terça-feira, junho 02, 2009
Taxa de desemprego em Portugal está nos 9,3%!
Susan Boyle internada numa clínica de Londres
Air France: Tripulante de avião desaparecido foi ao Brasil para o enterro do pai
Segundo o Globo, o comissário de bordo do voo AF 447 da Air France, o brasileiro Lucas Gagliano, "ficou no país durante 15 dias para o enterro do pai. A informação foi passada nesta terça-feira (2) por Jorge Luís, que se identificou como tio dele. O tio disse ainda que Lucas era apaixonado por aviação e morava na França. Segundo Jorge, a mãe do rapaz está em estado de choque. De acordo com nota divulgada pela agência, por enquanto, foram confirmados 56 passageiros e um tripulante brasileiros. A Air France, entretanto, afirma que estavam a bordo 58 passageiros brasileiros, além de 61 franceses, 26 alemães, nove chineses e outros de diversas nacionalidades. A Anac diz ainda que está acompanhando os trabalhos de atendimento da companhia aérea Air France às famílias e aos amigos dos passageiros e tripulantes que estavam na aeronave".Só para lembrar...
Só para lembrar o que se passou na campanha eleitoral para as regionais de 2007 (a listagem das queixas pode ser lida aqui). Não custa nada...TAP: situação está preta?
Parece que sim. Segundo o Público, num texto da jornalista Raquel de Almeida Correia intitulado "Mário Lino exige que TAP reduza custos e aprova plano de recapitalização" é referido que o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações "avançou que as novas orientações definidas para a TAP incluem um "processo de redução de custos" e a "concretização de um plano de capitalização".Em comunicado, o MOPTC, tutelado por Mário Lino, esclarece que as decisões aprovadas hoje, durante a assembleia geral da companhia de aviação, têm em vista a concretização de "um processo de redução e de flexibilização da base de custos" da empresa.Acrescenta ainda que o plano inclui "a revisão da estratégia de gestão das participadas", bem como "a identificação clara dos diversos riscos dos negócios do grupo e a adopção de uma estratégia de sustentabilidade e responsabilidade corporativa".O Ministério destaca ainda, de entre as orientações a seguir por Fernando Pinto, presidente executivo da TAP, durante os próximos três anos, "a concretização de um plano de capitalização", hoje aprovado durante a reunião, mas cujos contornos ainda são desconhecidos.O comunicado salienta ainda como meta "a concretização do processo de privatização da TAP e a criação de uma estratégia de parcerias", desenvolvendo "um projecto de crescimento a longo prazo que permita atrair parceiros".Campanha: o PS local vai queixar-se de Sócrates à CNE?
Campanha: a manhosice de Edgar Silva
Air France: grande Lula da Silva!
Li no Globo uma notícia intitulada "País que acha petróleo em águas profundas pode achar avião, diz Lula" que revala mais uma vez o pragmatismo do presidente brasileiro: "O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira que "um país que pode achar petróleo a 6 mil metros de profundidade pode achar um avião a 2 mil metros". Os comentários de Lula, sobre o voo AF 447 da Air France, que desapareceu perto da região costeira do Brasil na noite de domingo, com 228 pessoas de 32 nacionalidades a bordo, foram feitos na Cidade da Guatemala, onde o presidente está em visita oficial. Lula disse que está recebendo relatórios periódicos sobre as buscas aos destroços da aeronave por parte do ministro da Defesa, Nelson Jobim. Jobim informou que um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) encontrou destroços do avião. A cerca de 70 quilômetros dos destroços, outro avião da FAB identificou uma mancha de óleo, o que, disse o presidente, mostra que a área é uma região de correntes muito fortes, o que poderia complicar as operações de resgate. Em relação às perspectivas de encontrar a caixa preta do avião, o presidente disse que não há "nenhum sinal", mas afirmou crer que talvez seja possível encontrá-la quando se conseguir chegar a uma estimativa aproximada de onde o avião está. "Mas certamente vai levar tempo", afirmou".Campanha: parabéns ao Bloco de Esquerda...
Air France: eles tinham ganho a viagem como prémio...
