quinta-feira, abril 03, 2008

SIDA matou quase 300 mil crianças em 2007!

Diz a SIC que “são milhares os que perderam a vida devido à doença e milhões os que perderam os pais ou quem cuidava deles. As crianças devem estar no centro da agenda global sobre a Sida”, alerta a directora executiva da UNICEF, Ann M. Veneman. Segundo o relatório “As Crianças e a SIDA: Segundo balanço”, estima-se que em 2007, 290.000 crianças menores de 15 anos tenham morrido com Sida e 12.1 milhões tenham perdido, até ao ano passado, um ou ambos os pais devido à Sida na África subsariana. O documento apresentado hoje analisa os progressos sobre o modo como a Sida afecta as crianças e os jovens. A campanha “Juntos pelas Crianças, Juntos contra a SIDA", lançada em Outubro de 2005 pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para o VIH/SIDA (UNAIDS), a UNICEF e outros parceiros, foi um apelo à acção em torno do impacte do VIH e da SIDA nas crianças. Apesar de estar ainda longe de cumprir a promessa de uma geração sem Sida, o relatório apresenta resultados positivos. No final de 2006, 21 países – incluindo o Benim, Botsuana, Brasil, Namíbia, Ruanda, África do Sul e Tailândia – estavam a caminho de cumprir a meta da campanha "Juntos pelas Crianças, Juntos contra a SIDA" de 80 % de cobertura para a PMTCT até 2010, um aumento significativo relativamente aos 11 países que estavam nessas condições em 2005. Por outro lado, o número de crianças seropositivas nos países de baixo e médio rendimento a receber tratamento antiretroviral aumentou em 70% entre 2005 e 2006".

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Audiências de Televisão em Março de 2008

Em Março de 2008, a TVI obteve 29.2% de share de audiência, a SIC registou 25.9%, a RTP1 obteve 23.9%, a RTP2, 5.5% e o cabo e outros canais 15.5%, segundo os dados da Marktest Audimetria/MediaMonitor.O gráfico da evolução mensal do share de audiência para os últimos 24 meses mostra que a TVI se mantém na liderança das audiências de televisão, evidenciando a SIC uma tendência de reaproximação, enquanto a RTP1 tem baixado nos últimos meses.
O episódio de estreia, no dia 24, da novela da TVI, A Outra, ficou em terceiro lugar, com 21.1% de audiência média e 50.1% de share de audiência. Em quarto lugar ficou o Fc Porto x Schalke 04 para a Liga dos Campeões. A partida foi transmitida pela RTP1 no dia 5, tendo obtido 21.0% de audiência média e 47.9% de share de audiência. No quinto lugar da tabela ficou o jogo de preparação entre a selecção nacional e a da Grécia, um jogo exibido na RTP dia 26, que obteve 20.3% de audiência média e 49.2% de share de audiência.

Em Março de 2008, as transmissões de jogos de futebol voltam a liderar destacadamente, com oito posições entre os quinze programas mais vistos. Os programas de informação ocupam cinco lugares desta tabela, contando-se ainda duas novelas entre os programas mais vistos no mês. Na lista dos 15 programas mais vistos em Março, oito foram exibidos pela TVI, (entre as quais, a 3ª posição), 7 passaram na pela SIC (entre os quais, as duas primeiras posições) e 3 na RTP1 (4º, 5º e 8º). A transmissão do jogo entre o Getafe e o Benfica, a contar para a Taça UEFA, foi o programa mais visto do mês, com 21.9% de audiência média e 49.4% de share de audiência. O jogo foi emitido pela SIC no dia 12. Até ao momento, este é o programa com mais audiência do ano. Na segunda posição ficou a primeira mão desta eliminatória, num jogo emitido dia 6 também na SIC, que obteve 21.1% de audiência média e 47.3% de share de audiência. Esta análise foi realizada com base em dados da Marktest Audimetria e da MediaMonitor, através do e-telereport.com e da Markdata Media Workstation (MMW). (fonte: Marktest, Abril de 2008)

Dramático: a ‘última aula’ de Randy Paush...

Fui hoje surpreenedidco pelos jornalistas participantes no programa "Dossier de Imprensa - do qual naturalmente sou espectador atento - para a questão dramática que envolve Randy Paush, um professor a braços com um cancro e que caminha para a morte de uma forma impressionante. Segundo um texto de João Marco Pinhão, do "Destak", "Randy Paush, professor de informática na Universidade de Carnegie Mellon, do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, deu a última aula perante um auditório repleto, depois de recentemente lhe ter sido diagnosticado um cancro maligno no pâncreas, restando-lhe poucos dias de vida. testemunho dramático de Randy Paush, terá convencido o congresso norte-americano para aprovar um fundo para apurar a possível cura do cancro do pâncreas. «Tornei-me numa celebridade acidental depois de me ter sido diagnosticado um cancro maligno no pâncreas. Segundo o último boletim médico, não deveria estar vivo hoje», disse o professor, bastante consciencializado do problema que lhe aflige, depois de em Agosto do ano passado, lhe darem apenas três a seis meses de vida, onde acrescenta: «A reacção paliativa foi muito boa, mas isto não vai durar muito.» esde então, tornou-se num activista na procura de soluções na 'luta' contra esta doença maligna. Numa entrevista ao canal de televisão norte-americano 'ABC', o professor mostrou um espírito de esperança. esmo depois de uma terapia excessiva que lhe retirou parte do estômago e do intestino e depois de várias sessões de quimioterapia, Randy Roush prepara-se para aquela a que chamou: ‘ A última aula’. aula pode ser visionada na internet e já recebeu milhões de internautas, estima-se que cerca de seis milhões de pessoas já viram o vídeo no youtube. o ver o professor a leccionar no Carnegie Mellon ninguém diria que o professor de informática, pai de três filhos, sofre de uma doença terminal". Emocionante, impressionante. Curvo-me, em silêncio, perante a coragem e o sofrimento de um homem que uma vez mais me mostrou o valor da vida e o valor da dignidade.


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Índice de Expectativa volta a baixar

Os resultados de Março do Barómetro Político Marktest mostram que o pessimismo se acentuou entre os residentes no Continente com 18 e mais anos. Neste mês, o índice de expectativa Marktest baixou para os 30.3 pontos, o valor mais baixo desde Novembro de 2005, data em que este índice não ultrapassou os 29.9%. Contrariando a tendência habitual, em Março a população com mais de 55 anos não foi a mais pessimista, apresentando com um índice de expectativa de 27.8%. Neste mês, esse lugar coube à população entre os 35 e os 54 anos, com um índice de 25.8%. A população entre os 18 e os 34 anos continua a ser a menos pessimista, ainda que o índice de expectativa nesta classe não tenha ido além de 37.3%. Em termos de índice de expectativa por Região Marktest, observaram-se algumas alterações face ao mês de Fevereiro. Em todas as regiões verificou-se uma situação de Pessimismo Moderado (quando o valor do índice de expectativa oscila entre 25 e 50). A região do Litoral Centro foi em Março a mais pessimista com um índice de 25.8 (sendo esta região a que mais se aproximou do pessimismo acentuado, que se alcança quando o índice de expectativa se situa abaixo dos 25 pontos). Seguiu-se o Interior Norte, que apesar da subida de 6.5% entre Fevereiro e Março, não foi além de um índice de 28.6. A região Sul obteve 29.3 pontos de índice (uma subida de 5.2% entre Fevereiro e Março). As regiões do Grande Porto e Litoral Norte obtiveram ambas um índice de 30.1. A Grande Lisboa foi em Março a região menos pessimista, com um índice de 36.5 (o que significou uma subida de 8.4% face a Fevereiro). A população feminina permanece a mais pessimista, com um índice de expectativa de 27.9, enquanto este índice entre a população masculina é de 32.6.

