Maria José Nogueira Pinto, do CDS/PP, publica hoje no DN de Lisboa um artigo de opinião no qual refere: "Que a Madeira faz parte integrante da República, é um facto. Que Alberto João Jardim, ao longo de todos os governos, sem questionar esse facto, questionou e questiona, com frenética energia, a República, é outro facto. Acontece que, desta vez, a Madeira se limitou a dizer de forma mais audível aquilo que vai sendo dito por toda a República: a Lei do Aborto, discutida e aprovada pela Assembleia da República, promulgada pelo Presidente da República, publicada e em vigor, é de problemática aplicação porque todo este processo legislativo foi atabalhoado e leviano.Não está já em causa a liberalização do aborto, questão essencial que foi discutida e votada no âmbito de um processo referendário. É também certo que nem os defensores do "não" nem os defensores do "sim" mudaram o seu entendimento ético sobre o valor ou desvalor da vida humana. Tal não aconteceu no primeiro referendo com a vitória do "não", nem no segundo, com a vitória do "sim". Ler tudo aqui.
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