quarta-feira, outubro 14, 2020

Covid19: situação na Madeira (10 a 13 de Outubro de 2020)

 





fonte: IASAUDE

Nomeações...




 fonte: Correio da Manhã

Cenários...contabilísticos

 


fonte: Jornal de Negócios

Quem aceita?


 fonte: Correio da Manhã

O mito sueco


 fonte: Público

Número de divórcios dispara após período de confinamento

 

Covid-19 pode sobreviver no ecrã de telemóvel durante 28 dias


 

FMI agrava previsões para a economia portuguesa

 

Natalidade continua a diminuir em Portugal

 

terça-feira, outubro 13, 2020

Nota: Cafofo, sim e não

 

Paulo Cafofo tem direito à sua indignação - curiosamente anunciada de véspera na comunicação social, sem que o deputado tenha sequer usado da palavra... - e não pode ser condenado na praça pública - tal como os socialistas não podem andar a condenar na praça pública seja quem for, como usualmente fazem - apenas porque devido a denúncias anónimas, algumas autoridades judicias e policiais de investigação efectuaram buscas nalgumas Câmaras Municipais lideradas pelo PS (bem coimo a algumas empresas privadas). Estamos a falar de dm processo com contornos estranhos e desconhecidos, que alegadamente potenciam uma eventual situação de financiamento indirecto do PS numa campanha eleitoral (presume-se que das autárquicas de 2017 dado que as denúncias terão sido feitas em 2018, não se sabe como e junto de quem), mas a verdade é que não há arguidos, não há provas concretas, não há acusações contra ninguém, etc, pelo que a opinião pública, com as redes sociais à cabeça (na sua imensa idiotice e libertinagem muitas vezes fomentadas e organizadas no anonimato e por protagonistas da política que se movem preferencialmente no esgoto da política) não tem o direito de pretender ocupar o lugar da investigação judicial e da justiça e andar a enxovalhar pessoas e a condená-las, pondo em causa a sua dignidade e seriedade.

Quanto a isso nada a dizer.

Mas...

Mas Paulo Cafofo, tal como aquela máxima de que "à mulher de César não basta parecer séria, tem que ser séria" também não pode de forma vergonhosa, rafeira e baixa, ir para o parlamento regional ofender um adversário político da forma ofensiva e indigna (falo nisso porque se tratou de Cafofo, algo que em relação a outros protagonistas provavelmente nem colocaria, por absoluta desnecessidade...) como fez com o Vice-Presidente do Governo - a propósito da relação que o socialista pretendia estabelecer (por conveniência da retórica discursiva num momento) entre o GRM e o sector da construção civil, tendo o empresário Avelino Farinha como alvo não referenciado (não vamos falar de reuniões e de pedidos de financiamentos partidários...). Porque quanto a relações entre partidos e empresas de construção civil ou outras, talvez as coisas comecem a conhecer outros contornos que não interessam a ninguém. Portanto, sim, Cafofo não é acusado de nada, não é culpado de crime nenhum, não é arguido de nada, não existem provas em concreto, apenas alegadas denúncias anónimas com tudo o que isso implica. Mas não, não pode reclamar apenas para si comportamentos sérios e assentes em rigor ético e alimentar insinuações idiotas ou ter atitudes e comportamentos diferentes com adversários políticos. Ficou claro? Se assim não for, esqueça, vai continuar a ser alvo de ataques, de insinuações e de acusações, mesmo que não existam provas. Porque é a política que tem que dar o exemplo, a começar pelos seus protagonistas (LFM)

Nota: aval e outros mistérios e interrogações...

 

Eu não sei - não sei mesmo - os contornos das negociações (?) com Lisboa para que a República aprovasse a garantia à Madeira de um aval para uma operação financeira junto da banca, permitindo assim que a RAM suportasse cerca de menos 6 a 8 milhões de juros anuais. Numa altura, isso eu sei, em que o estado pretende meter mais 460 milhões no ex-BES (cuja rede de gatunos e corruptos nem julgados ainda foram) - e esta geringonça já espatifou mais de 3 mil milhões de euros na banca falida e roubada - o Estado, ou melhor, o governo da geringonça envergonhada recusa (?) o aval pomposamente anunciado na imprensa local, tendo como fonte - outro mistério estranho e algo caricato - por Marcelo Rebelo de Sousa, que atendendo ao desfecho, acaba por sair deste processo chamuscado, desautorizado e ridicularizado.

