sexta-feira, agosto 03, 2012

Opinião: "FESTEIROS EMBUSTES"

"Há um provérbio que diz que "a casa do mentiroso está em cinzas e ninguém acredita que ela ardesse". Outro sustenta que "quando o mentiroso diz a verdade, adoece".
Vem isto a propósito da verdade "versus" mentira na política. A política precisa cada vez mais de verdade e menos de mentirosos, precisa cada vez mais de rigor, de ética e de verticalidade e menos de hipócritas, oportunistas e saloios. Muito do que a política (e os partidos) hoje padece decorre da tolerância excessiva das pessoas para com o embuste sistemático e da permissividade que durante anos foi dada a uns crápulas mentirosos que se aproveitam (ram) da política para dizerem que são o que realmente não são, dizerem que querem o que não querem ou prometerem o que sabem não poder (nem querer) cumprir.
Quando os recentes incêndios florestais devastaram a Madeira, essa ocorrência teve lugar na semana que o PSD regional tinha agendado a sua festa popular no Chão da Lagoa, aliás prontamente adiada por decisão do próprio líder regional do partido. Não vou perder muito tempo com estas iniciativas partidárias, com o que elas valem em termos eleitorais, com o significado político que lhes tentam dar ou com as disputas acerca das afluências porque não é sobre isso que me quero pronunciar e porque reconheço que cada um tem a liberdade de dizer o que bem entender à volta destes temas.
O que quero enfatizar é a forma ridícula como, através de declarações nos meios de comunicação social ou socorrendo-se de alguns parcos recursos na internet, em redes sociais ou em alguns (pouquíssimos) blogues ainda com interesse, se tentou pressionar o PSD regional a adiar a sua festa popular e, mais do que isso, se procurou "obrigar" os social-democratas a anular a iniciativa. O que é absurdo, patético e perfeitamente rafeiro é que os mesmos que exigiam que os laranjas fizessem isso, mantiveram a sua festinha de anos serrana - outros, que se saiba, não anularam o pequeno encontro familiar que costumam realizar por estas alturas do ano...
Na tentativa desesperada de não ficarem mal na fotografia (a lata de pedirem aos outros o que não reclamaram a si próprios) - porque estas festas populares são organizadas com antecedência, implicam compromissos até financeiros tomados com antecedência, originam gastos realizados antecipadamente pelos partidos promotores, envolvem relações e acordos comerciais entre os partidos e feirantes privados, a contratação de artistas, etc. - vieram com a treta, porque é realmente uma treta, se quiserem um embuste do tamanho do mundo, de que as receitas reverterão a favor não se sabe de quem. Uma falácia!
O próprio líder do PS local, Vítor Freitas, o anunciou pomposamente em conferências de imprensa (mais uma).
Conheço muito bem, melhor do que Vítor Freitas, a realidade das iniciativas partidárias, a realidade interna dos próprios partidos, incluindo quando se fala de receitas. O que Vítor Freitas disse - de que as receitas da festa dos socialistas reverteriam a favor das vítimas dos incêndios florestais - é, para além de revelar um inqualificável oportunismo saloio e rafeiro, uma enormidade bem demonstrativa da dimensão da política rafeira e rasteira do vale-tudo. Mas quais receitas? Com (de) que receitas próprias vive afinal o PS local? Das quotas dos militantes? Não me gozem. Receitas da festa? Quais receitas? De certeza que andam a brincar com coisas sérias e com elas tentam fazer demagogia barata. Quanto muito o que o PS local fará - e isso cabe a cada partido decidir em função das suas disponibilidades orçamentais - é usar parte da verba que mensalmente recebe da Assembleia Legislativa para atribui-la àquele fim, embora não se consiga perceber como será feita essa gestão. Também pouco importa, porque para o PS local as fotografias, as imagens de televisão, a autopromoção permanente, as conferências de imprensa, os encartes publicitários (?) em jornais é que importa. É uma forma muito "sui generis", muito fácil de fazer política.
E se quiserem, também de financiamento partidário poderei falar, mais não seja para que as pessoas fiquem realmente a saber do que está em causa, de que verbas estamos a falar, de que encargos partidos e deputados têm, de que outros financiamentos (indiretos) os partidos com representação parlamentar, sem exceção, beneficiam para além das transferências financeiras mensais.
Victor Hugo, poeta, escritor, dramaturgo e político, escreveu ("Os Trabalhadores do Mar"): “Ter mentido é ter sofrido. O hipócrita é um paciente na dupla aceção da palavra; calcula um triunfo e sofre um suplício. A premeditação indefinida de uma ação ruim, acompanhada por doses de austeridade, a infâmia interior temperada de excelente reputação, enganar continuadamente, não ser jamais quem é, fazer ilusão, é uma fadiga. O odioso da hipocrisia começa obscuramente no hipócrita. Causa náuseas beber perpetuamente a impostura. A meiguice com que a astúcia disfarça a malvadez repugna ao malvado, continuamente obrigado a trazer essa mistura na boca, e há momentos de enjoo em que o hipócrita vomita quase o seu pensamento. Engolir essa saliva é coisa horrível. Ajuntai a isto o profundo orgulho. Existem horas estranhas em que o hipócrita se estima. Há um eu desmedido no impostor. O verme resvala como o dragão e como ele retesa-se e levanta-se. O traidor não é mais que um déspota tolhido que não pode fazer a sua vontade senão resignando-se ao segundo papel. É a mesquinhez capaz da enormidade. O hipócrita é um titã-anão".

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P.S. – Terminou mais uma sessão legislativa na Assembleia da Madeira, pretexto para “balanços” que os partidos, cada um com a sua dose de oportunismo e de manipulação, apresentam. O PCP, pela voz de Edgar Silva, furou o teto, rebentou a escala! São números que dão cabo das tretas que os socialistas locais dias antes veicularam em mais uma conferência de imprensa (faltou fazer essa estatística: quantas conferências de imprensa cada partido promoveu neste ano parlamentar?!). Falta saber o que dirá a tudo isto o CDS. Confesso que não sei se um dia destes tentarei explicar às pessoas do que falamos (e eles falam). Uma coisa é apresentar propostas sobre propostas, montanhas delas; outra coisa, é destacar politicamente o facilitismo demagógico a elas subjacente, os seus efeitos práticos (aprovações) e a dependência face a uma fobia da estatística (que no caso do PCP local já é cronicamente conhecida). De que serve uma equipa de futebol revelar que tem um plantel com 40 jogadores, se apenas 14 deles é quer são utilizados regularmente?!" (in JM)

Opinião: "CANÁRIAS E OS MEIOS AÉREOS"

"Parece-me importante desmistificar, de uma vez por todas, algumas declarações feitas a propósito dos meios aéreos de combate aos incêndios e da sua utilização nas regiões insulares, particularmente nas Canárias. Refiro-me a declarações de alguns políticos.
Desconheço o conteúdo e a base de sustentação científica do estudo sobre a utilização de meios aéreos de combate a incêndios na Madeira, cuja existência foi confirmada por ocasião dos últimos grandes incêndios florestais que assolaram e destruíram grande parte das serras da nossa ilha. Mas não é isso que pretendo abordar neste momento, devido a uma falta de informação que assumo e que acho que não devia existir. Se existem decisões técnico-científicas sustentadas, sérias e plausíveis, que desaconselham o uso de aviões e de helicópteros no combate aos fogos florestais na Madeira, então essa informação devia ser do conhecimento público. Para que se evitem especulações, desconfianças e repetidas polémicas.
Contrariando o que tem tido escrito e dito, não existem meios aéreos permanentes de combate aos incêndios nas Canárias. Quem disser o contrário, mente. Uma coisa é a existência de meios próprios naquela região autónoma espanhola, que não existem; outra coisa é a utilização desses meios aéreos de combate aos fogos, o que se confirma, sobretudo depois do governo de Madrid, a pedido do governo de Rivero Paulino, os ter enviado para Canárias.
Comecemos pelo essencial, para que não se continue a enganar as pessoas: em Canárias não há meios aéreos permanentes de combate a incêndios florestais. Depois dos grandes incêndios florestais que assolaram as ilhas de La Gomera e de Tenerife, este mês, tem-se intensificado e alargado o debate público em torno da inexistência de meios aéreos nas Canárias para combate aos fogos. Estamos a falar de um tema que é recorrente assenta numa discussão que conjuga o clima de Canárias com hidroaviões que apenas carregam água no mar, o clima quente durante todo o ano em muitas das ilhas do arquipélago com a orografia e o uso de helicópteros, inclusivamente até para outros fins.
Os hidroaviões só podem ser usados no combate a incêndios enquanto os helicópteros são mais versáteis e representam um investimento mais reduzido. Lembro que em Canárias existem organismos públicos ligados aos socorros e emergência que possuem helicópteros de intervenção rápida, ao contrário do que que acontece na Madeira. Comparativamente com os aviões, os helicópteros embora tendo menos capacidade de armazenamento de água, podem realizar mais viagens, abastecer-se em lagoas ou piscinas, enquanto o avião tem que fazê-lo ao longo da costa descendo e voltando a subir vezes sem conta, gastando elevadas quantidades de combustível. Para os técnicos canarianos, a abordagem é mais segura quando feita por helicópteros que tem uma outra vantagem, a de poderem utilizar água doce, enquanto os aviões de maior porte só podem transportar água do mar (não existem rios nem represas nas Canárias) o que não é muito benéfico para os terrenos assolados pelos incêndios.
Recentemente o tenente-coronel Tomás Palácios, que liderou a equipa que combateu os incêndios em Tenerife, reconheceu numa entrevista a um jornal local que “a orografia de Canárias é muito complicada, tornando muito mais cansativo o trabalho de combate aos incêndios realizado pelos bombeiros em terra. Além disso, há locais que são absolutamente inacessíveis e neste caso só se pode atacar os incêndios com recurso a meios aéreos”.
Interrogado sobre se os hidroaviões são essenciais no combate a um incêndio com as características daqueles que assolaram Tenerife (destruídos mais de 5 mil hectares de terrenos), o tenente-coronel reafirmou que os meios aéreos são necessários: “A vantagem dos aviões Foker é que lançam uma quantidade de água tremenda, mas o helicóptero também é importante. De uma maneira geral, direi que os meios aéreos devem existir, são importantes e complementando-se com os demais meios existentes, ajudam a combater um incêndio". Sobre se devia haver ou não hidroaviões em Canárias, permanentemente, Garcia Palácios recusou responder à questão: "Suponho que quem tem que tomar essa decisão o fará em função dos parâmetros que tenha à sua frente".
Um jornal canário, com posições distantes do governo regional de coligação (Coligação Canária, nacionalista e os socialistas do PSOE) escrevia no editorial no passado dia 19 de Julho:
"É lamentável que um governo canário que de repente se tornou ecologista, recusando querer saber informações sobre a quantidade e a qualidade do petróleo existente em torno de nós, seja incapaz de objetivamente priorizar gastos. Para ele é mais importante ter uma polícia autonómica que ter um serviço próprio de combate a incêndios, devidamente equipado com hidroaviões que possam operar nas nossas florestas e ajudem a preservar uma das maiores atrações turísticas, a nossa paisagem. Sabendo de antemão o risco constante de incêndios que padecem as Canárias, nomeadamente na época estival, por causa das ondas de calor, da escassez de chuva, do vento e das dificuldades resultantes do nosso terreno acidentado, teria sido mais consistente que, antes de criar uma força policial regional, fosse dada prioridade à aquisição de hidroaviões para combater os incêndios e que possam juntar-se aos demais meios operacionais já existentes, com tripulações devidamente treinadas para enfrentar e extinguir os incêndios nesta terra cheia de ravinas, desfiladeiros e locais inacessíveis. Um serviço que poderíamos até prestar a outras comunidades autónomas sempre que fosse necessário".
Todos os meios aéreos usados no combate aos incêndios de La Gomera e Tenerife, foram enviados pelo governo de Madrid a pedido do governo regional de Canárias, incluindo alguns que se encontravam estacionados em Sevilha, no sul do país, depois de terem estado uma semana empenhados no combate a um tremendo incêndio florestal que devastou vastas áreas da Comunidade Valenciana, curiosamente a primeira a recorrer ao fundo financeiro criado pelo governo de Rajoy para apoiar as Comunidades com maiores dificuldades financeiras.
O próprio Presidente das Canárias, Paulino Rivero, defendeu a necessidade do Estado ter permanentemente nas ilhas, sobretudo em épocas de maior risco como o verão, hidroaviões preparados para intervir sempre que surgirem incêndios florestais graves, como o que ocorreu no sul de Tenerife e que consumiu mais de 5.000 hectares de florestas e terras agrícolas. “As ilhas Canárias estão muito longe do continente para que os hidroaviões se incorporem rapidamente nas operações de combate aos incêndios florestais”, disse Rivero. O presidente do executivo local recordou que estas aeronaves especiais, com capacidade para cerca de 5.500 litros de água, apenas se juntaram às ações de combate ao fogo 30 horas depois do seu início, “muito tempo para uma situação de emergência”. Rivero diz que não há outra solução senão a de estabelecer em Canárias "uma base permanente de meios estatais anti-incêndios”.
O Presidente do Governo de Las Palmas lembrou que enquanto na Península se pode mover facilmente equipamento e recursos humanos, de um lado para outro, em apenas duas horas, trazer um helicóptero para Canárias é uma operação complexa que leva no mínimo dois dias, porque o aparelho não pode fazer a viagem de uma só vez, como um avião ou um hidroavião, já que está obrigado a efetuar várias escalas (que regra geral ocorrem em Marrocos) na sua viagem entre o continente e as Canárias. O debate prossegue mas a verdade é que as Canárias continuam sem meios próprios de combate aos fogos florestais" (in JM)

