terça-feira, novembro 03, 2020
RTP: Entrevista com o Presidente da República
segunda-feira, novembro 02, 2020
El Gobierno de Venezuela confirma la detención de Roland Carreño, periodista crítico con Maduro
Carreño fue detenido en el
contexto de la fuga de Leopoldo López desde la residencia de la Embajada de
España en Caracas el pasado sábado, circunstancia que ha hecho enojar al
Gobierno de Nicolás Maduro. Después de la fuga de López, la policía política
venezolana ha estado sometiendo a interrogatorios a los trabajadores
venezolanos de la Embajada de España en Caracas para obtener información.
Diosdado Cabello, número dos del chavismo, ha criticado la presunta complicidad
del embajador español en Caracas, Jesús Silva, en su salida del país.
Militante de Voluntad Popular desde su creación, en
2009, Carreño fue abandonando
progresivamente su perfil público como periodista televisivo y presentador de
eventos vinculados al mundo del espectáculo
para irse involucrando en la actividad de la formación y el compromiso
político. Particularmente, a partir de 2014,
el momento de la llegada de Maduro al poder, mientras la quiebra del
país y el fin de la democracia se hicieron ostensibles para muchas personas.
Carreño ha asumido importantes
responsabilidades y ha desarrollado una cercanía especial con el entorno
familiar de López, del cual se había convertido en un estrecho colaborador
durante los últimos años. Junto a él, figuran también como desaparecidos los
jóvenes Elías Rodríguez y Yeferson Sarcos, también militantes de Voluntad
Popular. Casi al mismo tiempo que Carreño, el Sebin detuvo también a Nathaly
Sifontes, cuñada de Diana López, hermana de Leopoldo con el objeto de responder
a un interrogatorio. Sifontes fue citada a declarar a la cárcel de El
Helicoide, y fue liberada finalmente varias horas después (El Pais)
Nota: Os feirantes ameaçam?
Faz-me
uma enorme confusão esta perseguição constante aos feirantes, impondo-lhes a
obrigatoriedade de encerramento dos
espaços utilizados e impedindo-os de exercer a sua actividade, sempre
que são adoptadas medias restritivas da mobilidade dos cidadãos. Sou pouco
tolerante, para não dizer nada tolerante, para com todos os abusos e a
libertinagem selvagem que em tempos de pandemia e de restrições sanitárias -
que existem e que são tomadas a pensar na defesa de todos nós e no interessa de
uma sociedade que tem que combater esta pandemia com determinação - são uma
ameaça para os demais cidadãos.
Mas
não entendo como é que os feirantes - por que não controlam os espaços deles em
termos de limpeza e aplicação de rigorosas medidas sanitárias e defesa
colectiva? por que não controlam os acessos, limitando a presença de pessoas,
evitando assim grandes acumulações excessivas como na F1 ou naquela cena
patética das ondas na Nazaré? por que não reduzem horários de funcionamento,
caso queiram, e colocam a fiscalização municipal ou mesmo policial no local?
por que não reduzem o número de espaços de venda a funcionar impondo, caso seja
necessário, uma rotatividade entre os feirantes? - são uma ameaça. Por serem
ciganos, muitos deles? Por serem pessoas simples e de fracos recursos? Por
obedecerem, por natureza, às instruções que lhes são impostas?
E as
tascas abertas pela noite fora provocando o ajuntamento de centenas ou mais de
pessoas nos copos, ou as discotecas com lotação hiper-cheia e sem cumprimento
de regras sanitárias (e que parecem estar a pedir novo encerramento unilateral,
mesmo que elas consigam fugir à fiscalização policial, sanitária e económica),
ou os centros comerciais que são espaços fechados (ao contrário das feiras) não
são uma ameaça para a saude pública, em termos pandémicos, mas os feirantes
são? Não entendo e estou solidário, 100% com eles, com os seus protestos,
repito, desde que cumpram as regras impostas pelas autoridades de saúde e
autárquicas e tenham a consciência das suas obrigações perante o momento que
vivemos. Ao poder só se pede que sejam coerentes e respeitem essa gente. E não
apliquem medidas diferentes para situações iguais, tratando uns e outros de
forma diferenciada. Assim não (notícia aqui) (LFM)
Nota: Fórum Madeira com cheiro a Natal
Sondagem: Marcelo acumula 45 pontos de vantagem na corrida a Belém
A
popularidade do atual presidente ao longo de sucessivos barómetros, incluindo o
que publicámos no fim de semana (60% de avaliações positivas) fazia prever uma
vitória folgada. E a explicação é sempre a mesma: Marcelo tem no bolso os
eleitores socialistas. No caso desta sondagem, dois terços (66%) anunciam que
lhe entregarão o voto em janeiro de 2021. A eurodeputada socialista só consegue
captar, nesta altura, pouco mais de um quinto (22%) dos que votam no PS.
