segunda-feira, fevereiro 01, 2010

Jornalismo: fascismo totalitário socialista ataca Mário Crespo (III)

Jornal de Notícias...esclarece!
Mário Crespo cessa colaboração no JN

"O jornalista Mário Crespo foi até ontem colaborador de opinião do Jornal de Notícias. Essa colaboração cessou por sua vontade. Acontece que, no domingo à noite, o director do JN o contactou dando-lhe conta das dúvidas que lhe causava o texto que Mário Crespo enviara para publicação no dia seguinte. Basicamente, no entender do director do JN o texto de Mário Crespo não era um simples texto de Opinião mas fazia referências a factos que suscitavam duas ordens de problemas: por um lado necessitavam de confirmação, de que fosse exercido o direito ao contraditório relativamente às pessoas ali citadas; por outro lado, a informação chegara a Mário Crespo por um processo que o JN habitualmente rejeita como prática noticiosa; isto é: o texto era construído a partir de informações que lhe tinham sido fornecidas por alguém que escutara uma conversa num restaurante. Da conversa entre o director e o colaborador do jornal resultou que este decidiu retirar o texto de publicação e informou que cessava de imediato a sua colaboração com o jornal, o que a Direcção do JN respeita".

Jornalismo: sempre o mesmo....

Mais um jornal ligado ao grupo do patrão da Sport TV, Joaquim Oliveira, (o primeiro "caso" foi com o DN de Lisboa e a divulgação das tais cenas das "escutas" com Cavaco). Porque é que tudo isto acontece? Não sei, venha o diabo e esclareça. Lembro que Oliveira despediu mais de 100 pessoas em 2009 e ninguém deu por isso e que em Setembro passado foi publicado num jornal este interessante texto:
«(...) Mas não só. Percebe-se também como, a seguir à PT (obrigada a sair de cena pela polémica política entretanto gerada), surgiu a Ongoing. E como é que através desta se pretende ajudar o empresário Joaquim Oliveira, que necessita de injecção de capital. (...)»
[Semanário «SOL», 13 Novembro 2009]
Já no final de Setembro de 2009, o Semanário Privado havia denunciado «negociatas socialistas» para ajudar o «amigo» Joaquim Oliveira - e de como essa ajuda já era antiga. Dois «amigos», em particular, no jogo de interesses: Armando Vara e José Sócrates...
Empresa de Joaquim Oliveira não necessita de bancos
A ZON EMPRESTOU 200 MILHÕES À SportTV E ABRIU UMA GUERRA ENTRE ACCIONISTAS
A ZON tem-se substituído aos bancos e já emprestou à SportTV cerca de 200 milhões de euros a título de suprimentos. Os accionistas sentem-se prejudicados e denunciam concorrência desleal porque esse dinheiro poderá estar a financiar, indirectamente, outros negócios de Joaquim Oliveira, que chocam com os interesses de accionistas da ZON com maior peso. Estabeleceu-se no seio do núcleo duro dos accionistas da ZON um clima de desconfiança e mau estar devido ao facto de a administração, presidida por Rodrigo Costa, os ter informado de que o BEI - Banco de Investimento Europeu, a 3 de Setembro último, aprovou um empréstimo a longo prazo de 100 milhões de euros para financiar o desenvolvimento da rede nova geração, mais conhecida por fibra. Mas este sentimento de desconfiança estabeleceu-se porque, nos últimos 3 anos, a ZON substituiu-se aos bancos e injectou como suprimentos cerca de 200 milhões de euros na SportTV, empresa com a qual mantém uma parceria de 50% do capital, exactamente a mesma percentagem de Joaquim Oliveira.Queixam-se os accionistas, de que a ZON beneficiou um dos seus parceiros com a injecção de 200 milhões de euros a título de suprimentos e agora tem de andar a pedir dinheiro emprestado aos bancos quando este está cada vez mais caro, desconfiando, ainda, de que uma parte destes 100 milhões possam vir ter o mesmo destino dos outros 200 milhões. Com esta operação, a ZON poupa a SportTV de ter de recorrer directamente a bancos para se financiar, evitando custos altíssimos e até uma possível recusa de crédito, devido ao facto de se saber no mercado financeiro que Joaquim Oliveira contraiu um financiamento de cerca de 300 milhões de euros para comprar a Lusomundo, no Milleniun-BCP, ao tempo da gestão de Paulo Teixeira, com o compromisso de liquidar a dívida em três anos e isso não aconteceu, tendo Joaquim Oliveira sido salvo pelo seu amigo Armando Vara que, entretanto, mudou da administração da CGD para o Millenium-BCP.
«Galinha dos ovos de ouro»