La Generalitat confirma que no tiene dinero para geriátricos y dependientes (lares de 3ª idade e desempregados)

Li no El Mundo que "la Conselleria de Economía y Conocimiento de la Generalitat ha confirmado este lunes que no hay liquidez para efectuar los pagos de julio a las entidades sociales con las que la administración tiene plazas concertadas, como geriátricos, residencias de discapacitados y entidades de atención a enfermos mentales.Así, las entidades sociales no ingresarán los pagos corrientes que debían recibir este martes, aunque el mes de agosto se podrá pagar "con normalidad", han informado a Europa Press fuentes de la Conselleria de Bienestar Social y Familia. Aún así, en agosto se ingresará el importe correspondiente al mismo mes, sin saber cuándo se podrá efectuar el pago de la cantidad correspondiente a julio que ahora no se ingresará. Las mismas fuentes han subrayado que el problema es "puntual" y que el conseller Josep Lluís Cleries ha estado lidiando hasta el último momento con el departamento de Economía para conseguir los fondos necesarios. La Conselleria está comunicando esta misma tarde a las entidades que finalmente no se podrán efectuar los pagos de julio, una situación que supone el "colapso" de miles de organizaciones, según ha alertado este mismo lunes la Taula del Tercer Sector Social, que aglutina a más de 4.000 entidades. La Asociación Catalana de Directores de Centros de Atención a la Dependencia Gerontológica (Ascad) alertó el pasado martes a la Fiscalía Provincial de Barcelona de la posible "desatención" de los ancianos y discapacitados ingresados en residencias concertadas y colaboradoras de Catalunya por el posible impago de las nóminas, ahora confirmado por la Conselleria de Economía. El texto presentado ante el Ministerio Público, al que ha tenido acceso Europa Press, alerta de situaciones asistenciales "críticas", especialmente para los grandes dependientes debido a las previsibles carencias de equipos humanos y materiales que se producirían de confirmarse los impagos. Ascad lamenta en el escrito que no se haya informado a los usuarios ni a los centros asistenciales de la situación, y avanza la puesta en marcha de un "plan de choque": pedir a los familiares que trasladen temporalmente a los usuarios al domicilio hasta que se normalice la situación o que asuman los costes. Este mismo martes, Ascad presentará una denuncia "en firme" ante la Fiscalía para que determine si la Generalitat ha abandonado a los dependientes”.

Andaluzia: RTVA en situación crítica

Li no El Pais que "cada andaluz se pasa frente a la televisión dos meses, unas cuatro horas diarias. De este tiempo, una parte la pasa viendo Canal Sur, por la que paga al año entre 14,9 y 20 euros, según qué entidad calcule los datos. La crisis ha vuelto a poner en el punto de mira a estos servicios públicos y ha supuesto la práctica disolución del canal valenciano, con el despido de 1.300 de los 1.700 trabajadores, y el resurgir de propuestas de privatización. La Radio Televisión de Andalucía (RTVA) parece que no va a seguir esa senda, pero su situación es crítica: la reducción de la aportación de la Junta y de los ingresos de publicidad hacen insostenible la actual estructura. La Junta, los políticos, los directivos y los trabajadores defienden un ente público y con la actual plantilla, de 1.587 empleados. Para eso hacen falta 165 millones de dinero de la administración. El consenso político sobre el mantenimiento de la RTVA tiene la máxima justificación legal: el Estatuto de Autonomía, que garantiza un servicio y una gestión pública que obliga a la Junta. A partir de ahí, surgen las diferencias en cuanto al modelo y los recursos necesarios. La RTVA tiene autorizado por el Parlamento un gasto de 219,6 millones y un déficit de 30. Cuenta este año con 122 millones de la Junta de Andalucía (33 menos que el año anterior y casi 60 menos que en 2009), una previsión de ingresos por publicidad de 40 millones que no se va a cumplir y la intención de vender delegaciones y su participación en Sandetel por 21 millones, algo que tampoco se llevará a cabo. Para hacer frente a esta crítica situación, se ha recurrido a un recorte de gastos que suman unos 20 millones. Pero es matemáticamente insuficiente para presentar unas cuentas equilibradas.
“La voluntad es cumplir, aunque el margen de maniobra es pequeño”. Así resume la situación el exconsejero de la RTVA a propuesta del PSOE y actual portavoz del Gobierno, Miguel Ángel Vázquez, quien admite que no es fácil la solución. Insta a todas las partes a “adaptarse” a los nuevos tiempos de restricciones y aboga por un modelo que “aproveche al máximo los recursos”, reduzca los “costes de producción”, busque las mejores ofertas del mercado y “no deje al pairo al sector audiovisual”. Todo manteniendo el empleo y cuotas de pantallas razonables, que ahora oscilan en torno al 14%. Pero no responde si la Junta puede aportar más a la RTVA y concluye. “
El Gobierno apuesta e intentará dar el máximo para un servicio público que es garantía de pluralidad y clave para vertebrar Andalucía. Nunca aceptaremos que es una máquina de despilfarro, como afirma la derecha”. La derecha, al menos en Andalucía y según el secretario general del Partido Popular, José Luis Sanz, admite que el modelo actual está “blindado” por el Estatuto y se desmarca de la ruta establecida por su partido en otras comunidades. En una reciente comparecencia sí advirtió Sanz que, “en un momento económico como el actual, las aportaciones de la Junta no pueden ser las mismas que en los tiempos de bonanza”. “Habrá que cambiar el modelo modificando, por ejemplo, la programación”, afirmó. Ni él ni otro representante del PP quisieron aclarar a este periódico qué modelo defienden. Juan de Dios Villanueva, consejero en la RTVA a propuesta de Izquierda Unida, socio del PSOE en el Gobierno, propone un “nuevo plan de viabilidad” donde se aborden costes salariales, externalizaciones y producción propia. El objetivo para IU es que se afecte lo menos posible a los derechos y retribuciones de los trabajadores. Una línea similar defiende Rafael Navas, representante de UGT en el comité de empresa, que considera innegociable la plantilla y el carácter público de la RTVA, por lo que reclama que las administraciones hagan el esfuerzo que sea necesario para hacerla viable. “No se puede estar en una manifestación contra los recortes y hacer decretos de ajuste”, advierte el representante de los trabajadores al Gobierno andaluz. Pedro Corrientes, de CC OO, coincide con Navas en que detrás de un medio de comunicación público
están la defensa y la garantía de la democracia y la pluralidad, algo que la Administración está obligada a defender con la dotación presupuestaria suficiente. Pide una organización más eficiente y critica que el nuevo modelo que defienden en su opinión PSOE y PP es una titularidad pública y una explotación privada, sistema que, según dice, no garantiza las condiciones adecuadas. Añade que la externalización de trabajo pretende dejar sin sentido las plantillas públicas.
En opinión de Navas, hay que cumplir los contratos programas entre la Junta y la RTVA, así como redefinir la televisión, optimizar recursos y revisar los contenidos. Añade que prescindir de producciones propias o de inversiones supone una pérdida de competitividad que redunda en la audiencia y, a la larga, en la viabilidad económica de la empresa. Navas asegura que los trabajadores están dispuestos a asumir reducciones salariales, pero no sin negociar. El comité calcula que el sueldo mensual medio del ente autonómico está entre 1.800 y 2.000 euros. Con los recortes, podrían perder unos 200 euros en cada nómina más la extra de Navidad. A esto habría que sumar cambios en condiciones laborales y la eliminación de beneficios. Demasiados recortes, afirman. Tanto los sindicatos como IU habían reclamado que antes de meter la tijera al grueso de la plantilla se redujeran los sueldos de los directivos. Y el Consejo de Gobierno lo ha hecho al limitar el máximo salario en entes públicos a 59.554 euros. De esta forma, el director del ente, que tenía un sueldo de 125.411,16 euros brutos anuales verá rebajada su remuneración en un 60%. En la dirección, antes de que se apliquen los recortes, hay nueve directivos que ganan entre 93.435 y 87.819 euros brutos al año; otros ocho que obtienen 78.138 y 18 con un sueldo de 58.417. En total suman más de dos millones al año frente. Toda la plantilla cuesta 96 millones.

