sábado, abril 04, 2020

Evolução dos dados na RAM, RAA e DGS

Neste quadro podemos ver a evolução dos casos na Madeira e nos Açores conforme os dados divulgados pelo IASAUDE na Madeira, Autoridade Regional de Saúde nos Açores e DGS em Lisboa, desde 17 de Março até hoje, para que as pessoas percebam a própria evolução da divergência entre a DGS e o IASAUDE

Austrália cientistas anulam Covid-19 com uso de medicamento


Os testemunhos de três pessoas que recuperaram de Covid-19

Situação na Madeira (4 de Abril de 2020)

fonte: IASAUDE
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Resumo da conferência de imprensa de hoje, 4 de Abril, no IASAUDE:
- a Madeira apresenta hoje um novo caso.
- dos 289 casos speitos analisados desde 29 de Fevereiro, 242 deram negativos.
- Há 2 casos pendentes que aguardam, os resultados laboratoriais
- quanto ao novo caso, trata-se de uma mulher entre os 20 e os 29 anos de diade, que está grávida, que apresenta sintomas ligeiros, pelo que continua no seu domicílio comanhada pelos serviços médicos competentes e pelo seu obstetra
- Trata-se de uma situação de transmissão local, estando a ser investigado o percurso epidemiológico da doente em causa para identificar contacos havidos e origem da transmissão. Foi um caso confirmado hoje pelo que o traablho aidbna decorre
- A RAM já recebeu os primeiros 15 mil testes do "pacote" nacional aguardando ainda os 100 mil comprados nos EUA cuja primeira remessa chega ao Funchal na próxima semana
- continuam dois doentes internados, uma mulher que  está estável e na unidade de internamento Covid19. O outro doente, do sexo masculino, viu o seu estado de saúde agravar-se esta noite, estando internado na unidade de cuidados intensivos da referida unidade e ventilhado.
- dos 41 casos na RAM, 28 estão em casa e os restantes nas undidades hoteleiras designadas
- a Madeira conheceu hoje o primeiro caso de uma doente recuperada, uma das turistas estrangeiras (holandesas) que  foram infectadas numa unidade hoteleira. A doente estava na Quinta do Lorde e depois dos testes adequados foi considerada curada podendo regressar ao seu pais
- há 631 pessoas em vigilância activa, incluindo os 5 profissionais de saúde e os 210 bomberios do Porto Santo. Destes, 274 estão em unidades hoteleiras, 26 no Praia Dourada, 95 na Quinta do Lorde e 153 no Vila Galé
- 282 pessoas em vigilância passiva ou autoviligância, número infertior aos anteriores devido ao final do peróodo de quarentena a que algumas pessoas foram sujeitas.
- o IASAUDE confirmou que 16 sem abrigo transferidos para o Pavilhão dos Trabalhadores fizeram testes e que todos deram resultados negativos
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Nota: a conferencia de imprensa ficou marcada por uma questão polémica colocada por um jornalista sobre divergências de médicos no HNM relativamente a critérios adoptados internamente  na gestão desta situação - o SRS não respondeu ao assunto considerando-o uma "denúncia". Um outro jornalista revelou a falta de camas no HNM situação que terá obrigado 12 doentes a ficarem ontem à espera de cama nos serviços hospitalares, algo que o SRS não confirmou nem desmentiu mas admitiu ser normal que nesta conjuntura aconteça. Outro jornalista revelou ter informações que as infectada hoje anunciada tinha sintomas há 10 dias e que a situação foi desvalorizada, mas o SRS não respondeu, alegando que só dará informação com base nos resultados dos delegados de saúde. Nesta fase de perguntas o SRS negou que a distribuição de equipamentos de protecção aos profissionais de saúde esteja a ser alvo de racionamento...

Sete profissionais de saúde morreram com Covid-19 no Reino Unido


Situação na Itália (4 de Abril de 2020)

fontes oficiais

Mulheres e homens têm dias específicos para ir à rua no Panamá


Os Rostos que combatem a Pandemia em Portugal


Profissionais de saúde espanhóis dizem-se esgotados e com medo


Brasil: Transportes públicos circulam cheios no Rio de Janeiro

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Tensão entre Bolsonaro e ministro da Saúde preocupa os brasileiros

OMS preocupada com a mortalidade dos mais novos


Países mais pobres e com sistemas de saúde fragilizados estão mais vulneráveis


Médicos suecos acham perigosa a falta de medidas de isolamento



OMS e FMI avisam para as consequências económicas da pandemia


Nápoles saiu às ruas: que tipo de quarentena é esta


Covid-19. Investigadores testam novas terapêuticas


França acusa EUA de inflacionarem preços de material hospitalar


Centenas de especialistas estão a criar um ventilador


Austrália vai começar a testar duas vacinas


Covid19: situação em Portugal (4 de Abril de 2020)

fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Situação em Espanha (4 de Abril de 2020)

