Segundo o "Diário Digital", o arcebispo Desmond Tutu "comparou as acções do presidente do Zimbabué às do antigo regime sul-africano do «apartheid», indicando que todos os relatórios sobre o país mostram que as violações dos direitos humanos estão a aumentar. O Nobel da Paz, que na sexta-feira passada apelou ao governo português para não convidar Robert Mugabe para a cimeira União Europeia-África de Dezembro, afirma-se em comunicado «devastado e horrorizado» pela destruição económica, o desemprego, a fome e a miséria provocada pela epidemia de SIDA que acompanham o colapso do sector público da saúde no Zimbabué O antigo arcebispo anglicano do Cabo refere que todos os relatórios elaborados por organizações religiosas e outras demonstram que as violações dos direitos humanos naquele país estão a aumentar. «As histórias que temos ouvido sobre as perseguições aos opositores políticos, detenções sem julgamento, torturas e negação de cuidados médicos recordam-nos as nossas próprias experiências às mãos da polícia do apartheid. Isto tem de acabar já», refere o comunicado divulgado pelo gabinete do arcebispo Tutu".sexta-feira, outubro 12, 2007
Mugabe em Lisboa: até Desmond Tutu ataca o ditador
Segundo o "Diário Digital", o arcebispo Desmond Tutu "comparou as acções do presidente do Zimbabué às do antigo regime sul-africano do «apartheid», indicando que todos os relatórios sobre o país mostram que as violações dos direitos humanos estão a aumentar. O Nobel da Paz, que na sexta-feira passada apelou ao governo português para não convidar Robert Mugabe para a cimeira União Europeia-África de Dezembro, afirma-se em comunicado «devastado e horrorizado» pela destruição económica, o desemprego, a fome e a miséria provocada pela epidemia de SIDA que acompanham o colapso do sector público da saúde no Zimbabué O antigo arcebispo anglicano do Cabo refere que todos os relatórios elaborados por organizações religiosas e outras demonstram que as violações dos direitos humanos naquele país estão a aumentar. «As histórias que temos ouvido sobre as perseguições aos opositores políticos, detenções sem julgamento, torturas e negação de cuidados médicos recordam-nos as nossas próprias experiências às mãos da polícia do apartheid. Isto tem de acabar já», refere o comunicado divulgado pelo gabinete do arcebispo Tutu".
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