Las cifras de la RTVA

- El gasto autorizado por el Parlamento es de 219,6 millones, 12,7 menos que en 2011. Con ahorro, la dirección espera cerrar el año con unos gastos cercanos a los 200 millones.
- El déficit permitido este año es de 30,5 millones.
- La subvención de la Junta será de 122 millones, 33 menos que el pasado año y un 55,7% del total. Hace cuatro años era de 188,9 millones.
- Los ingresos por publicidad están más de un 20% por debajo de los previstos
- La RTVA tiene una plantilla de 1.587 trabajadores de los que 305 están destinados en la radio, 977 en la televisión y el resto en la RTVA. El gasto en personal es de 96 millones.
Hasta la reducción salarial recién aprobada por el Consejo de Gobierno, el director ganaba 125.411 euros brutos al año; nueve directivos más, entre 87.819 y 93.435; otros ocho, 78.138 euros; y 18 altos cargos, 59.417. En total, suman más de dos millones de euros”.

Espanha: El Tesoro emitirá la deuda de las comunidades rescatadas a partir de 2013

Garante o jornalista do Expansion, Daniel Badía que “los inversores están mirando con lupa la evolución de las cuentas públicas de las Comunidades Autónomas. El Gobierno ha puesto en marcha un mecanismo con una capacidad de hasta 18.000 millones para solucionar los problemas de financiación de las autonomías. Pero se trata de una cuantía provisional con la que sólo se pretende salvar este año. Íñigo Fernández de Mesa, secretario general del Tesoro Público, aclara en una entrevista en exclusiva con EXPANSIÓN, cómo se abordará esta financiación el año que viene. “Con este mecanismo de permanencia, pretendemos centralizar las emisiones de las CCAA, de tal forma que la financiación sea mucho más eficiente. En diciembre, cuando el Tesoro haga sus cálculos sobre las estimaciones de liquidez para 2013, se incluirán ya las de aquellas autonomías que se quieran adherir al mecanismo”. Ese dinero se irá transfiriendo mediante préstamos entre la administración central y las autonomías. Eso sí, a cambio de “una condicionalidad estricta”. Fernández de Mesa también quiere lanzar un mensaje de confianza en un momento de máxima tensión en los mercados: “La deuda pública española es tremendamente sostenible”. Considera que “una rentabilidad del 7% no se corresponde con los fundamentales de la economía española”. El Tesoro tiene que volver a apelar esta semana a los mercados para obtener financiación, pero Fernández de Mesa asegura que “va a ser una buena subasta”. Y, pese a que cada vez más voces en Europa dan por hecho que España necesitará ayuda del FEEF, “no está en la agenda que España pida ayuda al fondo que compre deuda, ni mucho menos”. “Esto no se ha producido y le puedo asegurar que no se va a producir”.

El PP ofrecerá al PSOE reducir el número de diputados autonómicos

Escreve a jornalista do ABC, Paloma Cervilla que “el presidente del Gobierno, Mariano Rajoy, y los presidentes autonómicos y regionales del PP han posado este lunes ante la prensa en una tradicional foto de familia en la sede del partido, una imagen con la que quieren transmitir su unidad frente a los compromisos del déficit. Antes del almuerzo de trabajo, en el que se pondrán encima de la mesa las medidas que están tomando las autonomías y el Gobierno para cumplir con los objetivos de déficit, Rajoy se ha retratado con sus «barones» en la terraza de la sede del PP. En esta foto, Rajoy ha estado flanqueado por la presidenta madrileña, Esperanza Aguirre, a su izquierda, y por la secretaria general del PP, María Dolores de Cospedal, a su derecha. Según ha podido saber ABC, en el almuerzo a puerta cerrrada el Partido Popular ha acordado ofrecer al Partido Socialista una reducción del número de diputados autonómicos y la eliminación de los órganos institucionales que no estén contemplados en los Estatutos.

Apoyo a las reformas de Rajoy

Otro de lso acuerdos alcanzados entre los líderes populares ha sido el apoyo unánime a las reformas que ha puesto en marcha el presidente del Gobierno, Mariano Rajoy, así como aumentar las explicaciones de éstas a la ciudadanía. En este sentido, el presidente del PP vasco, Antonio Basagoiti, ha asegurado que Rajoy y los líderes autonómicos del Partido Popular van a «hacer piña» con el objetivo de sacar a España de la crisis, ya que, según ha dicho, para «no hacer nada ya estaba el anterior presidente del Gobierno», José Luis Rodríguez Zapatero. En parecidos términos se ha expresado el presidente de Extremadura, José Antonio Monago, quién ha señalado que «no es momento de hablar 'qué hay de lo mío'» sino que ahora «lo que toca es hablar de lo que une a todos». Según ha insistido, en este momento todo el mundo tiene que hacer un «esfuerzo muy importante» para salir de la crisis”.

España, el segundo país europeo más endeudado a nivel local y regional en 2012

Li no Expansion que "los ayuntamientos y gobiernos regionales de la Europa occidental se endeudarán este año en 268.000 millones de euros, de los que más de la cuarta parte, un 27 %, corresponderá a los españoles, según un informe de Standard & Poor's. Esta firma asegura en un estudio difundido hoy que el endeudamiento de las corporaciones regionales y locales de doce países de la Europa Occidental crecerá este año de manera "pronunciada", en línea con lo que hizo en 2009 y 2010. En el estudio, la firma calcula que los ayuntamientos y gobiernos regionales pedirán este año prestado 268.000 millones de euros, un 27 % más que en 2011. Como consecuencia, el total de la deuda en circulación sobrepasará los 1,5 billones de euros, un 6 % más que el año pasado. España y Reino Unido están detrás de este crecimiento, según afirma en el informe el analista de Standard & Poor's, Gabriel Forss. "Creemos que este aumento en la deuda emitida refleja principalmente el mayor peso del endeudamiento en España y en el Reino Unido, donde nosotros prevemos un endeudamiento significativo de los entes locales y regionales en 2012", apunta. En España, los factores que explican el fuerte incremento son "las débiles finanzas regionales, las elevadas necesidades de refinanciación, y la iniciativa puesta en marcha por el gobierno central de convertir la deuda a proveedores en una deuda financiera". Estos factores hacen que España pase de representar el 17 % de la nueva deuda regional y local al 27 %, con un total de 71.340 millones de euros en 2012. Solo le supera Alemania, que reduce su peso del 44 al 34 %, al pasar de 92.300 a 90.000 millones de euros entre 2011 y 2012. A larga distancia, les sigue el Reino Unido con el 9 %, frente al 5 % del año pasado, así como Suiza y Francia con el 6 %, frente al 4 % y al 3 % del año pasado, respectivamente. Del total de deuda en circulación, 1,509 billones de euros, Alemania concentra el 43 % del total con 653.921 millones de euros, seguido de España, que ocupa también el segundo puesto, con 222.251 millones. Las regiones y municipios españoles acumulaban el año pasado un endeudamiento regional y local de 176.000 millones, por lo que en un año ha crecido un 26 por ciento. En el informe, S&P destaca los esfuerzos que está España para reducir el déficit a nivel autonómico y municipal, a través de los recortes y de un estricto control de los presupuestos. No obstante, el espera que el volumen de deuda local y regional "siga teniendo un tamaño considerables", debido principalmente a "las altas necesidades de refinanciación, a un déficit que sigue siendo sustancial, aunque en vías de reducción, y a la conversión de de la deuda comercial en deuda financiera".

Rajoy convoca para septiembre su primera Conferencia de Presidentes

Li aqui que "la convocatoria de la Conferencia de Presidentes, que alcanzaría en septiembre su quinta edición y por primera vez estaría liderada por Rajoy -la última se celebró en diciembre de 2009 siendo presidente del Gobierno José Luis Rodríguez Zapatero- es una petición reiterada del presidente andaluz, que ha dicho que es "fundamental" que en ella se prioricen "compromisos y objetivos", se analicen "ingresos y gastos" de las diferentes comunidades autónomas que incluso puedan ser compartidos y, además, sirva para dar la sensación de "fortaleza de país". En cuanto a la priorización de objetivos, Griñán ha recalcado que la postura de Andalucía será defender la educación, la innovación y todo lo que implica conocimiento. "Esa será la prioridad absoluta, recortar ahí es un error que condiciona el futuro", ha subrayado el socialista andaluz, que ha añadido que, en términos generales, primero se debe decidir en qué se gasta el dinero y, después, el cómo. Al respecto de los ingresos, ha dicho que hay que combatir de forma "decidida y enérgica" el fraude fiscal, el social y el laboral porque España esta "a la cola de Europa" en el porcentaje de impuestos que pagan sus ciudadanos en relación al PIB por lo que "no es razonable" que si la carga fiscal en términos objetivos está en la media europea, la presión fiscal efectiva sea más baja. En cuanto a los gastos, el presidente andaluz cree que la Conferencia de Presidentes debe abordar aquellos gastos estructurales que, independientemente de la administración a la que competan, requieren una actuación. Este es el caso de las pensiones o de la sanidad, que sufren tensiones "más allá de lo coyuntural" y que requieren un acuerdo global. Ese acuerdo también ha sido demandado por Griñán para la implicación de las políticas activas y pasivas de empleo, por lo que ha pedido que el cónclave de presidentes autonómicos con el presidente del Gobierno aborde este aspecto. Por último, la Conferencia de Presidentes ha de servir, a juicio del presidente de la Junta, para fortalecer el valor España y poner de manifiesto que el país "tiene a todas las administraciones públicas colaborando" en el fortalecimiento de la economía y en la salida de la crisis”.

