fonte: Açoriano Oriental
domingo, setembro 14, 2025
domingo, setembro 05, 2021
Presidente dos Açores defende reforço da autonomia
O Presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, defendeu a necessidade de reforço da autonomia açoriana na próxima revisão constitucional, nomeadamente a possibilidade de concorrência legislativa com a República e a admissão de partidos regionais. José Manuel Bolieiro discursou durante a sessão solene que assinalou o 45º aniversário da autonomia dos Açores, realizada na cidade da Horta, no Faial, na presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
O dirigente social-democrata, eleito em 2020, afirmou que, passados 45 anos, os Açores estão “prontos e determinados para um novo ciclo de desenvolvimento”, gerador “de melhor coesão territorial” e melhor solidariedade social, “que proteja os mais pobres e mais frágeis da sociedade e um novo nível de riqueza e de emprego, que estimule a iniciativa privada, a liberdade de investimento e liberte a sociedade da dependência do Estado”. Nesse sentido, na próxima revisão constitucional “deve refletir-se, desejavelmente”, um reforço da autonomia, com a definição de um Estado unitário e regional e um “aprofundamento das competências legislativas das regiões autónomas, num quadro de concorrência legislativa com a República, em que a Constituição apenas definirá as competências legislativas exclusivas dos órgãos de soberania”, considerou o dirigente.
sábado, setembro 11, 2010
Catalunha e Galicia, as autonomias que receberam mais transferencias desde 1978
domingo, março 21, 2010
Alerta veio dos Açores: Nova revisão à Constituição poderia clarificar Autonomias
Segundo o Açoriano Oriental, num texto assinado pelo jornalista Paulo Faustino, "uma nova revisão à Constituição Portuguesa poderia clarificar as interpretações geralmente restritivas que o Tribunal Constitucional (TC) faz dos poderes legislativos das Regiões Autónomas. Esta foi a opinião veiculada pelo Managing Partner da Sérvulo & Associados, Rui Medeiros, no âmbito do “Colóquio Açores: Uma Reflexão Jurídica”, realizado ontem na Aula Magna da Universidade dos Açores (UAc), que serviu para assinalar a abertura do novo escritório de advogados em Ponta Delgada. “O TC tem adoptado uma interpretação pouco amiga das Regiões Autónomas”. Mesmo depois da Revisão Constitucional de 2004, que permitiu o aprofundamento daqueles poderes. Na realidade, daí para cá o que se tem assistido é que, “perante leituras possíveis do texto constitucional - umas mais ampliativas, outras mais restritivas do poder legislativo regional - o TC normalmente opta pelas leituras mais restritivas, privilegiando, no fundo, o poder do Estado e desvalorizando a competência das Regiões”. Uma tendência que o advogado e constitucionalista sugere estar associada, em primeiro lugar, ao “receio de que a Autonomia possa desembocar numa solução que põe em causa a unidade do Estado”. Mas também pelo facto do TC não ter ainda encaixado a ideia de que “é possível uma autonomia tranquila e de cooperação” entre o poder central e regional. Sem “confrontos”. No colóquio, Rui Medeiros fez uma intervenção subordinada ao tema “Revisão Constitucional malograda: a leitura jurisprudencial das competências legislativas regionais”, em que identificou os focos de tensão entre as Autonomias e o TC. Um deles relaciona-se com a não definição, após a Revisão Constitucional de 2004, dos artigos que deveriam ser ou não matéria reservada do Estado. De igual modo, a “ideia de que há um limite implícito em torno dos fundamentos da Autonomia” não ficou clara na Constituição. O diagnóstico está traçado: existe “indeterminação” no texto constitucional, que utiliza uma linguagem que “não é clara e dá azo” às tais leituras diferentes entre as Regiões Autónomas e o TC.Daí a nessidade “absolutamente fundamental” de haver uma nova revisão constitucional para clarificar a situação. O presidente do Conselho de Administração da Sérvulo & Associados alinhou pelo mesmo diapasão. Sérvulo Correia frisa que o problema interpretativo das autonomias legislativas regionais não foi resolvido com a Revisão Constitucional de 2004. Por isso, para “assegurar as bases de uma autonomia tranquila e de cooperação, e não uma autonomia adversativa, será provavelmente necessário” uma nova revisão ao texto fundamental para definir melhor os limites das competências