segunda-feira, outubro 26, 2020

Sondagem presidencial


 fonte:  Jornal de Negócios

Natal e Ano Novo em tempos de Covid: «Seguramente não estarão reunidas condições para festividades de qualquer natureza»

Portugal vive tempos excecionais devido à crise de saúde pública da Covid-19, enfrentando atualmente o estado de calamidade, que implica diversas restrições e limites à liberdade individual e coletiva de cada um, necessários para conter a propagação do vírus.

Muito se tem falado sobre as festividades que se aproximam a passos largos, o Natal e a Passagem de Ano, com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a referir a possibilidade, ainda que remota, de podermos ter de «repensar o Natal», dividindo os elementos da família, para evitar ajuntamentos que podem pôr em risco a saúde de todos.

Perante este cenário, a ‘Executive Digest’ contactou dois especialistas em epidemiologia e saúde pública, no sentido de perceber a sua visão sobre o contexto vivido atualmente, bem como sobre as expectativas ou conselhos para as épocas festivas que se avizinham. Será mesmo necessário repensar as celebrações? Serão as medidas impostas suficientes para controlar a pandemia? Conheça as respostas.

Natal ou Passagem de Ano: Qual o mais arriscado? Há condições para decorrerem normalmente?

Açores: Parlamento regional com representantes de sete forças políticas

A Assembleia Legislativa dos Açores passará a ter representantes de sete forças políticas, com o Chega, a Iniciativa Liberal e o PAN a chegar pela primeira vez ao parlamento regional onde o PS já não terá maioria absoluta. Nas eleições regionais de domingo, o PS venceu com 39,13%, elegendo 25 deputados, menos cinco do que há quatro anos, o que levou a que perdesse a maioria absoluta com que governava desde 2000. Para renovar a maioria absoluta, os socialistas necessitavam de conquistar pelo menos 29 dos 57 lugares do parlamento regional.

De acordo com resultados provisórios divulgados pela Direção Regional de Organização e Administração Pública (DROAP), o PSD foi a segunda força política mais votada, com 33,74% dos votos e 21 parlamentares, mais dois do que nas últimas eleições regionais.

O CDS-PP continua a ser o terceiro partido com maior representação no parlamento regional, mas perdeu um dos quatro mandatos conquistados há quatro anos. Com 5,5%, os democratas-cristãos terão agora três parlamentares, embora a coligação que juntou o CDS-PP e o PPM no círculo do Corvo tenha conseguido eleger um deputado que, porém, integrará o grupo parlamentar dos monárquicos.

Na ‘estreia’ em eleições para a Assembleia Legislativa Regional dos Açores, o Chega foi a quarta força política mais votada, com 5.06% dos votos, e elegeu dois deputados.

O BE, que em 2016 foi o quarto partido mais votado, manteve os dois mandatos conquistados há quatro anos, com 3,6% dos votos.

O PPM, com 2,34% dos votos, manteve o lugar conquistado há quatro anos e conseguiu eleger mais um deputado com a coligação que fez com o CDS-PP no círculo do Corvo.

A Iniciativa Liberal, que também concorreu pela primeira vez às eleições regionais dos Açores, teve 1,93% dos votos e elegeu um deputado.

Com uma percentagem idêntica e apenas menos oito votos, o PAN chegou também pela primeira vez ao parlamento regional, com um parlamentar.

A coligação PCP/PEV, que em 2016 tinha garantido um mandato e obtido o quinto lugar nas eleições, perdeu quase 700 votos e deixou de ter representação no parlamento regional. Nas eleições de domingo ficou em nono lugar, com 1,68% dos votos.

A Aliança, que concorreu pela primeira vez ao parlamento açoriano, obteve 0,41%, o Livre 0,35%, o MPT 0,15% e o PCTP/MRPP 0,14%.

Nas eleições de domingo, registaram-se 2,52% de votos brancos (2.618) e 1,20% de votos nulos (1.251).

A abstenção foi de 54,58%, a segunda maior de sempre, mas inferior à verificada há quatro anos (59,16%).

