segunda-feira, junho 01, 2009

Acompanhe a tragédia (?) com avião francês

Acompanhe o caso do avião frances nestas várias opções (veja aqui listagem dos meios de comunicacao franceses):

Liberation

Le Figaro


Les Echos


Le Parisien


Pode recorrer ainda à emissão em directo da TF1, aqui.

Já pagamos os 3.200 milhões de euros espatifados no BPN

Segundo foi esta semana noticiado e corre na blogoesfera, a DECO aconselhou a não utilizar a rede do BPN, dado que este banco - nacionalizado pelo Estado através da CGD e onde já meteu 3.200 milhões de euros para tapar (?)o buraco - já começou a cobrar uma taxa Multibanco BPN.Levantamento em multibanco. Quando forem levantar dinheiro ao multibanco NÃO LEVANTEM SE O MULTIBANCO FOR DO BPN! Eles cobram uma comissão por cada levantamento, porque não têm protocolo com a SIBS, sendo por isso considerado cash-advance, tal como quando se levanta dinheiro a crédito. O BPN tem quase 100 terminais Multibanco. Num levantamento de 100€ a cobrança pode ir até aos 5,83€É dinheiro.
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Queres mais Vital? Ora toma...

Segundo o Dário Digital, num texto intitulado "Tio de Sócrates outra vez suspeito de intermediar" de 8 de Maio passado, "Júlio Monteiro, o tio de José Sócrates, aparece novamente como suposto intermediário de um negócio entre um promotor imobiliário e o seu sobrinho primeiro-ministro. Um promotor imobiliário da zona de Aveiras enviou uma carta ao Procurador-Geral da República, onde acusa a «Estamo», empresa pública responsável pela venda do património do Estado, de falta de transparência na forma como entregou dois imóveis na região de Peniche e Alcoentre. Na carta, o mesmo promotor faz questão de contar que se socorreu da ajuda do tio de José Sócrates, Júlio Monteiro, que já admitiu ter servido também de intermediário no caso Freeport. Os imóveis em causa são a colónia prisional e o colégio de Peniche, perto do ex-futuro Aeroporto da Ota. Luís Leal de Oliveira entrou no concurso para a compra das duas fracções, oferecendo 5 milhões de euros, mas perdeu. «Quando percebi que tinha de tentar falar com alguém, um amigo disse-me que conhecia Júlio Monteiro», contou à TVI, explicando que o encontro acabaria por realizar-se no parque de estacionamento da antiga Praça de Touros de Cascais: «Achei que estava a entrar num filme. Como em O Padrinho, que se passa dentro do automóveis. Levei uma cartinha a expor a situação e o senhor esteve a ler com atenção. Disse-me que era uma situação desagradável, porque é na Ota e está a ser uma chatice para o sobrinho. Disse que ia ligar ao outro sobrinho», conta. O processo avançou e dois dias depois é contactado para marcar uma reunião. Quando chegou à «Estamo» foi informado pelo administrado Filipe Ondas Fernandes que não havia hipótese de negócios, mas que poderia olhar para outras oportunidades. «Achei que havia marosca, ilegalidades e talvez tráfico de influências», refere, por isso escreveu uma carta ao Procurador-Geral da República, a quem contou a situação.
Júlio Monteiro reage
Júlio Monteiro já reagiu. Há uma semana, o tio do primeiro-ministro disse ao jornal «Sol» que não conhecia o promotor, mas agora reconhece que teve um encontro com Luís Leal de Oliveira no parque de estacionamento da antiga Praça de Touros de Cascais. Mas Júlio Monteiro garante que nunca falou com o «Zézito», nem como o «Tozé» sobre o promotor de Aveiras. Ou seja, nem como o primeiro-ministro, nem com o irmão. Ainda assim, Júlio Monteiro reconhece que até podia ter falado, se em causa estivesse um assunto com interesse, como por exemplo o Freeport.
Quanto à «Estamo», a empresa pública responsável pela venda dos imóveis de Peniche e Alcoentre, diz desconhecer a existência de qualquer queixa entregue na Procuradoria-Geral da República contra a venda dos imóveis, mas não explica, por exemplo, porque é que dois anos depois ainda não há uma escritura feita.
«Não contactei nem o Tozé, nem o Zezito, ou seja, nem o primeiro-ministro, nem o seu irmão», disse Júlio Monteiro à TVI, admitindo que se fosse um assunto importante, até poderia ter falado: «Se o assunto tivesse algum interesse ou económico ou de corrupção, poderia falar». Como no caso Freeport: «É que o Charles ainda vá lá, porque era uma pessoa que eu conhecia há bastante tempo e quer me apareceu com u assunto de algum interesse para que o meu sobrinho tivesse uma actuação. Casos como o Freeport? Nunca mais na minha vida, eu jurei a mim próprio, interceder em alguma coisa». A «Estamo», empresa pública responsável pela venda dos terrenos de Alcoentre e do Colégio de Peniche garante que desconhece que exista qualquer queixa na Procuradoria-Geral da República contra a transparência de venda destes imóveis. A administração recusou gravar uma reacção, mas garante que o administrador Filipe Ondas Fernandes apenas apresentou os dossiês de outros quatro imóveis, porque Luís Leal de Oliveira teria mostrado interesse em adquiri-los. O que a empresa não explicou, por exemplo, foi porque é que passados dois anos de ter decidido a quem entregar os imóveis, ainda não tem qualquer escritura".
Tem vergonha oh Vital e deixa de misturar partidos com corrupção ou política com corruptos. E nunca atires a primeira pedra quando podes ter telhados de vidro - se é que ainda tens telhados em casa...
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PSD e o BPN? Oh Vital eu lembro-te esta... (II)