O problema é que não obstante esta injecção de dinheiro, camuflada de suprimentos e feita por apenas um dos sócios da empresa, a SportTV continua com uma grande dívida à RTP por utilização de meios, facto que levou tanto Emídio Rangel como posteriormente Almerindo Marques, a denunciarem a parceria que tinham com esta empresa por terem chegado à conclusão de que o grande beneficiado com o negócio era apenas Joaquim Oliveira. O «patrão» da Olivedesportos é que detém os direitos das transmissões dos jogos de futebol e depois os vende à SportTV da qual também é sócio, fazendo desta forma um negócio onde lucra duas vezes. Almerindo Marques acabou com essa «galinha dos ovos de ouro», mas imediatamente a TVCabo comprou a sua posição transferindo-a para a ZON. O que se sabe é que Joaquim Oliveira paga aos clubes de futebol pouco mais de 50 milhões de euros/ano pelos direitos de transmissão de jogos de futebol e, depois, vende-os para o resto do mundo, incluindo a SportTV, por quatro vezes mais. Ora se após este fabuloso lucro, ainda conta com a ajuda da ZON como financiadora, este pode ser considerado como um dos melhores negócios do mundo.
Sócrates nas festas de Oliveira
Os que discordam da gestão actual de Rodrigo Costa, que entrou para a PT sob a «bênção» de Sócrates e Henrique Granadeiro, afirmam que não entendem como é que detendo o grupo de Joaquim Oliveira uma participação de apenas 3,71% da ZON, este é beneficiado com cerca de 200 milhões de euros de suprimentos. E o sentimento de desconfiança aumenta quando se sabe que tanto Armando Vara, como Sócrates, são presenças assíduas nas festas que Joaquim Oliveira dá na sua casa em S. João do Estoril. Quando a RTP deixou de ser sócia da SporTV, os direitos de transmissão de jogos passaram para a TVI, mas o amigo Moniz de outras lutas e outros negócios no tempo da RTP, deixou de contar com o apoio de Joaquim Oliveira e os directos foram novamente adquiridos pela nossa televisão pública.
Concorrência desleal
Os relatórios e contas enviados para a CMVM mostram que a ZON em 2007 fez um suprimento à SportTV de 70 milhões de euros. Em 2008 foram mais 65 milhões de euros e em 2009, foram mais 60,5 milhões de euros, totalizando 195,5 milhões de euros. Perante tais números, perguntam os accionistas, se o dinheiro deles está a servir para fazer concorrência aos seus próprios negócios, dado que bancos como Caixa Geral de Depósitos, BES e BPI são accionistas da ZON com um peso muito superior ao de Joaquim Oliveira. E como a ZON vai buscar dinheiro mais barato para o emprestar sem juros à SportTV está a concorrer com os seus interesses. Mas o maior paradoxo, reside no facto de um dos accionistas ser a Cofina que detém uma posição de 4,91%, muito superior à de Oliveira, e com o seu dinheiro está a financiar, indirectamente, jornais concorrentes como o DN, JN e O Jogo - que são propriedade do grupo ligado a Joaquim Oliveira. A Cofina, que apesar de ter obtido lucro em todas as publicações do grupo, Correio da Manhã, Record, Sábado, Flash e Vogue, teve um resultado negativo de 73 milhões de euros, na sequência da penalização por perdas relacionadas com a sua participação na ZON que anda desbaratar dinheiro oferecendo suprimentos à SportTV.
Socialistas beneficiam Oliveira
Os economistas com assento nas reuniões do Conselho de Administração da ZON estão conscientes de que se a empresa não tivesse feito os tais 195,5 milhões de euros de suprimentos à SportTV, talvez não tivesse necessidade de, neste momento, ter ido buscar ao BEI os tais 100 milhões de euros para financiar novos projectos na sua rede de nova geração. Mas não é a primeira vez que Joaquim Oliveira é beneficiado neste tipo de negócios. Quando foi feita a OPA para a PT Multimédia, Joaquim Oliveira foi beneficiado com 4 milhões de contos de acções, pelo então ministro Pina Moura. Acções que duas semanas depois valiam quatro vezes mais. Em 2003, em situação financeira muito difícil, o grupo de Oliveira salvou-se com a atribuição em exclusivo de um variado pacote de negócios ligados ao EURO 2004 e após esta crise, lá surgiu novamente Armando Vara a conseguir uma prorrogação do prazo para os 300 milhões de euros que serviram para comprar o grupo Lusomundo. Com estes 300 milhões de euros ao Milleniun, mais os 195,5 de suprimentos da ZON, Joaquim Oliveira só em duas instituições deve meio bilião de euros.
M.N.
[SP Nº13, 23 Setembro 2009]
Publicada por Jornal PRIVADO"