No que respeita ao índice de expectativa segundo a intenção de voto, a população cuja intenção de voto é PS manteve-se mais optimista, chegando mesmo a subir 3% entre Fevereiro e Março (com um índice de 58.4). Já a população cuja intenção de voto é PSD alcançou em Março um índice de expectativa de 26.4, o valor mais baixo desde Abril de 2006.
O Índice de Expectativa é um indicador recolhido regularmente pela Marktest desde Março de 1990, junto de indivíduos com 18 e mais anos, residentes em Portugal Continental.
Para a aferição do índice utilizamos uma base de cerca de 800 entrevistas.
Aos inquiridos são colocadas 2 questões:
- Pensa que daqui a um ano a sua situação económica e pessoal e a do seu agregado familiar será Melhor, Igual ou Pior?
- E em relação à situação económica do país, pensa que daqui a um ano ela será Melhor, Igual ou Pior ?
O Índice de Expectativa face à situação económica resulta da conjugação das respostas obtidas a estas duas questões. Para a construção do índice é atribuído um valor de 100 às respostas "MELHOR", 50 às respostas "IGUAL" e 0 às respostas "PIOR", não entrando na análise os indivíduos que não responderam às questões. O índice geral resulta de uma média dos índices parciais. Valores acima dos 50 pontos traduzem expectativas positivas e valores abaixo dos 50 pontos traduzem expectativas negativas, aconselhando-se para a interpretação dos resultados a seguinte grelha de análise:
Valor do Índice de Expectativa
0-25 Pessimismo acentuado
25-50 Pessimismo moderado
50-75 Optimismo moderado
75-100 Optimismo acentuado
(fonte: Marktest, Abril de 2008)

O país das Olimpíadas - 2008

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Turismo: Macau

Humor: será que vamos ter que enviar a tropa?

Não me digam que para impor respeito nas escolas ainda vamos ter que manda a tropa para lá?....

Publicidade na RTP: afinal em que ficamos?

Ramalho Eanes defende fim da publicidade comercial na RTP - O antigo presidente da República Ramalho Eanes defendeu hoje o fim da publicidade comercial na RTP, numa conferência realizada na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.O ex-presidente da República sugeriu a extinção da publicidade comercial na televisão pública, mantendo a publicidade estatal, desde que esta fomente a participação dos cidadãos na vida cívica do país. Os prejuízos seriam compensados pelo imposto televisivo cobrado às televisões privadas, aqui;

Menezes defende viabilidade do fim da publicidade na RTP - O presidente do PSD, Luís Filipe Menezes, defendeu ontem como "politicamente sustentada e economicamente viável" a proposta do partido que retira a publicidade da RTP, considerada pelo ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, como tecnicamente errada e penalizadora dos contribuintes.Augusto Santos Silva defendeu ontem que o projecto do PSD que retira a publicidade da estação pública de televisão "é tecnicamente errado" e, a ser aprovado, vai "onerar indirectamente os contribuintes em mais 50 a 60 milhões de euros por ano", aqui;

Governo: fim da publicidade na RTP penalizará os contribuintes até 60 milhões de euros por ano - O ministro dos Assuntos Parlamentares afirmou hoje que retirar a publicidade da RTP, como propôs o PSD, é "tecnicamente errado" e penalizaria os contribuintes com mais 50 a 60 milhões de euros por ano."O projecto do PSD é tecnicamente errado e do ponto de vista político demonstra que o PSD gostaria que os contribuintes portugueses pagassem mais para a RTP, ou que a empresa tivesse menos financiamento para poder seguir as suas missões de serviço público", declarou Augusto Santos Silva.Em declarações aos jornalistas, na Assembleia da República, o ministro considerou "um erro" o diploma do PSD de "retirar a receita de publicidade da RTP nos termos actuais", aqui.

Açores: estatuto aprovado por unanimidade

A proposta de lei nº 169/X, intitulada "APROVAÇÃO DA TERCEIRA REVISÃO DO ESTATUTO POLÍTICO-ADMINISTRATIVO DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES", acaba de ser aprovada por unanimidade na generalidade, pelo plenário da Assembleia da República, baixando à 1ª Comissão (Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias) para a discussão na especialidade. Fazem parte desta Comissão os seguintes deputados:

Crédito à habitação com novo cálculo de juros

Parece-me ser uma boa medida. Segundo li na SIC, "o Governo fixa em 360 dias base de referência para determinar a taxaO Governo aprovou hoje um decreto que estabelece, em termos uniformes, a base de referência de 360 dias para o cálculo dos juros do crédito à habitação e para o indexante subjacente à sua determinação. A medida agora aprovada conduz à utilização de "um referencial de 30 dias/mês" para o cálculo do juro do crédito à habitação e esta alteração "será aplicável aos contratos em execução, a partir da primeira revisão da taxa de juro que ocorra após a sua entrada em vigor", lê-se no comunicado do Conselho de Ministros. "Simultaneamente fixa-se em dez dias úteis o prazo de envio de informação e documentação entre instituições de crédito, em caso de transferência do empréstimo decidida pelo mutuário", acrescenta o mesmo documento. Ainda de acordo com o decreto, em matéria de cálculo de juros de depósito, "adopta-se a convenção geral do mercado do euro, de 360 dias". "Esta alteração será aplicável a partir da entrada em vigor do decreto-lei, incluindo aos depósitos existentes para efeitos de cálculo da remuneração desde essa data até à data de vencimento do depósito", salienta o Executivo". Trata-se do ponto 5 do comunicado final da reunião do Conselho de Ministros de hoje.

Turismo: Noruega


Turismo: Bahia


Futebol: Presidente do FC Porto com salário milionário

Garante o Correio da Manhã, num texto dos jornalistas Tânia Laranjo e Sérgio Pereira Cardoso que "Pinto da Costa ganha por mês cinco vezes mais do que disse à juíza do Tribunal de Gondomar e à Relação do Porto, no âmbito do ‘Apito Dourado’, depois de ter sido detido para primeiro interrogatório em Dezembro de 2004. O dirigente do FC Porto garantiu nessa altura que auferia dez mil euros mensais da SAD portista e repetiu-o depois variadas vezes. Para corroborar a versão do presidente, a SAD do Porto emitiu um comunicado em que confirmava a mesma quantia. As declarações de IRS, consultadas pelo CM, indicam que Pinto da Costa não disse toda a verdade. No ano de 2005 o presidente dos azuis-e-brancos declarou cinco vezes mais do que disse à juíza. Um total anual de 697 mil, 229 euros e 13 cêntimos, rendimentos de trabalho dependente e cujo pagador consta como sendo a SAD do FC Porto, com morada no Estádio do Dragão, entrada Poente, porta 3. O total, dividido por 14 meses, dá uma quantia mensal de aproximadamente cinquenta mil euros. Aquela declaração revela também um aumento substancial no ordenado do número um dos azuis--e-brancos nos últimos anos. Em 2003 a SAD apenas lhe tinha pago 269 mil euros. No ano seguinte os montantes subiram para 360 mil euros, valor que quase duplicou no ano seguinte. As últimas declarações, de 2006 e 2007, dão também conta de que os salários se mantêm nos mesmos valores – 697 mil. Ainda segundo o CM apurou, Pinto da Costa não tem qualquer viatura em seu nome. OToyota Lexus em que habitualmente se faz transportar está em nome da SAD, sendo utilizado devido à sua qualidade de presidente do conselho de administração".

Madeira: o caso do barco na SIC

Estatuto dos Açores

Não se esqueçam de seguir os debates na Assembleia da Republica onde será votado o Estatuto Político dos Açores. Recomendo este link (canal parlamento). Neste momento usa da palavra Mota Amaral.

