terça-feira, junho 30, 2026

Venezuela: opinião alheia


fonte: ABC

Barómetro DN/Aximage: Governo ganha seis pontos na avaliação de desempenho em junho, mas 56% dão nota negativa

 

Executivo recebe avaliação positiva de 39% dos inquiridos, face a 33% em maio. Ventura reforça perceção de líder da Oposição, com 55%, face a 22% de Carneiro. Oposição tem avaliação em linha com maio. PS lidera mas recua face a 33,4% em maio. AD sobe de 23,2% para 25,3%. Chega cresce 0,1 pontos para 23,6%. Tendo em conta a margem de erro, AD e Chega estão em empate técnico (DN-Lisboa)

Um tira e põe demasiado fácil...


fonte: El Pais

Sinais de crise?


fonte: Jornal de Negócios

A Europa como refúgio?!

 

fonte: El Pais

Venezuela: O legado (triste) de Chavez

 

fonte: ABC

Será só por esse motivo?

 

fonte: Correio da Manhã

Canárias, a instabilidade das taxas da AENA....

 

fonte: La Provincia

Mais Liberdade: taxa de pobreza em Portugal com trajetória descendente

 

A taxa de pobreza em Portugal tem apresentado uma trajetória descendente, ao longo das últimas três décadas. Mas, se a analisarmos com base no nível de rendimentos do limiar da pobreza de há 30 anos, a redução da pobreza revela-se ainda mais pronunciada. A taxa de risco de pobreza caiu de 23%, em 1994, para 15,4%, em 2024. No entanto, este indicador baseia-se num limiar relativo, que é recalculado todos os anos em função dos rendimentos da sociedade. Este limiar de pobreza corresponde a 60% da mediana do rendimento disponível equivalente. À medida que os rendimentos aumentam, o próprio limiar de pobreza também sobe, o que torna a taxa de pobreza mais uma métrica da desigualdade, do que da pobreza.

Quando se considera o limiar de pobreza de 1994, atualizado apenas pela inflação para os preços atuais, a percentagem de portugueses abaixo desse patamar seria hoje inferior a 4%.

Isto significa que uma grande parte da população que é considerada pobre atualmente, com base nos critérios de há três décadas já não o seria. Os padrões de vida melhoraram significativamente e o nível de vida do limiar de pobreza também é muito superior. A diferença entre os dois indicadores ajuda a compreender duas realidades distintas. A taxa de risco de pobreza mede a pobreza relativa, isto é, quantas pessoas têm rendimentos muito inferiores aos da média da sociedade em cada momento. Já a comparação com um limiar fixo permite avaliar a evolução do poder de compra e das condições materiais de vida ao longo do tempo. Ambas as perspetivas são relevantes, mas mostram dimensões diferentes do progresso económico e social do país (Mais Liberdade, Mais Factos)


FMI não nos larga da mão...

fonte: DN-Lisboa 

FMI "persegue" Portugal

 

fonte: Dinheiro Vivo

Mais Liberdade: Portugal destaca-se entre os países europeus por uma aparente contradição

 

Portugal destaca-se entre os países europeus por uma aparente contradição: os contribuintes financiam a maior parcela dos sistemas públicos de saúde, mas continuam a suportar diretamente do seu bolso uma fatia muito elevada da despesa total em saúde. Em 2023, o financiamento público representou 87% da despesa do SNS, o valor mais elevado entre os países europeus da OCDE com dados disponíveis. No entanto, em 2022, a despesa privada correspondia a 38% da despesa total em saúde, o terceiro valor mais elevado do grupo analisado. Isto significa que, apesar do forte financiamento público do SNS através dos impostos, muitas famílias continuam a ter de recorrer a seguros de saúde, consultas privadas, exames, medicamentos e outros cuidados pagos diretamente do seu bolso. Há, portanto, uma duplicação dos gastos em saúde para estas famílias. Esta realidade sugere que o elevado esforço coletivo de financiamento do sistema público não elimina a necessidade de uma despesa privada significativa, levantando questões sobre a acessibilidade, disponibilidade e resposta dos cuidados de saúde para uma parte importante da população (Mais Liberdade, Mais Factos)