Número de portugueses desempregados quase duplicou face a 2008

Escreve o Dinheiro Vivo que "o número de portugueses desempregados está a crescer a grande velocidade nos últimos anos. Segundo os números do Eurostat, em março de 2008, 451 mil estavam à procura de trabalho. Em apenas quatro anos – junho de 2012 – esse número quase duplicou. Há agora 830 mil portugueses desempregados. Ontem, o Eurostat publicou os últimos números do mercado de trabalho português. Depois de uma estabilização em maio, que poderia indiciar uma inversão da tendência de agravamento, a taxa de desemprego nacional voltou a aumentar, atingindo em junho um novo máximo histórico de 15,4%. 0,2 pontos percentuais acima do valor registado no mês anterior e mais 2,8 pontos que há um ano (12,6%). Atualmente há mais 140 mil pessoas à procura de emprego do existiam em junho do ano passado. Destes novos desempregados, 28 mil são jovens. Apesar de os meses do verão constituírem normalmente um alívio para a taxa de desemprego - com a criação de postos de trabalho temporários - os dados do Eurostat são ajustados sazonalmente, o que significa que lhes é descontado esse efeito positivo. Ainda assim, os valores não ajustados também não mostram uma melhoria. A taxa de desemprego não ajustada foi exatamente a mesma que em maio, depois de ter caído consecutivamente nos dois meses anteriores. Ou seja, os melhores resultados desses meses parecem ainda não ter representado uma viragem que indique o começo de um caminho de descida. Esta nova subida para 15,4% vem mostrar mais uma vez o desfasamento entre as previsões do Governo e a evolução da economia. Recorde-se que, no Orçamento do Estado de 2012, apresentado em outubro do ano passado, Vítor Gaspar previa uma taxa de desemprego de 13,4%. Cinco meses depois, no Orçamento Retificativo, o ministro das Finanças corrigiu o valor para 14,5%. Passados três meses, Gaspar volta a rever em alta as previsões, esperando agora uma taxa média de 15,5% para este ano. PCP e PS viram nestes dados o reflexo da atuação errada do Governo PSD/CDS-PP, pedindo uma mudança de políticas (ver reações ao lado). Já o Bloco de Esquerda, apontou que a subida do desemprego coloca Portugal “em contraciclo com a tendência da União Europeia”, onde o indicador estabilizou. De facto, tanto na zona euro como nos 27 países da UE, a taxa de desemprego média permaneceu nos 11,2% e 10,4%, respetivamente. Portugal continua a ser o terceiro país com a taxa de desemprego mais elevada da UE, apenas ultrapassado por Espanha (24,8%) e Grécia (22,5%, dados de abril). Economias onde a destruição de emprego tem sido bastante acelerada (ver infografia). Do lado oposto do espetro está a Áustria e a Holanda, com taxas de desemprego de 4,5% e 5,1%. Quanto aos jovens, a taxa de desemprego juvenil estagnou em junho, depois de também ter recuado no mês anterior. 36,4% dos jovens portugueses com menos de 25 anos está à procura de trabalho, num total de 157 mil”.

Assessor de Romney aos jornalistas: «Kiss my ass»...

Li no site da TVI que "o assessor do candidato republicano à presidência dos EUA reagiu de forma intempestiva quando questionado pelos jornalistas sobre as recentes gafes de Mitt Romney. Rick Gorka, visivelmente desagradado com as perguntas, atirou aos repórteres: «Kiss my ass» (literalmente "beijem-me o rabo"). O caso aconteceu na capital polaca, Varsóvia, ao sexto dia de viagem de Romney fora dos EUA. Depois de ter passado pelo monumento ao soldado desconhecido na cidade, o republicano dirigiu-se para os veículos que estavam estacionados na Praça Pilsudski. Nessa altura, os jornalistas, que foram mantidos à distância, tentaram colocar algumas questões a Romney. Nenhuma obteve resposta, senão o «Kiss my ass» de Gorka, que ainda atirou outro impropério: «Shove it» (literalmente "enfia-lo", mas com uma tradução livre muito mais pesada). As questões que terão incomodado o assessor, segundo a ABC News, estariam relacionadas com as gafes de Romney nos últimos dias. «Governador Romney, está preocupado sobre os percalços da sua viagem?», questionou o repórter da CNN. «Governador Romney, tem uma declaração para os palestinianos?», perguntou o jornalista do «The New York Times». «Alguma coisa sobre as suas gafes?», indagou ainda o correspondente do «Washington Post». Todas estas dúvidas ganharam corpo durante os últimos dias, depois do candidato republicano ter passado por Londres e colocado em causa a organização dos Jogos Olímpicos e de se ter, aparentemente esquecido do nome do líder do Partido Trabalhista, Ed Miliband. Em Israel atribuiu a caraterísticas culturais o maior poder económico de israelitas em relação aos palestinianos e fez estalar os equilíbrios diplomáticos, ao manifestar que apoiaria um ataque de Israel ao Irão. Em Varsóvia, o desacerto na linguagem coube desta vez ao porta-voz, que terá considerado tudo o que se escreveu sobre o candidato republicano uma representação errada do homem que representa. Aos jornalista que insultou, pediu ainda que mostrassem «algum respeito». «Este é um local sagrado para o povo polaco», acrescentou. A ABC News salienta que depois destes incidentes Rick Gorka chamou os jornalistas em causa e terá apresentado um pedido de desculpa”.

Venda de genéricos aumentou graças à lei da prescrição por substância activa!!!

Escreve o Publico, pela jornalista Romana Borja-Santos que as “novas regras aumentam venda de genéricos, mas há quem fale em "morte lenta" das farmácias. Lei, muito criticada, tem dois meses. Apesar de não existirem dados oficiais, a Associação Nacional de Farmácias (ANF) acredita que - ao fim de dois meses da nova lei que permite que os cidadãos troquem os medicamentos prescritos pelos médicos por outros mais baratos - a venda de genéricos está a aumentar. A Associação de Farmácias de Portugal (AFP) alerta que as mudanças geram muitas "dificuldades" e levam a uma "morte lenta" do sector. O vice-presidente da ANF, Paulo Duarte, garante que as novas regras estão a ser implementadas com "tranquilidade" e que "no global as coisas estão a correr bem". Ressalvando que ainda não há dados oficiais sobre estes dois meses, o responsável diz que as primeiras impressões apontam para um crescimento da venda dos genéricos, "com os utentes satisfeitos por poderem escolher". Questionado sobre se os conhecidos problemas financeiros das farmácias, que estão a afectar os stocks, não estão a impedi-las de dispensar os fármacos mais baratos, Paulo Duarte afirma que "a situação do sector é difícil", mas garante que "estão a ser encontradas soluções para todos os casos". Isto porque desde 1 de Junho que as farmácias são obrigadas a ter disponíveis pelo menos três dos cinco medicamentos mais baratos com o mesmo princípio activo, com o objectivo de reduzir os custos do Estado e dos utentes. Visão distinta tem Manuela Pacheco, da direcção da AFP, que relata "uma morte lenta" do sector, com as farmácias com "grandes dificuldades" em gerir stocks. A responsável alerta, ainda, que muitas farmácias correm o risco de ver mais de metade das receitas devolvidas, o que implica não receber o dinheiro por parte do Estado, visto que há diferentes interpretações sobre a forma como se podem substituir os fármacos. Os últimos dados da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) indicam que no final de Junho, um mês após a legislação sobre a prescrição por denominação comum internacional (DCI) ter entrado em vigor, a quota de mercado dos genéricos atingiu 25,2%, com o preço médio no valor mais baixo dos últimos cinco anos. Mas a lei não foi recebida de forma pacífica. A Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma) e a Associação Portuguesa de Genéricos (Apogen) avançaram com providências cautelares com o mesmo objectivo: suspensão e/ ou revogação das medidas impostas pela nova lei. Do lado da Apifarma os argumentos passam pela quebra da confiança na relação médico-doente e pelo facto de as regras "negligenciarem a prescrição de medicamentos de marca e imporem ao médico limitações de ordem burocrática e económica na sua liberdade de opção". A Apogen, pelo seu lado, defende que existe o "sério risco" de a nova lei impedir o acesso de muitas empresas ao mercado, comprometendo a sua sobrevivência. Nem a Apifarma nem a Apogen receberam resposta do tribunal. A nova legislação foi mal acolhida do lado dos clínicos, com a Ordem dos Médicos a criticar o facto de as novas regras entrarem em vigor quando os sistemas informáticos ainda não tinham sido adaptados e sem que os profissionais de saúde vissem o novo modelo de receita médica. O Infarmed dispunha de seis meses para completar o processo, pelo que tudo terá de ficar concluído até ao final do ano. Questionado sobre o actual estado das alterações,o Infarmed diz que está a colaborar com a tutela na elaboração das normas técnicas relativas à prescrição. O PÚBLICO tentou também ouvir a Ordem dos Médicos, sem sucesso. Com a nova legislação, os médicos apenas podem “trancar” as receitas, impedindo a substituição dos medicamentos nas farmácias, se não houver um genérico disponível e em situações excepcionais. Até agora os clínicos já tinham obrigatoriamente de prescrever por DCI, mas podiam acrescentar a marca e facilmente dizer que não autorizavam nenhuma troca na farmácia”.

Primeiro jornal exclusivo para iPad despede um terço dos funcionários!