Passado: recordar também é humor... (III)

Gostaria ainda de fazer alusão a este texto, que li aqui, publicado pelo seu autor depois da emissão das reportagens da SIC a que já fiz alusão no comentário anterior: "Ontem a reportagem do Jornal da Noite da Sic falava sobre algumas coisas que estavam proibidas na altura do Estado Novo, baseadas no livro de António Costa Santos "Proibido". Achei interessante algumas curiosidades que hoje em dia nem sequer se põe em causa, mas que na altura era muito complicado conseguir cumpri-las. Senão vejamos:
·era proibido beber Coca-Coca;
·jogar às cartas no comboio;
·era proibido dormir nos bancos do jardim;
·proibido usar isqueiros sem licença.

Até aqui ainda se percebe assim mais ou menos....não dá muito jeito ir no comboio a jogar as cartas ou dormir nos bancos do jardim...não deve ser nada confortável. A dos isqueiros também se percebe, já que era numa lógica de proteger a industria nacional de fósforos. O pior era a multa que se pagava, multa essa que era dividida pelo estado e por quem fez a queixa! Agora piorzinhas sao estas:
· as enfermeiras e hospedeiras não podiam casar para se poderem dedicar totalmente à sua profissão;
· as professoras tinham de casar com um homem que recebesse mais que elas;
· era preciso autorização do marido para sair do país;
· fato de banho de duas peças;
· o homem podia até matar a mulher se a tivesse apanhado em flagrante a trai-lo.

Coitadas das mulheres. Machismo ao mais alto nível. Acho que hoje em dia ainda não se dá o devido valor à liberdade que temos nem temos a perfeita noção de como as coisas eram e como mudaram. Só para terminar um pequeno excerto que até dá vontade de rir:
"O beijo na boca era qualificado de acto exibicionista atentatório da moral. Levado para a esquadra, ou para o posto da GNR, o delinquente beijoqueiro era identificado, autuado em pelo menos 57 escudos (um valor variável, em função de critérios que hoje nos escapam), e passava invariavelmente pela cadeira do agente-barbeiro, de onde saía de cabeça rapada, máquina zero".
Ficou célebre a portaria n.º 69035 da Câmara Municipal de Lisboa, datada de 1953, (...) que estabelecia que o artigo 48.º fosse assimcumprido: 1.º - Mã­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­o na mão 2$50 2.º - Mão naquilo 15$00 3.º - Aquilo na mão 30$00 4.º - Aquilo naquilo 50$00 5.º - Aquilo atrás daquilo 100$00 6.º - Parágrafo único - Com a língua naquilo 150$00 de multa, preso e fotografado".
Já agora vejam a fotografia que usei para ilustrar...

Passado: recordar também é humor... (II)

Neste contexto a SIC emitiu há alguns meses uma reportagem especial sobre a "proibição" no regime anterior: "No Estado Novo, a proibição era a norma. Beber Coca-Cola só em Espanha, o casamento de enfermeiras só às escondidas e o bikini não saía à rua nem no corpo das mais corajosas. António Costa Santos decidiu colher todos estes ‘frutos’ e fazer deles um livro… “Proibido”. A associação da Coca-Cola à cocaína e uma alegada protecção ao vinho nacional eram os argumentos usados pelo Estado Novo para manter o refrigerante americano longe das fronteiras nacionais. “Lembro-me de ir com os meus pais a Espanha e a primeira coisa que fazíamos era ir beber Coca-Cola, como se fosse um acto de libertação incrível”, recorda António Costa Santos, autor da publicação. Mas num tempo em que se procurava calar qualquer movimento subversivo, o rol de proibições não ficava por aqui. Eram proibidos os beijos de namorados em público assim como era vedado o acesso a certo tipo de música, livros ou filmes. Não se podia dormir nos bancos de jardim, jogar cartas no comboio ou usar isqueiro sem licença. Quando Salazar ditava as leis, todas as enfermeiras tinham de ser solteiras. Supostamente. Nídia Salgueiro foi uma das excepções. Casou mas teve de mentir para trabalhar. Conseguiu esconder o casamento, mas não a barriga. “Era desagradável estar numa enfermaria escola, num serviço de que o director (…), tanto quanto sei, era a favor do não casamento e eu grávida”, conta Nídia".
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Passado: recordar também é humor... (I)

Pedindo que não se ofendam, sobretudo os mais sensíveis. "Corria o longínquo ano de 1953 quando a Câmara Municipal de Lisboa publicou a Portaria nº 69.035, destinada a aumentar o policiamento em zonas então consideradas "quentes". Pela curiosidade do texto: "Verificando-se o aumento de actos atentatórios à moral e aos bons costumes, que dia a dia se vêm verificando nos logradouros públicos e jardins e, em especial, nas zonas florestais Montes Claros, Parque Silva Porto, Mata da Trafaria, Jardim Botânico, Tapada da Ajuda e outros, determina-se à Polícia e Guarda Florestais uma permanente vigilância sobre as pessoas que procurem frondosas vegetações para a prática de actos que atentem contra a moral e os bons costumes. Assim, e em aditamento àquela Postura nº 69035, estabelece-se e determina-se que o artº 48º tenha o cumprimento seguinte:
1º Mão na mão 2$50
2º Mão naquilo 15$00
3º Aquilo na mão 30$00
4º Aquilo naquilo 50$00
5º Aquilo atrás daquilo 100$00
Parágrafo único - Com a língua naquilo, 150$00 de multa, preso e fotografado".

Metade das grandes empresas tem gestores que já foram políticos

Diz o jornalista Jaime Martins Alberto do Diário Económico que "Jorge Coelho deverá assumir o cargo de administrador de uma cotada. O Diário Económico fez as contas e nove das empresas do PSI 20 têm gestores que passaram pela política. A dúvida de António Pires de Lima era grande: ser líder do CDS ou CEO da Unicer? De um lado, o prazer e os amigos, do outro o dinheiro e a família. Optou pela segunda hipótese e respeitou a imposição da empresa: não foi candidato à liderança do partido. Poucos dias depois, a 1 de Junho de 2006, já estava na Unicer. “Eu tenho quatro filhos que estão habituados a um certo nível de vida. Não sei como a conseguiria manter se tivesse ficado na política”, explica Pires de Lima, referindo-se à diferença de ordenados entre os gabinetes duplos dos deputados em São Bento e os de luxo em Matosinhos.Jorge Coelho não terá tido tantos dilemas quando aceitou o convite de António Mota para ser consultor da Mota-Engil. “Há sete anos que deixei de ter funções públicas e saí do Governo”, disse em Março. Na mesma entrevista ao Diário Económico, ainda perguntou: “Eu tenho de trabalhar, não?” Hoje, poucas pessoas têm o seu peso e influência no aparelho do PS. Também poucos têm no currículo o cargo de ex-ministro da Administração Interna, uma formação de economista e a experiência como consultor da Martifer, Visabeira e Novabase. Para Jorge Coelho, como para muitos gestores e ex-políticos, a passagem do público para o privado é um acto natural. Do conjunto de administradores das empresas do PSI 20, 10% já passaram por um ou mais governos. Alguns, fizeram carreira na banca, passaram para o Governo e voltaram à banca, como fez Armando Vara na Caixa Geral de Depósitos e no BCP. Ao todo, metade das vinte maiores empresas nacionais têm administradores que ocuparam cargos no Executivo. Olhando para osvinte CEO, só cinco assumiram funções em governos liderados pelo PS e PSD". Um texto interessante...

