 12 horas. Quanto ao Alojamento Local, foi anunciado este ano que deixarão de ser concedidas novas licenças e que as que existem não vão ser renovadas, o que fará com que os apartamentos para turistas deixem de existir até ao final de 2028. Barcelona tem atualmente 10.101 Alojamentos Locais oficialmente registados e o objetivo é que sejam recuperados para uso residencial.

El Supremo de Venezuela convalida la victoria de Maduro entre críticas por su falta de independencia


El órgano, en poder del chavismo, declara en desacato a Edmundo González y pide responsabilidades contra él y quienes participaron en la publicación de las actas de la oposición que dan el triunfo a su candidato. Sin sorpresas. El Tribunal Supremo de Venezuela (TSJ) convalidó este jueves la victoria de Nicolás Maduro en las elecciones del 28 de julio entre críticas ante la falta de independencia del órgano judicial, controlado por el chavismo y haciendo oídos sordos a todos los llamamientos de la comunidad internacional de que hubiese una verificación imparcial. La presidenta de la sala electoral, Caryslia Rodríguez, exconcejal del PSUV, el partido gobernante, aseguró ante los representantes de los poderes públicos y del cuerpo diplomático que la sentencia “cierra el caso”. La incertidumbre, sin embargo, no hace más que crecer en Venezuela ante el temor de que crezca la represión.

La sentencia consolida la narrativa que ha desarrollado el oficialismo desde la madrugada del 29 de julio, cuando el presidente del Consejo Nacional Electoral (CNE), Elvis Amoroso, proclamó a Maduro, del que es amigo personal, ganador de las elecciones sin aportar pruebas. Mientras, la oposición recabó más del 80% de las actas que confrontaban la tesis oficial al mostrar un triunfo de Edmundo González con el 67% de los votos, por el 30% de Maduro. Pocos días después, el presidente venezolano acudió al TSJ para que fuese este órgano quien dirimiera la controversia, pese a la insistencia de la oposición de que fuese el CNE. La comunidad internacional pedía una verificación imparcial de los resultados.

La magistrada Rodríguez, en un acto en el que estaba presente Amoroso, admitió la tesis del “ataque cibernético al CNE” que, según la versión oficialista, ocurrió la noche electoral y que retrasó la transmisión de los resultados. Esta circunstancia, según explicó, hace posible “una solicitud de tutela judicial para certificar la voluntad popular”. Rodríguez argumentó que este tipo de diferendos pueden dirimirse con la decisión del máximo tribunal del país, y citó los casos recientes de Brasil, en 2014, y Estados Unidos, en 2000, para ejemplificarlo. Además, felicitó a los técnicos que comprobaron las actas entregadas por Maduro por su “profesionalismo y entrega” y anunció que el material electoral consignado “queda a resguardo de este tribunal”.

Incêndios na Madeira: uma espécie de cronologia



Tendo por base as notícias publicadas pelo DN-Madeira relativamente aos incêndios - admitindo que possam existir algumas omissões - elaborei uma espécie de cronologia do que se passou e que a seguir publico:

25 de Agosto 2024

  • Protecção Civil mantém "vigilância activa" para evitar reacendimentos
  • Paulo Raimundo diz que os incêndios na Madeira são resultado de "uma opção politica desastrosa"
  • Na Ponta do Sol voltam a existir motivos para sorrir depois de um fogo tão horrível
  • Albuquerque diz que "o tempo irá ajudar a recompor as vidas de todos e a nossa ilha"
  • Bombeiros de Vila Viçosa fazem vídeo para mostrar trabalho de terreno no combate aos fogos na Madeira
  • "Incêndios de agora são inseparáveis de uma longa década de irresponsabilidades", diz CDU
  • Presidente admite que Governo Regional pode cair se partidos apresentarem Moção de Censura
  • Albuquerque confirma que Canadair regressam hoje a Espanha
  • Filipe Sousa afirma que meios dos Sapadores de Santa Cruz só foram convocados após dia 22
  • Fogo na Madeira está controlado e em fase de rescaldo mas ainda não extinto
  • CDS-PP confirma querer comissão independente para apurar origem do fogo e avaliar o combate

24 AGOSTO 2024

  • Autarca da Ribeira Brava diz que "ninguém pense que vai ficar como era antes"
  • Foco de incêndio na Lombada da Ponta do Sol causa "alguns problemas" mas "está distante" das habitações
  • Governo Regional cederá ovinos aos privados em Câmara de Lobos
  • Helicóptero combate chamas na Lombada da Ponta do Sol
  • BE diz que há responsabilidades políticas a serem apuradas nestes incêndios
  • ”Ainda está a arder na Lombada”
  • JPP desafia Eduardo Jesus e ACIF a entenderem-se sobre “impacto tremendo” dos fogos na animação turística
  • Governo dos Açores mantém toda a solidariedade e cooperação com a Madeira
  • Câmara da Ponta do Sol aponta falta de água em várias zonas do concelho
  • IFCN está a monitorizar trilhos para que possam ser reabertos
  • População da Fajã das Galinhas deverá ser realojada definitivamente noutra zona
  • “As decisões foram as mais correctas” no combate aos incêndios na Madeira
  • Onde tudo começou, a população procura olhar em frente
  • 11 dias depois, fogo na Madeira está controlado e em fase de rescaldo

Incêndios: o GRM não poderia elaborar um relatório sobre tudo o que aconteceu?



