Diz a SIC que “são milhares os que perderam a vida devido à doença e milhões os que perderam os pais ou quem cuidava deles. As crianças devem estar no centro da agenda global sobre a Sida”, alerta a directora executiva da UNICEF, Ann M. Veneman. Segundo o relatório “As Crianças e a SIDA: Segundo balanço”, estima-se que em 2007, 290.000 crianças menores de 15 anos tenham morrido com Sida e 12.1 milhões tenham perdido, até ao ano passado, um ou ambos os pais devido à Sida na África subsariana. O documento apresentado hoje analisa os progressos sobre o modo como a Sida afecta as crianças e os jovens. A campanha “Juntos pelas Crianças, Juntos contra a SIDA", lançada em Outubro de 2005 pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para o VIH/SIDA (UNAIDS), a UNICEF e outros parceiros, foi um apelo à acção em torno do impacte do VIH e da SIDA nas crianças. Apesar de estar ainda longe de cumprir a promessa de uma geração sem Sida, o relatório apresenta resultados positivos. No final de 2006, 21 países – incluindo o Benim, Botsuana, Brasil, Namíbia, Ruanda, África do Sul e Tailândia – estavam a caminho de cumprir a meta da campanha "Juntos pelas Crianças, Juntos contra a SIDA" de 80 % de cobertura para a PMTCT até 2010, um aumento significativo relativamente aos 11 países que estavam nessas condições em 2005. Por outro lado, o número de crianças seropositivas nos países de baixo e médio rendimento a receber tratamento antiretroviral aumentou em 70% entre 2005 e 2006".quinta-feira, abril 03, 2008
SIDA matou quase 300 mil crianças em 2007!
Diz a SIC que “são milhares os que perderam a vida devido à doença e milhões os que perderam os pais ou quem cuidava deles. As crianças devem estar no centro da agenda global sobre a Sida”, alerta a directora executiva da UNICEF, Ann M. Veneman. Segundo o relatório “As Crianças e a SIDA: Segundo balanço”, estima-se que em 2007, 290.000 crianças menores de 15 anos tenham morrido com Sida e 12.1 milhões tenham perdido, até ao ano passado, um ou ambos os pais devido à Sida na África subsariana. O documento apresentado hoje analisa os progressos sobre o modo como a Sida afecta as crianças e os jovens. A campanha “Juntos pelas Crianças, Juntos contra a SIDA", lançada em Outubro de 2005 pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para o VIH/SIDA (UNAIDS), a UNICEF e outros parceiros, foi um apelo à acção em torno do impacte do VIH e da SIDA nas crianças. Apesar de estar ainda longe de cumprir a promessa de uma geração sem Sida, o relatório apresenta resultados positivos. No final de 2006, 21 países – incluindo o Benim, Botsuana, Brasil, Namíbia, Ruanda, África do Sul e Tailândia – estavam a caminho de cumprir a meta da campanha "Juntos pelas Crianças, Juntos contra a SIDA" de 80 % de cobertura para a PMTCT até 2010, um aumento significativo relativamente aos 11 países que estavam nessas condições em 2005. Por outro lado, o número de crianças seropositivas nos países de baixo e médio rendimento a receber tratamento antiretroviral aumentou em 70% entre 2005 e 2006".Audiências de Televisão em Março de 2008
O gráfico da evolução mensal do share de audiência para os últimos 24 meses mostra que a TVI se mantém na liderança das audiências de televisão, evidenciando a SIC uma tendência de reaproximação, enquanto a RTP1 tem baixado nos últimos meses.
O episódio de estreia, no dia 24, da novela da TVI, A Outra, ficou em terceiro lugar, com 21.1% de audiência média e 50.1% de share de audiência. Em quarto lugar ficou o Fc Porto x Schalke 04 para a Liga dos Campeões. A partida foi transmitida pela RTP1 no dia 5, tendo obtido 21.0% de audiência média e 47.9% de share de audiência. No quinto lugar da tabela ficou o jogo de preparação entre a selecção nacional e a da Grécia, um jogo exibido na RTP dia 26, que obteve 20.3% de audiência média e 49.2% de share de audiência.