José Carlos Castro:afirmações de Sócrates sobre "Jornal de Sexta" «inadequadas»

Li no Sol que "o subdirector de Informação da TVI, José Carlos Castro, que está a ser ouvido no organismo regulador dos media, considera que as afirmações públicas do primeiro-ministro em relação ao Jornal de Sexta, suspenso em Setembro, foram «inadequadas». «São considerações inadequadas para um primeiro-ministro», disse José Carlos Castro à entrada para uma audição na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). José Carlos Castro foi chamado pelo organismo regulador no âmbito da investigação aberta depois de a administração da Media Capital ter suspendido, em Setembro, o Jornal de Sexta da TVI, numa altura em que estava preparada a divulgação de novos dados sobre o caso Freeport. «O que considerei pressão foram as pressões públicas do primeiro-ministro», disse José Carlos Castro, acrescentando que «os jornalistas vivem sempre sobre pressão». O subdirector ressalvou, no entanto, que na altura não fazia parte da direcção de Informação do canal, pelo que não tem conhecimento directo da eventual influência do primeiro-ministro na suspensão do Jornal apresentado por Manuela Moura Guedes. O caso levou a direcção de informação do canal a demitir-se enquanto a redacção considerou a questão um «atentado à liberdade de imprensa» e José Eduardo Moniz, já fora da estação, afirmou tratar-se de um «escândalo». José Carlos Castro afirmou ainda que o regresso de Manuela Moura Guedes aos ecrãs da TVI é uma questão que «não se coloca enquanto ela não voltar» [a jornalista está de baixa], «mas quando regressar a questão será analisada com a atenção devida e necessária». No âmbito do processo aberto pela ERC relativamente à suspensão do Jornal de Sexta já foram ouvidos Manuela Moura Guedes, José Eduardo Moniz, o director-adjunto de informação Mário Moura [o único que se manteve na direcção na Informação] e o ex-director de informação João Maia Abreu".

Jornalismo: fascismo totalitário socialista ataca Mário Crespo (II)

O texto de Mário Crespo que não foi publicado

"O Fim da Linha
Mário Crespo
Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento.
O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa.
Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal.
Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o.
Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos.
Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados.
Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre.
Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009.
O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu.
O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”.
O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”.
Foi-se o “problema” que era o Director do Público.
Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu.
Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada".



Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicado hoje (1/2/2010) na imprensa.

Jornalismo: fascismo totalitário socialista ataca Mário Crespo (I)

Escreve a jornalista do Sol, Liliana Garcia, que o "Jornal de Notícias recusou publicar um texto de opinião onde Mário Crespo relata um encontro entre Sócrates, Lacão, Silva Pereira e um executivo de televisão, onde Crespo foi referido como um «problema» que tinha de ter «solução». O jornalista contou ao SOL que vai deixar de colaborar com o diário. O artigo de Mário Crespo, que seria hoje publicado, na coluna de opinião do Jornal de Notícias (JN), foi rejeitado pela direcção do referido diário. No texto, Crespo alude a um almoço que reuniu o Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro da Presidência Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, e um executivo de televisão. Nesse encontro, num hotel de Lisboa, Mário Crespo terá sido referido como «um problema» que teria de ter «solução». No artigo, o jornalista enumera exemplos de outros «problemas» que o Governo socialista terá «solucionado»: Manuela Moura Guedes, José Eduardo Moniz, o Jornal de Sexta da TVI e José Manuel Fernandes, ex-director do Público. O jornalista contou ao SOL que enviou, às seis da manhã de domingo, o texto para o copy desk do JN. Por volta da meia-noite, Mário Crespo recebeu uma chamada telefónica do director do diário, José Leite Pereira, com indicação de que o artigo de opinião não seria publicado. Questionado sobre as razões para a não publicação, Mário Crespo refere que «não houve uma explicação plausível», por parte do director do jornal. Perante esta situação, o jornalista da SIC decidiu cessar a colaboração com o JN. O SOL tentou contactar o director do JN, mas ainda não foi possível falar com ele".

sexta-feira, janeiro 29, 2010

Eleições? PS cai e PSD sobe nas intenções de voto....