fontes oficiais

Evolução da situação em Portugal

Evolução dos infectados em Portugal (anunciados diariamente de manhã pela DGS):
4 de Março: 6 casos
5 de Março: 9
6 de Março: 13
7 de Março: 21
8 de Março: 30
9 de Março: 39
10 de Março: 41
11 de Março: 59
12 de Março: 78
13 de Março: 112
14 de Março: 169
15 de Março: 245
16 de Março: 331
17 de Março: 448
18 de Março: 642 (2 mortos)
19 de Março: 785 (3)
20 de Março: 1.020 (6)
21 de Março: 1.280 (12)
22 de Março: 1.600 (14)
23 de Março: 2.060 (23)
24 de Março: 2.662 (33)
25 de Março: 2.995 (43)
26 de Março: 3.544 (60)
27 de Março: 4.268 (76)
28 de Março: 5.170 (100)
29 de Março: 5.962 (119)
30 de Março: 6.408 (140)
31 de Março: 7.443 (160)
1 de Abril: 8.251 (187)
2 de Abril: 9.034 (209)
3 de Abril: 9.886 (246)

4 de Abril: 10.524 (266)

Situação em Portugal (4 de Abril de 2020)

fonte: DGS

Evolução da situação mundial (4 de Abril de 2020)

Cenário mundial a 4 de Abril (manhã):

- 1.123.024 infectados (278.458 nos EUA, 82.543 na China, 119.827 na Itália e 124.736 em Espanha)
- 228.006 curados (76.942 na China, 30.513 em Espanha e 19.758 na Itália)
- 59.884 mortes (14.681 na Itália e 11.198 em Espanha)

sexta-feira, abril 03, 2020

Evolução da situação em Portugal

Evolução dos infectados em Portugal (anunciados diariamente de manhã pela DGS):
4 de Março: 6 casos
5 de Março: 9
6 de Março: 13
7 de Março: 21
8 de Março: 30
9 de Março: 39
10 de Março: 41
11 de Março: 59
12 de Março: 78
13 de Março: 112
14 de Março: 169
15 de Março: 245
16 de Março: 331
17 de Março: 448
18 de Março: 642 (2 mortos)
19 de Março: 785 (3)
20 de Março: 1.020 (6)
21 de Março: 1.280 (12)
22 de Março: 1.600 (14)
23 de Março: 2.060 (23)
24 de Março: 2.662 (33)
25 de Março: 2.995 (43)
26 de Março: 3.544 (60)
27 de Março: 4.268 (76)
28 de Março: 5.170 (100)
29 de Março: 5.962 (119)
30 de Março: 6.408 (140)
31 de Março: 7.443 (160)
1 de Abril: 8.251 (187)
2 de Abril: 9.034 (209)
3 de Abril: 9.886 (246)

Evolução da situação mundial (3 de Abril de 2020)

Cenário mundial a 3 de Abril (manhã):

- 1.011.490 infectados (242.182 nos EUA, 84.788 na China, 115.242 na Itália e 112.065 em Espanha)
- 210.186 curados (76.565 na China, 26.743 em Espanha e 18.278 na Itália)
- 52.863 mortes (13.915 na Itália e 10.348 em Espanha)

Cenário mundial a 3 de Abril (tarde):

- 1.083.084 infectados (266.671 nos EUA, 82.511 na China, 119.827 na Itália e 117.710 em Espanha)
- 225.422 curados (76.760 na China, 30.513 em Espanha e 19.758 na Itália)
- 58.243 mortes (15.681 na Itália e 10.935 em Espanha)

Situação na Madeira (3 de Abril de 2020)

fonte: IASAUDE

Covid19: situação em Portugal (3 de Abril de 2020)

fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Situação em Itália (3 de Abril de 2020)

fontes oficiais

Situação em Espanha (3 de Abril de 2020)

fontes oficiais

Situação em Portugal (3 de Abril de 2020)

fonte: DGS

quinta-feira, abril 02, 2020

Açores: Cordão sanitário para conter propagação da Covid-19 na ilha de S. Miguel


Covid-19: Padre de São Romão do Coronado oferece 80 mil euros


Intervenção de Rui Rio no debate do Estado de Emergência


Rui Rio: “A banca não pode querer ganhar dinheiro com isto”


Costa: "Vamos sair mais pobres e mais frágeis do ponto de vista económico"


No norte de Itália morreu o dobro de pessoas...


Situação na Madeira (2 de Abril de 2020)

fonte: IASAUDE

Novo coronavírus poderá custar 700 mil milhões por trimestre


Situação na Itália (2 de Abril de 2020)

fontes oficiais

Doentes quebram isolamento sem realizar segundo teste


Usar máscara sim ou não? Escolas Médicas recomendam o uso


OMS quer ver assegurados equipamentos de proteção aos profissionais de saúde


Covid-19 há mais de seis mil profissionais de saúde infectados. E na Madeira?