Lista dos 57 deputados eleitos por partido e círculo eleitoral

PS – 25 MANDATOS:

SÃO MIGUEL: Vasco Cordeiro, Sandra Faria, Patrícia Miranda, Rui Anjos, Francisco César, Maria Carvalho, Vilson Gomes, José Contente, Célia Pereira

TERCEIRA: Sérgio Ávila, Tiago Lopes, Andreia Costa, Rodolfo Franca, Berto Messias

FAIAL: Ana Luís, Tiago Branco

SANTA MARIA: Bárbara Chaves, João Costa

PICO: Miguel Costa, Mário Tomé

GRACIOSA: José Ávila, Manuel Ramos

SÃO JORGE: Maria Isabel Teixeira

FLORES: José Eduardo

CORVO: Iasalde Nunes

PSD – 21 MANDATOS

SÃO MIGUEL: José Manuel Bolieiro, Pedro Cabral, Sofia Ribeiro, Jaime Vieira, Sabrina Furtado, Flávio Soares, António Viveiros, Délia Melo, José Machado

TERCEIRA: António Ventura, Rui Espínola, Vânia Ferreira, Paulo Gomes

FAIAL: Carlos Ferreira, Luís Garcia

SANTA MARIA: Elisa Sousa

PICO: Marco Costa, Carlos Freitas

GRACIOSA: João Costa

SÃO JORGE: Paulo Silveira

FLORES: Bruno Belo

CDS – TRÊS MANDATOS:

COMPENSAÇÃO: Nuno Gomes

TERCEIRA: Artur Lima

SÃO JORGE: Catarina Cabeceiras

CHEGA – DOIS MANDATOS

COMPENSAÇÃO: José Pacheco

SÃO MIGUEL: Carlos Furtado

BE – DOIS MANDATOS:

COMPENSAÇÃO: Alexandra Manes

SÃO MIGUEL: António Lima

PPM – UM MANDATO:

FLORES: Gustavo Alves

PPM/CDS – UM MANDATO:

CORVO: Paulo Estêvão

IL – UM MANDATO:

COMPENSAÇÃO: Nuno Sousa

PAN – UM MANDATO:

COMPENSAÇÃO: Pedro Neves (Açoriano Oriental)

Açores: BE, CDS, CHEGA, IL e PAN elegem pelo círculo regional de compensação

Bloco de Esquerda, CDS-PP, CHEGA, Iniciativa Liberal e PAN ocuparam no domingo os cinco mandatos pelo círculo de compensação para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, numas eleições regionais que o PS venceu sem maioria absoluta.

Nas eleições regionais açorianas existe um círculo por cada uma das nove ilhas e um círculo regional de compensação, reunindo este os votos que não forem aproveitados para a eleição de parlamentares nos círculos de ilha.

Neste círculo, o BE, o CDS-PP, o CHEGA, a Iniciativa Liberal e o PAN elegeram um deputado cada.

Pelos bloquistas foi eleita Alexandra Patrícia Manes, pelo CDS-PP Nuno António Bettencourt Gomes e pelo CHEGA José Eduardo da Cunha Pacheco.

A Iniciativa Liberal elegeu Nuno Alberto Almeida de Sousa e o PAN Pedro Miguel Vicente Neves.

Nos outros círculos, São Miguel, a maior ilha do arquipélago, elege 20 deputados, seguindo-se a Terceira, com 10 deputados, o Pico e Faial, com quatro parlamentares, e São Jorge, Santa Maria, Graciosa e Flores, com três.

A ilha mais pequena dos Açores, o Corvo, elege dois deputados.

Nas eleições realizadas no domingo, o PS venceu as eleições, com 39,13% dos votos, mas os 25 mandatos são insuficientes para manter a maioria absoluta.

O PPD/PSD manteve-se como a segunda força no arquipélago, com 21 mandatos (33,74%), seguido pelo CDS-PP, com três mandatos (5,51%).

CHEGA (5,06%) e Bloco de Esquerda (3,81%) elegeram dois deputados regionais cada, enquanto PPM, Iniciativa Liberal e PAN elegeram um cada, completando os 57 eleitos.

De acordo com os resultados das eleições legislativas regionais, o representante da República nomeia depois o presidente do Governo Regional, que, por sua vez, propõe os membros do executivo (Açoriano Oriental)

Transferências do OE para as Regiões Autónomas

 



Transferências do OE para os municípios e freguesias das Regiões Autónomas

 




Covid19: Europa mergulhada em recordes

 


fonte: Público

Desafios imensos

 

fonte: Expresso

Bancos e os milhões (roubados) em comissões


 fonte: Jornal de Notícias

Everjets...falhada!


 fonte:  Expresso

Economia vulnerável


 fonte: Expresso

Madeira: situação em 21 a 25 de Outubro de 2020






 fonte: IASAUDE

Défices europeus


 fonte:  Jornal de Negócios

sexta-feira, outubro 23, 2020

O mundo é ainda dos homens?

