quarta-feira, junho 06, 2007
Europa: Um site a utilizar
O "caso Violante"
Gouveia e o PS
...e José Sócrates
Miguel Mendonça convida Monteiro...
Marques Mendes vem ao Funchal
Endividamentos de particulares e empresas é já quase o dobro do PIB em Portugal
Dívida das empresas aumentou menos
Do lado das empresas, a dívida aumentou dois pontos percentuais, para 105 por cento do PIB. Diz o banco de Portugal que o crescimento do endividamento dos particulares e empresas junto do sistema bancário português tem-se traduzido numa deterioração significativa da posição de investimento internacional da economia portuguesa, em particular da dívida externa líquida. Em consequência das elevadas necessidades de financiamento do sector privado, o saldo de crédito originado pelo sistema bancário e que não é financiado junto de clientes passou a representar quase metade de depósitos captados junto do público no final de 2006. No entanto, no decurso de 2006, a rendibilidade do sistema bancário manteve-se elevada e até reforçou a sua solvabilidade.
FMI recomenda vigilância do endividamento
Em Portugal, o sistema bancário assegura uma grande parte do financiamento obtido pelo sector privado não financeiro e recolhe uma boa parte da poupança financeira acumulada pelo público. O Banco de Portugal refere no seu relatório uma avaliação ao sistema financeiro feita em 2006, em Portugal, pelo FMI que concluiu que “o enquadramento regulamentar português é sólido e altamente concordante com os padrões internacionais”. O relatório feito então pelo FMI concluiu que a supervisão das instituições financeiras feita pelo Banco de Portugal “é activa, profissional e bem organizada” e reconheceu que o sistema bancário português “é robusto, bem gerido e competitivo”. Relativamente aos riscos de crédito o FMI recomendou especial vigilância aos níveis de endividamento das famílias e das empresas". Crise? Qual crise?! É tudo invenção...
João Soares: Será que?
Paulo Portas com o pior saldo de imagem
O Presidente da República, Cavaco Silva, reforçou em Maio o seu saldo de imagem, com 45.5%, o que representou uma subida de 10% relativamente ao mês anterior. Também Jaime Gama, Presidente da Assembleia da República, viu o seu saldo de imagem subir 13% entre Abril e Maio, chegando a este último mês com um saldo de 16.8%.Na evolução deste indicador desde Maio de 2006, vemos como Cavaco Silva protagoniza a maior tendência de subida ao longo deste período, com o valor mais elevado a ser registado em Outubro (46.1%). A partir deste mês, tem-se mantido estável. Jerónimo de Sousa, pelo contrário, protagoniza a maior tendência de descida no período considerado, embora tenha vindo a recuperar significativamente desde Março.
O saldo de imagem é obtido através do Barómetro Marktest/DN/TSF, que é realizado regularmente junto dos residentes no Continente com 18 e mais anos. Este saldo resulta da diferença entre as opiniões que classificam positivamente a actuação do líder e as que a classificam negativamente, ponderada pelo peso das respostas expressas (Fonte: Marktest, 5 de Junho de 2007)Diferendo no Bloco
Regimentalmente
terça-feira, junho 05, 2007
O TC e as contas dos partidos (VIII)
O TC e as contas dos partidos (VII)
O TC e as contas dos partidos (VI)
O TC e as contas dos partidos (V)
O BE respondeu que “a principal diferença resultava de valores de “Imobilizado” (…) considerados como custos nas contas de campanha mas não na contabilidade. No caso das Eleições Regionais da Madeira, à despesa apurada na contabilidade (67.639€) acrescem os valores de IVA cujo reembolso foi posteriormente solicitado (8.352,96€) e os bens classificados como Imobilizado (435€), subsistindo uma pequena discrepância de 71,75€. Quanto às Eleições Regionais dos Açores, à despesa apurada na contabilidade, no valor de 40.309€ acrescem os bens de Imobilizado (1.578,76€) e o valor respeitante a IVA (2.587,98€) o que perfaz um total de 44.475,65€. Subsiste uma diferença no montante de 146,81€ suportada nas contas gerais. Relativamente às receitas destas campanhas é de salientar que a comparticipação do partido está reflectida nas próprias contas e nos resultados finais”.