Mais Liberdade: despesa pública em Portugal e nos países europeus e norte-americanos da OCDE

 

A despesa pública em Portugal e nos países europeus e norte-americanos da OCDE, distribui-se de forma bastante diferente, entre as suas principais categorias. Em Portugal, a proteção social representa 39% da despesa pública total, um valor bastante superior à média da OCDE (31%). A saúde absorve 16% da despesa (vs. 19% na OCDE), os serviços públicos gerais 14% (vs. 14% na OCDE), a educação 10% (vs. 11% na OCDE) e os assuntos económicos, uma categoria bastante abrangente, outros 10% (vs. 10% na OCDE). Destes números, a principal conclusão que se tira é que, em Portugal, a despesa pública se concentra mais na proteção social, em detrimento, sobretudo, da saúde. A proteção social é, de longe, a maior rubrica da despesa pública em todos os países analisados. A Finlândia lidera com 46%, seguida do Luxemburgo (43%) e de Dinamarca, Áustria, França, Espanha e Alemanha (todas com 41%). No extremo oposto, os 🇺🇸 EUA dedicam apenas 20% da sua despesa pública à proteção social, reflexo de um modelo de Estado social muito menos protecionista do que o europeu. A saúde tem um peso especialmente elevado nos EUA (26%), na Irlanda (23%) e na Chéquia (20%), enquanto a Suíça se destaca por dedicar apenas 7% da sua despesa pública a esta área, compensando com um peso muito maior na educação (17%), categoria em que, proporcionalmente, é o país que mais gasta (18%). Itália (7%), Grécia (8%), França e 🇪🇸 Espanha (ambos com 9%) são os países que destinam a menor proporção da sua despesa pública à educação. Estes dados revelam que, embora todos os países da OCDE partilhem uma estrutura de despesa pública com traços comuns, existem diferenças significativas que refletem escolhas políticas, modelos de Estado social e graus distintos de desenvolvimento económico e institucional (Mais Liberdade, Mais Factos)

Mais Liberdade: adoção da Inteligência Artificial é a chave para salários mais altos?

 

Será que a adoção da Inteligência Artificial é a chave para salários mais altos? O debate sobre a automação foca-se, muitas vezes, no medo da substituição de funções, mas os dados mais recentes do Global AI Jobs Barometer 2025, da PwC, trazem uma perspetiva diferente: as indústrias que mais abraçam a IA estão a registar maiores crescimentos de produtividade e rendimentos. Entre 2018 e 2024, a diferença entre os setores com maior e menor exposição à IA tornou-se evidente. No 4.º quartil (as indústrias mais expostas à IA), a receita por empregado — um indicador direto de produtividade — disparou 27,0%. Em contraste, nas indústrias menos expostas (1.º quartil), esse crescimento ficou-se pelos 8,5%. Este ganho de eficiência está a transbordar para a carteira dos trabalhadores. O salário médio nas indústrias com maior utilização de IA cresceu 16,7%, o que representa mais do dobro do crescimento verificado no grupo menos exposto (7,9%). A progressão é quase linear: à medida que a adoção da IA aumenta em cada setor (do 1.º ao 4.º quartil), tanto a receita gerada por cada trabalhador, como a sua remuneração média acompanham essa subida. Estes dados sugerem que a exposição à IA não deve ser vista apenas como um desafio de adaptação, mas como uma oportunidade. O diferencial de 8,8 pontos percentuais no crescimento salarial entre os extremos mostra que a qualificação e o uso de ferramentas de IA são, atualmente, dos maiores motores de valorização do trabalho à escala global (Mais Liberdade, Mais Factos)

Sinais de crise?