Acho tudo isto lamentável e absurdo.

Começo por referir, porque me parece importante trazer a este texto opinativo, que desconheço a dimensão do embuste político, a amplitude da manipulação mentirosa que rodeou este processo negocial, mesmo correndo o risco de ter que recuar nas considerações dado que, repito e insisto, desconheço em absoluto os contornos de todo este dossier e já não acredito em nada do que é publicado.

A sensação que eu tenho é que há um défice tremendo de diálogo entre os dois governos, um diálogo que se desenvolva nos bastidores da política e das relações institucionais, sem as doentia dependência de notícias nos jornais e destaques nas televisões (não há maneira de perceberem que essa trampa de atitude não dá votos) - e isso está a contaminar a política madeirense há uns 3 a 4 anos para cá (a chamada governação ou oposição da treta, feita para notícias e não a pensar nas pessoas). Neste caso do aval solicitado pela RAM acresce que tenho a sensação que a opinião pública não tem sido devidamente informada, que há uma desconfiança enorme em relação aos factos e à verdade.

Afinal:

- que contactos manteve o GRM com Lisboa sobre esta matéria? Datas? Missivas? Contactos telefónicos? Entre quem? Quem com quem?

- quem coordena os contactos políticos entre o GRM e Lisboa? E como isso é feito?

- que documentação existe disponível que confirme a razão do GRM perante a recusa (?) de Lisboa na concessão desse aval?

- com o aval do Estado quanto pagaria a RAM, mensalmente? Sem o aval quais os encargos mensais da RAM com essa operação financeira?

- quais as características da operação financeira negociada pelo GRM junto da banca e cuja necessidade ninguém ousará contestar, muito menos nestes tempos de pandemia e atendendo ao rombo causado e que vai continuar a causar?

- que respostas deu Lisboa aos pedidos do GRM? E em que sentido?

- como se envolveu neste processo o Presidente da República - que acaba por fazer uma triste figura e protagonizar um papel ridículo neste processo, desautorizado, colado ao rótulo de potencial "mentiroso" neste processo?

- como é possível, e com que fundamentos institucionais, um jornal regional tenha destacado em primeira página, e com relevo, o alegado "sim" de Lisboa ao aval (curiosamente não deu igual destaque e relevo quando afinal esse "sim" virou "não" de um dia para outro... - quando pelos vistos foi enganado e manipulado nessa notícia?

O que eu sei é que entre a RAM e a República - e confesso que não vejo sinais de qualquer mudança política potencial com este PSD de Rio que acaba por ser apenas um prolongamento, um apêndice se preferirem, de Costa e da sua lógica governativa - e ao contrário do que devia existir, não há canais de diálogo, e as portas que se abrem em Lisboa ou parecem ser reduzidas para as necessidades ou quase não existem.

Noutros tempos - sem com isso pretender fazer comparações, até porque os tempos são outros, os protagonistas e os interlocutores são outros, os momentos e os tempos na política são  diferentes - mesmo parecendo haver "guerra", Funchal e Lisboa tinham canais discretos de diálogo que asseguravam, com mais ou menos tempo de demora, soluções que em determinados momentos eram essenciais. Obviamente que nada funcionou sempre bem e eficazmente, muito menos na perspectiva do que a RAM pretendia ou reclamava. Obviamente que Lisboa não cedeu em tudo ao que o Funchal pedia, mas cenas como estas, desculpem, palhaçadas como estas - que começaram com Cafofo a dizer que ia a Lisboa dar um murro não se percebe onde e como… - nunca vimos. Pelo menos não me lembro, correndo o risco de não estar a ser exacto. Mas não me recordo de nada com estes contornos, contradições, pessoas enganadas, manipulação descarada para consumo mediático, pessoas ridizularizadas, incluindo o Presidente da República etc. Lembro-me sim, e por exemplo, da célebre resposta de Cavaco a João Jardim - dada no Porto Santo – do  “queres dinheiro vai ao Totta” (frase publicitária muito em voga nesse tempo), o complicado relacionamento financeiro com Passos, agravado com a história do tal “buraco” surgido em 2011, a que se seguiu um humilhante PAEF, o relacionamento exemplar e surpreendente (devido às “guerras” políticas então existentes) entre Jardim e Guterres, enquanto primeiro-ministro, e os gravíssimos conflitos no tempo de Sócrates e do seu ministro Teixeira dos Santos, em torno das mudanças na Lei de Finanças Regionais, mas que não impediram, já no final do mandato, a Lei de Meios, depois da Madeira ter sido devastada por um temporal mortal e altamente demolidor. São episódios que recordo bem. Nada comparável a esta estranha e idiota novela em torno do aval, algo que já antes teve um primeiro episódio com a histórias absurdas e mal contadas, em torno do financiamento do Estado à construção do novo Hospital da Madeira (espero que seja essa a sua designação oficial)

