Garante o Jornal de Negócios, num texto da jornalista Ana Torres Pereira, que a TAP "já está a pôr em prática o seu plano de redução de custos, para fazer face à escalada do preço do petróleo. Como já havia sido anunciado pelo seu presidente, Fernando Pinto, a companhia aérea vai diminuir o número de frequências de algumas rotas na época baixa. O corte de 60 voos semanais, para 23 destinos de médio e longo curso, por um período de cerca de três meses, poderá representar ganhos na ordem dos 20 milhões de euros". Também a jornalista Raquel Almeida Correia do Público aborda este tema na edição de hoje: "Europa é a mais afectada pelo plano de sobrevivência, que terá impacto positivo nos custos. Sindicato quer avaliar efeito sobre os trabalhadores. Menos 60 voos, mais 20 milhões de euros. Foram estas contas que levaram a TAP a suspender frequências de médio e longo curso, já a partir de Outubro. As rotas europeias vão ser as mais afectadas, enquanto as africanas escapam ao plano de emagrecimento. Uma medida de sobrevivência, face às previsões de prejuízos de 154 milhões de euros, em 2008".quarta-feira, julho 09, 2008
TAP prevê poupar 20 milhões com menos 60 voos semanais
Garante o Jornal de Negócios, num texto da jornalista Ana Torres Pereira, que a TAP "já está a pôr em prática o seu plano de redução de custos, para fazer face à escalada do preço do petróleo. Como já havia sido anunciado pelo seu presidente, Fernando Pinto, a companhia aérea vai diminuir o número de frequências de algumas rotas na época baixa. O corte de 60 voos semanais, para 23 destinos de médio e longo curso, por um período de cerca de três meses, poderá representar ganhos na ordem dos 20 milhões de euros". Também a jornalista Raquel Almeida Correia do Público aborda este tema na edição de hoje: "Europa é a mais afectada pelo plano de sobrevivência, que terá impacto positivo nos custos. Sindicato quer avaliar efeito sobre os trabalhadores. Menos 60 voos, mais 20 milhões de euros. Foram estas contas que levaram a TAP a suspender frequências de médio e longo curso, já a partir de Outubro. As rotas europeias vão ser as mais afectadas, enquanto as africanas escapam ao plano de emagrecimento. Uma medida de sobrevivência, face às previsões de prejuízos de 154 milhões de euros, em 2008".
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