Através do jornal brasileiro Globo fiquei a saber que "entre os passgeiros do voo da Air France que desapareceu após decolar do Rio de Janeiro no último domingo (31) estão 19 franceses que haviam ganhado uma viagem ao Brasil, informou a agência de notícias France Presse nesta terça-feira (2). Segundo a reportagem, 10 representantes comerciais de uma empresa de Limoges (centro da França) e nove parentes viajavam de volta a Paris após uma viagem por seu bom desempenho."Tínhamos um concurso para bons resultados. Eles foram os ganhadores e passaram quatro dias no Brasil", informou Laurent Bouveresse, diretor-geral da CGED, companhia de distribuição de material elétrico. Os representantes comerciais têm idades entre 25 e 35 anos e foram acompanhados pelo o diretor executivo da sucursal de Limoges".Air France: Entenda as principais questões sobre o desaparecimento do avião
Do jornal brasileiro Globo recomendo a leitura deste texto: "Maior dúvida envolve sequência de eventos que teriam causado desastre. Técnicos consideram improvável que raio, sozinho, tenha derrubado avião. O mistério que envolve o voo da Air France que desapareceu após decolar do Rio de Janeiro no último domingo (31) continua, enquanto autoridades prosseguem com as buscas em alto mar. O avião sumiu dos radares depois de sofrer uma pane após atravessar uma área de turbulência. Havia 228 pessoas a bordo. Objetos localizados no Atlântico podem ser destroços da aeronave, mas ainda não é possível confirmar esse dado, diz a Aeronáutica. Confira a seguir as principais perguntas e respostas -- muitas ainda provisórias e especulativas -- sobre o caso".Air France: casal sueco nunca viajava junto...
Li hoje no Globo que "uma família sueca que temia acidentes viajou em voos diferentes: "A tragédia do vôo 447 da Air France separou uma família sueca que sempre teve o cuidado de tomar a mesma precaução: viajar em aviões separados, afim de evitar que, em caso de acidente, os filhos perdessem o pai e a mãe ao mesmo tempo. Por temor de desastres aéreos, a sueca Christine Badre Schnabl e o marido também embarcavam em voos diferentes quando viajavam com os dois filhos do casal. No domingo, ao embarcarem no Rio de Janeiro com destino à Suécia, também foi assim. Segundo o jornal sueco Expressen, o marido pegou um voo mais cedo, junto com a filha de três anos de idade. Christine, acompanhada pelo filho mais velho do casal, Philipe, de cinco anos de idade, embarcou no voo 447 da Air France, que desapareceria horas depois sobre o Oceano Atlântico. O plano era reunir a família no aeroporto Charles de Gaulle de Paris, de onde seguiriam viagem para a Suécia. O marido, cuja identidade não foi revelada pelo jornal, esperou em vão por notícias no aeroporto durante todo o dia de ontem. À noite, já sem esperanças, embarcou com a filha para Estocolmo, onde a mãe de Christine, Annika Badre, os aguardava em estado de choque."Não consigo acreditar que Christine e meu neto não vão mais voltar, isso é terrível", disse Annika Badre ao jornal Expressen."Falei com Christine pelo telefone, momentos antes de ela embarcar. Ela era cheia de vida e amada por todos", acrescentou ela.Air France: Luso-brasileiro impedido de entrar no voo...
Air France: conheça avião igual ao que desapareceu
Air France: Raio não derruba avião, diz perito em acidentes
PS-Madeira vai-se queixar de Sócrates...
Air France: são mesmo destroços do Airbus 330
Acabo de ler no Publico que o governo do Brasil confirmou que foram realmente descobertos destroços encontrados do Airbus da Air, os quais se encontram espalhados num raio de 5 quilómetros: "Os destroços avistados pela Força Aérea brasileira no oceano Atlântico são “sem nenhuma dúvida” do avião da Air France que desapareceu quando viajava do Rio de Janeiro para Paris, disse o ministro da Defesa, Nelson Jobim, numa conferência de imprensa.Segundo o ministro, a Força Aérea brasileira “definiu que foram localizados materiais metálicos e não metálicos por volta das 0h30 [4h30 na hora portuguesa] pelo Hércules no meio do oceano, num raio de cinco quilómetros, a 400 milhas [da ilha] de Fernando de Noronha, em 9785 quilómetros quadrados de área de busca, o que confirma que o avião caiu nessa região”.Para efeitos de identificação do avião, “já é suficiente termos encontrado poltronas e materiais metálicos boiando num raio de cinco quilómetros”, assegurou o ministro, citado pelo jornal "Folha Online". Questionado sobre se tem a certeza de que estes destroços pertencem mesmo ao aparelho da Air France que ontem desapareceu a caminho de França, respondeu: “São do avião, não há nenhuma dúvida”, repetiu.Nelson Jobim chegou à conferência com familiares dos passageiros. O voo 447 da Air France desapareceu no oceano na madrugada de segunda-feira. Deveria ter aterrado pelas 10h00 em França. A bordo estavam 228 pessoas de 32 nacionalidades".Aeroporto do Funchal: "coisa" estranha
segunda-feira, junho 01, 2009
João Jardim: "Os portugueses estão desafiados"
Desafiados ao exercício efectivo do poder soberano que cada um tem. O poder soberano de cada Português, no livre exercício do seu Direito de voto e sem ter que dar satisfações a quem quer que seja, decidir como quer ser representado no Parlamento Europeu. E se os Portugueses estão anti-democraticamente proibidos pela sua própria Constituição, de se pronunciar sobre matérias das mais decisivas para a sua vida, que são precisamente as que constam da Constituição da República, mais uma razão para, ao menos, votar nas ocasiões em que não estão inqualificavelmente proibidos. Este, mais um desafio que ninguém devia gostar de perder, para, assim, dar uma lição à «classe política» que ainda temos. Não votar, é se render às imposições que esta «classe política» lançou sobre dez milhões de Portugueses. E, outro desafio, é pregar a partida aos que estão a contar com a abstenção, para ganhar mais uns lugaritos no Parlamento Europeu.
