segunda-feira, junho 01, 2009
Acompanhe a tragédia (?) com avião francês
Já pagamos os 3.200 milhões de euros espatifados no BPN
Queres mais Vital? Ora toma...
Quanto à «Estamo», a empresa pública responsável pela venda dos imóveis de Peniche e Alcoentre, diz desconhecer a existência de qualquer queixa entregue na Procuradoria-Geral da República contra a venda dos imóveis, mas não explica, por exemplo, porque é que dois anos depois ainda não há uma escritura feita.
«Não contactei nem o Tozé, nem o Zezito, ou seja, nem o primeiro-ministro, nem o seu irmão», disse Júlio Monteiro à TVI, admitindo que se fosse um assunto importante, até poderia ter falado: «Se o assunto tivesse algum interesse ou económico ou de corrupção, poderia falar». Como no caso Freeport: «É que o Charles ainda vá lá, porque era uma pessoa que eu conhecia há bastante tempo e quer me apareceu com u assunto de algum interesse para que o meu sobrinho tivesse uma actuação. Casos como o Freeport? Nunca mais na minha vida, eu jurei a mim próprio, interceder em alguma coisa». A «Estamo», empresa pública responsável pela venda dos terrenos de Alcoentre e do Colégio de Peniche garante que desconhece que exista qualquer queixa na Procuradoria-Geral da República contra a transparência de venda destes imóveis. A administração recusou gravar uma reacção, mas garante que o administrador Filipe Ondas Fernandes apenas apresentou os dossiês de outros quatro imóveis, porque Luís Leal de Oliveira teria mostrado interesse em adquiri-los. O que a empresa não explicou, por exemplo, foi porque é que passados dois anos de ter decidido a quem entregar os imóveis, ainda não tem qualquer escritura". Tem vergonha oh Vital e deixa de misturar partidos com corrupção ou política com corruptos. E nunca atires a primeira pedra quando podes ter telhados de vidro - se é que ainda tens telhados em casa...
PSD e o BPN? Oh Vital eu lembro-te esta... (II)
Uma reportagem de investigação da TVI sobre o caso Cova da Beira, que envolve autarcas, empresários, José Sócrates e o seu antigo professor da Independente em intricados negócios que parecem ter o dom de fazer desaparecer milhões de euros dos contribuintes. O habitual nas obras públicas desta república. Ainda há quem se interrogue como, seja uma ponte, um aeroporto ou uma tampa de esgoto, qualquer empreendimento feito pelo Estado custa várias vezes o seu orçamento inicial. Este caso é apenas um exemplo de como estes fenómenos estranhos sucedem, sempre com muito lixo à mistura, muitas derrapagens, aterros, podridão, luvas e cheques. E tal como muitas outras, esta investigação partiu de uma denúncia anónima mas com o último Código de Processo Penal, os políticos encarregaram-se de impedir a investigação deste tipo de denúncias e outras «campanhas negras». Ai vão as quarto partes da reportagerm de Alexandra Borges.