Em Março de 2008, as transmissões de jogos de futebol voltam a liderar destacadamente, com oito posições entre os quinze programas mais vistos. Os programas de informação ocupam cinco lugares desta tabela, contando-se ainda duas novelas entre os programas mais vistos no mês. Na lista dos 15 programas mais vistos em Março, oito foram exibidos pela TVI, (entre as quais, a 3ª posição), 7 passaram na pela SIC (entre os quais, as duas primeiras posições) e 3 na RTP1 (4º, 5º e 8º). A transmissão do jogo entre o Getafe e o Benfica, a contar para a Taça UEFA, foi o programa mais visto do mês, com 21.9% de audiência média e 49.4% de share de audiência. O jogo foi emitido pela SIC no dia 12. Até ao momento, este é o programa com mais audiência do ano. Na segunda posição ficou a primeira mão desta eliminatória, num jogo emitido dia 6 também na SIC, que obteve 21.1% de audiência média e 47.3% de share de audiência. Esta análise foi realizada com base em dados da Marktest Audimetria e da MediaMonitor, através do e-telereport.com e da Markdata Media Workstation (MMW). (fonte: Marktest, Abril de 2008)
Dramático: a ‘última aula’ de Randy Paush...
Fui hoje surpreenedidco pelos jornalistas participantes no programa "Dossier de Imprensa - do qual naturalmente sou espectador atento - para a questão dramática que envolve Randy Paush, um professor a braços com um cancro e que caminha para a morte de uma forma impressionante. Segundo um texto de João Marco Pinhão, do "Destak", "Randy Paush, professor de informática na Universidade de Carnegie Mellon, do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, deu a última aula perante um auditório repleto, depois de recentemente lhe ter sido diagnosticado um cancro maligno no pâncreas, restando-lhe poucos dias de vida. testemunho dramático de Randy Paush, terá convencido o congresso norte-americano para aprovar um fundo para apurar a possível cura do cancro do pâncreas. «Tornei-me numa celebridade acidental depois de me ter sido diagnosticado um cancro maligno no pâncreas. Segundo o último boletim médico, não deveria estar vivo hoje», disse o professor, bastante consciencializado do problema que lhe aflige, depois de em Agosto do ano passado, lhe darem apenas três a seis meses de vida, onde acrescenta: «A reacção paliativa foi muito boa, mas isto não vai durar muito.» esde então, tornou-se num activista na procura de soluções na 'luta' contra esta doença maligna. Numa entrevista ao canal de televisão norte-americano 'ABC', o professor mostrou um espírito de esperança. esmo depois de uma terapia excessiva que lhe retirou parte do estômago e do intestino e depois de várias sessões de quimioterapia, Randy Roush prepara-se para aquela a que chamou: ‘ A última aula’. aula pode ser visionada na internet e já recebeu milhões de internautas, estima-se que cerca de seis milhões de pessoas já viram o vídeo no youtube. o ver o professor a leccionar no Carnegie Mellon ninguém diria que o professor de informática, pai de três filhos, sofre de uma doença terminal". Emocionante, impressionante. Curvo-me, em silêncio, perante a coragem e o sofrimento de um homem que uma vez mais me mostrou o valor da vida e o valor da dignidade.Índice de Expectativa volta a baixar
No que respeita ao índice de expectativa segundo a intenção de voto, a população cuja intenção de voto é PS manteve-se mais optimista, chegando mesmo a subir 3% entre Fevereiro e Março (com um índice de 58.4). Já a população cuja intenção de voto é PSD alcançou em Março um índice de expectativa de 26.4, o valor mais baixo desde Abril de 2006.O Índice de Expectativa é um indicador recolhido regularmente pela Marktest desde Março de 1990, junto de indivíduos com 18 e mais anos, residentes em Portugal Continental.
Para a aferição do índice utilizamos uma base de cerca de 800 entrevistas.
Aos inquiridos são colocadas 2 questões:
- Pensa que daqui a um ano a sua situação económica e pessoal e a do seu agregado familiar será Melhor, Igual ou Pior?
- E em relação à situação económica do país, pensa que daqui a um ano ela será Melhor, Igual ou Pior ?