O TC e as contas dos partidos (VI)
O TC e as contas dos partidos (II)
1. A ECFP solicitou explicações “para o acentuado acréscimo de proveitos (devendo a explicação a apresentar ter em conta os proveitos declarados/reflectidos nas Contas das Campanhas em que esteve envolvido) e também para o decréscimo dos seus custos totais (devendo a resposta do Partido Popular ter em atenção a realidade contabilística reflectida nas Contas das Campanhas), situação difícil de compreender num ano de diversas campanhas eleitorais”.
Foi ainda pedido que fossem indicados: “(i) os procedimentos adoptados pelo CDS-PP visando impedir que despesas correntes do Partido pudessem ter sido indevidamente imputadas às Campanhas e (ii) os procedimentos de controlo adoptados, visando assegurar que donativos/fundos atribuídos a Campanhas pudessem ter sido, indevidamente, contabilizados como proveitos do Partido”.
Na sua resposta, o CDS/PP começou por afirmar que “a análise comparativa entre os gastos realizados pelo CDS-PP nos anos de 2003 e 2004 excede o âmbito da competência da ECFP e do Tribunal Constitucional no presente processo de fiscalização, por tal ser irrelevante para a verificação da legalidade financeira e da regularidade contabilística das contas apresentadas”. Invocando o “espírito de colaboração que caracteriza a postura do CDS/PP, dá as seguintes explicações: “- O acréscimo de proveitos do Partido no decorrer de 2004 deve-se ao facto de à data já ser previsível a antecipação das eleições legislativas e de o Partido ter intensificado a partir do último trimestre as acções de angariação dos meios financeiros indispensáveis para o efeito, nomeadamente através de donativos; - O decréscimo dos custos totais verificados em relação ao exercício anterior deve-se sobretudo ao equilíbrio financeiro conseguido em resultado do esforço de gestão realizado, bem como ao termo do pagamento de dívidas diferidas. Em contraposição com o exercício do ano anterior que reflectiu um esforço do cumprimento de obrigações constituídas no passado, nomeadamente a fornecedores. Essa evolução pode ser verificada na comparação entre os balancetes de 2003 e de 2004, nomeadamente na conta de correcção de exercícios anteriores (697), onde são contabilizados esses custos (…); - No que respeita às contas das campanhas eleitorais que decorreram em 2004, devem ser levadas em consideração as específicas condições políticas em que as mesmas se realizaram. Assim, - As contas da Campanha Eleitoral para o Parlamento Europeu foram apresentadas no âmbito da coligação realizada com o PSD, de acordo com o protocolo firmado entre ambos os partidos. De acordo com esse protocolo, o CDS-PP fez contribuição de € 200.000 para os custos operacionais da campanha (…); - As contas das Campanhas Eleitorais para as Regiões Autónomas foram apresentadas no quadro da autonomia financeira das estruturas regionais do Partido. As da Região Autónoma dos Açores foram ainda representadas no quadro da coligação realizada com o PSD/Açores, o que reforça o seu carácter autónomo. - Relativamente aos procedimentos adoptados pelo Partido para a separação das receitas e despesas decorrentes da sua actividade normal das suas actividades de campanha eleitoral, e para lá dos casos já referidos das eleições para o Parlamento Europeu e para as Regiões Autónomas, essa separação foi assegurada essencialmente através de uma centralização administrativa e financeira que permitiu um enquadramento global, sectorial e específico, quer de receitas, quer de despesas, no universo das estruturas do partido”.