Áustria obriga ao uso de máscaras nos supermercados


Banco Mundial prevê danos nas economias de todos os países


Covid19: 24 horas na vida de uma médica


Espanha: "Se há um ventilador disponível temos de escolher a quem o vamos dar"


Vacina pode estar disponível no início de 2021


Covid19: situação em Portugal (2 de Abril de 2020)

fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Os testemunhos de quem sobreviveu à Covid-19

Pandemia de Covid-19 cilindra férias


Robô enfermeiro trata doentes com coronavírus em Itália


Dubai transforma-se em cidade fantasma no primeiro dia de isolamento


Evolução da situação nacional

Evolução dos infectados em Portugal (anunciados diariamente de manhã pela DGS):
4 de Março: 6 casos
5 de Março: 9
6 de Março: 13
7 de Março: 21
8 de Março: 30
9 de Março: 39
10 de Março: 41
11 de Março: 59
12 de Março: 78
13 de Março: 112
14 de Março: 169
15 de Março: 245
16 de Março: 331
17 de Março: 448
18 de Março: 642 (2 mortos)
19 de Março: 785 (3)
20 de Março: 1.020 (6)
21 de Março: 1.280 (12)
22 de Março: 1.600 (14)
23 de Março: 2.060 (23)
24 de Março: 2.662 (33)
25 de Março: 2.995 (43)
26 de Março: 3.544 (60)
27 de Março: 4.268 (76)
28 de Março: 5.170 (100)
29 de Março: 5.962 (119)
30 de Março: 6.408 (140)
31 de Março: 7.443 (160)
1 de Abril: 8.251 (187)
2 de Abril; 9.034 (209)

Espanha: Hospitais têm instruções para investir em salvar os mais jovens


Suécia continua com medidas pouco severas para lidar com o virus


À procura de tratamento para o coronavírus


Doentes quebram isolamento sem realizar segundo teste


Madeira garante 880 euros por mês a trabalhadores independentes


Medicamentos contra a Malária combatem a Covid-19


Número de jovens a morrer com Covid-19 tem vindo a aumentar


TVI esteve no centro de atendimento para doentes com Covid-19 do Hospital Curry Cabral, em Lisboa


Neste hospital de Nápoles, nenhum médico ou enfermeiro foi infetado pelo novo coronavírus


Governo pede parecer a especialistas da DGS sobre reabertura de escolas


Giacomoni morreu sozinho em Itália depois de ser infetado com Covid-19


Lisboa em tempos de pandemia, "ainda é Lisboa"


Pandemia Covid-19 complica viagens para a Madeira


Situação em Portugal (2 de Abril de 2020)