O Índice de Expectativa face à situação económica resulta da conjugação das respostas obtidas a estas duas questões. Para a construção do índice é atribuído um valor de 100 às respostas "MELHOR", 50 às respostas "IGUAL" e 0 às respostas "PIOR", não entrando na análise os indivíduos que não responderam às questões. O índice geral resulta de uma média dos índices parciais. Valores acima dos 50 pontos traduzem expectativas positivas e valores abaixo dos 50 pontos traduzem expectativas negativas, aconselhando-se para a interpretação dos resultados a seguinte grelha de análise:
Valor do Índice de Expectativa
0-25 Pessimismo acentuado
25-50 Pessimismo moderado
50-75 Optimismo moderado
75-100 Optimismo acentuado (fonte: Marktest, Abril de 2008)
Humor: será que vamos ter que enviar a tropa?
Publicidade na RTP: afinal em que ficamos?
Ramalho Eanes defende fim da publicidade comercial na RTP - O antigo presidente da República Ramalho Eanes defendeu hoje o fim da publicidade comercial na RTP, numa conferência realizada na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.O ex-presidente da República sugeriu a extinção da publicidade comercial na televisão pública, mantendo a publicidade estatal, desde que esta fomente a participação dos cidadãos na vida cívica do país. Os prejuízos seriam compensados pelo imposto televisivo cobrado às televisões privadas, aqui; Açores: estatuto aprovado por unanimidade
António Montalvão Machado, PSD, Vice-Presidente
António Filipe, PCP, Vice-Presidente
Ana Maria Rocha, PS
Celeste Correia, PS
Cláudia Couto Vieira, PS
Helena Terra, PS
João Serrano, PS
Ricardo Rodrigues, PS
Sónia Sanfona, PS
Teresa Diniz, PS
Vasco Franco, PS
Vítor Pereira, PS
Fernando Negrão, PSD
Guilherme Silva, PSD
Luís Campos Ferreira, PSD
Luís Montenegro, PSD
Miguel Macedo, PSD
Helena Pinto, BE
Heloísa Apolónia, PEV
Crédito à habitação com novo cálculo de juros
Futebol: Presidente do FC Porto com salário milionário
Garante o Correio da Manhã, num texto dos jornalistas Tânia Laranjo e Sérgio Pereira Cardoso que "Pinto da Costa ganha por mês cinco vezes mais do que disse à juíza do Tribunal de Gondomar e à Relação do Porto, no âmbito do ‘Apito Dourado’, depois de ter sido detido para primeiro interrogatório em Dezembro de 2004. O dirigente do FC Porto garantiu nessa altura que auferia dez mil euros mensais da SAD portista e repetiu-o depois variadas vezes. Para corroborar a versão do presidente, a SAD do Porto emitiu um comunicado em que confirmava a mesma quantia. As declarações de IRS, consultadas pelo CM, indicam que Pinto da Costa não disse toda a verdade. No ano de 2005 o presidente dos azuis-e-brancos declarou cinco vezes mais do que disse à juíza. Um total anual de 697 mil, 229 euros e 13 cêntimos, rendimentos de trabalho dependente e cujo pagador consta como sendo a SAD do FC Porto, com morada no Estádio do Dragão, entrada Poente, porta 3. O total, dividido por 14 meses, dá uma quantia mensal de aproximadamente cinquenta mil euros. Aquela declaração revela também um aumento substancial no ordenado do número um dos azuis--e-brancos nos últimos anos. Em 2003 a SAD apenas lhe tinha pago 269 mil euros. No ano seguinte os montantes subiram para 360 mil euros, valor que quase duplicou no ano seguinte. As últimas declarações, de 2006 e 2007, dão também conta de que os salários se mantêm nos mesmos valores – 697 mil. Ainda segundo o CM apurou, Pinto da Costa não tem qualquer viatura em seu nome. OToyota Lexus em que habitualmente se faz transportar está em nome da SAD, sendo utilizado devido à sua qualidade de presidente do conselho de administração".Estatuto dos Açores
Passado: recordar também é humor... (III)
Gostaria ainda de fazer alusão a este texto, que li aqui, publicado pelo seu autor depois da emissão das reportagens da SIC a que já fiz alusão no comentário anterior: "Ontem a reportagem do Jornal da Noite da Sic falava sobre algumas coisas que estavam proibidas na altura do Estado Novo, baseadas no livro de António Costa Santos "Proibido". Achei interessante algumas curiosidades que hoje em dia nem sequer se põe em causa, mas que na altura era muito complicado conseguir cumpri-las. Senão vejamos:·era proibido beber Coca-Coca;
·jogar às cartas no comboio;
·era proibido dormir nos bancos do jardim;
·proibido usar isqueiros sem licença.
