O primeiro-ministro garantiu hoje que o relatório do FMI não vai ser a "bíblia do Governo", mas admite aplicar algumas das medidas que constam do documento. À margem da visita do presidente do Parlamento Europeu a Lisboa, Passos Coelho também considerou que é um bom relatório e uma análise importante e defendeu que o Governo tem toda a legitimidade para tomar as medidas que considerar necessárias.