Diz a OCDE que Portugal é dos países onde é mais vantajoso tirar um curso

Não deixa de ter piada. Mas li aqui, no Açoriano Oriental, que cita a agência de informação Lusa, que "Portugal é um dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) onde é financeiramente mais vantajoso tirar um curso superior, segundo um estudo internacional hoje em Lisboa. De acordo com o documento "O Ensino Superior na Sociedade do Conhecimento", realizado pela OCDE, uma licenciada em Portugal ganha, em termos líquidos, mais dez por cento do que uma mulher que só tenha concluído o ensino secundário. No caso dos homens, a diferença não é tão acentuada, mas, ainda assim, ronda os oito por cento."Frequentar o ensino superior é altamente rentável do ponto de vista individual", salienta o estudo, que aponta Portugal como um dos países onde é mais rentável ter um "canudo", a par do Reino Unido, Irlanda e Finlândia. O relatório, realizado em 24 países ao longo de três anos, indica ainda que no caso das mulheres com habilitações superiores a percentagem de retorno face ao investimento feito num curso é superior à dos homens". Leia aqui o estudo da OCDE na integra.

Olimpíadas: mulher coragem

Ministro da Ciência diz que licenciados não sofrem de desemprego...

Segundo o Publico, que cita a agência de informação Lusa, "o ministro da Ciência e Ensino Superior está convencido de que quase não há licenciados desempregados em Portugal, mas não especificou se o trabalho que encontram em qualificado ou se tem relação com a área em que tiveram formação superior.Comentando na Rádio Renascença um relatório da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) sobre o ensino superior, o ministro, Mariano Gago, disse que “quase não há desemprego entre licenciados”.Segundo Mariano Gago, quase todos os profissionais com formação superior entram no mercado de trabalho durante o ano seguinte ao termo da sua licenciatura.“O número de profissionais que sai dos cursos superiores todos os anos para o mercado de trabalho não chega e são todos absorvidos pelo mercado”, disse o ministro à Renascença.O ministro reconhece no entanto que o emprego encontrado fica muitas vezes aquém das expectativas: “É verdade que muitas vezes, e muitos jovens sentem isso, o primeiro emprego não é aquele que gostariam de ter”, ressalvou, frisando logo de seguida que, “ao fim de um ano de saídas do ensino superior”, não existe “ninguém desempregado”. Para ouvir, aqui.

PSD assinala 30 anos de governação de Alberto João Jardim

O Grupo Parlamentar do PSD apresentou hoje na Assembleia Legislativa um projecto de resolução intitulado “CONGRATULAÇÃO PELOS 30 ANOS DE GOVERNAÇÃO DO DR. ALBERTO JOÃO JARDIM DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA”, destinado a assinalar os 30 anos de governação de Jardim. O documento, assinado por Jaime Ramos é do seguinte teor:
"Passados trinta anos sobre a formação do primeiro governo regional liderado pelo Dr. Alberto João Jardim, a Região Autónoma da Madeira apresenta-se na actualidade com um nível de desenvolvimento ímpar na história das regiões insulares e ultraperiféricas.
A Região Autónoma da Madeira apresenta hoje um visível e notável desenvolvimento económico-social, alicerçado quer através do seu Produto Interno Bruto, quer através da melhoria real das condições de vida da sua população, ostracizada e ignorada durante séculos pela República Portuguesa.
Passados trinta anos a Madeira apresenta-se como um exemplo de desenvolvimento económico com reflexos positivos na qualidade de vida da sua população.
Toda esta obra, historicamente, tem um rosto e um nome. Esse nome é o do Presidente do Governo Regional da Madeira e líder do Partido Social Democrata da Madeira – Dr. Alberto João Jardim.
Um homem a quem a população da Madeira muito deve pela firmeza das suas convicções e pela luta que travou pela nossa Região e pelo seu Povo, mas para com o qual o POVO MADEIRENSE foi sempre solidário e, apoiou incondicionalmente, porque fiel ao seu pensamento de o servir com a máxima lealdade.
Infelizmente a realidade é vista de forma deturpada por uma minoria. Esses, os fundamentalistas da oposição, os adeptos da política da terra queimada, ao longo destes trinta anos só vaticinaram desgraças para a Madeira e a sua população.
Minoria que ainda não interiorizou o quanto de errado são as suas políticas, sucessivamente rejeitadas pelo povo madeirense, ao dar a maioria absoluta ao Partido Social Democrata da Madeira e ao seu líder Dr. Alberto João Jardim ao longo destes trinta anos.
Contudo, é com regozijo que vemos o reconhecimento público da obra feita na Região Autónoma da Madeira, por figuras políticas do quadrante nacional, que mantêm a equidistância necessária, não confundindo o Estado com os Partidos.
Corroboramos da sua visão quanto ao trabalho notável e ímpar desenvolvido pelo Dr. Alberto João Jardim no Governo Regional da Madeira. Bem como das referências elogiosas feitas à pessoa do Dr. Alberto João Jardim, qualificando como um exemplo supremo na vida democrática, um exemplo do que é um político combativo.
Assim:
A Assembleia Legislativa da Madeira, nos termos da alínea a) do artigo 38º do Estatuto Político Administrativo da Região Autónoma da Madeira, conjugada com o artigo 166.º do Regimento resolve aprovar a presente resolução:

Regozijar-se pelo desenvolvimento alcançado pela Região Autónoma da Madeira, em resultado dos 30 anos governação do Dr. Alberto João Jardim, superiormente apoiado pelo povo madeirense.
Da presente resolução deverá ser dado conhecimento a Sua Excelência o Presidente da República, a Sua Excelência o Presidente da Assembleia da República e ao Senhor Primeiro Ministro".

Salvamento nos Açores

Força Aérea resgata pescador espanhol nos mares dos Açores

A TAP na maior...

Endividamento da TAP torna urgente aumento de capital - O endividamento torna urgente um aumento de capital da TAP. A privatização é a melhor forma de satisfazer esta necessidade até porque, como afirma Fernando Pinto, a empresa está "cada vez mais apetecível", aqui;
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TAP apresenta os lucros de 2007 - A Transportadora Aérea Portuguesa, TAP, apresentou os resultados de 2007 que foram penalizados pela greve de pilotos e pela escalada do preço do petróleo. Os resultados da TAP estão em segredo máximo, mas as últimas indicações apontam no sentido de Fernando Pinto se sentir confortável com os números. Ou seja, haverá lucros, embora abaixo do acertado com o Governo. Mário Lino tinha fixado como meta para 2007 atingir os 38 milhões de euros de lucro. Um objectivo que Fernando Pinto afirmou ser difícil de concretizar, mas prometendo trabalhar para cumprir os compromissos. Em 2006, a companhia de bandeira apresentou um resultado líquido de 7,3 milhões de euros, acima dos 6,1 milhões de euros que tinham sido definidos na gestão por objectivos acordada com a tutela, aqui;
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Lucros da TAP mais que quadruplicam para os 32,8 milhões - A TAP apresentou um lucro líquido de 32,8 milhões de euros em 2007. Este valor representa um crescimento de 350% face aos 7,3 milhões do período homólogo. O contrato de gestão assinado entre a administração da TAP e o Ministério das Obras Públicas previa que a a transportadora tivesse obtido em 2007 um lucro de 38 milhões. Em parte as contas da TAP foram penalizadas pelo prejuízo de 30 milhões da Groundforce onde a transportadora tem uma posição de 49,9%. Os resultados operacionais foram de 79,3 milhões de euros, o que representa um crescimento de 160% face aos 30,3 milhões de euros registados em 2006, aqui;
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TAP não distribui dividendos - No dia em que apresentou lucros de 32,8 milhões, Fernando Pinto diz que não irá distribuir dividendos a accionista Estado. “Não faz sentido distribuir dividendos porque ainda estamos a consolidar a operação”,explicou o presidente da TAP em conferência de imprensa. A TAP apresentou hoje lucros de 32,8 milhões de euros, falhando por pouco mais de cinco milhões de euros a meta definida com o Governo no contrato de gestão por objectivos, aqui;
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Frota da TAP cresce 80% em 2007 - Num ano em que a frota da TAP cresceu 80%, a companhia registou um impacto negativo de 15 milhões de euros de prejuízos da Groundforce, empresa de ‘handling’ controlada pela TAP. Números que impediram a transportadora aérea portuguesa de chegar aos objectivos traçados pelo Governo.“Estes números são significativos porque tivemos um impacto significativo de 15 milhões com a Groundforce. Se não fosse isso tínhamos passado”, explicou esta amanhã Michael Connoly, administrador financeiro da TAP, depois de apresentar um lucro líquido de 32,8 milhões de euros para o exercício de 2007, aqui.