Dúvida

Uma dúvida final: afinal que tipo de relação tem o PS-M com o governo da República? Com quem em concreto? Ou o grupo parlamentar em São Bento é o único interlocutor? Qual a dimensão da receptividade que o PS nacional atribui ao PS-M, sobretudo depois de nova derrota nas regionais de 2019, comparando com o que se passa com o PS-Açores onde os socialistas são poder há décadas. O que eu sei sobre isto, de fonte da minha confiança e conhecedora da realidade, é que o deputado Carlos Pereira, sozinho, tem mais canais de contacto e de diálogo em Lisboa - não confundir com qualquer capacidade de pressão - do que os actuais dirigentes socialistas locais. Quanto a isso não tenho dúvidas. Aliás gostava de conhecer a posição do deputado socialista CP perante a alegada recusa do aval (se é que alguma vez foi acordada...), depois da relação que teve quando foi noticiada a falsa concessão desse aval.

Nota final

Será que Lisboa guarda na gaveta uma surpresa no OE-2021, na discussão na especialidade, na lógica da contabilidade de votos para a aprovação na generalidade do OE-2021? Seria surpreendente. E já agora outro desafio: será que a RAM, mantendo-se a recusa da República a este aval pedido pela RAM, ponderou recorrer aos Tribunais para emissão de decisão ou de jurisprudência sobre esse relacionamento financeiro e sobre a lógica do Estado, por um lado se vangloriar com o facto de pagamentos juros com a dívida portuguesa, e por outro penalizar os madeirenses a pagarem mais 6 ou 8 milhões de euros em juros, caso esse aval não seja concedido? O Tribunal Constitucional não tem uma posição sobre esta temática ao abrigo das disposições constitucionais e das obrigações do Estado mais em concreto? O TC não tem opinião sobre uma dualidade de critérios, por exemplo comparando a recusa de concessão de um aval, que não implica o pagamento de um cêntimo que seja - se a RASM cumprir as suas obrigações como lhe compete - e o espatifar de mais de 3 mil milhões de euros para tapar a dívida ao sector financeiro por parte das empresas públicas (com a CP à cabeça com quase 500 milhões de euros), mais os milhares de milhões para uma TAP a definhar e mais quase 500 milhões de euros para o ex-BES. Estou a perorar sobre o envolvimento dos tribunais e do TC na questão das relações financeiras entre Estado e RAs? Sei lá, mas tenho essa liberdade acho eu, mas por acaso alguém pensou a sério nisso? (LFM)

segunda-feira, outubro 12, 2020

Portugal cobra mais de 4.300 taxas às empresas. Só a Agência Portuguesa do Ambiente é responsável por 600

O trabalho, realizado pelas consultoras EY e Sérvulo para a Confederação Empresarial de Portugal (CIP), a partir de um cálculo do peso da carga fiscal das empresas considerando os impostos pagos sobre o volume de negócios, mostra que “em 2017, Portugal ocupava a 11.ª posição entre os Estados-Membros da EU 27, representando os impostos 20% do volume de negócios das empresas.

Em 2008, Portugal ocupava a 16.ª posição tendo entretanto subido no ranking, apresentando a 5.ª maior subida, adiantou a CIP, num comunicado.

De acordo com a CIP, “entre 2008 e 2017, apenas oito países registaram subidas neste indicador, tendo-se, na verdade, registado uma redução da carga fiscal nos restantes 19 países”, lê-se na mesma nota.

“A estas conclusões, cabe acrescentar que, embora a tributação clássica (IRC, IRS, IVA, IMI e IMT) continue a constituir a principal origem de receita fiscal, verifica-se uma progressiva deslocação da tributação tradicional para um modelo tributário assente numa multiplicidade de figuras tributárias, nomeadamente, taxas e contribuições”, indicou a CIP.

