sexta-feira, janeiro 18, 2013

8 medidas em risco se a UGT rasgar o acordo social

Já de acordo com o Dinheiro Vivo, "João Proença, líder da UGT (único bloco sindical que ainda mantém o acordo social com o governo e os patrões), ameaçou rasgar o acordo tripartido caso o governo insistisse em reduzir as indemnizações para 12 dias por cada ano de trabalho. Mas há várias medidas da troika que ainda não foram negociadas e que precisam de acordo em concertação nos próximos meses. São elas:
1. Fundo dos despedimentos em nome de cada trabalhador, mas financiado pelos empregadores.
2. Análise e medidas de combate à dependência do subsídio de desemprego e ao desemprego de longa duração.
3. Estudo independente e eventual definição de medidas para alinhar salários de acordo com a competitividade da economia.
4. Calibração da despesa e do financiamento das políticas ativas de emprego e aumento da eficácia da formação profissional (1º trimestre de 2013).
5. Definir critérios mais apertados para a extensão dos acordos coletivos (1º trimestre de 2013).
6. Estabelecer "escolas profissionais de referência" (1º trimestre de 2013).
7. Medidas adicionais para ativar a negociação coletiva ao nível de cada empresa com maior protagonismo das comissões de trabalhadores (2º trimestre de 2013).
8. Avaliar os efeitos da liberalização dos despedimentos na sequência das alterações já feitas ao Código do Trabalho e ver se é preciso reforçar algumas medidas (3º trimestre de 2013)"