O TC e as contas dos partidos (I)
O TC e as contas dos partidos (III)
1. A ECFP estimou que as subvenções estatais “não deviam estar repartidas por um tão grande número de rubricas de receita, por tal perturbar a análise e compreensão das Contas”. O PSD registou esta advertência comprometendo-se a tê-la em consideração na organização da sua contabilidade. Contudo, lembrou que se trata “de uma exigência que a lei não faz. É pois, de oportunidade e não de legalidade a observação da ECFP”. Lembra, do mesmo modo, “que existe autonomia estatutária das Estruturas Regionais do PSD das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, conforme o artigo 34º dos Estatutos do Partido. Por isso, se as subvenções públicas têm sido, na sua maioria recebidas e contabilizadas pela Estrutura Nacional do Partido, a excepção a esta regra acontece precisamente com as campanhas eleitorais para as Assembleias Legislativas Regionais e com o subsídio mensal por estas atribuído aos Partidos que nelas têm assento: estes valores são dirigidos às referidas Estruturas Regionais Autónomas do PSD e são por elas contabilizados”.
4. A ECFP verificou existirem diferentes práticas de contabilização para as mesmas realidades contabilísticas — mais concretamente, o modelo de integração nas contas anuais de 2004 das receitas obtidas e das despesas incorridas nas campanhas eleitorais relativas às eleições para o Parlamento Europeu e às eleições regionais da Madeira e dos Açores não é consistente —, o que perturba “a análise e compreensão das contas, conduzindo a uma apresentação pouco clara, o que contraria o disposto no Plano Oficial de Contabilidade”.
O PPD/PSD reconheceu esta dualidade, atribuindo-a a diferentes práticas contabilísticas que têm vindo a ser seguidas no seio deste partido, designadamente, no seio da sua Estrutura Nacional e das suas Estruturas Regionais Autónomas.
O TC e as contas dos partidos (IV)
1. A ECFP constatou que uma parte significativa dos prejuízos registados em 2004 (73%) diz respeito a actividades promocionais desenvolvidas no âmbito de várias campanhas eleitorais que decorreram nesse ano (campanhas para o PE, para as eleições regionais dos Açores e da Madeira e Legislativas – em relação a estas últimas apenas foram tidas em consideração as actividades desenvolvidas até 31 de Dezembro de 2004). Ora, os relatórios “de âmbito limitado” emitidos pela Sociedade de Revisores que analisou as contas financeiras destas campanhas “mencionam diversas incorrecções e anomalias cujo impacto nas contas anuais de 2004” resulta difícil de avaliar, sendo de admitir que um exame completo de auditoria poderia ter dado a conhecer outras situações anómalas “com impactos acrescidos” nas contas. O PS considerou esta ilação inaceitável, rejeitando “que se extrapolassem, face às limitações da auditoria, conclusões para um aumento das situações incorrectas”.
Assembleia da Madeira: já há diplomas (II)
DREN foi reconduzida
Banco de Portugal divulga relatório
Tribunal Constitucional detecta “ilegalidades e irregularidades” nas contas de 2004 dos partidos
Fundos Estruturais 2000-2006: Nota do TCE
- encerramento rápido e eficaz dos programas do período 2000-2006;
- melhores indicadores de desempenho;
- determinação cuidadosa do bom momento para proceder à avaliação das despesas (aproveitando a maior flexibilidade do sistema reestruturado);
- revisão intercalar mais breve e mais rápida;
- orientações da Comissão pertinentes e comunicadas a tempo.
Assembleia da Madeira discute Regimento a 26 de Junho
Assembleia da Madeira: Legislativa até Julho de 2008
Assembleia da Madeira: PS mantem Martins
Assembleia da Madeira com sub-comissões
PSD - Tranquada Gomes
PT – João Isidoro
BE – Paulo Martins
PND – Baltazar Aguiar
CDS – José Manuel Rodrigues
PCP – Leonel Nunes
PS – Jaime Leandro
PSD - Tranquada Gomes
PT – João Isidoro
BE – Paulo Martins
PND – Baltazar Aguiar
CDS – José Manuel Rodrigues
PCP – Leonel Nunes
PS – Vítor Freitas
Assembleia da Madeira: já há diplomas (I)
- Projecto de decreto legislativo regional intitulado “Complemento de Pensão na Região Autónoma da Madeira”, da autoria do PCP;
- Projecto de Resolução, da autoria do PSD, intitulado “ Pelo contínuo desrespeito do Governo da República para com os portugueses ao não dotar o país com mais e melhores meios de socorro a náufragos”;
Futebol: mais uma "mentira"...