Até aqui ainda se percebe assim mais ou menos....não dá muito jeito ir no comboio a jogar as cartas ou dormir nos bancos do jardim...não deve ser nada confortável. A dos isqueiros também se percebe, já que era numa lógica de proteger a industria nacional de fósforos. O pior era a multa que se pagava, multa essa que era dividida pelo estado e por quem fez a queixa! Agora piorzinhas sao estas:
· as enfermeiras e hospedeiras não podiam casar para se poderem dedicar totalmente à sua profissão;
· as professoras tinham de casar com um homem que recebesse mais que elas;
· era preciso autorização do marido para sair do país;
· fato de banho de duas peças;
· o homem podia até matar a mulher se a tivesse apanhado em flagrante a trai-lo.
Coitadas das mulheres. Machismo ao mais alto nível. Acho que hoje em dia ainda não se dá o devido valor à liberdade que temos nem temos a perfeita noção de como as coisas eram e como mudaram. Só para terminar um pequeno excerto que até dá vontade de rir: "O beijo na boca era qualificado de acto exibicionista atentatório da moral. Levado para a esquadra, ou para o posto da GNR, o delinquente beijoqueiro era identificado, autuado em pelo menos 57 escudos (um valor variável, em função de critérios que hoje nos escapam), e passava invariavelmente pela cadeira do agente-barbeiro, de onde saía de cabeça rapada, máquina zero".
Ficou célebre a portaria n.º 69035 da Câmara Municipal de Lisboa, datada de 1953, (...) que estabelecia que o artigo 48.º fosse assimcumprido: 1.º - Mão na mão 2$50 2.º - Mão naquilo 15$00 3.º - Aquilo na mão 30$00 4.º - Aquilo naquilo 50$00 5.º - Aquilo atrás daquilo 100$00 6.º - Parágrafo único - Com a língua naquilo 150$00 de multa, preso e fotografado". Já agora vejam a fotografia que usei para ilustrar...
Passado: recordar também é humor... (II)
Passado: recordar também é humor... (I)
1º Mão na mão 2$50
2º Mão naquilo 15$00
3º Aquilo na mão 30$00
4º Aquilo naquilo 50$00
5º Aquilo atrás daquilo 100$00
Parágrafo único - Com a língua naquilo, 150$00 de multa, preso e fotografado".
Metade das grandes empresas tem gestores que já foram políticos
Diz o jornalista Jaime Martins Alberto do Diário Económico que "Jorge Coelho deverá assumir o cargo de administrador de uma cotada. O Diário Económico fez as contas e nove das empresas do PSI 20 têm gestores que passaram pela política. A dúvida de António Pires de Lima era grande: ser líder do CDS ou CEO da Unicer? De um lado, o prazer e os amigos, do outro o dinheiro e a família. Optou pela segunda hipótese e respeitou a imposição da empresa: não foi candidato à liderança do partido. Poucos dias depois, a 1 de Junho de 2006, já estava na Unicer. “Eu tenho quatro filhos que estão habituados a um certo nível de vida. Não sei como a conseguiria manter se tivesse ficado na política”, explica Pires de Lima, referindo-se à diferença de ordenados entre os gabinetes duplos dos deputados em São Bento e os de luxo em Matosinhos.Jorge Coelho não terá tido tantos dilemas quando aceitou o convite de António Mota para ser consultor da Mota-Engil. “Há sete anos que deixei de ter funções públicas e saí do Governo”, disse em Março. Na mesma entrevista ao Diário Económico, ainda perguntou: “Eu tenho de trabalhar, não?” Hoje, poucas pessoas têm o seu peso e influência no aparelho do PS. Também poucos têm no currículo o cargo de ex-ministro da Administração Interna, uma formação de economista e a experiência como consultor da Martifer, Visabeira e Novabase. Para Jorge Coelho, como para muitos gestores e ex-políticos, a passagem do público para o privado é um acto natural. Do conjunto de administradores das empresas do PSI 20, 10% já passaram por um ou mais governos. Alguns, fizeram carreira na banca, passaram para o Governo e voltaram à banca, como fez Armando Vara na Caixa Geral de Depósitos e no BCP. Ao todo, metade das vinte maiores empresas nacionais têm administradores que ocuparam cargos no Executivo. Olhando para osvinte CEO, só cinco assumiram funções em governos liderados pelo PS e PSD". Um texto interessante...Diz a OCDE que Portugal é dos países onde é mais vantajoso tirar um curso
Ministro da Ciência diz que licenciados não sofrem de desemprego...