Mais de metade dos portugueses não têm capacidade financeira de poupar para a reforma

De acordo com o estudo europeu de pensões da Insurance Europe, os portugueses são os que têm mais interesse em poupar para a reforma, mas a incapacidade financeira atual está acima da média europeia.

Mais de metade dos portugueses (53%) não têm capacidade de poupar para a reforma, de acordo com o estudo da Insurance Europe, que sinaliza que Portugal está acima da média europeia entre os que não poupam para a reforma.

Segundo os resultados do estudo europeu de pensões da Insurance Europe, divulgado esta terça-feira, os portugueses são os que têm mais interesse em poupar para a reforma, mas não dispõem de capacidade financeira.

Adicionalmente, a amostra revela que os portugueses que não estão a poupar para a reforma, está acima da média europeia.

Os resultados do inquérito, realizado a mais 10.000 indivíduos (1.013 participantes de Portugal), em 10 países europeus, revelam que Portugal supera a média europeia em vários indicadores.

Mais precisamente, 53% dos portugueses afirmaram que têm interesse em começar a poupar para a reforma, embora não tenham condições financeiras no momento.

“Com este percentual Portugal assume a liderança neste ranking, que conta com uma média europeia de 42%. Adicionalmente cerca de 45% dos inquiridos indicaram que não estavam a realizar poupanças privadas para a reforma, um valor também à cima da média da Europa de 43%”, refere.

De sublinhar que 35% dos inquiridos a nível nacional revelaram que planeiam poupar para a reforma num futuro próximo, sendo “um percentual de relevo, tendo em conta que a média europeia para este indicador é de 20%”, refere.

Destaque ainda para os parâmetros relacionados com a segurança do investimento realizado, com resultados para Portugal também acima das médias europeias.

Segundo o estudo, 76% dos portugueses afirmaram que preferem receber pelo menos o total do valor investido e possivelmente um pouco mais, já a nível europeu, este percentual é de 73%.

Em sentido contrário, apenas 36% da amostra nacional revela estar disposta a pagar por uma proteção, caso viva mais anos do que inicialmente esperado.

Portugal é o país com menor frequência para este indicador e posiciona-se no final da tabela dos 10 países analisados, na qual a média europeia é de 43% (ECO digital)

Açores: uma (nova) campanha diferente de todas as outras


 fonte: Público

domingo, outubro 11, 2020

Covid-19: Hospitais acusam pressão

 

Reino Unido prepara mais restrições para evitar novo confinamento

 

Credores do GES pedem 73 milhões de euros a acusados em processo judicial


Marcelo vai dividir família no Natal para evitar ajuntamento

 

Campanha eleitoral para eleições nos Açores já arrancou


Crises são com os portugueses


 fonte: Expresso

Banca obrigada a devolver

 


fonte: Expresso

Há eleições nos Açores, sabiam?


 fonte: Expresso

Sondagem (Expresso)


 fonte: Expresso

Sondagem (Sol)

 


fonte: Sol

sábado, outubro 10, 2020

Trump: encontro na Casa Branca provoca surto de covid-19


Covid19: Podem ser agravadas as medidas para combater a Covid-19 em Portugal


Covid19: Conheça a quarentena mais longa do mundo

 

Governo quer baixar taxa de IRS para subir salários


Retrato dos Açores em vésperas de eleições regionais: poucos jovens, casas mais baratas e emprego nos 55%

São Miguel é a única ilha dos Açores com mais jovens do que idosos e onde o saldo natural ainda é positivo. A conclusão é da Pordata, que reuniu alguns dos principais indicadores sobre a Região Autónoma dos Açores (RAA) para traçar um retrato do arquipélago das nove ilhas – que, no total, conta com cerca de 242 mil habitantes (2,4% do total de Portugal).

Dados de 2019 mostram que São Miguel é a ilha com mais população (cerca de 137 mil), ficando significativamente à frente dos restantes. Terceira, no segundo lugar, fica-se pelos quase 55 mil habitantes. No sentido inverso, Corvo é a que tem menos pessoas: apenas 485 residem nesta ilha.

O relatório “Retrato dos Açores” mostra ainda que há apenas 3.857 estrangeiros a residir nos Açores, o que compara com os 588.976 do total de Portugal (dados do ano passado).