Imitar
Eanes e Soares
Se o
atual inquilino de Belém mantiver o fôlego, tem ao seu alcance um resultado ao
nível de Ramalho Eanes (61%), nas primeiras presidenciais do período
democrático, em 1976. Os 70% de Mário Soares, em 1991, parecem mais difíceis. A
comparação faz sentido, mesmo com tantas décadas de intervalo. Tal como agora,
o chamado bloco central (PS + PSD) confluiu para o mesmo candidato. No caso de
Eanes, o apoio foi explícito. No de Soares, o PSD liderado por Cavaco deu apoio
tácito. Marcelo, por sua vez, pode contar com apoio tácito do PS de Costa.
Apesar de usufruir de um apoio transversal, há segmentos que se destacam. As áreas metropolitanas, em particular a de Lisboa, são o terreno mais fértil para Marcelo, bem como os eleitores no fundo da escala de rendimentos e as mulheres (mais 13 pontos percentuais que os homens). Finalmente, atinge o pico entre a faixa etária mais jovem (18/34 anos), para perder gás à medida que os eleitores envelhecem.
Sondagem: Direita já soma mais do que os socialistas
PS está no patamar mais baixo desde as legislativas. PS está no patamar mais baixo desde as legislativas, mas "geringonça" tem uma vantagem grande sobre uma eventual "caranguejola". Os três partidos mais novos valem 14 pontos. É o pior resultado do PS desde as eleições legislativas do ano passado. E a primeira vez que o barómetro da Aximage para o JN e a TSF dá aos socialistas menos do que a soma dos quatro partidos da Direita. Junte-se a subida surpreendente do BE e o caldo parece entornado para António Costa. Mas talvez seja precipitado anunciar o fim de um ciclo. Uma eventual "caranguejola" está a mais de 14 pontos da "geringonça". Atenção ainda ao PAN: está na luta pelo quarto lugar com CDU e Chega.
Os resultados da sondagem de outubro permitem vários ângulos de análise. E manda a tradição que se olhe com mais atenção, primeiro, para os que estão no topo. Mas talvez valha a pena começar de baixo para cima. Porque se confirma uma tendência que, a repetir-se em eleições, anuncia mudanças significativas do quadro parlamentar: são os novos partidos os que mais crescem.
Covid19: e o Porto Moniz?
Covid19: comparação dos dados entre regiões insulares europeias (1.11.2020)
Itália
Sardenha,
9.830 casos, 234 mortos
Sicilia,
22.853 casos, 518 mortos
Espanha
Canárias,17.263
casos, 282 mortos
Baleares,18.361
casos, 366 mortos
Portugal
Açores,
388 casos, 15 mortos
Madeira,
455 casos, 1 morto
Nota: um regulador que tem que mudar. E muito!
Confesso que nunca entendi a utilidade disto, nem percebo por que razão o sector da comunicação social precisa de um regulador tão sofisticado, que não consegue perceber nem a crise no sector que "regula" (?) nem as ameaças que o futuro coloca aos mídia. Quanto aos valores noticiados pelos vistos resultam de encargos com pessoal e quanto se trata de despesas com pessoal eu nunca comento porque não tenho nada com o assunto demasiado sério para andar na praça pública ao sabor de "arrotos". Até porque a ERC (criada em 2005,e extinguindo a então Alta Autoridade para a Comunicação Social) é uma entidade que recebe via Assembleia da República as verbas necessárias ao seu funcionamento. Mas este regulador, que parou no tempo, cristalizou-se, tem que se modernizar, tem que adaptar-se a uma realidade no sector que alegadamente regula que mudou muito nos últimos 20 anos e que vai continuar a mudar e a sofrer ameaças crescentes de manipulação, dependência agressiva e condicionalismos de vária espécie.
Acham,
por exemplo, exemplar e aceitável que um organismo desta natureza tenha um
conselho regulador - composto por um presidente, por um vice-presidente e por
três vogais - relaticamente ao qual a Assembleia da República designa quatro
dos seus membros do conselho regulador, por resolução e que estes, depois,
República cooptem o quinto membro do referido conselho regulador? (LFM)
Nota: uma crise indisfarçável
A crise no sector é dura, ainda nem sequer acabou, começou muito
antes da pandemia, foi desvalorizada, diria mesmo deliberadamente ignorada - há
muitos outros casos por enquanto muito bem camuflados, até um dia em que a
"tampa salta"... - pelo que espremido o Sindicato nada vai conseguir
nada de útil. Tanto mais que este grupo de comunicação social há muito que está em dificuldade. Quanto à
realidade basta ver a "depuração" havida nas redações, a precariedade
salarial e laboral, a falta de estabilidade profissional, a manipulação, o
condicionamento de muitos meios de comunicação social, frequentemente
denunciado, e atribuído a factores exógenos que não controlam (e que não
são relacionados apenas com a política, bem pelo contrário...).