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PSD e o BPN? Oh Vital eu lembro-te esta... (I)
Segundo noticiava o Diário Digital de 4 de Maio, "o caso da central de compostagem da Cova da Beira é um processo polémico. Esteve 10 anos em investigação mas deixou muito por explicar. O julgamento está marcado para Outubro e vai sentar no banco dos réus Horácio Carvalho, um empresário da Covilhã dono da HLC, a empresa que construiu a central, António José Morais, o professor das quatro cadeiras do Eng. Sócrates na Universidade Independente e ainda a sua ex-mulher, donos da empresa que escolheu o consórcio vencedor. O que está em causa é a possível viciação de um concurso público internacional para construir e explorar a central de compostagem. Horácio Carvalho está acusado de corrupção activa e branqueamento de capitais, ou seja, de ter pago ao professor Morais para ganhar o concurso da Cova da Beira. José Sócrates, na altura secretário de Estado do Ambiente, também chegou a ser considerado suspeito pela Polícia Judiciária, mas o Ministério Público impediu que fossem feitas buscas à sua casa e isso acabou por mudar a rota da investigação. Na verdade, José Sócrates nunca chegou sequer a ser investigado e o seu possível envolvimento ou não acabou com um arquivamento. Mas o processo da Cova da Beira é muito mais que este processo-crime. Revela um conjunto de ligações alegadamente perigosas e muito pouco transparentes que se traduziram num projecto com várias derrapagens financeiras e que por pouco não acabava num desastre ambiental. A central de compostagem da Cova da Beira foi uma das primeiras do país a ser financiada com os dinheiros de Bruxelas, mas só foi inaugurada pelo primeiro-ministro, António Guterres, cinco anos depois da data prevista, ainda sem uma estação de tratamentos de águas residuais e com um aterro ilegal que estava a funcionar sem uma licença do próprio Ministério do Ambiente. Apesar de vários incumprimentos, a HLC sai deste projecto com um cheque de mais de 8 milhões de euros na mão pagos pelas águas do Zêzere e Côa, uma empresa de capitais públicos. Esta será apenas uma das razões que explicam porque é que a zona mais pobre do país está, neste momento, a pagar a tonelada de lixo mais cara de Portugal. Não se sabe quem indicou o nome de Morais para fazer a assessoria técnica no concurso Cova da Beira e escolher o vencedor. As cartas anónimas afirmam que terá sido José Sócrates mas nada foi investigado. Terão sido convidadas directamente pela Associação de Municípios da Cova da Beira três empresas que apresentaram propostas graficamente muito semelhantes, onde a única alteração significativa era o preço. Mais, um dos engenheiros das empresas alegadamente concorrentes acabou mesmo por assinar o relatório final apresentado pela empresa do professor Morais que deu a vitória ao consórcio HLC/Conegil. Em Abril de 2008, muitos anos mais tarde, uma auditoria que analisou uma pequena amostra do que foi a segunda fase do projecto da Cova da Beira viria a concluir que nos 21 contratos e 22 facturas verificadas foram cobrados indevidamente quase 1 milhão de euros. Mais, a auditoria admite ainda a existência de possíveis sobreposições de trabalhos, ou seja, trabalhos que terão sido cobrados duas vezes. A investigação também se revela polémica e parece ter arranques e paragens estratégicas. Por exemplo, a 17 de Outubro de 2000, um magistrado do Ministério Público mandou pedir o processo à Policia Judiciária. O processo esteve um ano na secretária do Ministério Público sem um único acto processual registado. Quisemos saber porquê e perguntámos à Procuradoria-geral da República que primeiro nos respondeu dizendo que o processo esteve a cargo da 9ª secção do DIAP, mas como não tinha sido essa a nossa pergunta voltámos a insistir. A melhor resposta que o gabinete do procurador nos conseguiu dar foi, e passo a citar, «são questões de serviço que só podem ser discutidas internamente». Eu diria que são questões que interessam a todos os portugueses, mas a verdade é que não há justificação possível para que um processo desta importância esteja parado".Qimonda de Vila do Conde inicia vaga de despedimentos
Catástrofe aérea?
Avião da Air France desaparece com 215 passageiros a bordo
domingo, maio 31, 2009
Se fosse na Madeira...
Acções da Mota-Engil baixaram desde a entrada de Jorge Coelho...
Música anti-Sócrates dos Xutos varrida da rádio!!!
"Falcon" embaraça Sócrates e Zapatero...
Desastre: GM anuncia amanhã a falência!
Paulo Rangel acusa o Governo de malhar nas classes profissionais
Paulo Rangel critica política educativa do Governo
Alemanha: Twitter revela resultado de eleição parlamentar!