Como vivem os açorianos?

Entenda uma estranha guerra


 fonte: Visão

COVID-19: uma leitura do contexto demográfico e da expressão territorial da pandemia (dados até 7 de outubro)

A expressão da pandemia continua a ser caracterizada por uma elevada heterogeneidade territorial. Alguns dos resultados apurados foram os seguintes:

• Desde o início de março que o número preliminar de óbitos em 2020 para o total do país, aferidos às últimas quatro semanas, se mantém superior ao registado no período homólogo de referência (média para o mesmo período em 2018 e 2019). Em 186 dos 308 municípios portugueses em que reside 76% da população, o número de óbitos entre 31 de agosto e 27 de setembro de 2020 foi superior ao valor homólogo de referência.

• A 7 de outubro registou-se o maior número de novos casos (valores acumulados dos últimos 7 dias) em Portugal: 6 138 novos casos (correspondentes a 6,0 novos casos por 10 mil habitantes). A 4 de outubro foram, pela primeira vez, ultrapassados os 5 618 novos casos registados a 2 de abril (correspondentes a 5,5 novos casos por 10 mil habitantes).

• A 4 de outubro, data da última atualização de dados ao nível do município, existiram no país 5,7 novos casos confirmados de COVID-19 por 10 mil habitantes (últimos 7 dias). Em 44 municípios, este rácio foi superior à média nacional, destacando-se 10 dos 18 municípios da AML: Loures (12,4 novos casos por 10 mil habitantes), Odivelas (9,7), Sintra (9,3), Lisboa (8,8), Almada (8,5), Seixal (6,7), Cascais (6,6), Amadora (6,0), Vila Franca de Xira (5,8) e Oeiras (5,8). Na Área Metropolitana do Porto, apenas o município do Porto (7,2) superava a média de novos casos registada para o total do país.

Sondagem: maioria dos portugueses acredita que o pior da pandemia ainda está para vir

Os portugueses estão mais pessimistas do que há cinco meses e acreditam que o pior da pandemia ainda está para chegar.

De acordo com uma sondagem do ICS/ISCTE para o Expresso e SIC, em comparação com os resultados obtidos em maio, o número de inquiridos que ainda temem um agravamento da situação,  passou de cerca de metade para 77%. São agora menos, apenas 12%, os que confiam que o pior já passou.

A situação económica e financeira continua a ser a maior preocupação, sobretudo para quem perdeu rendimentos desde o inicio da pandemia. Apenas 5% dos inquiridos não se mostram inquietos com o impacto nas contas.

O estudo mostra ainda níveis de preocupação semelhantes em relação à situação da saúde pública e um número maior de inquiridos preocupados com o impacto das restrições nas liberdades e direitos cívicos. Revela também que quanto mais velhos são os inquiridos maior é o grau de preocupação.

Sobre o regresso à escola, a maioria dos inquiridos considera que independentemente do grau de ensino, as aulas presenciais devem ser a regra. No caso do ensino até ao sexto ano, apenas 20% entendem que devia existir um misto de aulas presenciais e de ensino à distância. E são menos os que defendem que as aulas em casa devem ser a solução preferencial. Resultados semelhantes para o ensino do sétimo ao 12º ano, mas com mais inquiridos a defenderem uma solução hibrida.

Insolvências crescem 12,3% nos primeiros 9 meses do ano. Setembro é o mês com mais registos

O número de insolvências registadas aumentou 12,3% nos primeiros nove meses de 2020 face ao mesmo período do ano passado, contabilizando-se mais 3.877 registos e mais 424  empresas insolventes, de acordo com um comunicado da ‘Iberinform’.

Em Setembro as insolvências registaram o maior aumento do ano, sendo este, até agora, o mês com mais registos, para um total de 660, uma subida de 53,5% relativamente ao ano passado, que corresponde à percentagem mais elevada desde Setembro de 2017, segundo a mesma nota.

O comunicado revela ainda que «por tipologia, até final de setembro, as insolvências requeridas tiveram um aumento de 5%», para mais 38 empresas do que no ano passado, já «as declarações de insolvência apresentadas pelas próprias empresas registam uma subida de 22,1%, evoluindo de 778 casos em 2019 para 950.

Adicionalmente é também referido que «nestes primeiros nove meses foi declarada a insolvência de 2.100 empresas, mais 220 que no mesmo período do ano passado. Os encerramentos com planos de insolvência tiveram uma redução de 15%».