Mas, o desafio maior, trata-se do orgulho de cada um consigo próprio, o orgulho de saber ser coerente com aquilo que pensa.
E este desafio, o eleitor perde se não for às urnas, na medida em que deixa para os outros, decidir da sua própria vida. Fica aí, pelos cantos, a se queixar das agruras que anda a passar, mas não se mexe para dar uma volta nisto. Porque não são só os vinte e dois lugares portugueses no Parlamento Europeu.
É que estas eleições de domingo, são as primeiras de uma trindade. Se, agora, os eleitores conseguem criar, desde já, uma dinâmica de mudança, garanto que muita coisa poderá mudar em Portugal, a partir de Outubro.
Os portugueses serão vencedores do desafio.
Se não, tudo vai continuar na mesma.
Os Portugueses perderão o desafio".
A propósito da ultraperiferia europeia
Estes gráficos foram publicados no âmbito de um estudo intitulado "Las regiones ultraperiféricas de la Unión Europea: Indicadores para caracterizar la ultraperificidad", assinado por Cristina Trujillano (geógrafa), Meritxell Font (engenheira) e Jaume Jorba (informático) e actualizado em Janeiro de 2006. O documento pode ser consultado aqui.
Susan Boyle internada numa clínica de Londres por exaustão
Bombas da II Guerra Mundial debaixo do relvado do estádio do Estugarda
EUA: Bancos falidos nos EUA chegam a 36
Li na imprensa nacional que o número de falências na banca norte-americana já ascende a 36 e a injecção de capital por parte das autoridades atinge os 200 mil milhões de dólares, de acordo com dados publicados pelo diário italiano La Reppublica: "O número de falências na banca norte-americana já ascende a 36 e a injecção de capital por parte das autoridades atinge os 200 mil milhões de dólares, de acordo com dados publicados hoje no diário italiano La Reppublica.A entidade federal de garantia de depósitos, a Federal deposit insurance corporation (Fdic), interveio agora na Strategic Capital e a Citizen National in Illinois -, elevando para 36 o número de instituições falidas e sob controlo público desde o início do ano.Os depósitos bancários são garantidos pela Fdic, enquanto os dois mil milhões de activos das duas sociedades serão vendidos aos bancos que estejam em melhores condições financeiras.Para enfrentar o que é considerado ritmo mais elevado de falências dos últimos 15 anos, as autoridades norte-americanas já injectaram no sistema creditício 200 mil milhões de dólares, para cobrir os custos de encerramento dos bancos insolventes".Aviação: "TAP reduz salários a 2.650 empregados no Brasil
Com o título "TAP reduz salários a 2.650 empregados no Brasil" escreve o jornalista do Jornal "I", Filipe Paiva Cardoso, que "quando o tempo é de crise, vale tudo. "Fica suspenso, para todos os funcionários, o intervalo de 15 minutos para café", lê-se no acordo colectivo de trabalho assinado agora entre a TAP e os sindicatos que representam os 2.650 funcionários que trabalham na TAP Manutenção e Engenharia Brasil (M&E Brasil). Mas este corte nos intervalos para café talvez até seja bem-vindo, já que os salários vão ser reduzidos.No acordo colectivo assinado com os sindicatos de Porto Alegre e Rio de Janeiro, a TAP conseguiu impor "a todos os funcionários" uma redução da remuneração que varia entre os 10% e os 20%, "pelo período de cinco meses" - findo o qual o acordo pode ser prorrogado. Assim, para aqueles que ganham até 1.300 reais por mês (468 euros), o corte será de 130 reais, mas para quem ganha mais os cortes podem chegar a perto de 20%: quem tenha um ordenado de 1.400 reais, por exemplo, passará a levar para casa 1.140 reais (uma redução de 503 euros para 409 euros). Estes cortes serão, contudo, compensados com vales de alimentação de idêntico valor. Considerando que todos os 2.650 colaboradores vejam o salário cortado em 130 reais - o valor mínimo dos cortes -, esta medida permitiria à M&E Brasil uma poupança de 4,8 milhões de reais, ou seja 1,7 milhões de euros. O acordo com os sindicatos foi o caminho encontrado pela administração de Fernando Pinto para conseguir contornar o problema financeiro da M&E Brasil, que deve mais de 130 milhões de euros ao fisco brasileiro e que deu 29 milhões de euros de prejuízo ao Grupo TAP - que fechou o ano com um resultado negativo de 285 milhões de euros. "O Sindicato lembra que este acordo garantiu a estabilidade dos funcionários da TAP M&E", salientou o sindicato dos aeroviários de Porto