Muito sinceramente, e quando estão extintos os incêndios que durante cerca de 11/12 dias abalaram a Madeira e trouxeram medo e muita instabilidade emocional a milhares de madeirenses - sem falar de polémicas políticas desnecessárias, evitáveis e que resultaram de erros de análise e de procedimento que poderiam e deveriam ter sido evitados - acho que o Governo Regional da Madeira devia proceder à elaboração de um relatório pormenorizado - dado que está na posse de todas as informações necessárias - sobre os factos, procurando explicar aos madeirenses as causas do sinistro, os motivos da propagação acelerada nalguns locais, os efectivos empregues no seu combate, a área ardida, os prejuízos causados pelos incêndios nos diferentes concelhos, e quantificação dos mesmos, o esquema de vigilância das serras que existe, os motivos de termos poços abandonados nas serras, sem que se perceba bem para que servem os mesmos, o número de acções realizadas pelo helicóptero do SRPC e pelos dois aviões espanhóis Canadair que se deslocaram para o Funchal no quadro da cooperação europeia no combate a incêndios florestais, a cronologia dos contactos com o Governo de Lisboa, etc.

Nós precisamos todos de perceber o que aconteceu, porque aconteceu, que decisões estratégicas de combate foram tomadas em, termos de combate ao fogo, qual a evolução da meteorologia, nomeadamente dados oficiais sobre a intensidade do vento e do calor, qual o estado das medidas para a limpeza de terrenos, etc.

Precisamos saber se a RAM necessita mesmo, como todos parecem estar a concordar agora, de pelo menos um segundo meio aéreo de combate a sinistros florestais que possa complementar o helicóptero existente - e que tanta utilidade tem tido - etc.

Ora, fica-me uma dúvida: sem que este levantamento esteja realizado, sem que este relatório seja elaborado, sem que desse documento constem as medidas que serão tomadas - quantas pessoas foram afectadas? - agora que os incêndios foram extintos, faz sentido o agendamento de audições parlamentares, cuja realização eu defendo, como aliás já o referi publicamente? Salvo se a ideia é tão-somente a de usar as audições para a barulheira político-partidária, para a retórica populista e demagógica que nada esclarece, que nada resolve, que a nada responde - acresce que duvido que os deputados sejam, especialistas na matéria em causa? Sem um documento de apoio, independentemente de outras propostas já anunciadas - caso do CDS - para a clarificação do que se passou nas nossas serras e que ajude a discutir eventuais medidas futuras, a serem tomadas, que aumentem, a eficácia preventiva da Madeira perante situações destas, fará sentido agendar audições só para responder a agendas políticas e partidárias mediatizáveis ou a impróprios bicos-de-pés numa altura em que o impacto da catástrofe está presente no pensamento e nas vidas de milhares de pessoas que viram o fogo a rondar os seus bens e as suas vidas? Sem vítimas mortais e sem bens significativos afectados já proliferam pedidos de demissão a pataco. O que  não aconteceria se o desfecho, para infelicidade de todo um povo, tivesse sido mais catastrófico?! Acabavam com a autonomia e transformavam a RAM numa colónia a depender de Lisboa para gaudio de muitos que em certa medida sonham com esse desfecho? Tenhamos calma, sejamos pragmáticos e sejamos sérios. Um relatório seria um excelente ponto de partida, mesmo que elaborado por uma entidade interessada, neste caso o GRM, mas que seria facilmente "poligrafado"? (LFM)

Venezuela mergulhada em clima de intimidação e detenções arbitrárias

Na Venezuela, o ministério público convocou o líder da oposição para interrogatório na próxima segunda feira. Edmundo Gonzalez reclama vitória nas eleições presidenciais.

Taxa turística: pagamos mais e em mais concelhos

A partir de setembro vamos pagar a taxa turística em mais municípios, duplica o valor em Lisboa e outros concelhos preparam-se para taxar as dormidas até ao final do ano. Todos pagamos. Em turismo ou trabalho, poucas são as exceções. Este ano aumentou o número de autarquias que cobram a Taxa Municipal Turística. São mais 13 municípios que já iniciaram a tributação, perfazendo nesta altura mais de 30 concelhos que aplicam a taxa. Não fica por aqui. Em setembro é a vez de Caminha e Setúbal, em outubro é o Funchal e outros municípios na Madeira e nos Açores preparam-se para implementar o processo até ao final do ano. Em Lisboa, a 1 de setembro, a taxa duplica, passando de 2 para 4€.

Arrecadam milhões

Após uma primeira experiência em Aveiro, que não foi avaliada com sucesso, Lisboa foi a primeira cidade portuguesa a implementar a taxa turística. Começou em 2016 a 1€, em 2019 passou para 2€ e agora aumenta para 4€. Sempre a duplicar. Aplica-se a cada hóspede com idade superior a 13 anos e até ao limite de 7 dias consecutivos por estadia. Em Lisboa, a taxa abrange ainda os passageiros que desembarquem nos navios cruzeiro.