regionais. O colóquio contou com a preseça de Santos Silva, o ‘patrão’ do BPI e presidente da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, que chamou a atenção para o facto dos Açores estarem “muito abaixo” do continente ao nível da Investigação e Desenvolvimento em meio empresarial. Que é como quem diz “gerar conhecimento e vendê-lo a favor do desenvolvimento”, tarefa em que a UAc tem um papel crucial. Alertou ainda para a importância da Região saber aproveitar melhor o mar e a sua posição geoestratégica, entre a Europa e a América. • com vídeo no ao online Fazer da Autonomia um “desígnio” Dar a conhecer à sociedade portuguesa a Autonomia, os seus resultados e as soluções que permitem alcançar o desenvolvimento das Regiões Autónomas. É isto que urge fazer para tornar o regime autonómico um “desígnio nacional”, defendeu ontem o Secretário Regional da Economia. Vasco Cordeiro, que representou Carlos César no colóquio, defende que é importante contrariar “a tentação, a que se assiste a nível nacional, de tentar reduzir a Autonomia à sua vertente constitucional ou estatutária, quando ela é muito mais do que isto”. domingo, julho 12, 2009
Espanha: financiamento das Autonomias para breve
quinta-feira, julho 02, 2009
Autonomia: frases & ideias que ficam (II)
Autonomia: frases & ideias que ficam (I)
segunda-feira, junho 01, 2009
Vice de Zapatero vai ao Senado debate autonoima
Noticia o El Pais num texto do jornalista Pablo Ximenez de Sandoval que "una de las sesiones parlamentarias más inusuales que se pueden ver en la política española tendrá una nueva edición el próximo 25 de junio. El vicepresidente tercero del Gobierno y ministro de Política Territorial, Manuel Chaves, ha confirmado al Senado que acudirá a la Comisión General de Comunidades Autónomas para debatir cara a cara con representantes de los 17 Gobiernos autónomos. No se produce un debate así desde hace dos años y medio. El presidente de la comisión, el socialista valenciano Joan Lerma, firmó ayer mismo la convocatoria. La Comisión de Comunidades Autónomas del Senado es el único foro de España donde pueden encontrarse el Gobierno central y los autónomos con luz y taquígrafos en una sesión parlamentaria, en abierto contraste con las entrevistas bilaterales o los Consejos Interterritoriales, que son a puerta cerrada. Las comunidades pueden enviar a hablar a un consejero o al presidente. También es el único Parlamento donde se pueden utilizar todas las lenguas. A Chaves le hablarán en catalán, euskera y gallego con traducción simultánea. La realidad es que esta comisión, teóricamente el órgano que mejor representa el carácter territorial del Senado, prácticamente no se utiliza. En la pasada legislatura, el Gobierno dejó pendientes decenas de comparecencias. Elena Salgado acudió como ministra de Administraciones Públicas en octubre pasado y sólo habló con dos consejeros. Ayer, el portavoz del PNV, Joseba Zubia, le reprochó al presidente del Gobierno la escasa actividad de la comisión. "Creo que va a ser un punto de inflexión en el funcionamiento de esta comisión", aseguró el portavoz socialista en este ámbito, Nacho Pérez Sáenz. El senador socialista dijo además que el nuevo ministro de Fomento, José Blanco, también ha solicitado comparecer ante las comunidades y "hay posibilidades de que lo haga antes del verano".sábado, janeiro 03, 2009
sexta-feira, janeiro 02, 2009
Espanha: socialistas avançam com novo modelo de financiamento das autonomias
El nuevo sistema de financiación autonómica girará en torno a cuatro ejes: el incremento de la equidad y la suficiencia en la financiación del conjunto de las competencias transferidas a las CCAA; el refuerzo de las prestaciones del Estado del bienestar; el aumento de la autonomía financiera y la corresponsabilidad fiscal de las CCAA y la mejora de la dinámica y la estabilidad del sistema y de su capacidad de ajuste a las necesidades de los ciudadanos.
segunda-feira, setembro 29, 2008
Estatuto dos Açores: Cavaco indeciso? (II)
(...)
Estatuto dos Açores: Cavaco indeciso? (I)
Assessora– Dra. Ana Martinha
Assessor – Dr. Gonçalo Nuno da Cruz Saraiva Matias
Consultor para os Assuntos de Justiça e Secretário do Conselho de Estado– Dr. António Manuel Macedo Almeida
Consultor para os Assuntos Constitucionais– Prof. Doutor Carlos Blanco de Morais
Consultora– Dra. Maria do Carmo Andrade Neves