 

Com facilidade alguns dirão que vivemos tempos de igualdade com os mesmos direitos para homens e mulheres. Mas será que é mesmo assim? Os números não mentem e o cenário é ainda pouco animador. Até quando? Jornalismo de dados, para explicar o país em 2:59 (Expresso)

Covid-19 mulher de 68 anos é o primeiro caso de reinfeção em Portugal

 

Campanha eleitoral para as legislativas dos Açores a termina hoje

 

Estado torna-se fiador da dívida da TAP

 

Açores: Partidos de oposição apostam em acabar com maioria absoluta do PS

 

Eleições regionais: Último dia de campanha nos Açores

 

Açores: Rio acusa PS de denegrir candidato do PSD

 
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Sondagem da Universidade Católica: PS mantém maioria absoluta nos Açores


Retrato de Portugal na Europa define ranking do país no continente

 

A crise na restauração

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Crise na hotelaria

 
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quinta-feira, outubro 22, 2020

Açores: PS e PSD disputam os últimos votos antes da eleição

 

Sondagem: Chega, PAN e Iniciativa Liberal podem entrar no parlamento dos Açores

 

Défices europeus


fonte: Público

Moratórias...



 fonte: Jornal de Negócios

Madeira: situação de 18 a 21 de Outubro de 2020





 fonte: IASAUDE

Nota: o peso das encomendas "inocentes"


Não sei se é verdade ou não - não acredito em coincidências e em política os fretes e as "encomendas", ditadas por interesses vários, sobretudo financeiros e políticos, são uma triste realidade que precisa de cumplicidades várias... - nem tão pouco sei se o PSD-Açores vai conseguir sequer atenuar este ano a penosa travessia do deserto iniciada quando Mota Amaral fez as malas e foi para Lisboa e o PSD regional se afundou numa sucessão de lideranças falhadas e perdedoras e ficou refém de vaidades pessoais e das maiores ou menores capacidades de grupos de pressão e de condicionamentos inter-insulares. Mas que isto não ajuda, mesmo nada, quanto a isso não tenho dúvida, mesmo tratando-se de um jornal nacional cujo impacto nos Açores, por si só, é insignificante e diminuto - precisa de outra projecção que obviamente vai surgir. O que sei é que o candidato à liderança do PSD-A não pode ignorar, tem que denunciar o timing e a intencionalidade subjacente a esta situação e tem que procurar esmagar dúvidas que porventura possam influenciar uma determinada faixa de eleitores - com acesso a redes sociais - que podem ser influenciáveis (LFM)

Nota: Congresso do PSD-M sem sala? Mas afinal o que é que ainda não perceberam?