Li no Publico um texto da jornalista Marta Portocarrero segundo o qual “o jornal The Daily, desenhado exclusivamente para tablets anunciou nesta terça-feira o despedimento de 50 funcionários, um ano e meio depois do lançamento. Para reduzir os custos, as secções de desporto e opinião vão deixar de existir e a aplicação vai perder algumas das suas funcionalidades. O The Daily, propriedade do grupo News Corporation, surgiu em Fevereiro de 2011 e foi o primeiro jornal concebido exclusivamente para plataformas digitais móveis. O entusiasmo do lançamento, que prometia “combinar a arte de contar histórias com as capacidades interactivas” dos tablets, não fazia antever tempos conturbados, mas o pior acabou por acontecer. A empresa anunciou o despedimento de 50 pessoas, um corte de quase um terço dos seus 170 funcionários, 29% trabalharia a tempo inteiro. Segundo o jornal britânico Guardian, alguns seguranças foram contratados para retirar os empregados dispensados da sede da News Corporation, em Nova Iorque. O anúncio surge poucas semanas depois de o editor chefe do The Daily, Jesse Angelo, ter desmentido os rumores de que o jornal iria despedir alguns funcionários na sequência de um ano pouco produtivo, em que terá perdido cerca de 30 milhões de dólares (aproximadamente 24 milhões de euros). Para Jesse Angelo, trata-se de uma adaptação necessária a um meio em mudança. “Nós acreditamos que um produto e uma organização saudáveis são as que continuam a mudar”, afirmou. Além dos despedimentos, as secções de desporto e opinião vão ser extintas. A primeira passará a ser alimentada por conteúdos da Fox Sports, detida pelo mesmo grupo, e a segunda existirá apenas pontualmente. Ainda para reduzir custos, as página digitais vão deixar de poder ser lidas nos tablets tanto na horizontal como na vertical, tendo o utilizador de as subir ou descer como faz nos computadores. “Estas são mudanças que vão tornar o jornal mais forte editorialmente e que se concentram nos elementos que os consumidores nos demonstraram gostar”, afirmou Jesse Angelo. “[Vamos concentrar-nos em] reportagens originais, fortes elementos visuais, bons vídeos e fotografias, infografias e interactividade”, acrescentou. Em Junho,a News Corporation Erro! A referência da hiperligação não é válida. que implicou o encerramento de 14 delegações e o despedimento de aproximadamente 1000 funcionários. A aplicação The Daily está disponível para iPad e iPhone e também para sistemas Android e estima-se que tenha mais de 100.000 subscritores”.

Portugal vai precisar de mais dinheiro em 2013

Escreve o Dinheiro Vivo que "a Standard & Poor's manteve o rating de Portugal em BB, um nível considerado "especulativo" ou "lixo. Embora elogie o ajustamento que está a ser feito pela economia e as medidas de austeridade que têm sido avançadas pelo Governo, a S&P considera, no entanto, que é "improvável que o país recupere pleno acesso aos mercados internacionais de capitais nos próximos 12 meses" e antecipa já um aumento do pacote de empréstimos da troika. "Antecipamos uma extensão do programa oficial de financiamento, sobretudo do Mecanismo de Estabilidade Europeu [programa da União Europeia]", refere a agência. A empresa avisou também que a perspetiva (outlook) sobre a nota de crédito da república continua a ser "negativa", ou seja, daqui as uns meses o país poderá ser novamente desclassificado, o que dificultará as idas aos mercados de dívida de curto prazo e atrasará o regresso aos mercados de longo prazo, planeado para setembro. Em comunicado, a S&P explica que "a perspetiva negativa do nosso rating a Portugal reflete a nossa visão sobre os riscos para os progressos do Governo na implementação de reformas orçamentais e estruturais".

Mariano Rajoy promete cortar 89 mil milhões entre 2013 e 2014

Li no Dinheiro Vivo que "o Governo espanhol vai enviar à Comissão Europeia um intenso plano de ajustes que pressupõe cortes de 89.031 milhões de euros. Na prática para 2013 e 2014, o Governo de Rajoy pretende multiplicar a poupança de 2012 em 6,7 vezes. No total Espanha irá poupar 102 mil milhões de euros, mais 57% que o anunciado. As comunidades autónomas serão as que mais sofrerão com estas reduções e as principais responsáveis por tamanha poupança. O plano a enviar a Bruxelas foi hoje aprovado em Conselho de Ministros e será remetido a Bruxelas como resposta às exigências internacionais, que reclamavam maior austeridade para o país. Em troca destes cortes, Bruxelas dará mais um ano a Mariano Rajoy para ajustar o défice para menos de 3%. Mas a tarefa de Rajoy não é fácil porque o volume da poupança é enorme. Se este ano é suposto que Espanha poupe 13.119 milhões de euros, em 2013 terá de arrecadar 38.956 milhões e em 2014, 50.075 milhões. A fatia da austeridade soma 102.149 milhões de euros. Como irá fazê-lo? Segundo avança o Expansíon, o Governo espanhol pretende que o dinheiro chegue de todas as formas possíveis. Veja aqui:
Aumento de impostos
4.975 milhões em 2012;
15 mil milhões em 2013 e 2014
Cortes com a administração pública
5425 milhões (congelamento dos subsídios de Natal) em 2012;
3.723 milhões em 2012;
5.989 milhões em 2014
Poupança com os subsídios de Desemprego
1.888 milhões em 2012;
5.746 em 2013;
5.989 em 2014;
Poupança com a Segurança Social
160 milhões em 2012;
1.391 milhões em 2013;
1.473 milhões em 2014;
Imóveis e Infraestruturas
600 milhões de euros em 2012
3.700 milhões em 2013
6.000 em 2014 (dez vezes mais que o pensado para este ano)
Comunidades Autónomas
19.734 milhões em 2013 e 2014
Ao todo (2012 - 2014) 30 mil milhões
Municípios
9000 milhões em 2013 e 2014”.

Quatro principais bancos privados portugueses perderam 270 milhões

Desemprego atinge 850 mil pessoas, em cada 3 jovens um não tem trabalho

O desemprego atingiu um novo recorde: subiu para 15,4 por cento em Junho. Serão já mais de 850 mil pessoas sem trabalho. Apesar da subida para o valor mais alto de sempre, o ministro da Economia diz não ter a mínima dúvida de que o Governo está a criar as condições para inverter o ciclo de crise. O PS culpa o Executivo por esta escalada do desemprego.


Tribunais decretaram insolvência de 25 portugueses por dia no primeiro trimestre

Segundo o jornalista do Jornal de Negócios, Nuno Carregueiro, “os Tribunais portugueses decretaram 3.900 insolvências nos primeiros três meses do ano. Mais de metade dizem respeito a pessoas singulares. O número de insolvências em Portugal continua a registar fortes aumentos. Dados hoje revelados pelo Ministério da Justiça indicam que nos primeiros três meses do ano foram decretadas 3.900 insolvências pelos tribunais judiciais de 1ª instância. Um número que representa um aumento homólogo de 76,8% e de 23,1% contra os últimos três meses de 2011. O boletim de informação estatística trimestral da Direcção-Geral da Política de Justiça salienta que “é possível reconhecer uma tendência acentuada” no crescimento das insolvências, destacando que o registo do primeiro trimestre deste ano representa quase seis vezes o verificado no primeiro trimestre de 2007 (677 processos). Os dados do Ministério da Justiça mostram também uma forte subida das insolvências de particulares, que representam 57,2% do total, contra 49,6% no mesmo período do ano passado. No quarto trimestre do ano passado já mais de metade dos processos de insolvência diziam respeito a pessoas singulares (peso de 60,1%). A forte subida dos processos de insolvência entre particulares deve-se à recessão da economia portuguesa, com as medidas de austeridade e os cortes de salários a deixarem muitas famílias em dificuldades. Os dados do Ministério da Justiça mostram que no primeiro trimestre foram 2.230 os particulares que foram decretados insolventes pelos tribunais portugueses. Ou seja, 25 portugueses por dia ficaram insolventes. No primeiro trimestre de 2011 este número era de 12 e em 2007 bem menor: não chegava a uma pessoa por dia a ser decretada insolvente pelos tribunais”

Economia paralela equilibrava contas públicas...

Economia não registada e não tributada vale atualmente cerca de 25% do PIB e está no valor mais elevado de sempre. Por cada cem euros transaccionados de forma legal, são transaccionados 25 euros na economia paralela. Veja aqui o video da TVI sobre esta notícia.

Grécia: novas medidas em agosto

Governo deverá anunciar mais austeridade que permitirá reduzir a despesa em 11,5 milhões de euros, o montante exigido pelos credores internacionais. Veja aqui o video da TVI sobre esta notícia.

Fape avisa de que la cifra de periodistas despedidos ascenderá a 8.000

Escreve a jornalista do El Mundo, Alba Loredo que "ahora mismo pueden competir medios públicos y privados, pero a la baja", ha señalado la presidenta de la Federación de Asociaciones de Periodistas de España (FAPE), Elsa González, sobre la situación actual del sector de la comunicación, desde Santander, donde participa en uno de los cursos que organiza la Universidad Internacional Menéndez Pelayo. "Se han destruido más de 6.000 puestos de trabajo, y, seguramente, después del verano la cifra se va a acercar a los 8.000", declaró para denunciar la situación de varias televisiones y radios sobre las que considera que pesa una espada de Damocles por los ERE que tienen en marcha, además de los que ya existen en la prensa escrita. "Al colectivo de periodistas esta sociedad le debe mucho: dosis de libertad", indicó González. Por ello, recordó que desde el día 3 de mayo, día de la Libertad de Prensa, en el que salieron a la calle las distintas asociaciones que representan a los profesionales del medio, se han puesto en marcha diferentes acciones con un lema: "Sin periodistas no hay periodismo, sin periodismo no hay democracia". La responsable de la FAPE ha insistido en la formación para combatir la precariedad laboral, pero con la vista puesta en la realidad: "No puede ser que cada año salgan 3.075 graduados, el mercado no puede asumir ese número tan elevado". A su vez, se ha mostrado en contra del intrusismo en la profesión: "No nos sirve un médico, que es excelente para leer una columna de opinión, un ingeniero, un abogado… Tenemos que defender que sean periodistas los que desempeñen esa función". Elsa González también ha querido señalar lo que considera que es la función fundamental de los medios autonómicos y locales: "La vigilancia del poder y ahora algunas emisoras se quedan sólo como postes repetidores". Cree que es un grave error la pérdida de la información local y la debilitación en los grandes grupos de comunicación de las corresponsalías. "Competimos todos hacia el descenso de calidad, la consecuencia es una gestión nefasta en la que los periodistas sufren las consecuencias", ha añadido.
Comisión de quejas de la FAPE
"Se han hecho unos 80 dictámenes en los últimos siete años y ahora se va a multiplicar su visibilidad y el grado de compromiso", ha declarado la responsable de la FAPE sobre las recientes incorporaciones de los grandes medios como Unidad Editorial a la Fundación de la Comisión de Quejas y Deontología que promueve su organismo. "Ahora las empresas aceptan los códigos de autorregulación y se comprometen a publicar las sentencias aunque no les sean favorables", ha añadido para señalar que ahora más que nunca es necesario ese compromiso ético”.

