segunda-feira, julho 22, 2024

Venezuela: Edmundo González diz que “vamos a hacer un Gobierno para todos, incluyendo el chavismo”

Los venezolanos están llamados a votar el próximo 28 de julio en unas elecciones que, por primera vez en 25 años, despiertan expectativas de un cambio real. El chavismo, liderado por el presidente Nicolás Maduro, llega a la cita castigado por el desgaste, según recoge la inmensa mayoría de las encuestas, mientras que la oposición, encabezada por Edmundo González Urrutia, aspira a que el clima de giro de timón que se respira en el país se concrete en las urnas. La política más popular de Venezuela, María Corina Machado, no pudo presentarse al haber sido inhabilitada por la autoridad electoral, aunque su popularidad y su protagonismo en la campaña han hecho de ella el principal motor de la candidatura antichavista. Al mismo tiempo, la comunidad internacional trabaja para que las partes firmen un documento por el que se comprometan a aceptar el resultado. Pero el país afronta la votación en un ambiente de máxima tensión. Jorge Rodríguez, de facto el número dos del chavismo, se mostró confiado en un triunfo. “Nosotros sí vamos a reconocer los resultados del Consejo Nacional Electoral”. Machado aseguró en una entrevista con EL PAÍS que ella y su equipo están abiertos a una “transición pacífica”. La consultora estadounidense Clear Path Strategies ha dado a conocer un estudio de opinión que otorga 26 puntos de ventaja al candidato opositor sobre Maduro (El Pais)

Venezuela: Por qué votar a Maduro? Entre la lealtad y la esperanza de que Venezuela, ahora sí, mejore

La base dura del chavismo ha resentido la crisis y ha visto el desencanto de sus camaradas que se han apartado. En las estructuras comunitarias hacen esfuerzos para traerlos de vuelta con bolsas de comida. Un grupo de niños hace su acto de graduación en un lado del patio de una escuela. Es miércoles y el piso bulle del calor. Es Antímano, un barrio informal al oeste de Caracas, un punto rojo del chavismo, donde Hugo Chávez se volvió leyenda cuando subió en un jeep militar conducido por él mismo a visitar a unas familias que perdieron sus casas en la punta del cerro luego de varios días de lluvia. Del otro lado del patio, representantes de los consejos comunales, jefes de calles del Partido Socialista Unido de Venezuela, integrantes de las UBCH (Unidad de Batalla Bolívar-Chávez, las estructuras electorales del chavismo), y funcionarios del Ministerio de Alimentación gestionaban la entrega de una bolsa del Clap (Comité Local de Abastecimiento y Producción) con comida y un pollo para 229 ancianos de los círculos de abuelos, la nueva estructura que Nicolás Maduro ordenó crear hace unos meses como parte de un programa social del nuevo Ministerio de Asuntos para los Adultos Mayores.

Los organizadores de la jornada han comenzado temprano. Van de un lado a otro para ultimar detalles. Los pollos estaban amontonados en el suelo en el espacio de mayor sombra. Trajeron globos. Ofrecieron café. Buscaron toldos para que los abuelos se resguardaran y unas sillas para que escucharan las interpretaciones musicales y los exhortos para ir a votar por “el gallo pinto”, el candidato presidencial, el próximo 28 de julio. También gestionaron las quejas. No todos los integrantes de los círculos de abuelos fueron convocados. No había “bolsa y proteína” —como le dicen a estos beneficios— para todos, pero todos los que estaban decidieron cumplir todo el proceso para llevársela. Liliana Villanueva, de 30 años, estaba entre el grupo encargado de la entrega de la comida. Hace apenas dos años se integró al consejo comunal de su sector como parte de la generación de relevo. Las organizaciones comunitarias que creó el chavismo han ido quedando incompletas con los últimos años. Entre los que se han ido del país y los que se han ido del chavismo, el músculo en el que el modelo político de la revolución delegó la gestión de la vida comunitaria quedó flácido.

Venezuela: Sondagens apontam para derrota de Maduro

As eleições presidenciais na Venezuela são no próximo domingo. As sondagens apontam para uma derrota expressiva de Nicolás Maduro. O candidato insiste no discurso do medo e das ameaças. A oposição responde que está pronta para a mudança.

Jovens imigrantes conseguem trabalho mais depressa, revela estudo do ISCTE

Os jovens imigrantes desempregados conseguem trabalho mais rápido em relação aos jovens em geral. Segundo um estudo do ISCTE, divulgado pelo Jornal Público, a razão está na disponibilidade em aceitarem trabalhos menos desejados. O peso dos imigrantes no mercado de trabalho português é cada vez maior e são sobretudo os jovens que rapidamente conseguem o 1.º emprego em Portugal. “Se compararmos com a globalidade dos jovens, enquanto estes demoram cinco meses a inserir-se, a média dos jovens em geral é 11 meses, portanto, é uma diferença muito grande”, diz Paulo Marques, coordenador do Observatório do Emprego Jovem. Segundo um estudo do Observatório do Emprego Jovem, divulgado pelo Jornal Público, a razão é simples. Os jovens imigrantes estão disponíveis para aceitar os trabalhos menos desejados e que exigem poucas qualificações, mesmo quando são licenciados. “Por um lado, alojamento e restauração. As colocações dos imigrantes neste setor têm uma percentagem muito acima daquilo que é a globalidade dos jovens, depois aquilo que são os serviços de apoio e estamos a falar de limpezas, seguranças, call centers, agências de trabalho temporário”, explica Paulo Marques.

O estudo feito a partir de dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) mostra que as ciências sociais, comércio e direito são as áreas onde os jovens com formação superior têm mais dificuldade em arranjar emprego, seguidas pelas artes e humanidades. As engenharias, as tecnologias da informação e as áreas da saúde são os setores que oferecem melhores remunerações e onde não se sente tanto o desemprego (SIC Notícias)

Aumento da taxa turística em Lisboa: dinheiro vai ser usado em limpeza, espaços verdes e cultura

Nas vésperas de ser eleito, Moedas parecia ter um futuro diferente para a taxa turística. Era de dois euros e Carlos Moedas admitia reduzi-la "para ganhar competitividade". Três anos depois, passará a ser de quatro euros. Mas o presidente da Câmara garante que o dinheiro vai ser usado em limpeza, espaços verdes e cultura. A partir de setembro, a taxa turística em Lisboa vai passar a ser de 4 euros. O presidente da Câmara, Carlos Moedas, garante que o dinheiro vai ser usado em limpeza, espaços verdes e cultura. Em vésperas de Carlos Moedas ser eleito, em 2021, a taxa turística de Lisboa parecia ter um futuro diferente. "(...) Lisboa tem uma taxa turística de dois euros e nós temos que ajudar na competitividade. Vamos ter que pensar muito bem se não temos que reduzir essa taxa para ganhar competitividade num turismo que vai ter imensa dificuldade", disse Carlos Moedas, a 3 de maio de 2021. Depois de quase três anos de mandato, a Câmara de Lisboa aprovou, na passada sexta feira, o aumento da taxa turística de 2 euros para 4, a partir de setembro.