fonte: DGS

Nota: uma chamada de atenção ao HNM



Há uma coisa que eu não entendo: a Secretaria Regional dos Assuntos Sociais anuncia, e bem, um subsídio de risco para os profissionais que estão na primeira linha do combate ao Covid19, nomeadamente os que integram a chamada unidade especial criada no Hospital Nélio Mendonça. Nada a opor quanto a isso. O que se lamenta é critérios dúbios não sejam coerentes e uniformes. Porquê? Eu explico. Os profissionais dessa unidade covid19 estão devidamente protegidos e possuem todo o equipamento necessário ao seu trabalho. Mal seria que assim não fosse pelos riscos acrescidos que eventualmente correm. E os profissionais que estão nas urgências diárias no HNM em contacto com doentes que ali chegam e que nalguns casos podem ser potenciais fontes de contágio (e quantas suspeitas são apuradas e nem são noticiadas para evitar alarmismnos) sem que eles saibam nem os profissionais? Não há risco nenhum para quem está nas urgências diariamente? E quem é que decide e como é feita a distribuição diária de material de protecção dos profissionais de saúde na urgência hospitalar? Com o devido rtespeito não há um responsável pela enfermagem que deve tratar dos seus funcionários e um médico que deveria asusmir essa responsabilidade pertante os seus colegas médicos ali em servciço? E quem cuida dos asistentes operacioinais igualmente importantes e que dão apoio na uirgência? Centralizar essa tarefa de distribuição de equipamentos numa pessoa apenas é intolerável e um perigo além de que não é o melhor procedimento, nestes tempos mais exigentes e de maior pressão e ansiedade entre os profissionais. Esclareçam isso. Há ou não racionamento de equipamento de protecção nas urgências hospitalares? Há. Há ou não falta de algum equipamento essencial? Há. O DN-Masdeira coloca hoje o dedo na ferida e dos Açoers veio um aviso sério em seguimento de outros lançados pelas Ordens de Médicos e de Enfermeiros. Querem que médicos, enfermeiros e assistentes façam a mesma ameaça que ontem foi feita nos Açores, de paralisarem tudo até que seja garantido esse equipamento de protecção? É preciso chegar a esse ponto? E por amor de Deus, não pensem que a teoria e a prática são semelhantes. Há uma diferença, há sempre, entre esquemas traçados numa folha de papel e depois a execução no terreno, a realidade vivida nos serviços. E só o medo, porque há medo, é que impede que estas situações sejam denunciadas com mais frequência. Há medo que não pode haver, que não deve haver. Digamos que bem vistas as coisas, e dado que os profissionais de saúde nas urgências são destratados em termos de equipamentos disponíveis - seria bom que algum meio de  comunicação social tentasse saber do que se passa junto dos profissionais no terreno e de como é feito o racionamento na distribuição de protecção a quem está na urgência, para que não dependam apenas da lenga-lenga de conferências de imprensa e da ideia de um paraíso imaginário onde há tudo e tudo funciona em pleno.
O que ocorre é que os profissionais de saúde na urgência (e nos demais serviços?) para terem direito ao equipamento de protecção adequada - por exemplo falamos da diferença entre máscaras clínicas simples e as máscaras FP2 - precisam de se irritar ao ponto de haver a ideia entre eles de que mais vale se oferecerem para serem colocados na tal unidade especial do covid19 porque aí não estão tão vulneráveis a uma eventual infeção, dado que possuem, e bem, os equipamentos necessários a essa actividade.Há uma coisa que eu não entendo: a Secretaria Regional dos Assuntos Sociais anuncia, e bem, um subsídio de risco para os profissionais que estão na primeira linha do combate ao Covid19, nomeadamente os que integram a chamada unidade especial criada no Hospital Nélio Mendonça. Nada a opor quanto a isso. O que se lamenta é critérios dúbios não sejam coerentes e uniformes. Porquê? Eu explico. Os profissionais dessa unidade covid19 estão devidamente protegidos e possuem todo o equipamento necessário ao seu trabalho. Mal seria que assim não fosse pelos riscos acrescidos que eventualmente correm. E os profissionais que estão nas urgências diárias no HNM em contacto com doentes que ali chegam e que nalguns casos podem ser potenciais fontes de contágio (e quantas suspeitas são apuradas e nem são noticiadas para evitar alarmismos) sem que eles saibam nem os profissionais? Não há risco nenhum para quem está nas urgências diariamente? E quem é que decide e como é feita a distribuição diária de material de protecção dos profissionais de saúde na urgência hospitalar? Com o devido respeito não há um responsável pela enfermagem que deve tratar dos seus funcionários e um médico que deveria assumir essa responsabilidade perante os seus colegas médicos ali em serviço? E quem cuida dos assistentes operacionais igualmente importantes e que dão apoio na urgência? Centralizar essa tarefa de distribuição de equipamentos numa pessoa apenas é intolerável e um perigo além de que não é o melhor procedimento, nestes tempos mais exigentes e de maior pressão e ansiedade entre os profissionais. Esclareçam isso. Há ou não racionamento de equipamento de protecção nas urgências hospitalares? Há. Há ou não falta de algum equipamento essencial? Há. O DN-Madeira coloca hoje o dedo na ferida e dos Açores veio um aviso sério em seguimento de outros lançados pelas Ordens de Médicos e de Enfermeiros. Querem que médicos, enfermeiros e assistentes façam a mesma ameaça que ontem foi feita nos Açores, de paralisarem tudo até que seja garantido esse equipamento de protecção? É preciso chegar a esse ponto? E por amor de Deus, não pensem que a teoria e a prática são semelhantes. Há uma diferença, há sempre, entre esquemas traçados numa folha de papel e depois a execução no terreno, a realidade vivida nos serviços. E só o medo, porque há medo, é que impede que estas situações sejam denunciadas com mais frequência. Há medo que não pode haver, que não deve haver. Digamos que bem vistas as coisas, e dado que os profissionais de saúde nas urgências são destratados em termos de equipamentos disponíveis - seria bom que algum meio de comunicação social tentasse saber do que se passa junto dos profissionais no terreno e de como é feito o racionamento na distribuição de protecção a quem está na urgência, para que não dependam apenas da lenga-lenga de conferências de imprensa e da ideia de um paraíso imaginário onde há tudo e tudo funciona em pleno.
Mas a vida hospitalar não se limita a essa unidade, nem à teoria deslocada do "mundo covid19". Não há nada disso, há um mundo real para além dessa linha, há uma realidade e um ambiente hospitalar que sendo agora mais exigente e suscitar mais preocupações - devido a uma pandemia que implica medidas especiais que não podem ser segregacionistas, em termos de quererem catalogar profissionais de 1º, 2º ou 3º níveis ditados em função de critérios de avaliação de risco diferentes que não fazem sentido.
Não, não é do caos, as coisas funcionam, as pessoas estão mobilizadas, empenhadas, conscientes dos seus deveres mas apreensivas com este receio em torno da falta de material de protecção adequadamente distribuído a quem está de serviço e em contacto com doentes que chegam aos serviços por via das urgências. O HNM não passou a ter uma porta apenas de entrada de doentes, nem os doentes que ali vão são todos com suspeitas de covid19. A esmagadora maioria não tem nada a ver com a pandemia, graças a Deus. Mas pode haver entre esses riscos potenciais que são detectados muitas vezes durante uma consulta, um exame, etc. Aliás era bom que alguém interrogasse os participantes na conferência de imprensa do IASAUDE sobre isto: quantos profissionais de saúde estiveram em quarentena com suspeita de infecção, quantos deles fizeram testes e deram positivos (e neste caso quantos estão entre os casos confirmados) e quais os serviços hospitalares a que esses profissionais de saúde pertencem. Com esses dados - que eu sei que não vos darão - é fácil entender a razão e acuidade deste meu post que aqui fica para memória futura. Sem exageros, sem alarmismos, sem, manipulação, sem colocar em causa as boas intenções de quem lidera, sem questionar o esforço da administração hospitalar em dotar os serviços do que precisam e é necessário. Mas não se distorça a realidade. Há insuficiências, ponto. Faço-o apenas com verdade, factualidade e à cautela. Resta às pessoas acreditarem ou não no que escrevo assumindo toda a responsabilidade pelo que escrevo (LFM)

