A jovem Rubina Berardo, da JSD, foi a única delegada, entre os quase 40 oradores de sábado, que abordou claramente a questão da alteração das cores dos símbolos e da cor do partido. Segundo ela, o PSD tem as suas cores, as suas setas, e não se pode incomodar ou envergonhar com isso. Rubina, por sinal grávida, encontrou a força suficiente para uma afirmação, tranquila, da coerência contra as tontices com que alguns "pintores" sonham descaracterizar o partido julgando que com isso ganham eleições. Sobre esta questão registei também a intervenção de Francisco Jardim Ramos, logo no início: "que grande partido é este, que grande partido é este que não esconde nem as suas setas, nem as suas cores". Parabéns a ambos pela coragem. As coisas têm que ser ditas nos locais próprios, como é o caso dos Congressos.
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