 

Fonte: Correio da Manhã

Sinais de crise?


Fonte: Negócios

Mais Liberdade: Portugal possui cerca de 156 mil km² de área terrestre e águas territoriais

 

Sem contabilizar a Zona Económica Exclusiva (ZEE), Portugal possui cerca de 156 mil km² de área terrestre e águas territoriais (inclui áreas marinhas interiores e mar territorial), ocupando apenas a 93.ª posição entre os 172 países analisados. Contudo, quando se acrescenta a área marítima sobre a qual o país exerce direitos económicos exclusivos, a dimensão total ascende a cerca de 1,9 milhões de km², colocando Portugal na 29.ª posição mundial. Grande parte desta projeção marítima, mais de 80%, resulta precisamente das regiões autónomas. Os Açores representam mais de metade da ZEE portuguesa, com cerca de 954 mil km², enquanto a Madeira acrescenta aproximadamente 446 mil km². Em comparação, a ZEE associada ao território continental ronda os 328 mil km². Esta vasta área marítima confere a Portugal uma relevância estratégica muito superior à sugerida pela sua dimensão terrestre. O país dispõe de direitos exclusivos sobre importantes recursos marinhos, beneficia de uma posição privilegiada no Atlântico e possui um enorme potencial para atividades ligadas à economia azul, à investigação científica e à exploração sustentável dos oceanos. Mas a dimensão marítima portuguesa poderá ainda vir a aumentar significativamente. Em 2009, Portugal submeteu às Nações Unidas uma proposta para a extensão da sua plataforma continental, aguardando ainda uma decisão. Caso a pretensão portuguesa seja aprovada, a área marítima sob jurisdição nacional poderá atingir cerca de 4 milhões de km², o que colocaria Portugal na 16.ª posição mundial em termos de dimensão (Mais Liberdade, Mais Factos)

Mais Liberdade: taxa efetiva de IRS aplicada em 2025

 

A comparação entre a taxa efetiva de IRS aplicada em 2025 e a que incidia sobre os rendimentos equivalentes em 2003, descontando a inflação, mostra que a carga fiscal aumentou em todos os níveis de rendimento analisados, desde os 1.000€ brutos de salário base mensal até aos 10.000€. Considerando um trabalhador solteiro e sem filhos, um salário base bruto mensal de 1.000€ suportava, em 2025, uma taxa efetiva de IRS de 7,6%, acima dos 6,1% aplicados em 2003 para um rendimento com o mesmo poder de compra. A mesma tendência verifica-se nos restantes escalões: por exemplo, nos 1.500€ a taxa passou de 11,9% para 12,4%, nos 2.000€ passou de 14,9% para 15,6%, e nos 2.500€ subiu de 18,5% para 19,0%. Nos rendimentos mais elevados, a diferença também é visível. Um salário bruto mensal de 5.000€ está sujeito a uma taxa efetiva de IRS de 28,1%, quando o valor equivalente em 2003 era tributado a 26,9%. Nos 10.000€ subiu de 33,2% para 35,7%. Em todos os níveis de rendimento, dos mais baixos aos mais elevados, uma parcela maior do rendimento bruto é atualmente entregue ao Estado através do IRS, comparativamente com o que acontecia há cerca de duas décadas. E, é possível observar outra dinâmica: foi nos extremos, tanto nos rendimentos mais baixos (1.000€), como nos rendimentos mais elevados (10.000€), que se deram os maiores aumentos relativos (Mais Liberdade, Mais Factos)

Restauração em "modo sobrevivência" pede apoios ao Governo e autarquias para enfrentar verão incerto

 

Quebra na procura e subida dos custos está a ameaçar negócios e setor diz que encerramentos vão aumentar se não forem dadas respostas. Associação pede aos municípios que revertam taxas turísticas para apoiar promoção dos negócios locais (DN-Lisboa)

Sinais de crise?

 

fonte: Negócios