Toques de bola...

Ciência, tecnologia e inovação na Europa

Li no site da política regional que "en la actualidad, diez regiones –de las cuales cinco se encuentran en Alemania y dos en Francia- concentran casi el 30% de los gastos en investigación y desarrollo (I&D) de la UE-27. La región de Ile de France lidera el grupo con una asignación que equivale al 7,7% de los gastos totales de la UE. Las 21 regiones que cumplen ya el objetivo de Lisboa de gastar 3% o más de su PBI en investigación y desarrollo se encuentran en Austria, Finlandia, Francia, Alemania, Suecia y el Reino Unido. Una reciente publicación de Eurostat confirma las diferencias entre los estados miembros y regiones de la Unión Europa en material de ciencia, tecnología e innovación e incluye mapas, diagramas y gráficos". A publicação, em língua inglesa, está disponível neste link e recomendo sobretudo para terem a noção do espaço que a Madeira ocupa na Europa nestes domínios.

Madeira baixa IVA

Belmiro diz que baixa do IVA "é publicidade"...

Li no Publico que "o empresário Belmiro de Azevedo disse que a descida do IVA de um ponto percentual anunciada pelo Governo é um acto publicitário e sem impacto na economia.Em declarações aos jornalistas à margem do seminário "Gestão: Actividade empresarial requer Inovação Permanente" da Escola de Direcção de Negócios - AESE, Belmiro de Azevedo disse que "um por cento [de baixa do IVA] é um acto de publicidade; não tem qualquer impacto". O Governo anunciou na semana passada que irá descer a taxa normal de IVA de 21 para 20 por cento a partir de Julho. "Os impostos mudam-se de uma maneira programada e não de um momento para o outro", acrescentou o líder do grupo Sonae (proprietário do PÚBLICO), lembrando que o IVA é um imposto que penaliza o consumo e que é injusto (porque penaliza da mesma maneira pobres e ricos)". Um assunto também desenvolvido pela SIC.

Europa quer dar voz aos cidadãos...

Diz a Comissão Europeia que "quer aumentar a participação dos cidadãos no processo de decisão da UE. Numa comunicação designada «Debater a Europa – colher os ensinamentos do Plano D para a Democracia, o Diálogo e o Debate», a Comissão formula um conjunto de acções futuras destinadas a promover um debate geral e permanente sobre o futuro da União Europeia entre pessoas de todas as proveniências, tanto a nível nacional como da UE. Margot Wallström, Vice-Presidente para as Relações Institucionais e Estratégia de Comunicação afirmou que: «As políticas da UE influenciam a vida de todos nós, quer seja através da legislação relativa a temas como o roaming ou a livre circulação de pessoas e bens, quer seja através de qualquer outra das muitas realizações da UE. Por conseguinte, as políticas da UE têm de estar solidamente ancoradas nos partidos políticos, nas tradições democráticas nacionais e no diálogo político diário. Têm de ser discutidas e debatidas, seja nas câmaras municipais, nas assembleias regionais, nos parlamentos nacionais, na televisão ou na Internet».

quarta-feira, abril 02, 2008

Humor: acidentes...

Europa: política marítima integrada da União Europeia e da política comum das pescas

Segundo a Comissão Europeia, "uma nova organização impulsionará a implementação da política marítima integrada da União Europeia e da política comum das pescas. A Comissão Europeia decidiu proceder a uma ampla reorganização da Direcção-Geral responsável pelas pescas e os assuntos marítimos. A antiga DG FISH torna-se a Direcção-Geral dos Assuntos Marítimos e das Pescas e passa a ser designada por DG MARE. A mudança mais importante consiste na criação de três Direcções geográficas, que terão a seu cargo a gestão da política comum das pescas e da nova política marítima integrada nas três principais regiões marítimas da Europa. Complementarmente, será criada uma nova Direcção encarregada da coordenação e do desenvolvimento de políticas. As outras duas Direcções (Política Externa, Recursos e Assuntos Jurídicos) manter-se-ão praticamente inalteradas. Pretende-se também dar maior importância às pescarias no Mediterrâneo e ao controlo nas águas internacionais, na esteira do compromisso da UE de lutar contra a pesca ilegal. Esta nova estrutura é instaurada em 29 de Março. O Presidente da Comissão, José Manuel Barroso, declarou: "A nova estrutura da DG MARE demonstra a determinação da Comissão de conduzir uma política marítima integrada e adaptada às necessidades. Permitirá à Comissão abordar de forma coerente todas as questões relativas a cada uma das principais regiões marítimas da Europa e aos mares em geral." Joe Borg, Comissário responsável pelos assuntos marítimos e pelas pescas, acrescentou: "A nova estrutura impulsionará igualmente a aplicação da nova política marítima integrada da UE e facilitará a utilização de todos os instrumentos da política comum das pescas para alcançar a sustentabilidade das pescarias europeias".

Europa: alargamento do espaço Schengen

"Em 21 de Dezembro de 2007, a Estónia, a República Checa, a Lituânia, a Hungria, a Letónia, Malta, a Polónia, a Eslováquia e a Eslovénia passaram a integrar o espaço Schengen. Às 00h00m de domingo, 30 de Março de 2008, o processo de alargamento será completado por intermédio da supressão dos controlos nas fronteiras aéreas entre estes países e os 15 Estados já integrados no sistema Schengen. Jacques Barrot, Vice-Presidente da Comissão Europeia, declarou: "A supressão dos controlos nas fronteiras aéreas constitui a etapa final para a concretização de um feito histórico e ímpar: 24 países da UE sem fronteiras internas. A Comissão presta homenagem aos Estados-Membros que implementaram sistemas de segurança altamente avançados e "terminais Schengen especiais" nos respectivos aeroportos. O alargamento do espaço Schengen mostra o empenhamento da UE em facilitar viagens para fins legítimos no interior da UE e rumo a ela, aumentando simultaneamente a segurança das fronteiras externas europeias". Após a supressão dos controlos nas fronteiras terrestres e marítimas, em 21 de Dezembro de 2007 (MEMO/07/619), serão igualmente suprimidos domingo, 30 de Março de 2008, os controlos nas fronteiras aeroportuárias entre a Estónia, a República Checa, a Lituânia, a Hungria, a Letónia, Malta, a Polónia, a Eslováquia e a Eslovénia e entre estes países e os antigos membros de Schengen. Este lapso de tempo destinou-se a fazer coincidir a data de supressão dos controlos nas fronteiras aéreas com as mudanças semestrais das programações de voos dos aeroportos, possibilitando, portanto, uma adaptação mais fácil dos aeroportos da UE em causa. As pessoas poderão agora viajar sem qualquer outra formalidade de um aeroporto para outro dentro do espaço de Schengen alargado, o que terá consequências positivas, reduzindo as filas e facilitando os procedimentos aplicáveis aos cidadãos comunitários e outros que utilizam o avião dentro do espaço Schengen. Como é evidente, serão mantidos os controlos de identidade efectuados pelas transportadoras aéreas no registo e no embarque. Serão igualmente mantidos os controlos de segurança habituais aplicados a cada voo, independentemente do destino. A supressão dos controlos nas fronteiras aéreas dentro do espaço Schengen alargado surge na sequência da decisão tomada em Novembro de 2007, em que os Ministros da Justiça e dos Assuntos Internos concluíram que todos os países candidatos satisfaziam os critérios do acervo de Schengen". Leia no site da Comissão Europeia

Humor: respiração boca-a-boca...

