Em 2006, o Consumidor contabiliza 1 332 mil portugueses que dizem ser sócios de clubes desportivos, um número que representa 16.0% do universo composto pelas residentes no Continente com 15 e mais anos. Nos últimos 10 anos assistiu-se a uma tendência de quebra neste indicador, com o número a passar de 21.6% em 1996 para os 16.0% agora registados - uma quebra de 25.9%.
A análise deste indicador entre os vários targets mostra-nos que a principal diferença de comportamento está entre os dois sexos. Enquanto 24.7% dos homens dizem ser sócios de clubes desportivos, apenas 8.1% das mulheres também o confessa. Entre as idades, não se observam diferenças muito significativas, com os valores a oscilar entre os 18.0% junto dos indivíduos dos 35 aos 44 anos e os 12.1% juntos dos indivíduos com mais de 64 anos. Por regiões, destacam-se os residentes no Litoral Norte, com maior taxa de associativismo do que as restantes. Aqui, 21.2% dos residentes são sócios de clubes desportivos. A ocupação é a segunda variável com mais discrepâncias, com os valores a oscilar entre os 23.6% dos técnicos especializados e pequenos proprietários e os 7.9% das domésticas. Entre as classes sociais, os valores baixam gradualmente dos 20.3% observados junto dos indivíduos das classes alta e média alta para os 10.6% registados junto dos indivíduos da classe social baixa (Fonte: Marktest, Agosto de 2007)
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