Alegre aos seus associados, notando mesmo que "qualquer descumprimento ao acordo deverá ser denunciado na sede da entidade".Mas além do corte nas pausas para café, e nos próprios salários, a TAP acordou com os sindicatos uma redução da carga laboral entre 10% e 25%. A empresa deu ainda a opção "aos funcionários que se interessarem" de interromperem o "contrato de trabalho por 105 dias", período durante qual receberão 30% do salário. Esta opção, porém, só estará disponível para um máximo de 200 colaboradores. Mas nem tudo é mau para os trabalhadores. A par dos cortes, "também serão implementadas práticas de concessão de passagens TAP" para todos os funcionários da manutenção no Brasil e quaisquer lucros que esta empresa consiga em 2010 serão partilhados com os 2.650 funcionários.MOTA NÃO QUER GROUNDFORCE A TAP realiza amanhã a assembleia-geral que marca a entrada num novo ciclo da companhia aérea. Uma reunião que ficará marcada não só pela recondução de Fernando Pinto na liderança da TAP, como pela apresentação de um novo modelo de financiamento para a empresa, que chegou ao final de 2008 com capitais próprios negativos e pouca liquidez.Fernando Pinto, líder da transportadora, conta agora superar as metas que lhe foram exigidas pelo accionista Estado - e que não conseguiu cumprir em 2008. O objectivo é ultrapassar, já este ano, a fasquia de oito milhões de euros de resultado líquido positivo. "A três anos, será possível superar os 60 milhões de lucro", admite Fernando Pinto. A companhia ainda vive a ressaca dos 285 milhões de euros de prejuízo registados no ano passado e os resultados seriam ainda piores (chegariam a 320 milhões de prejuízo) se a transportadora tivesse contabilizado os 31,6 milhões que acordou pagar pelos 50,1% da empresa de handling Groundforce, que recomprou à Globalia. Este valor só foi debitado em Março deste ano, pelo que será tido em conta nos resultados de 2009 - a menos que se consiga encontrar um comprador para os 50,1% da Groundforce. O que pode ser tarefa difícil, já que um dos interessados referidos por Fernando Pinto, a Mota-Engil, negou ontem ao i estar disposta a investir na Groundforce. "Não temos qualquer interesse, isso não é verdade" referiu Jorge Coelho, CEO da empresa".Aviação: Lucros da Virgin Atlantic quase duplicaram
Escreve a jornalista do Publico Marlene Carriço, que "a Virgin Atlantic divulgou um aumento dos lucros no ano que terminou no final de Fevereiro, opondo-se à tendência observada por outras companhias aéreas.Os lucros anuais da empresa antes de impostos atingiram os 68,4 milhões de libras (77,6 milhões de euros), quase o dobro do registado o ano passado (34,8 milhões de libras). A empresa disse que os resultados foram impulsionados pelo aumento das tarifas dos passageiros, de acordo com o site da BBC.Os resultados contrastam com outras companhias aéreas, como a British Airways, que relatou, a semana passada, uma perda anual antes de impostos de 401 milhões de libras (455 milhões de euros), justificando esta perda com a queda das tarifas em 13 por cento, na segunda metade do seu ano fiscal, e com o aumento do custo dos combustíveis.O director-executivo da Virgin Atlantic, Steve Ridgway, disse que a companhia está "a ganhar quota de mercado dos concorrentes num ambiente comercial cada vez mais duro".Vice de Zapatero vai ao Senado debate autonoima
Noticia o El Pais num texto do jornalista Pablo Ximenez de Sandoval que "una de las sesiones parlamentarias más inusuales que se pueden ver en la política española tendrá una nueva edición el próximo 25 de junio. El vicepresidente tercero del Gobierno y ministro de Política Territorial, Manuel Chaves, ha confirmado al Senado que acudirá a la Comisión General de Comunidades Autónomas para debatir cara a cara con representantes de los 17 Gobiernos autónomos. No se produce un debate así desde hace dos años y medio. El presidente de la comisión, el socialista valenciano Joan Lerma, firmó ayer mismo la convocatoria. La Comisión de Comunidades Autónomas del Senado es el único foro de España donde pueden encontrarse el Gobierno central y los autónomos con luz y taquígrafos en una sesión parlamentaria, en abierto contraste con las entrevistas bilaterales o los Consejos Interterritoriales, que son a puerta cerrada. Las comunidades pueden enviar a hablar a un consejero o al presidente. También es el único Parlamento donde se