Lisboa é quem arrecada mais dinheiro e os cofres vão aumentar as provisões. Segundo números divulgados esta semana, desde janeiro de 2016, o município arrecadou mais de 203 milhões de euros. Só no ano passado a verba obtida foi de 40,2 milhões de euros.

O Porto firmou um acordo com a Airbnb e nos primeiros cinco anos recebeu da plataforma de alojamento mais de 19 milhões de euros relativos à taxa turística. Braga arrecadou no ano passado cerca de meio milhão de euros.

Funchal estima uma receita anual de 13 milhões de euros (a taxa é de 2€ e abrange também a chegada por via marítima). No município de Santa Cruz, a “Ecotaxa”, em 2022, originou um rendimento de meio milhão de euros, o segundo valor mais alto desde que foi implementada, em 2016.

Sporting: a vitoriosa Mariana Cabral


Mariana Cabral, a "menina" açoriana, que já foi jornalista desportiva e agora treina a equipa de futebol feminino do Sporting, o meu Sporting - e que há dias venceu a Supertaça já com a nossa Telma em grande destaque - concedeu uma entrevista à RTP que segui atentamente. A minha surpresa foi ter percebido que Mariana é filha de um jornalista açoriano, um amigo que conheço há mais de 40 anos, actual director executivo do Diário dos Açores, Osvaldo Cabral, a quem aproveito a oportunidade para saudar e felicitar pela extraordinária filha que a família soube educar e colocou ao serviço do desporto nacional e do futebol em particular. Parabéns Mariana, a quem perspectivo uma carreira longa e com sucessos, e parabéns meu caro Osvaldo (ver aqui)

Como é que os incêndios afetam o turismo na Madeira?

O incêndio que deflagrou há 11 dias na ilha da Madeira mantém-se dominado e mais de 70 operacionais continuam no terreno na “fase de rescaldo”. O combate às chamas foi dificultado pelo vento e pelas temperaturas elevadas, mas, segundo o Governo Regional, não há registo de feridos ou da destruição de casas e infraestruturas públicas essenciais, embora algumas pequenas produções agrícolas tenham sido atingidas, além de áreas florestais.

Além destes aspetos, a ilha da Madeira olha também para uma das suas atividades principais: o turismo. Segundo as contas até ao momento, os serviços de animação turística em terra deverão ter tido cancelamentos na ordem dos 90% durante esta semana. Para haver certezas, vai ser feito um inquérito para detalhar os eventuais prejuízos, nomeadamente ao nível dos vários negócios de Alojamento Local e estabelecimentos hoteleiros, sobretudo em localidades fora do Funchal. O presidente da Associação Comercial e Industrial do Funchal (ACIF) explicou à Lusa que os cancelamentos “sucederam-se sucessivamente” devido ao “acesso interdito aos trilhos” ou às áreas “inacessíveis pelo fogo na cordilheira montanhosa central” da ilha.

“Será necessário que o próprio governo [regional] e as instituições responsáveis concluam as suas avaliações (algumas já em curso com caráter urgente) para serem lançados os eventuais concursos de obra de reparação/restauração de modo a possibilitar a abertura célere e em segurança dos percursos populares mais afetados”, defendeu Jorge Veiga França.

Na segunda-feira, a associação representativa do setor tinha dito que, até àquela altura, o incêndio não estava a ter impacto na atividade turística, ao contrário dos ventos fortes que condicionaram a operação no aeroporto do Funchal. Hoje, em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Santana disse não acreditar que “nos próximos tempos existam condições de segurança” para reabrir os percursos da Achada do Teixeira ao Pico Ruivo, do Pico Ruivo ao Pico do Areeiro e do Pico Ruivo à Encumeada e Curral das Freiras (Texto da jornalista Alexandra Antunes, do Sapo com Lusa)

terça-feira, agosto 20, 2024

Incêndios: que venham as audições parlamentares quando o fogo estiver extinto

Acho muito bem que governo e oposição, quando esta série de incêndios florestais for declarada como extinta, se sentem no parlamento regional e debatam, numa lógica construtiva, pensando mais no que precisamos de ter e de fazer para sermos mais eficazes neste domínio, do que em disputas oportunistas e demagógicas que não levam a nada apenas garantem espaço mediático de forma efémera e colocam em cima da mesa a validade da própria classe política. Uma coisa é certa: o que aconteceu este mês na nossa Região é motivo mais do que suficiente para que essas audições parlamentares se realizem. Pouco me importa quem toma a iniciativa do quê. Importa-me sim que o executivo se disponibilize imediatamente e que o parlamento agende as audições que deviam ser públicas, em meu entender, totalmente abertas. Não se trata de promover qualquer caça às bruxas, limitar-se a enumerar exigências de demissões a pataco ou fazer a apologia da politiquice rafeira e rasteira. Trata-se de saber se serão capazes de promover um debate sério, elevado, adulto, despartidarizado - o fogo não escolhe áreas geográficas, bens ou pessoas em função de opções partidárias... - de discutir as insuficiências, omissões ou erros na vigilância das nossas serras, lançar de forma séria - na lógica da defesa do nosso património paisagístico, da Laurissilva, das pessoas, dos seus bens, pessoais ou públicos - os alicerces de uma política de defesa eficaz, célere, competente, realista, e dotada de todos os meios necessários, incluindo o eventual reforço dos meios aéreos e celebração de protocolos com regiões vizinhas - casos de Canárias e os Açores - além do Estado que em situações extremas envolvam, todas essas entidades no combate aos fogos, sempre, quando e onde for necessário intervir, no quadro de uma cooperação fácil de activada. Por isso aplaudo as audições parlamentares embora tenha receio que alguma prosápia possa colocar tudo isto em causa. A ver vamos (LFM)