Nota: uma vez mais recomendo que vejam o video sobre o Hospital em Nápoles, sobre a gestão do mesmo. É sempre importante saber o que fazem lá fora, mesmo no meio de uma tempestade como a que a Itália está a passar

Rui Rio: Se a banca apresentar lucros avultados em 2020 e 2021, esses lucros serão uma vergonha


Situação na Espanha (2 de Abril de 2020)

fontes oficiais

quarta-feira, abril 01, 2020

Situação na Madeira completa (1 de Abril de 2020)

fonte: IASAUDE

Situação na Madeira (1 de Abril de 2020)

fonte: IASAUDE

Situação na Itália (1 de Abril de 2020)

fontes oficiais

Covid19: situação em Portugal (1 de Abril de 2020)

fonte: Jornal Económico, Mário Malhão

Covid-19: Mais de 80% dos portugueses considera que estamos melhor preparados do que Espanha ou Itália

Mais de 80% dos portugueses considera que o país está melhor ou igualmente preparado para fazer face a esta pandemia, quando comparado como a nossa vizinha Espanha ou até mesmo com Itália ou o Reino Unido. segundo apurou o Barómetro de Opinião covid-19 da Marktest, divulgado esta terça-feira. À pergunta: Considera que Portugal se encontra melhor preparado, igual ou pior que outros países como Itália, Espanha, França, Alemanha ou Reino Unido para fazer face à covid-19?, os portugueses não têm grandes dúvidas. Apenas quando a comparação se faz com a Alemanha, é que cerca 50% dos portugueses reconhecem que estão pior preparados.
De acordo com os resultados da última sondagem, que visa acompanhar as opiniões, os comportamentos e percepções dos portugueses face à pandemia, entre os seus maiores receios estão a possibilidade de serem contaminados (para um terço dos inquiridos, cerca de 33,3%), a falência do Serviço Nacional de Saúde  (19,1%) e a falência da economia portuguesa (15,4%).

Covid-19: Portugal salta para o 16.º lugar dos países com mais casos

Os números de infectados pelo novo coronavírus, responsável pela Covid-19, são já 823.479 – já muito próximo de um milhão, barreira que provavelmente será ultrapassada ainda esta semana. O país mais afectado nesta frente continua a ser os Estados Unidos, com 175.067 casos, seguindo-se Itália com 105.792 e Espanha com 94.417 doentes. A China, o epicentro da pandemia de Covid-19, regista agora 82.278 casos de infecção pelo novo coronavírus. Quando às mortes, o total é já de 40.636. Itália e Espanha vão à frente, com 12.428 e 8.269 vítimas mortais, respectivamente. Na China houve, até agora, 3.187 óbitos, em França 3.024 e no Irão 2.898.  Há, no entanto, a registar que existem 174.019 recuperados, embora ainda não tenha sido possível achatar a curva dos mortos e dos novos casos de infecção. No meio disto tudo, Portugal saltou hoje para o 16.º lugar dos países com mais casos de infecção por Covid-19. Segundo dados da Direção-Geral da Saúde, há já registo de 160 mortes, mais 20 do que na segunda-feira, e estão confirmados 7.443 casos de infecção (Executive Digest)

Venezuela: Guaidó busca retomar la iniciativa en medio de la pandemia

La emergencia del coronavirus ha sacudido la profunda crisis política de Venezuela. El país afronta la pandemia con un sistema sanitario diezmado por la mala gestión y la falta de recursos, mientras millones de personas no pueden permitirse cumplir la cuarentena decretada por las autoridades porque sus ingresos dependen de la economía informal y necesitan salir para abastecerse. La gravedad de la situación ha reactivado la iniciativa del jefe del legislativo, Juan Guaidó, que planteó la conformación de un Gobierno de unidad nacional sin la presencia de Nicolás Maduro.
Se trata de la primera vez que el líder opositor, que lleva más de un año de pulso con el mandatario chavista, propone con claridad un acuerdo entre todas las fuerzas políticas. Su referencia habitual a un Gobierno de transición y a unas elecciones con garantías no podía concretarse al margen del consenso político. Esa idea siempre fue implícita. Pero al mismo tiempo era un tabú, sobre todo para el ala más radical de la oposición, que no ha dejado de demandar una intervención de Estados Unidos.

