Guerra de quotas e filiações
A direcção do PSD acusa os apoiantes de Menezes de fazerem pagamentos de quotas “por atacado”, violando os estatutos do partido. Guilherme Silva, do Conselho de Jurisdição (CJN), explica que “estão proibidos os pagamentos em massa porque isso era uma golpada frequente de candidatos que queriam comprar votos”. O caso mais notório é o da presidente da secção de Algés, Helena Lopes da Costa, destacada menezista que pagou por transferência bancária as quotas de 23 pessoas. Mas só em Lisboa já foram recusados pela secretaria-geral, pela mesma razão, pagamentos relativos às quotas de mais de 500 militantes. Lopes da Costa assume que o fez para facilitar um processo que, diz, “é muito complicado e só serve para impedir as pessoas de votar” - e fala em militantes que não têm multibanco ou cheques ou não querem fazer transferências bancárias ou não estão dispostos a pagar um vale postal, as quatro formas de pagamento autorizadas. E ainda desfia casos de militantes que receberam códigos inválidos para o pagamento por multibanco, embora na sede se desconheçam queixas deste teor. Mas também processos de novas adesões estão a causar polémica. Marco Almeida, presidente da secção de Agualva-Cacém, acusa a secretaria-geral de “recusar deliberadamente a admissão de novos militantes” propostos por esta estrutura, só porque é afecta a Menezes. Segundo contou ao Expresso, de um conjunto de 16 processos de novos militantes enviados para a sede a 9 de Maio, metade foram recusados, apesar de estarem assinados e acompanhados pelo BI dos requerentes: cinco por não terem a ficha de adesão completa, três porque os supostos novos militantes, quando contactados pela sede, disseram desconhecer o pedido de adesão. Marco Almeida explica que, no primeiro caso, os dados em falta não são obrigatórios. E no segundo, garante ter declarações assinadas pelos candidatos a militantes, que juram querer filiar-se. “A secretaria-geral levanta a suspeita sobre uma estrutura local, e o seu presidente, que teria, no limite, falsificado um documento”, diz. “Nunca vi nada assim. É como se houvesse na sede um lápis azul da censura a dizer que estruturas locais podem inscrever militantes”. (fonte: F.S.C., Expresso)
A direcção do PSD acusa os apoiantes de Menezes de fazerem pagamentos de quotas “por atacado”, violando os estatutos do partido. Guilherme Silva, do Conselho de Jurisdição (CJN), explica que “estão proibidos os pagamentos em massa porque isso era uma golpada frequente de candidatos que queriam comprar votos”. O caso mais notório é o da presidente da secção de Algés, Helena Lopes da Costa, destacada menezista que pagou por transferência bancária as quotas de 23 pessoas. Mas só em Lisboa já foram recusados pela secretaria-geral, pela mesma razão, pagamentos relativos às quotas de mais de 500 militantes. Lopes da Costa assume que o fez para facilitar um processo que, diz, “é muito complicado e só serve para impedir as pessoas de votar” - e fala em militantes que não têm multibanco ou cheques ou não querem fazer transferências bancárias ou não estão dispostos a pagar um vale postal, as quatro formas de pagamento autorizadas. E ainda desfia casos de militantes que receberam códigos inválidos para o pagamento por multibanco, embora na sede se desconheçam queixas deste teor. Mas também processos de novas adesões estão a causar polémica. Marco Almeida, presidente da secção de Agualva-Cacém, acusa a secretaria-geral de “recusar deliberadamente a admissão de novos militantes” propostos por esta estrutura, só porque é afecta a Menezes. Segundo contou ao Expresso, de um conjunto de 16 processos de novos militantes enviados para a sede a 9 de Maio, metade foram recusados, apesar de estarem assinados e acompanhados pelo BI dos requerentes: cinco por não terem a ficha de adesão completa, três porque os supostos novos militantes, quando contactados pela sede, disseram desconhecer o pedido de adesão. Marco Almeida explica que, no primeiro caso, os dados em falta não são obrigatórios. E no segundo, garante ter declarações assinadas pelos candidatos a militantes, que juram querer filiar-se. “A secretaria-geral levanta a suspeita sobre uma estrutura local, e o seu presidente, que teria, no limite, falsificado um documento”, diz. “Nunca vi nada assim. É como se houvesse na sede um lápis azul da censura a dizer que estruturas locais podem inscrever militantes”. (fonte: F.S.C., Expresso)
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