sexta-feira, agosto 02, 2024

Expresso: Trauma, vestígios tóxicos e perdas - o que resta da queda do BES?

Um grupo que estoirou, um banco que foi dividido e precisou de muito, muito dinheiro, casos na justiça que teimam em não acabar. A história da queda do Banco Espírito Santo completa 10 anos e são muitos os números que a contam. Jornalismo de dados em dois minutos e 59 segundos para explicar o mundo

quinta-feira, agosto 01, 2024

Os países que usam mais energia per capita

fonte: Visual Capitalist

Percentagem de mulheres competindo nos Jogos Olímpicos (1896–2024)

fonte: Visual Capitalist

Veneza vai limitar número de turistas por grupo para 25 pessoas

A cidade italiana que já aplicou uma taxa para visitar os canais, vai avançar com mais duas medidas para reduzir as multidões. A partir de agosto há limite para o número de pessoas por grupo de turistas e é proibido utilizar megafones nas excursões. A partir de agosto a cidade de Veneza vai limitar o número de grupos de turistas para um máximo de 25, assim como vai proibir o uso de megafones por parte dos guias turísticos, segundo avança a “Reuters”. Estas medidas vão ser implementadas com o intuito de reduzir o impacto das multidões na cidade italiana, e de preservar a paz dos residentes. No entanto, a medida tem algumas nuances, nomeadamente de não ser aplicada a visitas de estudo e de crianças até aos dois anos não estarem incluídas no grupo de 25 anos.

As multas para quem incumprir com as novas regras, que entram em vigor na próxima quinta-feira, 1 de agosto, vão desde 25 euros aos 500 euros. As medidas já tinham sido anunciadas e estavam previstas entrar em vigor a partir de junho, no entanto foram adiadas para agosto. Para além de serem aplicadas na cidade de Veneza, as restrições vão ser aplicadas nas ilhas de Murano, Burano e Torcello. Em abril, Veneza tornou-se na primeira cidade do mundo a introduzir um sistema de pagamento para os turistas, sendo necessário pagar um bilhete de cinco euros para visitar os canais. Esta medida rendeu mais de dois milhões de euros à cidade italiana. No entanto, a medida do pagamento não surtiu o efeito esperado, que era de reduzir as multidões, sendo expectável que a taxa aumente em 2025 (Lusa)

Impostos dão ao Estado 130 milhões de euros por dia

Foram arrecadados menos 2 mil milhões de euros em impostos, sobretudo devido a alargamento do prazo para pagar o IRC. Contas públicas com saldo negativo de 2,7 mil milhões de euros. O Estado recebeu em impostos cerca de 130 milhões de euros por dia nos primeiros seis meses deste ano, uma descida de 8% em relação ao mesmo período do ano passado, o que equivale a dois mil milhões de euros a menos. Segundo a síntese da execução orçamental de junho, divulgada esta quarta-feira pela Direção-Geral do Orçamento, a maior descida aconteceu no IRC, que registou uma quebra de 66,5%, explicada pelo alargamento do prazo de pagamento do imposto (Correio da Manhã)

Canárias: Más incentivos a 380.000 isleños para jubilarse antes o que retrasen el retiro

La reforma de la jubilación pactada por Gobierno, patronal y sindicatos ofrece medidas ante la salida masiva en diez años de los trabajadores del ‘baby boom’. Gobierno, patronal y sindicatos pactan incentivos tanto para prolongar la vida laboral como para anticipar el retiro facilitando la transición en el relevo. Se trata de un acuerdo que cierra la negociación sobre el sistema de pensiones que se inició en 2021 y en el que tanto los empresarios como las centrales sindicales se han puesto de acuerdo para reformar las diferentes modalidades de jubilación y clarificar la situación de colectivos como el de los trabajadores autónomos y el de los fijos discontinuos (La Provincia)

Sondagem: Guterres é o candidato preferido dos portugueses para suceder a Marcelo, aponta sondagem

António Guterres é a escolha dos portugueses para o Palácio de Belém: o secretário-geral das Nações Unidas, revela esta quinta-feira o ‘Correio da Manhã’, lidera a intenção de voto para as eleições presidenciais marcadas para janeiro de 2026, segundo indica a sondagem realizada pela ‘Intercampus’. A ‘saída de cena’ de António Costa, que vai assumir a presidência do Conselho Europeu, beneficia o antigo primeiro-ministro socialista. Na última sondagem, realizada em abril, António Costa liderava as preferências dos portugueses, com 14,7%, seguido por Guterres (13,6%) – agora, o responsável da ONU dá um salto para a liderança (19,3%), deixando Pedro Passos Coelho, ex-primeiro-ministro social-democrata, a cerca de cinco pontos percentuais. De acordo com a pesquisa, a saída de António Costa beneficiou todos os possíveis candidatos, com maior expressão no entanto para Guterres: Passos Coelho subiu de 12,5% para 14,1%, já André Ventura aumentou de 7,7 para 11,4% e Marques Mendes, que subiu de 5,7 para 8,1%.