PSD assinala 30 anos de governação de Alberto João Jardim
A Região Autónoma da Madeira apresenta hoje um visível e notável desenvolvimento económico-social, alicerçado quer através do seu Produto Interno Bruto, quer através da melhoria real das condições de vida da sua população, ostracizada e ignorada durante séculos pela República Portuguesa.
Passados trinta anos a Madeira apresenta-se como um exemplo de desenvolvimento económico com reflexos positivos na qualidade de vida da sua população.
Toda esta obra, historicamente, tem um rosto e um nome. Esse nome é o do Presidente do Governo Regional da Madeira e líder do Partido Social Democrata da Madeira – Dr. Alberto João Jardim.
Um homem a quem a população da Madeira muito deve pela firmeza das suas convicções e pela luta que travou pela nossa Região e pelo seu Povo, mas para com o qual o POVO MADEIRENSE foi sempre solidário e, apoiou incondicionalmente, porque fiel ao seu pensamento de o servir com a máxima lealdade.
Infelizmente a realidade é vista de forma deturpada por uma minoria. Esses, os fundamentalistas da oposição, os adeptos da política da terra queimada, ao longo destes trinta anos só vaticinaram desgraças para a Madeira e a sua população.
Minoria que ainda não interiorizou o quanto de errado são as suas políticas, sucessivamente rejeitadas pelo povo madeirense, ao dar a maioria absoluta ao Partido Social Democrata da Madeira e ao seu líder Dr. Alberto João Jardim ao longo destes trinta anos.
Contudo, é com regozijo que vemos o reconhecimento público da obra feita na Região Autónoma da Madeira, por figuras políticas do quadrante nacional, que mantêm a equidistância necessária, não confundindo o Estado com os Partidos.
Corroboramos da sua visão quanto ao trabalho notável e ímpar desenvolvido pelo Dr. Alberto João Jardim no Governo Regional da Madeira. Bem como das referências elogiosas feitas à pessoa do Dr. Alberto João Jardim, qualificando como um exemplo supremo na vida democrática, um exemplo do que é um político combativo.
Assim:
A Assembleia Legislativa da Madeira, nos termos da alínea a) do artigo 38º do Estatuto Político Administrativo da Região Autónoma da Madeira, conjugada com o artigo 166.º do Regimento resolve aprovar a presente resolução:
A TAP na maior...
Endividamento da TAP torna urgente aumento de capital - O endividamento torna urgente um aumento de capital da TAP. A privatização é a melhor forma de satisfazer esta necessidade até porque, como afirma Fernando Pinto, a empresa está "cada vez mais apetecível", aqui;Ciência, tecnologia e inovação na Europa
Belmiro diz que baixa do IVA "é publicidade"...
Europa quer dar voz aos cidadãos...