Hoje a comunicação social é cada vez
mais apenas e sõ comunicação televisiva. Mas a realidade é que até as empresas
de televisão em Portugal estão no vermelho, sem receitas, com encargos
financeiros significativos, etc, etc. Uma realidade que a pandemia agravou e
que nem a "esmola" do governo de Costa de 15 milhões de euros em
publicidade comprada antecipadamente - decisão que depois mergulhou na habitual
teia burocrática do costume, que nada concretiza, apenas adia - resolveu. Por
isso, duvido que esta intenção de despedimentos - que temo vá continuar com
outras empresas - possa ser travada com meros comunicados sindicais. E comunicação
social não são apenas os meios de comunicação social ditos de expressão
nacional (que já não existe mais). Há a comunicação social regional cujos
problemas são bem maiores e se multiplicam não sei quantas vezes (LFM)
domingo, novembro 01, 2020
sexta-feira, outubro 30, 2020
Las colas del hambre recorren Nueva York
Unos 1,5 millones de neoyorquinos, en una ciudad de casi nueve, dependen hoy del reparto de alimentos para subsistir. Es la nueva pobreza derivada de la covid-19, que engorda unas filas del hambre no inéditas, pero sí sonrojantes en algunas áreas. “Yo pateo mucho mi barrio, y cada día me encuentro decenas de nuevas personas sin hogar, la situación es alarmante”, explica Ramos, savia nueva del Partido Demócrata, especialmente combativa en una emergencia “abocada a un invierno muy crudo” y en vísperas de unas elecciones en las que, en los programas económicos de los candidatos, entre la vanagloria prepandémica de Trump y el brindis de Biden a la clase media, no parece haber espacio para los nuevos parias.
EUA: Trump ganha algum terreno no voto popular
A campanha entra na reta final e o republicano ganha terreno, embora ligeiro, nas intenções no voto popular para as presidenciais. Na média das sondagens nacionais, Trump está nos 42,9%, ou 8,9 pontos percentuais atrás de Biden, face aos 9,5 pontos de há dois dias. No voto colegial, tudo na mesma, com Biden a liderar com 232 votos, contra 125 de Trump, e 181 indefinidos (Infografia do Jornal Económico, de Mário Malhão)
Venezuela: El opositor Leopoldo López anuncia que su intención es “regresar para liberar a Venezuela”
Bajo un rótulo del Centro de Gobierno de Juan Guaidó —el presidente interino reconocido por unos 60 países— y flanqueado por una bandera venezolana, el líder opositor ha estado acompañado por su padre , Leopoldo López Gil, eurodiputado del PP; su esposa, Lilian Tintori; y sus hijos. López ha iniciado sus palabras agradeciendo “a Dios, a los españoles y al Gobierno de Pedro Sánchez” su libertad. “Yo no quería salir de Venezuela. Las circunstancias me han llevado a ello. Recojo las palabras de Rómulo Betancourt [expresidente de su país]: Volveremos. Los venezolanos en el exilio vamos a regresar a Venezuela”.
Venezuela: El Gobierno de Venezuela confirma la detención de Roland Carreño, periodista crítico con Maduro
Varias ONG y periodistas mantiene que el periodista fue enviado a la cárcel del Servicio Bolivariano de Inteligencia (Sebin) conocida como El Helicoide, aunque otras fuentes aseguran que está en los calabozos de la Policía Nacional Bolivariana y ya pudo hablar con su abogado. El régimen chavista no ha formulado cargos de manera oficial. El Colegio Nacional de Periodistas y el Sindicato Nacional de Trabajadores de la Prensa (SNTP) han estado haciendo una intensa campaña para que se informe sobre su paradero y sea liberado.
Venezuela: La huida de Leopoldo López agrava el choque diplomático entre Venezuela y España
Las circunstancias
de la salida de Leopoldo López de Venezuela el pasado sábado han desembocado en
el enésimo choque diplomático entre Caracas y Madrid. El Gobierno de Nicolás
Maduro acusó a España de participar en el operativo que permitió al dirigente
opositor salir de la residencia del embajador, Jesús Silva, donde llevaba un
año y medio resguardado, y abandonar el país sorteando los controles de las
fuerzas de seguridad chavistas. Sin embargo, el régimen bolivariano se limitó a
la escalada retórica y evitó, de momento, adoptar medidas concretas.