Sem grandes oscilações, surgem Gouveia e Melo e Ana Gomes. O chefe de Estado-Maior da Marinha sobe apenas um ponto percentual em relação a abril (de 8,4% para 9,4%) e a ex-candidata ainda menos (de 5,3% para 5,7%). Por último, a sonda aponta a forte probabilidade de haver segunda volta, uma vez que a eleição para a Presidência exige mais de 50% dos votos. Passam à segunda volta os dois candidatos mais votados (Executive Digest)

Festas para turistas em Veneza só podem ter 25 pessoas (e nada de usar altifalantes)

A partir de quinta-feira, Veneza vai limitar as festas de turistas a 25 pessoas. Esta é a mais recente tentativa de reduzir o impacto das multidões na cidade. Os turistas podem ser multados entre 25 e 500 euros se não respeitarem as medidas, conta o The Guardian. Apesar de serem contadas as 25 pessoas, as crianças até aos dois anos de idade não são incluídas e a limitação não é aplicada aos estudantes em visita ou viagem de estudo. Além do número de turistas nas festas, é também proibida a utilização de altifalantes por guias turísticos para “proteger a paz dos residentes” e garantir que os peões circulam mais livremente. Estas medidas estavam inicialmente previstas para entrar em vigor a partir de junho, mas foram adiadas até ao início de agosto. As restrições abrangem o centro da cidade e também as ilhas de Murano, Burano e Torcello. De recordar que, em abril, Veneza tornou-se a primeira cidade do mundo a introduzir um sistema de pagamento para os visitantes, numa experiência destinada a dissuadir os turistas de chegarem durante os períodos de ponta. Este projeto-piloto terminou este mês (Sapo)

Movimento quer menos alojamento local em Lisboa e propõe referendo

O alojamento local tem contribuído para a desertificação no bairro de Alfama, em Lisboa. Por essa razão, há um movimento que já tem mais de cinco mil assinaturas e que quer lançar um referendo com o objetivo de pôr fim a este tipo de resposta turística.

Tráfego aéreo finalmente acima dos níveis pré-pandemia no primeiro semestre de 2024

O órgão europeu de comércio aeroportuário ACI EUROPE divulgou hoje seu relatório de tráfego aéreo para o mês de junho, bem como para o 2º trimestre (2º trimestre) e o primeiro semestre (1º semestre) de 2024. O tráfego de passageiros em toda a rede aeroportuária europeia aumentou +9% no primeiro semestre em comparação com o mesmo período do ano passado, com o ritmo de crescimento no 2º trimestre (+8%) permanecendo muito dinâmico – embora diminuindo um pouco em comparação com o 1º trimestre (+10,2%). O tráfego internacional continuou a ser o principal motor de crescimento no 1º semestre (+10,3%), expandindo-se a mais do dobro da taxa do tráfego doméstico (+4,2%). Isso elevou o volume de passageiros do 1º semestre a +0,4% acima dos níveis do 1º semestre de 2019 – finalmente confirmando uma recuperação total da pandemia de Covid-19 para o setor aeroportuário.

ACI EUROPE revela vencedores do Best Airport Award para 2024


Os vencedores do prêmio anual ACI EUROPE Best Airport Award foram anunciados durante o jantar de gala do 34ésimo Congresso Anual e Assembleia Geral da ACI EUROPE, realizado em Istambul, Turquia, organizado pelo iGA Istanbul Airport. Os Best Airport Awards reconhecem a excelência e as realizações excepcionais de todos os vastos membros da ACI EUROPE, desde os hubs mais movimentados do continente até aeroportos menores e regionais que superam seu peso e em uma ampla gama de atividades aeroportuárias. Os vencedores do Prêmio 2024 implementaram estratégias que impulsionam o modelo de negócios aeroportuário para novos territórios, promovendo novos modelos de criação de valor e adotaram a transformação e a flexibilidade enquanto cuidavam de seu pessoal e do planeta. Em cinco categorias – Transformação Digital, Ecoinovação, Excelência em RH, Parceiro de Negócios Mundiais e Melhor Aeroporto (dividido em 5 prêmios por tamanho do aeroporto) – o crème de la crème da indústria recebeu o devido foco.

