Esteve apenas cinco meses no Governo de António Guterres, mas deixou muitas vezes o PS "com os cabelos em pé". "Soares chamou-me anjinho", lembra. Saiu do Governo quando recusou nomear um "boy" para um cargo em que era o pior qualificado. Quando saiu, "o PS fez uma festa. Para o PS profundo foi como quem mata um erro genético", diz Daniel Bessa, numa entrevista ao Negócios sem papas na língua. Para ler a entrevista toda só na edição de ontem do Jornal de Negócios
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