Futebol: Será mesmo?
Eu sei que as pessoas costumam olhar com desconfiança certas informações sobretudo quando não são elas a dar. Mas terão de reconhecer que não sou, por questões de princípio e éticas, dos que se aventuram na especulam, porque não quero transformar este meu espaço num símbolo de especulação ou de mentira, muito menos de ataque pessoal. E foi com satisfação que li hoje no DN local o meu caro amigo Duarte Azevedo confirmar o que me tinha sido soprado há duas semanas atrás:
segunda-feira, junho 04, 2007
Assembleia da Madeira: transferências II
Assembleia da Madeira: transferências I
PS (17 Deputados), 104.820,30 euros
CDS/PP (2 Deputados), 12.331,80 euros
CDU (2 Deputados), 12.331,80 euros
BE (1 Deputado), 6.165,90 euros
João Isidoro (Dep. Independente), 6.165,90 euros
Ismael Fernandes (Dep. Independente), 6.165,90 euros
TOTAL MENSAL (68 Deputados), 419.281,20 euros
SUBVENÇÃO PARA ENCARGOS DE ASSESSORIA (ao abrigo do artigo 47º da Estrutura Orgânica da ALM)
PS (17 Deputados), 11.646,70 euros
CDS/PP (2 Deputados), 3.631,03 euros
CDU (2 Deputados), 3.631,03 euros
BE (1 Deputado), 685,10 euros
TOTAL MENSAL (68 Deputados), 49.738,26 euros
VERBAS PARA GABINETES GRUPOS PARLAMENTARES (ao abrigo do artigo 46º da Estrutura Orgânica da ALM)
PS (7 Deputados), 43.161,30 euros
CDS/PP (2 Deputados), 12.331,80 euros
CDU (2 Deputados), 12.331,80 euros
BE (1 Deputado), 6.165,90 euros
MPT (1 Deputado), 6.165,90 euros
PND (1 Deputado), 6.165,90 euros
TOTAL MENSAL (47 Deputados), 289.797,30 euros
PS (7 Deputados), 4.795,70 euros
CDS/PP (2 Deputados), 1.370,20 euros
CDU (2 Deputados), 1.370,20 euros
BE (1 Deputado), 685,10 euros
MPT (1 Deputado), 685,10 euros
PND (1 Deputado), 685,10 euros
TOTAL MENSAL (47 Deputados), 32.199,70 euros
PS - menos 61.659,00 euros
Total da redução mensal nesta rubrica - menos 129.483,90 euros
PS - menos 6.851,00 euros
CDS - menos 2.260,83 euros
PCP - menos 2.260,83 euros
Impacto nos restantes partidos - sem alteração
Assembleia da Madeira: PS com novo assessor
Assembleia da Madeira: os espaços...