Quantas horas os europeus trabalham por semana

fonte: Visual Capitalist

Os atletas olímpicos estão ficando maiores

fonte: Visual Capitalist

O número de pessoas nascidas a cada ano, por região (1950–2023)

fonte: Visual Capitalist

Medalhas de ouro em todos os Jogos Olímpicos de Verão, por país

fonte: Visual Capitalist

Procura global por petróleo (2022-2045)

fonte: Visual Capitalist

Consumo de álcool por região global

fonte: Visual Capitalist

Espanha: problemas e polémicas com o financiamento das autonomias

fonte: La Provincia

Alemanha: El Constitucional alemán propina un revés a Scholz al anular parte de su reforma para reducir el tamaño del Bundestag

El Ejecutivo aprobó el año pasado una ley electoral que fija en 630 el número de escaños y que recurrieron algunos partidos al considerar que les perjudica. El Tribunal Constitucional alemán ha anulado parcialmente la reforma electoral que introdujo el Gobierno de Olaf Scholz el año pasado con la intención de reducir el tamaño del Bundestag, la Cámara baja del Parlamento alemán. Partes de la nueva ley electoral, que debería entrar en vigor en las próximas elecciones federales, el 28 de septiembre del año que viene, son inconstitucionales, han determinado este martes los jueces de Karlsruhe (El Pais)

La patronal avisa que Canarias atraviesa una crisis de inversión

Canarias atraviesa una crisis energética, una crisis migratoria, otra habitacional por la falta de casas..., y también una crisis de inversión. Y de gravedad. Así lo aseguró ayer el presidente de la Confederación Provincial de Empresarios de Santa Cruz de Tenerife (CEOE-Tenerife), Pedro Alfonso, quien alertó sobre las dificultades añadidas que conlleva enfrentarse a los problemas históricos del Archipiélago -la elevada tasa de paro, los bajos salarios, el progresivo alejamiento de la renta media nacional...- sin ser un destino atractivo para la inversión. Es más, el máximo dirigente de la CEOE-Tenerife, que junto con la Confederación Canaria de Empresarios, la CCE de Las Palmas, integra de alguna forma la gran patronal de la Comunidad Autónoma, explicó que a los consabidos problemas que tiene la región para arañar fondos extranjeros, o provenientes de otros puntos del país, se suma ahora el mal momento que atraviesa la obra pública, con lo que la inversión, uno de los grandes motores de la economía y el empleo, está huérfana (La Provincia)

El chavismo acaba con la histórica relación entre Venezuela y Canarias

Las empresas isleñas han abandonado el mercado venezolano con la degeneración del régimen de Maduro y el comercio bilateral ha caído hasta convertirse en residual. En 1998 residían en Canarias 18.444 venezolanos. Al siguiente año, Hugo Chávez se convertiría en el cuadragésimo séptimo presidente de Venezuela. 1999 pasaría así a la historia como el año I de lo que más tarde se conocería como chavismo. Hoy, un cuarto de siglo después, las últimas cifras del Instituto Nacional de Estadística muestran que en el Archipiélago ya viven 73.775 venezolanos. El número se ha cuadruplicado durante los 25 años en que el chavismo ha llevado las riendas de la república bolivariana (La Provincia)

Canárias: Los plataneros critican la "deslealtad" de Agricultura al pactar medidas sin el sector

Julio no acaba bien para los plataneros. La Asociación de Productores de Plátanos de Canarias (Asprocan) ha explotado contra la decisión de los grupos políticos del Parlamento de Canarias de aprobar una Proposición No de Ley (PNL) incluyendo enmiendas a "última hora" que, a su juicio, "dividen al sector y vulneran las peticiones de los plataneros". En un principio, las medidas para paliar la situación crítica del sector -que partieron de la Consejería de Agricultura que dirige Narvay Quintero-, estaban pactadas con los productores, pero el pasado viernes 26 de julio la iniciativa sufrió dos cambios sin el beneplácito de los plataneros. "Es un comportamiento desleal de la consejería porque habíamos llegado a un acuerdo y de repente la PNL tienen otro comportamiento", critica el presidente de Asprocan, Domingo Martín. ¿Cuáles fueron los cambios? Los plataneros habían concretado junto a la consejería que se fijara en un máximo de 68.500 kilos por hectárea el derecho a las ayudas para la producción de plátano y los grupos políticos decidieron in extremis reducir ese tope a los 65.000 kilos con el objetivo de beneficiar al "pequeño productor".  "Esto lo que va a causar es la división del sector, va a hacer mucho daño", advierte Martín, quien afirma que la PNL ha salido adelante "a pesar de incluir en la exposición de motivos datos que son, cuando menos, cuestionables".