Empresas europeias preparam-se para uma recessão histórica, indica estudo

Segundo as conclusões do EPR – European Payment Report 2020, apresentadas pela empresa de serviços de gestão de crédito Intrum, “83% dos gestores portugueses prevê que uma recessão pan-europeia seja um dos maiores desafios a enfrentar nos próximos 12 meses”, uma percentagem superior à média europeia de 57%.

Mais de 80% dos gestores portugueses aponta uma recessão pan-europeia como um dos maiores desafios no próximo ano e 68%, a percentagem mais alta em 29 países europeus, planeia reduzir custos antes desta crise, revela hoje um estudo.

Segundo as conclusões do EPR – European Payment Report 2020, apresentadas pela empresa de serviços de gestão de crédito Intrum, “83% dos gestores portugueses prevê que uma recessão pan-europeia seja um dos maiores desafios a enfrentar nos próximos 12 meses”, uma percentagem superior à média europeia de 57%.

Neste contexto, as empresas estão já “a tomar as medidas necessárias para se prepararem para uma recessão resultante da crise pandémica”, com mais de dois terços (68%) das empresas portuguesas inquiridas – a percentagem mais alta dos 29 países da Europa onde foi feito o inquérito – a planearem reduzir custos.

Economia ganha mais com novos confinamentos do que com medidas mais “ligeiras”, defende FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) defende que o confinamento da população para impedir a propagação da Covid-19 será menos prejudicial à economia do que tentar superar a curva de contágio através de medidas mais “ligeiras”, de acordo com o seu relatório ‘World Economic Outlook‘, publicado esta quinta-feira.

“Apesar de ter custos económicos a curto prazo, os bloqueios podem abrir caminho para uma recuperação mais rápida ao conter a disseminação do vírus e reduzir a necessidade de distanciamento social ao longo do tempo, potencialmente com efeitos positivos na economia em geral”, afirma a organização liderada por Kristalina Georgieva.

De acordo com esta análise, o declínio da atividade económica na maioria dos países pode ser atribuído, em partes iguais, aos bloqueios e às decisões individuais dos cidadãos para limitar a sua exposição ao novo coronavírus.

O FMI considera que, especificamente, nas economias mais desenvolvidas, o distanciamento voluntário tem sido responsável por um novo recuo na economia, o que explica com o facto de os cidadãos de países ricos terem mais facilidades para trabalhar em casa e poderem “pagar” para parar de trabalhar temporariamente, em muitos casos graças aos benefícios sociais.

Empresas: Líderes mundiais assumem desemprego como principal preocupação. Portugueses apontam para o risco das doenças infeciosas

O desemprego é a maior preocupação dos líderes empresariais mundiais, de acordo com o mapa interativo “Riscos Regionais dos Negócios 2020”, do Fórum Económico Mundial, desenvolvido em parceria com a Marsh & McLennan Companies, o Zurich Insurance Group e o SK Group.

Da edição deste ano destaque para as crises fiscais que ocupavam o primeiro lugar em 2019 e descem este ano para o terceiro lugar.

As “doenças infeciosas” subiram 28 lugares no ranking e ocupam o segundo lugar, sendo o risco mais recorrente a ocupar o Top 10 em todas as regiões, exceto na Ásia do Sul. As regiões alvo desta pesquisa incluem Ásia-Pacífico, Eurásia, Europa, América Latina e Caribe, Médio Oriente e Norte de África, América do Norte, Ásia do Sul e África Subsaariana.

O questionário analisa 30 riscos, incluindo ataques terroristas, fenómenos meteorológicos extremos e colapsos ou crises de Estado.

Embora no top dos riscos estejam principalmente os económicos, os riscos relacionados com o clima estão, também, a ter especial atenção este ano, com as “catástrofes naturais” (que sobem sete lugares), os “fenómenos meteorológicos extremos” (sobem cinco), a “perda da biodiversidade” e “colapso dos ecossistemas” (sobem oito) e a “falha de adaptação às alterações climáticas” (sobem dois) a merecerem lugares de destaque.