Segundo a TSF, "no mês da negociação e apresentação da proposta de Orçamento de Estado para 2010, Cavaco e Sócrates reforçam a popularidade, segundo o Barómetro Marktest para a TSF e Económico. A um ano das eleições presidenciais e com Manuel Alegre já na estrada, Cavaco Silva retoma os níveis de popularidade da primeira metade do mandato. O Presidente da República sobe meio ponto percentual e regressa à fasquia dos 60 por cento de aprovação, um valor ainda longe dos quase 70 por cento registados no final de 2007. Em mês de orçamento, muito negociado, José Sócrates sobe 2,7 por cento em relação ao último barómetro, de Novembro, passando de 37,6 para 40,3 por cento de opiniões positivas. Nas intenções de voto, o Barómetro Marktest para a TSF e Económico revela ligeiras variações. A disponibilidade para negociar as contas do Estado fez bem ao PSD. Os social-democratas deram um salto de quase dois pontos percentuais, passando de 27,4 para 29,2 por cento, mas continuando ainda a mais de 10 pontos do PS. Já o partido liderado por José Sócrates perdeu 0,6 por cento, passando de 41,1 para 40,5. O CDS-PP mantém o terceiro lugar, mas cai um ponto, de 11,2 para 10,2 por cento.
Na esquerda, o Bloco cai um 1,3 para os 5,5 por cento, enquanto o PCP regista a segunda maior subida nas intenções de voto, subindo um ponto percentual para os 8,5 por cento. Entre os líderes partidários, Paulo Portas continua a ter a melhor imagem e Manuela Ferreira Leite mantém-se como a menos desejada. À esquerda do PS, Jerónimo de Sousa cai quase um ponto e Francisco Louçã perde 3,5 por cento, sendo, ainda assim, o terceiro líder mais popular, logo abaixo de Cavaco e Portas
Ficha técnica:
A sondagem da Marktest para a TSF e Económico foi realizada entre 19 e 23 de Janeiro. O objectivo foi conhecer as intenções de voto nas legislativas e a avaliação do desempenho dos líderes políticos. O universo é a população de Portugal Continental com mais de 18 anos e telefone fixo, enquanto a amostra é de 803 inquiridos. Foram feitas 161 entrevistas na Grande Lisboa, 88 no Grande Porto, 126 no Litoral Centro, 156 no Litoral Norte, 181 no Interior Norte e 91 no Sul. O intervalo de confiança desta sondagem é de 95 por cento e a margem de erro de 3,46 por cento"

Namoradeiro ou más-línguas?...

Garante o Correio da Manhã, num texto da jornalista Vanessa Amaro, que "depois do fim do longo namoro com a jornalista Fernanda Câncio, José Sócrates pode estar novamente apaixonado. Rumores cada vez mais fortes no meio social apontam para que a eleita seja Maria Célia Tavares, uma ex-namorada do cantor José Cid.Ao que corre, a paixão terá despoletado em Novembro, numa das muitas visitas do primeiro-ministro à Loja das Meias, na Rua Castilho, em Lisboa, estabelecimento que fica a poucos metros da casa de Sócrates e onde Maria Célia trabalhou, até Dezembro, como ‘personal shopper’.'A conversa entre eles foi longa desde o início. Saíram algumas vezes e agora estão envolvidos', garante fonte próxima da vendedora, sem querer identificar-se. José Cid, que se mantém amigo de Maria Célia, não quis confirmar a notícia. Mas não deixou de tecer fortes elogios à ex-namorada. 'É uma excelente pessoa, muito fina e educada. É uma verdadeira senhora', disse o cantor. Contactado pelo CM, o gabinete do primeiro-ministro recusou fazer qualquer comentário. A poucos dias de completar 50 anos, Maria Célia trabalhou no Dubai, como conselheira de imagem de algumas mulheres importantes daquele país, tendo regressado a Portugal há dois anos. Actualmente encontra-se desempregada. Ao que consta, parte do seu tempo livre tem sido dedicado ao primeiro-ministro".

Riam-se porque vale a pena...

E a minha senhora não vota contra? Com medo de Belém?