Mudanças nas palavras de Carlos Moedas, justificadas pelas mudanças no contexto da cidade. Esta foi uma medida viabilizada apenas com o voto contra do PCP, com avisos da vereação socialista para que os fundos não sejam utilizados para equilibrar as contas da autarquia. Mas Carlos Moedas garante que a taxa será para investir na cidade. Apesar deste ser um aumento contestado pelas principais associações do setor para os turistas. este não é um aumento significativo. Lisboa recebe por ano mais de 8 milhões de turistas. O setor contribuiu com mais de 500 milhões de euros para a economia nacional nos primeiros dois meses do ano. Se 2023 foi um ano de recordes para o turismo no país, para o especialistas, 2024 segue o mesmo caminho (SIC Notícias)

Lula "assustado" por Maduro falar de "banho de sangue" se perder eleições na Venezuela

O Presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, confessou que ficou assustado quando o seu homólogo venezuelano, Nicolás Maduro, disse que, se perder as eleições presidenciais no próximo domingo, haverá um banho de sangue na Venezuela. "Fiquei assustado com essa afirmação", disse Lula da Silva numa entrevista a correspondentes estrangeiros citada pela Efe, na qual revelou ter falado duas vezes com Maduro para o avisar que, "se quiser contribuir para a resolução do problema do crescimento da Venezuela e do regresso daqueles que saíram [do país], tem que respeitar o processo democrático."

Lula da Silva acrescentou que, na democracia, "quem perde recebe um banho de votos, não um banho de sangue" e que "Maduro tem que aprender que quando você ganha você fica, e quando você perde você sai e se prepara para outras eleições". Segundo o Presidente brasileiro, as eleições de domingo serão "a única oportunidade" para a Venezuela voltar à normalidade e para o país se reintegrar na comunidade regional e internacional.

"É isso que desejo para a Venezuela e para toda a América do Sul", acrescentou. O chefe de Estado brasileiro acrescentou que, além dos dois observadores que a justiça eleitoral brasileira enviará, decidiu que também irá à Venezuela o seu ex-chanceler e atual assessor de Assuntos Internacionais, Celso Amorim, que estará presente nas eleições de domingo. Lula da Silva sempre defendeu eleições no âmbito dos Acordos de Barbados, com plena participação da oposição e com resultados reconhecidos por todos. Também defendeu uma grande presença de observadores internacionais e manifestou a sua preocupação pública com o veto da oposicionista María Corina Machado, posteriormente substituída como candidata pelo ex-diplomata Edmundo González Urrutia, que as sondagens colocam como favorito para as eleições presidenciais na Venezuela no próximo domingo (Lusa)

sábado, julho 20, 2024

Lembrando a realidade parlamentar em Portugal, depois de 2024

Acho que nunca é demais recordar às pessoas a configuração dos três parlamentos nacionais, dois eleitos em 2024 (Açores, Fevereiro, 57 deputados, Assembleia da República em Março, 230 deputados e Madeira em Maio, 47 deputados), explicar os partidos com representação parlamentar e a maioria absoluta necessária em cada um deles. No caso dos Açores, extinta a coligação PSD-CDS-PPM, nos termos da legislação, o PPM ficou com 1 deputado, o CDS com 2 e o PSD com 23. De facto vivemos um tempo novo, em todos os parlamentos, marcado pela ausência de maiorias absolutas, decorrentes das urnas ou previa ou posteriormente negociadas, o que obriga - num tempo de crise de lideranças, reconhecidamente existente, e que nem sequer é um fenómeno regional ou nacional mas sobretudo europeu e mundial - a um processo negocial que nem sempre é garantia de sucesso, dado que nem sempre as prioridades colocadas em cima da mesa são as que realmente devem ser postas em cima da mesa. Há falta de habilidade, de pragmatismo, de lisura democrática e de antecipar eventuais cenários futuros que no imediato até podem obrigar a cedências ou a aparentes "derrotas" que na realidade não são. Quando a prioridade é salvar a face e impedir contestações partidárias internas que ameaçam o poder, seja no poder ou na oposição, nos partidos maioritários ou minoritários, nada feito (LFM)

Venezuela: Nicolas Maduro ameaça com derramamento de sangue

Na Venezuela, as eleições presidências do dia 28 estão a aumentar a tensão no país. O Presidente, Nicolas Maduro não admite uma derrota, e deixa uma ameaça muito séria.

Nota: a rafeirice dos crápulas do costume

A tática é conhecida e vem nos manuais mais recentes da chamada política de sarjeta. Frustrados com a votação de determinado partido dito extremista - mas com o qual sonhavam, sem o assumirem, para viabilizar uma jogada de bastidores de conquista do poder que acabou ridicularizada, e ainda nem sabemos os custos políticos futuros dessa aldrabice falhada – alguns, poucos, partidos locais que sonhavam com outro desfecho, desencadearam imediata campanha, no espaço mediático e nas redes sociais, contra o tal partido que lhes "lixou” a vida, usando um discurso reforçadamente ainda mais agreste e punitivo que é apenas o reflexo dos efeitos do oportunismo frustrado. Falhadas as tentativas de assalto ao  poder regional, por via de trocadilhos matemáticos, onde todos cabiam, incluindo os alegados inimigos políticos – mas que acabam sempre por servir em determinadas ocasiões.... - as insignificantes hordas de apoiantes desses personagens e partidos, frustrados com os desfechos de votações, com as quais ainda sonharam como se fossem uma espécie de última migalha de pão no prato de duas bocas esfomeadas, ambas subscritoras de uma farsa casamenteira e de fachada, condenada ao fracasso por falta de condições – e sem falar das conhecidas e crescentes desconfianças entre os noivos falhados, algo que tem o genes em divergências parlamentares num passado não tão longínquo como parece e que alguns parecem querer esconder – ei-los a optarem pela acostumada invasão cobarde e anónima das redes sociais disponíveis - hoje de projecção insignificante - contando com a cumplicidade de espaços que acham que o anonimato é chique e tolerável, pelo menos até que não lhes entre pela casa dentro ou lhes toque na família. Nesse caso censuram e deitam no lixo tudo o que lhes for enviado, também sob o anonimato cobarde, mesmo que denunciando "pecadores" e "pecados" praticados por exemplares rafeiros de uma "virgindade" santarrona e de pacotilha que nem ao diabo serve mas que amparam toda a porcaria anónima desde que lhes sirva os seus interesses ocultos.