pueden utilizar todas las lenguas. A Chaves le hablarán en catalán, euskera y gallego con traducción simultánea. La realidad es que esta comisión, teóricamente el órgano que mejor representa el carácter territorial del Senado, prácticamente no se utiliza. En la pasada legislatura, el Gobierno dejó pendientes decenas de comparecencias. Elena Salgado acudió como ministra de Administraciones Públicas en octubre pasado y sólo habló con dos consejeros. Ayer, el portavoz del PNV, Joseba Zubia, le reprochó al presidente del Gobierno la escasa actividad de la comisión. "Creo que va a ser un punto de inflexión en el funcionamiento de esta comisión", aseguró el portavoz socialista en este ámbito, Nacho Pérez Sáenz. El senador socialista dijo además que el nuevo ministro de Fomento, José Blanco, también ha solicitado comparecer ante las comunidades y "hay posibilidades de que lo haga antes del verano".Barcelona combate pobreza com vales de alimentação
Segundo o El Pais, "vales o cheques para la adquisición de alimentos es la nueva modalidad que se introducirá en el plan contra la pobreza del Ayuntamiento de Barcelona, según una fórmula no concretada todavía y que se ultima con las principales empresas alimentarias de la ciudad y con el Banco de Alimentos. La introducción de los vales se suma a la ampliación de plazas de los comedores sociales, públicos y de entidades. Actualmente sirven 1.000 comidas al día, cifra que se incrementará en 175 a lo largo de este año. También el programa de comidas en compañía -dirigido a personas de la tercera edad que viven solas- pasará de 500 a 800 diarias y se extenderá a todos los distritos de la ciudad. Otra de las ayudas, las comidas a domicilio -para personas mayores con problemas de movilidad-, pasarán de 1.000 a 1.300. Garantizar la alimentación a todas las personas que lo necesiten es la primera de las prioridades del plan para combatir la pobreza, al que se destinarán 111 millones de euros en lo que queda de 2009 y en 2010, tal como avanzó ayer este periódico. Los detalles del plan fueron explicados ayer por el alcalde, Jordi Hereu, y el segundo teniente, Ricard Gomà. En euros de este año, supondrá un incremento de 15 millones respecto a la cantidad ya presupuestada. "Hay una serie de medidas urgentes, derivadas de la crisis, que son prioritarias. Ya veremos de dónde sale el dinero", zanjó Hereu al ser preguntado de qué partida se recortaría. Actualmente, 148.000 residentes de la ciudad están en algún programa de ayuda social y 98.000 de ellos requieren cubrir sus necesidades básicas, muchas de ellas relacionadas con el impago de recibos de alquiler y suministros. Gomà no se atrevió a vaticinar si el incremento de las partidas sociales será suficiente si el panorama económico social empeora, especialmente a partir del verano, que es cuando se calcula que muchas personas dejarán de cobrar el subsidio de desempleo".Aviação: Air Berlin perde 88,4 milhões no 1º trimestre deste ano
Segundo o jornal catalão La Vanguardia, "la compañía aérea alemana Air Berlin perdió en el primer trimestre del año 88,4 millones de euros, frente a los 59,6 millones negativos que registró en el mismo periodo de 2008, según los datos facilitados por la empresa. Las pérdidas operativas (Ebit) desestacionalizadas (sin factores de coyuntura) sumaron entre enero y marzo del ejercicio en curso 87,3 millones de euros frente a los menos 68,6 millones de ese periodo un año antes. Los ingresos de la empresa aumentaron, sin embargo, en el trimestre el 1,2 por ciento, hasta los 661 millones de euros. El consejero delegado de Air Berlin, Joachim Hunold, afirmó que los resultados se ajustan a lo planeado. "En un marco económico desafiante, Air Berlin se ha comportado mejor que otras compañías aéreas europeas. Fuimos capaces de incrementar los ingresos de chárter debido a una mejor capacidad de gestión de los vuelos de larga distancia", dijo.Respecto a este año, Air Berlin confirmó sus pronósticos de crecimiento, pese a la crisis económica global y el debilitamiento de la demanda de desplazamientos aéreos. La compañía espera así mejorar el resultado operativo del pasado año y cerrar el ejercicio en positivo. En cuanto a los ingresos por pasajero y kilómetro, se incrementaron de 7,22 céntimos de euro a 8,33 céntimos, lo que supone una subida del 15,4 por ciento".Pensamento: "A Corrupção é Proporcional à Democracia"...