Venezuela: Un arsenal de armas, un exgeneral chavista y un relato lleno de incógnitas

Un hombre con camisa azul claro y pantalón oscuro camina por la pista del aeropuerto de Barranquilla rodeado de funcionarios colombianos y estadounidenses. Ocurrió el pasado viernes. A media tarde, se formaliza la entrega y Clíver Alcalá Cordones sube a un avión enviado por Washington. Horas antes, el Departamento de Justicia lo había incluido en una lista de 12 dirigentes chavistas acusados de narcotráfico junto a Nicolás Maduro y a la cúpula del régimen venezolano. La Administración de Donald Trump ofrecía 10 millones dólares por su cabeza, aunque según la Fiscalía colombiana todavía “no existía orden de captura ni solicitud con fines de extradición”. Con esta información todo encajaba en el esquema de confrontación entre Estados Unidos y Caracas. Pero las últimas declaraciones de Alcalá antes de pasar voluntariamente a disposición de las autoridades arrojan una historia más nebulosa, y llena de lagunas, en la que se mezclan un arsenal de armas y una supuesta conspiración para derrocar a Maduro. Este lo considera un hecho probado y este lunes, en una carta dirigida a la comunidad internacional, lo calificó abiertamente de “agente estadounidense”.

Encerrados sin ahorros ni provisiones: así sobrevive Venezuela en cuarentena

Hasta hace dos semanas, Gerson Hernández sacaba una mesa frente a su casa en el barrio El Cementerio en Caracas y vendía cuadernos y útiles escolares. Con el coronavirus y la suspensión de las clases cambió de ramo. Ahora vende mortadelas y lo hace desde el interior. Pese a los gritos que da desde su casa para ofrecer el nuevo producto, el frenazo que ha impuesto la cuarentena decretada en todo el país, ha abierto un agujero en sus finanzas. Antes de que la vida cambiara para todos, cuando la Covid-19 era un problema solo de China, cada semana podía ganar siete millones de bolívares, menos de 100 dólares (93 euros), que le alcanzaban para alimentar a su esposa y sus dos hijas. Esta semana los ingresos no llegan a los 25 dólares (23 euros).
México declara la emergencia sanitaria y la suspensión de actividades hasta el 30 de abril
Hernández tiene 55 años. Con unos estudios universitarios a medias, ha vivido toda la vida en la economía informal, de la que depende más del 60% de los venezolanos y a la que se han sumado incluso los trabajadores del sector público, cuyos bajos salarios los obligan a buscar nuevas fuentes de ingresos. Ha estado quebrado varias veces y ha vuelto a estabilizarse para vivir al día. Un tiempo aspiró a tener una tienda propia, pero no pudo; sabe lo que es esperar sin nada en el bolsillo a que las ventas reproduzcan el dinero gastado en mercancía, como hizo la misma semana que detectaron los primeros casos y él estaba en Cúcuta buscando provisiones para el negocio; dice que hace magia. “Con dos cuadernos que venda compro un pan”. Ahora ve el panorama oscuro. “La cosa no parece fácil, por lo que se ha visto en otros países yo creo que esto va a ser para rato, pero fui a Catia hace tres días y eso está normal, el comercio tiene mucho movimiento, y la gente, sin tapabocas”, dice preocupado. Él consiguió cuatro mascarillas regaladas para su familia para pasar la epidemia.

Covid19: evolução da situação nacional

Evolução dos infectados em Portugal (anunciados diariamente de manhã pela DGS):
4 de Março: 6 casos
5 de Março: 9
6 de Março: 13
7 de Março: 21
8 de Março: 30
9 de Março: 39
10 de Março: 41
11 de Março: 59
12 de Março: 78
13 de Março: 112
14 de Março: 169
15 de Março: 245
16 de Março: 331
17 de Março: 448
18 de Março: 642 (2 mortos)
19 de Março: 785 (3)
20 de Março: 1.020 (6)
21 de Março: 1.280 (12)
22 de Março: 1.600 (14)
23 de Março: 2.060 (23)
24 de Março: 2.662 (33)
25 de Março: 2.995 (43)
26 de Março: 3.544 (60)
27 de Março: 4.268 (76)
28 de Março: 5.170 (100)
29 de Março: 5.962 (119)
30 de Março: 6.408 (140)
31 de Março: 7.443 (160)
1 de Abril: 8.251 (187)

Choque entre navio português e lancha da marinha venezuelana "é um incidente que não deve perturbar as relações de Estado", diz Augusto Santos Silva

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, disse hoje à Lusa que existe disponibilidade para investigar o incidente entre um navio com pavilhão português e uma lancha da Marinha de Guerra venezuelana rejeitando tratar-se de um incidente entre Estados. "O incidente que envolveu um navio privado sob pavilhão português e uma lancha da Marinha da Venezuela não é um incidente entre Estados e o que os Estados devem fazer é colaborarem entre si para que a verdade seja apurada. Do ponto de vista do Estado português há toda a disponibilidade para essa colaboração", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros.
O Ministério da Defesa da Venezuela anunciou na terça-feira que um navio da Marinha venezuelana naufragou na segunda-feira após uma colisão com o cruzeiro de bandeira portuguesa “Resolute”, a norte da ilha de La Tortuga, localizada a 181 quilómetros a nordeste de Caracas.