Então temos, voltando à política, uma certa esquerda, que sempre diabolizou e disse mal do Chega, a reforçar ainda mais esse seu discurso anti-Chega, apenas porque a expectativa de que uma votação diferente - que poderia servir os interesses e os sonhos desses manhosos que se movem no esgoto nojento da política e das redes sociais, sem a coragem de darem a cara, no fundo para não se poder identificar o lixo que são e o perfil rafeiro que caracteriza esses bandalhos - saiu furada. Portanto, Chega e PAN serão por mais algum tempo os alvos preferenciais – a IL beneficia agora de um estado de graça temporário... - dessa escumalha frustrada e derrotada que quando chegar a altura vai ter que explicar aos eleitores qual a verdadeira diferença entre S e J quando, supostamente, os eleitores de J não terão votado em S porque não queriam nada com essa gentinha. E mesmo que tenham saído frustrados, há esboços de intenções casamenteiras tentadas, de contornos nunca esclarecidos, que, repito, a seu tempo terão que ser explicadas aos eleitores por quem de direito, para que eles decidam, sobretudo os milhares de votos úteis que acharam, mal, que votando excepcionalmente em J isso era a garantia de penalização do partido no poder e ao mesmo tempo de afastamento de S do poleiro. Isto promete! (LFM)

Nota: S e J? Cada um que decifre...

Opinião: Duas notas

1 - O turismo sempre fez parte da história, da economia e da vida da Madeira e dos Madeirenses. Quanto a isso ninguém ousará ver futuro à nossa Região, privando-a do turismo, das receitas que ele gera, dos empregos que propicia, dos rendimentos que garante, etc. Mas temos de estar atentos ao que chamaria de "ditadura do turismo" em que há uma subversão de realidades, quando os residentes passam a ser relegados para um plano secundário, substituídos pela "ditadura" dos turistas e do primado absolutista da indústria do turismo. Várias localidades europeias estão a despertar para a valorização desses fenómenos de insatisfação popular, promovendo contestações crescentes, protestos públicos, aplicando taxas, impondo a proibição ou limitação do acesso de turistas a certas localidades mais sujeitas a procura turística, devido a problemas com o abastecimento de água, tentando minimizar os efeitos do alojamento na carência habitacional que hoje é generalizada a toda a Europa, a aprovar medidas - taxas não só - que travem essa contestação, no fundo destinadas a repor alguma qualidade de vida que muitos destinos turísticos foram perdendo graças à selvajaria desordenada que o turismo massificado transporta com ele. Barcelona, Veneza, Capri, Nice, várias regiões italianas e espanholas, Grécia Japão, norte da Escandinávia, etc, são disso exemplo.

No caso da Madeira, embora as coisas me pareçam ainda algo controladas - apesar de alguns sinais geradores de eventual potencial preocupação em determinados sectores de actividade ligados ao turismo - este parece ser um tempo em que as pessoas, naturalmente, começam a se questionar sobre se – e num tempo em que o turismo nunca movimentou tantas pessoas, tantos aviões, tantas empresas em todo o mundo - com tantos pretensos recordes regionais, com tanta confusão, com crescentes comportamentais abusivos intoleráveis, com tanta mão-de-obra estrangeira importada e sem qualificação, mas disponível a auferir uns patacos para uma vida remediada, com tanta desorganização e falta de controlo nalguns sectores de serviços, etc, o turismo regional tem contribuído, de facto para reduzir os baixos rendimentos na RAM, se tem gerado empregos para todos os desempregados disponíveis (também há os que não estão...), se tem melhorado os salários e aumentado os impostos pagos. Ou se apenas tem gerado lucros para encher certas mentes esfomeadas? Eu, repito, não tenho nada contra o turismo, não alinho em certas conversas tontas que por aí andam contra o turismo, porque sei que a RAM, ontem como hoje, depende e muito do turismo. Mas tem de haver sempre um plano B que julgo continua a não existir. Lembram-se do que aconteceu com o covid? Acham que o mundo não está hoje mergulhado na dúvida de uma nova crise generalizada, caso a guerra não termine rapidamente, uma guerra que também é alimentada pela mediocridade das lideranças mundiais e pela evidente falta de competências e de liderança fortes, como acontecia no passado com figuras inesquecíveis e respeitáveis na política internacional, que tudo faziam para acabar com tensões e conflitos internacionais, ao invés de os alimentarem?

2 - A proposta de Orçamento regional para 2024 foi aprovada na generalidade, na Assembleia Legislativa da Madeira, com os votos contra do JPP e da IL, a abstenção do PS, Chega e do PAN e os votos a favor do PSD e do CDS. Segue-se a discussão e votação na especialidade, secretaria a secretaria, que antecede votação final global que, quando escrevo este texto, desconheço qual será, sabendo-se que não há a obrigatoriedade de correspondência com a primeira votação. Acho bem que tenha sido aprovado, porque estamos a falar de um ano quase vencido e de medidas que precisam de um orçamento regional para serem aplicadas, algumas delas com retroactividade assegurada. Foi também aprovado o Plano regional de Investimentos para 2024, com a mesma votação partidária. Obviamente que 2024, por razões várias conjugadas, é um ano atípico, facto que faz com que alguns partidos - não todos... – tenham mostrado alguma responsabilidade que certamente não passará despercebida aos eleitores no momento próprio. Naturalmente que a normalidade orçamental na RAM apenas regressará em 2025, cujo orçamento e plano começam a ser conhecidos em Outubro (LFM, texto publicado no Tribuna da Madeira de 19.07.24)

Participação de mercado de jogos de PC vs Console

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Estados dos EUA por gastos com jogos de azar

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As marcas de carros mais confiáveis nos EUA

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Quanto custa ser sede das Olimpíadas

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As organizações de notícias mais confiáveis dos Estados Unidos em 2024

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sexta-feira, julho 19, 2024

Reservas de Gás Natural por País

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Top 10: líderes mundiais mais bem pagos em 2024

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As 100 melhores universidades do mundo, por país

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Satisfação com a democracia, em 26 países

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Expectativa de Vida vs. Gastos em Saúde Per Capita

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Gastos de defesa de estados-membros da OTAN sem os EUA (2012-2024)

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Países com mais milionários e bilionários