BPP: Mansão de Rendeiro em offshore
Segundo o Correio da Manhã num texto dos jornalistas Sónia Trigueirão e Miguel Ganhão, "a casa onde mora João Rendeiro, o fundador do Banco Privado Português (BPP), no exclusivo condomínio da Quinta Patino, em Cascais, está registada num sociedade estrangeira, sediada num offshore, que já teve duas moradas diferentes. Segundo apurou o CM, a mansão do lote 81, que está actualmente avaliada em 2,1 milhões de euros, é propriedade da empresa Corbes Group Limited, que a adquiriu em Maio de 2000 com recurso a um empréstimo do Banco Bilbao Vizcaya no valor de 250 mil euros. No ano da compra, a Corbes Group tinha sede na cidade de Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas. Porém, a 24 de Junho de 2004 a empresa mudou-se para os Estados Unidos, nomeadamente para o Estado de Delaware (o maior paraíso fiscal norte-americano) e passou a chamar-se Corbes Group LLC. O CM tentou encontrar a empresa nos Estados Unidos, mas nessa exacta morada, isto é, na cidade de Camden, na rua Wilow Grove, no edifício número dois, no Estado de Delaware, apenas encontrou 35 empresas diferentes e registadas como inactivas. João Rendeiro é dono de dois apartamentos, um na rua da Misericórdia, em Lisboa, e outro na Alameda da Quinta da Terrugem, em Paço d’Arcos. O apartamento em Lisboa, que tem dois lugares de garagem, foi adquirido pelo ex-banqueiro e pela mulher, Maria de Jesus, a 26 de Março de 2003 por quase 146 mil euros. E é nesta morada que está registado o domicílio fiscal de Rendeiro. Quanto ao apartamento em Paço d’Arcos, os registos prediais dão-na como propriedade da empresa Caxias-Empreendimentos Imobiliários. Mas na mesma morada, e precisamente no apartamento 211, encontramos outra empresa, a Nova Caxias – Empreendimentos Turísticos, da qual Rendeiro declarou, em 2007, ter recebido 248 euros de renda. Contactado o número de telefone da morada, que serve de sede às duas empresas –a Nova Caxias e a Caxias Empreendimentos –, quem respondeu foi o Hotel Apartamentos Sol Palmeiras. Um empreendimento hoteleiro de quatro estrelas, do qual vários empresários brasileiros são donos de fracções. Rui Ribeiro da Silva, presidente do Conselho de Administração da Gesticar, empresa-mãe das outras duas e que explora o hotel, explicou então ao CM que João Rendeiro é de facto proprietário de um apartamento naquele hotel, mas que provavelmente se enganou no número porque o 211 será da ‘Caxias’.'Os apartamentos pertencem a diferentes donos e a empresa Nova Caxias explora os arrendamentos e no final do ano distribui os resultados, daí os 248 euros que o Dr. João Rendeiro declarou.' Confrontado com todos estes factos, João Rendeiro recusou prestar qualquer esclarecimento, afirmando apenas: 'Publiquem o que quiserem". Um comentário apenas: não foi este gestor que deu cabo do BPP e que há dias até ameaçou os jornais e a comunicação social em geral se continuassem a pôr em causa a sua competência? Por mim nem duvido um segundo que seja da sua competência. Está à vista de todos. Ah, lembrando que o BPP está falido...Futebol nacional: uma catástrofe financeira...