Em 2004
PSD – 44 deputados, 64,7% do total
PS – 19 deputados, 27,9% (quando os espaços foram distribuídos o PS tinha 19 deputados e quando perdeu a mandatos não foi “penalizado” por isso)
CDS – 2 deputados, 2,9%
PCP – 2 deputados, 2,9%
Bloco – 1 deputado, 1,5%
Distribuindo, proporcionalmente, os 799,17 metros quadrados disponíveis para os partidos, a cada um deles deveria ter correspondido o seguinte:
PSD – 516,7 m2
PS – 224,17 m2
CDS – 23,2 m2
PCP - 23,2 m2
BE – 12 m2
Contudo, a distribuição efectiva dos espaços parlamentares foi a seguinte:
PSD – 385,6 m2
PS – 202,1 m2
CDS – 85,6 m2
PCP – 49,1 m2
BE – 41,25 m2
Independentes – 37,6 m2 (espaço adicional alugado)
Isto permitiu um rácio deputado por metro quadrado curioso:
PSD – 8,8
PS – 10,6
CDS – 42,9
PCP – 24,6
BE – 41,3
2007
Depois das eleições de Maio, a situação ficou assim:
PSD – 33 deputados, 70,2% do total
PS – 7 deputados, 14,9%
CDS – 2 deputados, 4,3%
PCP – 2 deputados, 4,3%
Bloco – 1 deputado, 2,1%
PT – 1 deputado, 2,1%
PND – 1 deputado, 2,1%
Quer isto dizer que distribuindo, proporcionalmente, os 737,54 metros quadrados disponíveis para os partidos, a cada um deles deveria ter correspondido o seguinte:
PSD – 513,77 m2
PS – 108,53 m2
CDS – 34,32 m2
PCP – 34,22 m2
BE – 15,5 m2
PT – 15,5 m2
PND – 15,5 m2
Contudo, a configuração dos espaços e a sua localização, faz com que venham a ser atribuídos os seguintes espaços:
PSD – 385,6 m2 (mesmo espaço)
PS – 95,15 m2
CDS – 53,4 m2
PCP – 49,1 m2
BE – 29,95 m2
PT / 19,36 m2
PND / 16,3 m2
Independentes – 37,6 m2 (espaço adicional alugado)
Isto permite um rácio deputado por metro quadrado curioso:
PSD – 11,7
PS – 13,6
CDS – 26,7
PCP – 24,6
BE – 30,0
PT – 19,4
PND – 16,3
Ponto de ordem III
Macaquinho manhoso...
Aos portistas I
Enganos...
Ponto de ordem II
Ponto de ordem I
Portos
Regimento II
Regimento I
Corridas socialistas
Assembleia da Madeira: PND com reforço
Assembleia da Madeira: Líderes
sexta-feira, junho 01, 2007
O TC e as transferências para partidos II
Eu percebi que os jornalistas tinham conhecimento (não era difícil quando foi enviada uma circular) de que hoje na Assembleia teve lugar uma reunião diferente do habitual, proposta pelo PSD e que teve por objectivo analisar a questão das transferências de verbas para os partidos, na sequência da posição assumida pelo Tribunal de Contas.Mais do que a eventualidade de uma duplicação de poderes de fiscalização - pelo Tribunal de Conta se pelo Tribunal Constitucional (Entidade de Contas dos Partidos), resultante de um atropelo de competências - é importante resolver, de uma vez por todas, as dúvidas:
a) São ou não os partidos obrigados a prestar contas do dinheiro que recebem da Assembleia e do uso que lhe foi dado?
b) Podem ou não os partidos utilizar esses recursos financeiros indiscriminadamente, sem limitações de qualquer espécie?
c) Podem ou não as transferências ser feitas directamente para partidos regionais, quando constitucionalmente eles não existem, havendo apenas partidos nacionais?
d) Terão ou não essas transferências que ser feitas para grupos parlamentares ou, no caso de deputados únicos, para contas solidariamente abertas pelos partidos e pelos deputados? Qual a legitimidade para que os grupos parlamentares, constituídos por pessoas eleitas, incluindo – pode acontecer – não militantes dos partidos – sejam obrigatoriamente reconhecidos nos termos estatutários, como órgãos partidários, quando é suposto que estes sejam eleitos em Congresso?
E daqui não saímos. Os partidos admitem que podem estar a ser vítimas de omissões legais, embora este seja um assunto que está a ser atentamente seguido pela Assembleia da República e pela Assembleia Legislativa dos Açores.