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Os 10 principais países que recebem ajuda externa dos EUA

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O que impulsionou o mundo em 2023

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Biden e Trump: os candidatos presidenciais menos apreciados em mais de 30 anos

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2024: Como os americanos assistem TV


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María Corina Machado denuncia atentado contra si e a sua equipa na Venezuela

A líder venezuelana María Corina Machado, que em outubro de 2023 venceu as primárias da oposição, revelou  que foi alvo de um atentado contra si e a sua equipa. O alegado atentado, segundo explicou na sua conta da rede X, teve lugar na cidade venezuelana de Barquisimeto (370 quilómetros a oeste de Caracas), estado de Lara, onde pernoitou depois de na quarta-feira ter realizado um comício no vizinho estado de Portuguesa. “Alerta mundial: Na madrugada de hoje, eu e a minha equipa fomos alvo de um atentado em Barquisimeto, no estado de Lara. Os nossos carros foram vandalizados e cortaram as mangueiras dos travões”, denunciou María Corina Machado. Na mesma rede social, a opositora explica que “agentes do regime" os seguiram "desde [o estado de] Portuguesa e cercaram a urbanização" onde passaram a noite. “A campanha de Maduro é a violência e ele é responsável por qualquer dano à nossa integridade física. Não nos vão parar”, sublinha na X.

A oposição denunciou  que as autoridades venezuelanas encerraram os terminais de transporte terrestre do estado de Portuguesa (centro do país) onde María Corina Machado realizaria um comício no âmbito da campanha para as eleições presidenciais de 28 de julho. Na mesma rede social María Oropeza insta os venezuelanos a sair e apoiar a María Corina Machado e o seu substituto, Edmundo González Urrutia, candidato às presidenciais de 28 de julho. Segundo a imprensa local, teriam sido ameaçados também alguns comerciantes. Também na X, o Comité de Direitos Humanos de “Vente Venezuela” denuncia que “foram apreendidos o palco e o equipamento de som que a líder desta organização utilizaria durante a sua visita ao estado de Portuguesa, onde se reunirá com os seus apoiantes”.

Por outro lado, o “Vente Venezuela” explica que em 13 de julho último as autoridades tentaram impedir, sem sucesso, o livre trânsito de cidadãos no estado de Carabobo (centro-norte do país) para impedir que chegassem a uma concentração da oposição. Nesse dia, imagens divulgadas pelas redes sociais davam conta que tinham sido instalados pontos de controlo de trânsito (operações stop) em várias avenidas da cidade de Valência, capital do estado de Carabobo. A ONG Foro Penal (FP) denunciou na terça-feira que estão a aumentar as detenções políticas relacionadas com as eleições presidenciais na Venezuela, país onde 301 pessoas estão detidas por motivos políticos, 124 delas no âmbito da campanha eleitoral da oposição.  “Houve um aumento significativo do número de presos políticos. Hoje há 301 presos políticos na Venezuela”, disse o diretor do FP (Lusa, texto do jornalista Filipe Gouveia)

Las dudas sobre si el chavismo aceptaría una derrota mantienen en vilo a la oposición en Venezuela

Nadie sabe con seguridad cómo va a amanecer en Venezuela el 29 de julio, un día después de las elecciones presidenciales. El candidato de consenso de la oposición, Edmundo González Urrutia, puntúa en las encuestas más fiables por encima del actual presidente, Nicolás Maduro. En condiciones normales, el traspaso de poderes entre un presidente saliente y otro entrante sería una mera formalidad institucional, pero en el contexto en el que se encuentra Venezuela resulta una incógnita. Los opositores vislumbran una clara oportunidad de cambio en el país después de 25 años de chavismo y dan casi por segura su victoria. Al mismo tiempo, se preguntan si la revolución bolivariana, que ahora mismo controla todos los resortes del Estado, aceptaría una derrota y dejaría que, en enero del año que viene, alguien distinto a Maduro entrase por la puerta del Palacio de Miraflores, la sede del Gobierno.

Edmundo González ha recibido casi todo el capital político de María Corina Machado, la líder opositora vetada electoralmente por el oficialismo. Machado se recorre estos días el país promoviendo el nombre de González, que hasta hace poco era un diplomático desconocido que había pasado toda su vida en la trastienda del poder. El candidato repite en campaña que ejecutará una transición ordenada, sin traumas ni revanchismo. En la oposición cunde la idea de que hay que facilitar una salida al chavismo, al que le preocupa que una vez deje la presidencia puedan investigar este cuarto de siglo atrás. Sobre el propio Maduro pesa una recompensa de 15 millones de dólares que ofrece la DEA estadounidense.

RTP - O preço da vida

Ao longo de vários meses, um grupo de jornalistas europeus comparou os preços e a disponibilidade de vários medicamentos inovadores nos países da União Europeia. A conclusão deste trabalho é clara: muitos destes medicamentos não estão disponíveis em vários países e o seu preço não se baseia nos custos de fabrico, nem no investimento feito na sua investigação. Nos últimos anos os preços dos medicamentos dispararam. Alguns atingem valores impensáveis, como o Zolgensma, que marca a actualidade em Portugal - o tão mediático "caso das gémeas". Veja o documentário na totalidade aquiaqui

Detenido en Venezuela el jefe de escoltas de María Corina Machado

Las autoridades chavistas han detenido a Milciades Ávila, el jefe de escoltas de María Corina Machado, la líder de la oposición. Ávila se encontraba durmiendo en su casa cuando los funcionarios entraron por la puerta, según ha explicado el comando de campaña de Machado, que en esta campaña electoral, camino a las elecciones presidenciales del 28 de julio, ha extendido todo su apoyo a Edmundo González, al que el chavismo sí la ha permitido participar como candidato. Ávila, expolicía, lleva 10 años trabajando para Machado y ahora se desempeña como el jefe de su unidad de protección. “Ávila me ha acompañado alrededor de todo el país y ha arriesgado su vida para defenderme. Esta madrugada fue secuestrado por el régimen acusado de violencia de género contra unas mujeres que el pasado sábado intentaron agredirnos a Edmundo y a mí en La Encrucijada”, explicó la opositora en X.

Para Machado, ese grupo de mujeres había preparado una estrategia para meter en problemas a su equipo: “Hay decenas de testigos y videos que demuestran que ese acto fue una provocación planificada para dejarnos sin protección a 11 días del 28 de julio. Hago un ALERTA al mundo sobre la escalada de represión de [Nicolás] Maduro contra quienes trabajan en la Campaña o nos ayudan en cualquier parte del país. Maduro ha hecho de la violencia y la represión, su campaña”. La líder opositora, que arrasó en unas primarias antichavistas que se celebraron el año pasado con más del 90% de los votos, hizo responsable al presidente de “la integridad física de Milciades Ávila y de la de las otras 24 personas de nuestros equipos secuestrados y hoy presos de la tiranía”.