Segundo o Publico, que cita a agência Lusa, "as SAD dos três grandes clubes acumularam 31,4 milhões de euros de prejuízo até 31 de Março deste ano, nos primeiros nove meses de actividade nesta época desportiva, segundo os relatórios enviados à CMVM. Com o Benfica à cabeça (18,4 milhões de euros) e o Sporting (6,7) e o FC Porto (6,3) quase iguais, as três sociedade anónimas desportivas estão a viver um ano negativo do ponto de vista económico e terão de obter consideráveis mais valias este Verão, durante o período de transferências, para conseguirem equilibrar as contas. Mais impressionante é o valor acumulado dos passivos das três sociedades, que já ultrapassa os 400 milhões de euros (436), curiosamente com apenas dez milhões de variação entre o passivo mais elevado (Benfica, 150,6) e o mais reduzido (Sporting, 140,6) - o FC Porto tem um passivo de 144,8. Apesar de apresentar o passivo menor, o Sporting é a sociedade que tem a situação mais desesperada e a única com a sobrevivência em risco no curto prazo devido ao facto de ter capitais próprios negativos (falência técnica), que entre Julho e Março aumentaram quase sete milhões de euros, para 9,3 milhões de euros. Benfica e FC Porto neste capítulo sobrevivem à tona de água, mas também precisam de rapidamente encontrar soluções para equilibrar os custos com as receitas. O sucesso desportivo do FC Porto permitiu à SAD crescer 16 por cento nas receitas, que atingiram nos primeiros nove meses da época o impressionante valor de 46,3 milhões de euros (37,8 no caso do Sporting e 36,5 no caso do Benfica), mas ao mesmo tempo os custos cresceram para uns ainda mais impressionantes 51,1 milhões de euros (33,1 no caso do Sporting, 41,2 no caso do Benfica). As três SAD geraram receitas superiores a 120 milhões nos primeiros nove meses de actividade, mas continuam a gastar mais do que recebem, o que impede o equilíbrio das contas. A rubrica em que as três sociedades mais gastam é nos salários (inclui prémios), que atingiu os 77,1 milhões de euros em apenas três trimestres. O FC Porto é, de longe, o clube que mais despende no pagamento de salários e prémios, tendo gasto em nove meses 33,1 milhões de euros, cerca de mais sete milhões do que gastou o Benfica (25,9) e mais 15 milhões do que pagou o Sporting (18,1). A participação na Liga dos Campeões de FC Porto e Sporting, com boas campanhas desportivas em ambos os casos, não serviram mais do que para atenuar os elevados prejuízos. No caso do Benfica, que não jogou a Champions e teve uma carreira infeliz na Taça UEFA, os mais de 18 milhões de prejuízo em apenas nove meses de actividade revelam a dependência das principais equipas portuguesas das receitas das competições europeias, embora fique claro com as contas das três sociedade que isso já não chega. Vender o passe de alguns dos jogadores mais valiosos parece ser a solução imediata para as SAD dos três grandes, ainda mais numa altura em que Portugal tem vindo a perder posições no ranking da UEFA, o que faz com que na próxima época só o campeão FC Porto tenha garantida a participação na milionária Liga dos Campeões, enquanto o Sporting terá pela frente uma pré-eliminatória e o novo e difícil play-off de acesso. O Benfica, por seu lado, terá de passar um play-off para jogar a novíssima Liga Europa, competição jogada nos mesmos moldes da Champions, mas com prémios monetários muito mais reduzidos".Avião francês na rota da Madeira?
O avião francês desaparecido - um Airbus A 330 - está a ser procurado e poderá ter incluído na sua rota uma passagem sobre a zona do Atlântico onde se situa a Madeira. A Força Aérea Portuguesa já foi posta de prevenção. Até ao momento ninguém sabe o que se passou nem se entre os passageiros existem portugueses, dado que se tratava de uma ligação barata para o Brasil. Leia aqui (Publico) o ponto da situação.Acompanhe a tragédia (?) com avião francês
Já pagamos os 3.200 milhões de euros espatifados no BPN
Queres mais Vital? Ora toma...
Quanto à «Estamo», a empresa pública responsável pela venda dos imóveis de Peniche e Alcoentre, diz desconhecer a existência de qualquer queixa entregue na Procuradoria-Geral da República contra a venda dos imóveis, mas não explica, por exemplo, porque é que dois anos depois ainda não há uma escritura feita.
«Não contactei nem o Tozé, nem o Zezito, ou seja, nem o primeiro-ministro, nem o seu irmão», disse Júlio Monteiro à TVI, admitindo que se fosse um assunto importante, até poderia ter falado: «Se o assunto tivesse algum interesse ou económico ou de corrupção, poderia falar». Como no caso Freeport: «É que o Charles ainda vá lá, porque era uma pessoa que eu conhecia há bastante tempo e quer me apareceu com u assunto de algum interesse para que o meu sobrinho tivesse uma actuação. Casos como o Freeport? Nunca mais na minha vida, eu jurei a mim próprio, interceder em alguma coisa». A «Estamo», empresa pública responsável pela venda dos terrenos de Alcoentre e do Colégio de Peniche garante que desconhece que exista qualquer queixa na Procuradoria-Geral da República contra a transparência de venda destes imóveis. A administração recusou gravar uma reacção, mas garante que o administrador Filipe Ondas Fernandes apenas apresentou os dossiês de outros quatro imóveis, porque Luís Leal de Oliveira teria mostrado interesse em adquiri-los. O que a empresa não explicou, por exemplo, foi porque é que passados dois anos de ter decidido a quem entregar os imóveis, ainda não tem qualquer escritura". Tem vergonha oh Vital e deixa de misturar partidos com corrupção ou política com corruptos. E nunca atires a primeira pedra quando podes ter telhados de vidro - se é que ainda tens telhados em casa...