Não sei concretamente o que se passou na reunião, que passos foram dados, que ideias nasceram, até porque a matéria, pela complexidade é essencialmente jurídica e política. Não julgo que possa ser resolvido seja o que for sem um parecer devidamente fundamentado e consistente. Julgo que hoje foi dado um primeiro passo, que finalmente foi mostrada preocupação em resolver o ”diferendo” e que não será nunca com conflitualidades que estas matérias serão resolvidas. E para que as pessoas percebam mais facilmente do que falamos, dou um exemplo que podendo parecer acriançado, parece-me adequado: as receitas e as despesas de um partido qualquer, representam a totalidade de um bolo. Todos esses valores são auditados pela Entidade de Contas dos Partidos que funciona junto do Tribunal Constitucional. O Tribunal de Contas, por força da alteração da sua lei, em 2005, que reforçou a sua intervenção, considera que qualquer instituição que receba dinheiros públicos, pode ser auditada. Ou seja, o Tribunal de Contas quer apenas seguir o rasto das verbas que correspondem à fatia isolada do bolo, ao uso dado pelos partidos a esses montantes, deixando o restante para o T. Constitucional. O problema é que, na realidade, esta história é o contrário. Na imagem do bolo, a fatia mais pequena corresponde às quotas de filiados e outras receitas com iniciativas próprias dos partidos locais, sendo o restante, entre 85% a 90% do bolo total, correspondente aos montantes recebidos pela Assembleia Legislativa da Madeira.
Europa: Barroso e as regiões
Madeira discute baleias
Praias II
Praias I
Europa: estatísticas
Europa: ligações que recomendo
SADs? Não gozem comigo...
Europa: Commission approves regional aid map 2007-2013 for Portugal, Belgium and Denmark
Lei da Segurança Social
Não é so na Madeira
Europa: Habitação e inovação no contexto da política regional
Europa: Austrian regions become the first EU regions to have operational programmes approved by the Commission
Índice de Expectativa volta a subir

Em termos de intenção de voto, entre os inquiridos que dizem votar PS nas legislativas, este índice mantém-se acima de 50 (63.8), revelando expectativas optimistas, embora moderadas. Já entre os que tencionam votar PSD, e apesar da recuperação, o índice não vai além de 39.7 em Maio. Ainda assim, salienta-se que este último valor representou uma subida de 22.7% face a Abril. No que respeita às Regiões Marktest, destaca-se a subida de 16.7% no Litoral Centro, chegando a Maio com um índice de 45.7. Em segundo, encontra-se o Litoral Norte com 45.4 (subindo 14.1%, relativamente ao mês anterior). Também no Interior Norte foi observada uma subida de 3.2% do índice de expectativa entre Abril e Maio, chegando a este mês com 41.6. A região do Grande Porto registou uma quebra de 7.7%, ficando em quarto lugar com um índice de 40.5. Na Grande Lisboa não foram observadas alterações, mantendo-se este índice nos 40.3. Em último encontra-se a região Sul com um índice de expectativa em Maio de 34.2 - o mais baixo desde Janeiro - representando uma quebra de 19.3% face a Abril.O Barómetro Marktest/DN/TSF é realizado regularmente junto dos residentes no Continente com 18 e mais anos, do qual consta o Índice de Expectativa. O índice de expectativa resulta do tratamento das respostas dadas a duas questões: "Pensa que daqui a um ano a sua situação económica e pessoal e a do seu agregado familiar será Melhor, Igual ou Pior?" e "E em relação à situação económica do país, pensa que daqui a um ano ela será Melhor, Igual ou Pior?". (Fonte: Marktest.com, 31 de Maio de 2007)
Ponto final