Venezuela: El chavismo confía en una remontada en la recta final de la campaña

Hace un mes, el núcleo duro del chavismo recibió unos sondeos alarmantes. El candidato de la oposición, Edmundo González Urrutia, había pasado en muy pocas semanas de ser un auténtico desconocido a superar en intención de voto al actual presidente, Nicolás Maduro. El propio Maduro, su principal operador político, Jorge Rodríguez, y Diosdado Cabello, el organizador del partido, se encontraron con una situación límite. A los tres, encargados de la campaña, les tocaba remar río arriba. Esos mismos datos cayeron en manos de Gustavo Petro y de Lula Da Silva, que pensaron que quizá era el momento de sentar las bases de una transición ordenada, sin traumas, un cambio de ciclo político y de regreso a los cauces democráticos después de 25 años de chavismo.

Sin embargo, Maduro y los suyos no han dado señales de tener la intención de dejar el poder. En primer lugar, porque consideran que se trata de un “supuesto negado”. El término se escucha ahora en todas las tertulias chavistas. Aunque una palabra anula a la otra, viene a decir que la victoria de Edmundo es un imposible, algo que no puede darse bajo ningún concepto. Se niega la existencia de tal escenario. Es más, a los dirigentes chavistas consultados es difícil escucharles pronunciar el nombre del candidato rival. Sencillamente, no está en la ecuación. Y, en segundo lugar, porque el chavismo confía todavía en su capacidad de movilización, pese a que las encuestas fiables los sitúan muy lejos de la oposición.

quarta-feira, julho 17, 2024

Estado não está interessado em saber se gasta bem ou mal o seu dinheiro, conclui Tribunal de Contas

A implementação de revisões da despesa não foi bem-sucedida nas duas últimas vezes em que foi implementada, durante os anos da troika e entre 2016 e 2023, por descoordenação entre instituições e indefinição dos critérios, diz o Tribunal de Contas. A terceira tentativa foi uma “obrigação” do PRR e está em curso. O Estado português não esteve particularmente interessado em perceber se, como, e onde estaria a despender mal o seu dinheiro. É a conclusão de um relatório do Tribunal de Contas (TdC) sobre as três tentativas de implementação de mecanismos de análise sistemática da despesa pública postas em prática na última década. De 2013 a 2023, falharam as tentativas de implementar revisões da despesa em linha com as recomendações do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), pecando pela falta de objetivos claros e pouca transparência, e não tendo gerado nenhumas poupanças.

E isto apesar de os diferentes ministérios das Finanças terem promovido a criação de vários grupos de trabalho para estudar a implementação destas revisões da despesa, interrogando-se também o TdC sobre o trabalho efetuado e os resultados conseguidos por estas estruturas.

O tribunal que audita a despesa pública solicitou contraditório a uma lista vasta de ministros e ex-ministros com responsabilidades na alocação de despesa. Os ex-ministros Mário Centeno e João Leão não responderam à notificação do TdC. Já Fernando Medina, o ministro das Finanças do último governo de António Costa, optou por não tecer comentários em relação às conclusões da auditoria.

Isso levou o TdC a inferir que “não houve uma efetiva responsabilidade política pela implementação deste instrumento de racionalização da despesa pública, o que constitui, seguramente, um dos fatores explicativos da ausência de resultados com o exercício da revisão da despesa”.

O mundo está sentado em cima de um problema de 84 biliões de euros. Vêm aí "escolhas difíceis"

Os governos devem um valor-recorde de 91 biliões de dólares (cerca de 84 biliões de euros), um valor quase equiparável ao tamanho da economia global e um que, em última instância, vai afetar gravemente as suas populações. O peso da dívida cresceu tanto – em parte por causa do custo da pandemia – que representa agora uma crescente ameaça para os padrões de vida até em economias ricas, incluindo os Estados Unidos. Ainda assim, num ano de eleições por todo o mundo, os políticos estão, em larga medida, a ignorar o problema, sem disposição para falar com os eleitores sobre o aumento de impostos e os cortes nas despesas que são necessários para fazer face ao dilúvio de empréstimos. Em alguns casos, estão mesmo a fazer promessas extravagantes que podem, no mínimo, fazer subir novamente a inflação e até desencadear uma nova crise financeira.

Este mês, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reiterou o seu aviso de que os “défices fiscais crónicos” nos EUA precisam de “respostas urgentes”. Os investidores partilham há muito a sua inquietação sobre a trajetória de longo prazo das finanças do governo norte-americano. “[Mas] os contínuos défices e o aumento do peso da dívida [agora] fazem com que seja mais um problema de médio prazo”, diz à CNN Roger Gallam, responsável mundial pelas taxas de juro na Vanguard, uma das maiores gestoras de ativos do mundo. À medida que o peso das dívidas se amontoa em todo o mundo, os investidores estão a ficar ansiosos. Em França, a turbulência política exacerbou as preocupações quanto à dívida pública do país, fazendo disparar os rendimentos das obrigações, ou os rendimentos exigidos pelos investidores. 

Este local de férias em Itália está a recusar turistas porque está a ficar sem água


A Sicília começou a impor restrições de água em fevereiro, quando a região declarou o estado de emergência no meio de uma seca implacável. Situada no topo de uma colina na ilha italiana da Sicília, Agrigento é um paraíso para os turistas que gostam de património. Por baixo das estruturas arqueológicas e das relíquias do seu Vale dos Templos, encontra-se um antigo sistema de aquedutos em forma de labirinto que ainda hoje capta água. Mas o aqueduto, e outros construídos nos tempos modernos, estão a ficar tão secos que os pequenos hotéis e pensões da cidade e da costa próxima estão a ser obrigados a recusar turistas. Não têm água suficiente para garantir aos seus hóspedes uma casa de banho com autoclismo ou um duche depois de um dia de calor no verão.

A Sicília começou a impor restrições de água em fevereiro, quando a região declarou o estado de emergência no meio de uma seca implacável. As infraestruturas envelhecidas e com fugas de água só agravaram a escassez, que atingiu o turismo e a agricultura, dois setores cruciais para a economia da Sicília.