quarta-feira, abril 02, 2008
Europa: política marítima integrada da União Europeia e da política comum das pescas
Segundo a Comissão Europeia, "uma nova organização impulsionará a implementação da política marítima integrada da União Europeia e da política comum das pescas. A Comissão Europeia decidiu proceder a uma ampla reorganização da Direcção-Geral responsável pelas pescas e os assuntos marítimos. A antiga DG FISH torna-se a Direcção-Geral dos Assuntos Marítimos e das Pescas e passa a ser designada por DG MARE. A mudança mais importante consiste na criação de três Direcções geográficas, que terão a seu cargo a gestão da política comum das pescas e da nova política marítima integrada nas três principais regiões marítimas da Europa. Complementarmente, será criada uma nova Direcção encarregada da coordenação e do desenvolvimento de políticas. As outras duas Direcções (Política Externa, Recursos e Assuntos Jurídicos) manter-se-ão praticamente inalteradas. Pretende-se também dar maior importância às pescarias no Mediterrâneo e ao controlo nas águas internacionais, na esteira do compromisso da UE de lutar contra a pesca ilegal. Esta nova estrutura é instaurada em 29 de Março. O Presidente da Comissão, José Manuel Barroso, declarou: "A nova estrutura da DG MARE demonstra a determinação da Comissão de conduzir uma política marítima integrada e adaptada às necessidades. Permitirá à Comissão abordar de forma coerente todas as questões relativas a cada uma das principais regiões marítimas da Europa e aos mares em geral." Joe Borg, Comissário responsável pelos assuntos marítimos e pelas pescas, acrescentou: "A nova estrutura impulsionará igualmente a aplicação da nova política marítima integrada da UE e facilitará a utilização de todos os instrumentos da política comum das pescas para alcançar a sustentabilidade das pescarias europeias".Europa: alargamento do espaço Schengen
"Em 21 de Dezembro de 2007, a Estónia, a República Checa, a Lituânia, a Hungria, a Letónia, Malta, a Polónia, a Eslováquia e a Eslovénia passaram a integrar o espaço Schengen. Às 00h00m de domingo, 30 de Março de 2008, o processo de alargamento será completado por intermédio da supressão dos controlos nas fronteiras aéreas entre estes países e os 15 Estados já integrados no sistema Schengen. Jacques Barrot, Vice-Presidente da Comissão Europeia, declarou: "A supressão dos controlos nas fronteiras aéreas constitui a etapa final para a concretização de um feito histórico e ímpar: 24 países da UE sem fronteiras internas. A Comissão presta homenagem aos Estados-Membros que implementaram sistemas de segurança altamente avançados e "terminais Schengen especiais" nos respectivos aeroportos. O alargamento do espaço Schengen mostra o empenhamento da UE em facilitar viagens para fins legítimos no interior da UE e rumo a ela, aumentando simultaneamente a segurança das fronteiras externas europeias". Após a supressão dos controlos nas fronteiras terrestres e marítimas, em 21 de Dezembro de 2007 (MEMO/07/619), serão igualmente suprimidos domingo, 30 de Março de 2008, os controlos nas fronteiras aeroportuárias entre a Estónia, a República Checa, a Lituânia, a Hungria, a Letónia, Malta, a Polónia, a Eslováquia e a Eslovénia e entre estes países e os antigos membros de Schengen. Este lapso de tempo destinou-se a fazer coincidir a data de supressão dos controlos nas fronteiras aéreas com as mudanças semestrais das programações de voos dos aeroportos, possibilitando, portanto, uma adaptação mais fácil dos aeroportos da UE em causa. As pessoas poderão agora viajar sem qualquer outra formalidade de um aeroporto para outro dentro do espaço de Schengen alargado, o que terá consequências positivas, reduzindo as filas e facilitando os procedimentos aplicáveis aos cidadãos comunitários e outros que utilizam o avião dentro do espaço Schengen. Como é evidente, serão mantidos os controlos de identidade efectuados pelas transportadoras aéreas no registo e no embarque. Serão igualmente mantidos os controlos de segurança habituais aplicados a cada voo, independentemente do destino. A supressão dos controlos nas fronteiras aéreas dentro do espaço Schengen alargado surge na sequência da decisão tomada em Novembro de 2007, em que os Ministros da Justiça e dos Assuntos Internos concluíram que todos os países candidatos satisfaziam os critérios do acervo de Schengen". Leia no site da Comissão EuropeiaBaixas na função pública vão ser mais penalizadas
Fraudes aumentam a nível mundial
E o mercado imobiliário internacional?
