Eu a esta assisti. Num restaurante do Porto Santo, numa das pontas da ilha - bem sei que em plena hora de ponta (almoços) - eram mais as pessoas que pretendiam tomar uma bejeka (ou jola, como agora se diz.,..) acompanhada de uns dentes, do que aqueles que desejavam almoçar. E facilmente se adivinha porquê, basta ver a carta e os preços! A dado momento ouvi e vi) uma jovem rapariga – daquelas contratadas para o Verão – irritada a passar um raspanete a um cliente que pretendia “sacar” uma cadeira de uma mês ao lado, aparentemente destinada a almoços, para poder sentar-se com o resto da família. Perante isto, eu que me encontrava ao lado, também sem cadeiras, resolvi “cavar” enquanto era tempo para não ser enxovalhado como o outro cliente. E o “João do Cabeço” e o seu famoso “picado” foi a salvação.
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