Mas com aquele ministro Manuel Pinho, estavam à espera de quê? A Qimonda de Vila do Conde vai hoje despedir 596 trabalhadores, além desta medida, avançada pelo Diário Económico, a empresa vai também colocar em regime de suspensão laboral mais 834 pessoas. Os trabalhadores aguardam agora pelo plano de recuperação que deverá ser entregue ao tribunal.
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segunda-feira, junho 01, 2009
sexta-feira, abril 10, 2009
Hipocrisia: Qimonda deve 100 milhões à banca nacional
Como é que ainda querem esconder esta hipocrisia e esta tremenda mentira que o governo socialista de Lisboa anda a promover à volta da falida Qimonda? Hoje, segundo o Sol, num texto do jornalista João Paulo Madeira, foi revelado que "a Qimonda deve mais de 100 milhões de euros à banca, sendo o BCP e o BES os principais credores. O eventual encerramento da fábrica de Vila do Conde terá, entretanto, um significativo impacto nas exportações nacionais, visto que a empresa exporta anualmente 1,5 milhões de euros. Mas, em contrapartida, é também uma grande importadora: as aquisições fora do país atingem 1,2 milhões Os subsídios recebidos pela Qimonda de Vila do Conde representaram 24% dos lucros registados pela empresa antes da insolvência. De acordo com as contas da fábrica, a que o SOL teve acesso, a empresa reconheceu no último exercício um proveito de 14,1 milhões de euros relacionado com ajudas. Com esse ganho extraordinário, atingiu um lucro de 60 milhões de euros. As últimas contas da Qimonda, relativas ao exercício terminado em Setembro de 2007, indicam também que a dívida da empresa à banca supera os 100 milhões de euros e deveria ser paga entre Setembro do ano passado e 2013. As contas reflectem um total de 124 milhões de euros de dívidas a instituições de crédito. Deste montante, 21 milhões diziam respeito a obrigações de curto prazo, o que significa que teriam de ser pagos até Setembro de 2008, o final do exercício seguinte. Os restantes 103 milhões eram dívida de médio e longo prazo, a amortizar a partir daquela data".
terça-feira, março 24, 2009
Qimonda...já era?
O ministro da Economia diz estar "extremamente preocupado" e Basílio Horta, presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, diz que a empresa é "uma grande preocupação".
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