Li hoje, algo estupefacto, que o Congresso do PSD-M, previsto para Novembro deste ano, pode estar em risco pelo simples facto de que o partido não encontra uma sala para meter 1000 pessoas ou coisa que o valha. Ainda bem que assim é. Pensava eu que o PSD-M já tinha percebido que os tempos são outros, que a política deste novo tempo nada tem a ver com o passado, que a realidade política e eleitoral do PSD-M hoje nada tem a ver com o passado recente, que a pandemia existe e não é ficção, etc. Pensava eu que o PSD-M já tinha percebido que os tempos de pandemia são tempos de pandemia, que há regras sanitárias e sociais que não podem ser apenas recomendadas ou impostas às pessoas e que os partidos, em vez, como devem, de ser os primeiros a seguir e a dar o exemplo, ficam fora de tudo isso. De facto, o PSD-M sempre realizou o seu congresso pela medida grande, 450 delegados, 300 inerências, 500 ou mais convidados, era um festão. Os demais partidos da oposição - todos - realizavam os seus congressos regionais em que o maior deles tinha pouco mais de 150 delegados e o mais pequeno... nem congresso havia, porque só dava trabalho, gastava dinheiro e não tinha nem estatutos nem militantes! Lembro-me bem desse tempo. Alguns especialistas em marketing político sublinhavam que por essa via era dada às pessoas, uma imagem de pujança, de força, de liderança partidária e política, etc. O tempo acabou por diluir tudo isso. Nas urnas... A isso junta-se a incapacidade, que existe também, de pessoas e instituições perceberem a realidade, o novo tempo, o hoje diferente do ontem, o presente que nada tem a ver com o passado. De facto, e bem vistas as coisas, neste tempo de pandemia e de crise social e económica, o que é que este Congresso - ou qualquer outro - pode trazer de novo e de útil para as pessoas, que novidades podem afinal resultar de uma reunião partidária de tão ampla magnitude e cuja dialética e conteúdos discursivos até podemos facilmente antecipar? Salvo a eleição dos demais órgãos dirigentes (exceptuando Comissão Política e Secretariado eleitos em directas), e o cumprimento das disposições estatutárias - no passado quantas vezes isso não foi feito, e alguém morreu por causa disso? - o que é que de tão útil, inadiável e necessário para as pessoas podem elas esperar destas reuniões? O PS-M também realizou o seu congresso há cerca de um mês (nunca teve mais de 200 pessoas ao mesmo tempo na sala). Hoje, passado esse tempo sobre esse evento, o que é que a opinião púbica regional reteve ou retém desse momento partidário? Nada, zero. É sempre assim, com todos os partidos em todo o lado. Os congressos são um momento político, um tempo delimitado no tempo e com validade definida. Houve tempos em que eram a oportunidade para uma catarse interna, para mudanças de pessoas, para (re) ajustamentos do caminho, das propostas e dos discursos. Hoje com a mediatização da agenda política, com os espectáculos televisivos, tudo mudou, e aquilo que tinha uma dimensão curta, interna, caseira, passou a ultrapassar as paredes caseiras, mais reservadas, e a ter uma cobertura mediática que não lhe retirando o impacto efémero, passou a impedir que, qual família, as pessoas falassem umas com as outras, olhos nos olhos, dissessem tudo o que deviam dizer, o que sentiam na alma, as queixas, o apontar de erros, etc. Tudo isso foi atirado para debaixo do tapete porque a mediatização dos congressos partidários retirou essa vertente mais interna, mais pura, mais intrínseca. Os próprios dirigentes partidários chegam aos congressos já eleitos, não querendo sujeitar-se por isso a uma maior exposição crítica. E isso não é uma realidade apenas de hoje. No passado mais recente era também mais do que evidente que assim era, os políticos incomodavam-se com as opiniões internas diferentes ou furtavam-se a discussões internas. Os Congressos dos partidos maiores eram vistos, erradamente, como momentos geradores de apoios ou de votos. Não há partido nenhum que perca ou ganhe votos com essas reuniões. Eu sou um cidadão apologista dos partidos, defendo os partidos, acho que eles se descaracterizaram quando ficaram reféns da treta da demagogia populista de fazerem mudanças internas, estruturais, funcionais e até participativas, para agradar a uma sociedade civil que recusou por um lado recusava a militância partidária em nome da apologia do cinzentismo cobarde de quem quer alimentar o rótulo idiota de uma "independência" que nas urnas tem sempre um sentido, um logotipo, uma cor. A mesma sociedade civil que se afasta, denegride ou desvaloriza os partidos mas por outro reclama deles maior cedência ao porreirismo idiota de quem não quer deles fazer parte mas que pretende manipular o processo interno de decisão. Ou seja, e é isso que quero transmitir, o PSD-M tem que perceber que não ganha nada nem influencia ninguém com congressos, e que, neste tempo de pandemia, das duas, uma: ou adia essa sua reunião magna para 2021 ou opta por uma realização mais comedida, que garanta o cumprimento das regras que são impostas às pessoas. Com 1000 pessoas isso é impossível cumprir tudo o que é imposto, e bem, aios cidadãos em defesa da nossa saúde. E não podemos tolerar que no final de Novembro um partido para gaudio próprio queira um congresso massificado e com uma dimensão participativa como se nada de novo tenha acontecido e depois andar a querer alterar tudo em nome do combate da pandemia, incluindo condicionando ou limitando as tradições natalícias mais genuínas dos madeirenses, impondo-lhes obstáculos até na dimensão das pessoas que se sentarão à volta da mesa na ceia natalícia. Onde ela ainda for possível. Isso seria vergonhoso e irresponsável. 
O que eu acho? 
Opção por um Conselho Regional alargado em Novembro -. mes já marcado pela discussão em torno da proposta de orçamentro regional para 2021 - e habilitado a tomar decisões políticas internas excepcionais, nomeadamente a prorrogação do mandato dos membros dos três órgãos estatutários - Mesa, Conselho Regional e Conselho de Jurisdição - por mais alguns meses (que mal vem ao mundo se isso acontecer? - e admitir que a reunião magna social-democrata se realize em Março ou Maio (Abril é mês de Páscoa) de 2021, caso tudo se normalize Porque no fundo é essa a esperança de todos os cidadãos, hoje claramente com a sua própria liberdade muito condicionada pelo combate que tem que ser travado  ontra a pandemia até termos um tratamento ou uma vacina eficaz e segura. É o que eu penso que devia (exemplarmente) ser feito para que ninguém perca a autoridade moral e a legitimidade, ainda por cima quando começamos todos a perceber que se aproximam, oxalá que não, novos tempos para decisões condicionadoras. Não é por isso que o PSD-M perdertá a sua legitimidade (LFM)

Nota: Pedro Calado na corrida à CMF? A pandemia está a corroer as células cinzentas?