Canárias: 9.000 empleos entre abril y junio para saltar el muro del millón de ocupados

Canarias tiene más de un millón (1.005.200) de personas trabajando. Nunca antes se había alcanzado una cifra tan alta y en buena parte es responsable de ello el dinamismo y fortaleza que muestra la actividad turística en la era postcovid. Entre el sector alojativo y el comercio, principalmente, se bastaron para generar 9.100 nuevos puestos de trabajo. La tasa de desempleo (13,86%) de las Islas es la menor desde el final de 2007. No son tampoco ajenos a la consecución de este hito el transporte y el almacenamiento. El movimiento de contenedores, el bunkering –combustible– y, en general, el avituallamiento para los buques registran notables crecimientos en los principales puertos canarios desde que al final del pasado año comenzaron los ataques hutíes contra las navieras occidentales que navegaban en dirección al Canal de Suez. Según la Encuesta de Población Activa (EPA) para el segundo trimestre del año dada a conocer ayer, la tasa de desempleo (13,86%) es la más baja desde el final del año 2007, cuando ya se vislumbraba la llegada de oscuros nubarrones tras constatarse que las hipotecas subprime regaban gran parte de los vehículos inversores transnacionales. Datos «históricos», en opinión de la viceconsejera de Empleo del Gobierno de Canarias, Isabel León.

Arrecadação de fundos para campanhas nas eleições presidenciais dos EUA (2000-2024)

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Bilionários dos EUA em cada estado

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Os maiores produtores de prata do mundo, por país

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Os sites mais visitados em 2024

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Sondagem: Maioria rejeita eleições se Orçamento do Estado para 2025 for chumbado


Inquiridos defendem conversas entre o Governo, o PS e o Chega. Caso o diploma seja chumbado e o Executivo caia, a maioria culpa a oposição pela demissão. Estabilidade é a palavra de ordem e uma nova ida a eleições é um cenário que a maioria dos portugueses pretendem evitar, haja ou não aprovação do Orçamento do Estado para 2025, segundo os dados da sondagem da Intercampus para o CM e ‘Negócios’. O barómetro mostra que menos de um quarto dos inquiridos (19,2%) defendem a demissão do Governo e ida para eleições caso o diploma seja chumbado no Parlamento (Correio da Manhã)

domingo, julho 28, 2024

Nota: a Venezuela e a hipocrisia dos "policias" eleitorais europeus

Obviamente que ninguém defende o ditador Maduro nem o regime fascista e totalitário de bandalhos e corruptos que ele lidera e que se instalaram em Caracas, enchendo todos os dias a pança com as riquezas de um  dos países que devia ser, em termos sociais e de distribuição dos rendimentos, um dos exemplos para todo o mundo, tal a dimensão das riquezas naturais que possui. Obviamente que ninguém acredita num processo eleitoral sério, livre e democraticamente isento de manipulações, quando é a máfia de gatunos no poder que o organiza. Mas a palhaçada que os europeus protagonizam, com aquele ar pindérico de superioridade da trampa, ao estilo de um certo colonialismo totó e saudosista, irrita-me. O que é que os europeus julgam que são para entrarem, pela Venezuela dentro, convidados por uma das facções da disputa eleitoral e política venezuelana, ela própria cheia de rabos de palha e infestada de corruptos amansados ou convertidos? Afinal os europeus iam para Caracas armados em fiscalizadores de um processo eleitoral, ao serviço de uma das partes em confronto, eleições uma vez mais rodeadas de polémica e expectativa, como se na Europa os processos eleitorais hoje fossem dignificantes, livres e isentos de manipulação, tudo em nome da democracia. Aquelas descaradas negociatas depois das eleições europeias de distribuição dos tachos em Bruxelas é realmente um  altamente "dignificante" para estes candidatos frustrados as "policias" eleitorais na Venezuela a pedido da senhora Corina e seus pares Veja-se como se comporta a Comissão Europeia quando persegue e ameaça países europeus cujas lideranças não alinham pelo politicamente correcto da maioria. Uma Bruxelas que andou anos a ignorar um dos países mais corruptos da Europa, preocupando-se apenas com ele quando foi invadido em 2022 e apenas porque foram a Rússia e Putin os protagonistas dessa página negra da nossa história colectiva. Uma Rússia de Putin, outro ditador, muito apoiada e aplaudido pelo ditador venezuelano Maduro. Está tudo dito.

Que tal os europeus se deixarem de moralismos ridículos, de autoridades éticas facilmente derretidas ou de patéticas manias das grandezas e abandonarem a prosápia e a fobia própria de "policias" eleitorais idiotas, que desembarcam, quais novos Pedro Alvares Cabral, em continentes distantes e países tantas vezes "esquecidos" por Bruxelas - porque se tratam de estados e povos fora das prioridades mafiosas de um lobbing europeu chique, porque legalizado, que gere os tentáculos da corrupção, do compadrio e da manipulação na Europa, quando e como quer, tudo de forma...legal?!

Mais do que as histórias em torno de viagens promovidas por encomenda por grupos que querem chegar ao poder a qualquer custo, a Europa e as suas instituições devem preocupar-se, no seu dia-a-dia, com povos e países, como a Venezuela, que não sofrem apenas de 4/5 em 4/5 anos só porque se realizam eleições. Sofrem todos os dias, os efeitos de uma ditadura e de uma corja de bandalhos corruptos. Lembram-se da Venezuela nos tempos do COPEI e da AD em que mamavam todos mas havia um acordo de rotatividade para que todos enchessem a pança? Foi por isso que o chavismo chegou em força ao poder e domina há muitos anos a Venezuela, mas que por culpa da corrupção falhou na sua vertente social, perdendo o apoio de milhões de pessoas que permitiram a chegada ao poder de Hugo Chávez. Já se esqueceram disso?