***

Jaime Ramos: "Pior só os governos de Salazar. A nossa paciência tem limites"

Jaime Ramos, director do mensário editado do PSD-Madeira, Madeira Livre, assina mais um editorial integrado na série de textos designados de "Palhaçada", no qual refere:
"Os últimos 12 anos de governação Socialista transformaram Portugal num país sem futuro nem esperança.
As políticas socialistas criaram um País de desempregados, sendo Portugal, neste momento, um dos países da Europa com maior número de desempregados, com a maior dívida Externa, com um deficit público superior ao seu PIB e com uma instabilidade social própria de Países terceiro-mundistas!
Infelizmente, tudo isto é a realidade que a máquina socialista com dinheiros públicos tenta iludir os Portugueses colocando as Agências de Comunicação a destorcer a verdade junto das redacções das Televisões, Jornais e Rádios Públicos ou Privados.
Tudo é minuciosamente bem preparado, de forma a desviar a atenção do Povo.
Não foi por acaso que antes da discussão do Orçamento de Estado para 2010 e face à divulgação dos números de desemprego que anda por perto dos 11%, Sócrates e o Partido Socialista quis discutir a “famigerada Lei dos Gays e das Lésbicas”!
Com essa discussão da Lei, tudo foi desviado da realidade e o assunto do ano é essa Lei imoral e contranatura.
Agora que a Região, a Madeira e os Madeirenses, pretendem alterar a Lei “xenófoba” de 2007 das Finanças Regionais, que retirou aos Madeirenses centenas de milhões de euros, eis que aparece o pior Ministro das Finanças da Comunidade Europeia, a ameaçar aumentos de impostos, no caso de ser reposto o que foi roubado à Madeira.
Mais um desvio das atenções, pois a própria entidade independente da Assembleia da República reconhece que a Região foi prejudicada.
Portugal, face ao descalabro da sua gestão, paga 15 milhões de euros/dia de juros!
Não será a reposição de uma lei que vai obrigar ao aumento de impostos.
Pura demagogia e falta de princípios e de postura do Estado!
Pobre País é este que está a ser governado por “gente” sem carácter e sem escrúpulos!
Vamos esperar pacientemente que o Orçamento do Estado para 2010 contemple o que nos foi retirado pelos socialistas em 2007, para que os Madeirenses e Porto-santenses sejam de uma vez por todas também considerados Portugueses como os restantes cidadãos do Rectângulo!
Pior que a actual forma ofensiva de Governos contra a Madeira, só Salazar o fez!
Salazar prometeu vingança contra a Madeira após a sua “revolta” e numa ditadura conseguiu fazer sofrer o seu Povo, agora Sócrates quer vingar-se dos Madeirenses.
Em democracia não é admissível e por tal esperamos que Cavaco e Silva e os Partidos da oposição a este Governo de Sócrates saibam estar à altura de tratar os Madeirenses de forma diferente daquela que Salazar nos tratou.
Estamos em Democracia desde o 25 de Abril de 1974, a Madeira conquistou a sua Autonomia, mas os actuais Governantes da República não a respeitam.
A nossa paciência tem limites, e não queremos perder a paciência!"

Alberto João Jardim: "Nunca tive qualquer simpatia por “congregações” ou “sociedades secretas” e isso tem-me custado caro"