O racionamento está a ser aplicado a mais de um milhão de pessoas em 93 comunidades. Algumas estão a ter de reduzir o consumo de água até 45%. Isto significa que as torneiras secam de acordo com o horário e que o abastecimento é completamente cortado durante a noite na maioria dos sítios. Ter água suficiente para beber é uma questão de se organizar durante o dia. No TripAdvisor e noutros fóruns de viagens, os turistas perguntam se vale a pena visitar as zonas afetadas da Sicília. Os hotéis estão a avisar os clientes sobre a potencial escassez e estão a ajudar os visitantes a fazer novas reservas noutros locais da ilha onde as restrições são menos severas ou não estão em vigor.

Críticas dos portugueses à Justiça são risco para a democracia

O investigador Pedro Magalhães, um dos autores de um inquérito que aponta vários problemas na justiça portuguesa, considera que a perceção sobre o sistema judiciário pode colocar em causa a democracia plena em Portugal.  Para uma "democracia plena", não bastam eleições livres, o "acesso à Justiça é também visto como um aspeto central", referiu à Lusa o investigador do inquérito feito pelo Instituto de Políticas Públicas e Sociais (IPPS) do Iscte -- Instituto Universitário de Lisboa, hoje tornado público, integrado no relatório "O Estado da Nação e as Políticas Públicas 2024", totalmente vocacionado para o sistema de Justiça.

Para o investigador, as dúvidas quanto à eficácia e justiça do sistema judicial podem "afetar a crença na própria democracia como regime político. "Em 2012 e em 2021, o European Social Survey mediu as avaliações que os europeus fazem de vários aspetos do funcionamento das suas democracias" e "a igualdade perante a lei e a justiça era um dos aspetos mais valorizados". Portugal, no entanto, era um dos países onde havia "um maior desfasamento entre a importância dada a esse aspeto e avaliação da sua concretização", recordou o investigador.  Então, a desigualdade perante a lei "era vista como um dos maiores défices democráticos no nosso país", algo que se torna evidente com os resultados deste inquérito. 

Portugueses criticam lentidão e erros da Justiça

A Justiça é a instituição pública mais mal avaliada pelos portugueses, segundo um inquérito hoje divulgado que aponta erros, lentidão e pressões sobre magistrados como principais problemas de um sistema que penaliza os mais pobres e minorias. Estes são alguns dos resultados de um inquérito feito pelo Instituto de Políticas Públicas e Sociais (IPPS) do Iscte - Instituto Universitário de Lisboa, hoje tornado público, integrado no relatório "O Estado da Nação e as Políticas Públicas 2024", totalmente vocacionado para o sistema de Justiça. De acordo com o estudo, "74% dos inquiridos consideram que a Justiça funciona 'Mal' ou 'Muito Mal'", uma avaliação que é a mais negativa feita pelos inquiridos sobre serviços ou estruturas públicas, abaixo do Parlamento, Governo ou Sistema Nacional de Saúde.

"Pelo contrário, as polícias, as forças armadas e as câmaras municipais recebem avaliações positivas por parte da maioria dos inquiridos", segundo o estudo. Entre os inquiridos que avaliam negativamente a Justiça, a maior responsabilidade é atribuída aos juízes, procuradores e governos, numa escala que coloca os "cidadãos em geral" como os menos culpados dos problemas. Numa avaliação mais detalhada ao sistema de Justiça, as considerações "menos positivas concentram-se no desempenho geral do sistema, incluindo rapidez, eficácia e eficiência".

Sondagem: Maioria está insatisfeita com situação política (56%) e não acredita que Governo dure os quatro anos (53%)


A maioria dos portugueses está insatisfeita (56%) com o estado do país político, de acordo com uma sondagem da Aximage para o DN, JN e TSF. As eleições de março passado conduziram a um cenário fragmentado e instável no Parlamento e deram origem a um Governo minoritário. E 53% dos inquiridos não acreditam, por isso, que o Governo se aguente em funções até ao final da legislatura, em 2028.
Luís Montenegro enfrenta hoje, no Parlamento, o seu primeiro debate do Estado da Nação. Um primeiro-ministro que, depois de três meses em funções, é, indiscutivelmente, o político mais popular do país (59% dão-lhe nota positiva, de acordo com o barómetro mais recente). Mas, por outro lado, é um líder partidário que se arriscaria a perder Eleições Legislativas, se as houvesse (o PS regista uma vantagem de dois pontos sobre a AD nas intenções de voto, de acordo com a sondagem publicada domingo passado).
Cenário negativo
Estaríamos, na verdade, perante um empate técnico. Com um país ancorado à direita, graças ao Chega, o parceiro que a AD rejeita. E uma ala Esquerda que, mesmo com um PS na frente, não seria capaz de conquistar uma maioria. O mesmo cenário, afinal, que resultou das últimas Legislativas: fragmentação e instabilidade. Um cenário que 56% dos portugueses consideram negativo (um terço acha que é positivo). Um sentimento maioritário, note-se, em todos os segmentos da amostra (geografia, género, idade, classe social e voto partidário). Também os eleitores da AD estão insatisfeitos (49%).
Daí a concluir que o Governo não vai conseguir manter-se até ao final da legislatura parece um pequeno passo. E é isso que diz também uma maioria dos inquiridos (53%), ainda que, nesta matéria, se destaque a dissidência dos eleitores do PSD e CDS: 56% apontam para um Governo em funções até 2028. Acresce que a crença na capacidade de resistência de Luís Montenegro vai crescendo: em abril passado, e perante a mesma pergunta, eram apenas 21% os que acreditavam que fosse capaz de aguentar os quatro anos. Agora são 34%.

Juízes sócios do Benfica obrigados a julgar clube

Desembargadores são titulares de lugar anual no estádio, mas Relação diz que imparcialidade não está em causa. Dois juízes do Tribunal da Relação de Lisboa (TRL), sócios do Benfica há mais de 30 e 40 anos e titulares de lugar anual no Estádio da Luz, pediram para ser afastados de um processo cível, que lhes calhou por sorteio, em que iam apreciar uma causa em que o clube é parte interessada. A escusa foi, no entanto, negada pelo vice-presidente do TRL, Carlos Castelo Branco, que considerou não haver “motivo sério e grave, que possa fazer perigar a imparcialidade do julgador, que não está, com toda a certeza, em causa”. Em cima da mesa estavam dois pedidos apresentados pelos desembargadores a 20 de maio (Jornal de Notícias, texto do jornalista César Castro)

Sondagem: É na Justiça e na Saúde que a Nação está em pior estado

O portugueses dizem que o estado da Saúde é mau. E querem que seja esse o tema prioritário do debate sobre o Estado da Nação. Portugueses também estão insatisfeitos com a situação na Economia, Imigração, Emprego e Educação. E dizem que Luís Montenegro deve dar prioridade à Saúde no debate do Estado da Nação. Os portugueses estão pessimistas quanto ao Estado da Nação, de acordo com uma sondagem da Aximage para o JN, DN e TSF. Quando se pede que avaliem seis áreas em concreto, o balanço é bastante negativo, com destaque para a Justiça (79% dizem que a situação é má) e para a Saúde (69%). E quando se pergunta qual deveria ser o tema prioritário a levar por Luís Montenegro para o debate no Parlamento, a Saúde volta a estar em lugar de destaque (34%).