Televisión Canaria Dos cierra sus emisiones este martes por los recortes

Escreve o El Mundo que "la Televisión Canaria Dos cierra sus emisiones este martes a partir de las 00.00 horas, tal y como ha informado en una nota el grupo de medios públicos Radio Televisión Canaria, que se ve obligado a tomar esta decisión ante la situación de recorte presupuestario que vive el Gobierno de Canarias, motivada por la crisis económica y las medidas impuestas por el Gobierno central. El cierre del segundo canal de Televisión Canaria motiva que buena parte de su producción pase al canal convencional tras el acuerdo cerrado por la dirección general de RTVC con diversas productoras de las islas, que surtían a El Dos de contenidos a coste cero. En concreto, este sábado empiezan las emisiones en Televisión Canaria de espacios como 'Zona Golf', 'Vivir en Canarias', 'Donacción', 'Seguridad en marcha', 'Comer en Canarias', 'El club de los talentos' y 'Zona Motor'. En próximas fechas, se irán sumando nuevos títulos. Televisión Canaria Dos inició sus emisiones el 30 de mayo de 2006, primero con una programación limitada en horario dentro de la por entonces novedosa TDT. El canal tuvo sucesivas mejoras el 30 de mayo de 2008, cuando duplicó sus horas de emisión, y el mismo 30 de mayo de 2009, cuando pasó a cubrir las 24 horas del día con su programación. Desde su punto de partida, El Dos se centró en ofrecer contenidos alternativos al canal convencional, con la apuesta por un público joven e infantil, con mayor atención a las trasmisiones deportivas y con la recuperación de programas clásicos en la historia de Televisión Canaria. A partir de septiembre de 2008, el segundo canal empezó a contar con sus primeras producciones propias. Su ampliación a la emisión durante las 24 horas del día motivó que El Dos se centrara también en dar nuevas oportunidades a la audiencia para seguir los Servicios Informativos del Canal Convencional y de otros programas y trasmisiones destacadas, siempre con muy buenos resultados de audiencia. El Dos se fue surtiendo de producción propia gracias al formato del coste cero, por el que la cadena cedía a productoras canarias un espacio, mientras que estas firmas buscaban la financiación propia para sus proyectos. En el momento de su cierre, TelevisiónCanariaDos emite más de una docena de formatos de coste cero, muchos de ellos de gran importancia dentro de la condición de servicio público del grupo de medios, con atención a aspectos como la cocina y la gastronomía en diferentes vertientes, la seguridad vial, el mundo del motor, la sanidad y la donación de órganos, la música en diversos aspectos, los municipios de canarias y varios deportes minoritarios pero de gran predicamento como el golf o los deportes marinos. Televisión Canaria Dos apostó por una imagen corporativa moderna y potente, que además deparó muchos premios para diversos equipos creativos en varios festivales internacionales de diseño. Televisión Canaria Dos fue además pionera en la introducción del grupo de medios públicos en la plataforma de vídeo YouTube, de la que ahora mismo Radio Televisión Canaria es 'partner'. El de Televisión Canaria Dos fue el primer canal que creó el grupo de medios públicos en YouTube, espacio donde en la actualidad la cadena regional cuenta con una amplia difusión y numeroso seguimiento, siendo uno de los proveedores principales de contenido de toda España para la firma de Google”.

La revista 'Newsweek' estudia dejar de salir en papel y cambiar al fomato digital...

Li no El Mundo que "la prestigiosa revista estadounidense Newsweek podría dejar de salir en papel el próximo año y cambiar al formato digital para compensar sus pérdidas, informó la compañía. El grupo IAC/Active Corp, propietario de la publicación, informó de un aumento moderado de ganancias en el segundo trimestre y señaló que consideraría la transformación de Newsweek en una edición únicamente digital, según recoge el periódico 'The Wall Street Journal'. El empresario Barry Diller, director ejecutivo del conglomerado mediático, señaló en una conferencia telefónica que su compañía está buscando opciones y una de ellas es pasar del papel al formato digital. "Estamos examinando nuestras opciones", señaló. "No estoy diciendo que suceda totalmente pero la transición del papel al ámbito digital sucederá". Según indicó, el plan para esta transición prevista para el próximo año comenzará entre septiembre y octubre de 2013, aunque no quiso adelantar detalles de cómo se llevará a cabo”.

Ano parlamentar: recorde os melhores momentos

Várias foram as frases que saíram da Assembleia da República e marcaram a vida política em Portugal Veja aqui o video da TVI sobre esta notícia.

Marcelo: «Portas tem andado menos preocupado com os reformados»...

«Portas tem andado menos preocupado com os reformados» Comentário de Marcelo Rebelo de Sousa no «Jornal das 8», da TVI. Veja aqui o video da TVI sobre esta notícia.

Marcelo: «Não é líquido que Passos se recandidate»

Marcelo Rebelo de Sousa pensa que PM vai fazer tudo para salvar o país. Veja aqui o video da TVI sobre esta notícia.

TVI: «Estado Social pode colapsar antes de 2020»

Medina Carreira avisa que esse cenário pode ser real se Governo não fizer uma reforma profunda. Veja aqui o video da TVI sobre esta notícia.

O misterioso mundo das empresas locais: o Estado não sabe o valor das dívidas

De acordo com a jornalista do Jornal I, Ana Suspiro, “o levantamento sobre as dívidas do Estado a fornecedores ficou a meio caminho nas empresas locais e regionais. A generalidade das 350 sociedades não publicou a dívida até 30 de Junho. E mesmo nos dados até final de 2011, não há informação para quase um terço das empresas O universo das empresas locais e regionais continua a desafiar o conhecimento e o controlo do Estado sobre as suas contas e dívidas. A Inspecção-Geral de Finanças (IGF), que esta semana publicou os dados sobre as dívidas com mais de 90 dias dos organismos públicos aos fornecedores, no primeiro semestre, não pôde incluir a informação relativa às empresas locais – isto porque “a generalidade das empresas do sector empresarial local e regional não publicou a dívida relativa a 30 de Junho de 2012”. A opção da IGF foi a de apresentar as dívidas até final de 2011, comparando a respectiva evolução com os dados de Março do ano passado. Mesmo assim, não havia dados para cerca de 100 empresas, o que representa quase um terço das 350 empresas locais e regionais identificadas no documento, que faz o balanço da regularização extraordinária dos pagamentos aos fornecedores do sector público, administrativo e empresarial. Os números disponíveis para 250 sociedades locais ou regionais apontam para uma dívida a mais de 90 dias de cerca de 131 milhões de euros no final do ano passado. Este número traduz um acréscimo de 75% em relação ao montante apurado em Março do mesmo ano. O grosso da dívida a fornecedores está concentrado nas empresas locais, ascendendo a 126,6 milhões de euros. Os pagamentos em falta nas empresas regionais estavam nos 4,4 milhões de euros, mas muitas entidades não tinham divulgado os dados. Empresa de gestão de bananas Num retrato rápido, verificamos que as empresas locais se concentram nos sectores do ambiente e resíduos – onde frequentemente encontramos as dívidas mais avultadas –, habitação e reabilitação urbana, gestão de infra-estruturas, equipamentos e concessões, cultura e desporto. Há ainda empresas de desenvolvimento e investimento nas áreas da educação, turismo e parques empresariais. A gestão de um equipamento ou infra-estrutura específica local, como uma escola, um museu, umas termas ou um mercado, também é por vezes de-senvolvida por uma empresa local. Há sociedades cujo objecto não é claro na denominação social. E na Madeira até há uma empresa de gestão do sector da banana (GESBA). De acordo com a última avaliação da troika (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional), já tinham sido identificadas 408 empresas, mas ainda havia trabalho a fazer para as tornar mais eficientes. O Livro Branco do Sector Empresarial Local, publicado em Novembro do ano passado, apontava para a existência de 392 empresas, a maioria das quais constituída entre 2000 e 2006. Os dados económicos e financeiros relativos a 334 sociedades revelavam uma dívida global de 1,6 mil milhões de euros em 2009, o que inclui banca e fornecedores. Estas sociedades empregavam 14 mil trabalhadores, o que representava uma média de 43 funcionários por sociedade. Quase metade destas empresas (46%) tinham registado prejuízos em 2009. O novo regime legal para este sector já foi aprovado, vinculando a criação de novas empresas à autorização do Tribunal de Contas. A nova legislação também define regras e limites para a remuneração das administrações das empresas locais”.

