Li aqui que "a polícia cubana deteve 23 dissidentes durante uma operação policial de grande envergadura, anunciou, em Havana, a Comissão Cubana para os Direitos do Homem e a Reconciliação Nacional (CCDHRN, proibida mas tolerada). Cinco continuavam ontem ainda sob custódia. O raide ocorreu quando vários opositores se preparavam, na capital cubana, para o que as autoridades classificaram de "uma escalda de acções provocatórias organizadas e financiadas" pelos Estados Unidos. Na versão do presidente da CCDHRN, Elizardo Sánchez, citado pelas agências, as pessoas iam a caminho de assistir às comemorações do 4 de Julho, o Dia da Independência dos Estados Unidos, na Secção de Interesses norte-americana, e a uma reunião da plataforma opositora Agenda para a Transição. A maior parte dos detidos, que segundo outras fontes foram mais, cerca de quatro dezenas, foi deixada em liberdade. Os que eram da província, e havia vários, foram obrigados a regressar sob prisão. Mas cinco, incluindo Leonardo Bruzon Avila, 54 anos, Júlio Cesar López e Emilio Leyva, ficaram nas esquadras. "São detenções arbitrárias, que esperamos que sejam de curta duração", disse Elizardo Sánchez. As detenções ocorreram um dia depois de o Governo do Presidente Raúl Castro ter anunciado que não iria tolerar "provocações e acções ilegais instigadas pela Administração norte-americana através dos seus funcionários em Havana". Afinal em que ficamos? Abertura ou retrocesso? Ou terão os cubanios enganado a União Europeia que levantou as sanções contra Havana para depois voltarem ao normal?sábado, julho 05, 2008
Retrocesso em Cuba?
Li aqui que "a polícia cubana deteve 23 dissidentes durante uma operação policial de grande envergadura, anunciou, em Havana, a Comissão Cubana para os Direitos do Homem e a Reconciliação Nacional (CCDHRN, proibida mas tolerada). Cinco continuavam ontem ainda sob custódia. O raide ocorreu quando vários opositores se preparavam, na capital cubana, para o que as autoridades classificaram de "uma escalda de acções provocatórias organizadas e financiadas" pelos Estados Unidos. Na versão do presidente da CCDHRN, Elizardo Sánchez, citado pelas agências, as pessoas iam a caminho de assistir às comemorações do 4 de Julho, o Dia da Independência dos Estados Unidos, na Secção de Interesses norte-americana, e a uma reunião da plataforma opositora Agenda para a Transição. A maior parte dos detidos, que segundo outras fontes foram mais, cerca de quatro dezenas, foi deixada em liberdade. Os que eram da província, e havia vários, foram obrigados a regressar sob prisão. Mas cinco, incluindo Leonardo Bruzon Avila, 54 anos, Júlio Cesar López e Emilio Leyva, ficaram nas esquadras. "São detenções arbitrárias, que esperamos que sejam de curta duração", disse Elizardo Sánchez. As detenções ocorreram um dia depois de o Governo do Presidente Raúl Castro ter anunciado que não iria tolerar "provocações e acções ilegais instigadas pela Administração norte-americana através dos seus funcionários em Havana". Afinal em que ficamos? Abertura ou retrocesso? Ou terão os cubanios enganado a União Europeia que levantou as sanções contra Havana para depois voltarem ao normal?
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