Sobre o tema em epígrafe, e sem mais considerações - desde logo uma deambulação sobre a realidade numérica dos actos eleitorais no Funchal e os dados que as eleições de 2017 (que deviam ser lição em muita coisa e pelos vistos não foram....), deixo apenas três itens em cima da mesa (na certeza que sou daqueles que acham que Pedro Calado deve estar onde está e que é mais útil continuando onde está)

I. Quando Passos e Portas andaram a fazer o que fizerem em Lisboa, no poleiro, entre 2011 e 2015, por acaso o PSD ou o CDS lideravam a Câmara de Lisboa? E isso foi importante para eles? Por acaso deixaram os dois agora retrirados da política activa (mas tudo o que ainda hoje se passa ainda é o "legado" deles...) de dormir só porque Costa era o edil de Lisboa e agora está onde está graças ao que aconteceu erm 2015?

II. Cheira-me que Pedro Calado está a ser apressadamente empurrado para dar o passo mais desastroso da sua ainda curta vida política. E o pior é que me cheira também a que alguns andam a querer isso e incentivam-no a fazê-lo exactamente para se verem livres do actual Vice do GRM. Acho que até sondagens vão promover a contar com o eventual deslumbramento de PC. Só que em eleições - e sublinho não sei como vão ser as autárquicas de 2021, não sei mesmo, em termos processuais, no terreno (veja-se a deprimente e desmobilizadora campanha eleitoral para as regionais nos Açores, comparando com o que era normal antes da pandemia) e quais as consequências disso - mnandam os erleitores nas urnas, aqueles que lá forem. Resumindo, e citando os brasileiros, "sacanagem pura"...

III. Alguém me explica a sério uma coisa: será que a CMF anda a tirar a inteligência e a racionalidade às pessoas na política, ao ponto de elas já nem saberem o que são as prioridades neste momento de treemenda incerteza em que nada pode falhar sob pena da Madeira mergulhar num casos económico, social e financeiro? E, já agora, um dia, se quiserem, podemos escrever as memórias verdadeiras, repito, verdadeiras, de tudo o que se passou entre a CMF e o GRM noutros tempos - não tão longínquos... - e de como certos desfechos acontecerem, porque acontecerem, à custa do quê e graças a quem e a quê.
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Notas finais: o PS-Madeira sozinho nunca ganhou eleições autárquicas no Funchal, a não ser em coligação (2013 e 2017). O PSD-M parece ter-se esquecido que depois das derrotas autárquicas, repito, em 2013 e 2017, voltou a perder no Funchal para as regionais de 2019, mesmo que neste caso possamos encontrar explicações (?) para o que se passou. Mas que o aviso ficou - ficou mesmo? - quanto a isso não tenho dúvidas. Nas autárquicas - último recado a quem de direito - a atitude dos eleitores (e não duvidem que apenas 35 a 40% dos eleitores votantes fazem as opções em função da em fidelidade partidária) tem muito a ver com a confiança que os candidatos transmitem, com a seriedade, com a afectividade que o candidato constrói com os seus eleitores, na freguesia e no concelho, com a forma como no terreno consolidam essa confiança que sendo política é também pessoal. O PSD-M teve pelo menos dois exemplos em 2017 que deviam servir de barómetro para decisões futuras. Duvido que alguma vez venham a ser. Porque há quem prefira perder tempo à "posteriori" a tentar justificar as derrotas do que em antecipadamente precaver-se para que elas não ocorram. E neste contexto - falando agora de outros que não em PC, porque esta procissão pré-autárquica tem muito protagonista ambicioso à espreita e que se julga um "deus" das urnas e dos eleitores... - as vaidades pessoais e a incapacidade de certas pessoas em perceberem qual é realmente o seu lugar. Ficou claro?
Em 2013 o PSD-M ainda com Alberto João Jardim não perdeu 7 das 11 Câmaras Municipais da RAM? E qual foi o problema? Se quiserem podemos falar também disso, das eventuais causas para o que se passou então. Mas não foi essa a vontade do povo eleitor? Em 2017 voltou a acontecer igual desfecho, mesmo contabilizando aquelas cenas das candidaturas de independentes, mas todos com passado político activo ligado ao PSD. Não foi de novo essa a vontade dos eleitores? E quais os problemas, em termos de governação regional, daí resultantes? (LFM)

terça-feira, outubro 20, 2020

A derrota dos colégios privados...


