Segundo a SIC, "o Governo cubano voltou a atribuir licenças a táxis privados. Há 10 anos que as autoridades não concediam novas autorizações. Contudo, as regras mudaram e qualquer cubano pode agora concorrer. É mais um sinal de abertura do regime cubano. Ao fim de quase dez anos sem atribuição de novas licenças a táxis privados, a lei mudou. A população recebeu a notícia com agrado. Muitos cubanos anseiam ganhar a vida como taxistas. No entanto, há quase dez anos que as autoridades não atribuíam novas licenças a privados. Agora as regras mudaram e qualquer cubano pode concorrer. Depois do sim ao uso de telemóveis e computadores, esta é mais uma medida de liberalização, em Cuba, desde que Raúl Castro sucedeu a Fidel na presidência. Nos últimos anos, muitos cubanos, sem licença, ofereciam serviços de táxi, mas estavam sujeitos a ficar sem carro. Agora, além da legalização, aumenta o número de táxis na ilha e os cubanos esperam ter mais opções de mobilidade num país onde o sistema de transportes deixa muito a desejar".quarta-feira, janeiro 14, 2009
Novas licenças para táxis privados em Cuba
Segundo a SIC, "o Governo cubano voltou a atribuir licenças a táxis privados. Há 10 anos que as autoridades não concediam novas autorizações. Contudo, as regras mudaram e qualquer cubano pode agora concorrer. É mais um sinal de abertura do regime cubano. Ao fim de quase dez anos sem atribuição de novas licenças a táxis privados, a lei mudou. A população recebeu a notícia com agrado. Muitos cubanos anseiam ganhar a vida como taxistas. No entanto, há quase dez anos que as autoridades não atribuíam novas licenças a privados. Agora as regras mudaram e qualquer cubano pode concorrer. Depois do sim ao uso de telemóveis e computadores, esta é mais uma medida de liberalização, em Cuba, desde que Raúl Castro sucedeu a Fidel na presidência. Nos últimos anos, muitos cubanos, sem licença, ofereciam serviços de táxi, mas estavam sujeitos a ficar sem carro. Agora, além da legalização, aumenta o número de táxis na ilha e os cubanos esperam ter mais opções de mobilidade num país onde o sistema de transportes deixa muito a desejar".
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