Com o título "As “sociedades secretas” ou “Congregações”, Alberto João Jardim assina mais um texto de opinião na edição de Janeiro de 2010 do "Madeira Livre":~
"Desde a Revolução Francesa, a ambiência política portuguesa foi dominada pela questão das chamadas “sociedades secretas”. O que chegou até aos dias de hoje, embora tal “secretismo” praticamente ou em grande parte já não exista.
O que existem, sim e de várias naturezas, são associações que pretendem decidir da vida pública, à margem da transparência e da representatividade democrática, as quais, dada a dificuldade actual quanto a manter o respectivo secretismo, melhor prefiro lhes chamar “congregações”. Até pela abrangência supralaica da denominação, vulgarizada nos Estados Unidos.
“Congregações” cujo recrutamento não procura só posições já dominantemente estabelecidas na Sociedade, mas que, por um lado, recruta logo nos meios universitários, Quadros que se afigurem promissores e, por outro lado, também chamam a cooperar, num estatuto variável, autênticos “operacionais”.
Por norma, os associados destas “Congregações” não só procuram manter em segredo essa qualidade, como não desvendam ritos ou atitudes, até porque, por vezes, entendem que a sociedade não está preparada para os aceitar.
As “Congregações” têm uma organização formal, linguagem nem sempre acessível sequer aos respectivos iniciados, a admissão dos seus membros é feita segundo um critério selectivo e às vezes precedida de cerimónias iniciáticas.
Há casos de adesão voluntária, meramente determinada por tradição familiar, por estatuto de classe, ou até por gesto voluntário de sincera e presumida responsabilidade cívica.
Exigem a obrigação de secretismo.
Têm considerável influência na vida pública, quer no suporte aos regimes políticos – caso da maçonaria em relação ao sistema político vigente da Constituição da República Portuguesa de 1976 – quer na oposição a ordens político-sociais eventualmente vigentes.
Normalmente, as “Congregações” coincidem com a ambição da conquista ou da manutenção do poder, deixando as massas populares se distrair com o aparente “jogo” dos Partidos políticos, estes, por sua vez, para o efeito mais ou menos infiltrados.
A partir do século XVIII, com a laicização das sociedades e a secularização da Cultura, viu-se certas “Congregações”, como a maçonaria, avançar com posições hostis aos Valores intrínsecos dos Povos e às Instituições que Os defendem, nomeadamente uma certa conflitualidade com a Igreja Católica, mas que os novos tempos de ecumenismo e de abertura fizeram atenuar substancialmente as tensões.
Numa apreciação ética objectiva, temos de considerar que a Pessoa Humana está apontada à concretização do Bem Comum.
Ora, o Bem, como tal, não carece de secretismo. O Bem carece, sim, de luz, de não ocultação, para poder estar ao maior alcance possível de todos e ser alvo da maior difusão.
Como todos sabem, eu nunca tive qualquer simpatia por “congregações” ou “sociedades secretas”, fosse qual fosse a respectiva natureza.
Tem-me custado caro.
Por outro lado, e por coerência político-ideológica, sempre combati, no sistema político da Constituição de 1976 da República Portuguesa, a deriva corporativa que fatalmente as suas normas acabariam por provocar.
Nascido o 25 de Abril contra um regime que impropriamente se autoproclamava “corporativo”, a actual Situação política é mais corporativa do que o regime deposto, na medida em que, até por falta de adequada descentralização política territorial, no seio da Nação e contra o próprio Estado formaram-se poderosos grupos de “interesses” mais variados, quase todos profissionais, que trazem o próprio Sistema político a um impasse inultrapassável.
Nalguns dos quais preponderam as “Congregações”, nalguns outros, movimentos de índole marxista anti-Democracia Representativa.
O Partido Social Democrata da Madeira desde cedo se mostrou hostil a qualquer fórmula de corporativização do Sistema político, por basear a Democracia no sufrágio universal de voto secreto e individual.
Por considerar Portugal e a Região Autónoma, cada como um todo que não podia ser subvertido na concretização do respectivo Bem Comum, pela força de “interesses” particulares ou de grupos.
E, por tudo isto, o Partido Social Democrata da Madeira ainda mais distante se quis manter em relação às “Congregações”, pois não admite que a vontade livre do Eleitorado seja subvertida por interferências ainda por cima pouco claras ou mesmo não às claras.
Não quer com isto se dizer que sejamos tão ingénuos, ao ponto de ignorar a normal estratégia de penetração que tais tipos de associações têm por prática, em Instituições que lhes interessa estar por dentro, ainda que só para resultados não imediatos. Até porque, a nível individual, o PSD/Madeira não tem que se meter na vida e opções de cada um.
Até porque em certo passado mais distante sucederam-se tentativas que foram eficazmente abortadas.
Mas esta distância e mesmo rejeição do Partido Social Democrata da Região Autónoma da Madeira tem custado um preço duro, como todos podem constatar.
Num Portugal não apenas à mercê dos visíveis interesses corporativos, mas hoje fortemente dominado por “Congregações” de diversos tipos – até opostos e degladiando-se – o facto de não conseguirem se impor neste arquipélago explica muito das campanhas, dispendiosas na orquestração e na materialização, que contra nós são dirigidas, particularmente contra as Instituições e líderes autonomistas madeirenses.
Não aceitam que lhes fuja ao controlo que têm sobre o restante País, uma parte do território nacional e o Partido aí maioritário.
Assim, muita coisa se explica, mesmo que alguns tontos sejam seu instrumento involuntário, nem percebam para que fins “trabalham”.
Apesar de todos os contratempos desta maneira explicados, creio ser este o caminho certo para o Partido Social Democrata da Madeira.
Sob o ponto de vista ético, sob o ponto de vista democrático, sobretudo em termos de Bem Comum".

Mais um "Madeira Livre"

Já deve estar em circulação mais uma edição do mensário Madeira Livre,e ditado pelo PSD da Madeira e dirigido por Jaime Ramos.

Ó Manuela de que estavas à espera?

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Coitado, tanta "ignorância".....

Este fala grosso até quando?

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Depois, quando a União Europeia pretender saber os resultados dos milhões "despejados" nos Açores, a este espertalhão vamos sugerir esta canção, se entretanto não for jogado pelo eleitorado...

LFR: outro manhoso...