 fonte: Público

A pandemia deu febre aos ‘stocks’ de dívida pública


A crise económica provocada pela pandemia de Covid-19 não é uma crise das dívidas soberanas, mas obrigou os governos das economias desenvolvidas a aumentar a alavancagem em 2020. Os gastos com as medidas de proteção ou estímulo vão impedir, na maioria dos casos, um regresso aos níveis pré-pandemia já em 2021 (Infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)

Resposta à pandemia de covid-19 garante subida de despesa na “linha da frente”


Despesa pública sai reforçada nos ministérios da Saúde e da Solidariedade, mais afetados pela crise sanitária, tal como na Educação, no Ensino Superior e também as Infraestruturas e Habitação. Num Orçamento do Estado sem grandes novidades para as pastas económicas, a maior necessidade de contenção também passa pelas que têm funções de soberania, como a Defesa, Justiça, Administração Interna e Negócios Estrangeiros (Infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)

Covid-19: Índice de transmissibilidade do vírus está a aumentar em Portugal

Ao longo da última semana, o valor do R(t) foi de 1.27. De forma a diminuir o número de casos infetados, este valor tem de permanecer abaixo de 1. Durante os últimos sete meses, Portugal contabilizou mais de 100 mil casos confirmados de Covid-19. Neste período de tempo, o grau de transmissibilidade do vírus, apelidado de “R(t)”, variou entre os 0.81 e o 2.42 no território nacional, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge.

O Instituto Nacional de Saúde estimou que o grau de transmissibilidade médio da semana passada foi de 1.27 em todo o território nacional. No entanto, este índice variou entre as diferentes regiões do país – as regiões Centro e Norte foram as zonas com maiores índices de transmissibilidade, sendo que o Algarve foi a única região com um R(t) inferior a 1.

Os índices de transmissibilidade das regiões Centro e Norte foram superiores à média nacional, com valores de 1.33 e 1.36, respetivamente. Por sua vez, a zona de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) e do Alentejo revelaram índices de transmissibilidade mais baixos, mas ainda superiores a 1, com um R(t) de 1.16 e 1.18. A zona com o R(t) mais baixo foi o Algarve, com 0.99.

Covid-19: Portugal pode contar com um novo pico em meados de novembro


Os números em Portugal estão a seguir o previsto pelos modelos, que, como aponta um especialista à VISÃO, indicam um segundo pico em meados de novembro. Apesar de nos últimos dias temos vindo a contabilizar cerca de dois mil novos casos de infeção diários – valores superiores ao máximo de 1 516 do dia 4 de abril – a taxa de mortalidade está em níveis inferiores aos do início da pandemia. São notícias menos más, mas que não podem ser vistas em termos absolutos – uma falha que Henrique Lopes, especialista em Saúde Pública, aponta à análise feita muitas vezes pelos políticos. Uma percentagem mais baixa de óbitos, sobre uma taxa maior do números de novos casos, irá aumentar o número de mortos. Se na primeira vaga tivemos um dia com 37 mortos (3 abril) e “apenas” 852 novos casos, por estes dias temos metade da mortalidade (17), mas perto de dois mil casos diários.

Professores fartam-se...


 fonte: Correio da Manhã

Barómetro político



 fonte: Correio da Manhã

Sondagem legislativa

 fonte: Jornal de Negócios

Novas medidas têm impacto de 1.947 milhões de euros


(Infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)

Pandemia trouxe fantasma do défice


O caminho estava a ser de benesse, mas a pandemia trouxe um tsnunami às contas públicas. Depois de um excedente orçamental no ano passado – mais cedo do que o previsto pelo Governo -, o rácio do défice face ao PIB deverá atingir a percentagem mais elevada desde 2014, ano da resolução do BES. Para 2021, o Governo já estima que o défice orçamental se situe em 4,3% do PIB, uma melhoria de 3 p.p. do PIB face a 2020 (Infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)

O que muda para os pensionistas no próximo ano


Aumento extraordinário das pensões mais baixas variam em termos líquidos entre 60 e 120 euros, dependendo dos casos. Um pensionista com uma pensão de 650 euros, solteiro/viúvo/sem filhos pode ter um acréscimo no rendimento líquido anual de 60 euros. Já um outro pensionista casado ou com uma tributação conjunta pode mesmo ver um acréscimo total ao final do ano de 120 euros (Infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)

Veja o efeito da redução da retenção de IRS no seu salário líquido mensal


De acordo com as simulações da consultora EY, aplicando um corte de 2% nas taxas de retenção nos salários para os cenários simulados, os acréscimos no rendimento disponível anual das famílias, no próximo ano, poderão variar entre os 14 euros para os contribuintes com salários mais baixos (925 euros brutos) e mais de 200 euros para contribuintes com salários superiores a 3.000 euros (Infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)