Quase 400.000 famílias deixaram de pagar dívidas


Covid-19: As pessoas pensam que por estar no exterior não há necessidade de usar máscara


É preciso repensar programas com amigos, avisa Presidente da República


Covid-19: convívios são responsáveis por 67% dos novos contágios


Acho bem

 


fonte: Jornal de Negócios

Grandezas

 


fonte: Correio da Manhã

Madeira (situação de 6 a 9 de Outubro)





 fonte: IASAUDE

sexta-feira, outubro 09, 2020

A importância do lay-off

 
fonte: Jornal de Notícias

IVA e outras receitas do OE


 

fonte: Correio da Manhã

Pobreza


 fonte: Jornal de Notícias

Falando de petróleo...

 

fonte: Correio da Manhã

Sondagem legislativa

 

fonte: Expresso

Sempre presente....mesmo "ausente"

 

fonte: Sábado

Sondagem presidencial


 fonte: Expresso

Sondagem americana


 fonte: Jornal de Negócios

Mudanças...



 fonte: Jornal de Notícias

O caso das mudanças no Tribunal de Contas

 

fonte: Público

Riquezas...


 fonte: Jornal de Negócios

Dificuldades do costume

 


fonte:Jornal de Notícias

Nunca dorme...


 fonte: Visão

Histórias do costume...



 fonte: Correio da Manhã

Fiscalidade


 fonte: Público

O futuro do Artico


 fonte: Expresso

Advogados e negócios

 

fonte: Público

Infecciologista acredita em mais casos de covid-19 na segunda vaga

 

Recorde os momentos mais tensos entre o Tribunal de Contas e o Governo de Costa


Covid-19 segunda vaga chegou mais cedo do que as autoridades esperavam

 

Crise? Qual crise? Conheça os milionários que mais enriqueceram

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Covid-19: sabe que tipo de máscara deve utilizar

 

Aumento de infeções na Europa ocasiona medidas selectivas

 

EasyJet regista primeira perda anual em 25 anos


 

terça-feira, outubro 06, 2020

Situação na Madeira (29 de Setembro a 5 de Outubro)







fonte: IASAUDE

Covid19: ingleses e polacos lideram casos positivos registados na Madeira (20.09 a 6.10)

Resolvi fazer o levantamento de todos os casos positivos anunciados pelo IASAUDE na Madeira, valores registados entre 20 de Setembro e 6 de Outubro:

6 Out - 3 novos casos positivos, 2 importados provenientes do Reino Unido e 1 da Colômbia.
5 Out - 6 novos casos positivos, 3 provenientes da Região Sul de Portugal, 2 de França e 1 do Reino Unido. 
4 Out - 3 novos casos positivos, todos provenientes do Reino Unido.
3 Out - 1 novo caso positivo, proveniente da Região de Sul de Portugal.
2 Out - 6 novos casos positivos, 2 provenientes da Polónia, 1 do Reino Unido, 1 do Senegal, 1 da Região de Lisboa e Vale do Tejo e 1 caso de transmissão local
1 Out - 6 novos casos positivos, 3 provenientes da Polónia, 1 da França e 2 da Região Norte de Portugal. 
30 set - 4 novos casos positivos, 2 provenientes da Região de Lisboa e Vale do Tejo, 1 da Região Norte de Portugal e 1 do Reino Unido. 
29 Set - sem novos casos positivos
28 Set - 6 novos casos positivos, 4 casos provenientes da Polónia e 2 de França.
27 Set - 1 novo caso positivo proveniente de Lisboa e Vale do Tejo.
26 Set - 3 novos casos positivos sendo 1 caso proveniente do Reino Unido, 1 de França e 1 caso de transmissão local. 
25 Set - 3 novos casos positivos provenientes da Região de LVT,  Espanha e da Polónia.
24  Set - Sem novos casos positivos
23 Set - Sem novos casos positivos
22 Set - 2 novos casos positivos, provenientes do Reino Unido.
21 Set - 3 novos casos positivos, 2 provenientes da Colômbia e 1 do Reino Unido.
20 Set - 1 novo caso positivo proveniente do Reino Unido.

Nota: De acordo com estes dados recolhidos no site do IASAUDE, naquele período de tempo atrás referido, 12 dos casos positivos foram provenientes do Reino Unido, 10 da Polónia, 6 de França, 6 de Lisboa e Vale do Tejo, 4 do Sul de Portugal, 3 do Norte de Portugal, 3 da Colômbia, 2 de transmissão local e 1 de Espanha e 1 do Senegal.