Baixas na função pública vão ser mais penalizadas

A revelação foi feita pelo Diário Económico num texto da jornalista Denise Fernandes: "O Governo quer agravar a penalização para funcionários públicos que metam baixa por doença e adoptar regras idênticas às que vigoram no privado. Aqui, a remuneração em tempo de doença é de apenas 65% do ordenado. Os funcionários públicos com baixa por doença vão deixar de receber o salário por inteiro. Segundo apurou o Diário Económico o Governo prepara-se para aprovar um diploma que prevê a convergência do sistema de protecção social do Estado com o regime geral da Segurança Social, seguido pelo sector privado, tal como já o fez para as pensões. Na prática, os funcionários com faltas por doença deverão passar a receber apenas 65% do ordenado, tal como acontece já com os trabalhadores do privado. Actualmente, os funcionários públicos podem faltar ao trabalho com um atestado médico que lhes dá um corte de apenas 1/6 do salário nos primeiros trinta dias de ausência por doença. Após este período, se o trabalhador continuar de baixa, passa a receber o vencimento por inteiro e poderá mesmo requerer o vencimento perdido durante o primeiro mês, se tiver sido assíduo no ano anterior às faltas. No regime geral da Segurança Social as regras são mais penalizadoras das baixas por doença. Nos primeiros dois meses de baixa, o trabalhador recebe apenas 65% do salário. Se exceder este período, o valor sobe para 70% e, após um ano de baixa, para 75%".

Humor: que gatinho mais chato

Fraudes aumentam a nível mundial

Diz a SIC que "a fraude atinge cada vez mais empresas em todo o mundo. Em média, cada empresa perde mais de 1,5 milhões de euros. Um estudo da consultora Price Waterhouse Coopers, realizado de dois em dois anos, revela que quase metade das empresas a nível mundial foi vítima de crime económico. Portugal ainda não faz parte dos países estudados. Este crime é um fenómeno universal. Afecta empresas de todo o mundo e em todos os sectores de actividade, assim como os mercados emergentes e os mercados desenvolvidos. As conclusões surgem de um estudo da Price Waterhouse Coopers, que envolveu 5.400 empresas de todo o mundo. Quase metades foram vítimas de algum tipo de crime económico. As fraudes são de vários tipos. Os mais comuns são: roubo; suborno e corrupção; fraude contabilística; lavagem de dinheiro; e usurpação de propriedade intelectual. Não há sector que esteja imune: o maior número de casos foi registado nos sectores dos seguros e do retalho, em seguida surge o sector público, os serviços financeiros e o sector automóvel".

O safado do esquilo...

E o mercado imobiliário internacional?

Revela o Jornal de Negócios num texto da jornalista Patrícia Abreu que "os mercados imobiliários no Reino Unido, Espanha e Irlanda enfrentam quedas "severas e dolorosas", que ameaçam mergulhar a economia europeia num abrandamento, prevê a Standard & Poor’s."O mercado imobiliário está finalmente, e de forma preponderante, a abrandar", realçou Jean-Michel Six, economista-chefe da casa de notação financeira. "Nesses países onde as bolhas do imobiliário se expandiram por demasiado tempo, as correcções podem ser severas", adiantou.O abrandamento da venda de casas, inicialmente provocado pela subida dos juros, está agora a ser composto pela crise do crédito e está a arrefecer o crescimento económico. O fim do "boom" do sector imobiliário na Espanha, Reino Unido e Irlanda poderá ameaçar o crescimento da economia europeia, que enfrenta também uma diminuição da procura global. A S&P estima que os preços das casas estabilizem este ano no Reino Unido. Em Fevereiro, a aprovação de empréstimos caiu para níveis próximos do mínimo de nove anos e os bancos desaceleraram os créditos à habitação". No mesmo jornal, a jornalista Maria João Soares frevela que "as vendas de apartamentos em Manhattan registaram a maior queda dos últimos 18 anos, no primeiro trimestre, penalizadas pelas perspectivas de recessão nos Estados Unidos e pelo redução de postos de trabalho nas empresas financeiras. As vendas do primeiro trimestre caíram 34% face ao período homólogo, de acordo com um relatório divulgado hoje em Nova Iorque e citado pela Bloomberg. Os inventários de apartamentos aumentaram 4,6% para 6.194 unidades. O preço médio de um apartamento em cooperativa ou num condomínio aumentou, no entanto, 13,2% para o valor recorde de 945 mil dólares".

Informação: comprar casa (II)...

Com o título "Conheça os custos escondidos na compra da casa: saiba que comissões e taxas podem ser negociadas e o que tem mesmo de pagar", considero também importante trazer a este espaço outro texto, da autoria das jornalistas do Diário Económico, Bárbara Barroso e Paula Cravina de Sousa: "Comprar casa é sinónimo de crédito à habitação para muitos portugueses. Definir o montante do empréstimo, o número de anos de duração do crédito, optar por uma taxa fixa ou variável e conseguir o ‘spread’ mais baixo são alguns dos passos que muitos portugueses têm de seguir até ter aprovado o empréstimo à habitação. Mas comprar casa não se traduz apenas numa prestação mensal durante 30 anos, ou mais. Além do ‘spread’ (margem de lucro), os bancos cobram ainda outros custos que, ao contrário do ‘spread’, não podem ser negociados.“Os principais custos bancários associados ao crédito à habitação são a comissão de dossier e a comissão de avaliação”, explicou João Fernandes, economista da DECO e especialista em crédito à habitação, em declarações ao Diário Económico. Em Portugal, os valores cobrados por estas duas comissões variam de banco para banco. Segundo o economista da DECO, no caso da comissão de dossier o valor varia de um mínimo de 130 euros e 385 euros. No que se refere à comissão de avaliação do imóvel, as instituições financeiras cobram entre 151,25 euros e 211, 75 euros.Em Espanha, a situação é um pouco diferente, pelo menos no caso da comissão de dossier. “A maioria dos bancos em Espanha isenta os clientes de pagamento da comissão de dossier, ou seja, de abertura do processo. Fazem-no numa óptima promocional e de captação de clientes”, esclareceu João Fernandes. Além destas duas comissões, os bancos adicionam ainda a comissão de processamento mensal, isto é, o aviso que é enviado todos os meses ao cliente todos para avisar quando será o próximo pagamento".

Trabalho: Diferenças...


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Informação: comprar casa (I)....