Como vivem os portugueses

 


 fonte: PORDATA

Como gastam os portugueses


 fonte: PORDATA

Como adoecem os portugueses


 fonte: PORDATA

Portugueses admitem cortar gastos no Natal devido à pandemia


Covid-19: Açores oferece incentivo financeiro a quem chegar com testes realizados

 

domingo, outubro 18, 2020

Covid19: sábado negro Alemanha, Itália e França batem recordes de infecções

 

Merkel avisa os próximos dias vão definir o Natal e o inverno

 

Açores e a crise turística

 

fonte: Correio dos Açores

Açores: hotelaria com problemas


 fonte:  Correio dos Açores

Pensar (e repensar) o futuro da Autoniomia Regional



 fonte: Correio dos Açores

Covid19: situação na Madeira (14 a 17 de Outubro)





 fonte: IASAUDE

Pensões ameaçadas


 fonte: Correio da Manhã

Aeroportos nacionais recuperam em agosto. Mas queda no movimento ainda está acima dos 60%

Em agosto de 2020, nos aeroportos nacionais registou-se o movimento de 2,2 milhões de passageiros, representando um decréscimo de 65,9% (-79,5% em julho), segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta sexta-feira. O movimento de carga e correio totalizou 10,4 mil toneladas, correspondendo a uma diminuição de 38,9% (-47,8% em julho).
O número de passageiros desembarcados nos aeroportos nacionais em voos provenientes do Reino Unido registou um decréscimo de 69,1% (-85,5% em julho), tendo o anúncio da inclusão de Portugal na lista de países seguros para viajar (no dia 20 de agosto) contribuído para uma menor redução do número de passageiros desembarcados entre os dias 21 e 31 de agosto (-47,2%), quando comparada com a registada entre 1 e 20 de agosto (-79,7%).
Segundo detalha o INE, em agosto passado, aterraram nos aeroportos nacionais 12,4 mil aeronaves em voos comerciais, o que representa uma variação homóloga de -46,4% (-62,0% em julho e -86,6% em junho).
Registou-se o movimento de 2,2 milhões passageiros (embarques, desembarques e trânsitos diretos), representando uma variação homóloga de -65,9% (-79,5% em julho e -94,6% em junho). O movimento de carga e correio nos aeroportos nacionais totalizou 10,4 mil toneladas, correspondendo a uma diminuição de 38,9% (-47,8% em julho e -54,1% em junho) (Executive Digest, texo da jornalista Sonia Bexiga)

"TAP está a perder dinheiro em praticamente todas as rotas", afirma Ministério das Infraestruturas e Habitação

Depois de o ministro Pedro Nuno Santos ter afirmado que a retoma das rotas criadas no aeroporto do Porto para Amesterdão, Milão, Zurique e Ponta Delgada são "neste momento um prejuízo para a TAP", Rui Moreira reagiu com uma publicação nas redes sociais sobre o assunto. E o Ministério das Infraestruturas e Habitação quis esclarecer a "polémica".

O Ministério das Infraestruturas e Habitação afirmou, esta sexta-feira, que a TAP  "está neste momento a perder dinheiro em praticamente todas as rotas", em resposta às críticas do presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira.

Depois de o ministro Pedro Nuno Santos ter afirmado que a retoma das rotas criadas no aeroporto do Porto para Amesterdão, Milão, Zurique e Ponta Delgada são "neste momento um prejuízo para a TAP", algo que desagradou a Rui Moreira, que reagiu com uma publicação nas redes sociais sobre o assunto, onde ironizou o assunto e criticou as palavras do mesmo.

"Pelos vistos, são as quatro rotas do Porto que dão prejuízo à TAP. As rotas de Lisboa darão lucro. A nova rota Lisboa/Bilbau deve ser um 'must' em termos de rentabilidade e importantíssima para uma estratégia nacional. Promover visitas ao Guggenheim basco é 'top'. Mas, senhor ministro, são boas notícias", ironizou o presidente da Câmara do Porto. "Se são as quatro rotas do Porto que dão prejuízo, pare com elas. Mas, por favor, incorpore a TAP na Carris ou na muito rentável Soflusa. Nós não nos importamos, havemos de encontrar uma solução. Para Lisboa é ótimo: fica com a TAP que, sem o prejuízo do Porto, deixa de ser um perdócio", continua.