Uma reportagem de investigação da TVI sobre o caso Cova da Beira, que envolve autarcas, empresários, José Sócrates e o seu antigo professor da Independente em intricados negócios que parecem ter o dom de fazer desaparecer milhões de euros dos contribuintes. O habitual nas obras públicas desta república. Ainda há quem se interrogue como, seja uma ponte, um aeroporto ou uma tampa de esgoto, qualquer empreendimento feito pelo Estado custa várias vezes o seu orçamento inicial. Este caso é apenas um exemplo de como estes fenómenos estranhos sucedem, sempre com muito lixo à mistura, muitas derrapagens, aterros, podridão, luvas e cheques. E tal como muitas outras, esta investigação partiu de uma denúncia anónima mas com o último Código de Processo Penal, os políticos encarregaram-se de impedir a investigação deste tipo de denúncias e outras «campanhas negras». Ai vão as quarto partes da reportagerm de Alexandra Borges.


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PSD e o BPN? Oh Vital eu lembro-te esta... (I)

Segundo noticiava o Diário Digital de 4 de Maio, "o caso da central de compostagem da Cova da Beira é um processo polémico. Esteve 10 anos em investigação mas deixou muito por explicar. O julgamento está marcado para Outubro e vai sentar no banco dos réus Horácio Carvalho, um empresário da Covilhã dono da HLC, a empresa que construiu a central, António José Morais, o professor das quatro cadeiras do Eng. Sócrates na Universidade Independente e ainda a sua ex-mulher, donos da empresa que escolheu o consórcio vencedor. O que está em causa é a possível viciação de um concurso público internacional para construir e explorar a central de compostagem. Horácio Carvalho está acusado de corrupção activa e branqueamento de capitais, ou seja, de ter pago ao professor Morais para ganhar o concurso da Cova da Beira. José Sócrates, na altura secretário de Estado do Ambiente, também chegou a ser considerado suspeito pela Polícia Judiciária, mas o Ministério Público impediu que fossem feitas buscas à sua casa e isso acabou por mudar a rota da investigação. Na verdade, José Sócrates nunca chegou sequer a ser investigado e o seu possível envolvimento ou não acabou com um arquivamento. Mas o processo da Cova da Beira é muito mais que este processo-crime. Revela um conjunto de ligações alegadamente perigosas e muito pouco transparentes que se traduziram num projecto com várias derrapagens financeiras e que por pouco não acabava num desastre ambiental. A central de compostagem da Cova da Beira foi uma das primeiras do país a ser financiada com os dinheiros de Bruxelas, mas só foi inaugurada pelo primeiro-ministro, António Guterres, cinco anos depois da data prevista, ainda sem uma estação de tratamentos de águas residuais e com um aterro ilegal que estava a funcionar sem uma licença do próprio Ministério do Ambiente. Apesar de vários incumprimentos, a HLC sai deste projecto com um cheque de mais de 8 milhões de euros na mão pagos pelas águas do Zêzere e Côa, uma empresa de capitais públicos. Esta será apenas uma das razões que explicam porque é que a zona mais pobre do país está, neste momento, a pagar a tonelada de lixo mais cara de Portugal. Não se sabe quem indicou o nome de Morais para fazer a assessoria técnica no concurso Cova da Beira e escolher o vencedor. As cartas anónimas afirmam que terá sido José Sócrates mas nada foi investigado. Terão sido convidadas directamente pela Associação de Municípios da Cova da Beira três empresas que apresentaram propostas graficamente muito semelhantes, onde a única alteração significativa era o preço. Mais, um dos engenheiros das empresas alegadamente concorrentes acabou mesmo por assinar o relatório final apresentado pela empresa do professor Morais que deu a vitória ao consórcio HLC/Conegil. Em Abril de 2008, muitos anos mais tarde, uma auditoria que analisou uma pequena amostra do que foi a segunda fase do projecto da Cova da Beira viria a concluir que nos 21 contratos e 22 facturas verificadas foram cobrados indevidamente quase 1 milhão de euros. Mais, a auditoria admite ainda a existência de possíveis sobreposições de trabalhos, ou seja, trabalhos que terão sido cobrados duas vezes. A investigação também se revela polémica e parece ter arranques e paragens estratégicas. Por exemplo, a 17 de Outubro de 2000, um magistrado do Ministério Público mandou pedir o processo à Policia Judiciária. O processo esteve um ano na secretária do Ministério Público sem um único acto processual registado. Quisemos saber porquê e perguntámos à Procuradoria-geral da República que primeiro nos respondeu dizendo que o processo esteve a cargo da 9ª secção do DIAP, mas como não tinha sido essa a nossa pergunta voltámos a insistir. A melhor resposta que o gabinete do procurador nos conseguiu dar foi, e passo a citar, «são questões de serviço que só podem ser discutidas internamente». Eu diria que são questões que interessam a todos os portugueses, mas a verdade é que não há justificação possível para que um processo desta importância esteja parado".
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E não te preocupes pá. Como anda em campanha e a malta não quer perder as asneiradas e as gaffes do costume - porque sem elas a campanha era ainda mais triste - recomendo o visionamento da reportagem da jornalista Alexandra Borges da TVI - será ela outra reles "vendida" ou agente ao serviço da "campanha negra"? - que pode ser vista aqui ou aqui.