Venezuela: Maduro acusa navio cruzeiro português de acto de «terrorismo e pirataria»

O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou o cruzeiro de bandeira portuguesa Resolute de ter realizado um acto de «terrorismo e pirataria» contra um barco da Marinha venezuelana que se afundou segunda-feira, após colidirem, revela a “Lusa”. Nicolás Maduro instou as autoridades do Curaçau, onde o barco está ancorado, a investigar este alegado «acto de pirataria internacional». «Há que rever todos os protocolos para atender este tipo de casos, porque se aplicou um protocolo em condições normais de paz, que se aplica no direito internacional», que se «convidou a ir até um porto de Margarita (ilha venezuelana) e seria acompanhado em paz e tranquilidade», disse esta terça-feira à noite.
Nicolás Maduro falava no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, durante a activação do Conselho de Estado para debater sobre soluções para combater a pandemia da Covid-19 e condenar a recente proposta dos Estados Unidos para formar um Governo de transição para a Venezuela.

DGS admite 9.500 infetados em reunião com elite

A Direção-Geral da Saúde (DGS) admitiu esta terça-feira, durante uma sessão técnica, na sede do Infarmed, onde estiveram o Presidente da República, o primeiro-ministro, epidemiologistas, líderes partidários, parceiros sociais e conselheiros de Estado, que há mais três mil infectados por diagnosticar. A notícia é avançada pelo “Observador”, que cita fonte partidária. «Ninguém faz ideia do que pode acontecer a seguir», disse a mesma fonte, resumindo que reina a incerteza entre especialistas, médicos e elite política. O pico da pandemia em Portugal «pode até já ter acontecido», terão dito os peritos a Marcelo Rebelo de Sousa, ou pode ser no final de Maio/início de Junho. Neste momento, ninguém sabe. «[Os peritos] estão com vontade de mostrar alguma esperança, mas estão muito cautelosos ao mesmo tempo», faz ainda notar.

Situação completa na Madeira (31.3.2020)

fonte: IASAUDE

Situação em Portual (1.4.2020)

fonte: DGS

Situação em Espanha (1.4.2020)

fontes oficiais

Notas: as perguntas que eu gostaria de fazer à SRS

As perguntas que eu gostaria de fazer numa conferência de imprensa dedicada a esta pandemia (a minha carteira profissional devidamente actualizada nº 134-A só a perderei quando iniciar a tal grande viagem):