«O dr. Filipe Malheiro faz aqui considerações um pouco infelizes. O Garajau é um jornal aberto, um espaço de liberdade e de opinião sem quaisquer tipos de censuras. É princípio do nosso quinzenário, não nos imiscuirmos nem riscarmos com o famigerado lápis azul, os artigos de opinião escritos pelos nossos colaboradores. Até já aconteceu, eu não concordar com um artigo do Jaime Alvega e ter-lhe respondido de uma forma acutilante e firme. Por sua vez, o Jaime não concordou com aquilo que escrevi, e contra argumentou duramente, sem que houvesse qualquer agastamento ou amuo. Filipe Malheiro é uma personalidade pública e tem um “blog”, que é dos mais lidos na Madeira, por isso tem que perceber, que quem escreve, arrisca-se a levar porrada de vez em quando, aliás, há um ditado que diz, que “quem não gosta de calor não trabalha na cozinha”. E Filipe Malheiro, como nós, adora “cozinhar”, por isso tem que aprender a viver com o “calor”, que inevitavelmente sai do “forno” quando o abrimos.» (In Garajau 01-06-2007)
Eu desconfio que por este andar, corro o risco de quebrar aquilo que para mim é uma questão de princípio. Por isso a melhor decisão, para que não descambemos, é parar por aqui sem antes deixar de sublinhar o seguinte:
a) Mantenho tudo o que disse no meu comentário, quer quanto ao ataque que um articulista que se esconde sob o anonimato me faz, mas porque me transformou numa “ponte” para atacar os jornalistas em geral, e para que se constate isso basta ler o que foi escrito;
b) Foi sobre isso, e disso, que eu falei, já que as demais considerações pessoais tem mais a ver com o que eu penso ser o perfil do autor desse texto (um dos riscos que se corre perante o anonimato, vil e repugnante, que julgava banido de imprensa séria);
c) Não faço, nunca fiz a apologia do lápis azul e estou até estou à vontade para falar assim porque já tive complicações diversas, ao longo da minha vida e por causa de artigos de opinião, incluindo com personalidades de fora da Região e que hoje ocupam altos cargos do Estado... O que eu disse, e mantenho, é que uma coisa é criticar outra coisa é ofender e fazer ataques pessoais nojentos, que não fazem o meu estilo, e que podem continuar a ser feitos, se os responsáveis pela publicação em causa se sentem realizados, o que não impede que eu denuncie e lamente a cumplicidade por parte de quem permite que isso aconteça. Se eu publicasse aqui tudo o que me mandam para o correio electrónico do meu blogue teria problemas de consciência e seria hipócrita e mentiroso, porventura reforçaria ainda mais os visitantes do blogue, mas, repito, não estaria a não ser honesto e atropelaria princípios que pelos visos outros não seguem;
d) Major Alvega? Não sei o que é que o CM tem a ver com este assunto em concreto?!
e) Personalidade pública! Eu?! Não me gozem. Deixo isso para os que gostam disso e que falem deles. Quem me conhece sabe que eu sou declaradamente anti todo e qualquer exibicionismo público ou apologia de estatutos sociais a martelo que por aí “abundam”, os quais não passam de fabricações medíocres, tantas vezes por encomenda, ou de atitudes comportamentais que revelam cagança e exibicionismo que não é comigo. Nunca foi.
f) Quanto ao resto, ao meu blogue, se é lido ou não, se vale um cêntimo ou não, se diz asneiradas, se utiliza as vírgulas (estou-se borrifando para elas...), se faz fogo ou só fumo, etc, são pormenores, meramente acessórios, que em nada fazem esquecer o essencial do meu comentário que eu mantenho integralmente – melhor ainda, reafirmo-o - porque entendo que a credibilidade de uma publicação também passa por princípios éticos. Refugiar-se sob a capa do anonimato, revela cobardia, revela porventura a necessidade de esconder ligações, pessoais ou profissionais dos autores, que ajudariam a perceber tudo, esconde situações que no passado porventura ajudam a descodificar a forma como os jornalistas, neste caso tudo por minha culpa, foram tratados.
g) Confesso, e acreditem nisso, que esta não era a minha resposta. Porque começo a estar farto de aturar certas coisas. Contudo, e por razões que ficam comigo e me dizem respeito, resolvi inflectir, para não pisar, porque é essa uma obrigação que impus e imponho a mim próprio, uma atitude que eu considero sagrada.
Margem sul
A bloesfera é um primor quanto ao humor. Este foi-me enviada por correio electrónico por uma pessoa amiga, residente em Lisboa, cuja idade já o devia mandar..."ter juízo":