Qimonda de Vila do Conde inicia vaga de despedimentos

Mas com aquele ministro Manuel Pinho, estavam à espera de quê? A Qimonda de Vila do Conde vai hoje despedir 596 trabalhadores, além desta medida, avançada pelo Diário Económico, a empresa vai também colocar em regime de suspensão laboral mais 834 pessoas. Os trabalhadores aguardam agora pelo plano de recuperação que deverá ser entregue ao tribunal.


Catástrofe aérea?

Um avião da Air France, com 216 passageiros e 15 tripulantes, desapareceu dos radares. O voo fazia a ligação entre o Rio do Janeiro e Paris onde devia ter aterrado às 11h00. O aparelho terá desaparecido perto da ilha de Fernando de Noronha.

Avião da Air France desaparece com 215 passageiros a bordo

Está a ser noticiado que um avião da Air France que fazia a ligação do Rio de Janeiro, no Brasil, para Paris, em França, não chegou ao seu destino e desapareceu dos radares, segundo informou a companhia francesa de aviação.

domingo, maio 31, 2009

Se fosse na Madeira...

Se fosse na Madeira, já tinha dado origem a 10 conferências de imprensa, 50 comunicados dos socialistas e demais oposição, dois ou três pedidos de constituição de comissões de inquérito, cem requerimentos para chamar Alberto João Jardim à Assembleia para falar deste despesismo descarado, etc. A que não faltariam os esquizofrénicos do costume - os tais que gritam, gritam mas enchem a pança que se fartam e, não satisfeitos, ainda têm o descaramento para quererem pressionar e obrigar correlegionários partidários a pressionar entidades externas, para que viabilizem mais negociatas, ainda por cima obrigando instituições que nada têm a ver com as negociatas de cada qual, a telefonarem para Lisboa e outros casos do género - a nos rebentarem os tímpanos. Sem esquecer as dezenas de SMS ou telefonemas a encomendar notícias destacadas...Aliás, parece que também é para "isto" que também servem os milhões roubados e que são desviados para os Açores ao abrigo da lei de Finanças Regionais. Segundo o Publico, "o governo socialista de Carlos César e o parlamento dos Açores fretaram um avião da SATA Internacional para levar 200 convidados até Toronto, Canadá, onde se celebra o Dia da Região Autónoma. O programa das celebrações já foi considerado “inoportuno e despesista" pelo PSD-Açores. O “Expresso” – que avança a notícia - indica que as despesas deverão ser repartidas por igual pelos orçamentos da Assembleia Legislativa Regional e da Presidência do Governo Regional, apesar de o gabinete de Carlos César não ter confirmado esta informação. Apesar das críticas, três deputados sociais-democratas estarão representados. O deputado Paulo Estêvão, do PPM (Partido Popular Monárquico), eleito pela ilha do Corvo, declinou o convite, escreve ainda o semanário. Todos os 57 deputados regionais foram convidados. O “Expresso” avança ainda que a operação de “diplomacia regional” se vai prolongar por dez dias, estimando que possa custar “centenas de milhares de euros”. “Os hotéis utilizados em Toronto variam entre o Four Seasons, para César e comitiva, e o Intercontinental Toronto Yorkville para os deputados e outros convidados. A somar ao aluguer de salas