Revela o Jornal de Negócios num texto da jornalista Patrícia Abreu que "os mercados imobiliários no Reino Unido, Espanha e Irlanda enfrentam quedas "severas e dolorosas", que ameaçam mergulhar a economia europeia num abrandamento, prevê a Standard & Poor’s."O mercado imobiliário está finalmente, e de forma preponderante, a abrandar", realçou Jean-Michel Six, economista-chefe da casa de notação financeira. "Nesses países onde as bolhas do imobiliário se expandiram por demasiado tempo, as correcções podem ser severas", adiantou.O abrandamento da venda de casas, inicialmente provocado pela subida dos juros, está agora a ser composto pela crise do crédito e está a arrefecer o crescimento económico. O fim do "boom" do sector imobiliário na Espanha, Reino Unido e Irlanda poderá ameaçar o crescimento da economia europeia, que enfrenta também uma diminuição da procura global. A S&P estima que os preços das casas estabilizem este ano no Reino Unido. Em Fevereiro, a aprovação de empréstimos caiu para níveis próximos do mínimo de nove anos e os bancos desaceleraram os créditos à habitação". No mesmo jornal, a jornalista Maria João Soares frevela que "as vendas de apartamentos em Manhattan registaram a maior queda dos últimos 18 anos, no primeiro trimestre, penalizadas pelas perspectivas de recessão nos Estados Unidos e pelo redução de postos de trabalho nas empresas financeiras. As vendas do primeiro trimestre caíram 34% face ao período homólogo, de acordo com um relatório divulgado hoje em Nova Iorque e citado pela Bloomberg. Os inventários de apartamentos aumentaram 4,6% para 6.194 unidades. O preço médio de um apartamento em cooperativa ou num condomínio aumentou, no entanto, 13,2% para o valor recorde de 945 mil dólares".Informação: comprar casa (II)...
Com o título "Conheça os custos escondidos na compra da casa: saiba que comissões e taxas podem ser negociadas e o que tem mesmo de pagar", considero também importante trazer a este espaço outro texto, da autoria das jornalistas do Diário Económico, Bárbara Barroso e Paula Cravina de Sousa: "Comprar casa é sinónimo de crédito à habitação para muitos portugueses. Definir o montante do empréstimo, o número de anos de duração do crédito, optar por uma taxa fixa ou variável e conseguir o ‘spread’ mais baixo são alguns dos passos que muitos portugueses têm de seguir até ter aprovado o empréstimo à habitação. Mas comprar casa não se traduz apenas numa prestação mensal durante 30 anos, ou mais. Além do ‘spread’ (margem de lucro), os bancos cobram ainda outros custos que, ao contrário do ‘spread’, não podem ser negociados.“Os principais custos bancários associados ao crédito à habitação são a comissão de dossier e a comissão de avaliação”, explicou João Fernandes, economista da DECO e especialista em crédito à habitação, em declarações ao Diário Económico. Em Portugal, os valores cobrados por estas duas comissões variam de banco para banco. Segundo o economista da DECO, no caso da comissão de dossier o valor varia de um mínimo de 130 euros e 385 euros. No que se refere à comissão de avaliação do imóvel, as instituições financeiras cobram entre 151,25 euros e 211, 75 euros.Em Espanha, a situação é um pouco diferente, pelo menos no caso da comissão de dossier. “A maioria dos bancos em Espanha isenta os clientes de pagamento da comissão de dossier, ou seja, de abertura do processo. Fazem-no numa óptima promocional e de captação de clientes”, esclareceu João Fernandes. Além destas duas comissões, os bancos adicionam ainda a comissão de processamento mensal, isto é, o aviso que é enviado todos os meses ao cliente todos para avisar quando será o próximo pagamento".Informação: comprar casa (I)....