Li no Publico que "o ministro da Presidência deseja que a Lei das Finanças Regionais "seja justa e razoável" porque o país não entenderia que numa altura de crise orçamental houvesse "um movimento despesista e injusto". Questionado pelos jornalistas no final da reunião do Conselho de Ministros, Pedro Silva Pereira considerou “muito positivo que o apelo do ministro das Finanças [de adiamento da votação] tenha tido acolhimento” nos deputados. E espera que esta disponibilidade “para o diálogo” possa permitir também “que haja uma Lei das Finanças Regionais que seja justa e razoável com a situação orçamental em que o país se encontra”.Escusou-se a especificar o significado de “justa e razoável”, mas realçou que “o país não entenderia que numa situação de crise orçamental houvesse um movimento despesista e injusto de distribuição dos recursos públicos” e se registasse um cenário de “benefício da Região Autónoma da Madeira”. E afirmou acreditar que “exista um espaço de negociação”.
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OE-2010: 165 milhões para RTP, RDP e Lusa

Segundo as jornalistas Eugénia Ribeiro e Isabel Faria do Correio da Manhã, "um total de 164,7 milhões de euros destinado às empresas públicas de Comunicação é o previsto na proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2010. RTP, RDP e Lusa vão assim receber mais 2,3% do que em 2009, uma vez que os subsídios atribuídos a título de compensação pela prestação de serviço público aumentam 3,8 milhões de euros face aos 160,9 milhões do ano passado. Apesar do documento não especificar os valores atribuídos a cada empresa, a manter-se o que tem acontecido nos anos anteriores, a grande fatia deverá ser para o grupo RTP (rádio e televisão públicas). Em 2009, o grupo RTP recebeu 143,1 milhões de euros em indemnizações compensatórias, o maior valor atribuído a uma empresa pública. A esse valor acresceram 62,4 milhões em aumento de capital, já previsto no plano de reestruturação da empresa, e 112 milhões da Contribuição para o Audiovisual. Para este ano está prevista a redução em um cêntimo dessa taxa, que é paga na conta da electricidade. Presidido por Guilherme Costa, o Grupo RTP tem actualmente2287 funcionários, após ter libertado 113 através de rescisões amigável. Medida que permitiu ao grupo poupar cinco milhões de euros nos custos com pessoal. A proposta do OE prevê também o aumento do porte-pago, ou seja, a comparticipação do Estado nos custos de expedição postal de jornais e revistas regionais, que sobe 33,3%, para 7,6 milhões de euros.
ERC RECEBE 5,2 MILHÕES
Mais de 5,2 milhões de euros é o valor total que a proposta de Orçamento do Estado para 2010 destina à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). O organismo presidido por Azeredo Lopes – cujo mandato termina em 2011 – recebe assim mais um milhão de euros do que em 2009, acréscimo que o Governo justifica por a ERC ter "actividades várias a desenvolver nas áreas de intervenção da regulação, cooperação internacional e participação em comités especializados". A ERC, que conta com 72 funcionários, tem neste momento vários processos em mãos. Entre os mais mediáticos destaca-se a averiguação das alegadas ingerências política e económica no fim do ‘Jornal Nacional de 6ª’, da TVI, e a pressão política no semanário ‘Sol’, denunciada pelo seu director José António Saraiva"

Publicidade polémica

Transportadora aérea Air New Zealand choca organização de prevenção de violações com anúncio protagonizado por mulheres mais velhas empenhadas em caçar e devorar homens