Sensacional: mais história para Phelps com a 17.º ouro e 21.ª medalha



Segundo o Publico, num texto do jornalista Filipe Escobar de Lima, "o americano venceu a final dos 100m mariposa, à frente de Le Clos e Korotyshkin, ambos prata com o mesmo tempo. Michael Phelps continua a fazer história pelas piscinas. Agora em Londres somou a 21.ª medalha no total, o 17.º ouro ao vencer a final dos 100m mariposa, com o tempo de 51,21 segundos.Atrás, “ex-aequo”, bateram ao mesmo tempo na parede o sul-afircano Chad le Clos e o russo Evgeny Korotyshkin, ambos com 51,44s.Esta é a quinta medalha de Phelps nos Jogos de Londres. O americano já havia ganho dois ouros – nos 4x200m lilvres e 200m estilos – e duas pratas – nos 200m mariposa e 4x100m livres.O sérvio Milorad Cavic, que na polémica final dos 100m mariposa em Pequim ficou em segundo devido ao fraco toque na parede, ficou desta feita em quarto, com o tempo de 51,81s"

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Mas segundo o Publico, "apenas 43,5% dos desempregados em Portugal recebiam subsídio de desemprego em Junho, segundo dados divulgados hoje pela Segurança Social, e tendo em conta os últimos dados do desemprego divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). De acordo com os dados disponibilizados hoje na página da Segurança Social, em Junho existiam 356.549 beneficiários de prestações de desemprego, menos 18.691 pessoas do que em Maio, mas mais 70.778 do que em Junho de 2011. Já os últimos dados divulgados pelo INE contabilizavam no fim do primeiro trimestre deste ano um total de 819,3 mil desempregados, o que fez elevar a taxa de desemprego para os 12,9%, o nível mais alto de sempre. Cruzando os valores do INE com os dados da Segurança Social, verifica-se, assim, que um total de 463 mil desempregados não recebia em Junho qualquer prestação de desemprego, ou seja, apenas 43,5% recebiam apoio do Estado. Estes dados serão, no entanto, actualizados a 14 de Agosto, data em que o INE prevê divulgar as estatísticas de emprego relativas ao segundo trimestre do ano. Os números da Segurança Social incluem o subsídio de desemprego (cujo valor médio em Junho foi de 531,35 euros), subsídio social de desemprego inicial (346,88 euros), subsídio social de desemprego subsequente (366,70 euros) e prolongamento do subsídio social de desemprego (335,41 euros).
Durante o mês de Junho foram deferidos 17.217 subsídios de desemprego. Do total de beneficiários inscritos na Segurança Social com prestações de desemprego, 128.140 são da região Norte, com destaque para o distrito do Porto, onde foram atribuídos subsídios a 79.350 pessoas. Lisboa e Vale do Tejo, por sua vez, tinha em Junho 112.154 desempregados a receber prestações, dos quais 65.898 em Lisboa. No Centro, a Segurança Social conferiu 65.981 beneficiários de subsídios de desemprego, com Aveiro a destacar-se, com 20.807 pessoas. No Algarve, por sua vez, existiam 18.577 beneficiários a receber prestações de desemprego, enquanto no Alentejo foram contabilizadas 13.202 pessoas na mesma situação. Na Madeira, o número de beneficiários de prestações de desemprego alcançou os 10.318, enquanto nos Açores foi de 6.921. Os dados da Segurança Social indicam ainda que os homens entre os 55 e os 59 anos são o grupo que recebe mais prestações de desemprego (29.600). Em termos totais os homens são os maiores beneficiários deste tipo de apoios (com 189.101 subsídios atribuídos até Junho)”

Número de pessoas com RSI já chega quase às 339 mil...

Segundo a jornalista Ana Meireles do DN de Lisboa, “o número de beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI) continua a aumentar e alcança quase as 339 mil pessoas, apesar das regras de atribuição terem mudado. Os dados mais recentes da Segurança Social dão conta de até ao final do mês de junho existirem 338.725 beneficiários do RSI, um aumento de cerca de 1% em relação ao mês de maio, quando havia 335.079 pessoas a receber esta prestação social. Este número representa também um aumento de 6,4% em relação ao mês de janeiro, quando estavam registados 318.463 beneficiários. Olhando para o mês de junho de 2011, o aumento é de 4,5%, uma vez que nessa altura havia 324.051 pessoas a receber o Rendimento Social de Inserção. O ano de 2011 fechou com 317.558 a receberem o RSI, número que tem vindo a aumentar mês a mês, registando-se 318.463 em janeiro, 323.275 em fevereiro, 329.491 em março, 331.835 em abril, 335.079 em maio e agora 338.725 em junho. De acordo com os dados da Segurança Social, o valor médio da prestação em junho era de 92,62 euros. Também o número de famílias com direito ao RSI tem vindo a aumentar, somando agora 127.886, depois de em maio serem 126.330. No total das 127.886 famílias, 12.356 têm rendimentos superiores a 700 euros mensais, enquanto 19.076 têm rendimentos mensais inferiores a 50 euros. A maioria, no entanto, 39.903, não tem qualquer rendimento mensal. A maioria das famílias (54.744) recebe uma prestação entre 100 e 200 euros, havendo 5.093 que recebe menos de 25 euros e 4.237 que tem direito a mais de 600 euros por mês de RSI. As novas regras de atribuição de prestações do sistema de segurança social, nomeadamente o Rendimento Social de Inserção ou os subsídios de maternidade, paternidade e adoção, entraram em vigor a 1 de julho. Com os novos regimes jurídicos das prestações sociais, todas as pessoas que tenham mais de 25 mil euros em depósitos bancários ficam de fora do Rendimento Social de Inserção. Por outro lado, o Governo estima que as alterações ao RSI coloquem mais cerca de 60 mil beneficiários do subsídio inscritos nos centros de emprego, desde que tenham idade e capacidade ativa para trabalhar. Ao abrigo das novas regras, a atribuição do RSI vai passar pela assinatura de um contrato anual, com obrigações que envolvem todos os membros do agregado familiar beneficiário. O contrato de inserção terá uma duração de 12 meses e se no fim deste prazo o beneficiário quiser continuar a auferir desta prestação, tem de apresentar um novo requerimento com indicação dos seus rendimentos e com novo contrato de inserção, adequado à realidade. Já em meados de julho, o ministro da Solidariedade e da Segurança Social revelou que o maior controlo e combate à fraude, relativamente ao Rendimento Social de Inserção, permitirá poupar 70 milhões de euros”.

Costa Rica: governante demitida depois deste video...

"Aquí estoy sola, deseándote, esperando verte el martes. Te juro que si esta almohada fueras tú, qué no le haría", declaraba la exfuncionaria en la grabación publicada en el portal de videos. Segundo o El Mundo, "en ropa interior, tumbada en la cama y muy sugerente ante la cámara. Así se muestra Karina Bolaños, por entonces viceministra de Juventud de Costa Rica, en un vídeo erótico destinado, según parece, a su amante. Bolaños, que reconoce no estar acostumbrada a hacer este tipo de cosas, intenta seducir al espectador con sus palabras y el movimiento de su cuerpo. "Aquí estoy, sola, deseándote, esperando verte el martes. Te juro que si esta almohada fueras tú, qué no te haría", expresa mientras pone una almohada entre sus piernas. "Todo esto que ves es tuyo, nada más que tuyo". El mensaje, además de a su destinatario original, ha llegado a medio mundo al filtrarse en Internet. De hecho, a Karina, de momento, le ha costado el cargo que ostentaba en el gobierno de Costa Rica, tal y como ha decidido la presidenta Laura Chinchilla. El marido de Bolaños, el diputado Víctor Hugo Vázquez, que no parece ser el destinatario del vídeo, se ha pedido unos días de baja médica coincidiendo con la difusión de las imágenes de su mujer".

Passos Coelho a banhos na praia da Manta Rota, no Algarve

Pedro Passos Coelho já está de férias e a banhos, na Manta Rota, no Algarve. O primeiro-ministro e a mulher saíram de casa para dar um mergulho, numa praia cheia de turistas portugueses.


Lei que regula a escolaridade obrigatória até aos 18 anos entra hoje em vigor

Entra hoje em vigor a lei que regula a escolaridade obrigatória até aos 18 anos. Ficam assim definidas as medidas principais para prevenir o insucesso e o abandono escolar.


Cortes às universidades são de 14 milhões de euros, menos 2,5% que no ano passado

Chegou ao fim o braço de ferro entre o Governo e os reitores. Os responsáveis das universidades saíram satisfeitos da reunião de emergência exigida ao ministro da Educação por causa dos cortes nos orçamentos. O ministro prometeu encontrar formas alternativas de financiamento para as universidades que vão sofrer um corte de verbas de mais de 14 milhões de euros.


Deputado polaco reclama reembolso por Espanha de dívida do século XVI...

Li no Sol que "numa altura em que a Espanha enfrenta uma crise económica, um deputado polaco reclama o reembolso por Madrid de uma dívida de 235 milhões de zlotis (57,4 milhões de euros) contraída no século XVI. Trata-se de um empréstimo de 430.000 ducados em ouro, contraído pelo rei Filipe II de Espanha (1527-1598) junto da rainha da Polónia, a italiana Bona Sforza (1494-1557), para as despesas da guerra entre a Espanha e a França pelo controlo do reino de Nápoles, que não foi restituído na totalidade. O deputado Marek Poznanski, de 28 anos, do Movimento de Palikot (esquerda), está na origem da iniciativa e apresentou o pedido ao Ministério dos Negócios Estrangeiros polaco, que deve analisar a questão. Segundo o site na Internet do deputado, um ducado da época era feito com 3,5 gramas de ouro. Ao preço actual deste metal, o valor do empréstimo ascende a 57,4 milhões de euros, sem contar com juros. A Polónia tentou que a dívida fosse paga até ao século XVIII, mas só conseguiu recuperar 10 por cento do dinheiro emprestado. Segundo alguns historiadores, Bona Sforza, que morreu no exílio em Bari, na Itália, terá sido envenenada a mando de Filipe II, que queria evitar o pagamento da dívida"

Os políticos mais influentes do Facebook

Segundo o Económico, "os facebookianos respeitam a hierarquia do Estado. Depois do Presidente, o chefe do Governo é o político com mais fãs. Mas, ao contrário do primeiro, Passos Coelho não é muito activo na sua página. Cavaco Silva usa a sua página no Facebook como um veículo privilegiado de comunicação. Usou a rede social para desabafar sobre o "desprestígio da classe política", chegando a ser acusado de só intervir através de ‘posts'. Mas o Presidente também foi vítima do "efeito dominó" desta rede social. Em Janeiro, a sua página foi inundada de críticas, depois de ter dito que a reforma que recebe não iria chegar para pagar as suas despesas. Em menos de nada gerou-se um movimento que pedia "traz uma moeda para o Presidente". Nos antípodas, está Manuel João Vieira, ou o Candidato Vieira como se apresenta no seu perfil do Facebook. Do ranking acima, é o único a recusar um registo formal e a optar pela irreverência que o caracteriza. Várias vezes candidato a Belém, mantém a sua página bastante activa não só com a divulgação de eventos de música em que participa, mas também para postar as tiradas polémicas.
Últimos posts

Os políticos com mais fãs escolhem o Facebook para mensagens institucionais.
Cavaco Silva "Visitei hoje a Aldeia Olímpica dos Jogos de Londres 2012, onde me encontrei e almocei com os atletas portugueses. Desejei-lhes boa sorte e agradeci-lhes o trabalho que realizaram, a dedicação e o espírito de sacrifício e o amor ao desporto de que deram provas para conseguirem chegar a Londres e serem atletas olímpicos. São um exemplo para todos os portugueses." - 3197 Gostos.