O barómetro político deste mês já indiciava que há um problema que preocupa os portugueses mais do que qualquer outro, com reflexos na avaliação que fazem aos membros do Governo. Se o primeiro-ministro é o político mais popular e se os restantes ministros estão em maré alta, há uma exceção à regra: a ministra com a tutela da Saúde, Ana Paula Martins, está em queda. E isso ajuda a explicar porque é a Saúde é o problema que os inquiridos consideram prioritário para o debate do Estado da Nação (34%), à frente de temas como a Habitação (21%) ou os Salários (20%).

Sondagem: Maioria está insatisfeita com situação política e não acredita que Governo dure quatro anos

Se houver uma crise que precipite eleições, Pedro Nuno Santos e o PS serão os mais beneficiados (40%). Seguem-se André Ventura e o Chega (27%) e só depois Luís Montenegro e a AD (15%). A maioria dos portugueses está insatisfeita (56%) com o estado do país político, de acordo com uma sondagem da Aximage para o JN, DN e TSF. As eleições de março passado conduziram a um cenário fragmentado e instável no Parlamento e deram origem a um Governo minoritário. E 53% dos inquiridos não acreditam, por isso, que o Governo se aguente em funções até ao final da legislatura, em 2028.

Luís Montenegro enfrenta esta quarta-feira, no Parlamento, o seu primeiro debate do estado da nação. Um primeiro-ministro que, depois de três meses em funções, é, indiscutivelmente, o político mais popular do país (59% dão-lhe nota positiva, de acordo com o barómetro mais recente). Mas, por outro lado, um líder partidário que se arriscaria a perder eleições legislativas, se as houvesse (o PS regista uma vantagem de dois pontos sobre a AD nas intenções de voto, de acordo com a sondagem publicada domingo passado).

Estaríamos, na verdade, perante um empate técnico. Com um país ancorado à Direita, graças ao Chega, o parceiro que a AD rejeita. E uma ala Esquerda que, mesmo com um PS na frente, não seria capaz de conquistar uma maioria. O mesmo cenário, afinal, que resultou das últimas legislativas: fragmentação e instabilidade. Um cenário que 56% dos portugueses consideram negativo (um terço acha que é positivo). Um sentimento maioritário, note-se, em todos os segmentos da amostra (geografia, género, idade, classe social e voto partidário). Também os eleitores da AD estão insatisfeitos (49%).

Espanha: Gobierno y comunidades constatan la distancia que les separa para un acuerdo sobre financiacion

Los consejeros regionales de Hacienda, reunidos en el Consejo de Política Fiscal, critican que el Ejecutivo no presente una propuesta para renovar el sistema. “Estéril”, “poco fructífero” y “decepcionante”. Estos son algunos de los adjetivos que las comunidades han utilizado para describir la falta de avances en materia de financiación autonómica en el Consejo de Política Fiscal y Financiera (CPFF) celebrado este lunes, el órgano que reúne a los consejeros regionales de Hacienda con el Estado y en torno al cual se había generado mucha expectativa. La ministra, María Jesús Montero, ha emplazado al PP a involucrarse en la reforma del modelo ante la falta de consenso entre los territorios... (El Pais, texto da jornalista LAURA DELLE FEMMINEDIEGO SÁNCHEZ)

Sondagem Católica. Saúde é o que mais preocupa os inquiridos

Na sondagem da Universidade Católica para a RTP, Antena 1 e Público, os portugueses consideraram a saúde o principal problema em Portugal, seguido de questões económicas como os baixos salários, o custo de vida e a inflação. 47% dos inquiridos olham para o país e consideram que está igual ao ano passado. Há menos pessoas a considerarem que está pior do que há um ano. Na sondagem realizada pela Católica entre os dias 7 e 13 de julho, 32% dos inquiridos disseram que o país está pior do que há um ano. Na sondagem de julho de 2023, eram 65% que tinham a convicção de que s situação estava pior do que no ano anterior. No inquérito de 2022, eram 63% a olharem de forma pessimista para o país.

Desta vez são menos a dizer que a situação está pior, mas só 18% dizem que está melhor do que no ano passado. 47% dos inquiridos apenas diz que o país está “igual” (eram 22% a responder assim no ano passado e 24% com esta resposta em 2022).

A margem de erro máximo associado a uma amostra aleatória de 957 inquiridos é de 3,2%, com um nível de confiança de 95% Ainda assim, há um pouco mais de otimismo, já que são mais os que dizem que está melhor se compararmos com as respostas de 2023 (12% diziam que estava melhor) e as de 2022 (11% a considerarem o país melhor).

Sondagem Católica. Há mais portugueses com dificuldades em pagar despesas de saúde

Os portugueses continuam a ter dificuldades em cumprir prazos de pagamento em algumas áreas, sendo que este ano é na saúde que mais se sentem esses desafios: 27 por cento assume dificuldades em pagar a fatura dos medicamentos e 22 por cento a conta do supermercado. A conclusão é da sondagem da Universidade Católica para a RTP sobre as condições de vida em Portugal, que revela ainda que 17 por cento dos inquiridos diz ter rendimentos inferiores ao que tinham no ano passado. Na sondagem agora divulgada, verifica-se que 18 por cento dos inquiridos que pagam renda ou prestação de habitação tiveram dificuldades em fazê-lo dentro do prazo, pelo menos uma vez nos últimos 12 meses. Este valor diminuiu ligeiramente, comparando com os 23 por cento registados na sondagem de julho de 2023.

Também no que se refere a despesas como eletricidade, água e gás, os portugueses tiveram menos dificuldade em pagar. Neste estudo, 19 por cento dos inquiridos admitiu ter tido, pelo menos uma vez, dificuldade em cumprir o pagamento a tempo (contra o 20 por cento registados no ano passado). O mesmo se verifica nas despesas de alimentação, sendo que 22 por cento dos inquiridos assumiu ter tido dificuldades, pelo menos uma vez, em pagar. No ano passado esse valor correspondia a 26 por cento, o que demonstra um decréscimo de pessoas com dificuldades em pagar despesas de alimentação.