para recepções, à logística e aos custos com a cobertura pelos meios de comunicação social, a televisiva nomeadamente, temos as passagens aéreas normais, mais o avião fretado à SATA”, escreve o semanário, acrescentando que uma viagem comercial Ponta Delgada-Toronto custa 600 euros. “Para o fretamento, a SATA fez um desconto de 50 por cento – 318 euros –, segundo esclareceu o grupo parlamentar socialista”, indica ainda o semanário. À partida de Ponta Delgada, Carlos César declarou que a visita aos EUA (onde esteve antes) e ao Canadá representa "uma jornada de açorianidade, de muita sensibilidade e proximidade com os nossos irmãos açorianos".
O texto publicado no Expresso, da autoria do jornalista Estevão Gago da Câmara, pode ser lido aqui: “Não será fácil apurar quanto vai de facto custar esta operação da "diplomacia" regional da iniciativa de Carlos César. Em dez dias, entre a Nova Inglaterra e duas províncias do Canadá, as despesas atingem certamente algumas centenas de milhares de euros. Os hotéis utilizados em Toronto variam entre o Four Seasons, para César e comitiva e o Intercontinental Toronto Yorkville para os deputados e outros convidados. A somar ao aluguer de salas para recepções, à logística e aos custos com a cobertura pelos meios de comunicação social, a televisiva nomeadamente, temos as passagens aéreas normais, mais o avião fretado à SATA.Uma viagem comercial Ponta Delgada-Toronto custa €600. Para o fretamento a SATA fez um desconto de 50%, €318, segundo esclareceu o grupo parlamentar socialista. A companhia aérea açoriana é uma S.A., sociedade anónima, de capitais exclusivamente públicos”.

Acções da Mota-Engil baixaram desde a entrada de Jorge Coelho...

Curioso. Segundo li hoje no Sol, "as acções da Mota-Engil desvalorizaram 40,4 por cento durante o primeiro ano de Jorge Coelho como presidente-executivo do grupo, um comportamento influenciado pela crise generalizada nos mercados financeiros, que começou no final de 2008. Entre o final de Maio de 2008, altura em que Jorge Coelho assumiu a presidência-executiva da Mota-Engil, e o final de Maio desde ano, as as acções da Mota- Engil registaram uma desvalorização de 40,4 por cento.Depois ter sido atingido, em Maio do ano passado, o máximo de capitalização bolsista do ano (1.047 milhões de euros), assistiu-se a uma queda acentuada no final do primeiro semestre, tendo a capitalização bolsista da empresa atingido o seu mínimo (435 milhões de euros) em Outubro, em plena crise dos mercados financeiros.A liquidez do título decresceu nove por cento face a 2007, tendo sido movimentados cerca de 145 milhões de acções, uma quebra que foi mais notória nos últimos três meses do ano, devido à falta de confiança dos investidores gerada pela crise nos mercados financeiros. Este ano, as acções da Mota-Engil acompanharam a recuperação da bolsa de Lisboa, mais acentuada a partir de Março, e já valorizaram 42 por cento desde Janeiro, impulsionados pelos diversos planos de investimento apresentados pelos Governos das regiões onde o grupo opera". Querem ver que a gente ainda vai ter que chorar por causa disto...

Música anti-Sócrates dos Xutos varrida da rádio!!!

