O ministro da Saúde garantiu hoje que foram oferecidas condições para "resolver o problema do aborto clandestino" na Região Autónoma da Madeira, escusando-se a comentar directamente a questão da alegada falta de verbas para combater a Interrupção Voluntária da Gravidez de forma ilegal."Antes mesmo do comentário do senhor Presidente da República, a Direcção-Geral de Saúde tinha escrito à sua homóloga da Madeira oferecendo apoios e condições para resolver o problema do aborto clandestino", disse hoje aos jornalistas o ministro Correia de Campos, à margem de uma visita que realizou às urgências do Hospital de São José, em Lisboa.Na passada sexta-feira, a propósito da aplicação da lei do aborto no arquipélago, o Presidente da República fez um apelo ao "diálogo construtivo e leal" entre os governos da República e da Madeira, onde os responsáveis políticos têm afirmado que não cumprem a lei da interrupção voluntária da gravidez por não terem verba para realizar abortos a pedido da mulher. Leiam mais, aqui.
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