A propósito deste tema, achei importante trazer a este espaço um artigo da jornalista Rosa Soares do "Público": "As médias de Março das taxas Euribor voltaram a subir substancialmente, interrompendo a descida que se verificou nos primeiros dois meses do ano face aos valores de Dezembro de 2007.A subida agrava o orçamento das famílias com empréstimos à habitação, que são revistos periodicamente, e de quem pretende contrair novos créditos indexados a estas taxas.A média da Euribor a três meses fixou-se nos 4,579 por cento, contra os 4,362 por cento do mês anterior. A Euribor a seis meses, o prazo mais utilizado no crédito à habitação, ficou ligeiramente abaixo, nos 4,593 por cento, contra os 4,356 por cento atingido em Fevereiro. A 12 meses, um prazo menos utilizado pelos bancos portugueses, fechou o mês a 4,590, quando no mês anterior tinha ficado nos 4,349 por cento.O impacto da subida das taxas nos encargos com juros dos empréstimos à habitação não pára de subir. Uma simulação feita com a ajuda da Deco Proteste revela que um crédito de 150 mil euros, por 30 anos, com um spread (margem do banco) de 0,7 por cento, tendo por base a média da Euribor a seis meses apurada em Março, implica uma mensalidade de 832,31 euros. Este montante representa um agravamento de 21,94 euros face à mensalidade que resultaria se tivesse sido utilizada a média da mesma taxa em Fevereiro, que era de 810,37 euros. Para a mesma operação, mas aplicando a média da Euribor a seis meses de Março de 2007, verifica-se, todavia, que a prestação mensal era de 777,60 euros, 54,71 euros mais baixa que o valor actual.De referir que a média da Euribor a seis meses estava em Março do ano passado nos 3,996 por cento. Nessa altura, a tendência já era de subida, mas agravou-se significativamente a partir do Verão, com a instabilidade nos mercados financeiros, desencadeada pela crise do crédito hipotecário de alto risco nos Estados Unidos".

Futebol: quem não viu pode ver...

Vaticano reconhece pela primeira vez há mais muçulmanos do que católicos no mundo

O monsenhor Vittorio Formenti, responsável pelo Anuário do Vaticano, afirmou que pela primeira vez na História há mais muçulmanos do que católicos. Numa entrevista ao «L´Osservatore Romano», Formenti avança uma explicação: o crescimento da taxa de natalidade entre os muçulmanos e a redução da mesma taxa entre os cristãos, no geral, e entre os católicos em particular. No Publico (aqui) pode ver um video alusivo

Bancos pagaram apenas 13,6% de IRC no ano passado!

Palavras para quê!? Diz o DN de Lisboa, num texto da jonalista Paula Cordeio, que "os bancos portugueses obtiveram em 2007 lucros de 2,4 mil milhões de euros, mais 9,1% que no ano. Estes são os primeiros dados oficiais do sector, ontem divulgados pela Associação Portuguesa de Bancos (APB). Os números são referentes a uma amostra do conjunto das instituições bancárias, que representam 96,4% do activo líquido do sector em 2006.A APB, no seu comunicado, salienta que a actividade em 2007 "desenvolveu-se num enquadramento macroeconómico que continua a não ser satisfatório, dado que o nosso ritmo de crescimento será, pelo sexto ano consecutivo, inferior ao da Zona Euro".No entanto, a crise no mercado do crédito não parece ter atingido as principais variáveis do sector. O activo líquido cresceu 12,2% em 2007, atingindo os 391 mil milhões de euros, com o crédito a clientes a subir 13,4%. Os recursos aumentaram a um ritmo mais baixo, crescendo 9% face a 2006.Num cenário de subida das taxas de juro, o resultado financeiro da banca subiu apenas 8,7%, para os 5,3 mil milhões de euros. O comunicado da APB destaca, neste capítulo, a forte intensidade concorrencial e as alterações regulamentares (definição das datas valor ao nível dos recursos e arredondamento à milésima das taxas de juro do crédito) que produziram efeitos negativos na evolução da margem financeira dos bancos. Esta caiu 0,04 pontos percentuais, ficando em 1,56%, no final do ano passado.Mas se os bancos ganharam menos na diferença entre os juros cobrados e os juros pagos, esta perda foi mitigada pelo contributo positivo do efeito volume, visto os activos financeiros terem crescido 11,2%".

Ocupação dos aviões em Fevereiro foi a mais baixa desde 2004

Li no DN de Lisboa, num texto da jornalista Leonor Matias que "a aviação está a pagar caro a escalada do preço do petróleo e em particular o abrandamento económico norte-americano, de onde se destaca a forte desvalorização do dólar. Os últimos dados da IATA (Associação Internacional do Transporte Aéreo) revelam que a taxa de ocupação dos voos internacionais caiu em Fevereiro para o nível mais baixo dos últimos quatro anos.A proporção de lugares ocupados nos aviões caiu para 73,3%, correspondendo a uma quebra de 0,6 pontos percentuais face a Fevereiro do ano passado, indicou ontem a IATA em comunicado. Contudo, realça a associação internacional, a procura cresceu entre 4% a 5% face a igual mês de Fevereiro do ano passado."As taxas de ocupação recuaram nas quatro principais regiões do mundo para o transporte aéreo", adiantou o director-geral da associação. Giovanni Bisignani adiantou que os números revelam o "impacto crescente do abrandamento da economia americana no sector aéreo".

Economia: 50% do poder de compra em 6% do território continental

Uma análise dos dados relativos ao índice de poder de compra regional (sales index) da Marktest, permite verificar como este indicador se concentra num número muito restrito de concelhos: 25 dos 278 concelhos do Continente concentram metade (50.1%) do índice de poder de compra regional. A repartição geográfica do sales index mostra-nos a sua litoralização e a sua concentração num número muito restrito de concelhos. 25 concelhos apenas concentram mais de metade do poder de compra de todos os 278 concelhos que compõem o Continente.
A lista dos concelhos com maior índice de poder de compra regional é encabeçada por Lisboa, responsável por 11.1% do poder de compra do Continente. O Porto concentra 3.6% deste índice e Sintra 3.3%. Vila Nova de Gaia tem um índice de 2.4% e Cascais 2.2%. Estes cinco concelhos concentram, no seu conjunto, mais de um quinto (22.6%) do poder de compra do Continente. Fazem ainda parte do grupo de 25 concelhos onde está metade do poder de compra os concelhos de Loures, Oeiras, Almada, Coimbra, Braga, Amadora, Matosinhos, Seixal, Setúbal, Leiria, Guimarães, Maia, Gondomar, Santa Maria da Feira, Loulé, Odivelas, Vila Franca de Xira, V. N. de Famalicão, Viseu e Aveiro.

No seu conjunto, estes 25 concelhos ocupam 5.8% da área total do Continente e concentram 44.9% da população aí residente. Aqui estão também localizados 45.6% dos estabelecimentos empresariais e 52.7% das suas pessoas ao serviço. Da mesma forma, concentram 44.8% das empresas e 69.2% da sua facturação, 73.7% dos impostos cobrados pelo Estado e 59.7% dos impostos autárquicos. Nestes 25 concelhos concentram-se ainda 51.6% dos caixas automáticos e 53.4% dos seus levantamentos, tal como 54.4% dos TPAs e 64.7% das compras pagas através deles. Este conjunto de concelhos é também responsável por 64.3% dos depósitos bancários, por 76.0% do crédito bancário concedido e por 63.1% do crédito concedido à habitação. O índice de poder de compra regional (ou sales index) é um índice expresso em permilagem que permite comparar os concelhos entre si e analisar a contribuição de cada um para um total de 1000, que corresponde à soma dos 278 concelhos do Continente. É calculado com base em informação indicadora do potencial de rendimento e consumo de cada concelho, nomeadamente a população residente, as receitas fiscais, as vendas de automóveis, os consumos de electricidade, as dependências bancárias e os estabelecimentos comerciais. (fonte: Marktest, Abril 2008)

Política: Barómetro político (Março de 2008)

Imagem do Presidente da República Cavaco Silva

Imagem do Primeiro-Ministro

Projecção de Voto para a Assembleia da República


Imagem dos Líderes partidários

Índice de Expectativa

(fonte: Marktest, Abril de 2008)

Política: Imagem de Sócrates sobe e a de Menezes baixa

Em Março de 2008, 32.9% dos residentes no Continente com 18 e mais anos inquiridos no Barómetro Político Marktest consideraram positiva a actuação do primeiro-ministro José Sócrates, contra os 52.4% que a consideraram negativa e os 14.7% que não quiseram emitir opinião. Estes valores mostram que aumentou face a Fevereiro o número dos que consideram positiva a actuação de Sócrates, tal como baixou o número daqueles que a consideram negativa. O primeiro-ministro sai assim aparentemente "ileso" de um mês de fortes contestações sociais, de que a marcha de 100 mil professores em Lisboa foi o momento mais crítico. Já Luís Filipe Menezes, pelo contrário, viu ser-lhe atribuída em Março pior classificação que no mês anterior, com 19.1% de inquiridos a classificar positivamente a sua actuação, contra 45.2% que a classificaram de forma negativa e 35.8% que não quiseram ou não souberam dar opinião. Baixou assim o número dos que classificam de forma positiva a actuação do líder do PSD, que se aproxima dos valores com que Luís Marques Mendes abandonou a liderança do partido (18.1% de opiniões positivas em Setembro de 2007).