Escreve o Expresso: "Ano de eleições Directores de programas alegam estratégia da editora para passarem outros temas do álbum, mas assumem querer demarcar-se de questões políticas. O tema chama-se ‘ Sem Eira nem Beira’, mas não há ninguém que não o conheça por ‘Sr. Engenheiro’. É uma das faixas mais comentadas e cantadas na rua do último disco dos Xutos & Pontapés, lançado a 6 de Abril. Mas, nas rádios nacionais só passou uma vez, uma única vez. Foi na Antena 3. Os dados são avançados pela editora da banda, a Universal Music, que pagou a uma empresa para monitorizar três músicas do novo álbum, para saber exactamente quantas vezes foram tocadas. ‘ Quem É Quem’, o primeiro single do disco, passou mais de uma centena de vezes. E ‘Perfeito Vazio’, o segundo single a ser lançado, foi o único tema a conseguir um lugar numa Lista A das playlists das rádios nacionais (a lista que obriga a que a música tenha em média quatro passagens diárias), com 136 passagens, só na Mega FM. Zé Pedro, guitarrista dos Xutos, avança com surpresa: “Parece um complô contra o tema, ou uma espécie de exclusão por poder ferir susceptibilidades. Acho estranho. Parece-me que a música podia ter sido aproveitada como notícia e transformar-se num hipe de rádio”, afirma. O músico diz manifestar-se contra o sistema de playlists, mas não critica nenhuma rádio por optar ou não por passar um tema dos Xutos. “Compreendo que, estando esta música a ferver, na boca de toda a gente, as direcções das rádios possam ter preferido não a passar por estar em cima da mesa como uma canção de contestação”, adianta Zé Pedro, frisando que para os Xutos o sucesso da música é claro. Durante os concertos da banda, o tema é o que tem provocado maior vibração junto do público, aquele com que as pessoas mais se identificam, e a sua procura na Internet tem ultrapassado todas as expectativas. “Sentimo-nos compensados, portanto”, afirma o guitarrista. A humorista Maria Rueff, que no seu programa “O Exame de Dona Rosete”, na TSF, fez uma rábula com o tema, afiança que “é muito estranho a música não passar nas rádios”, e considera pertinente que se investigue porquê. Contactados pelo Expresso, os directores das maiores rádios nacionais refutam a ideia de qualquer tipo de censura, quer vinda do exterior quer criada internamente. António Mendes, director de programas da RFM, afirma que aquela é uma rádio musical que tem por objectivo tocar e fazer sucessos e que o boom do ‘Sr. Engenheiro’ nos jornais e televisões (recorde-se que o primeiro vídeo do tema passado pelo ‘Jornal Nacional’ da TVI foi para o ar a 15 de Abril) chegou a meio da Senhor engenheiro Dê-me um pouco de atenção Há dez anos que estou preso Há trinta que sou ladrão Não tenho eira nem beira Mas ainda consigo ver Quem anda na roubalheira E quem me anda a comer É difícil ser honesto É difícil de engolir Quem não tem nada vai preso Quem tem muito fica a rir Ainda espero ver alguém Assumir que já andou A roubar A enganar o povo que acreditou Conseguir encontrar mais força para lutar Conseguir encontrar mais força para lutar Mais força para lutar... Mais força para lutar... fase de lançamento de “Perfeito Vazio”. António Mendes adianta, no entanto, que a canção “se trata de um fenómeno político e não de um fenómeno popular”. Nelson Cunha, director de programas da Mega FM, vai mais longe, explicando que a rádio “não está vocacionada para questões políticas, nem quer disso fazer bandeira".
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"Falcon" embaraça Sócrates e Zapatero...

Segundo o Sol - e a polémica em Espanha é imensa - "o gabinete de José Sócrates recusa esclarecer como regressou o líder do PS a Portugal depois de ter participado num congresso do PSOE em Valência, no último sábado. José Luís Zapatero, que retribuiu a presença de Sócrates ao participar ao fim da tarde no comício do PS em Coimbra, viajou até Portugal num Falcon das Forças Armadas espanholas. Contactado pelo SOL, o gabinete de José Sócrates não quis esclarecer se o primeiro-ministro e líder do PS viajou no Falcon de Zapatero, nem de que forma regressou a Portugal nesse dia, repetindo apenas que Sócrates «não usou nenhum meio do Estado português nas suas deslocações» entre Portugal e Espanha. Quanto ao gabinete de imprensa do PS, também nada acrescentou. A única informação prestada ao SOL foi a de que o secretário-geral socialista viajou para Madrid em voo da TAP, no final do dia de sexta-feira, para, no sábado de manhã, comparecer ao lado de Zapatero no comício de Valência". Aliás, basta ler esta e esta notícia da imprensa espanhola, sobre esta polémica.

Caros de luxo no Parlamento

Desastre: GM anuncia amanhã a falência!