Itália: campanha marcada pelas escandeira de Berlusconi
Segundo o jornalista do El Pais, Miguel Mora, "Italia está viviendo la campaña electoral más surrealista del continente. No se habla de Europa ni de la crisis económica. Apenas hay debate político, y las reflexiones sobre la decadencia moral del país atraviesan continentes. Los únicos asuntos en liza son los que atañen a la excesiva personalidad del primer ministro: su amistad con la joven Noemi Letizia, su pasión por las fiestas, los aprietos que le depara el donjuanismo eterno y la perversidad de los jueces que condenan al abogado inglés David Mills por mentir en su nombre justo antes de la cita electoral. El penúltimo capítulo de este psicodrama a la italiana se vivió ayer. A petición del primer ministro y de su abogado personal, Niccolò Ghedini, la fiscalía de Roma ordenó requisar varios centenares de fotos tomadas en Villa Certosa, la casa de Berlusconi en Cerdeña, por el fotógrafo sardo Antonello Zappadu. Entre ellas se encuentran las imágenes de la fiesta de fin de año en la que, según la reconstrucción de la revista L'Espresso, participaron unas 40 velinas (azafatas televisivas) y aspirantes a actrices, entre otras Noemi Letizia, la napolitana que llama Papi a Berlusconi. El primer ministro en persona firma el escrito de cuatro folios que pide al Defensor de la Privacidad, un órgano oficial, que bloquee la publicación de las imágenes, ya que a su juicio violan su intimidad y la de sus invitados. El texto afirma que las fotos fueron "robadas" y que Zappadu negoció su venta posterior a Panorama, una revista del imperio editorial de Berlusconi , por 1,5 millones de euros. La transacción no cuajó, escribe el primer ministro, porque la revista las consideró "no relevantes". Zappadu habría asegurado además a Panorama que tenía otra oferta de la revista Gente, circunstancia falsa según los fiscales y que motiva la denuncia por intento de estafa presentada por Ghedini. El fotógrafo sardo, que trabaja habitualmente para E-Polis y para la agencia Ansa, es el autor de las célebres fotos que publicó la revista Oggi en el verano de 2007, en las que se veía a cinco velinas sentadas en las rodillas del primer ministro. Zappadu negó ayer las acusaciones, y sostuvo que fue Panorama quien se dirigió a él para comprarle las fotos y no al revés. Además, manifestó que, salvo al propio Berlusconi, es imposible reconocer a nadie en las imágenes porque él mismo borró los rostros con zonas de píxeles para que no fueran reconocibles. El fotógrafo aclaró que lo hizo atendiendo a la ley de privacidad y a la defensa de los menores, porque algunas de las jóvenes que aparecen en las imágenes le parecieron "menores de edad". Zappadu entregó ayer las fotos a los Carabineros en Cagliari, y estos registraron además su casa de Olbia. En su escrito, Berlusconi alega que había fotos de la estancia en Villa Certosa del ex primer ministro checo Mirek Topolanek y su séquito en la Semana Santa de 2008. Il Corriere della Sera informó de que en algunas de ellas se ve a varias jóvenes en biquini y en top less. En otra de las series, se ve a Berlusconi y a otras personas llegando al aeropuerto de Olbia a bordo de aviones militares. Entre ellos está el cantante napolitano Mariano Apicelli, un ex aparca coches con quien Berlusconi ha publicado dos discos y que es un asistente fijo en sus fiestas".Inglaterra: sondagem coloca Brown à beira do desastre
Segundo o jornalista do El Pais, Walter Oppenheimer, "las elecciones europeas prometen convertirse en un calvario para Gordon Brown. Un sondeo de Populus publicado ayer por The Times augura una derrota humillante del Partido Laborista, que quedaría en tercer lugar con un escuálido 16% de votos, por detrás del Partido Conservador (30%) y los nacionalistas del UKIP (Partido de la Independencia del Reino Unido), que se aprovecharían de la crisis de credibilidad que atraviesa el sistema político británico para acumular el 19% de los votos. Los liberales-demócratas, castigados también por el escándalo de los gastos de los diputados, se han desplomado en los sondeos