No Barómetro de Março, a Marktest retoma a avaliação da imagem dos líderes dos partidos com assento parlamentar, CDS-PP, BE e PCP. Considerando o saldo de imagem destas personalidades, vemos que, para além do Presidente da República, que se mantém com um saldo positivo bastante elevado, apenas Francisco Louçã e Jerónimo de Sousa conseguem valores positivos (8.4% e 4.6%, respectivamente). Este saldo resulta da diferença entre as opiniões que classificam positivamente a actuação do líder e as que a classificam negativamente, ponderada pelo peso das respostas expressas e permite ainda constatar como José Sócrates e Luís Filipe Menezes estão "empatados" neste indicador, ambos em "terreno" negativo, mas mesmo assim acima de Paulo Portas que é, segundo estes resultados, o líder político com pior saldo de imagem neste mês.

A evolução deste indicador nos últimos meses mostra que a imagem do Presidente da República está muito acima dos restantes e evidencia uma certa estabilidade. Os líderes dos partidos de esquerda, os únicos actualmente com um saldo de imagem positivo, e o líder do CDS-PP, este em terreno negativo, também revelam uma tendência de estabilidade, embora com oscilações mensais, ao passo que o primeiro-ministro e o líder do PSD mostram uma tendência de quebra neste indicador, que é mais evidente no segundo caso do que no primeiro.


Os resultados deste Barómetro estão disponíveis aqui e aqui a Ficha Metodológica. (fonte: Marktest, Abril de 2008)

São Bento: Partidos recebem mais 900 mil euros...

Diz o "Correio da Manhã" que "o conselho de administração da Assembleia da República aprovou ontem um orçamento suplementar para actualizar os subsídios indexados ao Salário Mínimo Nacional (SMN). Entre eles está a subvenção estatal anual aos partidos. Isto significa que as forças políticas com assento parlamentar deverão receber, em 2008, cerca de 17 milhões de euros, contra 16 milhões em 2007: mais de 900 mil euros. Este aumento resulta da actualização do SMN de 403 euros para os 426, ou seja um aumento de 5,7 por cento. E como a Lei do Financiamento dos Partidos, de 2003, estipula que a subvenção anual pública dada pelo Estado tem por base 1/135 do SMN por cada voto obtido, a Assembleia da República irá, agora, votar estes valores em Plenário. Assim, cada voto representa, à luz da fórmula da Lei, 3,16 euros".

Assembleia da Madeira: PSD quer Comissão Eventual com 7+1+1

O Grupo Parlamentar do PSD anunciou hoje, a solicitação da Mesa do Parlamento madeirense, que a Comissão Eventual criada na sequência da aprovação de um requerimento do CDS/PP, deverá ter a composição idêntica à das demais comissões especializadas, ou seja, 7 deputados do PSD, 1 do PS e 1 dos restantes partidos da oposição (neste caso, não havendo entendimento, caberá sempre ao PCP, enquanto terceira força parlamentar a indicação de um representante). A instalação desta COMISSÃO EVENTUAL PARA O ESTUDO DO SUBSÍDIO DE INSULARIDADE, aprovada no passado dia 26 de Março, deverá ser estabelecida numa reunião de líderes que provavelmente reunirá na próxima semana.

Azares em patins...

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Açores: RTP e PSD não se entendem...

Segundo o "Açoriano Oriental" que cita a agência de informação Lusa, "o PSD considerou que os resultados das eleições regionais nos Açores, previstas para o final deste ano, podem ser "adulterados" pela alegada parcialidade da RTP, que acusou de protagonizar um "grave atentado à normalidade da vida democrática".“Não podemos esquecer que este ano há eleições nos Açores e os resultados eleitorais podem ser prejudicados, adulterados”, afirmou Agostinho Branquinho, porta-voz do PSD para a área da comunicação social. Agostinho Branquinho falava numa conferência de imprensa no Porto para comentar os dados do relatório da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), segundo os quais, na RTP/Açores, o PSD tem uma presença 43 por cento inferior ao valor de referência no noticiário nacional e 50 por cento inferior a esse valor no noticiário regional. Face a este quadro, o PSD revelou que vai enviar o relatório da ERC ao Presidente da República, por considerar que “a situação é grave e põe em causa a democracia”. Segundo o mesmo jornal, a direcção da RTP/Açores, liderada por Pedro Bicudo, "recusou as críticas do PSD de alegada parcialidade informativa, alegando que continuará a pugnar pelos princípios de "rigor e independência jornalística". "A Rádio e Televisão de Portugal nos Açores continuará a pugnar pelos princípios de rigor e independência jornalística e a reajustar progressivamente os tempos de cobertura jornalística ao estabelecido recentemente pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social", refere a direcção da televisão regional. O comunicado da estação pública açoriana surge na sequência de uma conferência de imprensa do PSD nacional, que considerou que os resultados das eleições regionais nos Açores, em Outubro, podem ser "adulterados" pela alegada parcialidade da RTP, a quem acusou de protagonizar um "grave atentado à normalidade da vida democrática". "Não podemos esquecer que este ano há eleições nos Açores e os resultados eleitorais podem ser prejudicados, adulterados", afirmou Agostinho Branquinho, porta-voz do PSD para a área da comunicação social".

Açores: César desafia PS a chamar "independentes"...

Li no "Açoriano Oriental" que "o líder do PS/Açores, Carlos César, defende que o partido deve chamar cidadãos sem filiação partidária aos lugares no Parlamento e no Governo Regional, numa aposta de abertura à sociedade.“O PS/Açores deve prosseguir na senda da abertura e disponibilidade à colaboração dos cidadãos sem filiação partidária, devendo chamá-los ao debate e aos lugares institucionais do Parlamento e do Governo”, refere a moção que Carlos César vai apresentar ao Congresso Regional de Abril. O documento disponível no site do PS/Açores será debatido no XIII Congresso Regional, agendado para 18, 19 e 20 de Abril, em Ponta Delgada, depois de Carlos César ter sido reeleito em directas, realizadas em Fevereiro, com 99,6 por cento dos votos. Intitulada “Fazer Sempre Mais, Sempre Melhor”, a moção do líder dos socialistas açorianos alerta para a necessidade de “descobrir novas maneiras de seduzir e envolver os cidadãos na vida política partidária”. Para isso, propõe uma “Parceria na Governação”, que passa por os cidadãos influenciarem e fiscalizarem as opções políticas fundamentais do partido e do governo. Na moção que começa com um poema de Manuel Alegre, Carlos César anuncia que o PS/Açores pretende realizar uma Conferência Anual sobre o Estado da Região, com a participação de vários sectores da sociedade para uma “monitorização das políticas governativas” no arquipélago. Depois de recordar o trabalho dos vários governos socialistas desde 1996, o documento aborda as eleições para a Assembleia da República e Parlamento Europeu, previstas para 2009".