A revelação foi feita hoje no Publico: "Termina amanhã o prazo dado pela Administração norte-americana para a General Motors, maior construtora automóvel mundial, digerir a ideia da falência. O CEO da companhia, Fritz Henderson, marcou para a manhã de segunda-feira uma conferência de imprensa em Nova Iorque, onde se espera que confirme a falência e apresente o plano de reorganização. O pedido de falência ocorrerá ao abrigo do Capítulo 11 de protecção de empresas, e poderá ser menos “traumatizante” do que se antecipava há uma semana, quando não havia acordo entre as várias partes. Entretanto, a Administração conseguiu fechar as negociações com a United Auto Workers, a organização sindical que representa os interesses dos trabalhadores e os detentores da dívida da empresa, avaliada em 27 mil milhões de dólares. Os trabalhadores concordaram com a revisão dos acordos laborais e dos planos de pensões e de saúde, de forma a eliminar mais de dez mil milhões de dólares do orçamento anual da companhia. Uma maioria de investidores que detêm a dívida aceitou reconverter os seus títulos em acções, garantindo 10 por cento do capital da GM (e o direito de preferência para mais 15 por cento das acções). Ao mesmo tempo, a GM acordou com a canadiana Magna International e o Governo alemão a venda das operações europeias da Opel, abrindo a porta ao emagrecimento do portfólio da companhia, que deverá ver-se livre de outras marcas americanas como a Hummer, Saturn, Pontiac e Saab. Em curso estão ainda as negociações com a Delphi, a sua subsidiária produtora de partes igualmente falida, e centenas de concessionários. A Administração está preparada para investir mais 30 mil milhões de dólares (além dos 19,4 mil milhões que já emprestou a título de resgate) para financiar a salvação da GM".
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Ainda sobre este tema recomendo a leitura do excelente trabalho da jornalista Rita Siza intitulado "Detroit prepara-se para nova onda de desemprego", também do Público, sobre as consequências desta decisão naquela cidade: "Nos arrabaldes de Detroit, em comunidades como Warren ou Sterling Heights, onde se concentra a maior população de trabalhadores do sector automóvel no mundo, a falência da General Motors (GM) é uma espécie de machadada final: desta feita, na inevitável vaga de despedimentos que se aproxima, são os empregos mais qualificados, dos engenheiros, designers e quadros superiores, que vão desaparecer. O Centro Técnico da GM em Warren é uma gigantesca unidade de tecnologia de ponta. O edifício principal, desenhado pelo conceituado arquitecto finlandês Eero Saarinen, remonta aos anos 50; o complexo entretanto cresceu e hoje alberga outras 25 construções e cerca de 18 quilómetros de estradas. O parque de estacionamento está apinhado, mas não tarda muito poderá estar tão deserto quanto os das fábricas vizinhas. “Daqui a uma semana se calhar não temos ninguém para almoçar”, reparava Jeremy, o empregado do Papa Vino’s, restaurante italiano que é um dos favoritos entre os engenheiros da GM. Ali ao lado, as duas fábricas da Chrysler, que declarou falência a 30 de Abril, estão completamente paradas, e uma grande parte dos operários que agora está em casa sabe que nunca mais voltará ao trabalho. Na Ford, a única companhia que para já parece conseguir sobreviver sem a intervenção estatal, o processo de reestruturação não é menos doloroso: uma renegociação de 40 por cento da dívida, cortes salariais e a revisão dos benefícios pagos aos trabalhadores e a consolidação de unidades industriais. No futuro imediato, a GM terá de decidir quais das suas 14 fábricas americanas podem prosseguir actividade e quais as que acabarão agora o seu tempo útil. As estimativas atiram o número de despedimentos para mais 21 mil trabalhadores.No final do ano passado, a indústria automóvel era responsável por 850 mil postos de trabalho nos Estados Unidos. E cada emprego das companhias automóveis suportava cinco empregos indirectos. O efeito de dominó do fecho das fábricas da Chrysler e GM em Warren e Sterling Heights é evidente: o dono da loja de conveniência “7 Eleven” perdeu mais de metade dos clientes; na barbearia North Pointe, onde um corte custa 12 dólares, Dave Thompson diz que o negócio caiu 20 por cento e a MacKenzie Tavern, que sempre enchia à hora de almoço, tinha sete clientes quando o PÚBLICO lá esteve, pouco depois do meio-dia".

Paulo Rangel acusa o Governo de malhar nas classes profissionais

Em Portalegre e Mação, o candidato social democrata às eleições europeias disse que já não tem expectativas de que o Governo responda à crise social. Paulo Rangel acusou o PS de futilidade política.

Paulo Rangel critica política educativa do Governo

O cabeça-de-lista às eleições europeias considera que o PS é o partido da contestação. Em Barcelos, a campanha do PSD voltou a contar com a presença da líder Manuela Ferreira Leite na campanha.
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Paulo Rangel e Ferreira Leite apelam ao voto após sondagem que dá empate técnico
Os dirigentes social-democratas, em Braga, fizeram uma viragem no discurso. A uma semana das eleições, Paulo Rangel e Ferreira Leite abandonaram as criticas ao Governo e concentraram-se no apelo ao voto, animados pela sondagem que dá empate técnico entre PSD e PS a 7 de Junho.

Alemanha: Twitter revela resultado de eleição parlamentar!