E por falar da Europa e destas patéticas marionetes de interesses venezuelanos pouco claros, lembram-se do que andaram os EUA e a Europa a fazer, em 2022, logo depois da invasão russa na Ucrânia, quando perceberam que o petróleo e o gás natural iam escassear por conta das sanções impostas a Moscovo? Não se viraram eles para a Venezuela de Maduro, não existiram negociações secretas com o regime de Maduro? Não foram noticiadas até alívios das sanções impostas ao regime totalitário de Maduro? Esqueceram-se disso tudo, assim, de repente? Sejam sérios e tenham juízo. Defendam e lembrem-se da Venezuela e dos venezuelanos todos os dias do ano, sobretudo fora de períodos eleitorais. A corrupção existe há anos, os pobres multiplicam-se há anos, os venezuelanos que abandonaram o país  fazem-no há anos, apesar de muitos estarem agora a regressar, os rendimentos são distribuídos de forma desequilibrada há décadas, os hospitais funcionam mal, não há praticamente acesso à saúde, a privação social e a pobreza atingem milhões de pessoas e famílias, mas Bruxelas pouco ou nada faz contra isso porque só querem ir a Caracas em excursões propagandísticas em tempos eleitorais?!

E já agora, comecem a preocupar-se seriamente com a África do Sul porque, francamente, começo a recear pelo caminho que o país está a seguir. E finalmente um alerta: a Europa não é apenas a guerra nem os milhares de milhões de euros desviados para a guerra, sem a preocupação de antes combaterem de forma exemplar as redes de mafiosos corruptos e os bandalhos que ali sempre existirem e que não foram travados pela guerra. Aliás fazem negócios com ela... (LFM)

sábado, julho 27, 2024

“A Arte da Guerra”: “É bom que a comunidade internacional esteja atenta às eleições na Venezuela”

O regime de Nicolás (a cair de) Maduro vai a votos nas presidenciais, mas ninguém parece acreditar que venham a ser verdadeiramente democráticas. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.

El plan de Gobierno de Edmundo González Urrutia en Venezuela: apertura de mercado y liberar presos políticos

Edmundo González armará su plan electoral con dos ideas importantes, el programa que había trazado María Corina Machado en su documento Venezuela, tierra de gracia y el Plan País. El candidato opositor aún no termina sus propuestas para los que podrían ser sus próximos años de mandato en Venezuela, pero basa sus ideas en “lograr la libertad, la democracia y la prosperidad”. Con base en estos dos documentos, Edmundo planea trazar su propio documento titulado Lineamientos de políticas públicas para un programa de gobierno de unidad nacional. De resultar ganador en la contienda electoral, Edmundo González tomará posesión el 10 de enero de 2025 y de acuerdo con lo que ha dicho en diversas entrevistas, como la que tuvo con CNN, una de sus acciones inmediatas será liberar a los presos políticos. A continuación puede revisar lo que ha dicho el candidato de la oposición en los temas más relevantes para Venezuela.

Seguridad

La oposición asegura que en su administración no habrá fuerzas armadas politizadas.

Guyana por el Esequibo

González Urrutia buscará aplicar el Acuerdo de Ginebra de 1966, con una solución negociada.

Salud

La propuesta es mejorar el sistema de atención primaria de salud. Aunque Edmundo González no ha dado más detalles, en el plan de gobierno de María Corina Machado se habla de la creación de un Sistema de salud integral por aseguramiento privado y público que permitirá otorgar cobertura universal de salud y dar calidad en el servicio a los pacientes

El plan de Gobierno de Nicolás Maduro: el presidente de Venezuela busca la continuidad del oficialismo

El domingo, Nicolás Maduro aparecerá nuevamente en las papeletas electorales con la intención de afianzar la continuidad del chavismo al reelegirse para otro sexenio como presidente de Venezuela, cargo que asumió en 2013 cuando fue designado sucesor de Hugo Chávez. La candidatura del mandatario ha estado marcada por denuncias de represión por parte de la oposición, además de diversos llamados de la comunidad internacional para que se asegure una contienda pacífica y se acaten los resultados del Consejo Nacional Electoral (CNE). En enero, Maduro presentó su plan de gobierno denominado “Las Siete Transformaciones”, el cual está conformado por diversos objetivos que se alinean con los valores del oficialismo y el socialismo bolivariano, el modelo que rige las políticas de su gobierno. Entre las propuestas clave se prioriza la soberanía nacional en materia de recursos naturales, ciencia, tecnología, e ingresos. Así como la ampliación de las fuerzas armadas y la defensa de la Guayana Esequiba. A continuación puede revisar los puntos que promueve Nicolás Maduro.

Seguridad

Maduro se ha comprometido a garantizar la justicia y derechos humanos. En sus propuestas electorales también se ha abordado la “ampliación y consolidación del poderío militar”.

Conflicto con Guyana por el Esequibo

Su prioridad es dar continuidad a la defensa y desarrollo de la Guayana Esequiba, un asunto que su gobierno desempolvó a finales de 2023, y que ha causado tensiones entre las dos naciones.