Em comunicado, o Ministério sublinha que Pedro Nuno Santos "nunca disse que as únicas rotas que dão prejuízo à TAP fossem as quatro referidas ontem na audição parlamentar em que esteve presente" e que o mesmo referiu esta quinta-feira que "a TAP está neste momento a perder dinheiro em praticamente todas as rotas, incluindo aquelas que se fazem a partir do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa".

No comunicado, lê-se que "atualmente existem 11 rotas operadas pela TAP a partir do Porto e que, apesar de praticamente todas as companhias estarem a reduzir fortemente a operação no inverno, a TAP vai manter 10 rotas no Porto", o que o governante acredita demonstrar "o grande compromisso da companhia aérea pública com a região". "Na audição, quando o ministro referiu as quatro rotas que estavam a dar prejuízo a partir do Porto, estava a responder relativamente aquelas que foram introduzidas após as reuniões do grupo de trabalho que existiu entre a TAP e as associações da região Norte", esclareceu, sublinhando que "nas rotas assinaladas a lotação não atinge os 50%, o que não permite sequer pagar os custos variáveis da operação" (SOL) 

Orçamento do Estado para 2021. A incerteza é a única certeza


Eis o Orçamento do Estado para 2021. Mas o que importa não é os números baterem certo no papel. Se a pandemia não parar e a economia não recuperar, será que os fundos europeus nos podem salvar? Jornalismo de dados, para explicar o país em 2:59 (Expresso)

Como vai evoluir a população global até 2100?

Em 2100, cinco dos dez países com as mais numerosas populações do mundo vão estar no continente africano. Aliás, África é a única região do globo que verá a população crescer de forma substancial nos próximos 80 anos, passando dos atuais 1,3 mil milhões para 4,3 mil milhões no final do século. E Portugal, como chegará ao final do século? Veja tudo isto e mais ainda em dois minutos e 59 segundos. Jornalismo de dados para explicar o mundo. A Nigéria está à cabeça da única região do globo que vai ver a população crescer de forma substancial nos próximos 80 anos. Mais de 120 países vão entrar em decréscimo populacional devido à queda da taxa de fertilidade. A razão é positiva e o padrão acabará por se impôr a África, mas só em 2100: o acesso à educação e à saúde reprodutiva das mulheres e raparigas de todo o mundo vai ter a consequência de terem menos filhos. A contraceção permite às mães escolher ter os filhos que desejam e quando desejam. Leis liberais para a imigração vão ser fundamentais para equilibrar as demografias nacionais e ajudar a controlar o impacto ambiental do aumento da urbanização e da produção de alimentos para cerca de 9 mil milhões de habitantes na Terra. Veja o episódio de jornalismo de dados em 2 minutos e 59 segundos (Expresso)

Já ouviu falar em cidades irmãs? Em Portugal há mais de 200 municípios com 'família' lá fora


Há centenas de localidades portuguesas que têm acordos de geminação com localidades estrangeiras. A relação assenta numa vontade mútua de se conhecerem, em características comuns, afinidades históricas e até na partilha do mesmo nome. Este 2:59 leva-nos num passeio por Portugal e pelo mundo (Expresso)

Como é que o Novo Banco pode continuar a custar-nos dinheiro?


Criado como banco bom do BES, o Novo Banco tem-se revelado um sorvedouro de recursos públicos. Além da capitalização inicial, foi desenhado um sistema que obriga a injeções adicionais e beneficia de empréstimos do Estado. Mas há mais formas de os contribuintes poderem ser afetados. Como? Jornalismo de dados, para explicar o país e o mundo em 2:59 (Expresso)

Sondagem: Marcelo vence sem recorde e Ventura fica à frente de Ana Gomes


Marcelo Rebelo de Sousa será reeleito sem dificuldade, mas ficará aquém da marca de Mário Soares em 1991, segundo a sondagem da Eurosondagem-Associação Montepio para o SOL. A três meses das presidenciais, André Ventura aparece em segundo lugar, com ligeira vantagem sobre Ana Gomes. Se nunca houve dúvidas de que Marcelo Rebelo de Sousa tem uma enorme passadeira estendida para continuar em Belém após as eleições presidenciais do início do próximo ano, agora também poucas restam de que muito dificilmente igualará a percentagem com que Mário Soares foi reeleito em 1991. Numa sondagem especialmente dedicada às próximas presidenciais realizada para o SOL_pela Eurosondagem com o patrocínio da Associação Mutualista Montepio, Marcelo, com 61% das intenções de voto dos portugueses,  está muito longe da barreira dos 70% ultrapassada por Mário Soares nas eleições em que teve como principal adversário Basílio Horta, na altura militante do CDS.