Diz o El Pais que "dos diputados alemanes rompieron una tradición de décadas al revelar, utilizando la red social Twitter en Internet, el resultado de la elección presidencial 15 minutos antes de la proclamación oficial. El Parlamento reafirmó el jueves a su presidente como el único al que la Constitución atribuye el derecho de proclamar al Jefe de Estado. El día de la votación, el sábado 23 a las 14.18 horas, Julia Klöchner, diputada de la Unión Demócrata Cristiana (CDU) que asistía al recuento de votos, envió el siguiente mensaje vía Twitter: "Chicos, podéis ver el partido de fútbol tranquilos. La votación ha sido un éxito". El candidato de la CDU, Horst Köhler, fue reelegido con 613 votos de las dos Cámaras alemanas. No fue la única que se saltó el protocolo. El diputado socialdemócrata, Ulrich Keber, anticipó también en Twitter el resultado. Portavoces del Bundestag han dicho que este tipo de comportamientos afecta a la dignidad de la institución".

Itália: campanha marcada pelas escandeira de Berlusconi

Segundo o jornalista do El Pais, Miguel Mora, "Italia está viviendo la campaña electoral más surrealista del continente. No se habla de Europa ni de la crisis económica. Apenas hay debate político, y las reflexiones sobre la decadencia moral del país atraviesan continentes. Los únicos asuntos en liza son los que atañen a la excesiva personalidad del primer ministro: su amistad con la joven Noemi Letizia, su pasión por las fiestas, los aprietos que le depara el donjuanismo eterno y la perversidad de los jueces que condenan al abogado inglés David Mills por mentir en su nombre justo antes de la cita electoral. El penúltimo capítulo de este psicodrama a la italiana se vivió ayer. A petición del primer ministro y de su abogado personal, Niccolò Ghedini, la fiscalía de Roma ordenó requisar varios centenares de fotos tomadas en Villa Certosa, la casa de Berlusconi en Cerdeña, por el fotógrafo sardo Antonello Zappadu. Entre ellas se encuentran las imágenes de la fiesta de fin de año en la que, según la reconstrucción de la revista L'Espresso, participaron unas 40 velinas (azafatas televisivas) y aspirantes a actrices, entre otras Noemi Letizia, la napolitana que llama Papi a Berlusconi. El primer ministro en persona firma el escrito de cuatro folios que pide al Defensor de la Privacidad, un órgano oficial, que bloquee la publicación de las imágenes, ya que a su juicio violan su intimidad y la de sus invitados. El texto afirma que las fotos fueron "robadas" y que Zappadu negoció su venta posterior a Panorama, una revista del imperio editorial de Berlusconi , por 1,5 millones de euros. La transacción no cuajó, escribe el primer ministro, porque la revista las consideró "no relevantes". Zappadu habría asegurado además a Panorama que tenía otra oferta de la revista Gente, circunstancia falsa según los fiscales y que motiva la denuncia por intento de estafa presentada por Ghedini. El fotógrafo sardo, que trabaja habitualmente para E-Polis y para la agencia Ansa, es el autor de las célebres fotos que publicó la revista Oggi en el verano de 2007, en las que se veía a cinco velinas sentadas en las rodillas del primer ministro. Zappadu negó ayer las acusaciones, y sostuvo que fue Panorama quien se dirigió a él para comprarle las fotos y no al revés. Además, manifestó que, salvo al propio Berlusconi, es imposible reconocer a nadie en las imágenes porque él mismo borró los rostros con zonas de píxeles para que no fueran reconocibles. El fotógrafo aclaró que lo hizo atendiendo a la ley de privacidad y a la defensa de los menores, porque algunas de las jóvenes que aparecen en las imágenes le parecieron "menores de edad". Zappadu entregó ayer las fotos a los Carabineros en Cagliari, y estos registraron además su casa de Olbia. En su escrito, Berlusconi alega que había fotos de la estancia en Villa Certosa del ex primer ministro checo Mirek Topolanek y su séquito en la Semana Santa de 2008. Il Corriere della Sera informó de que en algunas de ellas se ve a varias jóvenes en biquini y en top less. En otra de las series, se ve a Berlusconi y a otras personas llegando al aeropuerto de Olbia a bordo de aviones militares. Entre ellos está el cantante napolitano Mariano Apicelli, un ex aparca coches con quien Berlusconi ha publicado dos discos y que es un asistente fijo en sus fiestas".