Os mais activos Deputados e politólogos dominam

Carlos Zorrinho é um dos deputados que mais "posta"

Alguns deputados e politólogos fazem da rede social uma verdadeira plataforma de debate que usam para emitir opiniões e influenciar os seus fãs, gerando quase sempre discussões acesas. Com 5.201 amigos, Carlos Zorrinho, líder parlamentar do PS, é um dos deputados mais activos no Facebook e foi considerado um dos mais influentes no Twitter. Nas duas redes sociais, comenta sobre diferentes temas, mas são as bandeiras do PS que mais lhe puxam pelos ‘posts' e nunca deixa de responder às provocações que lhe surgem através dos comentários. Entre os politólogos, destaque para José Adelino Maltez que, com 4.866 amigos e 1.218 subscritores, é sempre mordaz nos seus comentários sobre a actualidade. Carlos Zorrinho Paulo Portas pede ao PS responsabilidade, o que nunca faltou ao maior parido da oposição, e deseja mais diálogo com os socialistas. Cópia da carta de ter seguido S.Bento. Esta carta de PP é uma carta a PPC via militantes do CDS/PP. As voltas que o correio dá! - 53 pessoas gostam disto".

Grande Porto com maior rácio de desemprego

Analisando os dados de 2011 do IEFP, disponíveis no sistema de geomarketing Sales Index da Marktest, observa-se que os concelhos da região do Grande Porto são os que apresentam maior rácio de desemprego, considerando a sua população residente. Os dados relativos ao número de desempregados registados em Dezembro de 2011 nos Centros de Emprego do IEFP colocam a região do Grande Porto em primeiro lugar em termos de rácio de desemprego. Com um total de 86855 desempregados, esta região alcançou um rácio de 7.8%, face o total da sua população residente. O Litoral Norte regista 6.2%, a região Sul 5.9%, seguido das regiões do Interior Norte (5.6%) e Grande Lisboa e Litoral Centro, ambas com 4.9%.
Em termos concelhios, Espinho é o concelho o maior rácio de desemprego do Continente, uma vez que este número representa 10.4% do total da população. Albufeira é o segundo concelho onde este indicador revela um maior peso, pois os 4204 desempregados registados no concelho representam 10.3% da população aí residente. Mesão Frio, que regista uma taxa de 10.1%, é o terceiro concelho com maior peso de desempregados. O quarto maior concelho em termos de rácio de desemprego é Vila Nova de Gaia, com 10%. Trofa com 9.3% completa a lista dos 5 concelhos com maior rácio de desemprego. Em oposição, os concelhos de Melgaço, Oleiros e Alcoutim são os que apresentam uma menor rácio de desemprego entre os seus residentes, respectivamente, 1.8% e 1.9% e 2.1%. O gráfico mostra o posicionamento dos 278 concelhos do Continente relativamente ao rácio de desemprego (eixo do X), índice de poder de compra Sales Index (eixo do Y) e população residente (dimensão dos círculos), assinalando-se os concelhos com maior e menor rácio de desemprego (respectivamente Espinho e Melgaço) e o concelho de Lisboa, que regista maior Sales Index.
Refira-se que a análise considera os inscritos nos Centros de Emprego em 2011 e a população residente em 2011 (de acordo com os resultados provisórios dos Censos 2011) e não pode ser usada como comparação com os valores oficiais da taxa de desemprego divulgados pelo INE (que, para além de uma metodologia diferente, consideram a população em idade activa). Esta análise foi realizada com o sistema de geomarketing Sales Index , cuja filosofia é fornecer aos utilizadores todas as ferramentas necessárias à realização de análises de caracterização regional e do poder de compra do país. Para além das variáveis de caracterização concelhia (recolhidas junto de fontes oficiais), o sistema disponibiliza também um conjunto de índices que permitem não apenas visualizar como as variáveis se relacionam entre si, mas também fazer comparações entre os diversos concelhos do país. Paralelamente, as suas funcionalidades permitem um vasto leque de aplicações de rentabilização da informação de base e de sustentação de estratégias de desenvolvimento local. É hoje utilizado sobretudo para análise de redes de venda e distribuição, definição de objectivos de venda regionais, análise do potencial concelhio ou definição de novas localizações, entre muitas outras análises de geomarketing (fonte:Maktest.com, Agosto de 2012)

Empregados dos Serviços têm maior afinidade com imprensa

A análise dos dados do Bareme Imprensa da Marktest revela que os Empregados dos Serviços, Comércio e Administrativos são os portugueses que possuem maior afinidade com a imprensa, consumindo mais do que a média. Aanálise dos dados do Bareme Imprensa relativos ao primeiro trimestre de 2012 mostra que a idade e a classe social são as variáveis mais discriminantes, uma vez que são as que revelam maiores diferenças de comportamento entre os indivíduos, sendo estas medidas pelo desvio-padrão. A ocupação é uma variável onde também se observam comportamentos diferenciados no consumo de imprensa. Já o género e a região são as variáveis menos determinantes. Segundo os resultados do Bareme Imprensa, 85.4% dos residentes em Portugal Continental com 15 ou mais anos leu ou folheou jornais ou revistas durante o primeiro trimestre de 2012. Os Empregados dos Serviços/Comércio/Administrativos são o target que se observou maior afinidade com a imprensa, com 97.3% de cobertura máxima. Tendo em conta as variáveis sociodemográficas, vemos que os homens, os mais jovens, os indivíduos das classes sociais mais elevadas, os Empregados dos Serviços/Comércio/Administrativos, os quadros médios e superiores e os residentes nas regiões da Grande Lisboa, Grande Porto e Litoral Centro apresentam também valores acima da média. Com hábitos de leitura abaixo da média do universo encontram-se as mulheres, a população com mais de 55 anos, os indivíduos da classe social baixa, bem como os reformados e pensionistas, as domésticas e os indivíduos das regiões do Interior Norte e Sul.O Bareme Imprensa é o estudo regular da Marktest que analisa os hábitos de audiência de imprensa dos residentes no Continente com 15 e mais anos (fonte:Maktest.com, Agosto de 2012)

Principais partidos descem na intenção de voto

Em Julho PS e PSD foram os únicos partidos a registar quebras na intenção de voto, de acordo com os dados do Barómetro Político da Marktest. De acordo com os dados do Barómetro Político Marktest, após a subida nos últimos dois meses, o PSD vê a percentagem de intenção de voto descer para 26.7% (menos 4.6 pontos percentuais do que em Junho). Também o PS, mantendo a segunda posição em termos de intenção de voto, obteve em Julho 25.8%, menos 3.4 pontos percentuais do que o observado no mês anterior. A coligação CDU (PCP/PEV) foi pelo sexto mês consecutivo a terceira força política em termos de intenção de voto com 9.9% (mais 0.4 pontos percentuais relativamente a Junho). O Bloco de Esquerda manteve a quarta posição em termos de intenção de voto, com 6.9% o que correspondeu a uma subida mensal de 1.6 pontos percentuais. A O CDS-PP manteve a última posição, com uma intenção de voto que não foi além de 4.4%. É de salientar que este partido registou a maior subida mensal entre os partidos em análise (mais 1.6 pontos percentuais entre Junho e Julho) (fonte:Maktest.com, Agosto de 2012)

Notícias semanais em destaque nas televisões

Os incêndios ocorridos em Portugal foram novamente o destaque nos noticiários de Tv esta semana, de acordo com os dados do serviço Telenews da MediaMonitor.Os incêndios foram o destaque da informação televisiva na última semana. A Serra do Caramulo registou um grande incêndio. A atuação dos bombeiros, e das suas chefias está em causa depois dos erros estratégicos assumidos no combate aos incêndios das últimas semanas. A falta de prevenção e os prejuízos materiais e humanos na Madeira e na Serra Algarvia estiveram em foco. O serviço Telenews registou 149 notícias e 5 horas de emissão sobre esta temática. De salientar a cobertura da SIC com quase 2 horas de emissão e 54 notícias sobre o tema. A pré-época do futebol português mobiliza as atenções em véspera de Jogos Olímpicos. As novas contratações e vendas e os jogos de preparação foram o tema desportivo da semana. O serviço Telenews registou 134 notícias e quase 3 horas de emissão sobre o tema. De salientar a cobertura da RTP1 com 1 hora de emissão e 57 notícias emitidas.As declarações do Primeiro-ministro Passos Coelho e a atuação do governo estiveram em foco na última semana. A Saúde e a Educação estiveram em particular destaque. Mas foram as Finanças e a preocupação acerca das metas do défice das Finanças Públicas e a necessidade ou não, de novas medidas de austeridade a principal preocupação. Relatório da OCDE aponta para crescimento do desemprego para 2013. O serviço Telenews registou 111 notícias e 4 horas de emissão sobre o tema. De salientar a cobertura da SIC com 1 hora e meia de emissão e 39 notícias emitidas.

Notícias de abertura

Numa análise às notícias de abertura dos principais jornais televisivos da última semana, verificamos que asm notícias envolvendo atuação do Governo e a preocupação com o défice das contas públicas foram o destaque na última semana, sendo que foram 24% das notícias de abertura no universo dos programas considerados. Nota Técnica: O universo deste trabalho são os jornais noticiosos regulares (tarde e noite), dos principais canais generalistas, (RTP1, SIC e TVI). Este trabalho baseia-se nas notícias recolhidas no serviço e-Telenews da Mediamonitor, que recolhe, classifica e disponibiliza online os conteúdos noticiosos dos principais programas de informação da TV portuguesa (fonte: Marktest.com, Agosto de 2012)