LFR: a resposta de João Jardim ao ministro Santos

"1.Utilizando a margem de tempo parlamentar que com boa-fé lhe foi concedida, o Governo socialista, através da sua comunicação social e sem direito a contraditório, desencadeou uma campanha procurando deturpar a «inimiga» Região Autónoma da Madeira. Entretanto, na situação em que Portugal se encontra, vai derramando dinheiro dos contribuintes portugueses pelas ex-colónias, mesmo as mais ricas do que nós.
2. Ao contrário do que diz o Ministro das Finanças, não é verdade que a República tenha assumido dívida pública da Madeira. Nos termos da lei n: 130/99 de 21 de Agosto, foram entregues a esta Região Autónoma as suas verbas pelas privatizações, utilizadas para abater parte da dívida pública.
3. Ao contrário do que diz o Ministro das Finanças, a dívida pública que com estas operações ficou a zero, foi a dos Açores.
4. Ao contrário da já gasta pseudo-justificação do Ministro das Finanças sobre as nove ilhas habitadas dos Açores, as ilhas do arquipélago da Madeira apresentam 330 habitantes por quilómetro quadrado, tendo o Continente e os Açores 110. A Região Autónoma da Madeira mantém Serviços nos pequenos arquipélagos não habitados, a fim de garantir a soberania portuguesa.
A dificílima orografia madeirense implica custos em qualquer investimento, muito superiores ao Continente e aos Açores. Tal orografia impede um sector económico primário de relevância, em oposto ao Continente e aos Açores, fazendo com que a Madeira importe mais de 80% do que consome.
5. Ao contrário do que diz o Ministro das Finanças, a dívida madeirense não traduz despesismo, mas resulta da subtracção de dinheiro feita à Madeira pelo Governo socialista, simultaneamente à perda que a Região sofreu de Fundos Europeus pelo facto de o investimento realizado a ter desenvolvido e assim implicar a sua saída do Objectivo 1 da coesão europeia. O que, ao contrário do que era pretendido, não nos fez desistir das nossas obrigações de desenvolvimento ante o Povo Madeirense.
6. Ao contrário do que diz o Ministro das Finanças, o despesismo está provado na situação a que Portugal chegou e na utilização dos dinheiros públicos, não só no Continente, para subsídios eleitoralistas e na perda gritante das oportunidades de investimento que tão cedo não se repetirão.
A dívida da Região Autónoma da Madeira é de 21% do PIB da Região, ao passo que a dívida do Estado é de 89,1% do PIB nacional, quando em 2005 era de 68,2%, o que representa um agravamento da dívida do Estado de 47% em apenas 4 anos.
As despesas correntes na Madeira ascenderam a 21% do PIB; no Estado esta percentagem é de 30%.
As despesas de funcionamento na Madeira ascendem a 18,5% do PIB; no Estado correspondem a 85% do PIB.
As despesas de investimento atingem os 12% do PIB na Madeira; no Estado essa percentagem é de apenas 0,93% do PIB.
7. Perante estes dados, é perfeitamente perceptível a estratégia de desviar as comparações dos dados das contas públicas do Estado. Afirmar que existe despesismo na Madeira, os dados demonstram que o Estado é desmesuradamente mais despesista.
8. Espera o Governo Regional da Madeira que a Oposição na Assembleia da República, coerente com as posições anteriormente assumidas, vote em termos de os Portugueses verem se o Primeiro-Ministro e o Ministro das Finanças se demitem, conforme adiantado, a fim de Portugal respirar e ter Esperança.
Funchal, 29 de Janeiro de 2010
O Presidente do Governo Regional da Madeira
(Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim)"
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Perguntar não ofende (V)

Segundo li na imprensa, citando a agência Lusa, "o ministro dos Assuntos Parlamentares e o líder da bancada do PSD vão reunir-se uma segunda vez na próxima segunda-feira para tentar chegar consenso sobre a lei das finanças regionais, depois de a reunião de hoje ter sido "insuficiente". O líder parlamentar do PSD, o deputado eleito pela Madeira Guilherme Silva e o deputado Miguel Frasquilho estiveram reunidos cerca de 45 minutos com Jorge Lacão mas a questão da lei das finanças regionais (LFR) "não ficou suficientemente tratada", segundo Aguiar Branco. Por isso, acrescentou, ficou marcada uma nova "conversa" na segunda-feira, dia em que termina o prazo, às 12:00, para a entrega de propostas de alteração. O deputado admitiu que pode não haver consenso com o Governo, escusando-se a revelar que propostas ouviu por parte de Jorge Lacão e quais os pontos essenciais para o PSD. "Quando se está a tratar de uma matéria desta natureza, que é importante, significa que para essa segunda reunião pode haver ou não haver conclusões", afirmou. "Estivemos a conversar, é natural que tenhamos tido conhecimento do que o Governo nos teve para dizer", disse apenas. Questionado pelos jornalistas, o deputado Guilherme Silva, que assumiu nos últimos dias o papel de interlocutor da posição do PSD no grupo de trabalho, também não adiantou mais pormenores, com o mesmo argumento de que decorre um processo negocial.A lei das finanças regionais, que baixou à especialidade sem votação em Dezembro, vai a votação final global na sexta-feira da próxima semana". Gostaria de fazer umas perguntas...atiradas ao vento: quem foi a primeira pessoa a falar neste encontro? Qual foi a primeira pergunta feita pelo dito cujo? Quem apresentou propostas? Quem pediu propostas de alteração da lei de finanças regionais a quem? Afinal o governo socialista quer alterar a lei de finanças regionais e tem propostas nesse sentido, ou está apenas a fazedr bluff?
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