La huida de López, que el domingo llegó a Madrid para reunirse con su familia, despertó dudas, también en las filas opositoras, sobre los detalles de la operación. La residencia de la Embajada de España se encuentra en la urbanización Country Club, la más exclusiva de Caracas y, desde el alzamiento del 30 de abril de 2019 que llevó a la liberación del político de su arresto domiciliario, está permanentemente rodeada de agentes del Servicio Bolivariano de Inteligencia (Sebin) y, a menudo, de patrullas de las fuerzas especiales e la Policía.
29% dos portugueses sem capacidade para suportar despesas extras
O "Retrato de
Portugal na Europa" - edição de 2020 - é uma publicação lançada pela
Pordata, a base de dados estatísticos da Fundação Francisco Manuel dos Santos,
na data em que se assinala o Dia Europeu da Estatística.
A publicação, que
reúne dados do Eurostat, o gabinete de estatísticas da União Europeia (UE),
compara, sempre que possível, vários indicadores socioeconómicos de Portugal
com os restantes 26 Estados-Membros, incluindo população, rendimentos,
educação, saúde, emprego, proteção social, macroeconomia, ciência e tecnologia,
ambiente, energia, turismo, justiça e segurança.
As estatísticas mais atuais disponíveis centram-se nos anos 2018 e 2019 (com exceção das relativas à proteção social, que recuam a 2017).
O que nos distingue dos outros europeus? Estudamos menos, ganhamos mal e vivemos mais tempo
Os números são
apresentados pela Pordata no âmbito do Dia Europeu das Estatísticas, que se
celebra esta terça-feira. Segundo a base de dados estatísticos da Fundação
Francisco Manuel dos Santos, Portugal fica também bastante aquém do resto da
comunidade no que ao saldo migratório diz respeito (diferença entre os
imigrantes e os emigrantes), mas alcança, ainda assim, a 7.ª posição.
Por cá, 4,7% da
população é estrangeira, o que compara com os 47,4% do Luxemburgo, por exemplo.
No sentido oposto, apenas 0,6% das pessoas que residem na Roménia são de outras
nacionalidades.
Já quando o assunto é idade, Portugal é um dos mais envelhecidos da Europa: está no 25.º lugar no ranking referente à população com menos de 15 anos, uma vez que apenas 13,8% corresponde a este grupo etário. A média da UE27 é 15,2%, mas o grande destaque vai mesmo para a Irlanda, onde 20,7% da população é menor de 15 anos.
TAP perdeu €60 milhões por mês. Sangria vai continuar
Há uma catástrofe
a pairar sobre a indústria da aviação que se adensa à medida que o inverno
avança, as reservas desaparecem a ritmo acelerado e a procura cai a pique. Os
números do primeiro semestre da TAP não são animadores, e a perspetiva de uma
nova vaga de covid-19 piora a situação. Nos primeiros seis meses do ano, a TAP
perdeu, em média, €134 milhões de receitas por mês. Uma quebra acompanhada por
uma pequena almofada, já que os custos também encolheram, recuando €76 milhões.
Ainda assim, esfumaram-se da TAP quase €60 milhões por mês, em média, na
primeira metade do ano face a 2019.
A aproximação do
inverno faz temer o pior, e a empresa lamentou esta semana a perspetiva de uma
acentuada descida da procura. Os custos fixos da TAP, como de qualquer
companhia aérea, são pesados. Só os trabalhadores custaram €221 milhões no
primeiro semestre — ainda assim houve um ‘alívio’ de €111 milhões, fruto do
lay-off e da menor atividade. Há milhões a evaporar-se, e a própria lucrativa
Lufthansa já admitiu ter perdas de €500 milhões por mês.
A administração da TAP, sabe o Expresso, acredita que a companhia irá conseguir aguentar-se com os €1,2 mil milhões até março de 2021. Um montante que conta adicionalmente com o conforto de uma garantia de Estado para um empréstimo de mercado no valor de €500 milhões, que fará subir o apoio público para €1,7 mil milhões. As contas da transportadora terão ainda um reforço adicional com a possibilidade de os €1,2 mil milhões de auxílio poderem vir a ser convertidos em capital, reforçando os capitais próprios, o que irá acabar por acontecer, em princípio, na altura em que entrar em vigor o plano de reestruturação, nos primeiros meses de 2021.

