PSD e o BPN? Oh Vital eu lembro-te esta... (II)
Uma reportagem de investigação da TVI sobre o caso Cova da Beira, que envolve autarcas, empresários, José Sócrates e o seu antigo professor da Independente em intricados negócios que parecem ter o dom de fazer desaparecer milhões de euros dos contribuintes. O habitual nas obras públicas desta república. Ainda há quem se interrogue como, seja uma ponte, um aeroporto ou uma tampa de esgoto, qualquer empreendimento feito pelo Estado custa várias vezes o seu orçamento inicial. Este caso é apenas um exemplo de como estes fenómenos estranhos sucedem, sempre com muito lixo à mistura, muitas derrapagens, aterros, podridão, luvas e cheques. E tal como muitas outras, esta investigação partiu de uma denúncia anónima mas com o último Código de Processo Penal, os políticos encarregaram-se de impedir a investigação deste tipo de denúncias e outras «campanhas negras». Ai vão as quarto partes da reportagerm de Alexandra Borges.
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PSD e o BPN? Oh Vital eu lembro-te esta... (I)
Segundo noticiava o Diário Digital de 4 de Maio, "o caso da central de compostagem da Cova da Beira é um processo polémico. Esteve 10 anos em investigação mas deixou muito por explicar. O julgamento está marcado para Outubro e vai sentar no banco dos réus Horácio Carvalho, um empresário da Covilhã dono da HLC, a empresa que construiu a central, António José Morais, o professor das quatro cadeiras do Eng. Sócrates na Universidade Independente e ainda a sua ex-mulher, donos da empresa que escolheu o consórcio vencedor. O que está em causa é a possível viciação de um concurso público internacional para construir e explorar a central de compostagem. Horácio Carvalho está acusado de corrupção activa e branqueamento de capitais, ou seja, de ter pago ao professor Morais para ganhar o concurso da Cova da Beira. José Sócrates, na altura secretário de Estado do Ambiente, também chegou a ser considerado suspeito pela Polícia Judiciária, mas o Ministério Público impediu que fossem feitas buscas à sua casa e isso acabou por mudar a rota da investigação. Na verdade, José Sócrates nunca chegou sequer a ser investigado e o seu possível envolvimento ou não acabou com um arquivamento. Mas o processo da Cova da Beira é muito mais que este processo-crime. Revela um conjunto de ligações alegadamente perigosas e muito pouco transparentes que se traduziram num projecto com várias derrapagens financeiras e que por pouco não acabava num desastre ambiental. A central de compostagem da Cova da Beira foi uma das primeiras do país a ser financiada com os dinheiros de Bruxelas, mas só foi inaugurada pelo primeiro-ministro, António Guterres, cinco anos depois da data prevista, ainda sem uma estação de tratamentos de águas residuais e com um aterro ilegal que estava a funcionar sem uma licença do próprio Ministério do Ambiente. Apesar de vários incumprimentos, a HLC sai deste projecto com um cheque de mais de 8 milhões de euros na mão pagos pelas águas do Zêzere e Côa, uma empresa de capitais públicos. Esta será apenas uma das razões que explicam porque é que a zona mais pobre do país está, neste momento, a pagar a tonelada de lixo mais cara de Portugal. Não se sabe quem indicou o nome de Morais para fazer a assessoria técnica no concurso Cova da Beira e escolher o vencedor. As cartas anónimas afirmam que terá sido José Sócrates mas nada foi investigado. Terão sido convidadas directamente pela Associação de Municípios da Cova da Beira três empresas que apresentaram propostas graficamente muito semelhantes, onde a única alteração significativa era o preço. Mais, um dos engenheiros das empresas alegadamente concorrentes acabou mesmo por assinar o relatório final apresentado pela empresa do professor Morais que deu a vitória ao consórcio HLC/Conegil. Em Abril de 2008, muitos anos mais tarde, uma auditoria que analisou uma pequena amostra do que foi a segunda fase do projecto da Cova da Beira viria a concluir que nos 21 contratos e 22 facturas verificadas foram cobrados indevidamente quase 1 milhão de euros. Mais, a auditoria admite ainda a existência de possíveis sobreposições de trabalhos, ou seja, trabalhos que terão sido cobrados duas vezes. A investigação também se revela polémica e parece ter arranques e paragens estratégicas. Por exemplo, a 17 de Outubro de 2000, um magistrado do Ministério Público mandou pedir o processo à Policia Judiciária. O processo esteve um ano na secretária do Ministério Público sem um único acto processual registado. Quisemos saber porquê e perguntámos à Procuradoria-geral da República que primeiro nos respondeu dizendo que o processo esteve a cargo da 9ª secção do DIAP, mas como não tinha sido essa a nossa pergunta voltámos a insistir. A melhor resposta que o gabinete do procurador nos conseguiu dar foi, e passo a citar, «são questões de serviço que só podem ser discutidas internamente». Eu diria que são questões que interessam a todos os portugueses, mas a verdade é que não há justificação possível para que um processo desta importância esteja parado".