Já quanto a despesas ou mensalidades com escolas, creches, ATL ou lares de idosos, o valor mantém-se as dificuldades de garantir o pagamento. Tal como nos inquéritos realizados no mesmo período do ano passado, 16 por cento dos inquiridos tiveram dificuldades em pagar estas mensalidades.

Sondagem Católica. PGR continua com avaliação "razoável"

A sondagem da Universidade Católica para a RTP, Antena 1 e Público revela que 37% dos inquiridos avalia a atuação do Ministério Público e da Procuradoria-geral da República como "razoável". Se compararmos os resultados agora obtidos com os dados da sondagem de maio, vemos que são agora menos aqueles que consideram "má" ou "muito má" a atuação do MP e da PGR. Na sondagem realizada pela Católica entre os dias 7 e 13 de julho, 30% dos inquiridos considerava “má” a atuação do Ministério Público e da Procuradoria-geral da República. Para 17%, a avaliação era mesmo de “muito má”. Na sondagem de maio, eram 34% os que indicava uma atuação “má” e 22% os que a consideravam “muito má”.

Depois de uma onda de críticas, a Procuradora-Geral da República, Luícilia Gago deu a primeira entrevista do mandato à RTP, no passado dia 8 de julho, altura em que estava a ser feita no terreno esta sondagem.

A maioria continua a considerar a atuação “razoável”. Agora são mais os que avaliam assim MP e PGR. Agora são 37%, enquanto em maio eram 35%. Aumenta também o número daqueles que colocam a avaliação como “boa” (são agora 9%, enquanto em maio eram 6%) e “muito boa” (são agora 2%. Em maio, só 1% dava essa classificação).  Se filtrarmos os inquiridos pelas suas preferências de voto, vemos que são mais os eleitores do PS aqueles que consideram “muito má ou má” a atuação daqueles organismos, acima dos votantes na AD (42%) e no Chega (32%), talvez a refletir o que é o sentimento causado pela Operação Influencer e o facto do socialista de António Costa ter saído do poder na sequência desta investigação.

A margem de erro máximo associado a uma amostra aleatória de 957 inquiridos é de 3,2%, com um nível de confiança de 95%. Entre os eleitores da AD, 42% consideram a atuação do MP e PGR como “razoável” e 14% como “boa ou muito boa”. Entre os socialistas, 28% consideram a atuação “razoável” e só 4% dá uma avaliação positiva. Entre os votantes do Chega, 25% acham que a atuação foi “boa ou muito boa” e 41% considera que foi “razoável”.

Ficha Técnica:

Este inquérito foi realizado pelo CESOP–Universidade Católica Portuguesa para a RTP, Antena 1 e Público entre os dias 7 e 13 de julho de 2024. O universo alvo é composto pelos eleitores residentes em Portugal. Os inquiridos foram selecionados aleatoriamente a partir duma lista de números de telemóvel, também ela gerada de forma aleatória. Todas as entrevistas foram efetuadas por telefone (CATI). Os inquiridos foram informados do objetivo do estudo e demonstraram vontade de participar. Foram obtidos 957 inquéritos válidos, sendo 48% dos inquiridos mulheres. Distribuição geográfica: 30% da região Norte, 20% do Centro, 36% da A.M. de Lisboa, 5% do Alentejo, 4% do Algarve, 2% da Madeira e 3% dos Açores. Todos os resultados obtidos foram depois ponderados de acordo com a distribuição da população por sexo, escalões etários, região e comportamento de voto com base nos dados do recenseamento eleitoral e das últimas eleições legislativas. A taxa de resposta foi de 21%*. A margem de erro máximo associado a uma amostra aleatória de 957 inquiridos é de 3,2%, com um nível de confiança de 95%. Foram contactadas 3581 pessoas. De entre estas, 957 aceitaram participar na sondagem e responderam até ao fim do questionário (RTP)

Tribunal de Contas faz duras críticas ao processo de Revisão da Despesa

Fala numa década perdida nos três exercícios de revisão, para tentar gerar poupanças no Estado. O Tribunal diz que o resultado traduz-se numa série de medidas vagas com impactos incertos e desperdício de recursos.

Justiça é sector com pior avaliação em estudo do ISCTE

A justiça é o sector que recebeu a pior avaliação dos inquiridos no Relatório das Políticas Públicas de 2024 do Instituto Universitário de Lisboa, o ISCTE. As respostas do estudo de opinião responsabilizam em primeiro lugar os juízes e os procuradores do Ministério Público pelo estado da Justiça.

Da Operação Marquês à Influencer: Férias judiciais começam e estes são os casos que estão a marcar o ano

As férias judiciais de verão iniciam-se na terça-feira e prolongam-se até 31 de agosto, após um ano marcado pelos casos Influencer e da Madeira, por críticas ao Ministério Público e pela lentidão em julgar megaprocessos. O ano judicial que agora termina ficou também assinalado por greves prolongadas dos funcionários judiciais que, ao longo de meses a fio, ditaram o adiamento de muitas diligências e sessões de julgamento, tendo o problema ficado parcialmente resolvido com o recente acordo alcançado pela nova ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, com o Sindicato dos Funcionários Judiciais sobre o suplemento de recuperação processual.
O ano ficou igualmente marcado pelos atrasos no arranque de julgamentos há muito aguardados como sejam o processo principal do caso BES/GES, que envolve o antigo banqueiro Ricardo Salgado, o processo Operação Marquês, que tem o ex-primeiro-ministro José Sócrates como principal arguido, e o processo Operação Lex por corrupção e outros crimes, que tem como arguidos o ex-juiz desembargador Rui Rangel e o antigo presidente da Relação Vaz das Neves, entre outros acusados.

Espanha: Todas las comunidades recuperarán este año el PIB prepandemia

 

Asturias y Extremadura serán las últimas dos economías autonómicas en volver a los niveles de 2019, según Funcas. Todas las comunidades recuperarán este año el PIB que tenían antes de la pandemia. Así lo estima Funcas, el centro de análisis de las cajas de ahorro, en su último informe de previsiones sobre las economías regionales. Según el estudio anterior, en 2023 había todavía siete territorios que se habían quedado por debajo de los niveles de 2019: Cataluña, Extremadura, Castilla y León, Cantabria, Asturias, Baleares y Canarias. Las últimas dos autonomías en volver a las cotas de 2019 serán Asturias y Extremadura, ha detallado el director de Coyuntura Económica del organismo, Raymond Torres, en la presentación del documento. “Ya hemos borrado, en términos de PIB, el impacto de la pandemia”, ha añadi... (El Pais, texto da jornalista Laura Delle Femmine)