Diz o Sol que "a CGTP acusou sexta-feira o Governo de «financiar empresas de diversos sectores, em nome da manutenção do emprego, com duvidosos critérios», e de permitir que «diversos sectores patronais oportunistas» realizem uma «campanha de saque ao Estado». Numa tomada de posição face às alterações ao Orçamento do Estado para 2009, a CGTP-IN lançou duras críticas ao Governo e em particular à forma como o Executivo está a ajudar as empresas. Em conferência de imprensa, Carvalho da Silva condenou a forma como o Governo anunciou as alterações ao OE, a que «só por motivos políticos, não chamou rectificação». A central sindical atribui ainda parte da responsabilidade da crise económica nacional às políticas do actual Governo, e não ao cenário internacional. Mas é a resposta a esta mesma crise que mais críticas merece por parte da intersindical. «O Governo está a financiar empresas de diversos sectores, em nome da manutenção do emprego, com duvidosos critérios. Essa capacidade está a propiciar que diversos sectores patronais oportunistas desencadeiam uma autêntica campanha de saque ao Estado», acusa a CGTP, num documento distribuido aos jornalistas. «Mais do que em qualquer outro período, a transparência das contas do Estado tem que ser assegurada. O Governo não pode continuar a instrumentalizar a construção e a gestão do OE para jogos de oportunidade da sua politica, desde logo para gerir o calendário eleitoral», reitera".sexta-feira, janeiro 09, 2009
CGTP denuncia «autêntica campanha de saque ao Estado»
Diz o Sol que "a CGTP acusou sexta-feira o Governo de «financiar empresas de diversos sectores, em nome da manutenção do emprego, com duvidosos critérios», e de permitir que «diversos sectores patronais oportunistas» realizem uma «campanha de saque ao Estado». Numa tomada de posição face às alterações ao Orçamento do Estado para 2009, a CGTP-IN lançou duras críticas ao Governo e em particular à forma como o Executivo está a ajudar as empresas. Em conferência de imprensa, Carvalho da Silva condenou a forma como o Governo anunciou as alterações ao OE, a que «só por motivos políticos, não chamou rectificação». A central sindical atribui ainda parte da responsabilidade da crise económica nacional às políticas do actual Governo, e não ao cenário internacional. Mas é a resposta a esta mesma crise que mais críticas merece por parte da intersindical. «O Governo está a financiar empresas de diversos sectores, em nome da manutenção do emprego, com duvidosos critérios. Essa capacidade está a propiciar que diversos sectores patronais oportunistas desencadeiam uma autêntica campanha de saque ao Estado», acusa a CGTP, num documento distribuido aos jornalistas. «Mais do que em qualquer outro período, a transparência das contas do Estado tem que ser assegurada. O Governo não pode continuar a instrumentalizar a construção e a gestão do OE para jogos de oportunidade da sua politica, desde logo para gerir o calendário eleitoral», reitera".
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