A propósito deste tema, achei importante trazer a este espaço um artigo da jornalista Rosa Soares do "Público": "As médias de Março das taxas Euribor voltaram a subir substancialmente, interrompendo a descida que se verificou nos primeiros dois meses do ano face aos valores de Dezembro de 2007.A subida agrava o orçamento das famílias com empréstimos à habitação, que são revistos periodicamente, e de quem pretende contrair novos créditos indexados a estas taxas.A média da Euribor a três meses fixou-se nos 4,579 por cento, contra os 4,362 por cento do mês anterior. A Euribor a seis meses, o prazo mais utilizado no crédito à habitação, ficou ligeiramente abaixo, nos 4,593 por cento, contra os 4,356 por cento atingido em Fevereiro. A 12 meses, um prazo menos utilizado pelos bancos portugueses, fechou o mês a 4,590, quando no mês anterior tinha ficado nos 4,349 por cento.O impacto da subida das taxas nos encargos com juros dos empréstimos à habitação não pára de subir. Uma simulação feita com a ajuda da Deco Proteste revela que um crédito de 150 mil euros, por 30 anos, com um spread (margem do banco) de 0,7 por cento, tendo por base a média da Euribor a seis meses apurada em Março, implica uma mensalidade de 832,31 euros. Este montante representa um agravamento de 21,94 euros face à mensalidade que resultaria se tivesse sido utilizada a média da mesma taxa em Fevereiro, que era de 810,37 euros. Para a mesma operação, mas aplicando a média da Euribor a seis meses de Março de 2007, verifica-se, todavia, que a prestação mensal era de 777,60 euros, 54,71 euros mais baixa que o valor actual.De referir que a média da Euribor a seis meses estava em Março do ano passado nos 3,996 por cento. Nessa altura, a tendência já era de subida, mas agravou-se significativamente a partir do Verão, com a instabilidade nos mercados financeiros, desencadeada pela crise do crédito hipotecário de alto risco nos Estados Unidos".Vaticano reconhece pela primeira vez há mais muçulmanos do que católicos no mundo
Bancos pagaram apenas 13,6% de IRC no ano passado!
Ocupação dos aviões em Fevereiro foi a mais baixa desde 2004
Economia: 50% do poder de compra em 6% do território continental


No seu conjunto, estes 25 concelhos ocupam 5.8% da área total do Continente e concentram 44.9% da população aí residente. Aqui estão também localizados 45.6% dos estabelecimentos empresariais e 52.7% das suas pessoas ao serviço. Da mesma forma, concentram 44.8% das empresas e 69.2% da sua facturação, 73.7% dos impostos cobrados pelo Estado e 59.7% dos impostos autárquicos. Nestes 25 concelhos concentram-se ainda 51.6% dos caixas automáticos e 53.4% dos seus levantamentos, tal como 54.4% dos TPAs e 64.7% das compras pagas através deles. Este conjunto de concelhos é também responsável por 64.3% dos depósitos bancários, por 76.0% do crédito bancário concedido e por 63.1% do crédito concedido à habitação. O índice de poder de compra regional (ou sales index) é um índice expresso em permilagem que permite comparar os concelhos entre si e analisar a contribuição de cada um para um total de 1000, que corresponde à soma dos 278 concelhos do Continente. É calculado com base em informação indicadora do potencial de rendimento e consumo de cada concelho, nomeadamente a população residente, as receitas fiscais, as vendas de automóveis, os consumos de electricidade, as dependências bancárias e os estabelecimentos comerciais. (fonte: Marktest, Abril 2008)
Política: Barómetro político (Março de 2008)
Imagem do Primeiro-Ministro
Projecção de Voto para a Assembleia da República
Imagem dos Líderes partidários
Índice de Expectativa 
Política: Imagem de Sócrates sobe e a de Menezes baixa
No Barómetro de Março, a Marktest retoma a avaliação da imagem dos líderes dos partidos com assento parlamentar, CDS-PP, BE e PCP. Considerando o saldo de imagem destas personalidades, vemos que, para além do Presidente da República, que se mantém com um saldo positivo bastante elevado, apenas Francisco Louçã e Jerónimo de Sousa conseguem valores positivos (8.4% e 4.6%, respectivamente). Este saldo resulta da diferença entre as opiniões que classificam positivamente a actuação do líder e as que a classificam negativamente, ponderada pelo peso das respostas expressas e permite ainda constatar como José Sócrates e Luís Filipe Menezes estão "empatados" neste indicador, ambos em "terreno" negativo, mas mesmo assim acima de Paulo Portas que é, segundo estes resultados, o líder político com pior saldo de imagem neste mês.
A evolução deste indicador nos últimos meses mostra que a imagem do Presidente da República está muito acima dos restantes e evidencia uma certa estabilidade. Os líderes dos partidos de esquerda, os únicos actualmente com um saldo de imagem positivo, e o líder do CDS-PP, este em terreno negativo, também revelam uma tendência de estabilidade, embora com oscilações mensais, ao passo que o primeiro-ministro e o líder do PSD mostram uma tendência de quebra neste indicador, que é mais evidente no segundo caso do que no primeiro.