Inglaterra: sondagem coloca Brown à beira do desastre

Segundo o jornalista do El Pais, Walter Oppenheimer, "las elecciones europeas prometen convertirse en un calvario para Gordon Brown. Un sondeo de Populus publicado ayer por The Times augura una derrota humillante del Partido Laborista, que quedaría en tercer lugar con un escuálido 16% de votos, por detrás del Partido Conservador (30%) y los nacionalistas del UKIP (Partido de la Independencia del Reino Unido), que se aprovecharían de la crisis de credibilidad que atraviesa el sistema político británico para acumular el 19% de los votos. Los liberales-demócratas, castigados también por el escándalo de los gastos de los diputados, se han desplomado en los sondeos y no superarían el 12%. Según Populus, los tories obtendrían 28 eurodiputados (cuatro más que en 2004); el UKIP, 15 (sube tres); los laboristas, 12 (pierden seis); los liberales-demócratas, ocho (bajan dos); los verdes, cuatro (suben dos); los nacionalistas escoceses, uno (pierden uno) y los nacionalistas galeses, uno. El racista Partido Nacional Británico obtendría un estimable 5%, pero ningún eurodiputado. En unas elecciones generales los laboristas lograrían el 24% de los votos (cuatro puntos menos que hace un mes), los conservadores el 41% (dos puntos menos) y los liberales el 18%. Si los británicos -que votarán el jueves, aunque los resultados no se conocerán hasta el domingo- diezman el voto laborista al nivel que señalan las encuestas, el futuro de Brown volverá a estar en entredicho. Hace semanas que se da por seguro que el Gobierno sufrirá un batacazo en las europeas y que Brown prepara una crisis de su Gabinete. Pero si ese batacazo llega a los niveles pronosticados, volverá a haber ruido de sables. Sin embargo, no está claro que el partido se atreva a cortarle la cabeza al primer ministro porque entonces la presión para adelantar a otoño las elecciones generales -que se esperan para la primavera de 2010- será irresistible. Paradójicamente, la otra víctima de ese escenario sería el Tratado de Lisboa, cuya entrada en vigor depende de que los irlandeses lo ratifiquen en un segundo referéndum, que se espera para otoño. Si los conservadores alcanzan el poder en Reino Unido antes de que el tratado entre en vigor, el nuevo primer ministro, David Cameron, se ha comprometido a dar marcha atrás en la ratificación y convocar un referéndum. El antieuropeísmo de Cameron es uno de los mayores interrogantes que plantea su casi segura llegada al poder, más tarde o más temprano. Si Londres llega a someter el Tratado de Lisboa a consulta, ese referéndum amenaza con convertirse en un plebiscito sobre la permanencia de Reino Unido en la Unión Europea. No es el único interrogante que plantea el joven líder conservador sobre el futuro de las relaciones de Reino Unido con sus aliados europeos. Cuando en otoño de 2005 presentó su candidatura para liderar el Partido Conservador, quiso asegurarse el apoyo del ala más antieuropea comprometiéndose a retirar a los eurodiputados tories del Partido Popular Europeo, considerado demasiado federalista para el gusto de los conservadores británicos. Europa sigue siendo un asunto que divide a los tories, aunque esa división está soterrada por el objetivo común de recuperar el poder y porque no hay necesidad de airearlo: el ingreso o no en el euro está aparcado y la ratificación del Tratado de Lisboa la han gestionado los laboristas, aunque eso puede acabar cambiando. No hay, hoy, motivos para que el partido se divida a causa de la cuestión europea. Pero una retirada tory del PPE tiene ese potencial porque significa que el Partido Conservador británico abandonaría el grupo parlamentario que representa en Bruselas a los partidos que gobiernan en Francia y Alemania". Sobre este tema leia o texto do Publico, aqui.

Espanha: sondagem dá PP à frente do PSOE

Segundo o Publico, "o Partido Popular (PP), de Mariano Rajoy, ganhará ao Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) as eleições europeias do próximo domingo, indica hoje a sondagem efectuada pela Metroscopia para "El País", de Madrid. O estudo dá 43 por cento das intenções de voto ao PP e 39,3 ao PSOE, indo cinco por cento para a Coligação pela Europa, constituída pela Convergência e União, da Catalunha, pelo Partido Nacionalista Basco (PNV) e pela Coligação Canária). A Esquerda Unida fica-se pelos 4,1 por cento. Por outro lado, no estudo Sigma Dos para o jornal "El Mundo", o PP ficaria com 42,8 por cento e 23 ou 24 deputados, o PSOE com 40,6 e a Coligação pela Europa quatro por cento. A participação calculada é de 39 a 44 por cento. O cabeça de lista dos populares é Jaime Major Oreja, mais conhecido do que o dos socialistas, Juan López Aguilar". Sobre este asusnto recomendo a leitura do texto sobre este tema no próprio El Pais, aqui.