Futebol: justiça esperada (I)
Ronaldo foi hoje eleito pela FIFA o melhor jogador de futebol do mundo na época passada, depois de ter conquistado a Bola de Ouro e a Bota de Ouro. E de ter sido campeão inglês, campeão europeu e campeão mundial pelo Manchester United. Escândalo seria a FIFA escolher outro jogador qualquer. Portanto, embora importante, porque se trata do galardão atribuído pelo organismo máximo do futebol mundial (a UEFA é, recorda-se, uma instituição europeia e o "France Footbal" um prestigiado jornal desportivo francês), o premeio hoje atribuído a Ronaldo e o epílogo de uma carreira de um futebolista de eleição que precisa de continuar a ter juízo, para evoluir ainda mais, e que ainda há poucos dias se safou de uma boa quando espatifou um Ferrari sem que se tivesse lesionado. A Ronaldo falta apenas algo na selecção onde realmente o jogador madeirense não tem sido feliz, a pesar de ter sido já vice-campeão europeu em 2004 e quarto classificado no Mundial de 2006. E precisa de reflectir muito sobre a gestão da sua imagem, sobre a forma como vai lidar com o futuro, resolvendo de uma vez por todas esse “caso” (sim ou não?) Real Madrid.
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