- os testes encomendados pela RAM aos EUA já chegaram à Madeira?
- se os testes não chegaram ainda à RAM, quantos existem em stock?
- quem coordena na RAM as orientações em matéria de testes? Quais são as diretrizes concretas para esta matéria específica?
- qual o custo de cada teste, quer na compra, quer no final da linha depois da sua aplicação e apuramento de dados? A minha questão tem a ver apenas com a necessidade de percebermos se faz ou não sentido falarmos em racionamento na sua utilização - questão recorrentemente suscitada nas conferências de imprensa da DGS - ou há tão somente critérios de racionalidade. Para isso é importante termos a noção do valor unitário dos testes
- É ou não verdade que havendo mais testes haverá naturalmente mais casos positivos? Será por causa disso que há um evidente e cauteloso recurso à realização de mais testes?
- que medidas foram tomadas nos lares de idosos da RAM? Quando lares privados estão em funcionamento e quantos dependem directamente do sector público? Qual a população neste momento utente dos lares de idosos?
- quanto tempo demora a conhecermos os resultados dos testes realizados e eles ficam imediatamente válidos ou essa validação depende de alguma entidade externa à RAM?
- no que toca ao tratamento e divulgação dos dados da pandemia existe alguma relação informática, ou alguma plataforma comum, entre a RAM e a DGS em Lisboa? Ou não há qualquer comunicação institucional e relação no que a esta matéria diz respeito
- A SRS tem conhecimento dos doentes naturais da Madeira que estejam no Continente comprovadamente afectados pelo Covid19? Isto na eventualidade de posteriormente pretenderem regressar à RAM
- se tem sido referido que a DGS inclui nos casos atribuídos diariamente à Madeira, doentes infectados, que estão no Continente mas que têm residência na Madeira, pergunta-se: alguns desses são estudantes? Por exemplo em 31 de Março a DGS deu 48 casos comprovados na RAM mas o IASAUDE deu apenas 42. Significa isto que há 6 doentes com residência na Madeira que estão infectados no Continente onde a positividade foi detectada?
- No caso dos doentes na Ponta do Sol - situação que depois teve relações com a Ribeira Brava devido a actividades profissionais e consequentes contactos pessoais e a relações familiares que não se limitaram apenas à Ponta do Sol - pergunta-se: logo que surgiu o primeiro caso naquela família (não sei quando foi) os demais membros do agregado e familiares mais próximos e com relações potencialmente verificáveis, foram imediatamente testados? Ou os casos foram surgindo em cadeia sem antecipação clínica (propiciada pelos testes)?
- o que significa em termos clínicos, e muito concretamente, sem meias-palavras, a expressão "vigilância activa", presumo que quase 800 casos na RAM? O que implica de facto em termos de procedimentos médicos?
- Porque estamos a falar para a opinião pública em geral, que tem que perceber "limpinho" o que as pessoas dizem, o que significam em termos médicos e de prevenção do covid19, os casos em "autovigilância"? Que procedimentos médicos são adoptados para estas situações, julgo que hoje mais de 1.700 na RAM?
- quais as encomendas da RAM em termos de material de protecção para profissionais de saúde, bombeiros e agentes da ordem pública? Quais as quantidades e que tipo discriminado de equipamento foi solicitado?
- Como é que a RAM tem acesso às compras que o Estado tem efectuado, de material clínico, nomeadamente o proveniente da China? É feita uma distribuição proporcional ou tem apenas a ver com a pressão dos casos positivos e dos casos sob vigilância?
- é ou não factual, e verdade, que não existe equipamento suficiente para ser distribuído aos profissionais de saúde, nomeadamente viseiras, óculos, toucas, batas clínicas, máscaras tipo fp2 e fp3, para uso mais prolongado e em situações potencialmente mais vulneráveis, luvas clínicas e máscaras de protecção das ditas "normais" e de uso mais pontual?
- Os bombeiros, profissionais da EMIR e agentes da ordem, chamados a maior intervenção social, tem ao seu dispor equipamentos de protecção suficientes? Quais as quantidades distribuídas e que tipo de equipamento foi enviado?
- Existe algum plano B, C, ou D. e apenas em caso de agravamento (hoje há apenas 6 profissionais de saúde sob vigilância) que preveja locais de acolhimento destinados a esses profissionais caso sejam testados positivos e que precisam de manter-se em isolamento obrigatório durante um determinado período de tempo que não nas suas casas em contacto potencial com terceiros?
- Nos 42 casos confirmados em 31.3.2020, quantos são profissionais de saúde? Quantos estão nos escalões etários inferiores a 25 anos? Os casos de profissionais de saúde sob vigilância ou eventualmente positivados (?) pertencem todos apenas à unidade especial Covid19 do Hospital Nélio Mendonça ou trabalham noutras áreas clínicas no hospital em causa?
- No hospital dos Marmeleiros a situação está controlada dado que estão lá internados doentes com várias sintomatologias e de uma maneira geral com mais idade?
- Há bombeiros, profissionais da EMIR ou agentes da ordem na RAM que tenham sido positivos ou estejam sob vigilância activa? Quantos?
- A chamada quarentena obrigatória obriga à realização de testes clínicos a todos os que se encontram nessa situação? Qual o balanço até este momento? Quantos testes foram realizados e quantos positivos, caso tenha havido? Os emigrantes oriundos de países com situações graves de infeção, nomeadamente França ou Reino Unido, são alvo de acompanhamento especial ou não?
- Uma informação médica para desmontar mitos e evitar libertinagem comportamental: a quarentena obrigatória e a eventual realização de testes (não positivos) não garante imunidade a ninguém?
- Quantos casos foram relatados pelas autoridades policiais de tentativas de fuga à quarentena obrigatória?
- quantas pessoas estão adstritas à task force do Covid19 criada no HNM? Quais as especialidades dos médicos envolvidos neste serviço? E quantos profissionais estão em segunda linha caso seja necessário (médicos, enfermeiros, assistentes operacionais, etc)? Esses profissionais beneficiam de subsídio de risco como faria todo o sentido?
-     Gostaria de saber como é feito o controlo, e por quem, dos doentes positivos que ficam em isolamento nas suas residências por apresentarem sintomas ligeiros, na versão oficial do IASAUDE
- É ou não verdade que a PSP já foi obrigada a intervir em pelo menos 3 casos de doentes confinados em casa - não identifico os locais por opção pessoal de reserva - que pretendiam furtar-se ao isolamento pondo em perigo terceiros?
- Confirma-se que os autarcas dos concelhos onde já há casos, não conhecem a identidade e morada dos doentes afectados mantendo o compromisso de confidencialidade? Essas informações são passadas para a PSP para efeitos de controlo efectivo dos doentes confinados em casa?
- Depois das declarações do autarca de Machico, desmentindo o SRS, pergunto afinal que tipo de relações existem entre o GRM e as Câmaras Municipais, e para quê concretamente? É verdade que há autarcas que se queixaram ao GRM de saberem de decisões tomadas envolvendo os seus concelhos apenas pelos meios de comunicação social?
- Não seria recomendável que esses doentes que se encontram nas suas casas fossem todos transferidos para uma unidade hoteleira em nome da precaução e do pragmatismo? Ou não há perigos médicos que o justifiquem? Confirma-se ou não que houve um médico chinês que referiu que esse foi o maior erro cometido em Itália, terem mantido em casa doentes que os testes revelaram positivos?
- A SRS está na posse de todo o percurso dos doentes positivos antes de reterem sido detectados como tal? Onde estiveram, com quem estiveram, que outros contactos tiveram, etc?
- Que garantias existem de que esses doentes estarão efectivamente em isolamento total nas suas residências sem oferecerem perigo de contágio potencial a terceiros?
- Os 80 mais 23 ventiladores que vão chegar - revelação em 31 de Março - são suficientes para o SRS da Madeira?
- Depois de controlada a pandemia e deixarem de ser necessárias, as unidades hoteleiras da RAM usadas para confinamentos e quarentenas serão obrigatoriamente objecto de tratamento desinfectante e de limpeza? Que tipo de tratamento? Não oferecerão riscos potenciais futuros aos utentes devido ao tempo de vida curto do vírus em superfícies mais contamináveis?