y no superarían el 12%. Según Populus, los tories obtendrían 28 eurodiputados (cuatro más que en 2004); el UKIP, 15 (sube tres); los laboristas, 12 (pierden seis); los liberales-demócratas, ocho (bajan dos); los verdes, cuatro (suben dos); los nacionalistas escoceses, uno (pierden uno) y los nacionalistas galeses, uno. El racista Partido Nacional Británico obtendría un estimable 5%, pero ningún eurodiputado. En unas elecciones generales los laboristas lograrían el 24% de los votos (cuatro puntos menos que hace un mes), los conservadores el 41% (dos puntos menos) y los liberales el 18%. Si los británicos -que votarán el jueves, aunque los resultados no se conocerán hasta el domingo- diezman el voto laborista al nivel que señalan las encuestas, el futuro de Brown volverá a estar en entredicho. Hace semanas que se da por seguro que el Gobierno sufrirá un batacazo en las europeas y que Brown prepara una crisis de su Gabinete. Pero si ese batacazo llega a los niveles pronosticados, volverá a haber ruido de sables. Sin embargo, no está claro que el partido se atreva a cortarle la cabeza al primer ministro porque entonces la presión para adelantar a otoño las elecciones generales -que se esperan para la primavera de 2010- será irresistible. Paradójicamente, la otra víctima de ese escenario sería el Tratado de Lisboa, cuya entrada en vigor depende de que los irlandeses lo ratifiquen en un segundo referéndum, que se espera para otoño. Si los conservadores alcanzan el poder en Reino Unido antes de que el tratado entre en vigor, el nuevo primer ministro, David Cameron, se ha comprometido a dar marcha atrás en la ratificación y convocar un referéndum. El antieuropeísmo de Cameron es uno de los mayores interrogantes que plantea su casi segura llegada al poder, más tarde o más temprano. Si Londres llega a someter el Tratado de Lisboa a consulta, ese referéndum amenaza con convertirse en un plebiscito sobre la permanencia de Reino Unido en la Unión Europea. No es el único interrogante que plantea el joven líder conservador sobre el futuro de las relaciones de Reino Unido con sus aliados europeos. Cuando en otoño de 2005 presentó su candidatura para liderar el Partido Conservador, quiso asegurarse el apoyo del ala más antieuropea comprometiéndose a retirar a los eurodiputados tories del Partido Popular Europeo, considerado demasiado federalista para el gusto de los conservadores británicos. Europa sigue siendo un asunto que divide a los tories, aunque esa división está soterrada por el objetivo común de recuperar el poder y porque no hay necesidad de airearlo: el ingreso o no en el euro está aparcado y la ratificación del Tratado de Lisboa la han gestionado los laboristas, aunque eso puede acabar cambiando. No hay, hoy, motivos para que el partido se divida a causa de la cuestión europea. Pero una retirada tory del PPE tiene ese potencial porque significa que el Partido Conservador británico abandonaría el grupo parlamentario que representa en Bruselas a los partidos que gobiernan en Francia y Alemania". Sobre este tema leia o texto do Publico, aqui.Espanha: sondagem dá PP à frente do PSOE
Segundo o Publico, "o Partido Popular (PP), de Mariano Rajoy, ganhará ao Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) as eleições europeias do próximo domingo, indica hoje a sondagem efectuada pela Metroscopia para "El País", de Madrid. O estudo dá 43 por cento das intenções de voto ao PP e 39,3 ao PSOE, indo cinco por cento para a Coligação pela Europa, constituída pela Convergência e União, da Catalunha, pelo Partido Nacionalista Basco (PNV) e pela Coligação Canária). A Esquerda Unida fica-se pelos 4,1 por cento. Por outro lado, no estudo Sigma Dos para o jornal "El Mundo", o PP ficaria com 42,8 por cento e 23 ou 24 deputados, o PSOE com 40,6 e a Coligação pela Europa quatro por cento. A participação calculada é de 39 a 44 por cento. O cabeça de lista dos populares é Jaime Major Oreja, mais conhecido do que o dos socialistas, Juan López Aguilar". Sobre este asusnto recomendo a leitura do texto sobre este tema no próprio El Pais, aqui.